quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Poetas Ambulantes completam 5 anos de poesia no transporte coletivo

Débora Garcia - Foto: Renata Armelin
Novo repertório e espetáculo é apresentado no Sesc 24 de maio às quartas e quintas-feiras

Sem palco e sem microfone, os Poetas Ambulantes realizam uma série de intervenções poéticas gratuitas às quartas e quintas-feiras no Sesc 24 de maio. Inspirados nos vendedores ambulantes que atuam nos transportes públicos, comercializando diferentes produtos, o grupo composto por seis poetas distribui poesias e celebra cinco anos de atuação na capital paulista com um novo espetáculo e repertório. As apresentações começaram na quarta-feira e ocorrem também nesta quinta-feira (21), e nos dias 27 e 28 de setembro e 04 e 05 de outubro.

Apostando na informalidade e na interatividade, os poetas disparam os textos entre as pessoas, distribuem poesias impressas e sem roda e declamam versos que discutem sobre política, feminismo, amor, fé e humor e contam com a energia do público, que influencia o ritmo do sarau ambulante.

Sob a direção do poeta e ator Beto Belinatti o coletivo composto por Mel Duarte, Carol Peixoto, Jefferson Santana, Mari Staphanato e Thiago Peixoto traz textos autorais e de outros autores (clássicos e contemporâneos), explorando as possibilidades da linguagem poética, com uma nova roupagem para as apresentações, trabalhando repertórios reconstruídos e divididos em temas.

Com textos de Daniel Minchoni, Miró da Muribeca, Racionais, Adoniran Barbosa, Marcelino Freire, entre outros, além de autorais, o repertório Essepê traduz a cidade de São Paulo, com todos seus amores e desamores, reproduzindo o caos e as causas que vivem nela. Com Respeita as Minas o grupo propõe um momento de reflexão em torno do universo feminino, falando de feminismo e discutindo sobre machismo, com textos autorais e de outras autoras e autores, como Elisa Lucinda, Alice Ruiz, Anelis Assumpção, Itamar Assumpção, etc.

Sobre os Poetas Ambulantes
Poetas ambulantes é um coletivo que realiza intervenções poéticas dentro dos transportes públicos de São Paulo, resignificando a ocupação dos espaços com a ideia de levar poesia para pessoas que não estão esperando. Formado por poetas que atuam na cena cultural independente, o grupo há cinco anos desenvolve seu trabalho artístico inspirado nos vendedores ambulantes que estão diariamente nos transportes públicos.

Desde que foi criado, em 2012, o Poetas Ambulantes já realizou mais de 100 apresentações por todo o país,com destaque para as passagens por festivais como Festival Literário Internacional de Paraty (Flip), Festival Literário Internacional de Poços de Caldas (Flipoços), Festival Literário de Pernambuco (Fliporto) e VI Bienal de Jovens Criadores dos Países de Língua Portuguesa em Salvador (BA), além do Circuito Sesc de Artes, que percorreu nove cidades em 2017 e visitas pontuais a ONGs, bibliotecas, escolas e unidades da Fundação Casa.

Em São Paulo, o coletivo já rodou todas as linhas da CPTM e do metrô, bem como as principais avenidas, como Paulista, MBoi Mirim, Santo Amaro, João Dias, Nova Cantareira, Ibirapuera, 23 de Maio, Vergueiro e Teotônio Vilela.

Além disso, uma vez por ano, sempre no mês de dezembro, os Poetas Ambulantes distribuem livros em locais públicos. Durante os cinco anos, já entregaram cerca de 3 mil exemplares de mão em mão em ações que passaram pelo Parque Ibirapuera, Barra Funda e Terminal Santo Amaro. "Arrecadamos livros de parceiros e doamos nos locais públicos também como forma de inspirar e incentivar o acesso e a leitura", explica a poeta Carol Peixoto.

O coletivo possui também a publicação "Um vez Poetas Ambulantes...". Uma antologia que conta com textos autorais dos poetas do coletivo, fotografias do primeiro ano de ação e participação de autores amigos e convidados.  Para celebrar os cinco anos, o grupo prepara o documentário ""essa vida é uma viagem..."

Serviço
O quê: Poetas Ambulantes
Quando: 21, 27, 28 de setembro / 04 e 05 de outubro às 14h
Onde: Sesc 24 de maio
Endereço: R. 24 de Maio, 109 - República, São Paulo
Quanto: gratuito
Informações: https://www.facebook.com/PoetasAmbulantes/


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terça-feira, 19 de setembro de 2017

Editora Planeta e Você Sabia?, maior canal de curiosidades do Youtube, lançam livro

Com uma diagramação fluída e descontraída para atrair o público jovem, a Editora Planeta e o Você sabia?, maior canal de curiosidades do Youtube, com mais de 8 milhões de inscritos, lançam "Você sabia? + de 400 coisas que você deveria saber", uma obra informativa, prática e divertida.

