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sábado, 21 de maio de 2022

Homem-aranha e Destrutor contra o Monolito Vivo

 



No final da década de 70, Chris Claremont e John Byrne fizeram história na revista Marvel Team-Up, que apresentava encontros de personagens Marvel. Toda a sintonia que se tornaria célebre nos X-men já aparecia ali. Mas em 1978, o sucesso da revista dos mutantes (que transformou a revista de bimestral para mensal) fez com que Byrne abandonasse a Marvel Team-Up. Sua última colaboração foi no número 69, com roteiro de Claremont.

Na história, o Faraó Vivo sequestra Destrutor, o irmão de Cíclope, com o objetivo de sugar sua energia e assim se tornar extremamente poderoso. Claro que Claremont tinha que encontrar uma maneira de colocar o Homem-aranha na história, então os lacaios do Faraó vão roubar um amuleto místico numa sala da universidade onde Peter Parker estuda, o que faz com que o amigão da vizinhança vá atrás dos ladrões e se veja envolvido com a trama principal.

Aí temos o primeiro problema da história. Há toda uma sequência em que o Aranha salva o Destrutor, apenas para que depois ele seja preso novamente. Como a sequência inteira não ajuda a narrativa a caminhar, dá a impressão de que seu único objetivo é esticar o número de páginas. A história poderia ser muito mais sintética se já pulasse para dentro da embaixada do Egito. Lá, o aracnídeo inadvertidamente transforma o Faraó no Monolito Vivo (por sinal, um dos vilões mais perigosos da Marvel a partir dessa história). Outro ponto falho é Lorna, a namorada do Destrutor, atacada junto com ele e que desaparece da história a partir de certo ponto.

Mas era uma época em que HQs Marvel tinha uma narrativa fluída, algo ainda mais destacado pelo traço simples e elegante de John Byrne, o que tira a atenção dos problemas.

Uma curiosidade dessa história é que a arte-final ficou por conta do filipino Tony de Zuniga e do sul-americano Ricardo Villamonte, que dão ao traço de Byrne um estilo completamente diferente do que estamos acostumados a ver.

No Brasil essa história foi publicada em Superaventuras Marvel 61.

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Museu da Língua Portuguesa convida famílias a construir um bordado coletivo e a mergulhar na obra de José Saramago

 
Ciete Silvério Instalação O Conto da Ilha Desconhecida

Atividades do Estação Famílias, do Núcleo Educativo, acontecem neste domingo, dia 22, no Saguão B, gratuitamente

Museu da Língua Portuguesa, instituição do Governo do Estado de São Paulo, promove duas atividades voltadas para toda a família no Saguão B neste domingo, dia 22 de maio. Com entrada gratuita, as ações fazem parte do projeto Estação Famílias, do Núcleo Educativo.  

Em uma delas, as famílias e quem mais quiser participar serão convidados a construir uma arpillera coletiva, um bordado feito com retalhos de tecidos. Fazer uma arpillera, no contexto latino-americano, é contar histórias, construir memórias e também uma forma de resistência, pois a técnica ficou conhecida mundialmente por ter sido usada por mulheres chilenas para denunciar a violência e a crueldade da ditadura de Augusto Pinochet. 

No mesmo local, é possível ainda visitar a Instalação O Conto da Ilha Desconhecida,  uma barca inflável de sete metros, com uma série de bonecos feitos nos mais diferentes materiais, na qual o público pode entrar e, claro, fotografar. A obra, livremente inspirada na história do livro O Conto da Ilha Desconhecida, de José Saramago, é uma criação da companha Pia Fraus e ficará em cartaz até 24 de julho. Por lá, o Educativo, neste mês de maio, promoverá a leitura de livros infantis do autor, o único em língua portuguesa a ganhar o Nobel de Literatura. 

SERVIÇO  
Estação Famílias 
Construção de arpilleras coletivas 
Dia 22 de maio (domingo), das 10h30 às 12h30 
No Saguão B 
Grátis 

Instalação O Conto da Ilha Desconhecida 
Até 24 de julho 
De terça a domingo, das 9h às 18h 
No Saguão B 
Grátis 

Museu da Língua Portuguesa  
Praça da Luz s/n - Luz - São Paulo  
De terça a domingo, das 9h às 16h30 (permanência até as 18h)  
R$ 20 (inteira), R$ 10 (meia)  
Grátis aos sábados  
Grátis para crianças até 7 anos  
Ingressos na bilheteria e pela internet: https://bileto.sympla.com.br/event/68203  

SOBRE O MUSEU DA LÍNGUA PORTUGUESA  
Localizado na Estação da Luz, o MLP tem como tema o patrimônio imaterial que é a língua portuguesa e faz uso da tecnologia e de suportes interativos para construir e apresentar seu acervo. O público é convidado para uma viagem sensorial e subjetiva, apresentando a língua como uma manifestação cultural viva, rica, diversa e em constante construção.  

O Museu da Língua Portuguesa é uma realização do Governo Federal e do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, concebido e realizado em parceria com a Fundação Roberto Marinho. O IDBrasil é a Organização Social de Cultura responsável pela sua gestão.  

PATROCÍNIOS E PARCERIAS  
A reconstrução do Museu tem patrocínio máster da EDP e patrocínio do Grupo Globo, Itaú Unibanco e Sabesp – todos por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. O apoio é da Fundação Calouste Gulbenkian.  

A Temporada 2022 conta com patrocínio do Grupo Volvo, do Instituto Cultural Vale e do Itaú Unibanco, apoio da Booking.com e do Grupo Ultra e das empresas parceiras Cabot, Marsh McLennan, escritório Mattos Filho, Verde Asset Management, Faber-Castell e Bain&Company. Rádio CBN, Revista Piauí, Guia da Semana, Dinamize e JCDecaux são seus parceiros de mídia. A Temporada é realizada pelo Ministério do Turismo, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.  

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sexta-feira, 20 de maio de 2022

O abismo, de Charles Dickens e Wilkie Collins

 



Charles Dickens é autor da mais famosa história de natal de todos os tempos. É também um dos inventores do romance social, com Oliver Twist. Mas o que poucos sabem é que ele foi um dos precursores do gênero policial, uma faceta dele que pode ser vista em O abismo, escrito em parceria com Wilkie Collins.

