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terça-feira, 12 de janeiro de 2021

Reconto: Mostra internacional homenageia a cidade do Rio de Janeiro

Warley Goulart - Foto divulgação

Com a chegada do Dia de São Sebastião, padroeiro da cidade do Rio, o projeto literário “Reconto - Cada Qual no seu Recanto” resolveu iniciar as atividades de 2021 prestando uma homenagem à cidade maravilhosa. “Rio de Janeiro a janeiro” é o tema da quinta edição da mostra, que acontece no dia 17 de janeiro, de 16h às 19h. Cada convidado contará duas histórias intercaladas entre canções, parlendas e poemas. Ao final, acontece um bate-papo com o público.

Para esta edição, cinco cariocas e uma portuguesa selecionaram um repertório de humor e amor para exaltar o que há de melhor no Rio de Janeiro. “Vamos celebrar a esperança de uma nova cidade. Além da contação de histórias, falaremos sobre o que a gente espera de bom para o Rio, a partir desse novo ano, com a chegada da vacina. Após tantas notícias ruins, o Rio merece esse afago”, analisa o ator José Mauro Brant.

Com a intenção de fazer a economia criativa girar e promover encontros antes impossíveis presencialmente, a mostra internacional de contadores de histórias é destinada para crianças de todas as idades e acontece 100% online e ao vivo. As rodas de histórias temáticas recebem convidados nacionais e um convidado internacional, e, como diz o título, “cada qual no seu recanto”.

A idealização e direção artística são de José Mauro Brant, premiado ator, autor teatral, com quase trinta anos dedicados ao ofício de narrar histórias, que divide a curadoria com Benita Prieto, experiente contadora de histórias e produtora de eventos na área da leitura e literatura. 

Os convidados da edição:

Cristina Taquelim - Beja - Portugal

Cristina é mediadora de leitura, contadora de histórias, licenciada em Psicologia Educacional e bibliotecária. Durante trinta anos, foi técnica da Biblioteca Municipal de Beja- José Saramago. Gosta de escrever cartas e tem o vício da metáfora. “Às vezes duvida. Tem voz grave. Gosta de contar. Às vezes escreve. Ainda teme a morte. Recusa-se a viver sem estar espantada por existir”, como se define.

Jujuba - Rio de Janeiro - RJ

É ator, músico, palhaço, contador de histórias, arte educador, escritor de livros infantis e compositor, com cinco CDs lançados para o público infantil. É pesquisador do folclore e cultura popular.

Warley Goulart - Rio de Janeiro - RJ

É contador de histórias e artista visual do grupo Os Tapetes Contadores de Histórias. Há 22 anos, costura e conta histórias com tapetes e outros objetos de tecido, como cenários de contos autorais e populares de origens diversas. Formado em Teatro pela UniRio e Especialista em Literatura Infanto-Juvenil pela UFF, o artista produz espetáculos, sessões de histórias, exposições interativas de seu acervo e oficinas de formação – tendo se apresentado no Brasil e exterior. Interessado pelas intersecções entre narração oral e teatro, Warley Goulart dirigiu solos narrativos, destacando-se Ato de Comunhão, com Gilberto Gawronski; e A Arte de Governar a Si Mesmo, com Daniella D’Andrea.

Silvia Castro - Rio de Janeiro - RJ

Silvia é atriz, contadora de histórias e educadora. Formada em Letras pela UERJ, pós-graduanda em Literatura infantojuvenil pela UCAM, desenvolve atividades diversas nas áreas da leitura e produção de textos, há mais de vinte anos. Ganhou moção honrosa na Câmara dos Deputados do RJ, quando foi Supervisora Pedagógica do Projeto Educativo do CCBB - Rio. Representou o Brasil em Cuba, México e Colômbia, narrando contos. Publicou seu primeiro livro: HISTÓRIAS DE HARMATÃ, pela Editora Kimera. É integrante do grupo MAMI - movimento artístico de música para a infância RJ. Seu projeto "IPIRUNGAUA - NO PRINCÍPIO" foi premiado no Edital Cultura Presente nas Redes - Sesec - RJ (2020). Acredita no poder transformador das palavras.