Nada escapa ao olhar curioso de Lukas Marques e Daniel Molo, criadores do Você sabia?, canal de curiosidades no YouTube, com mais de 8 milhões de seguidores. Com bom humor, irreverência e muita informação, eles conquistaram a internet e agora vão invadir as livrarias com este livro repleto de fatos curiosos, bizarros e interessantes. Você entraria na Deep Web? Tem medo de histórias sobrenaturais? Já viu ou acredita em extraterrestres? Comeria um queijo vivo? E o que aconteceria se, do nada, a Terra parasse de girar? E que tal conhecer o objeto mais perigoso do mundo? Sabe da existência dos monstros marinhos?

Sobre os autores:
Lukas Marques e Daniel Molo são os criadores do Você sabia?, canal de curiosidades do Youtube, com mais de 8 milhões de inscritos e mais de 600 milhões de visualizações.

Ficha técnica
Data de publicação: 01/06/2017
Idioma: Português
ISBN: 978-85-422-1057-6
Para adquirir o livro: Clique aqui.


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Poeta paranaense Luci Collin é a convidada da 1ª edição do "Palavração" de setembro com Fernando Monteiro na Biblioteca do Estado terça (19)

Luci Collin - Foto Divulgação
O público terá mais uma oportunidade de discutir poesia como ela é e desta vez com a escritora paranaense Luci Collin que é a próxima convidada do pernambucano Fernando Monteiro no "Palavração", a ser realizado na Biblioteca do Estado, nesta terça (19), a partir das 15h30, em encontro aberto ao público. O projeto, que é integrado à XI Bienal Internacional do Livro de Pernambuco, traz uma nova discussão do premiado escritor que é homenageado do grande evento literário com a autora de "A Palavra Algo" (Iluminuras, 2016), sua mais recente publicação que tem chamado a atenção da crítica por ser um livro ágil, variado e humorado.  "Com Luci Collin, o projeto vai apresentar uma poeta de obra consolidada, mas cuja inquietação permanece viva em torno não só do lugar da Poesia nos dias de hoje. Luci enfrenta os temas mais universais que correspondem à sua geração (assim como as anteriores), enquanto vemos os poetas do agora às vezes muito autocentrados etc", destaca o escritor Fernando Monteiro, Monteiro (premiado pela Funarte em 1987 com livro "Brennand"), que comanda este encontro que ainda leva a curadoria do jornalista Schneider Carpeggiani.

Ficcionista, a poeta iniciou seus escritos ainda muito jovem chamando assim a atenção de grandes nomes da literatura, como Henfil e Paulo Leminski, que se encantaram com o admirável nível técnico da jovem poeta face aos seus 19 anos. Agora, com 17 livros publicados, esta escritora já ocupa uma célebre cadeira como imortal da Academia Paranaense de Letras. Nada mal para esta filha de uma professora que se graduou no Curso Superior de Piano/ Performance (Escola de Música e Belas Artes do Paraná, 1985) e no Curso de Letras - Português/Inglês (Universidade Federal do Paraná, 1989), e no Curso Superior de Percussão clássica (Escola de Música e Belas Artes do Paraná, 1990).

Contudo, foi na poesia e mais especificamente no seu primeiro projeto literário, "Estarrecer" (poesia), lançado em 1984 que se encontrou e se realizou, recebendo críticas mais do que positivas e consagrando cada vez mais o seu trabalho com grande destaque em obras como "Trato de silêncios" (poesia, 2012, 7letras, Rio de Janeiro) e "Querer Falar" (poesia, 2014, 7 letras, Rio de Janeiro), indicado ao Prêmio Oceanos 2015. Essa incrível e pulsante trajetória da poetisa mostra que a poesia tem o seu próprio lugar na literatura e que atrai a atenção do público leitor jovem. "A Poesia está na base de todas as demais manifestações da arte literária. Discuti-la e debater o seu 'lugar' hoje é enfatizar isso e também corresponder a um interesse (muito grande) que ela suscita nas gerações mais novas, que a praticam (frequentemente mal, reconheçamos) na internet, nas redes sociais, nas 'ferramentas' que hoje existem para todos ou quase todos", destaca Fernando Monteiro que também é ficcionista, poeta, crítico de arte e cineasta.

Nascido no Recife, em 1949, Monteiro vem se destacando como um dos maiores expoentes da literatura nacional. Ele tem mantido um conjunto expressivo na literatura com um olhar real da atualidade, em uma trajetória literária marcada por diversos prêmios. Vencedor em 1975 do Prêmio Othon Bezerra de Melo, da Academia Pernambucana de Letras, com peça teatral em dois atos O Rei Póstumo, ainda se consagrou com outros trabalhos. E, além de ser homenageado da décima primeira edição da Bienal Internacional do Livro de Pernambuco, movimenta desde agosto esses bate-papos do "Palavração" com nomes que fazem a poesia acontecer na atualidade.

