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terça-feira, 27 de setembro de 2016

Série: Murder


How to get away with murder, ou para maioria dos fãs, HTGAWM, na tradução: “Como defender um assassino”. 

Essa série é transmitida pela ABC, tendo inicio no dia 25 de setembro de 2014. O produtor é Peter Nowalk e tendo como produtora executiva Shonda Rhimes. Vai ser a primeira resenha que faço de um seriado, será um desafio e tanto, vou me esforçar para ficar um post bem legal. 


A série Murder tem como foco principal a personagem Annalise Keating, uma advogada criminal de grande prestígio, ela também da aulas de direito na Universidade de Middleton, Filadélfia. 

Durante o decorrer dos episódios, ela seleciona cinco dos seus melhores alunos para trabalharem com ela em seu escritório, formando uma espécie de tropa de elite de advogados. 

Tudo começa entrar em colapso na vida amorosa e profissional de Annalise, levando junto os seus cinco alunos, em uma trama envolvendo traições, assassinatos e casos amorosos. 

Em cada episódio, os telespectadores ficam espantados e até mesmo estarrecidos com os casos do qual Annalise terá que defender e provar inocência dos seus clientes. 


A série mostra os conflitos dos outros cinco estudantes e dos assistentes de Annalise, deixando o seriado ainda mais emocionante. O clima fica mais tenso com uma narrativa fragmentada, voltando para o passado em diversas cenas, tornando cada minuto da série indispensável. 

Um dos pontos fortes da série são os temas polêmicos, sobre homossexualidade entre alguns personagens principais, traições e envolvimento em alguns crimes e até assassinatos. How to get away whit murder é uma série madura que por si só agradou o público e críticos, conquistando diversos prêmios.



Amor Profano, novo lançamento do autor Ricardo Stefoni

Ricardo Stefoni
ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Ricardo Stefoni: sempre gostei de escrever, e o fazia de forma mais amadora desde a adolescência, escrevendo para sites, fóruns e fazendo crônicas e contos para amigos. Porém, há alguns anos resolvi tentar uma empreitada mais profissional, me dedicando a um único romance, e assim saiu este primeiro livro.

Conexão Literatura
: Você é autor do livro "Amor Profano". Poderia comentar?

Para adquirir o livro: clique aqui
Ricardo Stefoni: é um livro de terror e mistério, porém com elementos tirados do folclore brasileiro. Lida com temas como a fé católica, magia negra, misticismo, etc. Tem um tom mais provocante também, uma vez que a protagonista da história é amaldiçoada e começa a provocar desejos sexuais nas pessoas ao seu redor, e se livrar desta maldição (e descobrir a sua causa) é o objetivo dela.

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho do seu livro especialmente para os nossos leitores?

Ricardo Stefoni: Se ali não for o centro do inferno deve ser um lugar bem próximo.
Estela está no centro de uma espécie de iceberg. A diferença é que a enorme pedra de gelo não é de gelo, e sim de mármore quente, está no meio de um mar de lava incandescente. A sua volta, voando pelo céu cheio de vapores tóxicos, estão vários espíritos sofredores que gemem e gritam de dor.
A sua frente está a besta.
Nunca havia sido tão nítido como agora. Aquele monstro peludo, com cascos nas mãos e nos pés, com seis pares de seios escondidos embaixo da pelugem, com uma cauda comprida e peluda, que tem a cabeça escondida por uma cabeleira monstruosa em que apenas seu enorme focinho é visível, começa a caminhar em sua direção.
Estela está apenas com a sua mordaça, que parece estar mais apertada. Mas não a incomodava, pelo contrário. Sentir aquele artefato envolto em sua cabeça lhe dá algum tipo de prazer sádico.
A besta caminha. Seus cascos ganham brilho a cada passo e sua respiração vai ficando mais forte, a ponto de começar a sair fumaça de suas narinas. Essa fumaça se transforma em fogo, e aos poucos se transforma em uma labareda. Quando a besta fica a um passo de Estela toda a sua cabeça está coberta pelas chamas.
E, por fim, a criatura inteira vira fogo e entra em Estela como um raio, por dentro de sua boca.
Estela acorda. Está nos braços de Gustavo que ainda a beija. Está na capela.
Seu sonho foi longo, mas seu desmaio durou apenas uma fração de segundo.
Agora ela é uma mulher casada.

