sábado, 19 de setembro de 2020

1º Congresso Internacional de Literatura para Crianças e Jovens & 3ª Jornada da Literatura de Infância, por Cida Simka e Sérgio Simka


O 1º Congresso Internacional de Literatura para Crianças e Jovens: crítica, estética e ensino & a 3ª Jornada da Literatura de Infância têm sua origem e iniciativa no Programa de Estudos Pós-Graduados em Literatura e Crítica Literária da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Pesquisadores e estudantes de sua Pós-Graduação realizam, hoje, o desejo de unir-se a outros estudiosos da Literatura Infantil e Juvenil, ao atravessar os continentes pela via digital, para, nesse encontro on-line, realizar uma troca profícua de resultados de seus estudos nas próprias diferenças. São propostas temáticas que nucleiam a Literatura Infantil e se ampliam à Literatura Juvenil, compartilhando as modalidades da literatura oral, escrita, digital, ilustrada em sua multiplicidade representativa. 

Conforme a Profa. Dra. Diana Navas, coordenadora do Programa de Estudos Pós-Graduados em Literatura e Crítica Literária da PUC-SP, “o evento ocorrerá nos dias 22, 23 e 24 de setembro, sendo que, no período da manhã, teremos, no primeiro dia, a conferência de abertura, com a professora doutora Evelyn Arizpe, e nos dias 23 e 24, mesas-redondas compostas por professores, críticos, ilustradores e escritores de literatura infantil e juvenil do Brasil e exterior.

No período da tarde, haverá, nos três dias, a apresentação de comunicações orais de pesquisadores de todo o Brasil e também do exterior. 

Precursor neste formato on-line, o evento surge da necessidade de estabelecermos diálogos entre todos os envolvidos no processo de formação leitora de crianças e jovens: professores, escritores, ilustradores, críticos, pesquisadores, em especial neste contexto de pandemia. Ao mesmo tempo, visa conferir espaço para a discussão de uma literatura em ascensão em termos quali e quantitativos, de modo a evidenciar suas potencialidades e tendências.”

​Profa. Dra. Diana Navas

Coordenadora do Programa de Estudos Pós-Graduados em Literatura e Crítica Literária​

Rua Ministro de Godoi, 969 – Sala 4E-03 ​- Perdizes – São Paulo – SP​

Tel.: (11) 3670.8412 ​

E-mail: poslcl@pucsp.br | www.pucsp.br

Programação e mais informações:

https://www.congressolijpucsp.com/

Entrevista com a profa. Diana Navas:

http://www.revistaconexaoliteratura.com.br/2018/04/diana-navas-e-o-livro-literatura.html 


CIDA SIMKA

É licenciada em Letras pelas Faculdades Integradas de Ribeirão Pires (FIRP). Autora, dentre outros, dos livros O enigma da velha casa (Editora Uirapuru, 2016), Prática de escrita: atividades para pensar e escrever (Wak Editora, 2019) e O enigma da biblioteca (Editora Verlidelas, 2020). Organizadora dos livros: Uma noite no castelo (Editora Selo Jovem, 2019), Contos para um mundo melhor (Editora Xeque-Matte, 2019), Aquela casa (Editora Verlidelas, 2020) e Um fantasma ronda o campus (Editora Verlidelas, 2020). Colunista da Revista Conexão Literatura.

SÉRGIO SIMKA

É professor universitário desde 1999. Autor de mais de seis dezenas de livros publicados nas áreas de gramática, literatura, produção textual, literatura infantil e infantojuvenil. Idealizou, com Cida Simka, a série Mistério, publicada pela Editora Uirapuru. Membro do Conselho Editorial da Editora Pumpkin e colunista da Revista Conexão Literatura. Seu mais novo livro se intitula Pedagogia do encantamento: por um ensino eficaz de escrita (Editora Mercado de Letras, 2020).


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Conheça a comunidade INfluxo e seja um criador de conteúdo


"A COMUNIDADE INfluxo tem como principal meta congregar os ativistas e amadores dos diversos movimentos digitais, educacionais, sociais, étnicos, culturais, artísticos, musicais, literários, jornalísticos, acadêmicos, científicos, religiosos, xamânicos, terapêuticos, espirituais e ambientais. Bem como a comunidade em geral, sem distinção de idade, gênero, cor, nacionalidade, profissão, credo religioso e político. Para juntos expandirmos oportunidades culturais, ambientais e comunitárias. Enriquecendo e fortalecendo a comunidade na troca de saberes e conhecimentos pela internet. Visando enraizar práticas educativas e sustentáveis, em que Influenciadores dos vários países lusófonos do mundo participem como agentes multiplicadores, para fornecer um cardápio diverso de contatos, saberes, vivencias, atividades e oportunidades."

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sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Tocalivros Social: projeto forma novos leitores pelo Brasil

 


Com o objetivo de democratizar o acesso à literatura e gerar impacto positivo na sociedade, a Tocalivros Social disponibiliza mensalmente audiolivro gratuito para o público

Segundo pesquisas feitas pelo Instituto Pró-Livro (IPL), o brasileiro lê em média dois livros por ano, sendo que 77% das pessoas gostariam de ler mais. Ainda dentro deste grupo, 43% diz não ter tempo para praticar esse hábito. E se as pessoas pudessem ouvir os livros enquanto estão no transporte público, no trânsito, quando vão para academia ou limpam a casa?

É o começo do contato com a leitura e uma forma de disseminar o conhecimento. Com essa proposta que nasceu o Clube Digital de Leitura, projeto da Tocalivros Social, braço de responsabilidade social da Tocalivros, plataforma brasileira de audiolivros. Com um audiolivro gratuito por mês, o Clube incentiva e democratiza a leitura, traz conhecimento, forma novos leitores, otimiza o tempo do público e gera impacto positivo na vida de milhões de brasileiros.

Organizado pelo co-fundador Marcelo Azevedo, o projeto conta com encontros literários em lugares muito especiais, como é o caso da Linha da Cultura do Metrô de São Paulo, que assim como o Hospital das Clínicas de São Paulo, firmou parceria com a causa desde o início de 2020.

O projeto, que tem como embaixador o humorista Fabio Porchat, também fornece audiolivros para os pacientes de hospitais que atendem crianças em tratamento de câncer e doenças raras; organizações que cuidam de pessoas com deficiência visual e dislexia; casas de repouso; além de alunos e professores de escolas públicas. O acesso ao audiolivro é gratuito e é feito por meio do site e do aplicativo da Tocalivros, que está disponível no desktop, iOS e Android.

“Eu estava nas estatísticas como uma das pessoas que considerava que não tinha tempo pra ler. Mas, no fundo, era preguiça mesmo. Hoje compreendo o quanto a leitura transformou meu entendimento nos processos de autoconhecimento e ampliou as oportunidades profissionais. Dizemos que é possível transformar vidas contando histórias e posso confirmar pela minha própria experiência”, releva Marcelo Azevedo.

