sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Giovanna Vaccaro e o livro Procura-se, por Sérgio Simka e Cida Simka

Giovanna Vaccaro - Foto divulgação
Giovanna Vaccaro tem 17 anos, mora em São Paulo com seus pais e seu irmão mais novo. É totalmente viciada por séries americanas. Publicou seu primeiro livro quando tinha 14 anos, intitulado Procura-se. Tem um canal no YouTube chamado Passa Cola, no qual posta vídeos contando sobre sua vida e dicas sobre o que mais gosta. Por causa de seus fãs, Giovanna foi convidada para ser colunista na revista Amazing!, na qual fala sobre o que mais gosta: livros, séries, maquiagem, moda, música e cultura pop – o que contribui para seu futuro, já que cursa jornalismo na USJT.

ENTREVISTA:

Fale-nos um pouco sobre seus livros.

"Procura-se" é um romance, narrado por Ariane, uma garota de dezessete anos que sofre com uma doença cardíaca, chamada coronariana. Apesar da doença, ela vive uma vida normal com remédios controlados. No entanto, tudo muda quando ela descobre que terá que passar por um transplante de coração, caso contrário, seus dias estarão por um fio. Por sorte, ela conta com a ajuda de seu novo amigo, Miles, que fará de tudo para estender os dias de Ariane, formando aí uma paixão arrebatadora, capaz de tudo.
"E se..." é completamente diferente. Conta a história de Logan, filho de um renomado professor de física. Sua vida vira de ponta cabeça quando ele descobre que pode consertar seus erros com a nova invenção de seu pai, que é uma maneira de viajar no tempo. Apesar das viagens ajudarem Logan, ele se vê preso em seus próprios problemas, causados pela garota que ele ama, seu melhor amigo e até sua família. É, com certeza, um romance diferente. 

Qual o motivo que a levou a escrevê-los?

Ser escritora nunca foi meu objetivo, aconteceu. Eu sempre amei escrever, mas nunca levei a sério. Sempre reescrevia os epílogos dos livros que não gostava, até que um dia quis escrever um livro que tivesse o final que eu sempre quis. Então pensei em escrever um conto, mas ele ficou grande demais para um conto, então virou um livro, "Procura-se". Agora, escrevo porque amo e parece que se eu passar pelo menos um dia sem escrever, uma parte de mim se vai.

Para você, o que é ser escritor?


Ser escritor é uma coisa complicada. As pessoas pensam que é uma profissão, e, de certa forma, é, mas eu acho que é mais do que isso. Para ser escritor, uma pessoa deve ter criatividade e ter o poder de criar outras pessoas, outros lugares, outros mundos. Tudo fica dentro de nós. Ser escritor é criar mundos e coisas que jamais foram vistas no mundo real.
 
Como analisa a questão da leitura no Brasil?

Temos que admitir que a literatura cresceu muito nos últimos anos, mas ainda assim é uma questão difícil de tratar. Muitas pessoas detestam ler e nada pode contrariá-las. Apesar disso, temos que incentivar os jovens (como eu) a lerem sempre, é uma tarefa difícil, mas hoje em dia está muito mais fácil fazer isso do que antigamente. Quase todos os filmes são adaptações de livros, o que ajuda um leitor a começar a ler e gostar daquilo. É como eu. Eu odiava ler, pensava que os livros eram a mesma coisa chata de sempre, mas um dia eu assisti a um filme adaptado e quis ler o livro para ver se era parecido, foi aí que entendi que os livros são bem melhores (rsrsrs) e compreendi que os livros podem nos levar a lugares que nunca vimos.

O que tem lido ultimamente?


No momento, estou lendo muitos livros nacionais, eu sou apaixonada. O último livro que li foi “Quando o amor acontece”, de Eliana Portella.

Quais os seus próximos projetos?


Na Bienal, provavelmente, lançarei meu próximo romance, ainda sem nome. E, no momento, estou organizando uma antologia sobre signos, que sairá nos próximos meses. Estou ansiosa!

*Sérgio Simka é professor universitário desde 1999. Autor de cinco dezenas de livros publicados nas áreas de gramática, literatura, produção textual, literatura infantil e infantojuvenil. Idealizou, com Cida Simka, a coleção Mistério, publicada pela Editora Uirapuru.

Cida Simka é licenciada em Letras pelas Faculdades Integradas de Ribeirão Pires (FIRP). Coautora do livro Ética como substantivo concreto (Wak, 2014) e autora dos livros O acordo ortográfico da língua portuguesa na prática (Wak, 2106), O enigma da velha casa (Uirapuru, 2016) e “Nóis sabe português” (Wak, 2017).
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