A história inicia no Hospício dos enjeitados. Era nesse local que as mães solteiras entregavam deixavam seus filhos para serem adotados. Na sociedade vitoriana, ter um filho fora do casamento era uma vergonha tão grande que era providenciada maneira para que as mães pudessem deixar seus filhos sem serem reconhecidos: era a roda, que permitia fazer isso sem que fossem vistas. Isso também era feito para que as mães não pudessem reclamar suas crianças. Uma vez colocadas na roda, a separação deveria ser para sempre.

Mas uma das mães está arrependida, e a grande custo, descobre o nome que deram ao seu bebê: Walter Wilding. Anos mais tarde, subornando uma funcionária da casa, consegue descobrir quem, entre as várias crianças, é Walter Wilding e o adota.

A trama começa com essa criança na casa dos 25 anos, sócia de uma empresa de comércio internacional. A mulher que ele acredita ser sua mãe acabou de morrer. É quando ele descobre que não é quem pensava ser: o verdadeiro Walter Wilding foi adotado que ele chegasse no hospício e resolveram usar o mesmo nome em outra criança.

Isso provoca uma reviravolta na história, que levará a uma trama de crimes e amor. Impossível contar mais do que isso sem dar spoiller dessa intrigante trama policial.

Dickens tinha como uma das suas características mais patentes as coincidências que provocavam reviravoltas no final e O abismo usa esse recurso talvez de maneira exagerada. Mas, como em outros livros de Dickens, a prosa é tão boa e tão envolvente que esse problema de verossimilhança acaba sendo esquecido pelo leitor.

O livro foi lançado no Brasil em uma belíssima edição da Nova Fronteira, em capa dura. É o tipo de edição que dá gosto de ler.  

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Entrevista com Victor Garcia Preto, autor do livro Os Brasucas e outras aventuras


Nascido e criado em Ribeirão Preto-SP, com formação acadêmica em administração e ciências contábeis, atualmente atua em ambas as áreas. Paralelamente desenvolveu seu prazer pela escrita, e seu prazer por contar histórias, criando o perfil textosinceros, atualmente com perfil no Instagram, página no face e canal no YouTube. Também colaborador do portal “papisher”.

Sempre buscando variar as temáticas e estrutura narrativa.

Os Brasucas e Outras Aventuras é sua terceira publicação, o segundo livro físico. 

ENTREVISTA: 

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário? 

Victor Garcia Preto: Eu sempre gostei do processo criativo. Desde criança gostava, porém, não era tão ligado a literatura. Lia poucos livros, na infância praticamente só li gibis e três ou quatro livros. Na adolescência continuei lendo pouco, mas já escrevia bastante. Na escola eu e alguns amigos fazíamos letras de rap ou espécie de paródias com os amigos.

Com o passar do tempo fui desenvolvendo poesias, tentativas de letras de músicas em outros estilos. 

Com mais de vinte anos é que de forma natural decidi escrever um romance. Era uma história fantasiada de um grupo de amigos, que desde a adolescência autodenominados “Os Picuricos”, mas ainda não me via como um escritor profissional. Era apenas um hobby. Praticamente uma terapia. 

Desde então busquei me aprimorar, escrevi com cada vez mais frequência e ambição de um dia ser lido por um número maior de pessoas. Foi então que entendi a necessidade de ler diariamente, e progredir na atividade. 

Em 2016 criei o perfil no Instagram chamado “Textosinceros” publicando pequenos textos de minha autoria. Atualmente há canal no YouTube e página no face com o mesmo nome. Em 2019 publiquei um e-book na Amazon chamado “O Luau do Silêncio” que se trata de um compilado de textos que escrevi em momentos diferentes da vida, com as mais diversas estruturas. De poemas a crônicas. 

Em 2020 publiquei meu primeiro romance e meu primeiro livro físico, “Come-Fogo, o Maior Clássico – Era pra ser um ano comum”. E em 2022 o segundo livro físico. 

Hoje escrever é uma necessidade, independentemente de ser lido ou não. 

Conexão Literatura: Você é autor do livro "Os Brasucas e outras aventuras”. Poderia comentar? 

Victor Garcia Preto: Se trata de um livro de contos. Em resumo, a ideia de contos se iniciou entre o final de 2019 e início de 2020. Nunca me imaginei escrevendo contos, em minha mente sempre idealizava longas histórias, sagas épicas. Porém a leitura, a imersão do universo da literatura me fez naturalmente aprimorar outras formas de escrever. 

Admiro muito os contos de Machado de Assis, e me instigou a escrever contos. Obviamente não me julgo no mesmo nível, mas é interessante lembrar que foram suas obras primas que me despertaram o desejo dos contos. 

Timidamente iniciei o processo de escrita. “A Modelo Perfeita” foi o primeiro conto do livro que inicie a escrita e um dos últimos a finalizar. Quando a pandemia se iniciou, com mais tempo em casa, naturalmente meu processo criativo se desenvolveu. Algumas ideias pouco amadurecidas na mente se materializaram e em três meses escrevi 80% da obra. 

São contos independentes um do outro. Não necessariamente seguem o mesmo tema ou conceito. O conto “Os Brasucas” (que escolhi para dar título a obra), é uma homenagem a vários escritores, obras literárias e figuras importantes do Brasil. Mistura realidade e fantasia. Os heróis “Picuricos” passam por uma jornada por todo o território do país, evidenciando a cultura, elementos geográficos, biomas, flora e fauna. Enfrentam inúmeros seres do folclore brasileiro, participam de tradições, da gastronomia dos mais diversos pontos do país. 

Há também inspiração e homenagem a obra “Os Lusíadas” de Camões. 

As demais obras possuem propostas diversas. Dos mais variados temas. 

Conexão Literatura: Como é o seu processo de criação? Quais são as suas inspirações? 

Victor Garcia Preto: Em geral cada texto tem uma inspiração especifica. Creio que no geral surge de incômodos e brincadeiras. O incomodo quando há a sensação de que um tema precisa ser explorado. Um exemplo está no conto “Os Brasucas”, onde uma das inspirações foi o desejo de junta um alto número de criaturas do folclore brasileiro no mesmo ambiente. Isso era incomodo, uma inquietação sanada após concluir a obra. 

