segunda-feira, 30 de novembro de 2020

Entrevista com Fábio Mariano, autor do livro "Ruído Branco" (Editoras Patuá e Ofícios Terrestres)


Nasci em São Paulo, capital, mas vivo em Campinas, a 100km da capital, desde o primeiro ano de vida. Estudei aqui, na Unicamp – graduação e mestrado na área da literatura, e agora uma especialização em Relações Internacionais – e sou professor do Ensino Médio na rede particular de Campinas. Antes do Ruído Branco, já havia lançado dois livros, ambos pela editora Patuá: O Gelo dos Destróieres, em 2018, um livro de contos; e Habsburgo, em 2019, uma novela.

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Fábio Mariano: Se a gente for olhar o início, início mesmo, vamos lá para o Ensino fundamental, quando um poema meu foi publicado numa antologia feita pela escola. Mas no meio literário mesmo, para valer, acho que vale citar que O Gelo dos Destróieres foi, numa primeira versão, enviado para o prêmio SESC de 2012. Eu tinha 23 anos. Não saí nem finalista, e fiquei super chateado, mas continuei escrevendo mais e mais contos, deixando o livro parado. Até que o Gabriel Morais Medeiros, que é mais que um amigo, um irmão, publicou pela Patuá e foi me mostrando a editora. Ele me dizia que eu deveria mostrar O Gelo ao editor, o Eduardo Lacerda. Aí eu trabalhei um pouco mais no rascunho, e fomos um dia pra São Paulo, eu com o arquivo original em Word impresso e encadernado na primeira gráfica que achamos por ali. Entreguei para o Eduardo, mas ficamos conversando sobre outras coisas, e o papo chegou em videogame. Ele me disse que publicava o livro se eu mudasse o título para Age of Empires, e eu falei “eu topo!”. Rimos, e aí eu fui embora, sem ter certeza de nada. Até que, num outro dia em que fomos à Patuá, o Edu falou que queria me publicar. E eu ganhei um editor e um grande amigo.

Conexão Literatura: Seu novo livro é Ruído Branco. Poderia comentar sobre ele? 

Fabio Mariano: Ruído Branco é um livro de dez contos dividido em três partes: Glaciar, Distância e Permanência. Eu fiz uma tentativa de inscrever o Habsburgo no ProAC de 2018, mas ele acabou não passando. Em 2019, tentei com o Ruído e deu certo, o que me deu mais estrutura para fazer o livro: estamos com uma divulgação por Instagram linda – é só acompanhar no @ofabiomariano – e fizemos uma tiragem grande, e projetos de contrapartida muito legais. Os contos se passam todos no meu universo ficcional – a cidade de Cartago, que abriga também os outros dois livros. Mas esses contos são todos permeados por duas forças, que eu chamo de vetores, que agem sobre os personagens: a ameaça e a ausência. É isso o que unifica os contos, e são formas diferentes de compreender essas forças que determinam a divisão em três partes. Em Território, por exemplo, o primeiro conto do livro: existe uma ex namorada ausente, e existe um clima de ameaça constante construído pela tensão entre os dois protagonistas de um lado, Germano e Toro, e o motorista e o cobrador do ônibus do outro. A briga vai acontecer a qualquer momento, mas o que isso tem a ver com a ausência da ex namorada, aí eu não posso entregar.

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro?

Fábio Mariano: Acredito que o primeiro conto do Ruído Branco veio em 2018 mesmo, quando O Gelo dos Destróieres já estava pronto, e o último foi escrito em Julho de 2019, durante uma viagem para a Argentina. Mas foram sete revisões do livro, que só posso dizer que ficou pronto, pronto mesmo em Julho de 2020. Eu tenho uma visão um pouco peculiar da pesquisa: com os contos, não mexo muito com pesquisa histórica, por exemplo, e mesmo em Habsburgo, a minha novela, existiu uma pesquisa muito literária, sobre as relações entre professor e aluno na literatura e sobre o Império Austro-Húngaro, mas a história não se passa nem nesse Império e nem no tempo em que ele existiu. Então a pesquisa serve mais como uma motivação. O que eu anoto incessantemente são paisagens quando estou nos trajetos de carro e ônibus para os lugares, ou gestos das pessoas, ou inflexões da voz, ou combinações entre cheiro e imagem. Essas coisas viram projetos. Outro dia, por exemplo, antes da pandemia, claro, eu comia um pastel antes de dar aula no cursinho noturno aqui perto de caso, enquanto o rádio tocava uma música sertaneja no último volume em que uma moça gritava incessantemente a frase “eu tou falando é de beijo de alma”.  Não me interessei por saber de quem era a música, mas aquela combinação, esperar o pastel e ouvir aquela música, a antecipação por chegar na aula, a pressa de que o pastel saísse logo, aquilo para mim imediatamente virou o cenário de um conto futuro. E, claro, anotei.

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho que você acha especial em seu novo livro?

Fábio Mariano: Acho que os trechos mais especiais são aqueles que tocam em alguma memória – porque o ficcionista faz isso, ele usa as memórias dele, transformadas, distorcidas, aumentadas, mas ele faz isso. E às vezes esbarra em uma memória involuntária que estava guardada com muito carinho, mas que não era revisitada há muito tempo. E há um trecho no qual eu tentei falar um pouco sobre o papel da memória:

“Descendo do carro, um pequeno tropeço me lembrou de que eu não tinha mais quinze anos. Eu vestia sapatos – e roupas – bem melhores, me sentia melhor com meu corpo, tinha prioridade de embarque nos aeroportos pelo número de viagens que fazia, e fazia tanto tempo que não ouvia a sério o Sinto-me Letal....”

De alguma maneira, eu tentei condensar nesse trecho a sensação de retornar da memória de quando você era muito mais jovem, disparada por alguma coisa, à realidade que se vive agora. Como se esse retorno não fosse direto, mas fosse uma constatação do caminho todo, muito rápida. E eu sempre achei que a coisa mais bonita na nostalgia não era o momento dela, mas a passagem de volta para a realidade, e um pequeno momento de confusão entre as diversas etapas do passado e as diversas pequenas coisas do presente. Foi isso o que eu tentei expressar. 

