segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Rogério Silva comenta sobre o seu livro O Sino - A Máquina do Tempo Nazista (Drago Editorial)


Francisco ROGÉRIO Ribeiro da SILVA é Oficial de Marinha, Hidrógrafo, e Geodesista especializado em Sensoriamento Remoto e Fotogrametria. A escrita sempre foi uma paixão, mas só recentemente conseguiu escrever e publicar seu primeiro livro, O SINO – A Máquina do Tempo Nazista, pela editora Drago Editorial.

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Rogério Silva: pode-se dizer que comecei a escrever quando era Aluno do Colégio Naval, em 1983, graças a uma excelente Professora, minha querida mestra Leila. Escrevia contos, crônicas e alguns poemas, mas sem a intenção de publicar nada.
Quando passei à reserva, em 2012, é que comecei a publicar contos e crônicas em páginas como Wattpad e Widbook. Aí, comecei a ter projetos mais ambiciosos, como escrever um ou mais livros.

Conexão Literatura: Você é autor do livro "O Sino - Máquina do Tempo Nazista" (Drago Editorial). Poderia comentar?

Rogério Silva: O SINO é uma obra de ficção científica, histórica e realidade alternativa. Em 1940, os nazistas começam a experimentar novas formas de propulsão gravitacional, e acabam inventando uma máquina do tempo. Com medo de paradoxos, enviam dois viajantes a 1965, para que vissem  a glória vindoura do 3º Reich. Ao voltarem, relatam que a Alemanha perderá a guerra em cinco anos.
Um plano é então elaborado, evitando vários fatos históricos e causando a vitória alemã na Segunda Guerra Mundial, em 1943. Tudo, inclusive os planos de construção do SINO, fica registrado no diário de Hugo Kant, um Oficial da SS não tão favorável ao regime de Hitler.
Se Alemanha venceu a guerra em 1943, como não nos lembramos de nada disso? Porque a história nos diz o contrário?

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro?

Rogério Silva: foi uma criação meteórica, por assim dizer. Em três meses, juntando tempo de pesquisa, escrevi todas as páginas de O SINO.

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho do qual você acha especial no seu livro?

Rogério Silva: existem vários! Um dos trechos mais especiais é a escolha que um dos principais personagens faz, ao deixar a própria família (e também a realidade que conhecia) para tentar corrigir tudo o que os nazistas tinham feito. Ou a tortura que a família Kant sofre no cativeiro, que foi muito difícil de escrever.

Conexão Literatura: Se você fosse escolher uma trilha sonora para o seu livro, qual seria?

Rogério Silva: acho que a melhor seria uma música do filme Les Uns et Les Autres (Retratos da Vida) chamada Les Allemandes à Paris. Para mim, esta é a trilha sonora de boa parte da ação de O SINO.

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário?

Rogério Silva: como disse, tenho contos gratuitos publicados no Widbook e Wattpad. Além disso, O SINO está à venda em várias livrarias, em formato digital e papel. Pode ser encontrado na Saraiva, Amazon, e até mesmo na página da editora, a Drago Editorial.
Poderá entrar em contato comigo, se quiser, pela própria editora (www.dragoeditorial.com).

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta?

Rogério Silva: para um escritor, sempre há alguma coisa cozinhando. Meus próximos projetos são Pedra da Gávea e um livro de terror e sobrenatural. O título ainda não está definido.

Perguntas rápidas:

Um livro: difícil dizer um único livro, pois tudo acaba por nos influenciar. Se devo citar apenas um, que seja 2001 – Uma Odisseia no Espaço.
Um (a) autor (a): mesma coisa! Só um autor? Isaac Azimov, então...
Um ator ou atriz: tantas pessoas! Brasileiros? Estrangeiros? Homenagearei, então, Christopher Reeves, o eterno Superman.
Um filme: um só? Guerra nas Estrelas, de 1977.
Um dia especial: é muito difícil responder! Tenho dois dias muito especiais: os nascimentos dos meus filhos!

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário?

Rogério Silva: é muito difícil querer viver de literatura num país em que a cultura se degenera a tal ponto que as pessoas começam a viver quase num hedonismo. Onde um escritor desconhecido raramente tem chance, num mercado onde poucos se interessam pela leitura.
Graças a Deus, para quem acredita, que esse panorama sombrio está mudando, mas não sei se estarei vivo para ver alguma mudança significativa. Resta-me apenas fazer minha parte e manter a fé num futuro melhor. 


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