quinta-feira, 16 de agosto de 2018

A comovente história da mulher que transformou o futuro dos filhos

No lançamento Maria Clara - A conquista de um lugar ao sol, o autor Virgílio Pedro Rigonatti escreve sobre a sua mãe, uma história de garra e perseverança de um dos maiores exemplo de vida

No dia 23 de agosto, quinta-feira, o escritor paulistano e empresário Virgílio Pedro Rigonatti estará na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi para o lançamento do livro Maria Clara – A Conquista de Um Lugar ao Sol, publicado pela editora Lereprazer. Com narrativa em primeira pessoa, o escritor conta a história verídica da matriarca aos olhos dela e emociona o leitor com tanta garra e disposição de vencer na vida.

Continuação do livro Maria Clara – A filha do coronel, desta vez mostra toda a dedicação da mulher de espírito forte, insubmissa, independente e determinada a romper o casulo, que quer uma vida melhor para os seus oito filhos e não mede esforços para que eles sejam grandes em caráter e profissão.

Nascida em 13 de agosto de 1924, em uma sociedade desprovida de oportunidades, conservadora, machista, com uma comunicação de curta distancia, Maria Clara vivia em um mundo em que as mulheres eram submissas e criadas para cuidar da casa e filhos. Filha de uma mulher pobre, que caiu nas graças do Coronel Lucas de sua pequena cidade, com muita habilidade manual e criativa, aprendeu corte e costura, montou a própria oficina e atendeu as encomendas de roupas de boa parte do público feminino local.

O afinco de Maria Clara em transformar os filhos em empreendedores para que tivessem uma vida melhor permeou por várias atividades profissionais, como um grupo para apresentação em circo, Vircério e seus maninhos. Não o bastante, empregou os filhos como office-boy, depois em uma loja, na qual eles cresceram e desenvolveram as habilidades em negócios, até conquistar o lugar ao sol, que a mãe tanto buscava.

– É preciso honestidade, trabalho, estudo, relacionamento e perseverança para a conquista de um lugar ao sol.

Promessas, milagres, garra, luta, morte, escassez e muita perseverança são peças chaves para esta história que deixará os leitores presos na obra até o fim. Maria Clara – A conquista de um lugar ao sol é emocionante e verídico relato que mostra a resiliência de uma mulher que não tinha nada a oferecer aos seus filhos, mas lhes deu o mais importante, um exemplo de batalha.

Lançamento do livro Maria Clara – A Conquista de um Lugar ao Sol
Data: 23 de agosto (quinta-feira)
Horário: das 19h às 20h
Local: Livraria Cultura – Shopping Iguatemi
Endereço: Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2.232 – São Paulo/SP

Ficha Técnica:
Título: Maria Clara – A Conquista de um lugar ao Sol
Autor: Virgilio Pedro Rigonatti
Editora: Lereprazer
ISBN: 978-85-94183-02-6
Páginas: 272
Preço: 39,90

Sobre o autor: Nascido em 22 de março de 1948, no bairro de Vila Anastácio, na cidade de São Paulo, Virgilio Pedro Rigonatti começou a escrever aos 60 anos. Desde sempre o contador oral das riquíssimas histórias da família, descobriu um prazer imenso em escrever ao registrar em um blog a trajetória do clã. Após lançar seu primeiro livro, Maria Clara, a Filha do Coronel, pela Editora Gente, romance baseado na vida de sua mãe, decidiu fundar a sua própria editora, a Lereprazer, cujo título de estreia é Cravo Vermelho, uma história sobre 1968, o ano mais tenso da ditadura.
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Rap hour, por Márcio Almeida


É mais um dia de perda de sentido,
família, Deus, o mercado – tudo é prensa,
nessa mistura fast-food com bandido,
no corre atrás da vida que não pensa

se vale a pena a correria para nada,
em cada rua uma oferta de trouxinha,
a traficante se parece com a fada,
pra comer, a menor tira a calcinha.

Hora do rush faz o transe da babel,
em cada esquina um assalto de tocaia:
o caos urbano cheira crack e a xarel,
loura gelada, muito sexo e só gandaia.

A maioria se espreme no busão,
e não se livra da gangue à mão armada;
daqui a pouco preso mora em camburão,
a violência é só oferta com porrada.

Não há escolha nessa troca de mentira,
a pressa corre e dá de cara com o perigo,
ninguém sabe se o que mata é fome ou o tira,
se o que morre será mesmo o inimigo.

