Quem foi Charles Dickens?, por Ademir Pascale

Charles Dickens "Com poucos anos de idade, Dickens carregava o peso de sustentar a devedora e pobre família." *Por Ademir Pasc...

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sexta-feira, 2 de outubro de 2020

Menino Maluquinho, de Ziraldo, completa 40 anos e ganha edição comemorativa


Um dos maiores clássicos da literatura infantil brasileira está completando 40 anos: O Menino Maluquinho, criado pelo escritor, desenhista, cartunista e jornalista Ziraldo, ganhou uma edição limitada e de luxo da Editora Melhoramentos para homenagear a data.

A obra está à altura da comemoração e do ilustre aniversariante. A edição, com 120 páginas, é marcante e mostra a história do personagem, que conquistou o público ao longo os anos, com hot stamping, acabamento cartonado, capa dura e miolo 4x4 cores. Os exemplares acompanham ainda um marcador de páginas tão maluquinho quanto o Menino e um paper art, para destacar e montar, que vira uma divertida lembrança.

  

O livro que marca o aniversário do menino mais maluquinho do Brasil pode ser considerado um item de colecionador. Um verdadeiro presente para quem cresceu lendo as aventuras do personagem, e as contou para filhos e netos. O Menino Maluquinho nasceu pelas mãos de Ziraldo e sempre vai existir no imaginário de fãs de várias gerações.

 

Desde seu lançamento, em 1980, o livro já teve 129 edições, espalhadas por mais de 10 países, vendeu 4 milhões de exemplares, teve duas adaptações para o cinema, versões para o teatro, ópera e histórias em quadrinhos.

 

O garoto que usava uma panela na cabeça, tinha o olho maior que a barriga, fogo no rabo e vento nos pés fez a felicidade daqueles que com ele conviveram ao longo das últimas décadas e certamente continuará a incendiar a imaginação dos mais jovens.

 

Verdade que tantas estrepolias, brincadeiras e invenções apontavam porque todos o chamavam de maluquinho, mas ele nada mais é do que uma criança alegre, amada e pronta para aprender, receber e partilhar. Como destaca o escritor e ilustrador Guto Lins, outro talento da literatura infantil nacional, esse personagem “brincalhão, bagunceiro, poeta e amigão era, acima de tudo, um menino feliz, especialmente comum”. E o livro, afirma, abriu caminho para muitos outros, enriquecendo a literatura infantil.

 

O Menino Maluquinho fala, de maneira direta, poética e divertida, de relações familiares, de amizade, afeto, perdas. E por isso, porque os sentimentos humanos não mudam, os novos tempos e novas tecnologias não foram e nem são barreiras para novos leitores. É um livro que não envelhece.

 

Sobre o autor: Quando Ziraldo Alves Pinto lançou o livro, estava fazendo 48 anos. Está completando 88 anos, sempre envolvido em novas iniciativas, colaborando em diversas publicações. Mineiro de Caratinga, onde nasceu e passou a infância, fez carreira no Rio de Janeiro, nos anos 50, onde trabalhou em vários jornais e revistas. Nos anos 60, lançou a primeira revista em quadrinhos nacional, A Turma do Saci Pererê.

Com outros humoristasfoi um dos fundadores do jornal O Pasquim, tabloide que fez escola e mudou a linguagem jornalística brasileira. Seu primeiro livro infantil foi Flicts, de 1969. Outro clássico, mas O menino Maluquinho foi seu maior sucesso editorial.

 

Ficha Técnica

Obra: O Menino Maluquinho

Autor: Ziraldo

Formato: 15,5 x 23 cm

Número de páginas: 120

ISBN: 978-65-5539-007-0

Sugestão de Preço de Capa comum: R$ 28,99

 

Disponível também nas versões capa dura, e-book e audiolivro. 


