segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

Mormaço Editorial estreia no mercado para dar visibilidade a novos autores nordestinos

 Voltada para publicações independentes, a editora lança a sua primeira obra: "Tantas que aqui passaram", da editora, escritora e poeta Maria Luiza Machado, com edição da cordelista pernambucana Jarid Arraes


Segundo a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, do Instituto Pró-Livro, entre as dez capitais brasileiras que mais leram em 2019, cinco delas ficam no Nordeste. Ao analisar a visibilidade da produção nordestina, não vemos números tão expressivos, mas os novos autores existem e procuram ocupar mais espaço na cena editorial nacional. 


Com o propósito de dar voz e vez a estes escritores estreantes, surgiu, em plena pandemia e em meio ao caos do anúncio da nova tributação de livros, a Mormaço Editorial, com o objetivo de dar visibilidade às publicações independentes nordestinas, valorizando a pluralidade. A marca baiana — uma iniciativa dos escritores e editores Maria Luiza Machado e Daniel Pasini — também vai abrir espaço para outras publicações, além de projetos e antologias desenvolvidos pelos sócios. 


Segundo Maria Luiza, a editora responsável pela Mormaço, não é possível falar em uma "literatura nordestina" de forma unificada. "Existe uma grande diversidade no que é publicado, como não poderia deixar de ser, considerando o tamanho e as particularidades dos estados da região e dos grupos de pessoas que a compõem: mulheres, homens, jovens adultos, LGBTQI+, independentes etc", frisa. Ela aponta que o mercado editorial nordestino está passando por uma espécie de reformulação, com o aumento do cenário independente. "É um mercado em transformação, com mais novos e jovens escritores conseguindo ocupar mais espaços."


Porém, um novo autor não precisa, necessariamente, investir na publicação independente: "A Mormaço Editorial trabalha com recebimento de originais, de forma periódica; uma forma interessante de se publicar, principalmente quando se trata de um primeiro livro". A ideia, de acordo com Maria Luiza, é ser uma editora que oferece acolhimento aos escritores e, sobretudo, reconhecimento e identificação. 


Primeiro lançamento feito totalmente por mulheres


"Muita gente chega até mim com dificuldades para publicar. Quero dar espaço para esses autores, explicar todo o processo de publicação de um livro, prestar um serviço de consultoria mesmo, dizendo tudo que não me explicaram quando lancei o meu primeiro livro", destaca a escritora que publica a sua terceira obra "Tantas que aqui passaram", a primeira da Mormaço Editorial, viabilizada via Catarse. 


"Nela, eu conto, em forma de poemas narrativos, fragmentos e cenas que fazem parte da história de diferentes mulheres", resume. O livro também foi totalmente produzido por elas: a edição é da escritora, cordelista e poeta Jarid Arraes e o projeto gráfico é assinado pela poeta e ilustradora Isabela Sancho. O posfácio ficou por conta da antropóloga, colagista e também escritora Monique Malcher. 


Além da editora, a dupla de sócios criou a Revista Mormaço, publicação digital que reúne textos produzidos por uma equipe fixa de escritores e também enviada por voluntários e colaboradores. Mais informações podem ser acessadas pelo site: www.mormacoeditorial.com.br

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ENTREVISTA: J. J. Santos e o livro Terror sem face, por Cida Simka e Sérgio Simka


Fale-nos sobre você.


Trabalho na área administrativa de uma empresa de pequeno porte, tranquei minha faculdade de pedagogia há alguns anos devido a vários fatores, fui professor de informática em curto período. Desde que me lembro sempre gostei de ler e escrever, gosto de criar contos de diversos gêneros, sendo meu preferido de suspense e terror, e postar no Facebook onde tenho fãs de coração, e os mesmos contos estão na plataforma do wattpad.com e o mais importante: eu amo um bazar de livros.

ENTREVISTA:

Fale-nos sobre o seu livro. O que o levou a escrevê-lo?


O livro fala sobre um detetive que resolveu os casos mais complicados da capital onde ninguém mais podia resolvê-los e devido a ter visto o horror que o ser humano é capaz de fazer por vingança, ódio ou por simplesmente gostar de matar, o então detetive quer sua aposentadoria precoce. Óbvio que nada vem assim, de mão beijada. Antes de o chefe do distrito policial assinar as papeladas ele recebe uma última missão, viajar para uma cidade longe da capital para resolver o caso de desaparecimento de crianças; e para poder solucionar, o detetive terá que abandonar suas crenças acadêmicas e religiosas.
Eu escrevi um livro por volta do ano de 2013-2015 quando eu estava em uma depressão, eu sentia um vazio e uma dor invisível que ninguém compreendia, me sentia só, mesmo estando rodeado de amigos e da família. Foi quando eu soube da história de uma creepypasta da internet e o fascínio acabou ganhando vida em minha mente que resolvi esboçar no papel. Quando eu escrevia o livro eu sentia medo, pois sentia estar sendo observado; mesmo eu estando só em casa sentia a presença de alguém, tive terror noturno, paralisia do sono e tudo isso nos períodos em que escrevia o livro. Quanto mais eu estava no ápice do livro, mais fortes ficavam as sensações de medo em mim, e aquilo me dava mais vontade de escrever e de escrever o livro, até que finalmente eu terminei e as sensações que antes eu sentia de depressão e de medo, enquanto escrevia, sumiram de mim como passe de mágica e hoje sou uma pessoa muito de bem com a vida. Diria que O Terror sem Face foi uma experiência que irei levar pro resto da minha vida.

Como analisa o mercado de terror/horror nacional?


Muitas pessoas acabam conhecendo alguns livros de terror ou suspense graças a filmes ou séries de TV, mas mesmo possuindo vários gêneros de leitura as pessoas não têm muito o hábito de ler, digo o livro físico. E agora com essa pandemia os livros em seus formatos digitais ganharam um pouco mais de força e pela facilidade de acesso.
Tem pessoas que são bibliófilos que preferem o antiquado ao modernizado, sou os dois, as pessoas mal sabem o que estão perdendo e o que sua imaginação pode fazer lendo um bom livro.

Como analisa a questão da leitura no país?

Só posso me expressar em uma única palavra: Triste.
Nos últimos anos nosso país está perdendo muitos leitores, não digo no quesito de milhares e sim de milhões, a pessoa lê de 1 a 2 livros por ano e "se" leu tudo mesmo. Os brasileiros não têm o costume de ler, e só vão ler algo quando o filme ou série favorita se baseou em um livro, não sabem o bem maravilhoso que faz para nosso cérebro, pessoas com as melhores notas em redação de concursos ou vestibular alcançam essas notas graças à leitura de 3 ou 4 livros ao ano. A leitura ajuda na dicção de palavras em diálogos com pessoas, ajuda no nosso bem-estar como pessoa, ajuda em nosso convívio com a família e com a sociedade e sem falar que até nossos sonhos podem ser controlados, tudo isso se alcança com o hábito de ler. O que falta é incentivo de todas as partes ou então uma única palavra será ecoada nas cabeças vazias de muitos: Tristeza.

O que tem lido ultimamente?

Meu último livro foi O Colecionador de Lágrimas de Augusto Cury, que já li bem umas três vezes e sempre choro em algumas partes.
Estou lendo agora um livro de Ana Elizabeth Cavalcanti da Costa chamado Bruxas de Verdade - Conhecendo e Desvendando a Magia.

Quais os seus próximos projetos?