Vidro suspenso que lá vem o trombadinha,
na sequência bando troncho de pivetes,
e o táxi por sequestro sai da linha,
você decide: um balaço ou canivete.

Quem vai de carro curte sarro com o estresse,
e como pária foge do engarrafamento,
chuva miúda, óleo na pista, a curva em S,
a tevê mostra os presuntos do momento.

Hora de Ângelus quer dizer adrenalina,
o desafio é chegar inteiro em casa,
herói urbano com nervos de gasolina,
que a contramão dessa briga cria asas.

Aperte o cinto que a noite é de pega,
a fauna solta vem malhando o arrastão,
o bebum louco liga o farol que cega,
a avenida vira pista de avião.

Muita cantada de pneu nessa disputa,
o seu carona pode ser muito doidão,
desfilam drags, pitibichas, muita puta,
e o carro serve de motel e de caixão.

Vão do seu lado perueiros e a ambulância,
muita buzina é sinal de coisa preta,
enquanto reza, você pede segurança,
e logo adiante mói a Besta num Cometa.

O sinal fecha e passa um raio na retina,
o mauricinho quer mostrar que é potente,
o guarda apita, tudo bem com a propina,
e o menor pratica pra matar mais gente.

E viva a vida na vã veloz cidade,
onde escapar é o prêmio que alerta:
pisar mais fundo é sentir a liberdade
e o inferno tem a porta sempre aberta.


MÁRCIO ALMEIDA
nasceu em Oliveira, MG em 1947. É formado em Letras, com curso de mestrado, pós-graduado também em Ciências da Religião. Autor de diversas publicações de poesia, conto, literatura infanto-juvenil e teoria literária; detentor de dezenas de prêmios nacionais com o "Emílio Moura", "Cidade de Belo Horizonte"; Crítico colaborador, desde a década de 60, de vários jornais e revistas como o SLMG e a Germina; poeta visual com exposições em vários países da mostra intitulada "DidEYEtica - uma gramática do olho"; autor do "poemiseta", coleção de poemas serigrafados em camiseta, na década de 80; traduzido em espanhol, inglês, francês; tem livro-tese sobre o miniconto, no qual defende o pioneirismo do grupo de autores de Guaxupé. Almeida colaborou com a revista "Cronópios", editada pelo Pipol, onde publicou muitos artigos críticos, livros e registros culturais.
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Iracema Mendes Régis e o livro Forrobodó, por Sérgio Simka e Cida Simka

Iracema Mendes Régis - Foto divulgação
Fale-nos sobre você.

Nasci em Limoeiro do Norte-CE, vim para São Paulo em 1975 e estabeleci-me em Mauá, no grande abc paulista, onde resido até hoje. Aqui chegando, participo com êxito nos primeiros concursos de poesia e contos promovidos pela SMC de Mauá. Em contos, classifiquei-me entre os dez primeiros colocados e fomos publicados em antologia. Na poesia, ao declamar o meu poema, fui ovacionada pelos jovens integrantes do Colégio Brasileiro de Poetas, 1º grupo literário, de repercussão e vida longa, a surgir no grande abc paulista. Em seguida, cursando jornalismo no Instituto Metodista de Ensino Superior, de São Bernardo do Campo – SP, passo a escrever, em parceria com Aristides Theodoro (sócio fundador do CBP, do qual eu já fazia parte), para os jornais A Voz de Mauá, O Boêmio, de Matão – SP, Correio do Sul, Varginha – MG e Jornal da Manhã – SP.

ENTREVISTA:

Fale-nos sobre seus livros, principalmente o Forrobodó.

Conto hoje com 27 títulos publicados em prosa e poesia, que abrangem diversos segmentos literários. Na prosa: contos e crônicas, ensaios e resenhas, diário, biografia, literatura infantil e o inusitado ‘Esta valsa é nossa’, composto de prefácios, posfácios e orelhas por mim produzidos sobre livros de outros escritores. Na poesia: composições em versos brancos, sonetos e Literatura de Cordel. Por meio desses dois gêneros literários e sua abrangência, tenho merecido muitas premiações e publicações. Este Forrobodó (contos & crônicas), que acaba de sair pela Editora Pumpkin, apresenta desde estórias com enfoque na condição humana, até as crônicas de viagem, memória e de cunho político. A coletânea é prefaciada pelo catarinense Enéas Athanázio, um dos maiores escritores brasileiros da atualidade. A ilustração da primeira capa e do miolo é da artista plástica, Neli Maria Vieira, que também assina o texto na contracapa. As orelhas são do professor de Literatura e Língua portuguesa, Valmir do Carmo Meira (integrante do extinto CBP). Fechando com o posfácio de Aristides Theodoro, um dos mais antigos e profícuos escritores da região do grande abc paulista.