Conexão Literatura: Para quem você indicaria a leitura de "Amor Profano"?

Ricardo Stefoni: para amantes de histórias de terror e mistério, com cenas fortes, como os livros de Cliver Baker, H. P. Lovecraft, Edgar Allan Poe e outros deste estilo.

Conexão Literatura: Como os interessados deverão proceder para adquirir o seu livro?

Ricardo Stefoni
: no formato impresso está disponível no site www.clubedeautores.com.br, e no formato e-book na Amazon.

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta?

Ricardo Stefoni: sim, espero conseguir publicar um romance por ano a partir de agora. Alguns na linha de terror e outros de histórias de detetive/assassinatos.

Perguntas rápidas:

Um livro: A Torre Negra
Um (a) autor (a): Stephen King
Um ator ou atriz: Cristopher Lee
Um filme: O Chamado
Um dia especial: meu aniversário

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário?

Ricardo Stefoni: espero que quem leia o livro tenha tanto gosto em fazê-lo quanto eu tive em escrevê-lo. E que desperte a vontade de novos autores em criarem suas obras, como eu tenho cada vez que leio um grande livro!

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Livro critica a sociedade pós-moderna e seus excessos com a tecnologia e a virtualidade

Escritor Marcelo Mourão - Foto: Tiberius Drumond
A importância de sermos mais humanos e 'menos' máquinas

Inspirado na reflexão do pensador polonês Zygmunt Bauman, de que nada é feito para durar, o escritor e professor de Literatura Marcelo Mourão apresenta uma crítica à sociedade atual em seu novo livro de poemas "Máquina Mundi". Publicado pela Oficina Editores, a obra pretende mostrar que o mundo moderno é cheio de inquietações, angústias e dilemas, onde se pensa muito e se sente pouco.

Para o autor, o espírito do livro é falar da máquina do mundo e do mundo da máquina. "Falo também de outras máquinas que também têm seus problemas na atualidade: a máquina do sentimento, a do eu (ego freudiano), a máquina das interrogações (filosofia) e, claro, a máquina da poesia".

Segundo Mourão seus versos abordam os limites da pós-modernidade e da virtualidade, onde a velocidade do deletar é mais rápida do que da compreensão. Com esse pensamento ele pretende fazer com que as pessoas pensem mais sobre a realidade contemporânea, "provocando" no leitor perplexidade, estranhamento, espantos, encantamento, doçura e também bom-humor. 
- Desejo lançar um olhar para o mundo de hoje em que, como disse Charles Chaplin, na década de 40 do século passado, 'mais do que de máquinas precisamos de mais humanidade' - reforça.

Inspiração
Além da realidade que nos cerca, Mourão diz que muitos fatores serviram para a concepção do trabalho, como, por exemplo, a família, as experiências vividas, a psicologia freudiana e junguiana, a filosofia, a própria poesia e, claro, a estética pós-moderna. "Com este livro, quero me afirmar como um autêntico artista pós-moderno".

Sobre o autor:
Pós-graduado em Literaturas de língua portuguesa, Marcelo Mourão é poeta, escritor, crítico literário e produtor cultural. Nasceu no bairro do Engenho de Dentro, subúrbio do Rio de Janeiro. Desde 2007 é militante ativo no movimento artístico e poético carioca. Participa de vários eventos, shows e antologias, além de "agitos" literários. Foi um dos idealizadores e apresentadores do sarau POLEM (Poesia no Leme), de 2008 até 2011.

Lançou ainda dois livros, "O diário do camaleão" e "Temas em literaturas de língua portuguesa: os diferentes olhares", esse último marcando sua estreia como crítico literário.