Pretendo no futuro criar um segundo livro envolvendo o universo de O Terror sem Face, mas com outro título e outro drama, tenho planos de criar uma trilogia ou quem sabe uma saga, dependo da opinião dos meus leitores e fãs do detetive para que essa empreitada saia impressa, pois já tenho ideias anotadas em papel do segundo, terceiro, quarto e quinto livro.
Mas agora, deixando de lado o Terror sem Face, estou lendo muitos livros ligados à magia, misticismo e aos zodíacos, pois quero escrever e lançar meu próximo livro ligado a esse universo místico cheio de magias e poderes, já antecipo que serão mulheres como protagonistas, estou criando o universo do zero mostrando a origem do mundo no meu ponto de vista, os elementos, os seres e digo que será um livro grandioso e bem trabalhoso em parceria com um amigo meu, é como diz um ditado "duas cabeças pensam melhor que uma".

Link para o livro:

https://www.eviseu.com/pt/livros/1207/o-terror-sem-face



CIDA SIMKA
É licenciada em Letras pelas Faculdades Integradas de Ribeirão Pires (FIRP). Autora, dentre outros, dos livros O enigma da velha casa (Editora Uirapuru, 2016), Prática de escrita: atividades para pensar e escrever (Wak Editora, 2019), O enigma da biblioteca (Editora Verlidelas, 2020) e Horror na biblioteca (Editora Verlidelas, 2021). Organizadora dos livros Uma noite no castelo (Editora Selo Jovem, 2019), Contos para um mundo melhor (Editora Xeque-Matte, 2019), Aquela casa (Editora Verlidelas, 2020) e Um fantasma ronda o campus (Editora Verlidelas, 2020). Colunista da revista Conexão Literatura.


SÉRGIO SIMKA
É professor universitário desde 1999. Autor de mais de seis dezenas de livros publicados nas áreas de gramática, literatura, produção textual, literatura infantil e infantojuvenil. Idealizou, com Cida Simka, a série Mistério, publicada pela editora Uirapuru. Membro do conselho editorial da Editora Pumpkin e colunista da revista Conexão Literatura. Seu mais novo livro infantojuvenil se intitula Horror na biblioteca (Editora Verlidelas, 2021).

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domingo, 17 de janeiro de 2021

Saiu a lista dos selecionados para a antologia O LEGADO DE FLORBELA ESPANCA

Após a leitura de algumas dezenas de poemas e contos, eis os(as) 17 autores(as) selecionados(as) para a antologia O LEGADO DE FLORBELA ESPANCA. Parabéns, tenho certeza que os leitores e fãs de Florbela Espanca irão adorar esse e-book. 

CONFIRA A LISTA DOS AUTORES(AS) SELECIONADOS(AS) E SEUS RESPECTIVOS POEMAS E CONTOS:

 1 - Rozz Messias - Mulher bela
 2 - Cristiane de Mesquita Alves - À Flor, a bela que espanca
 3 - Pedro Guastelli Fadini - A Moça do Bosque e Ruiva 
 4 - Rosangela Mariano (Lunara) - Sangrou
 5 - Brunno Vianna de Andrade - A moça e a árvore
 6 - Vânia Pontes (Menina da luz encantada) - Caminho
 7 - Elessandra Marisa Ferrari Gazola - Minha existência 
 8 - Gilda Portella - Eu e outros Eus e Feito Do Mesmo Barro
 9 - Andresa Callegari - Colcha de Retalho
10 - Kátia Surreal - Amor de cisma - Clausura
11 - Sônia Barreto Freire - Bela Reinvenção
12 - S.R.Pelegrini - Lona
13 - Amanda Saldanha (Coração sem cercas) - Poema 1 e Poema 2
14 - Ana Letícia - Corpos dóceis e insubmissos impulsos
15 - Maria Eduarda Ferrari Gazola - Liberdade
16 - Francielle Manini - Soneto de Saudade e Chegará Ele na Primavera 
17 - Sandra Silva - Tempo e Cheiro de caramelo

ENTRAREMOS EM CONTATO VIA E-MAIL COM OS SELECIONADOS.

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Segunda edição da Festa Literária de Uauá será virtual

 

Arthurita Tabajara - Crédito - Divulgação

FLIU começa no dia 21 de janeiro com mesa especial sobre Jorge Portugal e shows on-line 

Começa na quinta-feira, 21 de janeiro, às 19h, no Youtube.com/FLIU, a segunda edição da Festa Literária de Uauá que, em quatro dias contará com uma programação de mesas literárias, programação infantil e musical e exibição com nomes locais e nacionais.  "A FLIU surgiu de diversas necessidades. A maior delas, sem dúvida, era a ausência de um evento literário no sertão da Bahia. Era questão de honra para uma região tão literária", conta a coordenadora, Lorena Ribeiro. O projeto será realizado entre os dias 21 e 24 e tem o propósito de provocar uma reflexão coletiva e propositiva sobre o atual momento vivenciado mundialmente e como a arte interfere diretamente com o seu papel acolhedor.

 

Nos dias do evento, a FLIU Virtual irá abordar temas ligados ao processo literário durante à pandemia e como esse processo pode ser transformador na formação da sociedade. A programação terá debates sobre temas fundamentais para o desenvolvimento humano e contará com nomes da literatura, música, teatro e política, como Xico Sá, Marcelino Freire, Bráulio Bessa, Elisa Lucinda, Capinam e Roberto Mendes. A edição fará uma homenagem ao professor Jorge Portugal, que faleceu em 2020. A curadoria da FLIU Virtual é de Maviael Melo, poeta, cantador, cordelista e cidadão Uauaense desde 2017.

 

Na quinta feira, dia 21, a programação começa às 19h, com exibições de vídeos da FLIU 2019 e a primeira Mesa tem como tema "Jorge Portugal do Brasil", com a presença de Capinam e Roberto Mendes. A noite também terá shows musicais de Roberto Mendes e Raimundo Sodré, ambos parceiros musicais do homenageado que, farão apresentações autorais com músicas imortalizadas na parceira, a exemplo Da Massa, de Raimundo Sodré e Jorge Portugal.

 

Na sexta-feira, 22, a programação começa às 9h30, com a apresentação da Cultura Local com Nilton Freitas. Às 10h, a FLIU tem uma programação Infantil com a "Galeota do São Francisco". O dia também conta, às 14h30, com a palestra de Bráulio Bessa, que tem como tema "Poesia com Rapadura" e às 16h, Ésio Rafael media a mesa "Tempo, Espaço e a Literatura OnLine", que terá a presença de Xico Sá e Marcelino Freire. A última mesa da noite, às 19h40, é sobre "Lugar de Fala – Mulheres, Palavras e Pandemia", com Elisa Lucinda e Luna Vitrolira. A noite termina com um show de Aiace.

 

O sábado, 23, começa às 10h, com a mesa EDU Cordel – Encontro de Educação e Cordel, com Antonio Barreto, Auritha Tabajara e Elton Magalhães, com mediação de Maviael Melo. O dia também contará com vídeos da cidade de Uauá e imagens da edição presencial da FLIU, realizada em 2019 e apresentação Cultural Local, com Bianca Cordeiro. Às 14h30, terá início a mesa Política e Literaturas com Elika Takimoto e Cida Pedrosa. O dia contará com vídeos com depoimentos de moradores de Uauá e apresentação de Celo Costa. Às 19h30, a mesa batizada de "Versos e Vozes Femininas", terá a presenta de Isabelly Moreira, Erika Pók e Clarissa Macedo, com mediação de Mariana Guimarães. Para finalizar a noite, shows do grupo pernambucano Em Canto e Poesia e do Poeta Cantador Flávio Leandro.

