quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Crítica: A Vida é Bela


Título: A vida é bela
Título Original: La vita é bella
Direção: Roberto Benigni
Duração: 01h57min
Data de Lançamento: 5 de fevereiro de 1999
Elenco: Roberto Benigni, Horst Buchholz, Marisa Paredes e Nicoletta Braschi
Gênero: Drama, Comédia e Guerra
Origem: Itália

Sinopse: Durante a Segunda Guerra Mundial na Itália, o judeu Guido (Roberto Benigni) e seu filho Giosué são levados para um campo de concentração nazista. Afastado da mulher, ele tem que usar sua imaginação para fazer o menino acreditar que estão participando de uma grande brincadeira, com o intuito de protegê-lo do terror e da violência que os cercam.

Análise:

Saudações cinematográficas, leitores do site da Revista Conexão Literatura, tudo bem com vocês? Espero que sim! Hoje vamos falar de um belo filme, emocionante do início ao fim, tocante e intenso, uma obra da sétima arte que nos deixa maravilhados. 

O filme que vamos falar é “A Vida é Bela”, dirigido e atuado pelo brilhante e inigualável Roberto Benigni, sendo ele o personagem principal desse drama história, no papel do judeu Guido e tendo como plano de fundo a Segunda Guerra Mundial e todo o horror do nazismo.

Vale lembrar que “A Vida é Bela”, está disponível no catálogo da nossa querida e amada Netflix.


Vamos acompanhar a vida do bem humorado e esperto Guido, personagem marcado pela irreverência e sua disposição em contemplar o belo da vida, do qual tenta amenizar os horrores da grande guerra. 

Guido tem sua vida familiar abalada, quando recebe ordem para ser enviado para um campo de concentração, junto com o eu filho, o pequeno Giosué, sendo um pai amoroso e inteligente, Guido consegue fazer com que o seu filho acredite que tudo isso que está acontecendo é apenas um jogo, para que o menino não veja o verdadeiro horror da Guerra, do qual estão todos inseridos e com suas vidas contadas.

Roberto Benigni mostra uma verdadeira mescla em sua atuação, passando do cômico para o apaixonado, indo em direção da angústia para o drama, não foi por acaso que recebeu o Oscar de melhor ator, no total, o filme recebeu três estatuetas: melhor ator protagonista, melhor filme estrangeiro e melhor trilha sonora. Mais que merecido!


Durante o filme, podemos conhecer em detalhes todo o encanto da Itália, com suas belas paisagens e ar bucólico, notamos o belo em meio ao caos. Ponto forte para toda produção de fotografia, eles conseguiram equilibrar todo o fator histórico do período da Segunda Guerra Mundial.

O roteiro é outro destaque importante, um texto inteligente, fluído e leve, do qual se manteve regular durante todo o filme, deixando uma rica mistura e perfeita combinação mesclando cenas impactantes e comoventes.

Romantismo permeia de forma avassaladora em uma parte do filme, quando o protagonista se apaixonada pela bela e jovem professora, Dora. Guido faz de tudo para conquistar o coração da professora, sua frase marcante em todo o filme é: “Bom dia princesa”.


Vale à pena? Com toda certeza! Não restam dúvidas que esse filme merece ser assistido e admirado por todos os elementos que compõem e o torna uma obra prima única da sétima arte.


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Um comentário:

  1. Esse filme é maravilhoso! A resenha ficou ótima, também, realçou os maiores pontos da trama 😊

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