José Mauro Brant – Rio de Janeiro – RJ

Ator, cantor, autor e diretor de teatral com mais de 80 espetáculos no currículo, José Mauro Brant se define com uma só expressão: “Sou um contador de Histórias”. Atuando no teatro profissional desde 1988, José Mauro trabalhou como ator com diretores como: Gerald Thomas, Ítalo Rossi, Werner Herzog, Aderbal Freire Filho, Naum Alves de Souza. Desde 1989, trabalha ininterruptamente em criações dedicadas à infância e juventude. Seu primeiro livro pela ed. Rocco foi duas vezes selecionado pelo PNBE e distribuído para escolas públicas de todo o país. Hoje, Brant concilia seus espetáculos de narração com a criação e direção de espetáculos musicais: “Era uma vez... Grimm” e “O Pequeno Zacarias – uma ópera irresponsável”, parcerias com o maestro Tim Rescala. Ambos ganharam o prêmio APTR de melhor música. Em 2018, “Makuru um Musical de Ninar”, também lançado em CD em todas as plataformas digitais, ganhou 15 prêmios e 30 indicações nas principais premiações do teatro carioca, incluindo melhor texto e melhor espetáculo infantojuvenil.

Benita Prieto – Alhandra – PT

Nascida no Rio de Janeiro, filha de galegos, é curadora, consultora, produtora e mediadora de projetos de leitura. Escritora e Contadora de Histórias do Grupo Morandubetá, criou o Simpósio Internacional de Contadores de Histórias do Rio de Janeiro. Desde 2012, pesquisa e ministra cursos sobre promoção de Leitura e Literatura Digital. É Coordenadora da Red Internacional de Cuentacuentos e integra a Ações & Conexões Associação Cultural de Portugal. Atualmente, reside em Portugal, onde tem participado em ações de promoção de leitura e narração de histórias no Caminhos de Leitura, Palavras Andarilhas, Folio, Rio de Contos, Rede de Bibliotecas Escolares e diversos eventos e espaços culturais. Benita completa 28 anos de narração oral, tendo atuado em 22 estados do Brasil e mais de 10 países, realizando conferências, palestras, oficinas, cursos, eventos, apresentações e espetáculos.

Para adquirir os ingressos, acesse o site Go Free .

Mais informações e descontos para professores, grupos e alunos da rede pública, mande um e-mail para: recontocadaqualnoseurecanto@gmail.com
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quinta-feira, 12 de novembro de 2020

A Editora Raiz lança coletânea de contos, poemas e roteiros inspirada no isolamento das crianças provocado pela pandemia


O livro infantil 'Conto em Casa' reúne autores brasileiros e portugueses em prol de ação social no Rio de Janeiro


A Editora Raiz, sensibilizada pelo enfrentamento do novo coronavírus (Covid-19), mobilizou um grupo de 15 autores no Brasil e em Portugal na criação de um projeto literário para o público infantil. O objetivo é ajudar a lidar com as emoções relacionadas ao confinamento das crianças – ou miúdos, além-mar – que vivenciam a época da pandemia. O lucro proveniente da comercialização do livro impresso será doado para a ONG Gamboa Ação, com sede na Zona Portuária do Rio de Janeiro.

A obra 'Conto em Casa' aborda com delicadeza os novos e, muitas vezes, angustiantes sentimentos vivenciados pelos pequenos isolados em casa: o super-herói agora também precisa de um troço que tapa sorrisos? E cachorro precisa de máscara? Dar as mãos pode? E beijo? Boneca precisa de álcool gel? Machucado no joelho e vela de aniversário podemos assoprar? Ai, que saudade do meu avô!