 

A despedida da FLIU Virtual, no domingo 24, será destinada ao lançamento de Livros com um bate papo com Emmanuel Mirdad e Maviael Melo, falando dos livros Oroboró Baobá e O Espelho dos Girassóis, além da apresentação da Editora CLAE sobre a produção literária do Vale do São Francisco, com o poeta, editor e produtor juazeirense João Gilberto e, para fechar a edição, um show de Xangai e João Omar. Durante todos os dias, a FLIU também conta com apresentações de vídeos, interação com moradores da cidade e contação de histórias para crianças. "Uma programação variada, para atingirmos todos os públicos durante todo o dia, com acesso gratuito e interação, através de chat, de autores e participantes. O nordestino é um forte e a gente tem que continuar disseminando a nossa cultura", diz Lorena.

 

O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia e da Fundação Pedro Calmon (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

 

Serviço:

O que: FLIU Virtual– Festa Literária de Uauá

Onde: Youtube.com/fliu

Quando: 21, 22, 23 e 24 de janeiro

 

PROGRAMAÇÃO

 

PROGRAMAÇÃO SUGERIDA

QUINTA-FEIRA 21/01

19:30h – Abertura 

20:00h – Mesa 1 –"Jorge Portugal do Brasil" com Capinam e Roberto Mendes

21:00h - Show com Roberto Mendes

21: 30h – Show com Raimundo Sodré

 

SEXTA-FEIRA–22/01

09:30h - Apresentação Cultural Local -  Nilton Freitas

10:00h - Mesa 2: Programação Infantil - Galeota do São Francisco  - Vídeo gravado

11:00h – Intervenção da casa do Livro de Uauá

11:05h – Vídeos de Mariane Bigio

12:00h – Vídeo Depoimento

14:30h - Mesa 3: Poesia com Rapadura - Palestra com Bráulio Bessa

15:35h – Intervenção esquete grupo de teatro de Uauá

               15:40h – Vídeo das poetas pirilampas – Pók Ribeiro

16:00h - Mesa 4: Tempo, Espaço e a Literatura Online - com Xico Sá e Marcelino Freire  

Mediação: Esio Rafael  

17:30h – Vídeo depoimento

19:00h – Show com Ana Barroso

19:35h – Vídeo das poetas pirilampas – Mariana Guimarães

19:40h -  Mesa 5: Lugar de Fala – Mulheres, Palavras e Pandemia com Elisa Lucinda e Luna Vitrolira 

21:00h – Vídeo depoimento

21:00h – Show com Aiace

 

SÁBADO – 23/01

10:00h – Mesa 6: Edu Cordel – Encontro de Educação e Cordel – Antonio Barreto / Auritha Tabajara / Elton Magalhães   

Mediação: Maviael Melo

11:30h – Intervenção com vídeos de imagens de Uauá

14:00h - Apresentação Cultural Local – Bianca Cordeiro

14:30h - Mesa 7 –  Elika Takimoto e Cida Pedrosa

16:00h – Intervenção com falas de moradores de Uauá

19:00h – Apresentação de Celo Costa 

19:30h -  Mesa 9: Versos e Vozes Femininas – Isabelly Moreira – Erika Pók -Clarissa Macedo

Mediadora: Mariana Guimarães 

21:00h – Show do Em Canto e Poesia

21: 40h – Show de Flávio Leandro 

 

DOMINGO – 24/01 -  Lançamento de Livros

10:00h – Oroboro baobá com Emmanuel Mirdad  e O Espelho dos Girassóis – Maviael Melo

11:00h – Escritores do Vale do São Francisco / CLAE – João  Gilberto

12;00h – Show de Xangai e João Omar  

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sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

EM MEIO AO CAOS, DIANTE DA CRISE IMPOSTA PELA PANDEMIA, O QUE VOCÊ TEM FEITO PARA RESISTIR E NÃO SUCUMBIR AO MEDO? A PROFESSORA E POETISA ZENILDA RIBEIRO BUSCOU NA ESCRITA UMA SAÍDA, UMA JANELA


POESIA NA PANDEMIA: poemas para inspirar, denunciar e motivar.

SINOPSE:

Este livro traz parte dos poemas que venho escrevendo nesse período de isolamento, buscando ajudar colegas de trabalho, amigos, familiares e seguidores das minhas redes sociais, mas também ajudar-me, por meio da escrita literária que tem se assemelhado a um processo terapêutico, fazendo-me fluir, ressignificar a vida. Espero poder espalhar, através desses poemas, gotas de luz e de esperança. Espero ainda, poder motivar pessoas a buscarem, na prática das suas habilidades, naquilo que gostam de fazer e que o fazem com paixão, motivos para se reinventar, se ressignificar e seguir sonhando, lutando e acreditando que todo esse caos vai passar. Mesmo que muitas lacunas, dores, saudades, ausências, fiquem, que também fique em cada um de nós a capacidade de ser resiliente, empático e humano.

INFORMAÇÕES:

Editora : Publicação Independente pelo Clube de Autores e Bok2

Idioma: : português

Capa flexível : 101 páginas

ISBN-10 : 6500052536

ISBN-13 : 978-6500052534

Dimensões : 20.8 x 14.6 x 0.8 cm

Link para compra:

Amazon: https://amz.run/4D3Q

Submarino: https://bityl.co/5C2F

Americanas: https://bityl.co/5C2K

Livraria Bok2: https://www.livrariadabok2.com.br/poesia-na-pandemia

Clube de Autores: https://clubedeautores.com.br/livro/poesia-na-pandemia-2

Mercado Livre: https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1646088330-livros-poesia-na-pandemia-_JM

COMENTÁRIOS DE LEITORES:

Ler seus poemas matinais me reabastece e me concede forças para enfrentar a batalha que estamos enfrentando com essa pandemia. Obrigada por proporcionar tanto amor aos seus leitores. 

Rosimery Soares - Professora - 

Os poemas de Zenilda Ribeiro da Silva é um afago na alma. Uma leitura obrigatória nesse momento tão difícil de pandemia. Leitura obrigatória e inspiradora, não é difícil se reconhecer em seus versos, pois falam de gente, de sentimentos e dilemas ao mesmo tempo universal e pessoal. Por vezes senti que seus poemas eram sobre mim. Recomendo a todos! 

Nilson Rutizat - Professor e escritor -

É maravilhoso ter por perto alguém com alma de poeta, que traz nos versos palavras, de conforto, alegria, amor e as vezes de dor. É maravilhoso acordar e já receber a notificação de um poema que está ali aguardando para ser lido. E é ainda mais maravilhoso, quando eu me enxergo naqueles versos. É uma alegria tão grande, que a vontade é de espalhar seus versos para o mundo todo. Para que todos possam também ter a graça de transbordar de alegria e se emocionar. Tão bom quanto ter por perto alguém com alma de poeta e ter alguém que conhece nossa alma. É tipo um “ match” entre mim e a poesia. 

- Mireli Morais – Professora -

BIOGRAFIA DA AUTORA:

Zenilda Ribeiro da Silva, natural de Coremas-PB, residente em João Pessoa-PB, Graduada em Letras pela UFPB, Mestre em Letras pela UFCG. Professora de Língua Portuguesa e Literatura da Educação Básica na Paraíba e escritora. Autora de quatro livros publicados, com participações em mais de quinze Antologias (Nacionais e Internacionais).

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“Eram Uns Tempos Estranhos”, um conto de ficção científica distópica, por Roberto Fiori


Caminhava por uma rua, afastado de casa, imerso em pensamentos vagos. Incerto, pensava em me dirigir para a ponte pênsil que interligava o viaduto da autoestrada com o continente. Eram dez quilômetros de rodovia, para continuar por uma parte da costa que conhecera há meses. Decidi arriscar.

