quinta-feira, 27 de junho de 2019

1968: Quando a Terra tremeu, de Roberto Sander


MEIO SÉCULO DEPOIS, AINDA SENTIMOS OS EFEITOS DO “ANO QUE NÃO TERMINOU”

1968 é um ano-chave para a história mundial e brasileira, repleto de episódios emblemáticos, como o Maio Francês e a Primavera de Praga, na Europa, e a Passeata dos Cem Mil e a imposição do temido AI-5, num Brasil subjugado pelo regime militar. A abordagem do jornalista Roberto Sander neste livro, contudo, não se limita aos acontecimentos políticos que tão profundamente marcaram o período.

O painel de 1968 construído aqui é completamente novo. A narrativa avança mês a mês, tratando dos mais variados assuntos. O leitor é levado ora para a Guerra do Vietnã, ora para a primeira visita ao Brasil de um arredio Mick Jagger; para a África do Sul, em pleno Apartheid, onde acontecia o primeiro transplante de coração bem-sucedido do mundo; para Havana, onde Fidel Castro fazia um expurgo no Partido Comunista cubano; e para as viagens espaciais que preparavam a chegada do homem à Lua.

Em 1968 – Quando a Terra tremeu, Roberto Sander explora histórias saborosas e surpreendentes sobre ciência, moda, comportamento, esporte e cultura em geral, daquele que foi um ano ainda mais complexo, assombroso e sedutor do que se sabe.

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“Tendemos a pensar em 1968 como uma instituição. Deixou de ser um ano – tornou-se uma época, uma era, algo vindo da mitologia. Mas não. 1968 foi um ano como todos os outros, constituído de meses, semanas e dias. A diferença é que, em cada um desses meses, semanas e dias, o mundo estava sendo dividido em antes e depois. Eu devo saber – porque estava lá. E agora revejo tudo neste livro de Roberto Sander.”
Ruy Castro, escritor

Páginas: 304 • Formato: 16 x 23 cm • Acabamento: Brochura • ISBN: 9788582864371 • Código: 13344 • Área temática: História • Editora Vestígio • Edição: 1 • Mês/Ano de publicação: 04/2018

7 frases do livro "1968: Quando a Terra tremeu"

"As causas do descontentamento estudantil variavam de país para país, mas em todas as esferas existiam jovens que rechaçavam a sociedade caduca que lhes era oferecida. Eles simplesmente descobriram que tinham poder e passaram a sonhar com novos valores e com uma nova ética." - pág. 13

"Em tempos de Guerra Fria, a maior ameaça que pairava sobre o planeta era a eclosão de um conflito nuclear. A humanidade já havia vivido recentemente essa possibilidade." - pág. 34

"Das grandes janelas do Rio Negro, o que se via era só o deslumbramento de uma região de muito verde e de ar puro, em contraste com a atmosfera abafada que sufocava a política nacional." - pág. 50

"Cumprimos o nosso dever e havemos de cumpri-lo à custa de qualquer sacrifício. Os agitadores pedem sangue, mas o Brasil continuará sem sangue." - pág. 85

"O lema é 'proibido proibir' expressava bem o espírito de rebeldia que alimentava os sonhos dos jovens franceses." - pág. 120

"No núcleo da polêmica estabelecida na cultura brasileira naquele momento, Roda Viva representava, como afirmou Caetano Veloso, 'uma oportunidade de revelar os conteúdos inconscientes do imaginário brasileiro." - pág. 170

"Elizabeth se encantou com os quadros de Lula Cardoso Ayres e admirou as obras de arte em cerâmica de Francisco Brennand." - pág. 255 

Avaliação do livro: Nota 10
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