Amor, proteção, coragem, liberdade, espaço, simplicidade e humor. Tempo, melancolia, medo, solidão, vazio, tristeza e morte. As ilustrações, assinadas por Chica Batella, trazem à tona o universo infantil encerrado em espaços confinados, dentro e fora da alma. “Eu gostaria de saber, por meio do olhar desses autores que, de uma forma ou de outra convivem com crianças, como elas estavam enfrentando esse cenário tão duro”, diz Rosane Nunes, idealizadora do projeto, ao explicar a motivação para a edição da coletânea. “Queria escutar e compartilhar essas histórias”.

Ao longo de novembro de 2020, a Editora Raiz irá promover série de lives com os autores no instagram: @editora_raiz. Amanhã já tem uma segunda live:
Live2.jpg

Escritores do projeto:
Andréa Apa
Andréa Gaspar
calí boreaz
Edhen
Gustavo da Rocha Lima
Jonatan Magella
Juliana Borel
Juva Batella
Lucas Brito Cortez
Marcela Sperandio  
Margarida Azevedo
Mauricio Vieira
Mikha
Pepita Sampaio
Tatiana Kauss

SERVIÇO
Lançamento: 27 de novembro de 2020
Pré-venda: Livraria da Travessa  bit.ly/3eBULm9   
Preço: R$30,00
 
Sobre a Editora Raiz

A Editora Raiz chegou ao mercado em junho de 2017 com o propósito de oferecer soluções editoriais para autores independentes. Presta serviços de edição, parecer de manuscritos, consultoria, criação de projetos e publicação. Tem como foco principal o enriquecimento do texto para incentivar a disseminação do conhecimento e da leitura. Seu diferencial está alinhado à satisfação daqueles para quem trabalha: autores e leitores. www.editoraraiz.com.br

Sobre a Gamboa Ação
Gamboa Ação é uma instituição sem fins lucrativos que incentiva o desenvolvimento humano integrado de crianças e adolescentes em estado de vulnerabilidade familiar e social. Localizada na Zona Portuária do Rio de Janeiro, a Gamboa Ação também tem enfrentado o período da pandemia, contribuindo para a mitigação do estado de carência dessas populações por meio de doações de cestas básicas: www.gamboaacao.org.br
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sábado, 24 de outubro de 2020

Baseado no romance de L.J.Freitas - Cabaré - Casa Nova

Ambientada na tradicional cidade do Rio de Janeiro do século XIX, no bairro da Lapa. Conta à história de Anabel Vallin (Juliana Paiva), uma jovem noviça que sonhava em conhecer o mundo além dos muros do convento onde vivia em Santa Teresa. Um dia ao sair escondida para ver a festa dos escravos (carnaval nos dias hoje), se apaixona por Cassio de Abrantes (Mauricio Destri), um rapaz rebelde para as convenções de sua mãe, a marquesa de Abrantes (Christiana Guinle), sonhador e que se apaixona pela linda noviça que em meio a um tumulto, ele a salva e descobre que sua vida nunca mais seria a mesma depois que a teve em seus braços.

E ao passar do tempo, contrariando todas as convenções a mesma foi expulsa do convento pela Madre (Selma Egrei) e os dois decidem viver esse amor o que despertou a ira em alguns que tramaram para separá-los. Após ser pega por Cassio na cama com seu primo Talião (Jesuíta Barbosa), por armação de sua mãe a Marquesa de Abrantes, Cassio abandona Anabel a própria sorte e magoado vai para Portugal reatar seu noivado que nunca fora desfeito. Após ser abandonada pelo seu grande amor, a jovem noviça, grávida, morou nas ruas da cidade. O tempo foi passando e a jovem, com fome, frio, doente e mendigando pelas ruas com um filho nos braços, abre mão do seu maior bem, seu filho onde se vê obrigada, e temendo pela saúde de seu bebê, decide deixa-la na roda dos enjeitados da Santa Casa de Misericórdia e parte para uma vida solitária pelas ruas da cidade, onde passou pelas piores provações como mulher e sem dignidade humana. Ao passar do Tempo ela conhece, Mama (Claudia Raia), uma mulher misteriosa vinda do exterior que se compadece da situação de Anabel e vê naquela jovem a filha que nunca poderia ter. Mama a acolhe e transforma sua vida, com desejo de que Anabel pudesse se restabelecer longe de todo sofrimento e a manda para o exterior para que pudesse recomeçar uma vida nova. Anos depois a menina volta uma bela mulher e promete se vingar de todos que a humilharam e que ali, em plena Lapa, surgiria algo que escandalizou toda uma sociedade conservadora.