A Tocalivros Social é considerada uma empresa 2.5. Ou seja, que combina lucro com transformação social, pois trabalha com diversas frentes para auxiliar tanto as pessoas que desejam aproveitar melhor o tempo com boas histórias como um incentivador do hábito da leitura, oferecendo a quem precisar conhecimento, educação, cultura e entretenimento.

Além disso, o projeto do Clube Digital de Leitura realiza atividades para grupos de pessoas que podem desfrutar ainda mais do conhecimento adquirido, já que os encontros trazem debates sobre o livro e conversas construtivas sobre o público LGBTQI+; diversidade; equidade de gêneros e etnia. Porém, por conta da atual pandemia, os encontros foram todos repensados para o on-line, que contará com a presença de autores e leitores do clube.

É possível levar o Clube Digital de Leitura para escolas, bibliotecas, empresas e instituições. Quer ajudar essa causa?

Saiba mais: https://clubedigital.tocalivros.com/.

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Definição e foco como método para ampliar a visão


Em Do Zero ao Infinito, o fotógrafo Everton revela o método criado para enxergar oportunidades na vida e alcançar aos objetivos


A observação é a alma da fotografia. Mais do que simplesmente capturar uma imagem, fotógrafos são profissionais que tem a capacidade de enxergar o mundo e revelar alma das pessoas e das coisas em sua grandiosidade ou pequenez. É possível utilizar a visão da fotografia para compreender melhor a vida?
O fotógrafo e autor Everton Rosa acredita que sim, e reparte passo a passo de seu aprendizado em seu livro Do zero ao infinito (Buzz Editora). Ao compartilhar as lições que aprendeu com a arte de retratar príncipes, bilionários, políticos através de um olhar perspicaz e sensível, ele revela a forma como essas pessoas pensam e tomam decisões em suas vidas.
A obra detalha o passo a passo do método “Viva o Infinito”, criado e testado por Everton Rosa, para conquistar os seus objetivos com sucesso – independente de sua área de atuação. O autor evidencia que ter somente paixão pelo que se faz não é o suficiente, se faz necessário ter disciplina na conquista dos seus objetivos. Explica, então, que o maior segredo por trás de um profissional de sucesso é ouvir aqueles que consumirão o produto: o seu público.
Além da metodologia, Everton Rosa também escreve sobre importância de cultivar as redes de relacionamentos para ampliar as possibilidades profissionais. Como exemplo, relata a chance de realizar um trabalho para o famoso estilista Walter Rodrigues, oportunidade que mudou radicalmente sua vida. Em 2007, Everton fotografou o casamento da apresentadora Ana Maria Braga, participou de seu programa e ficou conhecido em todo o país.
Filho de fotógrafos, Everton Rosa descobriu sua paixão pela fotografia ainda criança. Ele foi considerado pela revista Época Negócios um dos maiores nomes da sua área no Brasil e também, teve suas fotos publicadas na The New York Times Magazine. Documentarista, fotógrafo, diretor, Everton foi o único profissional da sua área a ter uma série de TV em rede nacional e é o único fotógrafo sul-americano a ter uma foto licenciada e veiculada pela Apple em 25 países.
Ao ler Do zero ao infinito, o leitor terá a sensação de ganhar uma lente nova, de ângulos imprevisíveis, para ampliar a visão sobre as oportunidades que a vida tem oferecer, consciente da importância de método e de disciplina para realizar seus objetivos.

Ficha Técnica:
Título: Do zero ao infinito
Autor: Everton Rosa
Selo: Buzz Editora
ISBN: 978-65-86077-58-2
Formato: 16x23
Páginas: 160
Gênero: Negócios
Lançamento: setembro/2020

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Sarepta e Mauricio de Sousa Produções promovem live e lançam nova HQ sobre Distrofia Muscular de Duchenne

  

Evento virtual faz parte do projeto Cada Passo Importa, com personagem da Turma da Mônica que tem a doença rara

Live busca conscientizar sobre DMD e terá a participação de pediatra, neurologista e representante da Aliança Distrofia Brasil

A Sarepta Farmacêutica, líder em medicamentos genéticos para doenças neuromusculares raras, e o desenhista Mauricio de Sousa promovem live e lançam nova revistinha sobre Distrofia Muscular de Duchenne (DMD), nesta sexta-feira, 18 de setembro, às 17 horas, simultaneamente, nos canais no Youtube da MSP - Mauricio de Sousa Produções e do projeto Cada Passo Importa.

A iniciativa visa aumentar a conscientização sobre a doença, caracterizada pela deterioração muscular progressiva, e promover a inclusão e o tratamento adequado aos pacientes no Brasil. O projeto Cada Passo Importa é protagonizado por Edu, novo personagem da Turma da Mônica com DMD.

Além de Mauricio de Sousa, o evento virtual terá a participação da pediatra Ana Lúcia Langer (presidente da Associação Paulista de Distrofia Muscular), da neurologista Juliana Rangel (vice-presidente da Sociedade Brasileira de Neurologia Infantil), de Karina Hamada Iamasaqui Züge, presidente da Aliança Distrofia Brasil e de Fábio Ivankovich, diretor-geral da Sarepta.

“Estamos muito contentes por continuar com este projeto, que é tão importante para os portadores dessa doença. Nosso objetivo com o Cada Passo Importa é ampliar a conscientização das pessoas sobre a DMD. Contar com o apoio do Mauricio e sua equipe nesta empreitada tem sido fundamental”, afirma Ivankovich.

Para Mauricio de Sousa, “criar um personagem como o Edu, que representa nas historinhas a criança com DMD, foi especial e emocional. Por isso, o Cada Passo Importa, já em sua quarta revista em quadrinhos, demonstra o quanto está sendo um sucesso no objetivo de levar informação correta e de esperança para todas as famílias que vivem esse momento em suas vidas. E se quiserem saber mais, não percam essa live!”

No site do projeto, os leitores têm acesso à versão digital da nova revista e das edições anteriores. A nova historinha mostra a visita do primo de Edu, Leo, que também tem DMD, mas mora em outra cidade. Durante uma festa do pijama na casa do protagonista, os personagens da Turma da Mônica acompanham a rotina dos dois personagens.  As crianças aprendem sobre a importância dos centros de tratamento de doenças raras, além de também descobrirem qual a utilidade do cartão de alerta que deve ser carregado por todo paciente, contribuindo para que recebam tratamento adequado em unidades de saúde. O cartão também está encartado na revista em quadrinhos.

A live integra as atividades relacionadas ao mês de conscientização sobre a doença (o Dia Mundial de Conscientização sobre DMD é celebrado todo 7 de setembro).

