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quarta-feira, 12 de maio de 2021

O drama existencial em “As paredes eram brancas”

 


Novo livro do escritor paranaense Max Moreno é um romance policial

Procurando um livro surpreendente e que te conduza a várias teorias? Pois bem, “As paredes eram brancas” é bem capaz de ser esse livro. Em seu novo romance, Max nos conta a história de David, um garoto que aos 13 anos que é trancafiado num hospital psiquiátrico em Foz do Iguaçu, no Paraná.

O protagonista vive um dilema entre o real e o imaginário. Um garoto com sérios transtornos mentais ou um pré-adolescente vítima de uma conspiração monstruosa? O relacionamento complexo e conflituoso com a família, o desespero, a fantasia e a constante busca pela sanidade são elementos que sustentam o discurso narrativo de Max Moreno em seu novo livro.

O mundo habitado por David, Emily e vários outros personagens, tem como cenário, cidades do Paraná e do interior de São Paulo. Na trama o leitor é convidado a embarcar numa viagem (fuga?) que vai de Foz do Iguaçu à pequena Águas da Prata, divisa com o estado de Minas Gerais.

Um passeio vertiginoso entre a moral e a mais absoluta falta de caráter. O lado dissimulado e vil do ser humano, expostos como carne crua aos abutres. Não fosse pela comicidade implícita, o suspense e o apelo desesperador pelo “eu existencial”, talvez sobrassem uma ou duas críticas sociais. A construção de personagens complexos e a habilidade no uso do discurso indireto livre acenam para uma escrita mais consciente do autor.

O que Max nos propõe em “As paredes eram brancas” são momentos de muita tensão, mas também de alguma reflexão sobre o comportamento humano, sobretudo quando se tem em jogo a ambição pelo poder.

Max Moreno - Divulgação

Sobre o livro:

Título: "As paredes eram brancas"

Autor: Max Moreno

Editora: Clube

Páginas: 255

Edição: 1

ISBN: 978-1654271176

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sábado, 31 de outubro de 2020

Max Moreno e o livro As Paredes Eram Brancas


Max Moreno é escritor e redator publicitário. Estreou na literatura em 2014 com o romance “A Outra Sombra”. Em 2015, teve seu primeiro livro traduzido e vendido nos Estados Unidos, Canadá e Inglaterra. Em 2016, com o conto Vinte Pratas, participou da coletânea Big Buka em homenagem ao escritor Charles Bukowski. Em 2019, com o poema “Rastejante”, Max participou da IV Antologia de Poesia Brasileira Contemporânea “Além da Terra, Além do Céu”, uma alusão ao poema de Carlos Drummond de Andrade. Em 2020, teve seu segundo livro (As paredes eram brancas) publicado. Max mora em Campo Mourão, é casado e pai de dois filhos.

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Max Moreno: Na verdade, desde criança eu sempre gostei de escrever. Provas de redação sempre foram as minhas preferidas, fossem no ensino fundamental, médio ou no vestibular. Mas foi só em 2010 que decidi encarar o desafio de escrever o meu primeiro romance “A Outra Sombra”. O livro foi publicado somente em 2014, e assim, finalmente eu pude me considerar “um escritor”.

Conexão Literatura: Você é autor do livro “As Paredes Eram Brancas”. Poderia comentar? 

Max Moreno: O livro é um romance policial cheio de suspense e mistério. A trama é ambientada em cidades do Paraná e interior de São Paulo, e seu enredo traz (no núcleo central) personagens jovens envolvidos numa trama diabolicamente inacreditável. Há quem diga que a trama é um desafio à sagacidade leitor, pois nada é exatamente o que parece. 

Conexão Literatura: Como é o seu processo de criação? Quais são as suas inspirações?

Max Moreno: Eu costumo dizer que para criar (na área de ficção literária) é preciso saber observar. Isso mesmo, ser um bom observador. Quando você olha o mundo com “olhos de escritor”, tudo pode ser uma fonte de inspiração. Um homem caminhando sozinho numa praça pode ser o início de uma história, basta saber fazer as perguntas certas.

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho do seu livro especialmente para os nossos leitores?  

Max Moreno: “Se havia uma coisa que não se podia negar era que, além de bonita, a garota tinha personalidade. Despejou sua bomba atômica na cara da mulher, sem rodeios. E o que a viúva podia fazer?... Espancá-la?... Acontece que isso não mudaria nada.”  

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Max Moreno: O livro está à venda nas principais livrarias virtuais do país, basta digitar “As paredes eram brancas” no Google e logo surgirão dezenas de links tanto para compra como para sites que disponibilizam gratuitamente os primeiros capítulos para leitura como, por exemplo, a Amazon e o Google Books.

Conexão Literatura: Quais dicas daria para os autores em início de carreira?

Max Moreno: Creio que a primeira e mais importe é: leia... leia muito. Não há outra maneira de aprender, senão lendo. Escrever parece fácil, mas exige algumas habilidades (técnicas) que só se aprende lendo e obviamente escrevendo. A segunda é: não tenha pressa em ter o seu livro publicado, isso gera erros primários que podem comprometer o seu desenvolvimento como escritor. O ideal é escrever, reescrever, reescrever mais uma vez, cortar os excessos e reescrever novamente. A reescrita vai enriquecer a sua percepção da obra, pode acreditar.

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

Max Moreno: Sim, estou trabalhando no meu novo livro, um projeto bem diferente do que estou habituado. É aquela velha história (clichê?) de “sair da sua zona de conforto”, sabe? Também há um projeto (este ainda está engavetado) de um livro de contos. 

Perguntas rápidas:

Um livro: Enterre seus mortos – Ana Paula Maia

Um ator ou atriz: Marieta Severo 

Um filme: Os Outros

Um hobby: Observar as estrelas (quando possível)

Um dia especial: Hoje, agora, nesse instante.

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Max Moreno: Só existe uma maneira de transformar um sonho em realidade: acordando e indo à luta. 

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