terça-feira, 27 de junho de 2017

Crônica - Refúgio urbano


São exatamente 17 horas e 35 minutos de um domingo tranquilo, sossegado e até mesmo pacato, nem frio e nem calor, apenas um clima agradável e preguiçoso.

Uma coisa que acontece todo o santo dia, são aquelas revoadas em formação das garças, em sincrônica o líder na frente seguido pelo bando, voltando para os seus lares em meio à natureza. 

Confesso, nunca tinha reparado nesse detalhe da natureza, todos os dias essas belas garças saem dos seus lares, para buscar comida, entre outras coisas, não sei nada sobre essa espécie, reparei que nossa natureza faz um grande espetáculo, em harmonia com nossa cidade e toda loucura do nosso dia, corrido, agitado e muita das vezes, sem nenhum controle. 

Parando para pensar, até que somos parecidos com essas garças, saímos em bando para caçar (trabalhar), buscar alimento para sustentar nossas crias, voltamos para o nosso habitat (lar), esqueci-me de mencionar, voltamos em bando para nossos lares, não é igual às garças em formação, mas estamos em nossos carros, enfrentando o trânsito e mais stress, até chegarmos em casa e preparar para o dia seguinte.

É o que somos, vivemos e lutamos para sobreviver e proteger nosso território, para que no dia seguinte “voamos em bando”. 

Vamos parar por aqui, Ok? Deixar de lado toda essa loucura e apreciar o que nossa mãe natureza pode oferecer diariamente para todos nós, logo mais, precensiaremos mais uma revoada dessas belas garças em formação.


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