Ficha técnica:
Título: Máquina Mundi
Autor: Marcelo Mourão
Gênero: Poemas
Publicação: 2016
Tamanho: 14x21 cm
Páginas: 138
Preço: R$ 25,00
Link para comprar: clique aqui. 

Lívio Meireles, 1º agente literário do Nordeste, comenta sobre a importância do seu ofício

Lívio Meireles Capeleto
Lívio Meireles Capeleto é jornalista e radialista de formação com Pós Graduação e MBA em Marketing. Atuou como gestor de comunicação e marketing das Livrarias Saraiva e Siciliano, Diretor Executivo da Editora Carpe Diem e Coordenador da Feira Internacional do Livro de PE na Fliporto – Festa Literária Internacional de Pernambuco. Atualmente trabalha como o 1º agente literário do Nordeste, produtor cultural na área literária e CEO da CASA Agenciamento Literário e Projetos Culturais, representando autores de todo o Brasil.

ENTREVISTA
:

Conexão Literatura: Você é jornalista e radialista de formação com Pós Graduação e MBA em Marketing. Atuou como gestor de comunicação e marketing das Livrarias Saraiva e Siciliano, Diretor Executivo da Editora Carpe Diem e Coordenador da Feira Internacional do Livro de PE na Fliporto – Festa Literária Internacional de Pernambuco. Com toda essa experiência, atualmente trabalha como o 1º agente literário do Nordeste, produtor cultural na área literária e CEO da CASA Agenciamento Literário e Projetos Culturais, representando autores de todo o Brasil. Poderia comentar?

Lívio Meireles: Desde o início do meu aprendizado profissional, sempre gostei de lidar com gente e ideias. A comunicação me levou a ser um profissional, mas existia uma paixão pelos livros desde a minha infância. Cheguei a ganhar prêmios na biblioteca da escola onde estudei como leitor do mês, várias vezes. Depois de trabalhar mais de quatorze (14) anos na área de comunicação e eventos, resolvi dar uma guinada em minha vida profissional. Foi quando o grupo Saraiva, hoje Saraiva e Siciliano, estava retomando a sua presença no varejo em Pernambuco. Fui contratado de imediato para trabalhar na área de comunicação, primeiramente cuidando da imagem da empresa em Pernambuco, e depois assumi a coordenação Nordeste, trabalhando diretamente com a coordenação de uma equipe de médio-porte e gestando regionalmente as demandas de comunicação, marketing e evento - função que exerci com muito orgulho durante os nove anos em que trabalhei no grupo. Fui convidado pelo curador da Fliporto - Festa Literária Internacional de Pernambuco, e diretor da Editora Carpe Diem, para assumir a direção dos negócios editoriais da mesma e para que passasse a gestar, de uma maneira mais profissional, tanto a editora quanto a Fliporto. Quando estive à frente como diretor-executivo da Editora Carpe Diem, pude expandir o conhecimento com relação a produção do livro. Conviver com designers, revisores, escritores, defender projetos junto ao conselho editorial de uma editora, dialogar com gráficas, distribuidores, isso me mostrou o outro lado do mercado e somou muito para que, junto com a minha experiência anterior de varejo, eu pudesse ganhar uma visão 360º do que é o mercado editorial e o ciclo de produção de um livro. Nesse momento, encontrei realmente o nicho, o target, em que gostaria de trabalhar, pelo resto da minha vida. Tenho a plena convicção de que ter optado por trabalhar no mercado editorial foi a melhor decisão, pelo dinamismo e espaço para crescimento e profissionalização do meio, ocasionada pela imensa demanda reprimida de público leitor em nosso país e por proporcionar a vivenciar o que desde o início me movimenta: gente e ideias.

Conexão Literatura: No seu ponto de vista, qual a importância do agenciamento de escritores?