Serviço:

Live: Cada Passo Importa

Data: 18 de setembro de 2020

Horário: 17h

Links da transmissão: 

Site do projeto: https://www.cadapassoimporta.com.br/
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Jario Melo e o livro O Aquário de Deus: a verdade que esconderam de nós


Nasceu na cidade de Piaçabuçu, Estado de Alagoas, Brasil, no dia 17 de novembro de 1966. Filho de José dos Santos Melo e Ana Maria dos Santos (in memoriam). É o oitavo filho do casal, num total de doze. Em 1985 ingressou como soldado da Polícia Militar de Alagoas (PMAL). Serviu em várias unidades e lá permaneceu até o ano de 1993, ano em que a unidade do Corpo de Bombeiros se desmembrou da PMAL, tornando-se uma instituição independente, a qual passou a pertencer. No Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas (CBMAL), concluiu a carreira e passou para a reserva como oficial. Autodidata, é um entusiasta da tecnologia da informação, desenvolvedor de software e dedicado a assuntos da Bíblia.

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Jario Melo: Esse é o meu primeiro livro, um desafio que eu não queria enfrentar. Tudo começou após uma pesquisa que fiz em 2017 sobre a Terra Plana. O que descobri nesse estudo, pareceu-me pertinente compartilhar e torná-lo conhecido.  

Conexão Literatura: Você é autor do livro impresso e e-book “O Aquário de Deus: a verdade que esconderam de nós”. Poderia comentar? 

Jario Melo: No livro afirmo que a Lua, tal nos doutrinaram até hoje está muito distante da verdade dos fatos. Esse luminar é bastante sofisticado e transcende à nossa compreensão.  A Lua é, na verdade, um disco de luz, transparente e permeável que orbita entre as nuvens e de fácil observação. Em pesquisas fotográficas, afirmo e sustento que o homem jamais pisou na Lua e que tudo não passa de estória, sustentada como um dos maiores feitos dos últimos cinquenta anos da humanidade.

O Sol que aquece e ilumina nossos dias na terra não é uma estrela gigante como se pensa. Através de fotos bem próximas desse astro, revelo o nosso verdadeiro luminar, provando que o luzeiro não tem um diâmetro 109 vezes maior que o diâmetro do suposto planeta Terra. O também Sol não é esférico, mas no formato de um pequeno disco que apenas emite luz e que se encontra na atmosfera. 

Nós não moramos num planeta bola. As imagens do planeta Terra não passam de criações artísticas. O universo que nos ensinaram, apregoado pela ciência, só existe na literatura científica, não é real. Nós moramos em um ambiente circular, plano e fechado! 

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro?

Jario Melo:  As pesquisas foram realizadas em vários sites que abordavam ou se relacionavam com o tema. Fiz mais de sete mil fotografias e centenas de vídeos da lua e do sol, vários experimentos e observações.

O tempo decorrido entre as pesquisas e a conclusão do livro, foram cerca de três anos e meio.

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho do seu livro especialmente para os nossos leitores?  

Jario Melo: Destacaria o capítulo 2, onde abordo a Lua.

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Jario Melo: 

O e-book está no site da Amazon no link a seguir: 

https://www.amazon.com.br/dp/B08CQH8NPT/ref=rdr_kindle_ext_tmb  

Para o livro físico, acessar o site da PoD Editora no link abaixo:

https://podeditora.com.br/produto/o-aquario-de-deus-a-verdade-que-esconderam-de-nos

Conexão Literatura: Quais dicas daria para os autores em início de carreira?

Jario Melo: Também sou um iniciante, não sou a pessoa mais indicada, mas diria: Tenha fé em Deus e seja persistente.

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

Jario Melo: Tenho ideia, mas nada ainda definido. 

Perguntas rápidas:

Um livro: A Bíblia

Um (a) autor (a):  Não tenho

Um ator ou atriz: Não tenho

Um filme: O Pianista

Um dia especial: 17/11/1966 (meu nascimento)

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Jario Melo: Eu não sou contra a ciência. Longe disso. A ciência é fantástica! É por meio da nossa inteligência que compreendemos a ciência das coisas. A verdadeira ciência se baseia em fatos e evidências, não em preferência. Se a teoria não se ajusta aos fatos, não se pode mudar o fato, mas a teoria.


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quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Autora nacional adapta contos clássicos para nova geração

 

Lançado em 2019 pelo Grupo Editorial Coerência, o livro reúne 20 grandes narrativas que marcaram a experiência da autora como leitora

Marcia Kupstas iniciou sua carreira no mercado editorial nacional em 1986 com “Crescer é perigoso”, seu livro de estreia, que ganhou o Prêmio Revelação Mercedes-Benz de Literatura Juvenil. Depois de 30 anos de carreira, com mais de 150 títulos e 3 milhões de exemplares vendidos, a autora publicou  “Vinte rever - contos clássicos adaptados para uma nova geração” em 2019 pelo Grupo Editorial Coerência, uma antologia que reúne narrativas que marcaram sua experiência como leitora.

O livro apresenta narrativas escritas por Victor HugoTolstoiMonteiro LobatoEdgar Allan Poe e Voltaire, além de fábulas e lendas, leituras marcantes na trajetória da leitora Marcia Kupstas, que reelaborou as histórias, adequando-as a um estilo contemporâneo.

Cada história tem a com sua singularidade, mas em entrevista Marcia Kupstas informou: “Um elemento recorrente é o envolvimento dos conflitos familiares, relacionamentos entre pais ou irmãos; o desejo pelo afeto familiar e mesmo a disputa por ele”. Ela reforça que nos contos de DickensVoltaireVictor Hugo e na lenda árabe isso é muito presente.

“Vinte rever - contos clássicos adaptados para uma nova geração” é uma antologia que reúne histórias clássicas reescrita com grande respeito cultural e regional, porém narradas de modo contemporâneo visando uma melhor compreensão e experiência para os leitores. O livro está disponível no site do Grupo Editorial Coerência.

Sinopse:
Boas histórias não morrem, e esta fantástica antologia é a prova disso. Marcia Kupstas, escritora profissional há mais de trinta anos, selecionou vinte histórias que, de alguma maneira, marcaram sua experiência como leitora. Aqui, você encontrará sua adaptação de contos de grandes nomes da literatura, como Victor Hugo, Tolstói, Monteiro Lobato, Edgar Allan Poe e Voltaire, além de fábulas e lendas que marcaram a infância de muitas pessoas. Por meio de narrativas sedutoras, Kupstas apresenta a releitura dessas histórias com frescor e simplicidade, adequando-as a um estilo contemporâneo, mas sem deixar de respeitar os contextos de diversas épocas e lugares.