Mas muitas das histórias surgem mesmo como brincadeiras. Seja nos meus ciclos de amizade ou reflexões de algumas situações. 

Escrevi o primeiro original do livro “Come-Fogo, O Maior Clássico” em 2015, a ideia surgiu de modo involuntário. Em um final de semana escrevi tudo. Hoje, analisando, sei que usei muito das minhas observações e vivências na temática, porém, quando escrevi foi tudo muito inconsciente. 

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho do seu livro especialmente para os nossos leitores?  

Victor Garcia Preto: Vou destacar trecho do conto “A Modelo Perfeita”. 

Ter tudo que uma pessoa desejaria não torna ninguém feliz. Porque a gente não sabe o que deseja. No fundo eu trocaria tudo por outra vida. Onde as coisas fizessem sentindo. Onde algo significasse algo especial. Poder olhar ao redor e sentir alguma relação sincera, alguém que me apoie sem pensar no status que terá por ter amizade com uma modelo. Um homem que um dia me passe um abraço sincero, sem fazê-lo só pra sentir meus seios ”. 

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Victor Garcia Preto: Para saber mais sobre meu trabalho pode seguir o perfil no Instagram e o canal no YouTube, os dois estão como TEXTOSINCEROS.

Para adquirir o livro, pode entrar em contato direto comigo, pelo perfil no Instagram ou pelo site da editora: https://www.editorafrutificando.com.br/os-brasucas-e-outras-aventuras 

Conexão Literatura: Quais dicas daria para os autores em início de carreira? 

Victor Garcia Preto: Pode parecer um clichê, mas ler é muito importante. Sofri as consequências de ler pouco no início. Além de sempre escrever e procurar melhorar. Buscar informações, novas técnicas de escritas, opiniões diferentes. A prática é muito importante. 

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

Victor Garcia Preto: Existem. Alguns ainda estão muito no começo, para serem desenvolvidos a longo prazo. Mas a próxima obra está bem encaminhada. Será um romance. 

Perguntas rápidas: 

Um livro: Quarto de Despejo, de Carolina Maria de Jesus

Um ator ou atriz: Emma Stone

Um filme: Mal Nosso, de Samuel Gali, uma produção ribeirão-pretana de ótima qualidade.

Um hobby: Caminhadas e exercícios físicos.

Um dia especial: Para mencionar algo recente, o dia do lançamento do último livro, em maio de 2022, foi muito especial. 

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Victor Garcia Preto: Agradeço a oportunidade da entrevista. E desejo que a literatura no Brasil esteja cada vez mais forte. Que mais projetos de desenvolvimento da cultura sejam criados, abrindo mais oportunidades.

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Daniela Albuquerque é autora do novo livro da DISRUPTalks

 

Caroline Dias de Freitas, a publisher das celebridades, e Daniela Albuquerque, a nova autora da DISRUPTalks
Foto: Divulgação

Nova publicação do selo especializado em personalidades e influenciadores liderado por Caroline Dias Freitas, conhecida como a publisher das celebridades, já está em pré-venda

Está saindo do forno, ou melhor, das impressoras o livro “1982 - Um Olhar Sobre a Minha Essência”, de Daniela Albuquerque. A jornalista e apresentadora do programa “Sensacional” da RedeTV! entra para o time de famosos que Caroline Dias Freitas, a publisher das celebridades, leva para as prateleiras pelo seu selo DISRUPTalks.

“No livro, Daniela conseguiu encontrar uma forma muito interessante de contar alguns momentos de sua história e deixar que o leitor possa conhecer a sua essência, sem os filtros da mídia e do preconceito. Conseguimos criar algo para quem é fã poder se sentir mais perto dela e, até mesmo quem ainda não é fã, encontrará entretenimento e estímulos para observar a vida por outros pontos de vida”, conta Caroline.

Daniela passa a ser a mais nova representante de um time de celebridades que lançaram seus livros pela DISRUPTalks que conta com nomes como Sonia Abrão, Regiane Alves, Rodriguinho, Tenente Bahia, entre outros. E estão chegando para continuar essa lista outros famosos como Dona Kika Sato, Samara Felippo, Aisha Santoz e muitos outros nomes que serão lançados em breve.

“Eu sempre busquei uma forma que pudesse levar a minha essência, a verdadeira Dani ao público sem as pressões e os padrões impostos pela mídia e no livro tive essa total liberdade. Fiquei extremamente feliz quando a Carol da DISRUPTalks topou esse projeto e embarcou comigo nesse sonho me ajudando a organizar tudo o que eu queria contar”, revela Daniela.

Histórias exclusivas, mas sem cancelamentos

“Não me interessa vender livros se de alguma forma o artista for penalizado pela história que contou”, diz a publisher das celebridades e fundadora da DISRUPTalks. Afinal, quem passa pelo seu primeiro filtro e se coloca à disposição de superar o Google, acaba abrindo realmente toda a sua vida e seu coração. No entanto, Carol orienta o que deve ou não entrar no livro.

“Acredito que este é mais um detalhe que faz com que essas pessoas confiem em mim para contar tudo, tudo mesmo, e apenas nessa divulgação boca a boca já termos atraído tanta gente importante para o DISRUPTalks. Quando alguém me conta algo que eu acho que pode ser prejudicial à carreira, eu aviso que não usaremos a informação e apago aquele trecho da entrevista na mesma hora. Estamos no mercado para somar a essas carreiras e não para lucrar sobre cancelamentos”, reforça.

Um nicho inexplorado no Brasil

Assim como no mundo todo, no Brasil não é diferente e livros de personalidades, biográficos ou não, fazem muito sucesso. O interesse por esses artistas, atletas e influenciadores em terem a sua história publicada cresceu muito com a chegada da pandemia do coronavírus, como conta Caroline.

“A mercado literário foi um dos canais alternativos que artistas encontraram para chegar até seu público, assim como as lives. Claro que colocar uma apresentação ao vivo no ar é muito mais rápido do que escrever e produzir um livro e, por isso, elas reinaram e se consolidaram como uma nova forma de consumo do entretenimento. Contudo, agora chegou nossa vez de ocupar nosso espaço e os livros começam a sair do forno e tomar conta das prateleiras. E um detalhe muito importante desse fenômeno é que também chegamos com um importante papel de fortalecer o mercado editorial brasileiro, um dos maiores do mundo”.