Promovida pela Ideação com incentivo do Funcultura, a próxima edição do "Palavração" acontece nesta terça (dia 19), às 15h30, na Biblioteca Pública do Estado, localizado na Rua João Lira, ao lado do Parque 13 de Maio, em Santo Amaro. Realizado em ambiente especial da BPE, os encontros tem capacidade para até 70 pessoas e, em virtude da capacidade limite do seu auditório, o diálogo entre Fernando Monteiro e Luci Collin pode ser conferido ainda através de transmissão ao vivo, via streaming, pela fanpage da Bienal Internacional do Livro de Pernambuco: https://www.facebook.com/BienalPernambuco/.

SERVIÇO
Palavração - "O Ano das Lágrimas da Chuva!" com Luci Collin
Quando: Terça, dia 19 de setembro, às 15h30.
Onde: Biblioteca Pública do Estado (Rua João Lira, s/n, ao lado do Parque 13 de Maio, Santo Amaro)
Informações e Transmissão ao vivo: https://www.facebook.com/BienalPernambuco/

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segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Resenha - Caçadores de Bons Exemplos

Título: Caçadores de Bons Exemplos
Subtítulo: Em busca de brasileiros que fazem a diferença
Autores: Iara e Eduardo Xavier
Editora: Leya
Páginas: 256

Ano Lançamento: 2015

Você, leitor da Revista Conexão Literatura, venderia todos os seus bens e doaria alguns dos seus pertences para rodar o Brasil em busca de bons exemplos? Para a grande maioria, uma resposta clara e curta: NÃO! Outros com certeza falariam: Isso é loucura, vai procurar ajuda de um psicólogo! Iara e Eduardo Xavier têm muitas histórias do bem para contar.

Quando iniciei minha leitura, logo de cara, minha reação foi imediata; eles são loucos ou perderam completamente o juízo.

Estava completamente enganado, esse casal vai à busca de grandes transformações de pessoas desconhecidas, que muito das vezes não pedem nada em troca, apenas ajudam e fazem o bem para quem precisa. 

O livro é uma espécie de diário de bordo escrito pela Iara, nele acompanhamos de forma bem detalhada os reais motivos de eles terem abandonado tudo e partido em busca de bons exemplos Brasil à fora. 

Não é só de alegria que os caçadores de bons exemplos nos relatam, presenciamos situações do qual passaram por um tremendo perrengue e de extremo perigo.

Uma leitura super fluída, que deixa o leitor bem próximo do casal e dos lugares em que passaram e fizeram os devidos registros de pessoas que fazem diversas ações do bem.

São relatos de pessoas que fazem boas ações para ajudar o próximo, que não pedem nada em troca, apenas que compartilham e façam coisas do bem. O casal de caçadores de bons exemplos faz com maestria ir à busca e compartilhar o bem para todos nós.

Um livro que indico, leiam, compartilhe e façam o bem para o próximo. Uma obra literária que vai inspirar centenas de brasileiros. Parabéns para o casal Iara e Dudu Xavier, vocês tem meu respeito!


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Os menores livros do mundo

Especializada em minilivros que cabem no bolso, a editora "Los Libros Mas Pequeños del Mundo", publicou em 2012 o Minilivro "Os melhores contos de Edgar Allan Poe", com 6x5 cm e 448 páginas.
Sinopse: Coletânea dos 07 melhores contos de Allan Poe: O Gato Negro, A queda da Casa de Usher, O Corvo, O barril de amontillado, Manuscrito encontrado  numa garrafa, Berenice, William Wilson. Mistério, Suspenso e terror é o que o leitor encontrará nesta obra do mestre Poe, inventor do gênero ficção policial.

É possível encontrar livros ainda menores que este, com 3x2 cm e com 220 páginas. São livros chaveiros, confira: Clique aqui.

Idioma: Português
Editora: Los Libros Mas Pequeños del Mundo
Autor: EDGAR ALLAN POE; COMPILADOR- ALBERTO BRICENO
Tipo de colaborador: TRADUÇÃO SILVANA COSTA SANGUINETTI; ILUSTRAÇÃO FRANCO MARTINEZ LUIS
Encadernação: CAPA DURA EM ALTO RELEVO FEITA A MÃO
Altura x Largura: 6x5
Peso: 0,042 kg
Ano de Lançamento: 2012
Número de Páginas: 448
O livro já traz seu próprio marcador de páginas.
Para adquirir: Clique aqui.


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domingo, 17 de setembro de 2017

Dez anos de Cortella na Editora Vozes

© Marcello Zambrana Light Press
Há 10 anos, a Editora Vozes lançava a obra Qual é a tua obra?, de Mario Sergio Cortella, que ao longo dos anos se tornou um best-seller e marcou presença nas listas de mais vendidos do país. 

