terça-feira, 14 de maio de 2019

Maria Elisa Coelho (sobrinha de Paulo Coelho), cede entrevista e comenta sobre o livro “Bluebell”

Maria Elisa Coelho e Gustavo Annecchini - Foto divulgação
Viajar, ouvir música, escrever, fazer trilhas, desbravar o mundo, explorar o desconhecido. A Maria Elisa é uma aquariana totalmente curiosa e inquieta.
Costumo dizer que minha pilha não acaba nunca. Tenho uma paixão inexplicável pela vida e por ter a chance de dividir com o mundo as coisas que penso e sinto.
Essa paixão me conduz de forma avassaladora pela vida e me faz traçar metas ousadas e planos mirabolantes! Procuro sempre me desafiar para que possa romper minhas próprias barreiras, sempre com a preocupação de poder agregar algo de melhor pra mim e para o meu próximo.

ENTREVISTA: 

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário? Teve alguma inspiração pelo fato do seu tio ser o escritor Paulo Coelho?


Maria Elisa Coelho: Sempre adorei histórias. Desde pequena minha mãe lia todo tipo de histórias pra mim. Cresci fascinada pelo mundo da fantasia. Depois de casada, via que o Gustavo tinha um dom especial para escrever e comecei a incentivá-lo muito a desenvolver o seu dom. E depois foi a vez dele, que também me dizia que eu precisava esboçar a minha criatividade artisticamente de alguma maneira. Acabei escolhendo a literatura, pois nós – eu e Gustavo – planejávamos alçar voo nessa direção, pois tínhamos muitas histórias para contar. O tio Paulo é, sim, uma inspiração. O maior ensinamento dele que carrego comigo dentro do peito é a força que ele carrega dentro de si e que fez com que ele conseguisse chegar aonde queria. O exemplo dele de vida me inspira diariamente a perseguir meus sonhos, jamais desistir deles e, sobretudo, a trabalhar duro para realizá-los. Ele é o meu mago querido!

Conexão Literatura: Você é coautora do livro “Bluebell”. Poderia comentar?

Maria Elisa Coelho: Eu e Gustavo escrevemos em parceria. Criamos uma metodologia para desenvolvermos as histórias que escreveremos juntos. Queremos que esse jeito de escrever seja percebido pelo público, de forma a reconhecerem nossos textos. Bluebell, por exemplo, passou por diversos tratamentos de texto, até que entendemos que estávamos no caminho certo. O livro funcionou como uma espécie de laboratório para a implementação do método de criação que desenvolvemos. Conseguimos comprovar que, de alguma forma, o método funciona, pois pedimos a algumas pessoas próximas que lessem o livro e todos – sem exceção – comentaram que conseguiam identificar o que era texto do Gustavo e o que havia sido escrito por mim!

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro?

Maria Elisa Coelho:  Eu amo pesquisar! É a parte que eu mais gosto do processo de planejamento das nossas histórias. Antes de começarmos a escrever as histórias, mergulhamos em pesquisas mil; cenários, personagens, figurinos, temporalidade. EU e Gustavo somos bem organizados; então, buscamos otimizar o nosso tempo. Para tal, um processo de pesquisa bem feito é primordial para que consigamos escrever com mais fluidez e objetividade. Bluebell ficou pronto em 4 meses.

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho do qual você acha especial em seu livro?


Maria Elisa Coelho: Adoro os diálogos da Chiara e Vittorio na biblioteca. Momento em que o misterioso bibliotecário faz revelações importantes para Chiara. Não posso dar spoilers!  (risos)

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir um exemplar do seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário?

Maria Elisa Coelho: Bluebell está à venda nas principais plataformas digitais como Amazon, Kobo, entre outras. O livro físico pode ser encomendado através das Livrarias da Travessa e do site dos nossos editores da Folio Digital (http://www.foliodigital.com.br/).

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta?

Maria Elisa Coelho: Sempre! Nós temos algumas histórias já planejadas e pensadas. Quando decidimos escrever, achamos importante ter um pacotão de histórias já pensadas para que evitássemos um hiato de criação. Sabe aqueles momentos que parece que a criatividade vai embora? (risos)!! Pra fugirmos disso, pensamos em diversas histórias que gostaríamos de contar. Agora, é colocar a mão na massa!

Perguntas rápidas:

Um livro: Dracula
Um (a) autor (a): Emily Brontë
Um ator ou atriz: Gary Oldman
Um filme: Orgulho e Preconceito
Um dia especial: meu primeiro voo, aos 9 anos de idade

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário?

Gostaria de chamar a atenção das pessoas para buscarem sempre uma conexão verdadeira e profunda com suas próprias virtudes. Nós escolhemos as virtudes humanas como linha condutora para a nossa produção literária. O objetivo disso é fazer com que nossas histórias tragam consigo uma mensagem que possa edificar e inspirar as pessoas a se tornarem seres humanos melhores. Acreditamos que o momento que a espécie humana enfrenta carece de um olhar profundamente preocupado na disseminação de um padrão de comportamento mais plural e preocupado com o futuro da espécie humana. E cremos que através de mudanças promovidas em nós mesmos, em nosso próprio comportamento, é que conseguiremos mudar pra melhor alguma coisa para as gerações futuras.
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2 comentários:

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