quinta-feira, 28 de junho de 2018

Severino Rodrigues e o livro A fera dos mares, por Sérgio Simka e Cida Simka

Severino Rodrigues - Crédito da Foto: Renata Tavares
Fale-nos sobre você.

Meu nome é Severino Rodrigues, sou professor de Língua Portuguesa no IFPE (Instituto Federal de Pernambuco) -Campus Barreiros e escritor de literatura juvenil. Sou louco por livros, inclusive já devorei mais de vinte livros este ano. A maioria deles, é claro, no período de férias. Estou sempre antenado nas novidades do mercado editorial e busco me atualizar e inovar sempre. Ah, também sou mestre em Letras pela Universidade Federal de Pernambuco e tenho três livros publicados.

ENTREVISTA:

Fale-nos sobre seus livros.

Meus livros são voltados principalmente para o público jovem. Já publiquei três juvenis. Sequestro em Urbana (Cortez Editora), lançado em 2013, que conta a história de Pedro, um adolescente detetive, investigando o paradeiro do melhor amigo; Mistério em Verdejantes (Cortez Editora), lançado em 2015, um ecomistério em que um grupo de jovens tenta descobrir o que está acontecendo com as árvores centenárias da cidade, pois elas estão perdendo suas folhas de um modo muito inusitado; e, em 2016, saiu a A fera dos mares (Editora do Brasil) em que o humor é foco principal. Nele, criei o Athos, um estagiário de Ciências Biológicas bem atrapalhado, que investiga os boatos sobre uma estranha criatura marinha que estaria atacando banhistas em uma praia do Nordeste.

Como o leitor interessado deverá proceder para saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho?

Desde o ano passado, criei um site (www.severinorodrigues.com) e vivo conectado nas redes sociais, principalmente Instagram e Facebook. Sempre quando tenho alguma novidade posto lá. E é um prazer imenso conversar com os leitores sobre os meus livros, trocar algumas ideias, saber o que mais gostaram. É um estímulo e tanto para criar novas histórias.

Como analisa a questão da leitura no país?

Acredito que nossa realidade é bem diversa no quesito leitura. De um lado, temos grupos em que a leitura é presença forte e constante; e, de outro, temos pessoas que não possuem esse hábito e, muitas vezes, até se orgulham disso. Como escritor e professor de Língua Portuguesa, procuro incentivar ao máximo meus alunos a viajarem  para esse mundo onde se encontram histórias para todos os gostos. E para que a gente tenha cada vez mais leitores, o investimento na educação básica, não só no aluno como também no professor, é de fundamental importância. Quando em casa não há o incentivo, o professor adquire a função essencial e vital de mediador de leituras.

O que tem lido ultimamente?

Este ano estou devorando alguns livros premiados com o Prêmio Pulitzer de Literatura. "Os caminhos para a liberdade", de Colson Whitehead, foi de um tremendo impacto. Ainda estou me recuperando da leitura. Recomendadíssimo! Também "O sol é para todos", da Harper Lee, merece um lugar de destaque na biblioteca de todo escritor. O próximo da lista será "A cor púrpura", de Alice Walker. O curioso é que esses livros abordam a questão racial. Essas discussões têm despertado minha atenção nos últimos anos.

Quais os seus próximos projetos?

Neste ano, devem sair dois novos livros. As editoras ainda querem segurar um pouco as informações sobre eles. Mas posso adiantar que os dois são juvenis, sendo um deles de mistério, esse com certeza é o meu melhor livro do gênero, deu muito trabalho, mas ficou incrível; e o segundo é um pouco diferente de tudo que já escrevi, pois é uma narrativa mais cotidiana, com uma estrutura um pouco diferente e também exigiu uma pesquisa cuidadosa. Esses dois trabalhos são os meus melhores livros! Estou muito orgulhoso e ansioso para vê-los nas mãos dos leitores!

*Sérgio Simka é professor universitário desde 1999. Autor de cinco dezenas de livros publicados nas áreas de gramática, literatura, produção textual, literatura infantil e infantojuvenil. Idealizou, com Cida Simka, a coleção Mistério, publicada pela Editora Uirapuru.

Cida Simka é licenciada em Letras pelas Faculdades Integradas de Ribeirão Pires (FIRP). Coautora do livro Ética como substantivo concreto (Wak, 2014) e autora dos livros O acordo ortográfico da língua portuguesa na prática (Wak, 2016), O enigma da velha casa (Uirapuru, 2016) e “Nóis sabe português” (Wak, 2017).
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