Como o leitor interessado deverá proceder para saber um pouco mais sobre você e seu trabalho?


Entrar em contato com a autora através do endereço eletrônico: iracemamendes2011@bol.com.br, no Face, pelo fone: (11) 4578-5076 e o WhatsApp 9 7239-9288. Também, ao adquirir suas obras, o leitor será informado quanto à trajetória da escritora, lendo os seguintes tópicos no final de cada livro: Dados biográficos e bibliográficos, Livros publicados, Premiações, Fortuna crítica e Obras inéditas.

Como analisa a questão da leitura no país?

Sabemos que a média de leitura do brasileiro está longe de ser a ideal, mas vem melhorando nos últimos tempos. Há algo que muito me anima: o fato de termos ótimos escritores produzindo literatura infantil de boa qualidade e a existência de eventos e projetos em instituições culturais e de ensino, buscando atrair a atenção das crianças, com incentivos para a leitura.

O que tem lido ultimamente?


Os mais recentes foram dois livros de integrantes do Núcleo de Escritores do Grande ABC, do qual sou parte: A cegueira da visão, de Keli Braz Loro e Os olhos da fera, de Edmir Camargo. Pelo fato de escrever sobre a literatura produzida no grande abc paulista, tenho relido obras sobre o tema, a exemplo de Manifestações Literárias em Mauá – Colégio Brasileiro de Poetas, seus fundadores, associados e outros escritores da cidade, de Aristides Theodoro; “de Maria a José”, uma antologia de Histórias de Pessoas comuns, que fizeram São Caetano do Sul – SP ser hoje o que é. E iniciei a leitura de uma série de quatro volumes publicada pelo Núcleo de História e Memória, da SMC de Mauá.

Você faz parte do Núcleo de Escritores do Grande ABC. Fale-nos sobre sua atuação.


Faço questão de frisar que sempre integrei associações literárias. A primeira foi o Colégio Brasileiro de Poetas, em Mauá, que permaneceu por quase duas décadas (de 1960 a 1980). Em seguida, participei do Alpharrabio, em Santo André, depois, fundamos o Taba de Corumbê, em Mauá. Por fim, durante muito tempo integrei o Quatro Dedos de Prosa, em Santo André. Hoje, participo da Academia Popular de Letras de São Caetano do Sul – SP, em eventos culturais, que incluem lançamento de livros, palestras, oficinas etc. e atuo de forma presente e contínua junto ao Núcleo de Escritores do Grande ABC (paulista). A minha atuação no Núcleo, como em todos os outros grupos por que passei, é de seriedade, entendendo que se trata de um coletivo e cada um tem que fazer a sua parte, para crescimento do todo, mesmo porque se faz necessário exercer a prática do é dando que se recebe – a velha troca.

Quais seus próximos projetos?


É a publicação de mais duas coletâneas e um livro, para mim, inusitado: a primeira, que está montada, intitula-se ‘Meus mais belos cordéis’, para concorrer ao FAFC – Fundo de Assistência e Fomento à Cultura, de Mauá, do qual esperamos o Edital nesse segundo semestre. Os outros dois projetos têm conexão com o Núcleo: já reuni num só bloco todos os contos que produzi a partir de temas sugeridos pelo grupo na linha do terror, do suspense, do sobrenatural, lendas e mitos do nosso folclore e o conto hot. Somados a outros escritos anteriormente, mas que se encaixam pelo exótico. Intitulada A moça que gostava de cemitério (e outros contos). Motivada pelos textos autobiográficos por mim produzidos, conforme exercícios propostos na recente Oficina de Escrita Criativa ministrada pelo professor e escritor Sérgio Simka (que é, com Cida Simka, coordenador do Núcleo), vou transformar uma série de originais e criar outros nesse estilo, para finalmente realizar um sonho acalentado, que é publicar minha autobiografia, de modo não convencional, sob o título de Memórias do Sertão.

*Sérgio Simka é professor universitário desde 1999. Autor de cinco dezenas de livros publicados nas áreas de gramática, literatura, produção textual, literatura infantil e infantojuvenil. Idealizou, com Cida Simka, a coleção Mistério, publicada pela Editora Uirapuru. Membro do Conselho Editorial da Editora Pumpkin.