Acesse o site: clique aqui
Lívio Meireles: Extremamente importante e necessário! Visualizem essa imagem: o local de trabalho de um editor em uma editora média brasileira, que publica autores nacionais. Atrás da estação de trabalho dele, uma pilha com mais de cinquenta originais para serem lidos e avaliados. Como e em quanto tempo, esse editor dará vencimento a essa demanda, do que vale a pena ser editado, do que merece ser defendido junto ao conselho editorial? Agora, multiplique isso durante 1 (um) ano. É impossível prever como ele resolverá esse problema sozinho, ou mesmo com uma equipe. Deixo claro que não estou colocando em cheque a competência dos editores, mas o que existe é uma demanda imensa para ser resolvida em pouco tempo. Agora, imaginem a angústia de um escritor com o seu original no meio dessa pilha. Em quanto tempo ele terá resposta sobre uma possível publicação? De quanta agonia esse escritor sofrerá sem receber um “sim” ou “não” da editora? Para evitar essas duas cenas dramáticas é que a figura do agente literário é importante. Este profissional faz a triagem inicial e conduz o autor referente a sua obra, indicando os caminhos que ele deve seguir: alterar, melhorar, corrigir; além de preparar a apresentação adequada da obra e do autor à editora, com fins de uma real atenção, negociação e futura publicação. Ele também cuida do agendamento do autor em eventos e participações, trabalhando na continuidade de sua carreira literária.
Em um mercado profissional como a Europa e os Estados Unidos, nenhum autor chega a uma editora com o seu original sem o aval de um agente literário. Se este autor tentar, não passará da recepção das editoras e nem mesmo na recepção destas conseguirá deixar o seu original. O agente literário é a ponte profissional necessária para que um autor consiga dialogar, de maneira assertiva, com o mercado editorial, esteja ele onde estiver: Cingapura, México, Nova Zelândia, São Paulo, Rio de Janeiro. No Brasil, a figura do agente literário ainda é visto como uma utopia. Mas nos próximos cinco anos, com o boom que estamos vivendo de autores nacionais produzindo originais diariamente, o próprio mercado vai entender a real necessidade da função estratégica que um agente literário exerce.

Conexão Literatura: Poderia comentar sobre os autores agenciados da CASA - Agenciamento Literário e Projetos Culturais?

Lívio Meireles: Temos no escritório autores dos mais diversos perfis. Literatura estrangeira, infantil, infanto-juvenil, jovem adulto, romance, poesia, ficção, literatura de época, conto, prosa. Autores entre vinte e sessenta anos, experientes e iniciantes. Gente do Nordeste, do Sul/Sudeste, até de Portugal. Todos estão lá porque identifiquei neles uma característica que talvez seja um dos principais motivadores para fazer o que faço hoje: todos são preocupados em entregar aos seus leitores o melhor que podem produzir em termos literários.

Conexão Literatura: Além do agenciamento de escritores, vocês também fornecem outros serviços essenciais para promover um autor no cenário literário. Fale mais sobre os serviços fornecidos pela CASA.

Lívio Meireles: São vários. Os principais são: Agenciamento de Escritores para Projetos Editoriais e Eventos Literários (feiras, festas, bienais, encontros, lançamentos); Divulgação de Escritores, Editoras, Livros e Projetos Literários, para o Mercado Literário Nacional e Internacional; Produção, Execução e Curadoria de Eventos Literários; Avaliação e orientação profissional para escritores e projetos editoriais regionais, nacionais e internacionais; Avaliação de originais e leitura crítica; Avaliação e criação de projetos para editais do Ministério da Cultura e das Secretarias Estaduais e Municipais de Cultura. Fazemos também uma prestação de serviços personalizada, como planejamento, organização e assessoria de imprensa para lançamento de livros em todo o país, e consultoria para distribuição de livros em livrarias e outros pontos de venda.

Conexão Literatura: Como os interessados deverão proceder para saber mais e adquirir um dos serviços fornecidos pela CASA - Agenciamento Literário e Projetos Culturais?

Lívio Meireles: Para saber mais a respeito do nosso trabalho, os autores devem visitar nosso site: www.casaagenciamento.com.br, e enviar suas dúvidas por e-mail:  casa.agenciamento@gmail.com

Conexão Literatura
: Deseja encerrar com mais algum comentário?