Para comemorar este feito, a Editora Vozes realiza no dia 2 de outubro, um talk show com o autor, seguido de sessão de autógrafos na Livraria Cultura do Conjunto Nacional (Av. Paulista, 2073 – São Paulo / SP). 

O evento será gratuito e contará com a parceria da CBN, que irá transmitir ao vivo a entrevista mediada por Fabíola Cidral. Em Qual é a tua obra?, Cortella traz algumas inquietações e proposições sobre gestão, liderança e ética.



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sábado, 16 de setembro de 2017

A Força Feminina na Literatura Brasileira

Primeiro encontro nacional do movimento Mulherio das Letras
acontece em João Pessoa

Entre 12 e 15 de outubro, o Mulherio das Letras pretende reunir pelo menos 400 mulheres ligadas à escrita. O encontro ocorrerá no Centro Cultural José Lins do Rego, em João Pessoa (PB). Mais do que um evento, trata-se de um movimento literário de alcance nacional, com vistas a somar forças, auxiliar e revelar mulheres ligadas às letras.
A escritora Maria Valéria Rezende, vencedora dos prêmios Jabuti e Casa de las Americas, é uma das idealizadoras desse movimento feminino e, junto com outras autoras, está à frente da organização e articulação do evento.
Em recente entrevista, a escritora declarou: “Será o primeiro encontro nacional voltado quase que exclusivamente para autoras do sexo feminino”. E adiantou que na programação haverá rodas de conversa sobre literatura e mercado editorial, além de intervenções artísticas, saraus e performances. “Nossas maiores atrações serão rodas de conversa, e não mesas ou palestras em que um grupo de pessoas famosas fala em um palco, separado do público”, diz a escritora. “A curadoria tem sido feita de forma colaborativa e sem lideranças”.
Durante o evento – realizado em parceria com a Secretaria de Cultura da Paraíba, a ONG Porta do Sol e a UFPB –, a organização intenciona lançar o prêmio Carolina Maria de Jesus, que premiará escritoras jamais publicadas, oferecendo como recompensa a chance de colocarem seus escritos no mercado.
A programação encontra-se no site do Movimento:
www.mulheriodasletras.com/

Publicações
Em ressonância a esse evento, tem havido, por todo o país, publicações de coletâneas lideradas e compostas por mulheres. A Editora Penalux é uma das poucas editoras sintonizadas a esse movimento. Ano passado, publicou duas importantes antologias dessa feitura: Ventre Urbano, contos de autoras paraibanas, com organização das escritoras Letícia Palmeira e Lizziane Azevedo, e Confraria poética feminina, coletânea de poetas baianas organizada pela autora Rita Queiroz.
Em outubro próximo, a editora volta a investir em novas antologias, exclusivamente elaboradas por mulheres. Ao todo, são três publicações com lançamento previsto em sintonia ao movimento Mulherio das Letras:
1. Águas passadas, contos. Organizadoras: Maria de Fátima Moreira Peres e Terezinha Pereira. Local: Pará de Minas, MG.
2. Novena para pecar em paz, contos. Organizadora: Cinthia Kriemler. Local: Brasília, DF.
3. Outras Carolinas: mulherio da Bahia, poesia. Organizadoras: Anajara Tavares, Ana Fátima dos Santos e Lia Sena. Local: Salvador, BA.

As antologias estarão à venda entre fins de setembro e começo de outubro na livraria on-line da editora: editorapenalux.com.br/loja


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quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Entrevista: Escritor Igor Feijó comenta sobre o movimento “Writertoberbr”


O destino mexeu seus pauzinhos e sem querer dei de frente com Igor Feijó e sua proposta que me fez pensar: "Como nunca pensei nisso antes?"

Se você já é escritor ou está pensando em se aventurar nessa arte, não perca essa chance de juntar-se conosco nesse movimento. Eu achei tão interessante e envolvente que me aderi imediatamente. 

Eu não posso guardar essa novidade em segredo, preciso compartilhar ao máximo, e se você também achou o movimento interessante, empolgante e arrebatador, nos ajude a espalhar em todos os cantos, e vamos nos divertir durante todo o mês de Outubro!

Confira a entrevista com o Igor e conheça os detalhes do movimento Writertoberbr!

Conexão Literatura: Igor poderia nos contar como nasceu essa ideia do Writertoberbr?
Igor Feijó: Claro! Primeiro eu me peguei pensando: Vejo muitas pessoas reclamando de não conseguir sentar para escrever, que se sentem desmotivadas ou empacam em alguma parte. Depois eu percebi que não existia um movimento mais leve do que o NaNoWriMo que envolvesse e conectasse de forma direta os autores. Usando a hashtag da campanha você acaba conhecendo outras histórias de forma mais rápida, além de, poder fazer novas amizades literárias.

Conexão Literatura: Qual é a proposta dessa iniciativa? E por quê?
Igor Feijó: A proposta aqui é simples: Construir e fomentar o hábito positivo da escrita diária. O aperfeiçoamento exige dedicação, quanto mais consistente, melhor será.