Conexão Literatura: Qual a dica que você pode dar a um escritor iniciante?

Fábio Mariano: Acho que eu gostaria de das duas dicas bem breves. A primeira, uma que me deram algumas vezes: continue escrevendo. E a segunda é uma que vi uma vez o Paulo Scott dar para alguém pelo facebook, e achei simples e linda: não leve em conta as críticas de quem não gostar do seu trabalho.

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir um exemplar do seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário?

Fábio Mariano: Os dois primeiros livros estão a venda no site da Editora Patuá, é só procurar por Fábio Mariano lá. O terceiro pode ser comprado pelo site da Patuá, pelo da Ofícios Terrestres e também pelo link pag.ae/7W2z-5c7G. Para conhecer mais um pouco do trabalho, os leitores podem seguir o Instagram @ofabiomariano e procurar pelos contos nas revistas online Mallarmargens, Gueto, Literatura&Fechadura e Ruído Manifesto. E quem sabe logo vêm mais publicações online por aí.

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta?

Fábio Mariano: Foram três livros em três anos, mas três trabalhos que, de uma certa maneira, já estavam alinhados. Há mais contos guardados, mas quero esperar e trabalhar por esses livros, divulgá-los e, se possível, usar o que eles puderem oferecer às pessoas para estimular a literatura – a leitura e a escrita. E quero me dedicar à escrita de um romance – mas isso, com certeza, vai demorar mais algum tempo para acontecer.

Perguntas rápidas:

Um livro: Perifobia, da Lília Guerra.

Um (a) autor (a): Roberto Bolaño.

Um ator ou atriz: Juliette Binoche em A Liberdade é Azul.

Um filme: A Liberdade É Azul, do Kieslowski.

Conexão Literatura: Vivemos um momento difícil para a nossa literatura, com pouca valorização dos livros, escritores, livrarias? Considera um ato de resistência o lançamento do seu livro?

Fábio Mariano: O momento é difícil do ponto de vista institucional – o apoio minguando e um governo que despreza a cultura, a inteligência e os livros e celebra a violência e a barbárie. Mas vejo um movimento muito forte e bonito por parte das editoras independentes, dos escritores, dos agitadores culturais. Vejo pelos meus alunos, há ali adolescentes que estão salivando por literatura, e por uma literatura que os ajude a enfrentar os dilemas do seu tempo, do seu agora; e há editoras oferecendo isso, e grandes escritores. Meu livro é um ato de resistência, e não poderia deixar de ser – mas de resistência a essa combinação de violência e burrice que se apossou do poder no nosso país.

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Maria Elisa S. Ribeiro e o livro A segunda natureza, por Cida Simka e Sérgio Simka

Maria Elisa S. Ribeiro - Foto divulgação

Fale-nos sobre você.

Nasci no Rio de Janeiro e atualmente moro em Lisboa, mas mantenho um endereço residencial em Brasília. 

Sou contista e poeta. Também me arrisco na dramaturgia. Sempre gostei de escrever, mas somente a partir de 2015 passei a me dedicar à escrita literária com maior regularidade. 

Tenho contos e poemas publicados em antologias e coletâneas. Também costumo publicar poemas nas minhas redes sociais e contos no coletivo literário As Contistas (https://ascontistas.wordpress.com). 

A segunda natureza, publicado pela Editora Verlidelas, é meu primeiro livro solo e reúne contos escritos ao longo dos três últimos anos. 

ENTREVISTA:

Fale-nos sobre o livro. O que a motivou a escrevê-lo?

A segunda natureza reúne doze contos selecionados entre textos que produzi entre 2017 e 2019. O que dá unidade ao conjunto é o suspense e a presença do elemento sobrenatural em todas as narrativas, aliado à intenção de produzir um efeito de estranhamento no leitor. Há também uma unidade de estilo que poderia ser sintetizada como uma mistura de temáticas fortes com linguagem leve. 

Embora o enredo da maioria dos contos aborde temas tradicionais do gênero terror, a atmosfera que predomina nas narrativas é mais de estranheza e mistério do que de medo propriamente. 

Há contos que abordam questões sociais, outros que trazem elementos de cultura popular, em um exercício de conferir sotaque brasileiro a temas tradicionais do terror, como a metamorfose, por exemplo, que surge em mais de um dos textos.  

Outras questões que aparecem no livro são o envelhecimento — as perdas e o temor que esse processo traz — e os conflitos inerentes às relações familiares, nunca tão amorosas como as idealizamos. Mas é preciso ressaltar que esses temas surgem de forma enviesada nos contos, como um pano de fundo, um subtexto ou a segunda natureza a que se refere o título do livro, às vezes paralelas à trama central.

Os contos que integram a coletânea foram desenvolvidos a partir de diferentes estímulos. Alguns foram produzidos para participar de desafios literários, outros foram motivados pelo desejo de aproximação de determinado tema, outros ainda nasceram de provocações surgidas nos ambientes literários de que participo.

A motivação para reuni-los em uma publicação foi o desejo de ter uma obra que possibilitasse ao leitor interessado em conhecer o meu trabalho nos gêneros terror e suspense uma experiência mais consistente por meio de textos que, embora sem uma unidade temática, possuem grande unidade de estilo.

Como analisa a questão da leitura no país?

Penso que no Brasil temos um déficit crônico no consumo de literatura. Os motivos são inúmeros, mas penso que passam sobretudo por questões relacionadas à educação e a ausência de políticas voltadas para a formação de leitores no país. Vejo, entretanto, um interesse crescente entre os mais jovens não apenas em consumir como em produzir literatura. Observo isso em todos os ambientes literários que frequento, seja a academia, sejam as comunidades literárias de que participo.  Assim, prefiro acreditar que esse cenário está se transformando. Além disso, sendo bem otimista, penso que o fato de ainda termos poucos leitores no Brasil significa que temos um largo espaço a ser ocupado e uma grande possibilidade de crescimento no consumo de literatura no país. 

O que tem lido atualmente?