Lívio Meireles: Tenho visto e lido muitas ações e movimentos de pessoas que, de uma hora para outra, sem embasamento, expertise ou propriedade se apresentam como agentes literários e/ou produtores culturais em literatura. Entendo que estamos vivendo uma crise econômica e que todos nós precisamos pagar nossas contas e sobreviver no caos. Mas, por favor, não podemos fechar os olhos para uma invasão de oportunistas que causam descrédito e dúvidas sobre o árduo trabalho de agenciamento literário e produção cultural no target literário! Peço aos publishers, produtores, diretores e gerentes em secretarias municipais e estaduais de cultura e principalmente aos ESCRITORES: busquem saber quem é essa pessoa que diz conhecer todo mundo, que consegue tudo, que fala com todos, que entra em qualquer lugar... Aprendam a diferenciar os reais profissionais que estão no meio editorial a fim de realizar um trabalho sério. Meu background de mercado já beira os quinze (15) anos e ainda acordo todos os dias buscando aprender mais e mais! Eu e minha equipe desenvolvemos um trabalho sério e coerente. Agenciamento literário é coisa séria!

domingo, 25 de setembro de 2016

O cemitério X Cemitério maldito


Como de costume, fatos são alterados quando é feito uma adaptação de um livro para o cinema, afinal são muitas páginas para pouco tempo na tela. Essas alterações "matam" muitos leitores de desgosto. Não é pra menos, as vezes fatos e cenas importantes para a história são cortados sem a menor piedade pelos roteiristas e diretores.

Os medonhos e incríveis livros do mestre do terror, Stephen King serviram de inspiração para dezenas de filmes e. como não é novidade, alguns dos filmes foram muito bem no quesito "omissão dos fatos". Um desses filmes, foi a adaptação do livro O cemitério, que no cinema levou o nome de Cemitério maldito.

O que mais chama atenção no filme é a semelhança das características físicas dos personagens com as descritas no livro. Outro ponto positivo da adaptação é que o contexto da história não foi alterado, então os personagens não tem fins diferentes. Até aqui tudo bem, mas como nem tudo são flores...


Há um gato na história, no livro o seu comportamento é assustador, já no filme ele não passa de um gatinho estranho, porque muitas das cenas terrificantes do gato na história criada por King, foram omitidas no filme. Além de  muitos outros acontecimentos, sons e o mais chocante, um personagem.

Um dos personagens do livro que tinha um papel importante na história, foi excluído do filme, na verdade ele assumiu outro papel, um que não existe no livro por sinal e que ganhou nota máxima no quesito "nada a ver" na guerra dos livros versus filmes, por ter se tornado chato e sem importância.

Se você é fã de filmes de terror e do King, não leu o livro O cemitério e gosta de filmes antigos, veja o filme Cemitério maldito, você vai gostar! Caso já tenha lido o livro e ainda não viu o filme, veja e faça uma comparação, você vai gostar, mas talvez fique um pouco bravo com o roteirista e o diretor.

sábado, 24 de setembro de 2016

Mirela Paes, autora do livro Maliciosa, comenta sobre seu livro e futuros projetos

Mirela Paes
Mirela Paes mora em Recife/PE, é comunicóloga por formação e tem um blog onde compartilha tudo sobre seu dia-a-dia – suas leituras, o que anda assistindo e seu entusiasmo pelo universo feminino. A paixão pela escrita surgiu em 2008, quando começou a publicar suas histórias online. "Maliciosa" é o seu romance de estreia, sucesso de público em todo o Brasil.

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Mirela Paes: Considero que comecei a escrever de verdade entre o final de 2008 e o inicio de 2009, pois foi quando comecei a assinar meus escritos como Mirela Paes e publicar em sites e comecei a interagir com os leitores que iam surgindo.

Conexão Literatura: Você é autora do livro "Maliciosa" (Qualis Editora). Poderia comentar?