Havia algum movimento na autoestrada, àquela hora da madrugada, inferior ao turbulento trânsito diurno que se convertia em congestionamentos e acidentes. A iluminação das lâmpadas nos postes de aço era feérica em noites claras, uma coloração amarela e ofuscante, mas que se tornava pálida e borrada no orvalho que caía sobre a pista.

Um grupo de rapazes e garotas atirou duas garrafas de aguardente contra mim, que se espatifaram sem me atingir. O carro deu duas guinadas para a esquerda e para a direita, ao continuar em alta velocidade. Dei uma olhada nos restos do vidro espalhados pelas faixas da pista e, continuando pelo acostamento de concreto, pensei que se aquela gente queria mesmo me machucar, deveriam ter estacionado às margens da rodovia e me espancado de verdade. 

Olhei para o solo, trinta metros abaixo do elevado, onde algumas fogueiras denunciavam rostos macilentos e corpos esquálidos. Aquele era território de vagabundos, alguns hippies que continuavam a viver naquela época de sonho e drogados. Sabia pelo rádio e pelo jornal dos crimes que ocorriam abaixo do viaduto. E me senti deslocado, como se pertencesse a outro tipo de sociedade. 

Um grito agudo. E, ao olhar para baixo, inclinando-me sobre o “guard-rail” da rodovia, por puro reflexo, vi dois homens troncudos dispararem vezes seguidas contra um grupo, em torno de uma fogueira.

“Poderia ser comigo, aquilo”, pensei sombrio e um tanto nervoso, apressando o passo. Calculei que tinha mais sete quilômetros, até a ponte pênsil. O orvalho úmido era insuficiente para se infiltrar por entre meus três casacos velhos, mas grossos, e minha jaqueta surrada de militar. Dos anos das guerras químicas e bacteriológicas, há dez anos. Quando metade do mundo caiu perante um governo totalitário governado por um louco que queria o planeta sob seu tacão. 

“Com essa jaqueta, pode vir um furacão”, sorri, achando graça no que pensava. Um automóvel, vindo pela pista colada ao acostamento, me fez virar o corpo. O carro, um Ford de antes das guerras, aparentando estar carcomido por uma grossa camada de ferrugem, vítima de maus tratos e má conservação, tinha o pneu dianteiro direito bamboleando. 

“É, bamboleando”, apreciei a palavra dita com minha mente, como uma garfada de um bom “spaguetti”. 

O Ford deu uma guinada no instante em que passaria ao meu lado, no intuito de me esmagar contra o “guard-rail” ou me atropelar e me deixar para os ratos me devorarem. Eu me segurei à grade de proteção e pulei, ultrapassando a cerca de aço.

Agarrei-me do outro lado, próximo à base da grade, inserida no concreto que impedia que automóveis e caminhões saíssem voando da rodovia, em caso de perda de controle ou algum acidente grave. Rezei para que a massa de concreto aguentasse, quando o automóvel colidiu contra a barreira. 

Uma vez tinha lido como tais barreiras de proteção e os “guard-rails” eram construídos nos pontos em que as autoestradas seguiam por viadutos de mais de vinte metros de altura, o suficiente para matar ou mandar para a U.T.I. quem dirigia sem responsabilidade e caísse pela borda e mergulhasse no vazio.

Uma combinação de vergalhões, concreto, cimento e placas de aço era usada em toda a extensão dos dois lados dos viadutos, nos pontos em que havia uma queda mortal. Peças de metal temperado em formato de “L”, resistentes para aguentar o peso de cinquenta toneladas, suportava as barreiras contra acidentes, inseridas a uma distância de seis metros abaixo da pista, do lado exterior dela.

Não havia meios de um carro, mesmo um carro blindado de cinco toneladas, atravessar a barreira. Eram proteções de mais de dois metros de altura, enquanto que os “guard-rails” montados sobre elas tinham mais dois metros. Eu só conseguira passar para o lado do despenhadeiro, devido á minha forma física de atleta e ex-militar. Pulara e agarrara a grade de aço grosso do “guard-rail”, pintada de laranja fosforescente, e dera um giro por sobre ela. Agora, estava dependurado sobre o abismo, e ninguém sabia disso, exceto os maníacos do automóvel assassino.

O carro nem abalou a barreira. Em vez disso, começou a queimar. Sim, queimar, eu sabia que um automóvel sem manutenção, destruído pela ferrugem e sabe-se lá o que havia acontecido com ele no passado, era susceptível a incêndios. Era possível que o tanque de gasolina tenha começado a vazar com a batida, o que desencadearia o incêndio.

Ouvi gritos de pessoas. Mas eram gritos que vinham de dentro do automóvel. Senti cheiro de carne adocicada queimando. Sabia o que era. Nas guerras, tivera de matar com lança-chamas, o que fazia as vítimas cheirarem daquele modo. Os gritos foram aumentando de volume, até que pararam. Eu estava me sentindo bem, no abismo. Sabia que aguentaria por duas ou três horas dependurado. Subi, me agarrando nas barras do “guard-rail”, até me encontrar no topo. Girei o corpo e me lancei para o acostamento. Não senti o impacto, apesar de estar a uma altura de quatro metros do nível da autoestrada. 

O carro havia sido destruído e continuava a queimar. Tinha batido na proteção um metro além do local onde eu me lançara no abismo. 

Continuei a andar, olhando para as janelas do Ford. Carcaças queimavam e eu desviei a vista. A pista bifurcava-se e uma parte descia para a base do viaduto, no solo enlameado, enquanto que, seguindo reto, continuava-se até o continente. Na realidade, o vale que se formara com as guerras químicas fora seco e as formas de vida extintas, com as armas bacteriológicas. Existia uma espécie de deserto contaminado, onde o refugo da sociedade vivia. Sobrevivia, era uma palavra mais adequada. Mas quem ficava, morria de complicações nos rins, no fígado, nos intestinos. Ninguém aguentava além de dois meses, naquela pocilga.

Fiquei de sobreaviso. Olhava sobre meus ombros, sempre que um ruído de motor se aproximava. Nenhum outro problema houve. Quando cheguei à ponte pênsil, me preparando com entusiasmo para marchar outros dez quilômetros, vi que a iluminação da rodovia havia cessado. “Pode ser coisa das gangues de vândalos, que atuam no continente”, refleti.

As armas de fogo que existiam antes das guerras haviam deixado de funcionar, pelo efeito que a camada de gases químicos que precipitaram sobre todos causara. Travara o funcionamento de revólveres, pistolas, metralhadoras, fuzis, tudo o que disparava segundo um modelo de percussão. Nem lança-chamas funcionavam, pois os gatilhos de disparo haviam emperrado. Por estranho que parecesse, armas nucleares foram desativadas, seus sistemas computadorizados balísticos inoperantes. As fábricas de produção de todo tipo de arma haviam sido inutilizadas. Os gases provocaram a paz. Em termos. Havia armas brancas, como houvera desde a pré-história.

A cem metros da ponte pênsil, a última luminária amarela brilhava. Resolvi fazer a coisa do jeito mais difícil. Tentando perceber se havia alguém na ponte ou nos dois acostamentos, saltei sobre a proteção de concreto e o “guard-rail”. Eram cem metros. Eu podia aguentar o esforço de me deslocar pelo lado externo da pista, segurando-me na base das grades laranjas e passando meus braços maciços de uma grade para a seguinte. Fiz isso balançando as pernas, para ajudar no avanço. Demorei quinze minutos até chegar no início da ponte. Ouvi conversas. Falavam sobre tomar as ilhas, de onde eu havia vindo. Diziam em chacinar, matar, estuprar quem pudesse. 

