quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

O Prêmio Nobel de Literatura


Olá, leitores. 
É com muita honra que agora faço parte da equipe de Colunistas da Revista Conexão Literatura. Agradeço imensamente o convite que me foi feito. Muito obrigado, Ademir.
Gostaria de começar resgatando a memória (para uns) e apresentando (para outros), os prêmio literários que podem ser alcançados por um sublime escritor. Hoje vamos iniciar com o mais cobiçado deles.

É de suma importância que nós tenhamos o conhecimento de como funciona um prêmio Nobel de Literatura. Muitas pessoas (até mesmo do meio literário) nem sequer conhecem detalhes e a importância desse reconhecimento.

Desde 1901, quando a ideia foi implantada, o prêmio é concebido anualmente (obs.: não houve premiação nos anos de 1914, 1918, 1935, 1940 até 1943). Qualquer autor pode ser escolhido, não importando sua nacionalidade. De acordo com Alfred Nobel (o criador da homenagem), para que o autor seja selecionado, “ele deve ter produzido através do campo literário, o mais magnífico trabalho em uma direção ideal”. É dito que nenhuma obra em particular é avaliada, mas sim toda a obra do escritor, sua mentalidade, suas filosofias, estilo e principais livros.

O mês de Outubro é o escolhido para que a Academia Sueca selecione e anuncie o escritor. Com certeza, esse é o prêmio mais valioso a se receber dentro do ramo da literatura.

De certo, muitos consideram a escolha de um ou outro escritor injusta. Que escritores reconhecidos mundialmente nunca são indicados. Aqui, caímos justamente no mesmo barco que a Academia Hollywoodiana, onde nos indignamos com as indicações e premiações do Oscar. Não se pode agradar à todos.

Ao longo dos anos muitos escritores foram premiados, contudo, infelizmente, nenhum brasileiro chegou a levar a honra para casa.  No dia 13 de Outubro de 2016, Bob Dylan foi escolhido pela Academia Sueca, levando o Nobel de Literatura, por “ter criado novos modos de expressão poética no quadro da tradição da música americana”. Esta escolha pegou muitos de surpresa, deixando no ar um sentimento estranho e, a quem diga, injusto por um alguém reconhecido musicalmente ter garantido um prêmio literário. 


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