quinta-feira, 28 de maio de 2020

Venha para o prédio 295, entre e fique à vontade!


Em meio a pandemia e a longa quarentena, nada melhor do que um livro que aborde a situação que todos estamos vivendo, porém com leveza e diversão. Através de histórias engraçadas e personagens irreverentes, situações que levam à reflexões sobre como viver e agir para termos um mundo melhor neste momento e no futuro, com o que estamos aprendendo agora.
“A pandemia no prédio 295” é a melhor companhia para quem está se sentindo sozinho, triste ou entediado na quarentena.

Sinopse: Um prédio, quatro andares, doze apartamentos, vinte e três moradores, três cachorros, uma zeladora e uma pandemia!
Dentre a médica e um filho tarado, a viúva fogosa, a família de comercial de margarina, a travesti, a professora com o marido bêbado, uma vizinha misteriosa, o cantor sertanejo, a jovem com mania de limpeza e síndrome do pânico, o síndico, o casal de idosos que tem medo de morrer e um cara metido a machão, que só cria encrencas, como fica a pandemia no Prédio 295?
O que acontece na vida desses moradores com o início do Decreto de Calamidade Pública na cidade de São Paulo?
De um dia a dia comum, que se torna outro dia a dia bem diferente, ocorre também a transformação das pessoas, seus hábitos, suas manias, mas acima de tudo: seus valores!
“A pandemia no prédio 295” vem nos mostrar a nossa própria realidade mediante o desconhecido. Estamos todos juntos, reaprendendo a dar as mãos, mesmo distantes, de maneira virtual, com máscaras e isolados, como nunca antes.
O medo do invisível, do vírus que mudou o rumo de nossas vidas e a história do planeta.
Como será o amanhã? Quando a pandemia vai acabar? Seremos melhores?
Talvez, o prédio 295 não tenha todas as respostas, mas traz a vida como ela é, através dos olhos de Diná, a zeladora descomplicada, que faz o elo entre todos os moradores, enxergando o mundo com generosidade e amor.
Entre e conheça, um a um, história por história.
Bem-vindos ao Prédio 295.

Sobre a autora:
Brasileira, 44 anos.
Natural de Itapeva, São Paulo. Bicho do mato, dos rios e cachoeiras.
Caipira com orgulho.
Escritora, colunista e roteirista por paixão. Poliglota. Autora de vários livros publicados de forma independente e como Ghost Writer, além de roteiros para filmes e peças de teatro. Colunista no próprio site, Carolina Vila Nova.
 Escreve desde criança com naturalidade, mas demorou décadas para compreender que nesta vocação estava seu propósito de vida.
 Seu caminho foi tortuoso, mãe desde os 19, mudou de emprego, de cidade, país e até de relacionamentos algumas vezes. Na verdade, mudou muito mais a si mesma. Até descobrir-se. E depois redescobrir-se. Numa repetição sem fim, na evolução de si mesma.
Numa escrita, inicialmente sem intenções, que se tornou o sonho de viver assim, escrevendo!
Uma pessoa de poucas, mas nítidas paixões: a escrita, água de rios, mares e cachoeiras e gatos!

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