Conexão Literatura: Quem pode participar do Writertoberbr?
Igor Feijó: Todos! Qualquer um com a vontade de escrever.

Conexão Literatura: Você acha que o Writertoberbr pode ser uma maneira de unir a classe de escritores?
Igor Feijó: Não só acho, como consigo visualizar algo assim lá na frente. Ainda acho que nosso meio não é tão unido quanto poderia ser. Podemos mudar isto, e o Writertoberbr veio pra ser mais uma ferramenta nesta união.

Conexão Literatura: Como o Writertoberbr pode ajudar, individualmente, o escritor? Você acha que essa rotina de 31 dias de escrita pode fazer com que o escritor se comprometa mais com a sua carreira?
Igor Feijó: Não só acho, como tenho certeza! O projeto mal começou e alguns autores vieram me falar que isto serviu de start para projetos que estavam parados. Muita coisa boa vem por aí com a campanha.

Conexão Literatura: Existe alguma regra específica para o tipo de texto a ser escrito, quantidade de páginas ou formatação?
Igor Feijó: Não existe regra. A única coisa é escrever uma página, se a pessoa fizer meia página, não tem problema. Às vezes a ideia termina ali para seguir para um próximo capitulo, e se ela não conseguiu escrever uma página inteira porque travou, ela pode continuar depois e postar o resultado semanal (que é uma das opções).

Conexão Literatura: Onde o participante desse movimento pode publicar suas histórias durante o mês de Outubro?
Igor Feijó: Ele pode publicar em qualquer plataforma de escrita ou rede social. Desde que, use a hashtag da campanha. Pode publicar trechos na sua timeline do Facebook utilizando a hahstag, pode montar imagem e colocar no Instagram, pequenas frases com o link completo no Twitter, pode hospedar no Wattpad, Nyah, Blogs e outras plataformas de escrita. Não fica limitado a um único lugar, mas seria legal no caso de textos pequenos colocar o link para onde está hospedado a versão completa.

Conexão Literatura: O que você espera do movimento Writertoberbr?
Igor Feijó: Que possa ser proveitoso, que o hábito possa se formar e que os autores possam se unir mais uma vez.

Conexão Literatura: Gostaria de encerrar com mais algum comentário?
Igor Feijó: O Writertoberbr não irá parar por aqui, existe um projeto paralelo que o inclui em escolas, ainda estou trabalhando nisso, organizando reuniões com professores de Literatura e Língua Portuguesa.  Eu tenho inúmeros projetos e fico muito feliz de ver o Writertoberbr ganhando essa força toda.
Obrigado pelo convite de poder estar aqui batendo esse papo!
Boas escritas e boas leituras.

Minibiografia: Igor Feijó (fã numero 1 de pizza!) nasceu em 1986 e desenvolveu o gosto pela leitura ainda pequeno, quando seus pais assinaram a revista da Turma da Mônica. Desde então não parou, passando a Dinossauros e Super-Heróis, vindo depois a conhecer os cenários de fantasia como Dungeons and Dragons (RPG), onde se apaixonou de vez. Escritor, roteirista de HQ, desenhista e nerd de carteirinha escreveu seu primeiro romance de fantasia urbana em 2014: Artífices da Vontade. Desde então, tem trabalhado em novas obras dentro do gênero da Literatura Fantástica (entre outros). Nas horas vagas gosta de assistir séries e filmes (comendo besteira!), ou qualquer outra coisa que tenha Harry Potter no meio. E também é o criador do movimento Writertoberbr.

Igor Feijó


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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

"Sempre um papo" recebe o escritor Cristovão Tezza no Sesc Santo André

Cristovão Tezza - Foto: Guilherme Pupo
Evento conta com o lançamento do livro “A Tradutora”, no dia 20 de setembro

O próximo encontro do projeto “Sempre um Papo”, marcado para o dia 20/9 (quarta-feira), às 20h, no Sesc Santo André, receberá o escritor Cristovão Tezza para uma conversa sobre a metade mais fascinante, complexa e misteriosa do universo humano: a feminina.
O bate-papo, com entrada gratuita, será seguido do lançamento do livro “A Tradutora” (Record). A obra narra a história de Beatriz, uma tradutora de 30 e poucos anos às voltas com o desafio de traduzir o espanhol barroco do catalão Felip T. Xaveste. Em seu apartamento, depara-se com uma sucessão de acontecimentos que entrelaçam a urgência do instante presente com a memória: um envelope em branco deixado misteriosamente sob a porta da sala; as pequenas e grandes dúvidas que envolvem a tradução e os desdobramentos que projeta para a sua carreira; a conversa ao telefone com o namorado escritor, que a assedia intelectualmente; e uma ligação inesperada propondo-lhe um trabalho como intérprete de um executivo da FIFA em visita a Curitiba para os preparativos da Copa do Mundo no Brasil.
Cristovão Tezza instiga a curiosidade dos leitores pelo cruzamento sutil de pontos de vista ao longo de três dias intensos. Lembranças, argumentos e percepções da personagem se desdobram em múltiplas combinações, conduzidos por um fio de leveza, humor fino e autoironia.