Gostei quando disseram que faltavam armas para isso. E lutadores. Junto do início da ponte, a proteção de concreto se transformava em uma cerca de aço, que seguia até o final da construção, e além, uma estrada de terra esburacada desaparecia na escuridão da mata. Foi o que vi, quando me esgueirei pela proteção e pela grade laranja sobre ela. Fiquei agachado, os olhos acostumados à escuridão de breu. 

Eram cinco homens. Dois nos dois lados do início da ponte, um na metade dela e outros dois onde a estrada de terra se encontrava com o início da ponte de madeira. Avancei. Agarrei o primeiro lutador, um homem de físico avantajado, segurei seus braços maciços e sufoquei-o. Arrastei-o até junto da grade da ponte. Levantei seus cem quilos e atirei-o borda afora. Observei o segundo homem, do outro lado da estrada. Ele olhava para o abismo. Corri, fazendo o mínimo de ruído com minhas botas de couro com amortecedores nas solas. Herança de quando chefiara uma unidade de ataque biológico na Europa Oriental. Puxei o pescoço do lutador, quebrando-o. Lancei-o para o vazio. Ele caiu de cabeça e rolou pelo solo, morto. Foi fácil apanhar os três últimos. Eu percebi que enxergava melhor do que eles no escuro. Por isso, consegui surpreendê-los. 

Além da ponte, cuidei-me para permanecer nas sombras. Cheguei a um posto de combate, com cerca de cento e cinquenta homens. Estudei o local. Ataquei-o, liquidando um a um os assassinos. Entrei no Quartel-General do líder da futura invasão. Ele estava acompanhado. Dois bandidos, dois metros e dez de altura e um metro e meio de ombro a ombro, sacaram duas espadas cada um. O chefe permaneceu sentado junto a uma mesa, onde mapas estavam espalhados. Ele disse:

— Ataquem.

Curvei meus lábios para baixo, furioso, e levantei a mesa. Os mapas caíram no chão. Varri os dois gigantes com o móvel, acertando-os e lançando-os contra as paredes da construção. Esmaguei suas cabeças com os pés da mesa.

— Ia matar, estuprar e liquidar com a população das ilhas, cara? 

— Você é quem está concluindo isso, nem mencionei “ilhas”. Tudo bem?

— Ouvi seus homens na ponte conversando. Iriam chacinar todos, nas ilhas. Levante-se! — Jogando a mesa para o lado, avancei e agarrei o almofadinha pela gola. Arrastei-o — Sabe de onde vim, para chegar até essa nojeira de Quartel-General? Da ilha situada a dez quilômetros. Vamos até a ponte pênsil, quero lhe apresentar um lugar turístico.

Arrastei o líder. Ele se debateu, fincou os pés no chão e eu o espanquei, com as mãos. Ele choramingou, mas foi uma tentativa vã de atingir meu lado emocional. Segurei-o pela nuca, apertei-a, ele ficou sem ação. 

— Agora, senhor, você vem comportado ou eu esmago seu pescoço e deixo-o na estrada de terra.

Ele caminhou comigo até a primeira luminária da rodovia. 

— Suba!

—  O quê?

Falei, sem rodeios:

— Quer que eu empurre seu traseiro ou você vai escalar a grade e dar um mergulho? Hã? — Ele parecia ignorar a realidade. Por isso, agarrei-o pelo cinto e o joguei para cima do “guard-rail”. Ele gritou:

— Não! — Nem por isso me comovi. Subi até ficar ao lado dele. — Pule. Agora!

Ele começou a chorar. Pediu pela mãe dele que o deixasse ir. Pediu pelo seu pai que o poupasse, tinha família, também...

— Eu não tenho família, calhorda — e arranquei suas mãos da grade do “guard-rail”, empurrando-o. Seu corpo miúdo caiu sobre uma fogueira, começando a queimar. Voltei para a autoestrada, sem dar chance para que me vissem, do solo.

Voltei para casa, na minha ilha. Foi uma boa coisa que fiz, acabando com a invasão. Creio que continuarei dando minhas voltas na madrugada. Fazem bem à saúde e me deixam em forma.

Até encontrar um inimigo que possa competir comigo numa luta justa.


*Sobre Roberto Fiori:
Escritor de Literatura Fantástica. Natural de São Paulo, reside atualmente em Vargem Grande Paulista, no Estado de São Paulo. Graduou-se na FATEC – SP e trabalhou por anos como free-lancer em Informática. Estudou pintura a óleo. Hoje, dedica-se somente à literatura, tendo como hobby sua guitarra elétrica. Estudou literatura com o escritor, poeta, cineasta e pintor André Carneiro, na Oficina da Palavra, em São Paulo. Mas Roberto não é somente aficionado por Ficção Científica, Fantasia e Horror. Admira toda forma de arte, arte que, segundo o escritor, quando realizada com bom gosto e técnica apurada, torna-se uma manifestação do espírito elevada e extremamente valiosa.

Sobre o livro “Futuro! – contos fantásticos de outros lugares e outros tempos”, do autor Roberto Fiori:

Sinopse: Contos instigantes, com o poder de tele transporte às mais remotas fronteiras de nosso Universo e diferentes dimensões.
Assim é “Futuro! – contos fantásticos de outros lugares e outros tempos”, uma celebração à humanidade, uma raça que, através de suas conquistas, demonstra que deseja tudo, menos permanecer parada no tempo e espaço.

Dizem que duas pessoas podem fazer a diferença, quando no espaço e na Terra parece não haver mais nenhuma esperança de paz. Histórias de conquistas e derrotas fenomenais. Do avanço inexorável de uma raça exótica que jamais será derrotada... Ou a fantasia que conta a chegada de um povo que, em tempos remotos, ameaçou o Homem e tinha tudo para destruí-lo. Esses são relatos dos tempos em que o futuro do Homem se dispunha em um xadrez interplanetário, onde Marte era uma potência econômica e militar, e a Terra, um mero aprendiz neste jogo de vida e morte... Ou, em outro mundo, permanece o aviso de que um dia o sistema solar não mais existirá, morte e destruição esperando pelos habitantes da Terra.
Através desta obra, será impossível o leitor não lembrar de quando o ser humano enviou o primeiro satélite artificial para a órbita — o Sputnik —, o primeiro cosmonauta a orbitar a Terra — Yuri Alekseievitch Gagarin — e deu-se o primeiro pouso do Homem na Lua, na missão Apollo 11.
O livro traz à tona feitos gloriosos da Humanidade, que conseguirá tudo o que almeja, se o destino e os deuses permitirem.

Para adquirir o livro:
Diretamente com o autor: spbras2000@gmail.com
Livro Impresso:
Na editora, pelo link: Clique aqui.
No site da Submarino: Clique aqui.
No site das americanas.com: Clique aqui.

E-book:
Pelo site da Saraiva: Clique aqui.
Pelo site da Amazon: Clique aqui.
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quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

Participe da antologia (e-book) POESIAS AO VENTO - MANIFESTAÇÕES ARTÍSTICAS - VOLUME II. Leia o edital


PARTICIPE DA ANTOLOGIA (E-BOOK): POESIAS AO VENTO - MANIFESTAÇÕES ARTÍSTICAS - VOLUME II

REGRAS PARA PARTICIPAÇÃO NA ANTOLOGIA DIGITAL "POESIAS AO VENTO - MANIFESTAÇÕES ARTÍSTICAS - VOLUME II":

1 - Escrever um poema sobre qualquer tema (livre). Aceitaremos até 2 poemas por autor. Caso sejam aprovados, os 2 textos serão publicados.

