terça-feira, 26 de maio de 2020

Crítica: Cujo - Netflix


Título Original: Cujo 

Direção: Lewis Teague 

Duração: 02h44min 

Ano Lançamento: 13 de Janeiro de 1983 

Elenco: Dee Wallace, Danny Pintauro, Daniel Hugh Kelly,
 Christopher Stone 

Gênero: Terror, Suspense 

Origem: Estados Unidos 

Donna Trenton (Dee Wallace) é uma dona de casa entendiada que descobre que está sendo traída por seu marido. Brett Camber (Billy Jayne) é um menino que tem como único amigo um cão da raça São Bernardo chamado Cujo, que acaba de ser mordido por um morcego. O destino da mulher e do garoto se cruzam quando eles descobrem da pior maneira que o cão contraiu raiva e se transformou numa fera assassina. 

Impressões: 

Netflix abriu seu baú de raridade, mais especificamente alguns clássicos do terror anos 80/90. Para os fãs de Stephen King, mais uma adaptação cinematográfica já está no catálogo da plataforma de streaming. Cujo. 

O longa gira em torno de uma família que está passando por sérios problemas matrimoniais, Donna Trenton descobre inúmeras puladas de cerca do seu marido, deixando ainda mais abalado sua vida e de seu filho. 

Porém, o protagonista principal é o cachorro São Bernardo chamado Cujo, que acaba sendo mordido por um morcego e contrai raiva. No livro escritor por King, ocorre uma outra situação que deixa o cachorro com uma fúria assassina e descontrolada. Você sabe como são essas adaptações cinematográficas, sempre fazendo alterações sem pé nem cabeça. Voltamos para o filme. Certo? 

Cujo começa ter um comportamento estranho, os mais próximos da família começam estranhar essa atitude repentina do cachorro. Quem estiver no caminho de Cujo, o fim será trágico e repentino. 

Sendo um filme da década de 80, não espere por grandes efeitos especiais, muito menos boas tomadas entre cenas, mesmo assim o filme cumpre o seu papel em levar um terror leviano para os espectadores mais exigentes. 

Donna e seu filho Brett estão encurralados em uma situação de vida ou morte, ao perceberem que Cujo está fora de controle e totalmente sedento por sangue. É a partir daí que boa parte do filme gira, mostrando todo o terror psicológico de duas pessoas confinadas em um único lugar, buscando sobreviver e tentar buscar uma solução rápida para saírem dessa tremenda encrenca. 

Vale ressaltar, para os que leram o livro, vão perceber várias e várias modificações no decorrer do longa. Fazer o que, né? Ninguém é perfeito, muito menos os filmes. Até então, conseguem deixar um filme bem dramático e intenso. 

Para quem busca um terror leviano, esse pedido é certeiro. Já para quem quer conhecer o universo do Mestre King, sugiro que leiam o livro primeiro, para não passarem raiva. Só espero que não fiquem igual ao fofinho Cujo.


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