SOBRE O AUTOR
Cristovão Tezza nasceu em Lages, Santa Catarina, em 1952, mas mudou-se para Curitiba ainda quando criança. É considerado um dos mais importantes autores da literatura brasileira contemporânea. É autor, entre outros, de Trapo, O fantasma da infância, Aventuras provisórias, Breve espaço entre cor e sombra (Prêmio Machado de Assis/Biblioteca Nacional de melhor romance de 1998) e O fotógrafo (prêmios da Academia Brasileira de Letras e Bravo! de melhor romance do ano). O filho eterno venceu os mais importantes prêmios literários do país: primeiro lugar no Prêmio Portugal Telecom de Literatura em Língua Portuguesa, como melhor livro do ano; o Prêmio Bravo! Prime de Cultura, na mesma categoria; foi escolhido melhor romance pela Associação Paulista dos Críticos de Arte (Apca), e ganhou o Jabuti de melhor romance.

SOBRE O “SEMPRE UM PAPO”
Criado pelo gestor cultural Afonso Borges, o projeto “Sempre um Papo – Literatura em Todos os Sentidos” promove, há 31 anos, a difusão de livros e autores em uma série de debates informais. A iniciativa já passou por mais de 30 cidades brasileiras e organizou mais de 5 mil eventos, que tiveram público estimado em 1,6 milhão de pessoas. Os encontros com os escritores são exibidos aos sábados e domingos na TV Câmara. Alguns desses bate-papos também estão reunidos na série de DVDs educativos “Cultura Para a Educação”, distribuída gratuitamente para 6 mil escolas. O site do Sempre um Papo disponibiliza mais de 300 programas e vários seminários. 

BATE-PAPO
 “Sempre um Papo” com Cristovão Tezza
Quando: 20/9 (quarta-feira, às 20h)
Ingresso: Grátis. Retirada de ingressos com 1h de antecedência na Bilheteria.
Classificação: Livre
Mais informações: http://www.sempreumpapo.com.br

SERVIÇO:
SESC SANTO ANDRÉ
Rua Tamarutaca, 302 – Vila Guiomar – Santo André
Telefone – (11) 4469-1311
Estacionamento (vagas limitadas): Credencial Plena – R$ 5 (R$ 1,50 por hora adicional) |
Outros – R$ 10 (R$ 2,50 por hora adicional).
Informações sobre outras programações:
sescsp.org.br/santoandre | facebook.com/SESCSantoAndre


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Crítica: Voltron Legendary Defender



Se você assim como eu, adora robôs gingantes, então é bom que você assista ao anime Voltron: Legendary Defender, da Netflix.

Se você acha que já ouviu esse nome em algum lugar, talvez isso seja verdade mesmo. Essa versão de Voltron é um reboot de Voltron: Defender of the Universe, lançado em 1984 e produzido pela World Events Productions e Toei Animation.

Sinceramente eu nunca assisti essa versão dos anos 80 (que saudades), para dizer a verdade, raríssima as vezes que ouvi o nome Voltron. Talvez ele tenha caído no esquecimento junto com tantos outros bons desenhos da época, embora, se você, oitentista o assistiu, ainda o tenha na memória.

O fato é que o tempo passou e a Netflix resolveu repaginar esse clássico, que estava engavetado desde 1998. E o resultado? Um ótimo desenho para você curtir. Classificação livre.
Essa nova versão é produzida pela Dreamworks Animation Television e pela World Events Productions original, comandada por Joaquim dos Santos e Lauren Montgomery (ambos com passagens pela DC Animation e também pelas séries Avatar: A Lenda de Aang e A Lenda de Korra).
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terça-feira, 12 de setembro de 2017

O Itaú Cultural e o Oceanos – Prêmio de Literatura em Língua Portuguesa divulgam a lista dos semifinalistas de 2017

Ana Paula Sousa - Integrante da Curadoria do Oceanos - Prêmio de Literatura em Língua Portuguesa
Das 51 obras classificadas, 31 são de autores brasileiros – sendo nove deles, estreantes –; 19 são de escritores portugueses – dos quais 11 nunca foram publicados no Brasil – e uma é de autoria de angolano; resultados reforçam a importância do prêmio na integração da literatura entre os países de língua portuguesa. Com a conclusão desta primeira fase de votação do Oceanos, em parceria com o Itaú Cultural, agora serão definidos os 10 finalistas da edição de 2017 pelo Júri Intermediário, formado por 10 membros escolhidos pelo Júri Inicial

Está no ar, no site http://www.itaucultural.org.br/oceanos2017, a lista dos 51 semifinalistas do Oceanos – Prêmio de Literatura em Língua Portuguesa de 2017 (Veja os nomes dos livros classificados e os perfis de seus autores, no pdf à parte). Neste ano, a premiação passou a contemplar obras com primeira edição em 2016, publicadas em todos os países lusófonos e não lusófonos, desde que tenham sido escritas e editadas em português. Foram recebidas, no total, 1.215 inscrições, entre livros publicados com primeira edição no Brasil (1031), em Portugal (176), Angola (1), Moçambique (2) Cabo Verde (2), Espanha (2), Quênia (1).