O primeiro filtro da empresária é uma pergunta muito simples: “você está disposto a me contar o que eu não encontro no Google?”. “Pode parecer uma pergunta boba de quem está em busca de fofoca, de um furo para vender mais. Contudo, essa é também uma das formas que encontrei para tentar explicar para esses artistas que o fato de serem muito famosos não dá a eles automaticamente a mesma relevância no mercado editorial. Na verdade, acredito que esse é o segredo. Mesmo o DISRUPTalks sendo ainda jovem, muita gente já confia sua vida para ser contada por minhas mãos. Buscamos sempre uma boa história que, ao mesmo, tempo tenha um impacto positivo na vida do leitor, em sua vida, e não apenas o entretenimento”, destaca Caroline.

História da publisher das celebridades com o mercado editorial

Caroline Dias de Freitas é formada em Design de Produto, pós-graduada em Gestão do Design e Mestra em Artes, Design e Tecnologia com ênfase em Empreendedorismo Feminino pela Universidade Belas Artes de São Paulo, contando em seu currículo com o curso de Business English pela King George Internacional College, Canadá.

Em 2006, com apenas 20 anos de idade, fundou sua primeira empresa, a Editora Reflexão e Reflexão Business.

Em fevereiro de 2021, funda o selo DISRUPTalks, focado em famosos e influenciadores e já conta com grandes nomes como Sonia Abrão, Regiane Alvez, Rodriguinho, Daniela Albuquerque, entre muitos outros. 

DISRUPTalks

www.disruptalks.com.br

Último lançamento: – “1982 - Um Olhar Sobre a Minha Essência”, de Daniela Albuquerque

Os livros da DISRUPTalks poderão ser encontrados em quase todas as livrarias do país, como Martins Fontes, Livraria da Vila, Livraria Leitura, Distribuidora Loyola, Livraria da Travessa e Livraria Argumento; e também nos e-commerces especializados como a Amazon, Submarino, Americanas, Shoptime, Extra, Ponto Frio, Magazine Luiza, Reflexão Editora, entre outros.

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Musical inspirado na Broadway chega a teatro de Cangaíba

 

Espetáculo Brincando com a Broadway chega ao Teatro Flávio Império
CRÉDITO FOTO: RICARDO LIMA

Com entrada gratuita, espetáculo traz canções que marcaram o cenário teatral de Nova York

A curiosa história de Zirabér ganha os holofotes do Teatro Flávio Império, em Cangaíba, distrito de São Paulo (SP), com a chegada do espetáculo Brincando com a Broadway – Aos Cantos e Encantos dos Musicais. O musical, que acontece no dia 3 junho, conta com duas sessões: às 19h, aberta ao público, e outra mais cedo, às 10h, exclusiva para escolas da região. A entrada é gratuita mediante um cadastro prévio online.

HISTÓRIA Zirabér é uma migrante do interior de Minas Gerais que, assim como muitos, muda-se para São Paulo para tentar ganhar a vida. Lá, ela consegue um emprego de faxineira em um teatro. Entre uma limpeza aqui e outra ali, ela também faz o papel de camareira de atrizes muito conhecidas. Todo este glamour dos palcos desperta nela devaneios sobre como seria sua vida se fosse famosa. Com um toque cômico revela, até mesmo, um segredo: o sonho de ser cantora.

Para desenrolar esta narrativa, há uma interação performática entre os artistas e as imagens projetadas ao fundo do palco, além de músicas, executadas ao vivo, que vão desde números de grande sucesso da Broadway, como CabaretA Bela e a Fera e A Heart Full of Love (Les Miserables) até músicas mais atuais, como Let it Go, do filme Frozen. Um dos destaques é a interpretação de canções da luso-brasileira Carmen Miranda.

Ao assistir à peça, os espectadores também serão presenteados com um livro ilustrado inspirado no espetáculo, inclusive, narrado com a linguagem tão característica de Zirabér. Junto com as aventuras da personagem, os leitores poderão conferir ainda uma série de curiosidades sobre os musicais da Broadway.

INGRESSOS Para assistir ao espetáculo, que tem entrada gratuita e classificação livre, é preciso se cadastrar, a partir do dia 24 de maio, neste link. Depois, é só apresentar os ingressos gerados, na entrada do evento. Para as crianças, com exceção das que ainda são ‘de colo’, também é preciso solicitar ingresso no site, além da entrada do adulto responsável. Caso a criança não tenha um e-mail válido, é preciso entrar em contato com a D'Color Produções Culturais. O Teatro Flávio Império fica na rua Professor Alves Pedroso, 600, Cangaíba, São Paulo (SP).

Vale ressaltar que é necessário levar o comprovante vacinal de Covid-19 completo. O espetáculo continua com protocolos de segurança para manter a diversão segura, saiba mais aqui. Em conformidade com as recomendações do Governo do Estado de São Paulo, o uso de máscaras em ambientes internos e externos passa a ser facultativo, porém, o uso é encorajado para aqueles que assim desejam.

A peça Brincando com a Broadway é viabilizada pelo Ministério do Turismo, por meio da Lei de Incentivo à Cultura do Governo Federal, com patrocínio da empresa Atacadão. A realização é da D'Color Produções Culturais, empresa que atua no mercado de produção cultural, assessorando, planejando e executando projetos culturais para o desenvolvimento social, em parceria com instituições, produtoras e artistas dos mais diversos segmentos. Mais informações pelo telefone (19) 3256-4500 ou pelo e-mail contato@dcolor.art.br.

ATACADÃO Com 60 anos de história, o Atacadão está entre os maiores atacadistas brasileiros em número de lojas. Presente em mais de 170 cidades espalhadas por todos os estados do Brasil, conta com cerca de 62 mil colaboradores, 250 unidades de autosserviço e mais de 33 atacados de entrega, que garantem o abastecimento de comerciantes, transformadores e consumidores finais. Também atua no e-commerce, integrando o canal de vendas online do próprio Atacadão com uma robusta operação de marketplace, com mais de 300 sellers parceiros de atacado.

