segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

Neve, por Roberto Fiori


Olhando pela janela do posto, o Primeiro-Tenente Williams pressentia a chegada de um Inverno que seria rigoroso ao extremo. Era como um torvelinho de emoções sem calor humano, enregelando aos poucos o ambiente que cercava a estação onde o homem mantinha guarda.

“Uau!”, pensou ele, observando o horizonte próximo, onde nuvens de cor cinza-chumbo se enovelavam como se ventos de altíssima velocidade as guiassem na atmosfera, enrodilhando-se e espalhando-se em todas as direções.

O oficial se afastou da grande placa de vidro temperado. O termostato do posto de fronteira estava regulado para o automático, elevando a temperatura do interior da construção à medida que o lado de fora atingia um nível insuportável para o homem.

Williams sentia como se todos os contatos com vida inteligente ou primitiva houvessem sido cortados, a barreira do frio cortante isolando seres humanos de criaturas do gelo. Pelo radar, uma miríade de animais diversos estavam se dirigindo em velocidade para terras amenas, em direção ao Equador. Era diferente na Terra. Enquanto que lá existia uma calota polar permanente na região do extremo Sul do planeta, em Sirian eram as terras do Norte que abrigavam uma calota de gelo, enquanto que no Sul, o gelo quebrava-se e se movia em muitos lugares.

Era meio-dia. Em duas semanas, a noite de seis meses viria e inundaria tudo com cerração gélida. “Mas isso vai acontecer mais cedo do que as previsões anuais disseram”, pensou Williams, lembrando-se da cena de pesadelo que vira pela janela. Refletiu que estava em segurança, com as instalações térmicas funcionando e aquela couraça que eram as paredes da Estação Militar Dreadnought, afastando qualquer ameaça que pudesse existir.

“Isso incluía uma explosão termonuclear de quinhentos megatons, a cem metros acima do posto militar”, refletiu o tenente, dirigindo-se para a cozinha do complexo. Entrou no depósito refrigerado e apanhando o que lhe apetecia, para a seguir colocar em duas frigideiras duas costeletas e dois ovos, que partiu. Despejou azeite sobre a comida e ligou os bicos de gás. Lembrando-se das nuvens congelantes ao Norte da Estação, deixou por um minuto a comida sendo frita e voltou à janela de observação. 

“Meu bom Deus!”, arregalou os olhos, ao reparar em como o céu tinha enegrecido. As nuvens pesadas e baixas haviam coberto a Estação, impedindo a passagem da luz solar, exceto por uma área. A escuridão tornou-se total, quando até mesmo essa região de luz foi tomada pelas nuvens e desapareceu. O interior da construção em forma de domo iluminou-se. O homem veio à tela de radar e constatou que toda e qualquer forma de vida havia desaparecido da área ao Norte do Círculo Polar Ártico do planeta. Ampliou o raio de alcance do dispositivo e reparou que, até cinco mil quilômetros ao Sul do Pólo Norte, os seres estranhos que habitavam aquela região estavam ausentes.

Williams passou pela cozinha e sentou-se na sala de comunicações. Emitiu um alerta global. Outras Estações Militares e de Pesquisa haveriam de receber o alarme. Mas, se não, os outros planetas do Sistema Estelar que orbitavam a estrela Procyon, onde o planeta de gelo Sirian situava-se, atenderiam o chamado. O militar se lembrou dos ovos e das costeletas. Pulou do assento, defronte ao painel de controle, e alcançou... dois ovos esturricados e duas costeletas queimadas, não tostadas...

“Bem, posso preparar centenas...”, e dirigiu-se ao depósito, onde tirou outras duas porções de carne e dois ovos, desta vez de tamanho “macro”. As frigideiras eram antiaderentes, seria fácil lavá-las. A comida, ele cuidaria para que não fosse desperdiçada.

Do lado de fora da Estação, a neve começava a cair, vinda dos rolos grossos e mortais de nuvens negras...

Williams terminou o almoço aproveitando cada pedaço de comida, como se fosse uma iguaria rara. Pensou na Terra. Seu planeta natal era o paraíso, diferente de Sirian, onde ele se encontrava isolado e à mercê dos animais do gelo, venenosos e traiçoeiros, e das grandes criaturas semelhantes a ursos, com o dobro da envergadura de um urso pardo terrestre. Na Terra, podia-se deitar ao Sol nas praias de Verão e nadar nos mares e nas piscinas dos clubes de relaxamento e repouso. No mundo seco e gelado, havia o frio. O frio. 

Os homens tinham ampliado suas fronteiras através do espaço profundo, e isso era louvável. A superfície da Terra ressuscitara dos escombros de uma Guerra de dois mil anos, em que, mesmo sem o uso de armas nucleares, provocara uma hecatombe financeira e social. E, quinhentos anos passados desde a assinatura do Pacto de Pacificação, a Terra voltara a ter a aparência de antes da Era Nuclear. Mas havia a força atômica, ainda, levando a civilização terrestre a níveis de conforto e sofisticação extremas.