Acabei de ler o romance À sombra de todas as coisas que nunca puderam ser, do Fabio Baptista e comecei A vida mentirosa dos adultos, da Elena Ferrante. Na fila está o último romance, Tocaia grande, da Sandra Godinho.

Também tenho lido bastante os contos da Lygia Fagundes Telles e da Clarice Lispector. As obras completas de contos de ambas estão no meu Kindle e, sempre que sobra um tempinho, busco nelas inspiração ou entretenimento.   

Na poesia, meu livro de cabeceira atualmente tem sido um volume do José Tolentino Mendonça, poeta português, chamado A noite abre meus olhos.

Uma pergunta que não fizemos e que gostaria de responder.

A pergunta que gostaria de responder é sobre os projetos em andamento. 

Tenho em andamento um projeto dramatúrgico em parceria com Carlos Neves, ator, dramaturgo e amigo de Brasília. Trata-se de um livro com pequenos textos produzidos a quatro mãos, que pretendemos lançar no primeiro semestre de 2021. 

Também estou selecionando poemas entre os produzidos nos últimos tempos para publicá-los em um volume no próximo ano. 

Por fim, tenho planos de escrever meu primeiro romance também em 2021. 

Link para o livro:

https://www.verlidelas.com/product-page/a-segunda-natureza 

CIDA SIMKA

É licenciada em Letras pelas Faculdades Integradas de Ribeirão Pires (FIRP). Autora, dentre outros, dos livros O enigma da velha casa (Editora Uirapuru, 2016), Prática de escrita: atividades para pensar e escrever (Wak Editora, 2019) e O enigma da biblioteca (Editora Verlidelas, 2020). Organizadora dos livros Uma noite no castelo (Editora Selo Jovem, 2019), Contos para um mundo melhor (Editora Xeque-Matte, 2019), Aquela casa (Editora Verlidelas, 2020) e Um fantasma ronda o campus (Editora Verlidelas, 2020). Colunista da revista Conexão Literatura.

SÉRGIO SIMKA

É professor universitário desde 1999. Autor de mais de seis dezenas de livros publicados nas áreas de gramática, literatura, produção textual, literatura infantil e infantojuvenil. Idealizou, com Cida Simka, a série Mistério, publicada pela Editora Uirapuru. Membro do Conselho Editorial da Editora Pumpkin e colunista da revista Conexão Literatura. Seu mais novo livro se intitula Pedagogia do encantamento: por um ensino eficaz de escrita (Editora Mercado de Letras, 2020).

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sábado, 28 de novembro de 2020

Autor(a) divulgue o seu livro - Conheça o Pacote Divulgação Para Autores

 


VEJA O QUE ENGLOBA NO PACOTE DIVULGAÇÃO PARA AUTORES:


1 - Entrevista com o autor
a) - A entrevista será publicada no site da revista: www.revistaconexaoliteratura.com.br
b) - A entrevista também será publicada em uma edição da revista digital Conexão Literatura
OBS.: a entrevista é elaborada via e-mail e inclui foto do autor + capa do livro.

2 - Divulgação nas Redes Sociais
a) - Divulgaremos a entrevista em nossa fanpage com mais de 113 mil seguidores: clique aqui
b) - Divulgaremos a entrevista em nosso Instagram com mais de 8 mil seguidores: clique aqui
c) - Divulgaremos a entrevista em nosso Twitter com mais de 39 mil seguidores: clique aqui

Bônus
a) Publicação do release do livro (ou sobre o trabalho literário do autor) em nosso site: www.revistaconexaoliteratura.com.br
b) Divulgação da página do release em nossa fanpage com mais de 113 mil seguidores: clique aqui
OBS.: o autor envia o release pronto + imagens para nós. No release o autor poderá incluir a sinopse do livro, links de venda, biografia do autor, foto do autor, capa do livro, redes sociais, comentários de quem já leu, etc.

VALOR PROMOCIONAL DO PACOTE DIVULGAÇÃO:
Apenas uma única parcela de R$ 100,00

A PROMOÇÃO É POR TEMPO LIMITADO, ENTÃO GARANTA JÁ A SUA DIVULGAÇÃO

DIVULGAMOS LIVROS FÍSICOS (IMPRESSOS) E DIGITAIS (E-BOOKS, LIVROS NA AMAZON, WATTPAD, ETC). 

PODEM USAR ESSE PACOTE DIVULGAÇÃO: ESCRITORES, ROTEIRISTAS, ILUSTRADORES, REVISORES, CAPISTAS, ETC.

OBS.: Pode ser pago via depósito, doc ou transferência para nossa conta no Bradesco. Também aceitamos cartão de crédito. Caso opte por cartão de crédito, enviaremos a solicitação de pagamento através do site PayPal, que é fácil e seguro.

Além de escritores do Brasil, também divulgamos autores portugueses.

INTERESSADOS É SÓ ENTRAREM EM CONTATO. ESCREVA NO ASSUNTO DO E-MAIL: "TENHO INTERESSE NO PACOTE DIVULGAÇÃO". 
* ESCREVA PARA: ademirpascale@gmail.com ou contato@livrodestaque.com.br
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sexta-feira, 27 de novembro de 2020

Participe da antologia (e-book) POEMAS E CONTOS EXTRAORDINÁRIOS - POEMAS E CONTOS SOBRE LITERATURA FANTÁSTICA. LEIA O EDITAL

PARTICIPE DA ANTOLOGIA (E-BOOK): POEMAS E CONTOS EXTRAORDINÁRIOS - POEMAS E CONTOS SOBRE LITERATURA FANTÁSTICA

Sinopse: Histórias extraordinárias permeiam narrativas orais e significam o próprio surgimento da Literatura escrita. Castelos medievais, acontecimentos míticos e místicos, o surgimento do gótico, as lendas, o folclore, viagens no tempo e a eterna dualidade bem e mal, tudo repleto de fantástico, extraordinário e sobrenatural. Seres e personagens criados em um mundo à parte, onde tudo pode acontecer. 
Para essa Antologia serão bem-vindos poemas baseados em Contos de fadas, em O Mágico de Oz, As crônicas de Nárnia, O senhor dos anéis, A guerra dos tronos, Jogos Vorazes, as Brumas de Avalon, Trono de Vidro, O Bruxo e tantos outros.  
Imagine-se em meio à super-heróis, dragões, fadas, crie universos e versos, conte, rime, coloque emoção e musicalidade em suas palavras. Desafie-se. 
Todos os estilos de poesia serão aceitos, de poesia livre aos sonetos ou novos estilos como aldravia. 
Dê asas à imaginação. Mergulhe na Fantasia, no sobrenatural, no extraordinário!