SERVIÇO
Brincando com a Broadway - Aos Cantos e Encantos dos Musicais
Dia: 03/06
Horários: 19h (sessão aberta ao público)
Ingresso gratuito: clique aqui
Classificação livre
Local: Teatro Flávio Império - rua Professor Alves Pedroso, 600, Cangaíba, São Paulo (SP) -  MAPA AQUI
Informações: (19) 3256-4500 | contato@dcolor.art.br

O projeto Brincando com a Broadway é viabilizado pelo Ministério do Turismo, por meio da Lei de Incentivo à Cultura do Governo Federal, com patrocínio da empresa Atacadão.

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ENTREVISTA COM ESCRITOR: Leonardo José Dutra Campos e o livro Maria José Santos Stein: o brilho perene de sua luz, por Cida Simka e Sérgio Simka


Fale-nos sobre você.
 

Me chamo LEONARDO JOSÉ DUTRA CAMPOS, sou morador de Santo André-SP há mais de trinta anos, natural de São João Nepomuceno-MG, registrado em Leopoldina-MG. Sou graduado e pós-graduado em Gestão de Políticas Públicas e produzi vários artigos, textos teatrais e poesias para diversas revistas, jornais e, contando com a minha recém-obra: “Maria José Santos Stein: o brilho perene de sua luz”, já publiquei mais sete livros: “Um trilhar poético; “No trilhar de uma vida”; “A liberdade de Laura”; “Irradiando no tempo”; “Economia Solidária: o que é isso?”; “Padre José Mahon: uma voz em defesa dos pobres e trabalhadores”; e “Ecos de minhas memórias”. Com Nelsa Felix do Nascimento publiquei o livro “Capela Nossa Senhora da Caridade: na história avançando para águas mais profundas” e, com Jerônimo de Almeida Neto, organizei o livro “Desvendando a Economia Solidária”. Atualmente coordeno o projeto Poemas da Cidade, Antologia Poética e FELISA Poética, ambos da Editora COOPACESSO, onde atuo como arte-finalista. 

ENTREVISTA: 

Fale-nos sobre o livro. O que motivou a escrevê-lo? 

Minha maior motivação é a própria história da Maria José Santos Stein que perpassa por uma atuação militante, toda ela voltada para a defesa da classe trabalhadora e da luta por igualdade entre mulheres e homens, bem como da garantia de uma saúde pública humanizada e com acesso a todas as pessoas. São questões e temas que muito me inspiraram. 

É um livro que vem retratar algumas das muitas memórias dessa mulher forte e marcante, a partir da sua militância social e política que inicia aos catorze anos de idade, no chão da fábrica, em 1956, na Fiação Vitória LTDA, passando pelo movimento da Juventude Operária Católica-JOC; pelo movimento sindical; pelo partido político (Partido dos Trabalhadores-PT); e pelos movimentos sociais (igreja, saúde, mulheres, entre outros). Penso que o leitor e a leitora vão gostar da leitura dessa história. 

Como os leitores poderão conhecer mais sobre o seu trabalho literário? 

Tenho algumas inserções na internet e que facilmente as pessoas podem me encontrar. No Facebook estou como “Leonardo Campos”; no YouTube, como “Escritor Leonardo J. D. Campos”; e tenho um blog que traz também um pouco desse meu trabalho literário no seguinte endereço: https://leonardocamposescritor.blogspot.com/.  

Como é ser escritor em um país como o nosso? 

Desafiador. Falta incentivo, falta reconhecimento e faltam políticas públicas que valorizem e motivem uma maior produção literária. Se por um lado somos um país que lê pouco, igualmente somos uma nação de muitos talentos escondidos justamente, não apenas, mas fundamentalmente, por esta falta do incentivo necessário para contribuir com o despertar das pessoas para novos autores(as) e novos leitores(as). 

Uma pergunta que não fizemos e que gostaria de responder. 

Não. Estou satisfeito com as questões e muito feliz pelo espaço e por esta oportunidade de falar um pouco sobre meu trabalho. Gratidão! 

Outra entrevista: Leonardo Campos, seus livros e a Editora Coopacesso:

http://www.revistaconexaoliteratura.com.br/2019/11/leonardo-campos-seus-livros-e-editora.html 

 

CIDA SIMKA

É licenciada em Letras pelas Faculdades Integradas de Ribeirão Pires (FIRP). Autora, dentre outros, dos livros O enigma da velha casa (Editora Uirapuru, 2016), Prática de escrita: atividades para pensar e escrever (Wak Editora, 2019), O enigma da biblioteca (Editora Verlidelas, 2020), Horror na biblioteca (Editora Verlidelas, 2021) e O quarto número 2 (Editora Uirapuru, 2021). Organizadora dos livros Uma noite no castelo (Editora Selo Jovem, 2019), Contos para um mundo melhor (Editora Xeque-Matte, 2019), Aquela casa (Editora Verlidelas, 2020), Um fantasma ronda o campus (Editora Verlidelas, 2020), O medo que nos envolve (Editora Verlidelas, 2021) e Queimem as bruxas: contos sobre intolerância (Editora Verlidelas, 2021). Colunista da revista Conexão Literatura.

SÉRGIO SIMKA

É professor universitário desde 1999. Autor de mais de seis dezenas de livros publicados nas áreas de gramática, literatura, produção textual, literatura infantil e infantojuvenil. Idealizou, com Cida Simka, a série Mistério, publicada pela editora Uirapuru. Colunista da revista Conexão Literatura. Seu mais recente trabalho acadêmico se intitula Pedagogia do encantamento: por um ensino eficaz de escrita (Editora Mercado de Letras, 2020) e seu mais novo livro juvenil se denomina O quarto número 2 (Editora Uirapuru, 2021). 

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quinta-feira, 19 de maio de 2022

Autor(a) divulgue o seu livro - Conheça o Pacote Divulgação Para Autores

 


VEJA O QUE ENGLOBA NO PACOTE DIVULGAÇÃO PARA AUTORES:


1 - Entrevista com o autor
a) - A entrevista será publicada no site da revista: www.revistaconexaoliteratura.com.br
b) - A entrevista também será publicada em uma edição da revista digital Conexão Literatura
OBS.: a entrevista é elaborada via e-mail e inclui foto do autor + capa do livro.