Um choque. O ruído de gelo caindo sobre a cúpula blindada de captação da luz solar. 

“Ora bolas, a cúpula tem baixa probabilidade de rachar. E tenho energia nuclear!”, irritou-se o tenente, seus pensamentos interrompidos pelo som do impacto, que cresceu. Foi até a escada, situada no lado exterior da sala de comunicações, e subiu ao primeiro andar. Ativou a tela para visualizar a cúpula e avaliou o estrago. O domo fora esmagado, rachando e deixando a neve penetrar, cobrindo a instalação com uma camada branca. 

“Decerto, as células fotovoltaicas estão destruídas. Mas como a cúpula desabou?”

Reparou no número de três dígitos, mostrado no canto direito superior da tela. Cento e quarenta graus abaixo de zero, era a temperatura da cúpula estraçalhada.

“O reator entrará em funcionamento, daqui a alguns segundos”, suspirou Williams. Mesmo assim, desceu a escada. Fechou o nível superior, trancando pelo painel de controle o acesso pela escadaria com a ação de robôs em miniatura munidos de placas de aço blindado, mãos mecânicas e equipamento de reparo. Dirigiu-se às escadas que davam para os subterrâneos. As paredes guardavam, a um lado, a entrada para o núcleo do reator, e, em outro lado, havia o acesso aos veículos da neve.

O oficial entrou no compartimento onde os carros da neve estavam estacionados. Encontrando um deles, entrou na cabine, à prova do frio, dos ursos e animais peçonhentos. Fora construída para enfrentar planetas hostis como aquele. Malignos. Todo Dreadnought era frio, o Equador com temperaturas máximas de cinquenta graus negativos, em época de calor. O mundo orbitava sua estrela na mesma posição que Marte em relação ao Sol, e a estrela do Sistema era uma anã branca, fria.

“Eu nunca soube o que significa a felicidade”, pensou Williams, fitando o painel de instrumentos, escuro e desativado. “Eu nem mesmo sei o que é a alegria, ou como alcançá-la. Por isso me alistei nas Forças Espaciais, para encontrá-las. Mas... quem me garante que nesse exato momento eu me encontro feliz?”

Um ruído de despedaçar distraiu-o, através da porta estanque aberta. Jogou-se para fora do veículo e correu para o nível térreo. Encontrou a fera plantada sobre os monitores de computador e de radar, no centro de comunicações. Ele estava desarmado. Relanceou os olhos para o teto e viu por onde o monstro havia entrado. Abrira caminho pela cúpula destruída e, com seu peso e sua força, arrebentara o teto, no local em que os robôs o fecharam.

A coisa era pegajosa. Mole, a pele engruvinhada como tecido amarrotado, caía em dobras pelo corpo que transpirava. Um ruído constante de fole, sugando o ar e o expelindo, enchia o ambiente. Patas com garras desproporcionais raspavam o metal do monitor do computador, um som agudo e desagradável. O Primeiro-Tenente pensou na arma de energia que mantinha sobre o criado-mudo de seu quarto de dormir. Poderia passar pelo “hall” de distribuição, mas ele desconhecia o potencial de locomoção do inimigo. Pelo tamanho das garras e a grossura das pernas, diria que em um salto o alcançaria.

Seria loucura voltar por onde subira. Teria de descer dois lances de escadas, com a fera em seu encalço. A cabeça da criatura era uma única boca, com uma abertura e dentes pontiagudos em cinco círculos concêntricos, a partir da beirada, que babava um líquido branco. 

Williams decidiu saltar por cima da grade de proteção que levava ao segundo lance inferior da escadaria. Ele era uma pessoa atlética, sem gordura ou ossos pesados. Tinha sido campeão de corrida, na única vez em que se reuniram os militares de todos os postos avançados de Sirian. Eram duzentos e cinquenta soldados e oficiais escolhidos a dedo, entre milhões, para estudarem o planeta. 

O tenente estava no meio da queda para os degraus do nível subterrâneo, quando a grade de aço temperado protetora cedeu. O homem aterrissou de pé e olhou para o alto. Viu a massa cinza-escura do alienígena cair sobre ele. Williams correu o máximo que podia, saindo da escadaria e se dirigindo ao primeiro carro das neves que viu. Abriu a porta blindada com força, sabia o quanto pesava uma porta estanque daquelas. A fera era inteligente. Em vez de atacar sem planejamento, tentou alcançar a divisória, mas o tenente a tinha fechado e trancado, primeiro.