Organizadora: Rozz Messias

Edital: ANTOLOGIA POEMAS E CONTOS EXTRAORDINÁRIOS - Poemas e contos sobre literatura fantástica

REGRAS PARA PARTICIPAÇÃO NA ANTOLOGIA DIGITAL "POEMAS E CONTOS EXTRAORDINÁRIOS":

1 - Escrever um poema usando como tema o mundo extraordinário e a literatura fantástica (aceitaremos até 2 poemas ou 2 contos por autor). Caso sejam aprovados, os 2 poemas ou os 2 contos serão publicados.

2 - SOBRE O POEMA OU CONTO: até 4 páginas, fonte Times ou Arial, tamanho 12, incluindo título, espaço 1,5.
     
3 - Tipo de arquivo aceito: documento do Word (arquivos em PDF serão deletados).

4 - O conto ou poema não precisa ser inédito, desde que os direitos autorais sejam do autor e não da editora ou qualquer outra plataforma de publicação.

5 - Idade mínima do autor para participação na antologia: 18 anos completos.

6 - Envie o conto ou poema pré-revisado. Leia e releia antes de enviá-lo.

7 - Data para envio do conto ou poema: do dia 27/11/20 até 17/12/20 (a data poderá ser prorrogada).

8 - Veja ficha de inscrição no final desse texto. Leia, copie as informações e preencha. Envie as informações da ficha + o conto ou poema para o e-mail: rozz.mcs@gmail.comEscreva no título do e-mail: POEMAS E CONTOS EXTRAORDINÁRIOS

CUSTO PARA O AUTOR:

R$ 50,00 por poema ou conto. Caso o autor envie 2 poemas ou 2 contos e tenha os dois selecionados, o valor será R$ 100,00. As informações para depósito serão informadas ao autor no e-mail que enviaremos caso o poema ou conto seja aprovado.
O valor servirá para cobrir os custos de leitura crítica e revisão, diagramação e divulgação da obra.

A antologia será digital (e-book) e gratuita para os leitores baixarem através de download, ela não será vendida. A antologia será amplamente divulgada nas redes sociais da Revista Conexão Literatura: Fanpage e Grupos do Facebook, Instagram e Twitter, que somam cerca de 150 mil seguidores.

O resultado será divulgado no site www.revistaconexaoliteratura.com.br e na fanpage www.facebook.com/conexaoliteratura, até o dia 19/12/20 (a data poderá ser prorrogada).

OBS: Enviaremos certificado digital de participação para os autores selecionados.


NOSSOS CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO:

A) - Criatividade;

B) - Textos preconceituosos, homofóbicos, racistas ou que usem palavras de baixo calão, serão desconsiderados;

C) - Seguir todas as regras para participação.


FICHA DE INSCRIÇÃO DO AUTOR(A)

Nome completo do autor(a):

Seu Pseudônimo (caso use), para publicação na antologia:

Idade:

Título do poema ou conto:

E-mail 1:
E-mail 2 (caso tenha):

Biografia em terceira pessoa (escreva sobre você num máximo de 7 linhas):



IMPORTANTE: Envie todas essas informações da ficha de inscrição para o e-mail: rozz.mcs@gmail.com. Escreva no título do e-mail: POEMAS E CONTOS EXTRAORDINÁRIOS

O envio da ficha de inscrição + poema ou conto para o e-mail indicado significa que o autor(a) leu todas as informações e regras dessa página para participação na antologia.

Não fique fora dessa. O concurso cultural será amplamente divulgado nas redes sociais.

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Alzira de Souza Umbelino Cardillo e o livro Histórias para mães dormirem


Alzira de Souza Umbelino Cardillo
é mineira, da cidade de Itabira, formada em Letras, pós-graduada em Leitura e Texto e Mestra em Literaturas de Língua Portuguesa pela Puc Minas. A escritora Alzira é também professora e cantora pop-lírica. Coautora em duas publicações anteriores, em 2013 foi uma das 15 selecionadas do “Prêmio Sesc Brasília de Literatura Infantil Monteiro Lobato” com o conto JOANA JOANINHA, constante na coleção de contos da instituição. Seu primeiro livro individual foi o MONA, infantojuvenil publicado em 2015. Em 2019 lançou INTERIOR DE MIM, volume em versos.
 
ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?


Alzira Souza Umbelino Cardillo: Escrevo desde a infância, muito criança já escrevia poeminhas, quadras na maioria, de rima fácil, muito bobinhas. Mas era o despertar do gosto pela escrita. Junto com a escrita veio o gosto pela leitura, ou vice-versa. Sempre li muito, por gosto e por obrigação. A minha formação acadêmica sempre exigiu muitas leituras, evidentemente, mas nunca deixei de ler e escrever por prazer, por menos que imaginasse um dia publicar meus textos.

Conexão Literatura: Você é autora do livro “Histórias para mães dormirem”. Poderia comentar?

Alzira Souza Umbelino Cardillo: “Histórias para mães dormirem” é uma seleção de contos escritos durante alguns anos. Em um momento percebi que tinha um bocado de textos com mães protagonistas e considerei-os bons. Resolvi escrever alguns mais, devagar, e juntá-los em um volume.

Conexão Literatura: Como é o seu processo de criação? Quais são as suas inspirações?

Alzira Souza Umbelino Cardillo: Meu hábito de escrita é noturno, raras vezes escrevo à luz do dia. De dia estudo, leio, faço resumos, resenhas, essas coisas. Quanto às inspirações, elas veem da vivência, das experiências, das leituras, das conversas, até mesmo dos jornais. O cérebro liquidifica tudo e em um determinado momento as informações todas fazem surgir uma história. Ela chega devagarzinho, como um fiapo de lã presa ao novelo, e a gente vai puxando, puxando, tecendo, arrematando, até que o texto acontece.