Para adquirir o livro: clique aqui
Mirela Paes: Maliciosa é minha segunda publicação, mas a minha primeira publicação com livro físico e em editora. Nele os leitores vão conhecer a história da Ana: uma jovem que está vivenciando os desafios de empreender no mundo digital da moda e seu relacionamento proibido com o Matthews, que foi criado como seu primo e também é dez anos mais velho que ela. Empoderamento feminino e mercado digital são as duas pautas principais, depois de claro, muito romance e cenas sensuais.

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo demorou para escrever seu livro?

Mirela Paes: Maliciosa nasceu como uma história curta, de apenas três capítulos que postei online anos antes. O casal tomou conta do coração das leitoras e a pauta de empoderamento foi tão bem aceita, que acabei escrevendo um livro inteiro contando a história deles. Demorei cerca de um ano e meio para concluir o livro, entre escrever a história e ela ser trabalhada pela editora.

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho do seu livro especialmente para os nossos leitores?

Mirela Paes: “Toda a história dos dois estava representada nas pulseiras Pandora dela”

Conexão Literatura: Se você fosse escolher uma trilha sonora para o seu livro, qual seria?

Mirela Paes: Maliciosa tem uma trilha sonora! Os leitores podem encontra-la no Spotfy ou no Youtube. No meu site tem todas as informações: http://www.mirelapaes.com/2016/05/trilha-sonora-de-maliciosa.html

Conexão Literatura: Como os interessados deverão proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário?

Mirela Paes: O livro está à venda na Americanas, no Submarino, na Saraiva e em todas as principais livrarias físicas de Recife, mas o melhor lugar para comprar o livro é no site da editora www.qualiseditora.com – comprando o livro com eles, além de ganhar o marcador oficial, o leitor também não precisa pagar pelo frete! 


Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta?

Mirela Paes: Sim, existem. Existem duas histórias com garotas empoderadas que estão sendo analisadas por algumas editoras. Tenho certeza de que as leitoras e os leitores vão vibrar com essas duas novas personagens que apresentarei em breve aos leitores!

Perguntas rápidas:

Um livro: O senhor dos Anéis
Um (a) autor (a): Donna Tartt
Um ator ou atriz: Marion Cotillard
Um filme: O poderoso chefão
Um dia especial: Não dá para descrever só um, e sim todos. Os lançamentos de Maliciosa foram incríveis. Mais que um lançamento, foi maravilhoso poder celebrar com tanta gente que estava na minha torcida!

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário?

Mirela Paes: Quero agradecer a revista pela oportunidade da entrevista e também agradecer aos leitores! Sem eles, não estaria realizando o meu sonho! Também gostaria de convidar todos para conhecerem o meu canal no youtube o www.youtube.com/doisdedosdebagunca

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Em entrevista, Fathyma J. Carvalho comenta sobre seu livro Do Crepúsculo à Alvorada

Fathyma J. Carvalho
Fátima A. Jaguanharo Carvalho, nasceu na cidade de São Paulo – SP, em 28 de outubro de 1955. Graduada em Letras e Pedagogia, e pós graduada em  Especialização em Educação, dedicou-se vinte e seis anos ao magistério, ministrando aulas para Educação Básica e ensino profissionalizante, quando em 2008, recebeu Prêmio Professor Cidadão na região do Alto Tietê-SP.
 A partir de 2010 começou a participar de eventos literários e culturais, cuja ação estimulou sua paixão pela literatura e começou a escrever.
Desde o ano de 2014, faz parte do grupo de autores do Sistema Apostilado Educacional da CPV Educacional. Como poeta, contista e romancista utilizou o nome literário FATHYMA JAGUANHARO em seu primeiro romance e  FATHYMA J. CARVALHO  nos escritos posteriores.
Lançou, em 2014, o romance “Do Crepúsculo à Alvorada” pela Editora Baraúna; em 2015 participou das Coletâneas Poéticas “ Leveza da Alma” vol. 11 e “Livre Pensamento” vol.1, pela Sociedade Mundial dos Poetas. Foi agraciada, em 2015, pelo Movimento União Cultural de Taubaté-SP, com certificados de “Prêmio do Grande Mérito Literário” e “Construtora da Brasilidade”.