Sobre a Editora Melhoramentos

Há 130 anos a Editora Melhoramentos ocupa posição de destaque nas diversas áreas em que atua, sendo referência no mercado editorial por seus milhares de títulos publicados. À frente do tempo desde sua fundação, ela se distingue pelo pioneirismo de suas obras, por seus autores e pelos avanços editoriais aos quais se dedica. www.editoramelhoramentos.com.br

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terça-feira, 26 de março de 2019

Lançamento da Melhoramentos mistura sonho (ou melhor, pesadelo) com realidade

A Fantasmagórica Noite de Hugo é uma história de fantasmas que combina terror com humor

O lançamento da Editora Melhoramentos, A Fantasmagórica Noite de Hugo, do francês Bertrand Santini - um premiado autor, roteirista e diretor de animação -, é uma história de fantasmas inquietante e mágica, que combina terror com humor, medo com bravura. O autor explora a natureza dos sonhos, confundindo o raciocínio do leitor a cadeia página e revelando um final surpreendente que coloca em dúvida as convicções a respeito da vida e da morte.

Desde que nasceu, Hugo vive com os pais em uma bela propriedade no Sul da França. Seu pai descobre, perto da colina localizada em seu terreno, uma espécie extremamente rara de flor. Isso bastará para manter o lugar como uma área protegida e também proibirá a exploração de petróleo existente na região. Uma noite fatídica, no entanto, irá abalar a vida da família inteira, quando o menino é perseguido por um ladrão na véspera do seu aniversário de doze anos e acaba morrendo.

Assim, Hugo começa sua fantasmagórica noite, voando acima do mundo nos braços de um fantasma, entre o céu e a terra, entre o bem e o mal, entre a vida e a morte. Dividido em três atos, com um enredo inteligente livro o autor surpreende e prende o leitor até a última página sem estabelecer uma linha divisória entre sonho - no caso, pesadelo - e realidade.

Sobre a Editora Melhoramentos:

Há mais de 125 anos, a Editora Melhoramentos ocupa posição de destaque nas diversas áreas em que atua. É referência no mercado editorial com milhares de títulos publicados. À frente de seu tempo desde a fundação, ela se distingue pelo pioneirismo de suas obras, pelos autores e avanços editoriais aos quais se dedica. www.editoramelhoramentos.com.br


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sexta-feira, 22 de março de 2019

Um menino, inspirado pelo Presidente dos Estados Unidos, resolve construir um muro para resolver seus problemas

O livro publicado pela Editora Melhoramentos propõe uma conversa sobre compaixão no atual cenário político

Querido Senhor Presidente é um lançamento da Editora Melhoramentos, que lembra uma fábula moderna e trata da importância da comunicação e da negociação para resolver os problemas pessoais, e do mundo.

“Excelentíssimo Senhor Presidente... Eu vi você no noticiário desta noite dizendo que iria construir um muro. Talvez eu deva fazer um também...” É assim que Samuel, o protagonista da história, começa a sua série de cartas endereçadas ao Presidente dos Estados Unidos contando um pouco sobre seu drama com o irmão. Samuel divide o quarto com o irmão mais velho, que pega suas coisas sem permissão e fica até tarde da noite com o celular na mão, e o incomoda muito.

Inconformado com essa situação, Samuel descobre, ao ver o presidente dos Estados Unidos falando sobre o muro que pretende construir na fronteira de seu país, que essa pode ser a solução para seus próprios conflitos. O que ele não imagina é quão complexo pode ser a construção de um muro.

As cartas vão mostrando a formalidade inicial dessa relação. Uma intimidade de mão única, vez que Samuel não interage com o presidente, o que se evidencia nos traços da ilustradora Anne Villeneuve.

Como se fossem capítulos de seu drama, cada carta descreve ao presidente americano o andamento de seu plano, a opinião das pessoas sobre seu projeto e sua busca por conselhos. O menino também não hesita em oferecer suas ideias ao governante.