Como medida de segurança, os veículos tinham os motores desativados. Williams acionou algumas teclas sensíveis ao tato. Jatos de ar comprimido elevaram o veículo, o monstro segurando-se com as garras no metal blindado. O jovem tenente pressionou as teclas de direcionamento dos propulsores, situadas nos lados do banco do motorista, e o carro girou cento e oitenta graus para a direita. A criatura desferiu uma patada contra a janela da porta do lado de Williams, sem efeito. Desferiu um golpe contra ela com a boca, os dentes pontiagudos tentando perfurar o vidro.

O tenente ativou uma tecla na parte da frente do bloco de controle do seu lado direito e a porta estanque da garagem começou a subir. O alienígena estava fazendo a janela da porta vibrar, sacudindo a cabeça, e Williams acionou os propulsores principais de ar comprimido. Virou o veículo de transporte de lado, a criatura ficando por cima dele, e fez a coisa aberrante colidir contra a porta semiaberta.

O animal berrou, sugando o ar com um ruído agudo, que alcançou o limite da audição de um ser humano, indo além. Ficou dependurado por uma perna e pela boca. A ausência de braços e mãos era um alívio, para o tenente. “Menos problemas para me preocupar”, ele ruminou. O piloto subiu o transporte e acionou o campo elétrico externo. Quem visse a pequena nave do solo juraria que ela havia explodido.

Mas eram apenas as correntes elétricas de alta tensão que circulavam pelo metal e vidro do transporte, brancas e cegantes. Williams podia jurar que a criatura gritava de dor e desespero, mas isso era o resultado da diminuição na frequência do som de sua voz, que voltou ao nível de audição do ouvido humano. A coisa golpeou a janela com as duas pernas, prendendo-se com a boca no vidro. O choque fez o transporte perder altura e o tenente viu que cairiam com a frente da nave direto contra o solo congelado. 

Ele teria pouca chance de voltar para a Estação, mesmo que saísse vivo da queda. Sabia que, numa queda de sessenta metros, o monstro sobreviveria com facilidade. Mas... havia o mas, sempre.

Percorrendo a parte inferior da aeronave, havia dutos que levavam o ar comprimido das câmaras de armazenagem de dentro do transporte até os propulsores instalados nas partes esquerda e direita da chapa de aço blindado abaixo do chão. Era possível, em tese, disparar toda a carga de cada um dos propulsores na direção que se quisesse, bastando direcionar os tubos de ar comprimido para qualquer lado. Williams agiu como um autômato. Dirigiu o tubo propulsor sob o chão, na altura do lugar do piloto para a esquerda e, esperando que a nave se chocasse com o solo cada vez mais perto, teclou “DESCARGA ESQUERDA” no painel de computador situado acima de suas pernas, entre os braços de descanso de sua poltrona. 

Duas explosões foram ouvidas, a do ar comprimido e a do choque contra o solo. O monstro foi atirado a cem metros de distância, levando consigo a porta blindada. A nave teve os para brisas espatifados. O tenente protegeu seus olhos dos estilhaços de vidro temperado e, quando o casco da aeronave tombou de lado, ele soltou-se das correias de segurança e afastou o painel computadorizado de sua frente. 

Saiu pelo lado superior da nave, que tivera a porta arrancada pela criatura. Saltou e desejou ter morrido na queda. Poderia ser morto de outra forma, a aeronave se incendiando e ele morrendo carbonizado. A neve, se fosse fofa e macia como na Terra, poderia sufocá-lo, quando ele se jogou do alto do casco, mas, em Sirian, as coisas eram diferentes. Neve, quando chegava ao solo, tornava-se tão endurecida quanto granizo. Por isso, Williams poderia caminhar até Dreadnought, sem problemas.

Mas, o frio o mataria, de qualquer modo... porém... voltou ao transporte. Entrou na cabine vazia pelos para brisas destruídos e revolveu no setor de escafandros e roupas, procurando um macacão térmico. Vestiu-o e saiu. Caminhou por quinze minutos e o sensor de temperatura transferiu os dados para seu cérebro, acusando 149 grau Celsius abaixo de zero. Era um recorde de temperatura. O monstro deveria estar se recuperando, ou buscando alguma placa de gelo para cavar e mergulhar, à procura de alimento.

“Essa é a causa de ele ter tentado me atacar”, pensou Williams. “A falta de alimento, os animais e seres vivos marinhos migrando do Norte para o Sul... por que isso?”

O tenente havia mapeado as formas de vida existentes no Círculo Polar Ártico do planeta. E se lembrou que não havia nenhum animal como o monstro, quando continuou com o estudo e terminou o mapeamento das outras criaturas de Sirian.

“Se ele não é desse planeta, pode ter capacidade de sobreviver e matar qualquer outro ser vivo daqui... inclusive a mim!”

