sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Da ficção à realidade: e se ocorresse um defeito justamente no momento em que você fosse teletransportado?

Teletransporte - Foto divulgação
No mundo de 2117... você poderá ser submetido à traumática experiência de uma Sonda Psíquica, pelo simples fato de caminhar ao ar livre... numa sociedade esterilizada, em que pessoas que se aventuram pelos campos milimetricamente aparados pelos robôs Mekkanos são vistas como seriamente perturbadas.

Você não poderá jamais contemplar o voo de um pássaro, o esvoaçar de uma borboleta, o marulhar das águas de um riacho... ou sentir o calor de um Sol que para os outros é terrivelmente atordoante. Exceto em populações miseráveis, onde não há Portas instaladas, que teletransportem os homens de um lado ao outro do planeta instantaneamente.

E ninguém jamais pensou no que aconteceria se uma das Portas falhasse, justamente durante um teletransporte. Construídas por trás das paredes, mudando de um cinzento-escuro para um negro sombrio, cada vez que alguém digita no painel de controle as coordenadas de destino. O viajante imerge no negrume, vai desaparecendo, desaparecendo... até que o calcanhar some na escuridão de um outro lugar do espaço, onde você não está exatamente vivo...

Este é o tema de Um Dia Tão Belo (It’s Such a Beautiful Day), publicado em O Cair da Noite (Nightfall and Other Stories), do competentíssimo cientista e escritor de Ficção Científica Isaac Asimov, talvez o maior divulgador de ciências e escritor de Ficção Científica que a Humanidade já conheceu.

O teletransporte não é uma ideia nova. Transportar-se através do espaço constituiu sempre o desejo de muitos, que desejavam ver seus problemas momentâneos resolvidos através de uma fuga providencial. Em Jornada nas Estrelas (Star Trek), tanto a série original, como as variações para a televisão e filmes para  o cinema, o teletransporte salvou muitas vidas de ataques de seres alienígenas, de criaturas extraterrenas e de disparo de phaisers, todos contra a tripulação da nave estelar Enterprise em astronaves inimigas ou na superfície de planetas hostis, e contra personagens de outras séries de televisão, vertentes de sucesso da série original liderada pelo Capitão da Enterprise James Tiberius Kirk.

Inclusive, já houve pelo menos um caso em que dois futuros membros da nave Enterprise, sendo teleportados da superfície da Terra até a nave em órbita, foram mortos de forma terrível, devido a um mal funcionamento do teletransporte no exato momento da teleportação, no filme Star Trek — The Motion Picture (Jornada nas Estrelas — O Filme), o primeiro filme da série de longas-metragens, de 1979.

Mas, afinal, é possível teleportar um homem de um ponto a outro do espaço? Quais seriam as consequências? Qual o custo de tal procedimento? Para responder a todas essas questões, os cientistas que conseguiram teleportar um feixe de laser de um ponto a outro da Terra, através de um fenômeno conhecido como entrelaçamento quântico, afirmam categoricamente que NÃO é possível, no atual estágio de desenvolvimento da Humanidade, teleportar um homem de um ponto A para um ponto B, distintos.

O entrelaçamento quântico surge do fato de que duas partículas subatômicas, como o elétron, estão intimamente conectadas uma com a outra, a uma distância de quilômetros. No mundo quântico, se você executar uma ação contra um elétron, aqui em São Paulo, necessariamente haverá uma resposta, digamos, em Minas Gerais, de um outro elétron.

O teletransporte de objetos, como os seres humanos, seria a aplicação da famosa equação de conversão de massa-energia, de Albert Einstein  .  Um homem teria de ser convertido em energia, primeiro, para depois ser reconvertido em matéria, ou o seu corpo original.

O teletransporte quântico utilizaria uma tecnologia de teleporte de informações, em que partículas subatômicas estariam conectadas independentemente da distância, ou seja, elétrons ou prótons estariam “entrelaçados” entre si, apresentando características intrínsecas íntimas. Essa tecnologia seria usada na construção de computadores quânticos.
Ora, prevê-se que os computadores quânticos revolucionariam a Era da Informática. Resolveriam milhões de problemas ao mesmo tempo. Seriam responsáveis por solucionar, possuindo um número de 1.000 qubits (bits quânticos), uma quantidade de problemas igual à do número de partículas de nosso Universo. Isso não é Fantasia. Já foi afirmado por especialistas em Computação de ponta. Seria o Santo Graal de nossas esperanças em um mundo que hoje vislumbramos apenas como pertencente à Fantasia.

*Sobre Roberto Fiori:
Escritor de Literatura Fantástica. Natural de São Paulo, reside atualmente em Vargem Grande Paulista, no Estado de São Paulo. Graduou-se na FATEC – SP e trabalhou por anos como free-lancer em Informática. Estudou pintura a óleo. Hoje, dedica-se somente à literatura, tendo como hobby sua guitarra elétrica. Estudou literatura com o escritor, poeta, cineasta e pintor André Carneiro, na Oficina da Palavra, em São Paulo. Mas Roberto não é somente aficionado por Ficção Científica, Fantasia e Horror. Admira toda forma de arte, arte que, segundo o escritor, quando realizada com bom gosto e técnica apurada, torna-se uma manifestação do espírito elevada e extremamente valiosa.

Sobre o livro “Futuro! – contos fantásticos de outros lugares e outros tempos”, do autor Roberto Fiori:

Sinopse: Contos instigantes, com o poder de tele transporte às mais remotas fronteiras de nosso Universo e diferentes dimensões.
Assim é “Futuro! – contos fantásticos de outros lugares e outros tempos”, uma celebração à humanidade, uma raça que, através de suas conquistas, demonstra que deseja tudo, menos permanecer parada no tempo e espaço.

Dizem que duas pessoas podem fazer a diferença, quando no espaço e na Terra parece não haver mais nenhuma esperança de paz. Histórias de conquistas e derrotas fenomenais. Do avanço inexorável de uma raça exótica que jamais será derrotada... Ou a fantasia que conta a chegada de um povo que, em tempos remotos, ameaçou o Homem e tinha tudo para destruí-lo. Esses são relatos dos tempos em que o futuro do Homem se dispunha em um xadrez interplanetário, onde Marte era uma potência econômica e militar, e a Terra, um mero aprendiz neste jogo de vida e morte... Ou, em outro mundo, permanece o aviso de que um dia o sistema solar não mais existirá, morte e destruição esperando pelos habitantes da Terra.
Através desta obra, será impossível o leitor não lembrar de quando o ser humano enviou o primeiro satélite artificial para a órbita — o Sputnik —, o primeiro cosmonauta a orbitar a Terra — Yuri Alekseievitch Gagarin — e deu-se o primeiro pouso do Homem na Lua, na missão Apollo 11.
O livro traz à tona feitos gloriosos da Humanidade, que conseguirá tudo o que almeja, se o destino e os deuses permitirem. 

Para adquirir o livro:
Diretamente com o autor: spbras2000@gmail.com
Livro Impresso:
Na editora, pelo link: Clique aqui.
No site da Submarino: Clique aqui.
No site das americanas.com: Clique aqui.

E-book:
Pelo site da Saraiva: Clique aqui.
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