O texto da autora Sophie Siers, acaba desencadeando uma conversa sobre bondade, compaixão e paz para crianças e adultos, ambientada no atual cenário político. As divertidas ilustrações feitas em aquarela mostram o cotidiano de Samuel e trajeto de suas cartas até chegar na mãos do presidente americano.

Sobre a Editora Melhoramentos

Há mais de 125 anos, a Editora Melhoramentos ocupa posição de destaque nas diversas áreas em que atua. É referência no mercado editorial com milhares de títulos publicados. À frente de seu tempo desde a fundação, ela se distingue pelo pioneirismo de suas obras, pelos autores e avanços editoriais aos quais se dedica. www.editoramelhoramentos.com.br



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terça-feira, 18 de setembro de 2018

Exclusivo: Manuel Filho e o livro O menino que queria ser prefeito, por Sérgio Simka e Cida Simka

Manuel Filho - Foto: Deivid Almeida (Cidade da Criança)
Nesta entrevista exclusiva, o renomado escritor Manuel Filho fala sobre seu livro recém-lançado: “O menino que queria ser prefeito”.
Manuel filho, agraciado com o prêmio JABUTI 2008, possui mais de 40 livros publicados por editoras como Melhoramentos, Ática, Saraiva, Editora do Brasil, Panda Books, Mundo Mirim, Prumo, Paulus, BesouroBox, Escala Educacional, entre outras.
Escreveu o livro MMMMM, MÔNICA E O MENINO MALUQUINHO NA MONTANHA MÁGICA, que foi ilustrado por Ziraldo e Maurício de Sousa. Trata-se do primeiro livro que uniu as turmas da Mônica e do Menino Maluquinho.
Para mais informações, acesse o site do escritor: http://manuelfilho.wixsite.com/manuel-filho

Você acaba de publicar o livro “O menino que queria ser prefeito”. Como foi o processo de elaboração até o produto final?

O processo de criação de O MENINO QUE QUERIA SER PREFEITO, Editora do Brasil, foi bastante intenso. Trata-se do primeiro livro de ficção que escrevi que se passa na minha cidade natal, São Bernardo do Campo (SP). Isso se reveste de tremenda importância, pois precisei lidar com antigas memórias, da infância.
Há muito de biográfico na obra, mas a maior parte foi realmente inspirada nos múltiplos acontecimentos da época. Eu situei a história no ano de 1979, que foi impactante na cultura nacional. Foi o ano do início da “abertura política” e o Ano Internacional da Criança.
Eu inscrevi o projeto do livro no Proac-SP de 2016 e, felizmente, fui contemplado. O prêmio me permitiu intensificar minha pesquisa, que durou cerca de dez meses. Na verdade, foi muito mais do que isso, eu diria que se trata de uma pesquisa de uma vida inteira.
Na sequência, eu decidi que gostaria de entrevistar as crianças que exerceram o cargo de prefeito mirim na Cidade da Criança. Com o apoio do excelente Centro de Memória de São Bernardo do Campo, eu consegui efetivar um vasto levantamento do histórico do parque, que é o primeiro temático da América Latina, e os nomes dos prefeitinhos.
De posse desses dados, comecei a fazer uma longa busca atrás das então “crianças”. Foram 17 crianças eleitas. Eu localizei 13, um já falecido, e entrevistei todos eles. Trata-se de material extremamente valioso, que tem sido disponibilizado no Youtube, que conta a história dos anos de chumbo a partir do olhar de crianças, que recebiam votos por um cargo executivo, algo praticamente inviável durante a ditadura.
E, assim, nasceu o livro no qual misturo fatos reais, biográficos e ficcionais. Permite, igualmente, que os jovens leitores possam refletir sobre o processo eleitoral e sua importância ao longo dos tempos.
          
Como analisa o trabalho de escritor em um país que dá pouca importância à leitura?