Cida Simka é licenciada em Letras pelas Faculdades Integradas de Ribeirão Pires (FIRP). Coautora do livro Ética como substantivo concreto (Wak, 2014) e autora dos livros O acordo ortográfico da língua portuguesa na prática (Wak, 2016), O enigma da velha casa (Uirapuru, 2016) e “Nóis sabe português” (Wak, 2017).
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quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Já estão abertas as inscrições para a 3ª edição do Prêmio Kindle de Literatura


Sonia Rodrigues se une a Antonio Carlos Secchin para compor painel de jurados
 
A Amazon.com.br e a Nova Fronteira abrem nesta quarta-feira, 15 de agosto, as inscrições para a 3ª edição do Prêmio Kindle de Literatura. O prêmio, que já atraiu mais de 3.500 livros inscritos nas duas primeiras edições, todos publicados pela ferramenta de autopublicação da Amazon, Kindle Direct Publishing (KDP), reconhecerá mais uma vez o trabalho de autores independentes no país. O vencedor receberá um prêmio em dinheiro de R$30.000,00 e terá um contrato de edição para a versão impressa do livro com a Nova Fronteira.

Para participar do Prêmio Kindle de Literatura, autores independentes residentes no Brasil podem enviar suas obras para o KDP da Amazon (http://kdp.amazon.com.br) a partir de hoje, até 15 de outubro de 2018. Os autores devem colocar o termo #PremioKindle no campo de palavras-chave durante o processo de publicação e registrar os livros sob a categoria Ficção. Os títulos enviados precisam ser romances originais em português, não publicados anteriormente, exclusivos para o Kindle durante o período da premiação com a inscrição dos mesmos no KDP Select. Os termos e condições do Prêmio Kindle de Literatura podem ser acessados em amazon.com.br/premiokindle.

Sonia Rodrigues, jornalista, escritora e doutora em Literatura, se une a Antonio Carlos Secchin na composição do painel de jurados. “Secchin e Sonia Rodrigues estão entre os maiores nomes da literatura brasileira atualmente”, diz Talita Taliberti, gerente para KDP da Amazon.com.br. “É um privilégio ter autores consagrados dando continuidade ao trabalho dos nossos jurados anteriores, nos ajudando a descobrir novos talentos na escrita de ficção em um ambiente tão aberto, diverso e democrático como o da nossa ferramenta”.

Janaína Senna, editora de Literatura Nacional da Nova Fronteira, ressalta a importância do perfil do painel. “A Sonia Rodrigues é uma autora premiada, com uma carreira de enorme sucesso. Tê-la conosco ajudará a consolidar uma visão feminina em nosso corpo de jurados, o que é absolutamente relevante e necessário no cenário atual”, diz Janaína.

Os títulos vencedores das duas edições anteriores do prêmio foram Machamba, de Gisele Mirabai, lançado em versão impressa pela Nova Fronteira em julho de 2017, e O Memorial do Desterro, de Mauro Maciel, em fase final de edição, com lançamento previsto para este semestre.

O KDP é uma forma simples e gratuita de escritores e editoras publicarem seus livros e disponibilizarem para venda a leitores ao redor do mundo. Com a autopublicação pelo KDP, os autores têm total controle do processo, do design da capa até a definição do preço e podem receber até 70% de royalties. Todos os romances inscritos no prêmio serão disponibilizados na Loja Kindle, além de estarem disponíveis para assinantes do Kindle Unlimited. Os eBooks Kindle podem ser adquiridos e lidos com o aplicativo gratuito Kindle para computadores, tablets e smartphones Android ou iOS, além de e-readers Kindle.
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Uma escolha é capaz de mudar tudo!

Ficção científica nacional, Oráculo de Cristal, do estudante de Biologia Rodrigo Scaglioni Galves, aborda o conceito de realidades paralelas em meio a uma trama repleta de mistérios e aventura

A ideia de realidades e universos paralelos é frequentemente utilizada em enredos de ficção científica, como o retratado no aclamado filme Interestelar. No entanto, o conceito não é uma invenção cinematográfica ou literária. Considerada uma possibilidade científica, a Teoria do Multiverso é uma tese complexa que defende a existência de um número infinito de universos paralelos.