ENTREVISTA


Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Fathyma J. Carvalho: Como amante da literatura, sempre gostei de ler e escrever. Nas horas vagas escrevia poemas e  guardava todos. Certo dia, tentei publicar um livro de poesias, porém, tinha que ser como autor independente, pois, segundo as editoras, o gênero não era tão aceito no mercado literário exceto para autores já consagrados. Fiquei frustrada de início, pois não disponha de valores para publicação de um livro e nem sabia como divulgar. Comecei, então, a participar de eventos literários, lançamentos de livros de outros autores, saraus de amigos que divulgavam através das redes sociais e interagir com esse meio. Hoje tenho o privilégio de ter vários amigos escritores que conheci através das redes sociais.

Conexão Literatura: Você é autora do livro “Do Crepúsculo à Alvorada” (Editora Baraúna). Poderia comentar?

Para adquirir o livro: clique aqui
Fathyma J. Carvalho: Certo dia, num evento literário em Campo Grande-MS, um grande escritor da região me incentivou a escrever um livro. Então, como guardava comigo meus poemas, resolvi escrever um romance a partir dos textos poéticos. O enredo foi se desenvolvendo também, através de alguns fatos reais observados no meu dia a dia em diversos ambientes e diálogos, entrelaçados com fictícios. Algumas pessoas ao lerem a sinopse perguntam se é de autoajuda : não, não é. É um romance envolto à dramas e conflitos, onde qualquer semelhança é mera coincidência, ou não.

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho do seu livro especialmente para os nossos leitores?

Fathyma J. Carvalho: “ Em sua trajetória, desde a infância, em meio aos percalços da vida, Fênix nunca deixou de acreditar que a fé remove montanhas, que depois da tempestade sempre vem a bonança, que depois da noite sempre raia um novo dia cheio de luz e esperança, que mesmo perdendo algumas batalhas nunca perderia a guerra, porque a vida é uma luta pela sobrevivência, pela realização dos nossos sonhos e, sempre, tudo vale a pena. Todo o drama vivido desde a infância com os conflitos familiares que se prolongaram ao longo do tempo, as perdas trágicas das pessoas que amava, ela nunca deixou de acreditar e lutar, uma vez que só conhecemos a nossa força quando a única alternativa é ser forte. “

Conexão Literatura: Como os interessados deverão proceder para adquirir o seu livro?

Fathyma J. Carvalho: O livro está disponível nas lojas virtuais da Livraria Cultura e Editora Baraúna. Para disponibilizá-lo em loja física, o custo é muito alto para o autor e, infelizmente, as editoras não investem em novos autores.

Conexão Literatura: Você está com um livro no prelo pela A. R. Publisher. Como estão os preparativos?

Fathyma Jaguanharo: Sim. “Cárcere de Sonhos”, que apresenta uma coletânea de contos, numa sintonia entre os sonhos e a realidade de cada personagem. Está em processo de edição e provavelmente será lançado até o final deste ano.

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta?

Fathyma J. Carvalho: Sim. Está em fase de revisão um livro voltado para área de Pedagogia, cujo conteúdo é baseado em pesquisas com alunos do Ensino Médio, que retrata a Educação na era da globalização. Mas, por ora, estou me dedicando na divulgação dos livros citados e participação em eventos lítero culturais.

Perguntas rápidas:

Um livro: Transformando suor em ouro ( Bernardinho)
Um (a) autor (a): Martha Medeiros
Um ator ou atriz: Denzel Washington
Um filme: O Pianista
Um dia especial: Todos os dias que eu acordo com o nascer do sol.

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário?

Fathyma J. Carvalho: Agradeço à Conexão Literatura pela oportunidade que me é dada de divulgar meu trabalho.

indique para os amigos!

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