Com a chegada de Mama e suas meninas à cidade. A vida do padre local virou de pernas para o ar com as frequentes cobranças das beatas local exigindo que o sacerdote acabasse com o que elas chamavam de “Antro de perdição ou Casa do Demo” Assim apelidaram o Cabaré Casa Nova. Jenoveva (Eliane Giardini) era a líder das religiosas e que vivia afrontando a Mama e as meninas do cabaré em cenas cômicas e engraçadas o que traz um pouco de humor para trama.

Após sua volta a cidade do Rio de Janeiro, Anabel, Não mais uma jovem inocente, mas uma mulher linda e atraente que viu no Cabaré Casa Nova a oportunidade de se vingar de toda a sociedade hipócrita através dos homens que ali frequentavam. E que em suas viagens proporcionada por Mama, conheceu todos os tipos de culturas, inclusive as orientais com suas danças de véus, como nas histórias da bíblia. E usando sua beleza, seu corpo escultural e seu jeito de menina, ela viu a forma perfeita de colocar seu plano em prática. E contavasempre com apoio das meninas em especial de Charlote (Maria Eduarda Carvalho), que sempre muito espevitada, tinha Anabel como uma irmã. Trabalhava no Cabaré juntamente com as demais meninas nas apresentações e no atendimento aos cavalheiros que pagavam por companhia.

Anabel começou a por seu plano em prática e se apresentava como Belafenix, uma personagem que criou usando com símbolo principal a fênix, como se representasse o ressurgimento de uma mulher de suas próprias tristezas.

No meio da trama surge Barbara dos prazeres (Paloma Bernardi), uma mulher de poucas palavras, muito misteriosa que oferece seus serviços a Mama e começa a se apresentar no Cabaré Casa Nova com suas danças portuguesas e sua sensualidade maquiavélica que seduzia os homens. Porém o que ela não contava que o retorno de Anabel e suas danças orientais, chamariam mais atenção do que ela o que a deixou com ódio e constantemente tramava a morte de Anabel com artifícios de feitiçaria.

Porém com seu plano em ação, Anabel não contava com o retorno de seu grande amor do passado, Cassio de Abrantes o que poderá mudar os rumos de seus planos e de sua vida.

GÊNERO: Drama

LOGLINE

Para se vingar de todos que a fizeram sofrer no passado, a ex-noviça Anabel, volta à cidade do Rio de Janeiro para viver como a mais nova meretriz do Cabaré Casa Nova.

REFERÊNCIAS

A inspiração para esta obra foi desenvolvida com base no tradicional bloco de rua “Bloco das carmelitas” que segundo a lenda, contava a historia de uma noviça que fugiu do convento para pular o carnaval. E o início da boêmia no bairro da lapa. Estudo e pesquisas do Rio antigo com intuito de ver a trama com os olhos dos personagens

PROPOSTA

Cabaré Casa Nova tem por finalidade uma visão mais cinematográfica com base em grandes romances e trazer culturalmente o ressurgimento do Rio Antigo com uma sensibilidade poética. Buscar transportar a quem assiste amor dos protagonistas tendo como cenário o rio de janeiro, tão castigado pelo descaso de nossos governantes e pela violência.

Revigorar o orgulho de sermos uma cidade de cultura rica com nossas arquiteturas.

Através deste romance com personagens fortes e de personalidade ímpar, fazer que as pessoas vejam o centro do rio de uma forma diferente ao habitual.