Explorando o tema, que protagoniza vigorosos debates entre os físicos, na obra escrita pelo estudante paulista de Biologia, Rodrigo Galves, uma máquina é capaz de desvendar todos os possíveis futuros, criados a partir de cada escolha tomada.

No livro Oráculo de Cristal, publicado pela Editora Novo Século, o leitor é apresentado a um mundo futurístico, onde os carros voam e cidades flutuantes são construídas sobre oceanos, governado por um grupo chamado King&Queen.

Após uma epifania, o cientista de segunda Morgan Dirac tem a ideia de construir uma máquina capaz de revelar realidades paralelas e saber quais escolhas foram tomadas, para então culminar em cada uma delas. Batizada de Oráculo de Cristal, Morgan usará sua invenção com o intuito de conseguir o que tanto almeja: desbancar o King&Queen para que ele mesmo possa dominar o mundo.

“Dentro da Oráculo de Cristal o cientista estava prestes a realizar o seu sonho. Colocou um capacete ligado à esfera na cabeça e virou uma alavanca para cima.” p. 32

Com a ajuda de Sonya Barthes, uma antiga colega de escola e seu grande amor, o Dr. Dirac consegue construir a máquina. Porém, após trabalharem incansavelmente por um ano, o projeto acaba falhando.

Três anos depois do fracasso, Morgan é procurado por Frederick Klein, o representante de uma organização misteriosa que alega ter construído corretamente o Oráculo de Cristal. No entanto, apesar de finalizada, Dirac é o único que consegue utilizar a máquina.

Agora, com sua grande criação funcionando perfeitamente, enquanto Morgan busca controlar as pessoas ao seu redor para, finalmente, dominar o mundo, essa organização secreta passa a manipulá-lo para atingir os seus próprios interesses obscuros.

Com personagens cativantes e um enredo inteligente, Oráculo de Cristal traz uma trama carregada de suspense e aventura, além de um final surpreendente. A obra ainda convida o leitor a refletir sobre escolhas e prioridades, evidenciando a imprevisibilidade do futuro. Afinal, uma escolha é capaz de mudar tudo!

Ficha Técnica:
Autor: Rodrigo Galves
Ficção científica
ISBN: 978-85-428-1265-7
Formato: 14 x 21 cm
Páginas: 256
Preço: R$ 39,90

Sobre o autor: Rodrigo Scaglioni Galves, nascido em 1996, é um estudante de Biologia que desde criança cria mundos em sua cabeça e agora quer realizar o sonho de compartilhar essa criação.
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Prêmio Jabuti - Descubra qual foi o romance premiado no ano em que você nasceu

PREMIAÇÃO É REALIZADA DESDE 1959. EM 2018, OS VENCEDORES SERÃO CONHECIDOS EM 8 DE NOVEMBRO

Que romance foi premiado com o Jabuti no ano em que você nasceu?

Criado em 1958, o Prêmio Jabuti é considerado hoje o mais relevante prêmio literário do País. A sua primeira edição, realizada no auditório da antiga sede da Câmara Brasileira do Livro -, premiou na categoria Romance ninguém mais, ninguém menos do que Jorge Amado, por seu livro “Gabriela Cravo e Canela”. Estava claro que o Jabuti havia chegado para ficar e brilhar.

Ao longo dos anos, romancistas de diversas partes do Brasil participaram da premiação - alguns dos quais agraciados com o Jabuti mais de uma vez, como o amazonense Milton Hatoum, premiado três vezes, em 1990, 2001 e 2006; o mineiro Carlos Nascimento Silva, duas vezes - em 1999 e 2007; a paulista Maria de Lourdes Teixeira, também duas vezes, em 1961 e 1970, entre outros.

Em 1991, ano de nascimento do escritor carioca Geovani Martins, o romance premiado com o Jabuti foi “Joias de Família”, de Zulmira Ribeiro Tavares. Em 1997, quando a ativista paquistanesa, laureada com o Nobel da Paz, Malala Yousafzai nasceu, o vencedor da categoria Romance do Jabuti foi para “A Céu Aberto”, de João Gilberto Noll.