2 - SOBRE O POEMA: até 4 páginas, fonte Times ou Arial, tamanho 12, incluindo título.
     
3 - Tipo de arquivo aceito: documento do Word (arquivos em PDF serão deletados).

4 - O conto ou poema não precisa ser inédito, desde que os direitos autorais sejam do autor e não da editora ou qualquer outra plataforma de publicação.

5 - Idade mínima do autor para participação na antologia: 18 anos completos. Menores de idade irão precisar de autorização dos pais ou responsável, caso o poema seja aprovado.

6 - Envie o conto ou poema pré-revisado. Leia e releia antes de enviá-lo.

7 - Data para envio do poema: do dia 15/01/21 até 20/02/21.

8 - Veja ficha de inscrição no final desse texto. Leia, copie as informações e preencha. Envie as informações da ficha + poema para o e-mail: contato@edgarallanpoe.com.br. Escreva no título do e-mail: POESIAS AO VENTO - VOLUME II

CUSTO PARA O AUTOR:

R$ 50,00 por poema. Caso o autor envie 2 poemas e tenha os dois selecionados, o valor será R$ 100,00. As informações para depósito serão informadas ao autor no e-mail que enviaremos caso o poema seja aprovado.
O valor servirá para cobrir os custos de leitura crítica e revisão, diagramação e divulgação da obra.

A antologia será digital (e-book) e gratuita para os leitores baixarem através de download, ela não será vendida. A antologia será amplamente divulgada nas redes sociais da Revista Conexão Literatura: Fanpage e Grupos do Facebook, Instagram e Twitter, que somam cerca de 150 mil seguidores.

O resultado será divulgado no site www.revistaconexaoliteratura.com.br e na fanpage www.facebook.com/conexaoliteratura, até o dia 20/02/21 (a data poderá ser prorrogada).

OBS: Enviaremos certificado digital de participação para os autores selecionados.


NOSSOS CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO:

A) - Criatividade;

B) - Textos preconceituosos, homofóbicos, racistas ou que usem palavras de baixo calão, serão desconsiderados;

C) - Seguir todas as regras para participação.

OBS.: Ademir Pascale, idealizador do concurso, disponibilizou para download uma apostila intitulada "Oficina Jovem Escritor", com dicas para quem está iniciando no mundo da escrita. Baixe gratuitamente, leia e pratique: CLIQUE AQUI.


FICHA DE INSCRIÇÃO DO AUTOR(A)

Nome completo do autor(a):

Seu Pseudônimo (caso use), para publicação na antologia:

Idade:

Título da poesia:

E-mail 1:
E-mail 2 (caso tenha):

Biografia em terceira pessoa (escreva sobre você num máximo de 7 linhas):


IMPORTANTE: Envie todas essas informações da ficha de inscrição para o e-mail: contato@edgarallanpoe.com.br. Escreva no título do e-mail: POESIAS AO VENTO - VOLUME II

O envio da ficha de inscrição + poesia para o e-mail indicado significa que o autor(a) leu todas as informações e regras dessa página para participação na antologia.

Não fique fora dessa. O concurso cultural será amplamente divulgado nas redes sociais.

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OBS.: para conhecer e participar de outras de nossas antologias: clique aqui.


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Participe da antologia (e-book) APOCALIPSE - CONTOS E POEMAS SOBRE O FIM DO MUNDO. Leia o edital


PARTICIPE DA ANTOLOGIA (E-BOOK): APOCALIPSE - CONTOS E POEMAS SOBRE O FIM DO MUNDO

REGRAS PARA PARTICIPAÇÃO NA ANTOLOGIA DIGITAL "APOCALIPSE - CONTOS E POEMAS SOBRE O FIM DO MUNDO":

1 - Escrever um poema sobre qualquer tema (livre). Aceitaremos até 2 contos ou 2 poemas por autor. Caso sejam aprovados, os 2 textos serão publicados.

2 - SOBRE O CONTO OU POEMA: até 4 páginas, fonte Times ou Arial, tamanho 12, incluindo título.
     
3 - Tipo de arquivo aceito: documento do Word (arquivos em PDF serão deletados).

4 - O conto ou poema não precisa ser inédito, desde que os direitos autorais sejam do autor e não da editora ou qualquer outra plataforma de publicação.

5 - Idade mínima do autor para participação na antologia: 18 anos completos. Menores de idade irão precisar de autorização dos pais ou responsável, caso o conto ou poema seja aprovado.

6 - Envie o conto ou poema pré-revisado. Leia e releia antes de enviá-lo.

7 - Data para envio do conto ou poema: do dia 15/01/21 até 15/02/21.

8 - Veja ficha de inscrição no final desse texto. Leia, copie as informações e preencha. Envie as informações da ficha + o conto ou poema para o e-mail: contato@edgarallanpoe.com.br. Escreva no título do e-mail: APOCALIPSE

CUSTO PARA O AUTOR:

R$ 50,00 por conto ou poema. Caso o autor envie 2 poemas ou 2 contos e tenha os dois selecionados, o valor será R$ 100,00. As informações para depósito serão informadas ao autor no e-mail que enviaremos caso o conto ou poema seja aprovado.
O valor servirá para cobrir os custos de leitura crítica e revisão, diagramação e divulgação da obra.

A antologia será digital (e-book) e gratuita para os leitores baixarem através de download, ela não será vendida. A antologia será amplamente divulgada nas redes sociais da Revista Conexão Literatura: Fanpage e Grupos do Facebook, Instagram e Twitter, que somam cerca de 150 mil seguidores.

O resultado será divulgado no site www.revistaconexaoliteratura.com.br e na fanpage www.facebook.com/conexaoliteratura, até o dia 16/02/21 (a data poderá ser prorrogada).

OBS: Enviaremos certificado digital de participação para os autores selecionados.


NOSSOS CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO:

A) - Criatividade;

B) - Textos preconceituosos, homofóbicos, racistas ou que usem palavras de baixo calão, serão desconsiderados;

C) - Seguir todas as regras para participação.

OBS.: Ademir Pascale, idealizador do concurso, disponibilizou para download uma apostila intitulada "Oficina Jovem Escritor", com dicas para quem está iniciando no mundo da escrita. Baixe gratuitamente, leia e pratique: CLIQUE AQUI.


FICHA DE INSCRIÇÃO DO AUTOR(A)

Nome completo do autor(a):

Seu Pseudônimo (caso use), para publicação na antologia:

Idade:

Título da poesia:

E-mail 1:
E-mail 2 (caso tenha):

Biografia em terceira pessoa (escreva sobre você num máximo de 7 linhas):


IMPORTANTE: Envie todas essas informações da ficha de inscrição para o e-mail: contato@edgarallanpoe.com.br. Escreva no título do e-mail: APOCALIPSE

O envio da ficha de inscrição + poesia para o e-mail indicado significa que o autor(a) leu todas as informações e regras dessa página para participação na antologia.

Não fique fora dessa. O concurso cultural será amplamente divulgado nas redes sociais.

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Zenilda Ribeiro da Silva e o livro Poesia na Pandemia


Zenilda Ribeiro da Silva, é filha de agricultores, nascida numa família de nove filhos. Cresceu na roça e lá aprendeu a apreciar o luar, as estrelas, os pássaros, a vida que a nós se manifesta nas pequenas coisas. É professora da rede estadual da Paraíba, possui Mestrado em Letras, feito pelo programa Profletras/UFCG. Compreende a linguagem, falada ou escrita, como sendo uma das mais belas manifestações do Criador, através da qual a criatura pode, por meio das interações e trocas, fazer-se e sentir-se sujeito, criando e recriando mundos. Vê na arte literária, (poesia ou prosa), a maneira pela qual esse sujeito pode humanizar-se, transformar-se e ajudar a transformar o mundo aos eu redor. 