Mais do que nunca, trata-se de trabalho fundamental. As pessoas atualmente têm pouca percepção da dimensão das histórias, mas estamos cercados por elas diariamente.
Desde a Antiguidade temos sido encantados pelos contos de tradição oral e foi assim que diversos deles chegaram até nós.
Nosso imaginário, realidade e cultura são povoados pelas narrativas que escutamos em cada dia seja pelo rádio, TV ou internet. No fundo, somos todos contadores de histórias.
Diante desse quadro, torna-se necessário despertar a consciência de que nossos caminhos pela vida são guiados pelas histórias que conhecemos, portanto, é importante selecioná-las com cuidado, buscar fontes variadas e conhecer outros pontos de vista.
O escritor sempre será relevante por apresentar as histórias como arte. Há aqueles que transcendem, que se tornam permanentes como Shakespeare, Guimarães Rosa, Julio Verne, Machado de Assis e Clarice Lispector. Suas obras, por tratarem intensamente do lado humano, nos deixaram um legado que, permanentemente, poderá ser revisitado e inserido em nossa vida cotidiana.
Pobre do país que dá pouca importância à leitura. Esse é melhor o caminho, por muitas vezes objetivado, de manter o povo na ignorância e como massa de manobra para os mais nefastos projetos.

*Sérgio Simka é professor universitário desde 1999. Autor de cinco dezenas de livros publicados nas áreas de gramática, literatura, produção textual, literatura infantil e infantojuvenil. Idealizou, com Cida Simka, a coleção Mistério, publicada pela Editora Uirapuru. Membro do Conselho Editorial da Editora Pumpkin e integrante do Núcleo de Escritores do Grande ABC.

Cida Simka é licenciada em Letras pelas Faculdades Integradas de Ribeirão Pires (FIRP). Coautora do livro Ética como substantivo concreto (Wak, 2014) e autora dos livros O acordo ortográfico da língua portuguesa na prática (Wak, 2016), O enigma da velha casa (Uirapuru, 2016) e “Nóis sabe português” (Wak, 2017). Integrante do Núcleo de Escritores do Grande ABC.
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quarta-feira, 2 de maio de 2018

Melhoramentos lança três livros inéditos de Ziraldo que completam a coleção Os Meninos dos Planetas.


E se as aventuras da infância ganhassem uma dimensão galáctica? Com os seus recém-lançamentos O Menino D’Água e o Planeta Netuno, Ju, o Menino de Júpiter – O Maior Menino do Mundo e As Cores do Escuro e os Meninos de Plutão, Ziraldo finaliza a coleção que retrata garotos com a personalidade dos nascidos sob a influência de seus respectivos planetas.

Com seus traços e cores, Ziraldo conta histórias de uma turma de amigos nos dez livros da série. “São aventuras eletrizantes de meninos que habitam cada um dos planetas do Sistema Solar como se vivessem no seu bairro”, explica o cartunista.

A coleção começou em 2006, com a história de Zélen, o Menino da Lua, o único que vive em um satélite. E, apesar de os lançamentos dos livros não seguir a ordem dos planetas conforme o Sistema Solar, a última história recém-lançada foi a dos Meninos de Plutão, uma vez que esse planeta-anão é o símbolo do recomeço.

O Menino D’Água e o Planeta Netuno é inspirado nas histórias dos antigos argonautas europeus, que voltavam de suas viagens narrando suas aventuras e descobertas em estranhas terras desconhecidas. Nessa história, por exemplo, ficamos sabendo que Netuno não é um planeta redondo como os outros. Que é, na verdade, uma enorme, gigantesca e descomunal gota d’água pronta para pingar sobre a Terra. Ziraldo conta tudo sobre esse eletrizante episódio e também o que Tuna, um menino d’água, com a ajuda de Nan, um menino terrestre, fez para salvar a Terra.

A história do maior garoto do Sistema Solar é contada no livro Ju, o Menino de Júpiter – O Maior Menino do MundoUm dia, esse grande menino sonhador recebeu um chamado de um lugar muito além do espaço. Ele deveria explorar o outro lado do Sol. O menino preparou sua poderosa nave, equipou-a com motores poderosos e um megacomputador. Deu à nave o nome de Rocinante e, quando tudo estava pronto, partiu veloz para desbravar o espaço infinito.