Sobre a autora:
Marcia Kupstas, escritora brasileira, tem mais de cento e sessenta títulos publicados. Formada em Língua Portuguesa e Literatura, acumula alguns prêmios em sua bagagem, entre eles o Prêmio Revelação Mercedes-Benz de 1988, que ganhou com seu livro de estreia, "Crescer É Perigoso". Além das suas publicações, entre elas "Clube Do Beijo", "É Preciso Lutar", "A Maldição Do Silêncio", "A Namorada De Camões" e "Aventuras De Garoto", coordenou as coleções "Sete Faces" e "Três Por Três".

Rede social
Instagram: @Marciakupstas

Mais informações
Autor: Marcia Kupstas
Edição: 1
Ano: 2019
Gênero: Contos
Páginas: 200
Idioma: Português
Peso: 300
Formato: 14x21
ISBN: 9788553271788

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Obras de Aldemir Martins ganham exposição na capital

 

Quadros aguardam o público no Shopping West Plaza até o dia 16/10

  Contribuindo cada vez mais para trazer arte e cultura para os clientes e moradores da capital, o Shopping West Plaza inaugura mais uma exposição de arte. Em parceria com a “Brazil Gallery”, o empreendimento recebe obras do artista plástico Aldemir Martins.

  Reunindo mais de 15 trabalhos do artista brasileiro mundialmente premiado por seu talento, a mostra traz quadros que marcaram gerações. Todos eles estão disponíveis para compras. Aos interessados, basta apontar a câmera do celular para o QR Code encontrado no final de cada obra, realizar a compra pela internet e agendar a retirada.

  A exposição pode ser visitada no Bloco A, 3º piso, até o dia 16 de outubro, das 12h às 22h. “Esta é mais uma opção que o shopping oferece para quem quer mergulhar neste mundo de cultura e grandes histórias. Tudo isso ressaltando a genialidade desse artista nacional que ganhou destaque em tantos países” comenta Marcos Maltez, gerente de marketing do Shopping West Plaza.

  Também é possível apreciar outra exposição “Flores de Goeldi”, do artista Oswaldo Goeldi, disponível ao público no Bloco B, 2º Piso do empreendimento, além de acompanhar pelas redes sociais do West Plaza a programação cultural do Memorial da América Latina e do Tendal da Lapa.

  Para a realização das exposições, todas as medidas de segurança e higienização continuam sendo rigorosamente seguidas pelo shopping, assim como o controle de fluxo de clientes.

Serviço

Exposição Aldemir Martins
Horário: Das 12h às 22h

Local: Bloco A, 3º piso
Endereço: Av. Francisco Matarazzo - Água Branca, São Paulo - SP
Mais informações Shopping West Plaza: pelo site www.westplaza.com.br/ ou pelo telefone (11) 3677 4236.

Exposição gratuita        

Sobre Shopping West Plaza
Inaugurado em 1991, o empreendimento da Zona Oeste de São Paulo é um dos principais centros comerciais da região. Administrado pela rede Aliansce Sonae, o shopping é referência pelas modernas lojas, um refinado polo gastronômico e serviços diferenciados.

Com um mix de 200 lojas, o centro de compras conta com 7 salas de cinema, 12 restaurantes e 25 operações na praça de alimentação. Um Boulevard Gastronômico soma quase 40 mil m² em área aberta e arborizada, interligando os três blocos do shopping, oferecendo ao cliente opções de gastronomia como Jeronimo Burger, Pecorino Bar e Trattoria, L’Entrecôte de Paris, Temakeria e Cia., Outback Steakhouse, Johnny Rockets.
O empreendimento conta ainda com a comodidade de mais de 1,9 mil vagas de estacionamento.
O Shopping West Plaza segue também o conceito de petfriendly, onde animais de estimação são sem bem-vindos.

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Festival internacional debate o papel dos livreiros no mundo dos algoritmos e e-books


Um dos temas da programação do dia 26 de setembro será o painel "Resistentes (e inovadores), livreiros no mundo dos algoritmos e e-books". A mediação será do jornalista Gustavo Klein; e participação de José Luiz Tahan (editor e criador do Tarrafa Literária); Tadeu Breda (jornalista e coordenador da Editora Elefante); e Renata Nakano (diretora-geral do Clube de Leitura Quindim). Mais informações: https://www.festivalcriativar.com.br/

São Paulo, 17 de setembro de 2020 – Os algoritmos levaram à centralização do comércio de livros e têm comprometido os negócios de grandes redes livreiras. Entretanto, a autenticidade e criatividade de pequenas livrarias, sebos, editoras e novos modelos – como os clubes de assinatura – têm emergido como uma luz no fim do túnel. Esse será o mote do painel Resistentes (e inovadores), livreiros no mundo dos algoritmos e e-books, que integra a programação do 1º Festival Internacional Santista de Criatividade, Inovação e Sociedade. O bate-papo acontece em 26 de setembro, às 16h30, e terá a mediação será do jornalista Gustavo Klein; e participação de José Luiz Tahan (editor e criador do Tarrafa Literária); Tadeu Breda (jornalista e coordenador da Editora Elefante); e Renata Nakano (diretora-geral do Clube de Leitura Quindim). Mais informações: www.festivalcriativar.com.br/

O 1º Festival Internacional Santista de Criatividade, Inovação e Sociedade reunirá mais de 40 atividades gratuitas, divididas em quatro eixos temáticos. Especialistas nacionais e internacionais – como Brian Solis e Domenico De Mais –, debaterão, online, temas como economia criativa, inovação, construção de uma nova sociedade e novos paradigmas da economia local e mundial. Com transmissão em plataformas de streaming a partir de Santos, o CriAtivar apresentará as mentes criativas e disruptivas de empreendedores, executivos de empresas, artistas, criativos e pensadores de Santos, do Brasil e do mundo. Em destaque, os segmentos: audiovisual, música, design, arquitetura, games, empreendedorismo de impacto social, economia prateada e muito mais. A agenda completa está disponível no site  

O CriAtivar surge como uma convergência com a Santos Criativa – selo adotado pela cidade em 2015, quando passou a integrar a Rede de Cidades Criativas da Unesco, na categoria Cinema. Em 2020, a cidade realizaria, pela primeira vez na América Latina, o Encontro Anual da Rede de Cidades Criativas das Organizações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Diante da pandemia, que demandou o cancelamento de atividades presenciais, o festival se estabelece como alternativa qualificada e disruptiva, muito alinhada ao vanguardismo de Santos. O evento é organizado pela DCovas Projetos Culturais e Corporativos, LAB 4D e Zopp Criativa; a curadoria é do Atelier do Futuro e realização do Governo do Estado de São Paulo, via PROAC. 