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Zenilda Ribeiro da Silva: Pergunta interessante, pois não nasci num ambiente onde me fosse favorável o acesso à leitura literária, logo, esse era um mundo um tanto distante da minha realidade até chegar à vida adulta. Meus primeiros contatos com a leitura eram basicamente leituras religiosas, mas foram essas experiências que formaram a leitora que hoje sou, e posso dizer que foram elas que me introduziram no meio literário, pois antes de ser escritora, sou uma leitora. Mas meu contato primeiro com a Literatura foi na graduação, mais especificamente depois da leitura de Amor de Perdição, de Camilo Castelo Branco. Essa obra me despertou para a percepção do poder transformador, catártico da Literatura. Em seguida passei a mergulhar nos autores brasileiros, fascinei-me por Clarice Lispector, Cecília Meireles, Machado de Assis. Essas, posso dizer, são minhas bases onde busco me orientar dada a beleza da escrita. A partir daí passei a exercitar também a escrita, mas como uma forma terapêutica nos momentos de dificuldades. Depois vieram as redes sociais e passei a escrever sobre experiências, sobre questões sociais etc. Depois, com o ingresso na docência, passei a escrever crônicas, especialmente para ler em sala e ajudar aos alunos na desmistificação do processo da escrita. Ao concluir o Mestrado publiquei a minha pesquisa e pensei em dar continuidade desenvolvendo a temática para uma outra publicação. Vieram outras demandas e parei as pesquisas, continuei apenas com minhas crônicas, mas guardadas, compartilhando-as apenas com um amigo professor e escritor. Até que um dia ele começou a me incentivar a publicação independente daqueles textos, enfim, foi mais ou menos por aí que tudo começou.

Conexão Literatura: Você é autora do livro Um "Poesia na pandemia – Poemas para inspirar, denunciar e motivar”. Poderia comentar? 

Zenilda Ribeiro da Silva: Sim, então, como falei, escrevia crônicas sobre vivências da sala de aula, da minha relação com a minha filha, do meu cotidiano. Mas a chegada da pandemia, como foi para toas as pessoas, no mundo todo, nos colocou numa situação de provar a nossa resiliência. Como se não bastassem as dificuldades que já são enfrentadas por nós, professoras e professores, no regime presencial de ensino, no ensino remoto essas questões se agigantaram. Associe-se a toda essa montanha de situações novas que não nos permitiam aceita ou não. Era aceitar ou aceitar, rsrsrsrs, sou mãe de uma criança que é do grupo de risco, que em 2019 passou por três pneumonias, três internações. Daí você se vê num momento em que um vírus como esse, que pode está em qualquer lugar, precisa se isolar em casa (algo traumático para uma criança de 4 anos), isolar-se dos seus familiares e amigos e conviver com seus medos, suas limitações, as limitações do outro, pois a convivência acentua essas questões, com seus pares de profissão passando por severas dificuldades para se adaptarem a essa realidade e você olha para um lado e para o outro e diz: preciso me fortalecer e fortalecer os demais, preciso de uma janela, que não seja simplesmente uma tela, mas algo que possa ultrapassar a tela fria do celular e abraçar as pessoas a quem amo. Então comecei a escrever poemas, sempre ao amanhecer e compartilhar via redes sociais, com grupos do trabalho, da família e amigos. A experiência foi muito boa, pois ao mesmo tempo em eu escrevia, poderia ir olhando para aquele sofrimento de uma forma mais leve. Essa prática foi e continua sendo para mim uma atividade salvadora, a arte que salva, como diz Nietzsche, “A arte existe para que a verdade não nos destrua”. Creio que essa foi a ideia do Poesia na Pandemia, que inicialmente era só um projeto sem pretensões de publicação. Mas com a aceitação e a importância que se mostrou para o momento, resolvemos fazer a autopublicação.

Conexão Literatura: Como é o seu processo de criação? Quais são as suas inspirações?

Zenilda Ribeiro da Silva: A maioria dos poemas que escrevi e que escrevo nascem pela manhã ou nas madrugadas. Geralmente escrevo após um momento de meditação, leitura (Bíblica e outra leitura), um momento de oração, uma leitura da realidade por meio dos noticiários. Depois, como forma de lidar com as situações, parto de uma palavra, uma notícia, uma angústia que estou vivenciando e transformo em um poema. Mas também há aqueles que surgem num momento de interação com minha filha, numa caminhada que faço. A poesia está na vida, em todas as suas nuances, seja nos momentos de deleite ou de dor, que, a gente tenta transformar, ou pelo menos amenizar, colocando no papel em forma de poema, creio que é isso, porque tem sido assim. Me inspiro para escrever(como modelo, entende?) nos diferentes escritores que conseguem me tocar, que tocam minha alma, como Fernando Pessoa,  Clarice Lispector, Cecília Meireles, Conceição Evaristo, Bráulio Bessa, mas a inspiração nasce da contemplação da vida, como falei anteriormente, seja qual for o momento vivido, especialmente os momentos com minha filha, que muito me ensinam. 

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho do seu livro especialmente para os nossos leitores?  

Zenilda Ribeiro da Silva: Sim, sim. Há um poema do qual gosto muito, que fiz pensando no sofrimento de professores angustiados com a pouca participação dos alunos nas aulas remotas. Senti nas falas de alguns uma dor muito grande e busquei um texto para animá-los. O título do poema é PRA INICIAR A SEMANA. Segue um trecho:
Pra começar a nova semana. 
Reavivar as esperanças. 
Uma dica é ter em mente. 
Que nessa viagem que é sua vida.
Assumir a cada dia. 
A função de pilotar.
Novas rotas sempre traçar. 
E se mesmo assim não alcançar. 
As metas que planejou. 
Reconhecer aonde chegou. 
Os esforços que empregou.
E tudo que já conquistou. 
Vai te abrir pra descobrir. 
Sem sofrer ou se punir. 
Onde também fraquejou. 
Sabendo que até as falhas. 
Podem muito te ensinar.
Seja grato e se aceite. 
 
Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Zenilda Ribeiro da Silva: Este e outros livros nossos estão disponíveis para compra na maioria dos Marketplaces, especialmente na Amazon. Foram publicados de forma independente, inicialmente pelo Clube de Autores. Depois coloquei também à venda na Bok2. Todos os links para acesso e compra se encontram no link na minha página no Instagram. Através do meu IG também posso trocar ideias e interagir com leitores, já que faço publicações diariamente de trechos de poemas inéditos ou já publicados.

Conexão Literatura: Quais dicas daria para os autores em início de carreira?

Zenilda Ribeiro da Silva: Ler bastante, escrever bastante, procurar criar o hábito da escrita, pois quanto mais escrevemos, mais vamos nos aperfeiçoando. Se escute e escreva com alma, mesmo que deixe transparecer muito de você. Não tenha medo de se expor por meio dos seus textos. Não baixe a cabeça diante das críticas, pelo contrário, encare-as de alma aberta, isso ajuda a crescer, porque nos ajuda no autoconhecimento. Tenha amigos com quem compartilhar os seus escritos e de quem possa receber feedbacks. Procure conhecer a KDP da Amazon e as plataformas de autopublicação. Seus escritos são necessários para alguém, divida-os com o mundo, seja com editora ou não. 

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

Zenilda Ribeiro da Silva: Sim, já há um projeto em andamento. Seria para o início deste ano, mas estou passando por umas demandas familiares e precisei adiar um pouco, mas vem um livro preparado com muito amor, com momentos da mãe, da filha que acompanha a mãe idosa com Alzheimer, da mulher que passa por diferentes crises nos dia-a-dia. Na feitura do tempo, está no forno, rsrsrs.