O Oceanos é realizado em parceria com o Itaú Cultural e com patrocínios do Itaú Unibanco, da CPFL Energia e do governo de Portugal, por meio do Fundo de Fomento Cultural Português. A curadoria desta edição está a cargo dos jornalistas Ana Sousa Dias, de Portugal, e Manuel da Costa Pinto e Selma Caetano, do Brasil.

“Os resultados nesta fase revelam correta a ambição do Itaú Cultural e da curadoria de internacionalizar o prêmio e, assim, ampliar o intercâmbio da produção literária entre os países de língua portuguesa”, observa Eduardo Saron, diretor do instituto. “Em um país como o Brasil, onde o índice de leitores é baixo, e acreditamos que assim seja em alguns dos países do continente africano, é importante contribuir para o incentivo à leitura e o intercâmbio da produção literária entre os falantes do português”, completa ele lembrando o envolvimento da instituição neste segmento com iniciativas, como, por exemplo, o mapeamento de literatura brasileira no exterior Conexões Itaú Cultural, que, neste ano, completa uma década de atividade.

Índices
O regulamento prevê uma lista de 50 semifinalistas, mas empates nas últimas colocações determinaram a inclusão de mais um livro, totalizando 51 títulos. Destes, 31 são de autoria de escritores brasileiros publicados em primeira edição no Brasil; outros 19 foram escritos por portugueses e tiveram primeira edição em Portugal. A eles soma-se o romance Se o passado não tivesse asas, do angolano Pepetela, que teve primeira edição em Portugal e representará o universo da literatura lusófona da África na próxima fase do Oceanos.
A relação entre livros inscritos e livros classificados traz os seguintes números: os 31 semifinalistas publicados no Brasil correspondem a 3% dos 1.031 livros inscritos com primeira edição no Brasil; os 20 semifinalistas publicados em Portugal correspondem a 11 % dos 176 livros inscritos com primeira edição em Portugal.

Ao todo, 25 diferentes editoras publicaram as obras semifinalistas, sendo que 10 editoras portuguesas lançaram 20 livros semifinalistas e 15 editoras brasileiras lançaram 31 semifinalistas.

A classificação dos 51 semifinalistas por gênero literário obedece à seguinte divisão:

Oito livros de poesia de autores brasileiros, entre 405 livros de poesia com primeira edição no Brasil;
10 livros de poesia de autores portugueses, entre 60 livros de poesia com primeira edição em Portugal;
16 romances de autores brasileiros, entre 360 romances com primeira edição no Brasil;
Sete romances de autores portugueses, entre 86 romances com primeira edição em Portugal;
Um romance de autor angolano, entre sete romances de escritores africanos com primeira edição em Portugal, Angola, Moçambique e Cabo Verde; 
Seis livros de contos de autores brasileiros, entre 190 livros de contos com primeira edição no Brasil;
Dois livros de contos de autores portugueses, entre 22 livros de contos com primeira edição em Portugal;
Um livro de crônicas de autor brasileiro, entre 59 livros de crônicas com primeira edição no Brasil.

A lista de semifinalistas inclui, ainda, nove obras que representam a estreia literária em livro de seus respectivos autores, todos eles brasileiros. Esse resultado reitera, assim, o papel dos prêmios literários em geral e do Oceanos em particular como radar da produção literária contemporânea em seus diferentes gêneros.

Intercâmbio
Um dado relevante, que comprova a importância do Oceanos na integração da literatura entre os países lusófonos, é que 21 dos livros semifinalistas com primeira edição no Brasil são de autoria de escritores brasileiros que nunca foram publicados em Portugal, enquanto 11 com primeira edição em Portugal são de autoria de escritores portugueses nunca publicados no Brasil. Oceanos 2017 apresenta, portanto, um número significativo de autores – 32 escritores, ou seja, mais da metade dos semifinalistas – cuja difusão passa a se dar, a partir de agora, para além de seus países de origem, proporcionando maior conhecimento recíproco das cenas literárias de Portugal e Brasil.

Entre as obras classificadas, apenas dois livros tiveram publicação tanto no Brasil quanto em Portugal em 2016: Se o passado não tivesse asas, do angolano Pepetela – publicado pela Dom Quixote e pela Leya Brasil; e A vida invisível de Eurídice Gusmão, da brasileira Martha Batalha, publicado pela Companhia  das Letras e pela Porto Editora.