Para Denise Covas, uma das organizadoras do evento, Santos sempre foi marcada pela vanguarda por ser aberta para o mundo. “A cidade sempre acolheu pessoas de diferentes nacionalidades, que buscavam oportunidades para empreender a própria vida e criar negócios. Ao longo da história, está no DNA de Santos ser disruptiva nos temas e nos costumes. O CriAtivar vai explorar exatamente essas possibilidades santistas. Olhando e integrando o mundo; reconhecendo as próprias potencialidades, queremos provocar reflexões, sobretudo, associadas à economia criativa e à inovação. Esse olhar para dentro e para fora é essencial para repensar novos caminhos para a sociedade”, afirma Denise.

De acordo com a executiva, a ênfase na economia criativa está baseada no potencial de negócios do setor.  O mapeamento Indústria Criativa no Brasil mostra que o PIB Criativo totalizou R$ 171,5 bilhões, em 2017, representando 2,61% de toda a riqueza produzida no território nacional e contando com mais de 800 mil trabalhadores formais no período. “Essa pesquisa da Firjan Senai comprova que estamos diante de um setor com grande potencial de contribuir com a economia e gerar empregos”, afirma. 

Danilo Tavares, fundador da Zopp Criativa, avalia que o Criativar será uma oportunidade de trocar experiências com iniciativas inovadoras e disruptivas – seja nas periferias ou nos centros econômicos nacionais e internacionais, nos festivais ou no cinema, nas startups ou nas usinas criativas ou nos empreendimentos solidários, na arquitetura ou no design. O slogan Expanda a sua visão de futuro é um convite para acreditar no poder da criatividade e do diálogo para a construção de novas possibilidades de relacionamentos de consumo, de trabalho e renda, de negócios e de mundo. Esse é o momento para sonharmos e desenharmos o futuro”, pontua.

O evento tem a cocuradoria de Mariana Nobre, gestora do Atelier do Futuro. Santista – especialista em novos cenários culturais, inovação em tendências –, ela lembra que é importante evidenciar o que fez Santos conquistar a escolha da Cidade Criativa para sediar o Encontro Anual da Rede de Cidades Criativas da Unesco. “A proposta da cidade tem como tema ‘Criatividade, caminho para a Igualdade’, com o objetivo de demonstrar o poder da criatividade e da cultura como fatores de desenvolvimento social, urbano e econômico sustentável para a redução das desigualdades no mundo. Esse é um tema de extrema importância para a reconstrução econômica da cidade em um cenário pós-pandemia; por isso, está em total consonância com a proposta do Criativar”, reforça.  

PARTICIPANTES

De 24 a 27 de setembro, o CriAtivar – que aposta na tendência da dispersão dos grandes centros urbanos, em decorrência do amadurecimento do trabalho remoto –  vai reunir nomes como Brian Solis (escritor, antropólogo digital e futurista classificado pela Forbes como uma das mentes de negócio mais criativas e brilhantes do nosso tempo); Domenico De Masi (sociólogo italiano formulador do conceito ócio criativo); Dario Costa (chef, vencedor do Mestres do Sabor), Ana Carla Fonseca (vencedora do Prêmio Jabuti, categoria Economia); Luiza Voll (Contente); Facundo Guerra; Helena Bertho (gerente de comunicação da Coca-cola); Ana Fontes (empreendedora social RME e IRME, delegada líder BR W20/G20, eleita uma das 20 mulheres poderosas pela Forbes BR 2019, Top Voices LinkedIn 2020); Glamour Garcia (atriz, interpretou Britney na novela A Dona do Pedaço); Watatakalu Yawalapiti (uma das grandes lideranças indígenas no Alto Xingu, protagonista do documentário "Gigantes pela própria natureza"); Luli Radfahrer (professor, Ph.D. em comunicação digital pela ECA-USP, pesquisador, designer e analista de tendências digitais); Heitor Dhalia (sócio da Paranoid e diretor de filmes como "O Cheiro do Ralo" e "Serra Pelada"), entre outros.

AGENDA

Evento: CriAtivar – 1º Festival Internacional Santista de Criatividade, Inovação e Sociedade

Data: de 24 a 27 de setembro

Transmissão: redes sociais do CriAtivar (@festivalcriativar)

Organização: DCovas Projetos Culturais e Corporativos, LAB 4D e Zopp Criativa  Cocuradoria: Atelier do Futuro

Realização: Governo do Estado de São Paulo | PROAC

www.festivalcriativar.com.br/

| 24 DE SETEMBRO

De uma economia criativa a uma cidade criativa: alternativas de desenvolvimento econômico. | 10 horas

- Entendendo os movimentos #beofficeless e #foracidadegrande: a diáspora                dos criativos. | 10 horas

- Usinas criativas para um mundo pós-covid. | 12 horas

- Micromobilidade e caminhabilidade para uma cidade criativa. | 12 horas

- Centro: um polo criativo. | 14h30

- Dinheiro para um novo mundo: moedas sociais e novas visões de crédito. | 14h30

- Arqueologia do futuro: Santos, historicamente criativa. | 16h30

- Economia prateada: a revolução da longevidade. | 16h30

- Desafios das mulheres no empreendedorismo. | 18h30

- Empreendendo na música. | 18h30

- Novos papéis dos influenciadores digitais. | 20h30

 

| 25 DE SETEMBRO

- Para além dos unicórnios: cases de startups santistas. | 10 horas

- Afrofuturismo: um lúcido paradigma para o futuro. | 12 horas

- Financiando projetos: match de investidores, matchfunding e leis de incentivo. | 12 horas

- Objetivos de Desenvolvimento Sustentável na Moda. | 14h30

- O movimento maker e a construção de novas realidades. | 14h30

- Agenda 2030: compromissos com o milênio, entendendo as ODS da ONU. |

16h30

- O futuro do trabalho e o trabalho do futuro. | 18h30

- Renda básica universal: equidade para o futuro. | 19h30

 

| 26 DE SETEMBRO

- Cidade criativa para além do empreendedorismo branco. | 10 horas

- Mercado da voz: você já pensou em usar a sua? | | 10 horas

- Empregabilidade e empreendedorismo trans. | 12 horas

- A era da curadoria. | 14h30

- O poder do brincar: da saúde mental à transformação social. | 14h30

- É possível ensinar criatividade? | 16h30

- Resistentes e Inovadores: os livreiros no mundo dos algoritmos e dos e-books. | | 16h30

- As reinações da gastronomia: como o que está no nosso prato revela o espírito do nosso tempo? | 18h30

- Design Fiction e Futures Thinkin | 20h30

 

| 27 DE SETEMBRO

- Laboratórios cívicos: a imaginação coletiva. | 10 horas

- A inovação está na natureza: olhares da agricultura urbana, da ecogastronomia e da biomimética. | 10 horas

- Ócio e tempo livre: de subversivos a revolucionários. | 12 horas

- Canabusiness: a revolução cannábica. |   12 horas

- Como transformar Santos em um polo do audiovisual? | 14h30

- Liberte o futuro: a desigualdade global é hostil para as futuras gerações. | 14h30