Nada impediria o corajoso Ju e seu fiel companheiro de realizar sua missão. O cartunista narra, dá cor e vida aos obstáculos, chuvas de granizos, explosões, dragões, sereias e marcianos que a dupla encontra cruzando todo o Sistema Solar até chegar ao seu destino.

As Cores do Escuro e os Meninos de Plutão é o livro de despedida da série. Os leitores podem estranhar que o menino de Plutão nunca tenha sido desenhado pelo autor, aparecendo apenas como uma nuvenzinha com olhos espertos.

Nunca vemos Plutão porque a luz do Sol não chega a alcançá-lo. Ele vive em completa escuridão. Só os meninos desse planeta é que sabem como eles são, pois a escuridão de Plutão é colorida. Esse é um dos milagres operados pela luz do Sol, a energia que move o Sistema Solar.

Saiba mais sobre os livros da coleção:

O Menino da Lua
No primeiro livro desta coleção, Ziraldo criou uma história surpreendente, no meio do sistema solar, onde o nada e o vazio cedem espaço às brincadeiras, às cambalhotas e a tudo aquilo que é eterno, como a amizade. Na história sobre Zélen, o menino da Lua, Ziraldo dá vida a uma turma de nove meninos, cada um habitante de um planeta diferente.

O Namorado da Fada ou O Menino do Planeta Urano
Este menino interplanetário traz uma história do futuro, pois ela acontecerá só daqui a trezentos mil anos. Além de acontecer no futuro, Théo, o menino do planeta Urano, é o protagonista de um conto de fadas.

O Menino da Terra
Qual será o futuro do nosso planeta se as pessoas não começarem a respeitar o mundo em que vivem? Precisaremos buscar outro lugar para viver? Essas são questões com as quais crianças e adultos se deparam todos os dias. O Menino da Terra é um livro que fala de um possível recomeço para a humanidade. Com criatividade e sensibilidade, reconta uma bela história que pode vir a acontecer se o meio ambiente for respeitado e tratado com carinho.

O Capetinha do Espaço ou O Menino de Mercúrio
Ziraldo retrata a história de Irmin, o menino que vive em Mercúrio. De corpinho vermelho e mais parecendo um saci, ele é conhecido como o rei da confusão. Com seu jeito doce e suas travessuras, Irmin consegue encantar e conquistar todas as pessoas.

Os Meninos de Marte
Os marcianos e as marcianas adoram visitar o planeta Terra. Eles gostam de descansar nos gramados verdes enquanto olham as nuvens branquinhas do céu. Neste livro, é possível descobrir que os meninos de Marte são os únicos que conseguem ouvir as estrelas e que possuem a alma aberta ao entendimento das coisas e ao sentimento do mundo.

O Menino Que Veio de Vênus
Vevê é um dos velozes meninos de Vênus, um planeta que gira muito rápido em volta do Sol. Assim como os outros meninos desse planeta, Vevê tem uma missão: alvejar homens e mulheres com suas flechas, provocando o encontro de olhares, o acelerar do coração e a união das mãos e das almas pelo amor. Ziraldo, nessa recriação do mito do Cupido, nos reconta também a mais linda história de amor de todos os tempos: Romeu e Julieta, mas desta vez com um final feliz.

Nino, o Menino de Saturno
Nino adora deslizar pelo espaço e pelos anéis de Saturno com sua prancha de surfe. Mas certo dia, sem explicação alguma, os anéis amanhecem sem cor. O que pode ter acontecido? Nino então parte em busca de uma solução para esse mistério. Com magníficas ilustrações, Ziraldo apresenta aos pequenos leitores a riqueza da criação de grandes pintores, como Matisse, Picasso e Miró.



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