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho do seu livro especialmente para os nossos leitores?  

Alzira Souza Umbelino Cardillo: Selecionei os contos que mais gosto, então é difícil dizer de um. Mas, o conto “Astronauta”, que ilustra a capa do livro, é um conto que gosto de reler. Digamos que seja, para mim, especial.

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário?

Alzira Souza Umbelino Cardillo: Pelo site da editora é possível adquirir o livro e saber mais de mim. No caso de um convite para bate-papo, também é possível pela editora, através do telefone/whatsapp, abaixo:
https://conhecimentolivraria.com.br/produto/historias-para-maes-dormirem/

(31) 3273.2340 / (31) 3243.9392

Conexão Literatura: Quais dicas daria para os autores em início de carreira?

Alzira Souza Umbelino Cardillo: Praticar o exercício da leitura e da escrita, é fundamental. Persistência, dedicação, vontade e continuidade.

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta?

Alzira Souza Umbelino Cardillo: Sim, vários. Um outro livro de contos está na forma para 2021.

Perguntas rápidas:

Um livro: Dom Casmurro, de Machado de Assis
Um ator ou atriz: Tom Hanks    
Um filme: As aventuras de Pi
Um hobby: Cozinhar
Um dia especial: Publicação do primeiro livro

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário?

Alzira Souza Umbelino Cardillo: O livro “Histórias para Mães Dormirem” foi escrito por uma mãe de duas filhas para mães, principalmente. Mas também para pais biológicos e adotivos, pais espirituais, tios e primos, porque as inesgotáveis singularidades de uma mãe devem ser sempre mais conhecidas e apreciadas.

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Conheça "Um Olhar no Mirante", novo livro do autor Franccis Yoshi Kawa


Perfilado na beira da ponte que divide a cidade em dois, Matias só pensa na bela e elegante Anna Rosa. Um puxão no ombro, e Matias é intimado por Jennifer a repensar suas atitudes. A família de Anna Rosa gosta de ostentar poder econômico e mantêm preconceitos que criam barreiras para o jovem casal. A viagem da moça será definitiva? Este é um livro de fácil leitura e compreensão, e seu enredo, além de emocionar o leitor, o ajudará a questionar o mundo. A análise psicológica dos personagens e a trama certamente cativará os leitores.
Isabel Furini

Trecho do livro:

“Anna Rosa suspirou fundo olhando a paisagem que se descortinava de cima do mirante. Mathias olhou para Anna Rosa, como há muito tempo não a via. Parecia serena, com semblante de felicidade. Devia ser aquela atmosfera mexendo com ela. Mathias estava calmo, sem que a onda de raiva tomasse conta, toda vez que Anna Rosa se mostrava amorosa. Reparou como ela era linda e seu sorriso deslumbrante. Conseguiu lembrar de momentos com ela, sem que a indignação censurasse suas recordações. As imagens daquela que foi seu primeiro amor vieram a tona. Quando a conheceu, achou que era linda demais para admitir que a merecia. Jamais podia imaginar que um dia se apaixonaria perdidamente por ela.”
Franccis Yoshi Kawa

Leia entrevista com o autor: http://www.revistaconexaoliteratura.com.br/2020/11/franccis-yoshi-kawa-e-o-livro-um-olhar.html

Para saber mais ou adquirir o livro: https://www.amazon.com.br/olhar-mirante-Franccis-Yoshi-Kawa-ebook/dp/B08L2213R3

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Conan e a maldição da lua crescente


A maldição da lua crescente, publicada originalmente em The savage sword of conan 5,  é uma das melhores histórias de Conan de todos os tempos e uma das que melhor encarnam todas as características das histórias do cimério: mulheres bonitas, magia, monstros e Conan mais fodão do que nunca.

Na história, Taramis, rainha de Khauran tem uma irmã gêmea desconhecida, uma feiticeira maligna, que surge um dia e toma seu lugar, aprisionando a verdadeira rainha nas masmorras. Seu aliado é um mercenário que, com seu exército, toma a cidade. Os soldados da guarda ficam atônitos com as ordens da rainha de obedecer o mercenário até que Conan percebe que aquela não é Taramis, o que faz com que ele seja preso em uma cruz no deserto para ser comido pelos abutres.

Essa sequência do deserto é uma das melhores de toda a trajetória do cimério. São dez páginas em que Roy Thomas e John Buscema mostram porque são considerados mestres absolutos do gênero. Desenho e texto se unem perfeitamente em uma cena brutal, cujo melhor momento é quando um dos abutres tenta comer os olhos de Conan:
“Por fim, o sol mergulha como uma bola sinistra num ardente mar de sangue... ele próprio parece ser rubro como sangue... e as sombras do leste, negras feito ébano. Há outras sombras também... e o bater cada vez mais alto de asas em seus ouvidos... Conan sabe que seus gritos não vão afugentar os abutres. E o maior deles está voando cada vez mais baixo... subitamente, o pássaro investe com determinação, seu bico afiado cintila... e rasga a face de Conan, que vira sua cabeça... e, sem oferecer tempo para reação, fecha seus dentes poderosos... que se cravam como as mandíbulas de um lobo no pescoço da criatura! Imediatamente o abutre explode em guinchos de dor e histeria”.

Se sabe ser brutal, John Buscena sabe também ser delicado. As cenas que mostram as rainhas são verdadeiras obras de arte. Enquanto os homens são mostrados com uma arte-final pesada, as mulheres são desenhadas com poucas e sinuosas linhas. A primeria vez em que vemos Salomé, a rainha má, por completo, é uma obra-prima da beleza. Mas, ao mesmo tempo, o desenhista consegue imprimir a seu rosto um ar de maldade, que não existe na irmã boa.

Em tempo: no Brasil essa história foi publicada no volume 5 de A espada selvagem de Conan e no terceiro volume da coleção da Salvat.

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quinta-feira, 26 de novembro de 2020

Franccis Yoshi Kawa e o livro Um olhar no mirante


Franccis Yoshi Kawa
escreveu o livro Ajoelhar Jamais, da Editora Appris, Os Velhacos, e Namida Taiko pela Editora Insight, em coautoria com Helena Douthe. Nasceu em Arapongas, no Paraná. É formado em Ciências Contábeis pela UFPR.