- Cinema nacional: rumos e resistências. | 16h30

- Desafios da equidade na produção cultural. | 16h30

- Audiovisual expandindo: realidade virtual e aumentada, animação; games e video mapping. | 18h30

- Festivais de Inovação e Criatividade: ajudando a fomentar futuros. | 20h30

 

SOBRE O FESTIVAL CRIATIVAR | Organizado pela DCovas Projetos Culturais e Corporativos, LAB 4D e Zopp Criativa – com curadoria do Atelier do Futuro e realização do Governo do Estado de São Paulo, via Programa de Ação Cultural (PROAC) –, o Festival Internacional Santista de Criatividade, Inovação e Sociedade foi pensado para colaborar com o ecossistema de Economia Criativa. O evento acontece em convergência com a Santos Criativa, selo adotado pela cidade. Em 2015, o município passou a integrar a Rede de Cidades Criativas da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), na categoria Cinema. De 24 a 27 de setembro, a partir da cidade e para o mundo, serão transmitidas mais de 40 atividades gratuitas como painéis, mostra de design e bate-papos. A programação on-line está alinhada a quatro eixos temáticos: Cidade Criativa; Tecnologia, Inovação, Negócios e Empreendedorismo; Futuro, Sustentabilidade, Impacto e Cidadania; e Criatividade, Cultura e Arte. 

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O Estúdio Molotov HQ e o Assalto ao útero, por Cida Simka e Sérgio Simka


Fale-nos sobre vocês.

Olá, nós somos o Estúdio Molotov HQ, um coletivo de quadrinhos de Santo André (SP) formado por dois andreenses, o roteirista Victor Zanellato, e o ilustrador Diogo Mendes. Nosso estúdio surgiu com o intuito de fomentar a produção andreense de quadrinhos, criando histórias com personagens que moram na região do ABC paulista e seus arredores. O nome do coletivo faz referência ao coquetel molotov, a arma química incendiária usada principalmente em protestos e conflitos urbanos. 

ENTREVISTA:

Fale-nos sobre a HQ. O que os motivou a publicá-la?

O nosso primeiro trabalho impresso pelo Molotov HQ se chama “Assalto ao útero”. A história narra a trajetória de Cristina, uma mulher grávida de 9 meses que trabalha como coletora de materiais recicláveis na divisa de São Paulo e Santo André. O título da história é bem revelador e acredito que vocês imaginam o que deve acontecer.
Assalto ao útero, como muitos outros títulos que virão pelo selo Molotov HQ, narra uma trajetória de luta e resistência. Infelizmente vivemos em uma sociedade onde muitas injustiças sociais acontecem diariamente, violências extremas que não são notadas, pois não espirram sangue, mas são tão agressivas quanto. E nosso coletivo tem como maior motivação trazer isso a discussão e reflexão.

Fale-nos sobre o trabalho de vocês.

Agora com o Assalto ao útero publicado estamos focados na venda dos exemplares e na produção das próximas histórias que estão por vir. “Pavilhão” e “Ringue” são dois outros títulos que estão em pré-produção no momento, e eles, assim como o “Assalto”, têm o mesmo objetivo de trazer histórias dos moradores do ABC paulista em uma perspectiva dramática, contando mais histórias de luta e resistência.
Como a vida é complexa e cheia de espectros diferentes, após esses títulos temos outras histórias mais “leves”, que abordam super-heróis, anti-heróis e grupos revolucionários. Histórias mais divertidas, com humor e aventuras, mas que não perdem o foco das discussões das questões sociais e de desigualdade.

O que têm lido ultimamente?

Eu (Victor) atualmente tenho acompanhado alguns mangás que ainda são produzidos no Japão, como “Attack on Titan”, “My hero academia”, “One punch-man” e “One Piece”. Também estou lendo contos dos romancistas H. P. Lovecraft e Henry James. 
Enquanto eu (Diogo) estou lendo “Akira” (Katsuhiro Otomo) e “Love Kills” (Danilo Beiruth), terminei recentemente “Na quebrada” (uma coletânea com diversos artistas sobre histórias periféricas) e “BlackSad” de Juan Díaz Canales e Juanjo Guarnido (quadrinho noir incrivelmente bom com furries, sim FURRIES). Além de quadrinhos estou lendo “Sintomas Mórbidos” da Sabrina Fernandes, que discute os rumos políticos da sociedade brasileira pós- manifestações de junho de 2013.

Nota: Furry ("peludo" em inglês) é um estilo relacionado a personagens animais ficcionais que apresentam características humanas.

Quem quiser conhecer mais sobre o trabalho de vocês, como poderá fazê-lo?

O Estúdio Molotov HQ tem um instagram, o @molotovhq, onde efetuamos a venda dos nossos quadrinhos, e postamos todas as novidades que estão por vir. Além do instagram também temos uma página no facebook: facebook.com/molotovhq.

Por que fazer quadrinhos?

Eu (Victor) gosto de refletir sobre isso. Além de ser quadrinista eu também sou educador. Eu acredito que os quadrinhos, assim como a literatura e outras formas de expressão artística, têm um grande potencial de transformação na sociedade. Histórias de qualidade formam leitores críticos que fazem reflexões sobre o mundo em que vivem. Eu faço quadrinho para propor exatamente isso, existe um mundo cruel, desigual e injusto, e nas artes podemos apontar essas coisas, e propor mudanças de pensamentos e de ações.  


CIDA SIMKA
É licenciada em Letras pelas Faculdades Integradas de Ribeirão Pires (FIRP). Autora, dentre outros, dos livros O enigma da velha casa (Editora Uirapuru, 2016), Prática de escrita: atividades para pensar e escrever (Wak Editora, 2019) e O enigma da biblioteca (Editora Verlidelas, 2020). Organizadora dos livros: Uma noite no castelo (Editora Selo Jovem, 2019), Contos para um mundo melhor (Editora Xeque-Matte, 2019), Aquela casa (Editora Verlidelas, 2020) e Um fantasma ronda o campus (Editora Verlidelas, 2020). Colunista da Revista Conexão Literatura.

SÉRGIO SIMKA
É professor universitário desde 1999. Autor de mais de seis dezenas de livros publicados nas áreas de gramática, literatura, produção textual, literatura infantil e infantojuvenil. Idealizou, com Cida Simka, a série Mistério, publicada pela Editora Uirapuru. Membro do Conselho Editorial da Editora Pumpkin e colunista da Revista Conexão Literatura. Seu mais novo livro se intitula Pedagogia do encantamento: por um ensino eficaz de escrita (Editora Mercado de Letras, 2020).
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quarta-feira, 16 de setembro de 2020

Quintal Edições promove live especial de lançamento do livro ilustrado "Amigas que se encontraram na história"


Neste sábado, dia 19 de setembro, às 17 horas, a editora mineira Quintal Edições realiza uma live especial para marcar o lançamento do livro ilustrado “Amigas que se encontraram na história”, de Angélica Kalil e Mariamma Fonseca. A live poderá ser acompanhada na fanpage da Quintal Edições no Facebook – https://www.facebook.com/quintaledicoes.