O Primeiro-Tenente começou a correr, a Estação a meia hora de caminhada ou a quinze minutos de corrida rápida. O ar foi sugado à sua volta, de forma aguda e desagradável. Ele evitou olhar para os lados ou na direção de onde viera. Continuou a correr, a correr... mesmo quando chegou ao perímetro da Estação, desativando de forma temporária as minas e os lasers, continuou. Ativou-os, ao passar pela zona de perigo, e ouviu, quando o grito e a sucção do ar se tornaram insuportáveis. Até que tudo parou, quando ele entrou pela comporta frontal da Estação e a fechou. 

O ar era bem-vindo, quente, úmido, vaporoso. Na parte externa da Estação Dreadnought, a criatura era uma massa cinza coberta de sangue. 

Williams instalou lasers e sensores térmicos no nível superior aberto pelo monstro. O termostato cuidaria da temperatura da Estação. Levaria uma hora para que uma equipe de soldados chegasse à Estação, vindos da zona equatorial, bem ao Sul de Dreadnought, para refazer a cúpula de células fotovoltaicas e reconstruir a blindagem ao redor. Cinco horas se passaram e Williams terminara de sondar a órbita do planeta, junto com um bom número de cientistas da superfície.

— O caso, capitão, é que há uma nave em órbita. Foi detectada por mim e por outros cinquenta postos avançados, em Sirian — o capitão Phillips, no setor antártico do planeta, disse que resolveria a situação. E desligou a chamada, que atravessava de polo a polo o mundo gelado.

O tenente colocou seu macacão contra o frio e saiu para a zona de perigo. O monstro possuía carne, ossos, músculos, órgãos e um cérebro primitivo, mas a carne enrugada que tinha o protegia de qualquer ataque da fauna de Sirian. Williams percebeu, ao analisar seu corpo, que a criatura fora parada pelos raios laser, mas o que causara sua morte foi a separação da cavidade craniana do restante do corpo. Este, se encontrava chamuscado e queimado, mas de modo superficial. 

Uma massa sangrenta do tamanho de metade do punho fechado do homem jazia à distância, no gelo. As nuvens haviam se separado e o Sol voltara a brilhar. O tenente desativou o perímetro protegido pelos lasers e pelas minas enterradas e avançou. Agarrou o cérebro alienígena e o observou. No interior, corpúsculos se agitavam no líquido encefálico. 

O humano levou o órgão para o interior da Estação, onde armazenou-o em um cofre de segurança, onde no interior um campo de força isolava o cérebro do resto de Dreadnought. Williams, cansado, deixou os sistemas de defesa do perímetro ativados, bem como os lasers que guardavam o primeiro andar, destroçado.

Apagou as luzes e foi dormir. Sabia que o acordaria, o grupo de soldados. Portanto, deixou de se preocupar com qualquer outra coisa, deixando-se levar pelos seus sonhos.


*Sobre Roberto Fiori:
Escritor de Literatura Fantástica. Natural de São Paulo, reside atualmente em Vargem Grande Paulista, no Estado de São Paulo. Graduou-se na FATEC – SP e trabalhou por anos como free-lancer em Informática. Estudou pintura a óleo. Hoje, dedica-se somente à literatura, tendo como hobby sua guitarra elétrica. Estudou literatura com o escritor, poeta, cineasta e pintor André Carneiro, na Oficina da Palavra, em São Paulo. Mas Roberto não é somente aficionado por Ficção Científica, Fantasia e Horror. Admira toda forma de arte, arte que, segundo o escritor, quando realizada com bom gosto e técnica apurada, torna-se uma manifestação do espírito elevada e extremamente valiosa.

Sobre o livro “Futuro! – contos fantásticos de outros lugares e outros tempos”, do autor Roberto Fiori:

Sinopse: Contos instigantes, com o poder de tele transporte às mais remotas fronteiras de nosso Universo e diferentes dimensões.
Assim é “Futuro! – contos fantásticos de outros lugares e outros tempos”, uma celebração à humanidade, uma raça que, através de suas conquistas, demonstra que deseja tudo, menos permanecer parada no tempo e espaço.

Dizem que duas pessoas podem fazer a diferença, quando no espaço e na Terra parece não haver mais nenhuma esperança de paz. Histórias de conquistas e derrotas fenomenais. Do avanço inexorável de uma raça exótica que jamais será derrotada... Ou a fantasia que conta a chegada de um povo que, em tempos remotos, ameaçou o Homem e tinha tudo para destruí-lo. Esses são relatos dos tempos em que o futuro do Homem se dispunha em um xadrez interplanetário, onde Marte era uma potência econômica e militar, e a Terra, um mero aprendiz neste jogo de vida e morte... Ou, em outro mundo, permanece o aviso de que um dia o sistema solar não mais existirá, morte e destruição esperando pelos habitantes da Terra.
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