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Franccis Yoshi Kawa: Quando tinha 16 anos por influência de um colega no colégio onde estudava, comecei a escrever textos de no máximo duas páginas. Parei de escrever aos 20 anos quando vim para Curitiba e arrumei emprego. Voltei a escrever faz uns oito anos em coautoria com Helena Douthe. 

Conexão Literatura: Você é autor do livro “Um olhar no mirante”. Poderia comentar? 

Franccis Yoshi Kawa: O livro "Um Olhar no Mirante" é o primeiro livro que escrevo sozinho. Está ambientado nos anos 1980 em uma cidade dominada por poderosos. No dia de baile de debutantes que acontece em um clube de alta sociedade, um rapaz é descartado cruelmente devido sua condição social. 

Conexão Literatura: Como é o seu processo de criação? Quais são as suas inspirações?

Franccis Yoshi Kawa: Acho que se pode dizer um projeto, como um maquete usado na engenharia de construção. É feito um esboço do livro, onde tem início, meio e fim. Inspiração e transpiração produz o recheio da obra. 

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho do seu livro especialmente para os nossos leitores?  

Franccis Yoshi Kawa: Sergei é um personagem secundário. Mas o pouco que ele aparece provoca mudança no enredo. Ele e Jennifer são dois desajustados, como dois anjos caídos. Ele diz que ela é a mulher mais linda do universo. Ela responde que são os olhos dele que a veem linda, antes de ir embora. No final os dois se salvam. 

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Franccis Yoshi Kawa: O livro "Um Olhar no Mirante" está a venda na Amazon, na versão ebook. Outras informações estão no Google, é só digitar o título do livro ou clicar aqui

Conexão Literatura: Quais dicas daria para os autores em início de carreira?

Franccis Yoshi Kawa: Acho que é importante definir para qual público pretende escrever. 

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

Franccis Yoshi Kawa:  Pretendo escrever um romance que seja o contrário deste cenário de pandemia que estamos vivendo.

Perguntas rápidas:

Um ator ou atriz: Catherine Deneuve

Um filme: Titanic

Um hobby: Escrever

Um dia especial: O primeiro dia do próximo ano, esperando que seja melhor que o anterior. 

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Franccis Yoshi Kawa: Escrever é construir um mundo que não existe. É como se estivesse dentro de um sonho perseguindo miragem. É forte razão para seguir em frente. 

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quarta-feira, 25 de novembro de 2020

Já está disponível o e-book HELSING - CAÇADORES DE MONSTROS. Baixe o seu gratuitamente


SINOPSE: Este concurso literário foi inspirado e feito em homenagem ao personagem Abraham Van Helsing, do romance Drácula de Bram StokerHelsing era um professor de antropologia e filosofia, especialista em doenças obscuras, um caçador de monstros (especialmente de vampiros), que usava água benta, estacas, adagas abençoadas, etc. 
A obra reunirá diversos caçadores(as) de monstros. Os seres infernais que se cuidem...

LISTA DOS SELECIONADOS PARA A COLETÂNEA "HELSING - CAÇADORES DE MONSTROS"

 1 - Cleber Gimenes Freitas - O Caçador
 2 - Franciele Bach - Mantícora - Uma Herança Para os Helsing
 3 - Gisele Wommer - O Cheiro do Fogo
 4 - Sir Lemonpie (Henrique Carvalho Iwamoto) - Monstros em pele de homem
 5 - Ney Alencar - A Fúria Benevolente
 6 - Roberto Schima - O último monstro
 7 - Rozz Messias - O Caçador
 8 - Gabriella Rebeca Barros Rabelo - O senhor da morte

Com participação do organizador Ademir Pascale, com o conto "Antônio Spadoni - O Caçador de Demônios"

PARA BAIXAR O E-BOOK E LER GRATUITAMENTE: CLIQUE AQUI


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Alcançamos hoje mais de um milhão e meio de acessos


O site da Revista Conexão Literatura completou hoje (25/11/2020) + de um milhão e meio de acessos. Isso é motivo para comemorarmos, pois trabalhamos com cultura e lutamos muito pelo incentivo à leitura, com notícias diversas sobre literatura, lançamentos de livros, eventos literários, entrevistas com autores (novos ou não), dicas de livros, etc. Fazemos tudo isso porque amamos livros e além de tudo, porque queremos um país com mais leitores, pois sabemos que é somente através da leitura e da educação que conseguiremos um Brasil melhor.

Sobre a história da Revista Conexão Literatura:

Tudo começou com uma ideia em julho/2015, sendo lançada de forma experimental a edição de nº 01, tendo como destaque o grande escritor Oscar Wilde. A Revista Conexão Literatura tornou-se um grande canal digital de entretenimento e informação para autores, leitores, editores, blogueiros e profissionais do meio literário e cultural. Foram entrevistados e passaram pelas edições da revista autores como Conceição EvaristoElisa LucindaMartinho da VilaEduardo SpohrJosé Xavier CortezPedro Bandeira, Paula Pimenta e Mario Sergio Cortella, além das plataformas Amazon KDP e Skoob. Nossas matérias, entrevistas e postagens são bem elaboradas e super divulgadas nas redes sociais, gerando atenção até de grandes nomes, como a do escritor, professor e filósofo Mario Sérgio Cortella: Clique aquiaqui e aqui, também  do músico e escritor Martinho da Vila: Clique aqui, da escritora, poetisa e atriz de várias novelas da Rede Globo, Elisa Lucinda: Clique aqui, e até da própria Amazon KDP: Clique aqui, além de ser mencionada por várias editoras, como a Editora Melhoramentos: Clique aqui e Editora Malê: clique aqui. Algumas de nossas postagens chegam a gerar milhares de compartilhamentos, visualizações e centenas de curtidas, como a da edição com a escritora Conceição Evaristo em destaque: Clique aqui.
A pontualidade, seriedade e profissionalismo da equipe da Revista Conexão Literatura, permitiram que suas edições chegassem até milhares de internautas por meio das redes sociais FacebookTwitter e Instagram. Nossas edições são mensais. Os leitores podem baixar e ler a revista digital gratuitamente: clique aqui.  