Perguntas rápidas:

Um livro: A paixão segundo GH – Clarice Lispector
Um ator ou atriz: Fernanda Montenegro
Um filme: Sociedade dos poetas mortos
Um hobby: Assistir filmes com minha filha e viajar com ela nas fantasias
Um dia especial: O dia em que descobri que seria mãe.

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Zenilda Ribeiro da Silva: Só agradecer por este espaço para que possa divulgar o nosso trabalho, mas, acima de tudo, por poder me fazer conhecer pelo público leitor da Revista Conexão Literatura. Dizer que sempre é possível, mesmo num ano de tanta dificuldade como foi o que terminou, que ainda seguimos vivenciando, encontrar sentidos e caminhos para a vida. E que a Literatura me proporcionou isso e pode proporcionar pra você, caro leitor. Desejar um Ano melhor para nosso povo e para vocês que fazem a revista. Grande Abraço.
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quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

Assista a interpretação e narração do conto "Draculea", de Ademir Pascale, por Giovanna Rubbo do Contos de Pandora

 


Giovanna Rubook, do "Contos de Pandora", fez uma excelente interpretação e narração do meu conto "Draculea", publicado num livro que leva o mesmo título. Confira no vídeo abaixo. Compartilhe ;)



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Conheça "Nunca Falhas. Sempre Lições", novo livro da autora Aline Basztabin


Não há sinopse, mas há relatos de uma menina que aprendeu muito em pouco tempo.
Sara é uma jovem perdida e com muitos problemas, amigos, namorados e inclusive familiares.
Só Deus na causa.
É um livro diferente, relatos de dores, amores que não deram certo, mas que no final valeu cada coisa ruim passada. Sabe porquê? Porque Sara precisava dessas lições.
Sara precisava amadurecer. Venha, que e eu te conto o porquê!

Sobre a autora:
Aline Basztabin, bob o signo de câncer e ascendente em touro, Aline é de personalidade forte, porém, possui uma doçura inconfundível como seu nome. Espírita, e é daí que encontra força para vencer os obstáculos da vida. Gosta de rezar e de ler sobre histórias. Meio nerd. Autora dos livros A indiscutível forma de Amar e a Essência da Dor, publicados em 2016.
Graduada em Pedagogia. Atualmente vive no estado da Flórida, USA.

LEIA ENTREVISTA COM A AUTORA
: http://www.revistaconexaoliteratura.com.br/2021/01/aline-basztabin-e-seu-novo-livro-nunca.html

PARA ADQUIRIR O LIVRO: CLIQUE AQUI

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Saiu a lista dos selecionados da antologia O LEGADO DE H. P. LOVECRAFT. Confira

 


CONHEÇA OS SELECIONADOS DA ANTOLOGIA "O LEGADO DE H. P. LOVECRAFT"

Sinopse: Apaixonado por poemas e por histórias clássicas do terror gótico, autor que revolucionou o gênero dos contos de terror, com elementos fantásticos e de ficção científica, criador de O Chamado de Cthulhu e de um dos artefatos mais incríveis já criados numa história, o Necronomicon, um livro fictício de invocação de demônios. Agora faz parte da nossa coleção de e-books, sendo o primeiro "O Legado de Edgar Allan Poe". Autores talentosos irão compor o e-book com contos de terror, seguindo o legado do mestre Lovecraft. 

LISTA DOS AUTORES SELECIONADOS DA ANTOLOGIA "O LEGADO DE H. P. LOVECRAFT":

 1 -  Camila de Nazaré Colares da Rocha - "Ranger de Dentes" e "Sonho"
 2 -  Cleber Gimenes Freitas e Erica Ribeiro de Almeida - "Man"
 3 -  Kátia de Souza Nascimento (Kátia Surreal) - "Rosa Negra" e "O vampiro do espelho"
 4 -  Sergio Ricardo Spitaleti (Ricardo Spitaleti) - "Quando abrir meus olhos"
 5 -  Fernando Antonio Prado Gimenez - "Rolando"
 6 -  Sidnei Fontoura Rodrigues (Sid Fontoura) - "O palco do terror"
 7 -  Roberto Schima - "HPL-46 Necronomicon"
 8 -  J.R. Araujo - "Transformação adiabática"
 9 -  Danilo Moura Seraphim (Danilo Seraphim) - "Espírito das Águas"
10 - Marcus Vinícius Silva Hemerly (Marcus Hemerly) - "À sete palmos da realidade"
11 - Dalvilson Donizete Policarpo (Policarpo) - "A Prenda"
12 - Cristiane de Mesquita Alves - "Retorno dos Gatos"
13 - Cida Simka e Sérgio Simka - "O segredo da velha igreja"
14 - Raquel de Castro dos Santos - "Lar" e "Partida"

PARABÉNS. Entraremos em contato via e-mail com os selecionados.

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terça-feira, 12 de janeiro de 2021

Autor(a) divulgue o seu livro - Conheça o Pacote Divulgação Para Autores

 


VEJA O QUE ENGLOBA NO PACOTE DIVULGAÇÃO PARA AUTORES:


1 - Entrevista com o autor
a) - A entrevista será publicada no site da revista: www.revistaconexaoliteratura.com.br
b) - A entrevista também será publicada em uma edição da revista digital Conexão Literatura
OBS.: a entrevista é elaborada via e-mail e inclui foto do autor + capa do livro.

2 - Divulgação nas Redes Sociais
a) - Divulgaremos a entrevista em nossa fanpage com mais de 118 mil seguidores: clique aqui
b) - Divulgaremos a entrevista em nosso Instagram com mais de 8 mil seguidores: clique aqui
c) - Divulgaremos a entrevista em nosso Twitter com mais de 39 mil seguidores: clique aqui

Bônus
a) Publicação do release do livro (ou sobre o trabalho literário do autor) em nosso site: www.revistaconexaoliteratura.com.br
b) Divulgação da página do release em nossa fanpage com mais de 118 mil seguidores: clique aqui
OBS.: o autor envia o release pronto + imagens para nós. No release o autor poderá incluir a sinopse do livro, links de venda, biografia do autor, foto do autor, capa do livro, redes sociais, comentários de quem já leu, etc.

VALOR PROMOCIONAL DO PACOTE DIVULGAÇÃO:
Apenas uma única parcela de R$ 100,00

A PROMOÇÃO É POR TEMPO LIMITADO, ENTÃO GARANTA JÁ A SUA DIVULGAÇÃO

DIVULGAMOS LIVROS FÍSICOS (IMPRESSOS) E DIGITAIS (E-BOOKS, LIVROS NA AMAZON, WATTPAD, ETC). 

PODEM USAR ESSE PACOTE DIVULGAÇÃO: ESCRITORES, ROTEIRISTAS, ILUSTRADORES, REVISORES, CAPISTAS, ETC.

OBS.: Pode ser pago via depósito, doc ou transferência para nossa conta no Bradesco. Também aceitamos cartão de crédito. Caso opte por cartão de crédito, enviaremos a solicitação de pagamento através do site PayPal, que é fácil e seguro.

Além de escritores do Brasil, também divulgamos autores portugueses.

INTERESSADOS É SÓ ENTRAREM EM CONTATO. ESCREVA NO ASSUNTO DO E-MAIL: "TENHO INTERESSE NO PACOTE DIVULGAÇÃO". 
* ESCREVA PARA: ademirpascale@gmail.com ou contato@livrodestaque.com.br
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