Quer saber qual o romance premiado quando você nasceu? Confira a lista abaixo:

Vencedores Prêmio Jabuti - Categoria Romance
1959
Gabriela, Cravo e Canela
Jorge Amado
1960
O Trapicheiro
Marques Rebelo
1961
Rua Augusta
Maria de Lourdes Teixeira
1962
Porto Calendário
Osório Alves de Castro
1963
A Mudança
Marques Rabelo
1964
Grotão do Café Amarelo
Francisco Marins
1965
O Coronel e o Lobisomem
José Candido de Carvalho
1966
O Senhor Embaixador
Érico Veríssimo
1967
Confissões do Frei Abóbora
José Mauro de Vasconcelos
1968
O Tronco
Bernardes Elis
1969
Noites do Relâmpago
Ibiapaba Martins
1970
Pátio das Donzelas
Maria de Lourdes Teixeira
1971
O Sexo Começa às Sete
Lenita Miranda de Figueiredo
1972
A Girafa de Vidro
Luis Martins
1973
Clube de Campo
Rubens Teixeira Scavone
1974
As Meninas
Lygia Fagundes Teles
1975
As Velhas
Adonias Filho
1976
A Festa
Ivan Ângelo
1977
O Fruto do Vosso Ventre
Herberto Sales
1978
A Hora da Estrela
Clarice Lispector
1979
Partidas Dobradas
Mário Donato
1980
O Grande Mentecapto
Fernando Sabino
1981
Endiabrado
Dyonelio Machado
1982
Em Liberdade
Sylviano Santiago
1983
Aquele Mundo de Vasabarros
José J. Veiga
1984
A Grande Arte
Rubem Fonseca
1985
Viva o Povo Brasileiro
João Ubaldo Ribeiro
1986
A Idade da Paixão
Rubem Mauro Machado
1987
Luisa
Maria Adelaide Amaral
1988
Dinheiro na Estrada
Emil Farhat
1989
A Saga do Cavalo Indomado
Maria Alice Barroso
1990
Relato de um Certo Oriente
Milton Hatoum
1991
Jóias de Família
Zulmira Ribeiro Tavares
1992
Estorvo
Chico Buarque de Holanda
1993
Memorial de Maria Moura
Rachel de Queiroz
1994
Aqueles Cães Malditos de Arquelau
Isaias Pessoti
1995
A Descoberta das Américas pelos Turcos
Jorge Amado
1996
O Mistério do Leão Rampante
Rodrigo Lacerda
1997
A Céu Aberto
João Gilberto Noll
1998
A Casa do Poeta Trágico
Carlos Heitor Cony
1999
Cabra-Cega
Carlos Nascimento Silva
2000
A Mulher que escreveu a Bíblia
Moacyr Scliar
2001
Dois Irmãos
Milton Hatoum
2002
Barco a Seco
Rubens Figueiredo
2003
Dias e Dias
Ana Miranda
2004
Mongólia
Bernardo de Carvalho
2005
Vozes do Deserto
Nélida Piñon
2006
Cinzas do Norte
Milton Hatoum
2007
Desengano
Carlos Nascimento Silva
2008
O Filho Eterno
Cristovão Tezza
2009
Manual da Paixão Solitária
Moacyr Scliar
2010
Se eu fechar os olhos agora
Edney Silvestre
2011
Ribamar
José Castello
2012
Nihonjin
Oscar Nakasato
2013
O Mendigo que Sabia de Cor os Adágios de Erasmo de Rotterdam
Evando Affonso Ferreira
2014
Reprodução
Bernardo Carvalho
2015
Quarenta Dias
Maria Valéria Rezende
2016
A Resistência
Julián Fuks
2017
Machado
Silviano Santiago
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terça-feira, 14 de agosto de 2018

Aquele por quê? Tem explicação!

Do potencial de desenhos animados à inteligência artificial animal, "Tudo tem uma explicação", novo lançamento da Editora Planeta, consegue responder dúvidas triviais e elucidar novidades que mudarão o rumo de todos nós

Com um número maior de seguidores em seu canal de Youtube, do que moradores em sua cidade natal, o professor e escritor Kennedy Ramos lança Tudo Tem Uma Explicação, publicado pelo selo Outro Planeta, da Editora Planeta. Com muitas respostas para perguntas que provavelmente as pessoas sempre quiseram saber e outras tantas que os farão mais curiosos ainda.

A vida começa com a curiosidade e é ela que gera a vontade. Se não há motivação não há ação, assim é a vida desde os nossos primórdios.

“Por quê?” é provavelmente a pergunta que direciona nossa infância enquanto descobrimos o que está ao nosso redor. Todos os dias fazemos perguntas funcionais ou não. Para o autor da obra, todas as pessoas pensam cientificamente quando observam, estudam ou refletem sobre algo.

