segunda-feira, 17 de julho de 2017

Poeta, compositor e escritor Alberto Coutinho comenta sobre o livro "Asthylã" (Drago Editorial)

Alberto Coutinho nasceu em Saquarema RJ, em 1956, onde mora até hoje. Graduou-se em Tecnologia de Gravação e Produção Musical e fez-se poeta, compositor e escritor.
Desde pequeno gostava de brincar em meio à natureza, acompanhado pelo barulho do vento, o voo dos pássaros, o brilho do Sol e o reflexo da Lua. Sua imaginação levava-o a terras distantes onde habitavam gnomos e dragões, galáxias e seres estelares. E ainda pequeno, se interessou pela arte. Namorava palavras bonitas guardando-as num caderno para depois usá-las nos seus contos e poesias. Escrevia poesia em qualquer papel que estivesse à sua disposição no momento de inspiração. Sempre fora atraído pelos mistérios, o que o levou a buscas que transcendiam a realidade temporal.

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Alberto Coutinho: Foi na adolescência dos desvairados anos 70 - Desvairo no sentido de alienação da normalidade, da busca pelo novo - que a arte começou a aflorar na minha vida: primeiro na forma de poesia – algumas publicadas em antologias -, depois através da música. Tudo isso veio desaguar agora na literatura. Este é o meu primeiro livro.

Conexão Literatura: Você é autor do livro “Asthylã” (Drago Editorial). Poderia comentar?

Alberto Coutinho: Este livro levou alguns anos para ser escrito. Serviu-me de catarse e de companhia. Como uma aranha, fui tecendo em sinuosos fios existenciais, os desatinos diante à vida. As reflexões se acendiam e ascendiam, as emoções me invadiam e divagavam, rompendo fronteiras. Vivenciei cada momento, absorto em um mundo distante que se achegava como uma fragrância agradável e desconhecida.
Asthylã está ai, para todos fazerem dela a sua morada. Ela habita o nosso intimo, os nossos sonhos, a nossa esperança por um mundo melhor.
Nunca precisamos tanto de um porto seguro como esse, principalmente agora, em meio a um mundo totalmente conturbado, onde as forças negativas se esforçam para sair das sombras; onde as religiões se profissionalizaram em explorar a fé; e a política se distanciou anos luz dos seus conceitos originais.
O mundo anseia por este vale. Lá, a primavera é eterna, a paz, a harmonia e o amor inundam de bem aventurança todos os seres, sem credos e sem cores, sem castas, ganâncias e rancores.
Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro?

Alberto Coutinho: O tema de Asthylã sempre me fascinou, e o livro foi feito em cima de histórias que muitos podem considerar como “lendas”. Na verdade em cada lenda pode existir um fundo de verdade. E a pesquisa discorreu desde a crença oriental de Shamballa, Agartha, como as buscas do Eldorado, das cidades perdidas da Amazônia e o misterioso sumiço do Coronel Percy Harrison Fawcett em 1925 em busca de uma civilização perdida no sul da Amazônia. Levei aproximadamente cinco anos para escrever este livro. Escrevi sem pressa, deixando acontecer.

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho do qual você acha especial em seu livro?

Alberto Coutinho: “Em um belo dia, Tadeu recebe uma flor de um desconhecido que lhe diz: deixe que esse aroma adentre por todo o seu ser. Ele provém de um oculto vale, onde se encontram os pilares para uma nova civilização. Enquanto este perfume perdurar, toque sua vida com naturalidade e equilíbrio. Quando ele se dissipar, largue tudo e suba à serra do São Francisco, no pulmão do Brasil. Em meio a suas serras e cavernas se ocultam segredos inimagináveis. É lá que está o seu destino!”

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir um exemplar do seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário?

Alberto Coutinho: O livro vai ser lançado no dia 02 de setembro na XVIII Bienal do Livro no Rio de Janeiro e Pode ser adquirido no site da Livraria Drago Editorial. Para saber mais sobre mim, pode conferir no Youtube. Os leitores poderão entrar em contato através do Facebook e do e-mail: albertocoutinho15@gmail.com

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta?

Alberto Coutinho: Existe sim, só que não posso adiantar nada no momento, pois o ato criativo precisa ir maturando como uma planta; primeiro furtivamente debaixo da terra, para depois vir ao Sol. Caso contrário, pode perder a magia.

Perguntas rápidas:

Um livro: “A conquista do Eterno” Félix Bermudes
Um (a) autor (a): Gabriel García Márquez
Um ator ou atriz: Richard Gere
Um filme: Z – A Cidade Perdida
Um dia especial: O Agora

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário?

Alberto Coutinho: Espero que Asthylã seja um alento que ventile bons ventos para a humanidade e que se faça presente no coração de cada um que o ler. Agradeço a Revista Conexão Literatura pela entrevista.

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