2 - Divulgação nas Redes Sociais
a) - Divulgaremos a entrevista em nossa fanpage com mais de 210 mil seguidores: clique aqui
b) - Divulgaremos a entrevista em nosso Instagram com mais de 13 mil seguidores: clique aqui

Bônus
a) Publicação do release do livro (ou sobre o trabalho literário do autor) em nosso site: www.revistaconexaoliteratura.com.br
b) Divulgação da página do release em nossa fanpage com mais de 210 mil seguidores: clique aqui
OBS.: o autor envia o release pronto + imagens para nós. No release o autor poderá incluir a sinopse do livro, links de venda, biografia do autor, foto do autor, capa do livro, redes sociais, comentários de quem já leu, etc.

VALOR PROMOCIONAL DO PACOTE DIVULGAÇÃO:
Apenas uma única parcela de R$ 150,00

A PROMOÇÃO É POR TEMPO LIMITADO, ENTÃO GARANTA JÁ A SUA DIVULGAÇÃO

DIVULGAMOS LIVROS FÍSICOS (IMPRESSOS) E DIGITAIS (E-BOOKS, LIVROS NA AMAZON, WATTPAD, ETC). 

PODEM USAR ESSE PACOTE DIVULGAÇÃO: ESCRITORES, ROTEIRISTAS, ILUSTRADORES, REVISORES, CAPISTAS, ETC.

OBS.: Pode ser pago via depósito, doc ou transferência para nossa conta no Bradesco ou via Pix. Também aceitamos cartão de crédito. Caso opte por cartão de crédito, enviaremos a solicitação de pagamento através do site PayPal, que é fácil e seguro.

Além de escritores do Brasil, também divulgamos autores portugueses.

INTERESSADOS É SÓ ENTRAREM EM CONTATO. ESCREVA NO ASSUNTO DO E-MAIL: "TENHO INTERESSE NO PACOTE DIVULGAÇÃO". 
* ESCREVA PARA: ademirpascale@gmail.com ou contato@livrodestaque.com.br
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Crísthophem Nóbrega, autor dos livros Dez mais cinco; Os cinco pilares; Secretos suspiros e Fagulhas


Amante dos livros desde a infância na cidade de Bananeiras, no interior paraibano, atualmente o autor mora na capital do estado com o companheiro e suas duas gatas. Participou da Antologia Sentimentos Poéticos, pelo Editorial LN, da Antologia Serial Killers; a verdadeira face do mal pela Editora Lettre, da Coletânea Somos Um pela Editora Vargas, entre outras antologias. Lançou de forma independente os e-book’s “Dez Mais Cinco”, “Fagulhas de Sombra” e “Sorte de Natal”, ambos disponíveis na Amazon. Além dos livros físicos; “Os Cinco Pilares” e Secretos Suspiros. O autor também presta serviços de consultoria literária e possui um curso para escritores iniciantes.   

ENTREVISTA: 

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Crísthophem Nóbrega: Caramba! Sempre que penso em escrever e no meu início vem-me uma lembrança, sabe? Eu brincando de escrever em uma velha Olivetti cinza; inclusive recentemente ganhei uma de cor verde e quase surtei (risos). Eu sempre me cerquei de histórias, fossem as que ia lendo, a medida que minha curiosidade aumentava. Até mesmo aquelas que imaginava. Então escrever sempre veio muito natural, inclusive já escrevi sobre o ato em si. E neste texto, tratei de comparar a ação de escrever com a de respirar, sabe? (risos). 

Conexão Literatura: Você é autor dos livros Dez mais cinco; Os cinco pilares; Secretos suspiros e Fagulhas. Poderia comentar? 

Crísthophem Nóbrega: Sim, meus bebês. Inclusive, além deles, tem outro e-book, que não posso deixar de falar. Ele foi lançado no natal passado, o Sorte de Natal. E se pegar para analisá-los, todos trazem pedaços de minha essência, no sentido de serem meio que marcos. Tem um texto em Secretos Suspiros, onde falo da ideia de ter uma “caixa” para guardar memórias. E os livros são meio que isto, relicários de palavras e pensamentos do escritor. É engraçado pensar como eles também são reveladores. A escrita e publicação da Saga Por Trás do Véu, que tem Os cinco pilares, como primeiro volume, é, por exemplo, uma verdadeira saga (risos). Um aprendizado em tantos níveis e, ao mesmo tempo, fonte de tanto contentamento. Já com Dez mais Cinco e Fagulhas de Sombras, tenho às vezes um sentimento de débito, por isto que estou produzindo novas edições deles. Talvez venham inclusive versões físicas! E como eu já disse, escrever é como respirar, então, estou sempre com novas coisinhas se desenvolvendo. É aquilo né, o caldeirão nunca para de borbulhar. 

Conexão Literatura: Como é o seu processo de criação? Quais são as suas inspirações? 

Crísthophem Nóbrega: Bom, eu penso que a criação é constante. Tem sempre algo entorno que desperta a atenção. E minha mente logo usa isto como gatilho para uma cena, um cenário . Eu tô na fila da padaria, por exemplo, e vejo uma mulher em minha frente, ela tem uma tatuagem e isso já pode me ativar ideias para um personagem. Ou eu crio uma história para aquela mulher e a ponho em meu “acervo” de personagens (risos). Mas, no sentido de escrever em si, isto varia. Contudo, tento sempre me policiar para escrever nem que seja 30 minutos por dia, garantindo uma produção constante. 

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho de um dos seus livros especialmente para os nossos leitores?  

Crísthophem Nóbrega: Nossa, pedir um trecho apenas é como prender a parede (risos).  Alguns livros exploram a fantasia de forma mais livre e até mesmo sombria. Em outros já é identificável uma espécie de lirismo na formação dos textos. Mas tem dois trechinhos que sempre me vêm a mente: 

“ As sutilezas da vida, por vezes, são tão incrivelmente elaboradas que um espectador desatento pode nunca perceber nada ; ou quando o faz, é exatamente no momento em que partiram. Deixando então uma sensação ácida de oportunidade desperdiçada – tal qual mordida em uma fruta bem madura, que por compostura boba se recusa. Fiapo entre os dentes, às vezes deixa a manga mais doce.” 

e 

“Quando chegou a passarela que ligava a saída norte do prédio da ordem ao seu dormitório. Eve parou durante alguns segundos, recostada na balaustrada de mármore cinzento. Os ventos de Alethea fustigando sua face, assanhando os curtíssimos cabelos loiros. Daquele ponto podia ver a principal praça comercial; humanos tocados, magos, mestiços, phelinos… Andando para todos os lados, fazendo compras, discutindo provavelmente as trivialidades de suas vidas. Ela não sabia exatamente o que lhe acometia, mas era uma espécie de nostalgia, como se todo aquele cenário estivesse para sofrer grandes transformações a qualquer momento.” 

