quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Presidente da Editora Record defende aumento no preço dos livros


Para uma pequena parcela de brasileiros que fazem da leitura seu hábito sagrado quando se ouve qualquer notícia relacionada a aumento de preços de livros há uma enxurrada de reclamações, e não é pra menos, os leitores ávidos compram muitos livros.

E se pensarmos no outro lado da moeda e entendermos os custos envolvidos na produção de um livro? Talvez a sua opinião mudaria e você enviaria um e-mail imediatamente para as editoras para promover um aumento geral.

O fato é que para agradar os participantes desse negócio não é tarefa fácil, principalmente quando o país vive uma recessão gravíssima. Temos que entender os argumentos de ambos os lados e chegar num denominador comum.

Tudo isso para contextualizar uma notícia que saiu essa semana em que Sônia Machado Jardim, presidente do grupo Record, disse que havia necessidade de aumentar os preços dos livros do grupo.

Considerada uma administradora que controla na ponta do lápis os custos da produção de um livro, ela relata que o grupo passou por grandes transformações nos últimos tempos e o planejamento racional era necessário num ambiente tão conturbado.

Formada em Engenharia Civil adotou a editora há 22 anos como profissão, Jardim é ligada a números, por isso tem solicitado aos editores um planejamento detalhado da produção dos livros em função de várias transformações que a empresa vem passando, tais como:

O grupo perdeu o Sérgio Machado, presidente do grupo, para um tumor na meninge, a ascensão de grandes grupos editoriais, o aumento do papel em 45%, o fim das compras governamentais, enfim, ingredientes que fazem qualquer administrador pensar racionalmente.

É claro que para nós, pobres mortais, que amamos a leitura não é uma notícia animadora. A falta de incentivos na produção literária é nítida no Brasil e os custos para produção são altíssimos, por isso, o planejamento da produção deve ser feita com muita cautela.

Isso não significa defender o aumento dos livros e sim refletir sobre a sua produção e exigir melhores incentivos dos nossos governantes para a produção de livros, afinal, sem livros não há educação e sem educação não há um país melhor.

Fonte: Folha

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