Júris
O Júri Inicial do Oceanos foi composto por 50 jurados brasileiros e 15 portugueses.   Além de eleger os 51 livros semifinalistas, esse júri escolheu os jurados que vão integrar os Júris Intermediário, que escolherá as 10 obras finalistas, e Final, que vai determinar os quatro vencedores do Oceanos 2017. São eles: Ana Mafalda Leite e António Guerreiro, de Lisboa;  Beatriz Resende e Eucanaã Ferraz, do Rio de Janeiro; Eliane Robert Moraes, Heloisa Jahn e Mirna Queiroz, de São Paulo; e Maria Esther Maciel, Ricardo Aleixo e Sérgio Alcides, de Belo Horizonte.


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Festival Literário Internacional em BH

O Festival Literário Internacional FLI-BH chega à sua segunda edição com o propósito de trazer à cena a diversidade que a literatura expressa. Às vozes do texto literário somam-se as vozes das ruas, dos saraus, da academia e a voz do público leitor". Simultaneamente, acontecerá a terceira edição da Primavera Literária, uma feira que valoriza as editoras independentes do Brasi. É claro que a Aletria estará presente! Confira a programação completa e #vemproCRJ! ;), acesse: http://www.flibh.com.br


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Escritora leva poesia a alunos de escolas públicas em periferias

Débora Garcia - Foto Divulgação
Por meio do projeto "Encontro com a Autora – Semear poesia, colher cidadania", artista visita instituições de ensino de SP

Na tentativa de valorizar o diálogo e a troca literária, a poetisa Débora Garcia dá sequência à agenda do projeto "Encontro com a autora Débora Garcia – Semear poesia, colher cidadania" faz quatro palestras em três escolas neste mês de setembro, somando cerca de 400 alunos em contato com a poesia. As ações ocorrem entre os dias 12 e 18, são gratuitas e realizadas em escolas públicas.

Os encontros são a forma que Débora Garcia encontrou para partilhar sua experiência de superação pessoal através da literatura e também para divulgar o livro e trabalhar na construção de seu público leitor.

"No encontro com a autora, eu relato um pouco da minha trajetória de vida. Falo sobre a importância dos estudos e de como a literatura abriu meus horizontes. Foi a partir do estudo e do contato com a literatura que eu me reconheci enquanto mulher negra, que eu passei a entender a conjuntura sociopolítica brasileira. Foi o conhecimento que fez eu compreender o meu lugar de fala e o quanto ele é importante para as transformações que almejo enquanto indivíduo e sociedade. É um bate papo bem descontraído, no qual os alunos fazem perguntas e participam ativamente. Os encontros sempre são encerrados com poesia e música, para que a nossa vivência seja completa", explicou a autora.

O projeto é desenvolvido desde 2014, mas recentemente, há maior procura por unidades de ensino, especialmente na zona leste, região onde a autora reside e atua. "Os encontros tem sido mais requisitados e eu penso que isso reflete-se na consolidação do meu trabalho e atuação na região", completou.

As palestras geralmente são desenvolvidas em escolas da rede pública municipal que já têm no plano pedagógico atividades que visam o incentivo à leitura, como as Academias Estudantis de Letras (AEL) e o Projeto de Mediação de leitura. Nestes projetos os alunos são envolvidos em ações de leitura dentro e fora das escolas. Mas não há nenhum tipo de restrição já que escolas estaduais e particulares também podem receber a palestra.

"Esse reconhecimento por parte da comunidade reflete o fortalecimento da sua identidade. Antes de a nossa literatura – periférica - entrar na comunidade escolar, os alunos frequentemente escolhiam autores de outras épocas e que integram o cânone da literatura brasileira. Hoje, eles querem homenagear o artista local, pois se reconhecem na sua imagem e na sua obra. Reconhecer o artista local é reconhecer a si mesmo, e eu fico realizada em fazer parte disso", destacou.

Além da palestra com os alunos, Débora também realiza formação para os professores. Nesta, aborda com os profissionais o contexto da produção literária nas periferias, bem como, a possibilidade de desenvolver o protagonismo dos alunos através da realização de atividades literárias, tais como saraus, slams, feiras e encontros literários.

Serviço
Confira a agenda dos encontros:
12.09 às 19h30
Emef Prof. Maílson Delane, Cidade Tiradentes, SP
13.09 às 12h30
Emef Dep. Caio de Toledo, Cidade Tiradentes, SP
15.09 às 10h
Emef Dep. Caio de Toleto, Cidade Tiradentes, SP
18.09 às 19h
Emef Idêmia de Godoy, Guaianazes, SP

Para agendar uma visita em sua escola, acesse:
E-mail: deboragarcia.info@yahoo.com.br
Facebook: facebook.com/deboragarciapoetisa
(11) 98598-4495

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