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir os seus livros e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Crísthophem Nóbrega: Então, todos os meus livros em versão e-book estão disponíveis no site da Amazon. E versões físicas de Os cinco Pilares e Secretos Suspiros, podem ser adquiridos diretamente comigo. Eu sou sempre bem ativo no instagram e agora no tiktok, então é só me seguir por lá: @autorcrisnobrega, sempre tem lives, posts, concursos, enfim, tô sempre presente e completamente aberto a conversas e pedidos, né (risos). Aproveito para já falar que se comentar que veio pela Conexão Literatura, o comprador ganha uma condição especial na compra dos livros. 

Conexão Literatura: Quais dicas daria para os autores em início de carreira? 

Crísthophem Nóbrega: Primeiro deixa eu vender meu peixe (risos), tenho um curso de escrita, principalmente voltado para quem está começando, disponível na hotmart e com o nome: ENTÃO VOCÊ QUER ESCREVER, fala comigo lá no direct do instagram que dou um super desconto para quem for pela Conexão Literatura. Mas, tem duas grandes coisas que eu quero falar: 1 - ESCREVA! Sinceramente é incontável a quantidade de pessoas que falam que sempre desejaram escrever, mas não sabem por onde começar. Então eu sempre falo, escreva. Preferencialmente todo dia. E 2 - APRENDA A PESQUISAR, é sempre muito importante obter informações e referências a respeito de algo sobre o qual se pretende escrever. 

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

Crísthophem Nóbrega: Sempre! Estou trabalhando em uma reedição do Dez Mais Cinco e de Fagulhas de Sombras, que devem sair até Outubro. No comecinho de 2023 O segundo livro da Saga Por Trás do Véu, sai, inclusive já vou dar  a “exclusiva” e revelar que se chamará OS FILHOS DO CAOS. Sem falar de algumas antologias e projetos de escrita, mas não necessariamente livros que estão sendo desenvolvidos. 

Perguntas rápidas: 

Um livro: O nome do vento

Um ator ou atriz: Fernanda Montenegro

Um filme: Sonhos eternos de uma noite sem lembrança

Um hobby: Artesanato

Um dia especial: 22 de outubro o ano se esconde, quando ganhei a primeira premiação literária. 

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Crísthophem Nóbrega: Sim,  eu sempre falo que os livros são as asas da humanidade e gostaria que os escritores, principalmente os iniciantes percebessem que neste sentido, o papel deles é fazer a humanidade alçar voos cada vez maiores.

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Conheça o livro Sonhou ou Realidade?, da autora Valdelice Santos


Apaixonar-se por um desconhecido não é uma boa ideia, mas ficar obcecada por um rapaz que vê apenas pela televisão é pior ainda! Por sorte, a maturidade faz com que Sophie deixe essa paixão na adolescência e, anos mais tarde, se torne uma arquiteta bem-sucedida. Ao embarcar para a Itália, seus planos são visitar monumentos históricos em busca de inspiração, mas se surpreende ao se deparar com o homem por quem foi apaixonada por tantos anos. Agora, o sentimento está mais vivo do que nunca, porém o que deveria ser a aventura romântica e divertida com a qual sempre sonhou acaba lhe trazendo também momentos de inseguranças. Resta saber se, ao lado de Rodrigo e vivenciando tantas experiências novas, Sophie conseguirá distinguir o sonho da realidade.

SOBRE A AUTORA:

Valdelice Santos nasceu em 1982 na cidade de Jaboatão, Pernambuco, mas atualmente mora na Holanda. Amante da leitura desde a infância, inspira-se em seus escritores favoritos: Nicholas Sparks, Ken Follett e José de Alencar, sem mencionar os inúmeros bibliotecários que a ajudaram a descobrir tantos outros sonhos escondidos nas páginas de um bom livro. Sonho ou realidade? é sua obra de estreia.

SAIBA MAIS:

Facebook: valdelice santos Hartendorp

Instagram: Valdelice.santos16 

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Uma história que começa com a morte e termina com a vida

O lançamento de Becca Mackenzie, jovem autora brasileira, promete ao leitor uma fantasia repleta de emoções, reviravoltas e um enredo inesquecível


Você com certeza já leu uma história em que o protagonista perde a memória. Mas, imagine se a falta de lembranças fosse, na verdade, a falta de um passado? É com essa premissa intrigante que Becca Mackenzie inicia o livro Se Pudesse Contar as Estrelasuma ficção cristã inspirada em Peter Pan.

A história da Alison começa com a garota acordando de um afogamento, sem saber quem é ou o que aconteceu. Ao ser resgatada por um grupo de crianças, Alison precisa encarar uma verdade dolorosa: ela está na Terra do Nunca, lar dos que nunca nasceram. Porém, enquanto a menina tenta aceitar o fato, ela descobre algo que não deveria e que a faz questionar tudo o que já lhe disseram. Mas, na Terra do Nunca, questionar é perigoso e cada decisão terá consequências irreversíveis.

Somente anos depois eu entendi que Loyenn estava errada.
Contar-nos a verdade naquele dia não tinha arrancado o tal
espinho, ele continuaria cravado em minha alma por muito tempo.
Ninguém era capaz de arrancá-lo. Exceto uma pessoa.
(Se Pudesse Contar as Estrelas)

Publicado inicialmente no Wattpad, o livro arrebatou mais de um milhão e meio de leituras. Agora, a nova versão disponível na Amazon conta com cenas inéditas, mais representatividade PCD e a mesma dose de fortes emoções.

Becca Mackenzie (pseudônimo) nasceu em Brasília, 1993, mas foi criada pelos pais em Guiné-Bissau, na África. Desde cedo, gostava de ler e imaginar histórias, então ninguém ficou surpreso quando, aos dezoito anos, ela iniciou a carreira de escritora. Hoje, Rebecca mora em Brasília, também é bancária e vive com a cachorrinha Pimpone, uma vira-lata idosa.