Participam deste encontro muito especial, as autoras Angélica Kalil e Mariamma Fonseca; a ilustradora Carol Rosseti, que fez o design e lettering do livro; a psicanalista, psicóloga e escritora Diana Corso, que escreveu o prefácio da publicação;a socióloga Giselle Christina, que atuou como consultora na produção do livro; Carol Magalhães, editora da Quintal Edições e a criadora de amigurumis, Bia Moraes. Durante a live será realizado o sorteio que foi anunciado na pré-venda da publicação, entre outras surpresas.

“Amigas que se encontraram na história” fala da amizade de grandes mulheres que que se destacaram na humanidade em diferentes tempos e mudaram o mundo, como Elisabeth I e Grace O’Malley, Frida Kahlo e Chavela Vargas, Nise da Silveira e Ivone Lara, Ella Fitzgerald e Marilyn Monroe, Emma Watson e Malala Yousafzai, entre outras. A proposta é inspirar leitoras e leitores de todas as idades e mostrar o poder de transformação da amizade entre mulheres.

A publicação dá visibilidade a essas histórias e mostra como as mulheres retratadas no livro conseguiram romper com o que a sociedade esperava delas. E destaca que, embora culturalmente tenhamos aprendido que a amizade entre mulheres é fútil, mal vista e que as mulheres se rivalizam, a verdade é que o resultado da união feminina é de uma potência enorme e foi capaz de coisas incríveis!

Ao revelar esse vínculo de afeto desconhecido pela maior parte do público e o legado que estas relações deixaram para o mundo, o livro joga luz na cumplicidade feminina, redimensionando a importância do apoio das mulheres umas às outras. Desta forma, também amplia o conceito de sororidade tão presente e importante para as meninas de hoje.

O livro

O livro ilustrado “Amigas que se encontraram na história” é todo colorido, com formato 17 x 21,5cm, capa em brochura, interior em offset 90gr e 180 páginas. A publicação pode ser adquirida por R$60,00 na loja on-line da Quintal Edições pelo link http://loja.quintaledicoes.com.br/.

O prefácio é de Diana Corso - psicanalista, psicóloga, colunista do jornal Zero Hora e da revista Vida Simples, e autora dos livros “Fadas no Divã: psicanálise nas histórias infantis” (2005), “Psicanálise na Terra do Nunca: ensaios sobre a fantasia” (2010) e “Adolescência em cartaz” (2017).

A pesquisa e o texto contaram com a consultoria da socióloga Giselle Christina, feminista negra interseccional, consultora em diversidade e inclusão e entusiasta em Data Science. São 18 personagens históricas, mulheres negras, indígenas, orientais, latinas, brancas e uma asiática de diferentes idades, países e épocas, entre elas uma cadeirante e uma surda.

As autoras

Mariamma Fonseca (Amma) nasceu em Eunápolis-BA e vive em Belo Horizonte-MG. É formada em Jornalismo, Artes Visuais e atualmente estuda Design Gráfico. Idealizou o site Lady’s Comics (2010) sobre Mulheres e Quadrinhos e coordena uma gibiteca (desde 2009) em sua cidade natal. É mãe da Iara, trabalha como ilustradora freelancer e nas horas vagas se dedica a estudar o livro para infância.

Angélica Kalil é roteirista e editora, trabalhou em produções da TV Cultura, Canal Futura, Sesc e Univesptv. Jornalista com pós-graduação em roteiro para cinema e televisão pela Universidade Autônoma de Barcelona. É mãe da Tarsila e diretora do canal no youtube “Você é feminista e não sabe”, onde faz entrevistas sobre o tema a partir de diferentes recortes.

“Amigas que se encontraram na história” é o mais novo trabalho de autoria das amigas Mariamma e Angélica. O primeiro foi livro “Você é feminista e não sabe”, com entrevistas ilustradas, lançado de forma independente por meio de financiamento coletivo em 2017.

Quintal Edições

A Quintal Edições nasceu com um objetivo: criar espaço para que as mulheres possam encontrar seu lugar como autoras. E não é sem motivo que nos dedicamos a esta proposta. Ainda que, nos últimos anos, as mulheres venham recebendo – de maneira ainda lenta, mas crescente – maior atenção dentro do mercado literário, o espaço da mulher escritora ainda é restrito, enquanto os homens continuam sendo maioria incontestável.

Publicar mulheres, dessa forma, faz parte da tomada de consciência de que a resistência e a luta têm que ser ativas. Criar espaço para as mulheres é dar lugar a suas vozes. Não estamos procurando ocupar um ambiente que já existe e que nos foi negado; estamos tentando formular um lugar que seja realmente nosso, buscando desenhar um espaço em que a nossa condição de mulher não tenha que se adaptar, porque ela simplesmente cabe.

A Quintal é uma editora que só publica mulheres e que também só trabalha com mulheres em todas as etapas de produção. Com um catálogo que se iniciou focado em literatura tem se destacado também com publicações de ensaios feministas e obras de estudos acadêmicos. NÓS ACREDITAMOS NA ESCRITA DAS MULHERES!

__________

Serviço
Live de lançamento do livro ilustrado “Amigas que se encontraram na história”
Data: 19 de setembro, às 17 horas
Local: fanpage da Quintal Edições no Facebook – https://www.facebook.com/quintaledicoes.
Presença das autoras, de convidadas e sorteio de brindes.
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Taxar livros: combate ao privilégio de um setor ou democratização do acesso à educação e cultura?