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terça-feira, 24 de novembro de 2020

Caroline Verban e o livro Ao Som de um Violino, por Cida Simka e Sérgio Simka

Caroline Verban - Foto divulgação

Fale-nos sobre você.

Caroline Verban é diretora e atriz, com formação em teatro pela escola Incenna. Entrou para o teatro aos 16 anos como assistente de direção na peça infantil “A Filha do Duque”, e depois partiu para a atuação, tendo hoje em seu currículo seis peças teatrais: A Bela Adormecida, Raul Fora da Lei, Segura o Velho, Bodas de Sangue, a Comédia dos Erros e Branca de Neve. Participou da novela Sol Nascente e fez parte do elenco das novelas A Força do Querer e Éramos Seis, da TV Globo. Descobriu sua paixão pela escrita na adolescência, quando escrevia poesias. É autora do livro infantil Sonhos de Nina. 

ENTREVISTA:

Fale-nos sobre o seu livro. O que a motivou a escrevê-lo? Foi fácil publicá-lo?

O que me inspirou a escrever Ao Som de um Violino foi uma fotografia, que eu vi no Google, de uma camponesa segurando um violino, na hora estava tocando a música “Viva la Vida – Coldplay”, então a história veio como uma brisa que toca nossa pele. E assim nasceu o livro, foram muitas noites em claro para escrever a história da personagem Camila. 

Eu cheguei à Editora Matrix através do meu assessor Fernando Verdasca, então começamos o processo de envio do material para a editora, chegamos a ter nossa primeira reunião na sede da Matrix, onde conversamos sobre a história e as dificuldades que teríamos. Foi uma longa conversa com a diretoria, mas, enfim, fechamos o contrato. Não sei dizer se foi fácil, acredito que não, porque o autor (a), quando vai ter uma reunião com alguma editora, não significa que tá tudo certo para fechar contrato, e sim, entramos na fase de vender nossa história e convencer o outro lado de que ela vale a pena. 

Fale-nos sobre o seu outro livro.

Sonhos de Nina é um livro encantador, uma história que leva o leitor ao mundo imaginário, um universo cheio de encantos, onde a personagem central da história, Nina, ao lado de seu amigo inglês Enzo, passam por diversos vilarejos mágicos. Os leitores vão aprendendo junto com os personagens os valores essenciais para a vida, exemplo: amor, perseverança, amizade, honestidade e humildade. O livro aborda uma questão importante: o bullying. Mostra ao leitor os dois lados, de quem faz, e de quem sofre. É um livro que alcança todas as idades, sem restrições. 

Como analisa a questão da leitura no país?

O Brasil ainda caminha a passos lentos para ser um país onde a leitura vai ser primordial, tanto para as crianças, adolescentes e adultos, podendo um dia se equiparar à Europa, onde a literatura é mais valorizada. 

O que tem lido ultimamente?

Ultimamente tenho lido livros de historiadores, exemplo: Caio Prado Junior, Jacques Lê Goff, Leandro Karnal, Laurentino Gomes, Norbeto Luiz Guarinello, Circe Bittencourt, e por aí vai. Há dois anos resolvi fazer graduação em história para aprimorar meu conhecimento, acredito que isso vai me ajudar tanto na parte de escritora, como de atriz e diretora. 

Quais os seus próximos projetos?

Tenho alguns projetos, um deles é que ano que vem o livro “Ao Som de um Violino” vai ganhar os palcos do teatro de São Paulo, vamos realizar uma linda temporada no teatro Folha, ainda não temos uma data definida por conta da situação crítica em que o mundo vive.

Link para o livro:

https://matrixeditora.com.br/produtos/ao-som-de-um-violino


CIDA SIMKA

É licenciada em Letras pelas Faculdades Integradas de Ribeirão Pires (FIRP). Autora, dentre outros, dos livros O enigma da velha casa (Editora Uirapuru, 2016), Prática de escrita: atividades para pensar e escrever (Wak Editora, 2019) e O enigma da biblioteca (Editora Verlidelas, 2020). Organizadora dos livros Uma noite no castelo (Editora Selo Jovem, 2019), Contos para um mundo melhor (Editora Xeque-Matte, 2019), Aquela casa (Editora Verlidelas, 2020) e Um fantasma ronda o campus (Editora Verlidelas, 2020). Colunista da revista Conexão Literatura.

SÉRGIO SIMKA

É professor universitário desde 1999. Autor de mais de seis dezenas de livros publicados nas áreas de gramática, literatura, produção textual, literatura infantil e infantojuvenil. Idealizou, com Cida Simka, a série Mistério, publicada pela Editora Uirapuru. Membro do Conselho Editorial da Editora Pumpkin e colunista da revista Conexão Literatura. Seu mais novo livro se intitula Pedagogia do encantamento: por um ensino eficaz de escrita (Editora Mercado de Letras, 2020).

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Literatura brasileira com protagonistas fortes e que vão atrás de seus objetivos

Larissa Brasil - Foto divulgação

Larissa Brasil levou as histórias que permeavam sua mente para o papel e já conquistou prêmios, com uma literatura envolvente, cheia de suspense, tramas policiais e realismo mágico e que mostra que as mulheres estão dominando um mundo que já foi considerado bem mais masculino.

Larissa Brasil, que acaba de ser vencedora do Prêmio ABERST 2020 na categoria Melhor Livro de Suspense, com seu A Garota da Casa da Colina, começou a escrever ainda na adolescência, na maioria poemas. Mal sabia que estava começando uma jornada que retomaria em 2012, quando uma fase depressiva a levou de volta às histórias.

Ela conta: “a escrita me fez seguir em frente. Foi uma maneira de colocar os pensamentos no papel e dar voz a eles. A partir daí as histórias, que sempre ficavam presas na minha cabeça, começaram a se soltar para o mundo e eu me descobri escritora”.