Ficha Técnica:
Título
: Se Pudesse Contar as Estrelas
Autora: Becca Mackenzie
Páginas: 697 páginas
Preço: R$ 14,50 (Kindle)
Link para leitura: Amazon

Sinopse: E se a sua falta de memória fosse, na verdade, a falta de um passado? Alison tinha apenas 9 anos de idade quando acordou se afogando em um lago, sem memória de quem é ou do que aconteceu. Resgatada por um grupo de pessoas que prometem ajudá-la, a garota terá de confiar no que eles dizem, mesmo que isso seja muito difícil. Enquanto tenta aceitar os fatos, Alison descobre algo que não deveria. Algo que a faz questionar tudo o que já lhe disseram sobre quem ela é e o motivo de estar ali. Mas, na Terra do Nunca, questionar é perigoso. E a sua decisão terá consequências irreversíveis.

Sobre a autora: Becca Mackenzie nasceu em Brasília, 1993, e começou a escrever ainda na infância, embora sua carreira de escritora tenha começado bem mais tarde, só na faculdade. Seu primeiro passo na escrita foi publicar no Wattpad, onde conquistou mais de 3 milhões de leituras, um prêmio Wattys e o selo de Star.

Se Pudesse Contar as Estrelas é a sua estreia na Amazon, uma ficção cristã fantástica inspirada em Peter Pan. Hoje, ela mora em Brasília com a cachorrinha Pimpone. Rebeca ama dias nublados, brigadeiro e sonhar acordada; afinal, dizem que o céu é o limite, mas há um universo depois dele.

Redes Sociais:
Instagram:
 https://www.instagram.com/becamackenzie/
TikTok: https://www.tiktok.com/@becamackenzie
Twitter: https://twitter.com/becamackenzie


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quarta-feira, 18 de maio de 2022

Confira a lista dos autores selecionados da antologia ESPADA E FEITIÇARIA - CONTOS E POEMAS ÉPICOS


Lista dos autores selecionados da antologia ESPADA E FEITIÇARIA - CONTOS E POEMAS ÉPICOS

01 - Maicol Cristian - Nefandas emoções
02 - Sandro Nascimento - "Espada, feitiço e sacrifício"; "Beijos da morte" e "O preço da honra"
03 - Wanda Rop - Amor & Magia
04 - Rosamares da Maia - Avalon Para Morgana
05 - André Luiz Martins de Almeida - O Confronto no Campo de Batalha
06 - Gilson Salomão Pessôa - O Dilema de Maduk
07 - Fernanda F. Lovelly - A Morada Dos Ventos
08 - Roan Sousa - Desafio aos Campeões
09 - Ney Alencar - "Os Dentes Brancos"; "A Besta do Abismo" e "Além do Portão Negro"
10 - Mauro M. Massuda - Thorndall

PARABÉNS aos autores selecionados.

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OBS.: para conhecer e participar de outras de nossas antologias: clique aqui.

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Entrevista com Valdelice Santos, autora do livro Sonho ou Realidade?


Valdelice Santos nasceu em 1982 na cidade de Jaboatão, Pernambuco, mas atualmente mora na Holanda. Amante da leitura desde a infância, inspira-se em seus escritores favoritos: Nicholas Sparks, Ken Follett e José de Alencar, sem mencionar os inúmeros bibliotecários que a ajudaram a descobrir tantos outros sonhos escondidos nas páginas de um bom livro. Sonho ou realidade? é sua primeira obra publicada. 

ENTREVISTA: 

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário? 

Valdelice Santos: Então, desde quando aprendi a ler que sou apaixonada pela leitura, sempre estava lendo alguma obra. E também sempre amei escrever, ou seja, uma ótima combinação. Já escrevi três livros, mas o Sonho ou Realidade? é o primeiro que publiquei. 

Conexão Literatura: Você é autora do livro "Sonho ou Realidade?”. Poderia comentar? 

Valdelice Santos: Sim, e obviamente morro de orgulho, amo a história, foi uma das maiores experiência da minha vida escrever esse livro. 

Conexão Literatura: Como é o seu processo de criação? Quais são as suas inspirações? 

Valdelice Santos: Eu já tinha essa história em mente por meses, quando decidi passar para o papel fiz tudo tão rápido que nem percebi o tempo passar. Amo livros de viagens e romances, então decidi unir os dois temas em um só livro. Uma das minhas inspirações foi o amor que tenho pela Itália. 

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho do seu livro especialmente para os nossos leitores?  

Valdelice Santos: Sim, claro! 

“Peguei o ônibus que iria me deixar na estação central de Milão, foi um passeio de quinze minutos, mas curti cada segundo, observar aquele clima italiano, foi relaxante mesmo em meio a agitação do trânsito, pude observar bastante, vi as mulheres lindas e bem elegantes atravessarem as ruas, rapazes orgulhosos em suas Vespas. As casas tão lindas com suas janelas enfeitadas com flores..."

Aqui Sophie está indo para outro destino de sua aventura na Itália.

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Valdelice Santos: O livro está disponível pelas livrarias Coerência e também podem me contatar pelas redes sociais:

Facebook: valdelice santos Hartendorp

Instagram: Valdelice.santos16 

Conexão Literatura: Quais dicas daria para os autores em início de carreira? 

Valdelice Santos: A dica é simples: ler bastante e apenas escrevam, sem menor receio. 

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

Valdelice Santos: Sim, sempre tem, nós que amamos escrever nunca paramos, estou ocupada com dois livros no momento, vou lançar um deles ainda esse ano. 

Perguntas rápidas: 

Um livro : O que estou lendo no momento: Amor e Gelato

Um ator ou atriz: Tom Hanks / Sandra Bullock

Um filme: Cartas para Julieta

Um hobby: Ler

Um dia especial: Dia do lançamento do meu livro 01.04.2022 

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Valdelice Santos: Obrigada pela oportunidade de falar sobre minha grande paixão pela leitura e escrita. Espero que cada um que tenha a oportunidade de ler meu livro possa sentir a magia do amor da Sophie pelo Rodrigo.

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