quarta-feira, 23 de março de 2016

Manson, A Biografia Definitiva

ELE ACREDITAVA SER O ESCOLHIDO, O FILHO DO CARA, MAS SE CONTENTARIA EM SER UM SUPERSTAR. ACABOU POR SER O PORTA-VOZ DE UM PESADELO AMERICANO DO QUAL AINDA NÃO DESPERTAMOS.

“Manson não é simplesmente uma biografia de um assassino e um líder de culto. É uma história da cultura norte-americana da Grande Depressão ao final do século XX. [...] um estudo fascinante da ambição, avareza, mesquinharia, controle da mente, celebrifilia (um desejo intenso e patólogico para se relacionar com uma celebridade), sexo, narcóticos, racismo e abuso de poder. Ninguém contou a história de forma tão precisa quanto Jeff Guinn. É a história dos ex-presidentes Richard Nixon e Lyndon Johnson, de Martin Luther King, do Vietnã, do movimento ativista estudantil da nova esquerda Students for a Democratic Society, dos Panteras Negras, da cultura lisérgica e de uma nação em processo de degradação. Esta é uma viagem espetacular.” – James Lee Burke, renomado autor de livros policiais

“Impressionante. [...] O livro de Vincent Bugliosi, Helter Skelter, me levou a crer que não havia mais nada a aprender. [...] Eu estava errada. [...] [Manson] se sustenta como um trabalho definitivo: importante para estudantes de criminologia, psicopatologia e sociopatologia, além daqueles interessados no comportamento humano na cultura pop.” – Ann Rule, The New York Times Book Review

ELE SÓ QUERIA SER UM SUPERSTAR
[O Aprendiz Verde]

Sexo, drogas e rock ‘n’ roll. Crimes, estupros e assassinatos. Charles Manson fez de sua história a trilha sonora do fim do mundo. A metáfora favorita da América para o lado negro dá década de 1960, Manson foi o cabeludo que matou o sonho de Woodstock e o retrato perfeito de como toda aquela filosofia da geração paz e amor não funcionou.

Psicopata, vigarista, racista e cafetão. Olhos em chamas, barba por fazer, cabelos despenteados e uma suástica tatuada na testa. A diabólica imagem de Charles Manson está gravada no inconsciente popular e é reconhecidamente assustadora. Após quatro décadas dos seus terríveis atos, os assassinatos orquestrados por ele continuam a exercer um mórbido fascínio. Dezenas de livros já foram escritos sobre Manson nesses mais de quarenta anos, e agora uma meticulosa pesquisa desenvolvida pelo biógrafo Jeff Guinn surge como o guia definitivo do homem que entrou para a história como sinônimo do mal.
Manson, a Biografia consegue, contra todas as possibilidades, oferecer uma visão fresca e um complemento digno e, porque não, acima do até então melhor livro sobre o caso: Helter Skelter, de Vincent Bugliosi. Resultado de dois anos de Ler o livro é como vivenciar aquela época. pesquisas, o livro de Guinn oferece uma nova visão para aqueles que vivenciaram a turbulenta era de paz & amor assim como o contexto necessário para as gerações que vieram depois. Ler o livro é como vivenciar aquela época. Guinn consegue transportar o leitor para os dias de ira e caos, sexo e drogas, rock ‘n’ roll e celebridades, costurando o homem em seu ambiente, um ambiente perfeito e catastrófico, que forneceu todas as respostas que uma mente doentia como a de Manson ansiava em encontrar. O que emerge é um retrato sombrio, mas altamente convincente, de um “eterno predador social” que era “sempre o homem errado no lugar certo e na hora certa”. Prova disso é que em sua caçada desenfreada para ser tornar um superstar maior que os Beatles, Manson usou de seu discurso incendiário – que misturava caos, fanatismo religioso, cientologia e letras de músicas do Fab Four – para criar uma atmosfera magnética capaz de atrair aqueles que ele poderia usar para se tornar uma estrela. Dennis Wilson, baterista dos Beach Boys, foi um dos que caiu na armadilha.

O livro é também uma prova definitiva de que o mito da América dourada, hippie, livre e eterna enquanto durou foi apenas uma ilusão. Ilusão cujo significado dependia de quem a via: para os hippies, tranquila e orgástica; para o The Mamas & The Papas, um sonho californiano; para os Beatles, chapada como Lucy in the Sky; para os conservadores, suja e nojenta; para os estudantes protestantes, mentirosa e tirana. Ou ela poderia ser apocalíptica, sombria, e sangrenta, como a América dourada de Charles Manson.

Manson, a Biografia foi eleito um dos grandes livros do ano pelo New York Times Book Review; o melhor livro do mês em agosto de 2013 pela Amazon; e finalista na categoria Melhor Biografia do Goodreads Choice Awards. Best-seller do New York Times e da Publishers Weekly.

“A biografia mais profunda sobre o tema [...] Supreendente do começo ao fim.” — Janet Maslin, The New York Times

“Brilhante. [...] O melhor livro sobre Manson que já li [...] e creio que já tenha lido todos eles.” — Jeffrey Deaver, autor de O Colecionador de Ossos

“Guinn inscreve seu nome como um cronista obstinado e completo de conhecidos criminosos norte-americanos. —Richmond Times-Dispatch

“Jeff Guinn produziu não apenas a melhor biografia de Charles Manson, mas o melhor estudo sobre crimes americanos desde A Private Disgrace: Lizzie Borden by Daylight, de Victoria Lincoln.” — Florence King, National Review

“Guinn pinta um retrato vibrante de uma Califórnia em expansão, sacudida pelos protestos contra a guerra e pelas boas vibrações, escravizada pelo circo da mídia e por aqueles que aguardavam a era de Aquário.” — The Guardian

“Livros como o de Guinn são escritos para lembrar os nascidos no pós-guerra por que eles cortaram seus cabelos e trocaram os alucinógenos por anti-depressivos.” — Christian Lorentzen, London Review of Books

Autor:
Jeff Guinn, premiado jornalista investigativo, é autor de dezenas de livros de ficção e não-ficação, muitos deles best-sellers, incluindo Go Down Together: The True Untold Story of Bonnie and Clyde (2010), que conta a história do casal de assaltantes e assassinos que aterrorizaram a América durante a Grande Depressão, no começo dos anos 1930; The Last Gunfight: The Real Story of the Shootout at the O.K. Corral and How It Changed the West (2012), sobre o famoso tiroteio em Tombstone, Arizona, em 1881, que definiu como as futuras gerações perceberiam o Velho Oeste e transformou figuras como Wyatt Earp, Doc Holliday, e os irmãos Clanton em lendas; e Glorious (2014), romance histórico ambientado no Velho Oeste, em 1872.

Ficha técnica:
Especificações do livro | Encadernação: capa dura - formato: 16x23cm - Número de páginas: 520 - ISBN: 978-85-66636-31-4 - Autor: Jeff Guinn - Tradução: Blog O Aprendiz Verde, com colaboração de Daniel Alves da Cruz, Enrique Ulises Guajardo Cuevas, Márcia Targino de Lucena Monforte, Marcus Vinicius Gonçalves de Santana e Marília Rocha Ferreira - Editora: DarkSide® - Idioma: português - Gênero: Biografia/ Crimes Reais.
Fonte: DarkSide®

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