Lu Magalhães, presidente da Primavera Editorial
Por Lu Magalhães

Um projeto de reforma tributária do Governo Federal tem causado muita polêmica ao defender a cobrança de contribuição para o setor de livros; o cálculo é que a alíquota seja de 12% para esse novo imposto. Na prática, cai por terra a isenção de contribuição que o setor possui constitucionalmente. Contrárias à mudança, a Câmara Brasileira do Livro, o Sindicato Nacional dos Editores de Livros e a Associação Brasileira de Editores de Livros Escolares publicaram um manifesto, no qual o principal argumento é que essa cobrança aumentaria a desigualdade do acesso à cultura. Ou seja, representaria um retrocesso social e econômico. O argumento do ministro Paulo Guedes, defensor da medida, é que o livro é um produto de elite, logo, quem compra pode pagar um preço maior. Questionado sobre como não prejudicar ainda mais as pessoas em situação de vulnerabilidade econômica, sugeriu que o poder público compre livros para “dar aos pobres”.
Esse é um panorama muito raso sobre um problema muito sério. Claro que a indústria livreira gostaria que o faturamento permitisse que todos os impostos fossem pagos; que o setor não precisasse de incentivos para se manter vivo e competitivo. Entretanto, vivemos um contexto adverso no qual políticas públicas de incentivo são essenciais para a sobrevivência de um setor que foi especialmente atingido pelas crises econômicas recentes. Do outro lado, temos uma classe C que começou a consumir livros, justamente por uma série de medidas de incentivos. Não estamos falando de “dar livros”; o que está em questão é a oportunidade de escolha que o cidadão deve ter para comprar o próprio livro. Criar condições dignas para que seja um leitor pleno e exerça o seu direito de acesso à educação e cultura. Um país que taxa livros impede que o conhecimento circule entre os menos favorecidos economicamente. Essa é uma política excludente à luz da realidade brasileira.
Onde se taxa livros? Na França, Alemanha e Dinamarca, ou seja, países com solidez econômica. Um relatório produzido pela International Publishers Association aponta que os livros têm tributação zero na maioria dos países da América Latina; Argentina, Colômbia, Bolívia, Peru e Uruguai não tributam; a exceção é o Chile. No mundo, a alíquota zero é corrente entre regiões em desenvolvimento como Índia; é praticado, também, na África e Oriente Médio.
O recorte que faço é do impacto dessa medida em um momento em que começamos a fomentar novos leitores. A pesquisa Retratos da Leitura, edição 2020, mostra que para 22% dos leitores brasileiros o preço é uma determinante para a escolha e aquisição de obras; esse índice sobre para 28% entre os com renda de um a dois salários mínimos. Entre a classe A, somente 16% escolhem livros pelo preço. São dados que comprovam a tese de que o imposto vai atingir 27 milhões de consumidores de livros das classes C, D e E – não da alta renda, como defende o ministro. Acredito que esse seja um alerta importante para que a população não pense que o setor está brigando para manter privilégios negados a outras indústrias.
É importante destacar que tornar o livro acessível a todos os brasileiros – sobretudo os de menor renda – é uma questão de cidadania e uma estratégia para a construção de um Brasil melhor.
 
| Lu Magalhães é presidente da Primavera Editorial, sócia do PublishNews e do #coisadelivreiro. Graduada em Matemática pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), possui mestrado em Administração (MBA) pela Universidade de São Paulo (USP) e especialização em Desenvolvimento Organizacional pela Wharton School (Universidade da Pennsylvania, Estados Unidos). A executiva atua no mercado editorial nacional e internacional há mais de 20 anos.

SOBRE A EDITORA | A Primavera Editorial é uma editora que busca apresentar obras inteligentes, instigantes e acalentadoras para a mulher que busca emancipação social e poder sobre suas escolhas. www.primaveraeditorial.com
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O Abrigo de Kulê: uma busca incondicional pela liberdade

Ambientado nos anos 40, romance da escritora brasiliense, Juliana Valentim, aborda temas como amor e solidariedade, ultrapassando as barreiras do tempo

O trabalho escravo nas fazendas brasileiras na década de 40 é o tema central do lançamento O Abrigo de Kulê. A obra, da jornalista e escritora Juliana Valentim, narra a história de Gabriel, um caixeiro viajante contador de histórias, e Maria, uma jovem que ama os livros e sonha em conhecer o mundo. Juntos, eles traçam um caminho em busca da liberdade.
O livro coloca em discussão assuntos que atravessam décadas e permanecem vivos até os dias atuais. Fala de amor, coragem e sororidade, a solidariedade feminina que nasce em tempos desafiadores. A narrativa é construída de forma leve e cheia de fantasia, fazendo o leitor passear por paisagens e costumes do interior do Brasil.
Assim como os protagonistas da obra, no alto dos seus 20 anos, o enredo se revela ao público jovem com uma sucessão de acontecimentos marcantes que transitam pela paixão, decepção, saudade, liberdade, encanto e desencanto.
A capa é um trabalho da desenhista Elaine Lyra, com ilustração digital da Flávia Hashimoto. “Imaginei uma capa que abordasse essa busca pela liberdade de forma lúdica. Por isso, trouxemos o desenho da jovem aprisionada, mas com lindas asas coloridas. É uma imagem que diz muito”, afirma a autora.
Juliana Valentim é jornalista de formação e possui um sólido trabalho nas redes sociais. Em seu perfil literário “Palavras que Dançam”, escreve diariamente textos curtos e fragmentos poéticos. Autora de dois livros anteriores, de crônicas e poesias, ela agora se aventura nas páginas do seu primeiro romance.
“Gerenciar um perfil literário na internet me fez conhecer melhor o meu o leitor. O que eu mais gosto de fazer na vida é escrever um texto e ver como ele chega nas pessoas. Sou eu em cada palavra, viajando por casas e corações que jamais conheceria, não fosse pela poesia”, diz a escritora.
Despediram-se, então, com uma inquietação na alma. Sentiam vontade de viver demasiadamente, até o talo da vida. As peles queimavam feito uma febre faminta de tudo. Sentiam vontade de engolir o mundo.
(O Abrigo de Kulê, p. 20)
Na escrita fluida, Juliana Valentim convida a todos a embarcarem nessa narrativa que enaltece a juventude e mostra que a liberdade é um direito pelo qual se deve lutar, sempre!
FICHA TÉCNICA:
Título: 
O Abrigo de Kulê
Autora: Juliana Valentim
Editora: All Print
ISBN:  978-65-5822-005-3
Páginas: 204
Formato: 14 x 21 cm
Preço: R$ 32,00 
Links de pré-venda: https://amzn.to/2RtPUsn
Sinopse:  O ano é 1940. A cidade, uma dessas onde os velhos espiam pelas janelas com seus olhos cheios de memórias, onde as crianças brincam pelas ruas, com seus pés nus, e meninas sem luxo se enfeitam para ver a festa na praça. Maria, uma moça que ama os livros e sonha em ver o mundo, encontra Gabriel, um caixeiro-viajante vendedor de brinquedos. O que eles não sabiam, na beleza inocente da juventude, é que o destino tem seus caprichos. O que eles não sabiam, é que a liberdade é o bem mais precioso de quem vive. E é por ela que se luta, todos os dias! 

Sobre a autora:
Juliana Valentim é brasiliense de nascença, jornalista de formação e escritora porque a paixão pelas palavras é o que faz sua alma vibrar. Desde sempre! É autora de dois livros, de crônicas e poesias, e agora se aventura na narrativa do seu primeiro romance.
Gerencia um perfil de textos curtos nas redes sociais, @palavrasquedancam, e escreve também em seu site www.palavrasquedancam.com.br.
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