Nessa divertida e elucidativa narrativa, o leitor poderá encontrar muitas explicações biológicas para questões como, fidelidade e relações homoafetivas entre animais ou quem sabe dados de pesquisas que provam que homens são na verdade mais fofoqueiros do que as mulheres. Não só isso, o leitor também encontrará assuntos mais tecnológicos, como o uso de Inteligência Artificial baseada na fauna. A empresa alemã Festo investe em robôs inspirados na anatomia das formigas com o propósito de aprender e replicar o que o universo nos ensina diariamente e nem sempre absorvemos.

“Os algoritmos desses robôs são capazes de traduzir o comportamento cooperativo das formigas na tecnologia. Isto é, esses robôs são capazes de realizar individualmente suas tarefas, sem jamais perder o foco do coletivo, e, assim, agem em conjunto, comunicam-se, coordenam as atividades para que tudo isso ocorra da melhor forma possível. Os cientistas da Festa dão a esses robôs o titulo de “fábrica do futuro”, pois harmonizam suas atividades individuais com o trabalho em equipe”.

Os amantes de ficção científica, desenhos animados e contos de fadas terão muitas referências para reconhecer e desvendar muitas curiosidades. “Tudo tem uma explicação” é didático e revela exatamente aquilo ao que se propõe: os mistérios da vida. Uma leitura com motivação e compreensão do que já faz parte de nós; a biologia.

Ficha Técnica:
Não ficção
ISBN: 978-85-422-1366-9
Formato: 16 x 23 cm
Páginas: 208
Preço: R$ 39,90

Sobre o autor: Kennedy Ramos é natural do interior do Pará, formado em biologia o professor deixou as salas de aula, após 11 anos para dedicar-se à internet. Seu principal objetivo em sua plataforma BioExplica e seu canal de Youtube é ajudar os alunos a alcançar o sonho da vaga na universidade.
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Protagonismo social, uma revolução silenciosa, de Fernando Moraes

Fernando Moraes contextualiza, na obra O que te move, a importância do protagonismo social e por que a sociedade atual precisa de mais pessoas que o façam

O que te move a seguir em frente? O que motiva a todos a lutar pelas coisas importantes da vida?

O humanista, ativista social e professor universitário Fernando Moraes defende que o mais importante é ter um propósito na vida, e a incessante busca por ser diferente e fazer algo que realmente seja relevante para o mundo.

Ser um protagonista não significa apenas estar em evidência, mas sim exercer seu poder nas coisas simples do cotidiano, se tornando parte de um contexto social e agindo a favor da humanidade.

O livro inspiracional de Fernando Moraes, leva quem lê a pensar profundamente sobre suas ações, assim como traz a reflexão de que o bem deve ser feito de forma sincera e com um objetivo genuíno, não apenas por status ou um prêmio de filantropia. O bem deve ser feito em favor do todo.

O autor também mostra que é importante não ficar preso à uma zona de conforto, é importante se movimentar, trabalhar em prol de algo, uma causa, um propósito, etc. Por exemplo, você conseguiria renunciar as facilidades da vida por alguém que precisa da sua ajuda?

Em O que te move, Fernando Moraes convida o leitor a se mover em busca de novos desafios, a ter atitudes que inspiram transformações e, o mais importante, que dê certeza de que podemos fazer e refazer novos caminhos em busca da felicidade.

“O protagonismo social não é uma ação individual, ele depende de como um grupo se organiza e interage entre seus membros e com os outros. Protagonizar ações em benefício do bem-estar social tem na sua essência o fazer parte. Não é ser um mero espectador que troca de canal quando o assunto não lhe convém, mas sim sentir-se responsável por seu espaço social e por tudo que nele habita.” (O que te move, Fernando Moraes, página 13)
   
Ficha Técnica
Autor: Fernando Moraes
Título: O que te move
ISBN: 978-8581637587
Editora: Novo Século
Páginas: 160
Preço: R$ 34,90   

SOBRE O AUTOR  Fernando Moraes é Filósofo Social e humanista, inquieto e curioso. Cursou Ciências Sociais, Filosofia, Teologia e Direito. É especialista em Elaboração e Gerenciamento de Projetos Sociais e professor universitário. Já realizou muitos trabalhos no campo missionário em comunidades pobres. Foi Consultor Social da OIKOS Portugal – Cooperação e Desenvolvimento em Angola (Luanda e Huíla), no Projecto Jango, em 2007 e 2008; foi consultor da Adra (Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais) na Bahia e na Amazônia, para projetos sociais e de formação de lideranças no Sertão. Foi ainda Secretário Municipal de Desenvolvimento Social e também Secretário da Educação da cidade de Hortolândia (SP). Fernando Moraes é palestrante nos temas cidadania ativa, protagonismo social e comunitário, responsabilidade pessoal, civil e social, desenvolvimento como conceito de totalidade e pertencimento social.
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segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Resenha: O Diário de Anne Frank