Para Larissa, ser escritora no Brasil não é uma tarefa fácil: “estamos sempre concorrendo com os livros de fora, existe um certo preconceito, uma ideia de que o autor nacional é despreparado”, revela. Ela vê a tecnologia como uma aliada na mudança dessa mentalidade: “o e-book veio para ajudar nessa questão (inclusive com os valores) e hoje tem autores que só publicam em plataformas digitais, por exemplo”.

Larissa também fala sobre o preconceito por ser mulher e escrever suspense/policial. “a mulher acaba por ser descredenciada em alguns gêneros, como se devêssemos escrever apenas sobre romance. Hoje, conheço várias mulheres que se destacam no policial, suspense e thriller e no Brasil vêm crescendo esse número a cada ano”.

Ela explica que escrever esse tipo de história aconteceu de forma natural: “quando as ideias vinham, era sempre algo envolvendo suspense, medo do desconhecido, protagonistas tomando partido e indo atrás do que gosta. Na verdade, eu tenho essa característica, de criar protagonistas fortes, que vão atrás de seus objetivos, e o gênero policial se encaixa perfeitamente”, reforça.

“Nunca achei que teria estômago para estudar criminologia, mas me vi escrevendo uma história de uma investigadora de polícia que enfrenta monstros da vida real e isso me motivou muito. Foi um livro que adorei escrever. Conversei com médicos, peritos, legistas, policiais e me descobri uma escritora do gênero policial em 2020”, conta.

Seu primeiro romance, “A Garota da Casa da Colina”, acaba de ser premiado como Melhor Suspense de 2020. Seu “Conto do Coronel fantasma” rendeu a ela o prêmio ABERST de autora revelação em 2018, e ainda tem “Onde o Vento Faz a Curva”, “Tr3s”, um livro sobre bruxas que escreveu com a xará, Larissa Prado. Completam o quadro de sucessos mais dois contos policiais, “Areia Movediça” e “O Machado da Casa de Pedra”, que ganhou menção honrosa no III Prêmio Aberst de Literatura.

Para 2021, Larissa tem muitos planos, que já começaram a ser desenhados: “meu livro policial será lançado em abril e devo começar um projeto de fantasia para o público infanto-juvenil, além da continuação da história policial”. Ideias não faltam, talento, muito menos. É bom ficar de olho no que vem por aí!

Onde encontrar:

https://www.larissabrasil.com.br/

https://www.instagram.com/larabrasil/?hl=pt-br 

Mais informações:

https://www.larissabrasil.com.br/ | larabrasil@hotmail.com 

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segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Participe da antologia (ebook) Poesias ao Vento - Manifestações artísticas. Leia o edital


PARTICIPE DA ANTOLOGIA (E-BOOK): POESIAS AO VENTO - MANIFESTAÇÕES ARTÍSTICAS

REGRAS PARA PARTICIPAÇÃO NA ANTOLOGIA DIGITAL "POESIAS AO VENTO - MANIFESTAÇÕES ARTÍSTICAS":

1 - Escrever um poema sobre qualquer tema (livre). Aceitaremos até 2 poemas por autor. Caso sejam aprovados, os 2 poemas serão publicados.

2 - SOBRE O POEMA: até 4 páginas, fonte Times ou Arial, tamanho 12, incluindo título.
     
3 - Tipo de arquivo aceito: documento do Word (arquivos em PDF serão deletados).

4 - O poema não precisa ser inédito, desde que os direitos autorais sejam do autor e não da editora ou qualquer outra plataforma de publicação.

5 - Idade mínima do autor para participação na antologia: 18 anos completos. Menores de idade irão precisar de autorização dos pais ou responsável, caso o poema seja aprovado.

6 - Envie o poema pré-revisado. Leia e releia antes de enviá-lo.

7 - Data para envio do conto: do dia 14/11/20 até 14/12/20.

8 - Veja ficha de inscrição no final desse texto. Leia, copie as informações e preencha. Envie as informações da ficha + o conto ou poema para o e-mail: contato@edgarallanpoe.com.br. Escreva no título do e-mail: POESIAS AO VENTO

CUSTO PARA O AUTOR:

R$ 50,00 por poema. Caso o autor envie 2 poemas e tenha os dois selecionados, o valor será R$ 100,00. As informações para depósito serão informadas ao autor no e-mail que enviaremos caso o conto ou poema seja aprovado.
O valor servirá para cobrir os custos de leitura crítica e revisão, diagramação e divulgação da obra.

A antologia será digital (e-book) e gratuita para os leitores baixarem através de download, ela não será vendida. A antologia será amplamente divulgada nas redes sociais da Revista Conexão Literatura: Fanpage e Grupos do Facebook, Instagram e Twitter, que somam cerca de 150 mil seguidores.

O resultado será divulgado no site www.revistaconexaoliteratura.com.br e na fanpage www.facebook.com/conexaoliteratura, até o dia 15/12/20.

OBS: Enviaremos certificado digital de participação para os autores selecionados.


NOSSOS CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO:

A) - Criatividade;

B) - Textos preconceituosos, homofóbicos, racistas ou que usem palavras de baixo calão, serão desconsiderados;

C) - Seguir todas as regras para participação.

OBS.: Ademir Pascale, idealizador do concurso, disponibilizou para download uma apostila intitulada "Oficina Jovem Escritor", com dicas para quem está iniciando no mundo da escrita. Baixe gratuitamente, leia e pratique: CLIQUE AQUI.


FICHA DE INSCRIÇÃO DO AUTOR(A)

Nome completo do autor(a):

Seu Pseudônimo (caso use), para publicação na antologia:

Idade:

Título da poesia:

E-mail 1:
E-mail 2 (caso tenha):

Biografia em terceira pessoa (escreva sobre você num máximo de 7 linhas):


IMPORTANTE: Envie todas essas informações da ficha de inscrição para o e-mail: contato@edgarallanpoe.com.br. Escreva no título do e-mail: POESIAS AO VENTO

O envio da ficha de inscrição + poesia para o e-mail indicado significa que o autor(a) leu todas as informações e regras dessa página para participação na antologia.

Não fique fora dessa. O concurso cultural será amplamente divulgado nas redes sociais.

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E-mail: ademirpascale@gmail.com

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