quarta-feira, 8 de agosto de 2018

A arte de ver a beleza na tristeza sem o infortúnio da dor

Foto Eric Cuder - Crédito Thaís Vila Nova
Ator, fotógrafo e cineasta, o jovem Eric Cuder lança seu primeiro livro de poesias no dia 10/08, na Livraria da Vila

À epígrafe de Manoel de Barros - "Eu sustento com palavras o silêncio do meu abandono" – segue a página de agradecimentos, que termina com uma espécie de spoiler: "Meu sincero obrigado a todos que quebraram meu coração. Sem vocês, este livro não existiria".

Eric Cuder, que estreia no universo da poesia com A arte de ver a beleza na tristeza sem o infortúnio da dor (Autografia), se entrega assim, desde o início. E, ao longo de 50 poemas, vai traduzindo seus sentimentos mais íntimos, cheios da sensualidade do não-dito, descrições líricas de paixões que podem ter durado uma eternidade, ou apenas um leve roçar de dedos.

Depois de lançar o livro na Flip, na Casa Autografia, e na Bienal Internacional do Livro de São Paulo, Eric recebe os leitores para sessões de autógrafos de lançamento na Livraria da Vila do Shopping Higienópolis na noite de 10 de agosto, às 19h.

"Essa é uma coletânea de poemas que nasceram no meu âmago. Ao longo de três anos fui acumulando poesias nos meus cadernos e cadernos nos meus móveis e quando percebi que não tinha mais fim, resolvi publicá-los. Escrevo pros carentes e sozinhos, pros felizes e amados, pros tristes...Pros que precisam de uma mão, pra quem nunca teve um beijo, pra quem procura uma saída, e pros que não procuram nada", diz o jovem autor de 22 anos, que é também ator, fotógrafo e cineasta. Um de seus trabalhos mais recentes é um projeto de poesia visual em sua conta no Instagram @eric_cuder.
A arte de ver a beleza na tristeza sem o infortúnio da dor
Autor: Eric Cuder
Editora: Autografia
Formato: 14 x 21cm
Págs: 106
Preço: R$ 25,00

SOBRE O AUTOR
Eric Cuder é formado em Cinema e também em Artes Cênicas. Expressa sua arte pela fotografia, a poesia e o teatro. É fruto da relação de uma escritora brasileira com um artesão espanhol. Já teve peixes, um coelho, alguns cachorros e um coração partido. Já gostou de meninas, hoje ama meninos. Tem muitos sonhos concretos e imateriais. Começou a escrever aos quatorze anos porque sentia-se invisível. Hoje escreve porque não é satisfeito com o mundo no qual vivemos. Sua única certeza é que ama o que faz, e sua arte é tudo.
Fanpage: www.facebook.com/ericcuderpoeta

SESSÃO DE AUTÓGRAFOS
LIVRARIA DA VILA
Sexta-feira, 10 de agosto, das 19h às 21h30
Shopping Higienópolis - Av. Higienópolis, 618

TRECHOS

(...)
"Eu não estou sempre triste,
Às vezes estou perdido também
Já pensei em suicídio, mas
achei pouco visionário
me matar no clímax do meu sofrimento. "
(...)
SOBRE GRITOS

"A gente parece passarinho
Gosta mesmo é de voar em bando
Todos juntos, equidistantes
Bebendo pingos esporádicos de chuva
E sentindo o calor do vento nas costas
Mas a sensação mesmo é de
Queda"
(...)
 CÉU PODE ESPERAR

"Quando ele te fez cacto,
Você se tornou lírios
Aceitar de volta uma pessoa que te fez mal
É parcelar as mágoas pro futuro."
SOBRE FLORES E DORES
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