Olá leitores!
Sempre me interessei muito por livros nos quais o contexto histórico, tivesse como pano de fundo o período da 2.ª Guerra Mundial. E destas obras, uma que li ainda muito jovem e me emocionei bastante, foi O Diário de Anne Frank.

O livro conta a história da garota judia Anne Frank que em 12 de junho de 1942, ganha de presente de aniversário um diário e passa a relatar sua rotina, seus sentimentos e pensamentos. Entretanto, este período comum na vida da jovem é brutalmente alterado pela guerra e suas leis antissemitas contra os judeus, os quais começaram a sofrer várias proibições que não lhes permitiam entre outras coisas: andar de carro e de transporte público; sair às ruas depois das oito da noite; ficar no quintal ou na varanda de suas casas; frequentar lugares de lazer, visitar os que eram cristãos, etc.

Com estes impedimentos, Otto Frank, pai de Anne, preocupado com o rumo que a situação poderia alcançar, decide levar a família para viver em um esconderijo localizado em um anexo secreto de seu escritório. Então, em 9 de julho de 1942, Anne sua mãe Editt e sua irmã Margot abandonam o lar e vão para o esconderijo. Durante o período em que viveram reclusos, a família foi auxiliada por alguns amigos que eram funcionários do escritório:

"Papai não tinha muita gente trabalhando no escritório, só o Sr. Kugler, o Sr. Kleiman, Miep e uma datilografa de 23 anos que se chamava Bep Voskuijl, e todos estavam informados de nossa ida." (trecho do diário)


A difícil adaptação a uma vida de limitações, o complicado convívio em meio a um clima constantemente tenso, as transformações sofridas por cada um e a angústia dos dias que se passavam cobertos de medo, uma vez que a cada barulho diferente todos temiam serem encontrados pelos nazistas e mortos a tiros, são temas recorrentes nas páginas do diário.

Em 13 de julho de 1942, mais moradores chegam ao esconderijo: o Sr. Hermann van Daan (nome verdadeiro Hermann van Pels), Petronella van Dan (Auguste van Pels) e Peter van Dan (Peter van Pels). E no dia 17 de novembro de 1942, o anexo recebe seu último morador: o dentista Albert Dussel (que, na verdade se chamava Fritz Pfeffer).

Em várias passagens do diário é possível notar que Anne Frank tem uma personalidade forte e difícil, repleta de crises temperamentais e existenciais comuns a qualquer adolescente de dua idade. Todavia aos poucos ela alcança um grande amadurecimento e pautada em uma fé que não cessa, sempre constrói perspectivas para o futuro fora do esconderijo.

"Para mim, é praticamente impossível construir a vida sobre um alicerce de caos, sofrimento e morte. Vejo o mundo se transformado aos poucos em numa selva, ouço o trovão que se aproxima e que, um dia, irá nos destruir também, sinto o sofrimento de milhões. E, mesmo assim, quando olho para o céu, sito de algum modo que tudo mudará para melhor, que a crueldade também terminará, que a paz e a tranquilidade voltarão. Enquanto isso, devo me agarrar aos meus ideais. Talvez chegue o dia em possa realizá-los!" (trecho do diário)

Entretanto, suas expectativas não se concretizam, pois, infelizmente os nazistas descobrem o anexo secreto e todos seus moradores são levados para uma prisão holandesa e posteriormente para o campo Westerbork de triagem de judeus, até serem transferidos para Auschwitz. Anne Frank morreu de tifo, durante o inverno de 1945 aos quinze anos, no campo de concentração de Bergen-Belsen, local para onde fora enviada com sua irmã Margot. 

O Diário de Anne Frank é um fiel, verídico e emocionante relato de um dos períodos mais tristes, vergonhosos, cruéis e degradantes da história da humanidade, através do olhar e das sinceras palavras permeadas de emoção de uma jovem que teve sua vida interrompida bruscamente em consequência das atitudes e ideias insanas e bárbaras de Adolf Hitler.

O vídeo a seguir, é uma representação de como era o anexo secreto:


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