Trazer a emoção de encontrar o verdadeiro amor e que nem o tempo pode apagar. Mostrar que nem sempre as pessoas que se dizem “temente a Deus”

são as mais caridosas e que muitas das vezes a compaixão vem dos corações mais julgados.

Mostrar a intolerância da sociedade achando que podem impor o seu modo de viver as outras pessoas não aceitando a forma de amar dos outros e o jeito de buscarem a própria felicidade.

Mostra a espiritualidade e ligação de almas gêmeas pelo tempo.

PERSONAGENS PRINCIPAIS

Anabel Vallin – Uma jovem noviça com apenas 17 anos de idade, que devido a desejo de sua família, foi enviada para o convento de Santa Teresa no Rio de Janeiro e nunca mais teve noticias dos familiares que na época estavam à beira da falência. Muito romântica e sonhadora, a noite escondida com uma vela lia livros de romances e sonhava um dia encontrar um príncipe encantado como nas historias que lia.

Cassio de Abrantes – Um jovem rapaz sonhador que sonhava em seu um escritor romancista e viajar o mundo para escrever todas as suas experiências em terras desconhecidas.

Porém muito manipulado por sua mãe a Marquesa de Abrantes, que tinha outros planos para o rapaz.

Devido a esse atrito de personalidade com sua mãe, Cassio nunca superou a morte de seu pai e melhor amigo e achava que o motivo de seu falecimento foi de tristeza devido aos desmando da marquesa.

Ana de Abrantes – Apesar de muito nova, com seus 14 anos, já estava prometida em Portugal. O que a deixava bastante chateada, pois assim como seu irmão ela tinha um espirito livre, porém não contradizia as decisões de sua mãe. Suas atitudes meio criança meio mocinha irritava a marquesa que lhe chamava a atenção para ter mais compostura. Ana amava muito seu irmão Cassio que depois da morte de seu pai ficaram ainda mais agarrados.

Marquesa de Abrantes – Muito conservadora, era uma das mulheres mais influentes da cidade do Rio de Janeiro, onde cuidava com pulso firme do patrimônio da família deixada pelo seu falecido marido Marque de Abrantes. Controladora, via em tudo a oportunidade negociar para seu se enriquecer cada vez mais, inclusive forçar seus dois filhos em casamentos arranjados para apoio financeiro. Manipuladora e sem escrúpulos é capaz de passar por cima de tudo e de todos para conseguir o que quer.

Madre – É a matriarca do convento de onde Anabel vive. Muito rigorosa com as convenções religiosa e disciplinar. Administra o convento com pulso firma e não tolera indisciplina em hipótese alguma.

Irmã Lurdes – Muito religiosa e tem um carinho todo especial com Anabel e busca incessantemente orientar a mesma sobre a responsabilidade de seus votos religiosos fazendo que a mesma entenda que não pode ter um coração divido entre o mundo e o sacerdócio.

Noviça Edite – Destemida e espevitada, Edite é a mais articulada das noviças. Sempre tramando peças pelo convento e a mais nova da noviça é sair às escondidas para ver a festa dos escravos na rua.

Talião Cortez – Primo de Cassio, um verdadeiro boêmio que estava a gastar toda fortuna que herdou de seus pais com farras, bebidas e mulheres. Inconsequente e aproveitador.

Duquesa Del Castilho da Espanha, Mama – Mulher com seu porte exótico e elegante. A sua chegada a cidade é um mistério. Ela guarda um grande segredo que a fez sair de sua terra natal até chegar à cidade do Rio de Janeiro. Muito calada e observadora, ela se instala num casarão situado na Lapa juntamente com as meninas que a acompanhava. Rodeada de luxo ela fica conhecida na cidade como anfitriã do Cabaré Casa Nova. A nova casa de diversão.

Charlote  – Umas das meninas do Cabaré, alegre e provocante.

Extremamente atraente com seus decotes e roupas estilo francesa, cabelos encaracolados e loiros. Chama a atenção por onde passa com seu jeito de menina-mulher. 

Rubi - Mais uma das meninas do Cabaré. Seu estilo exotérico de ser. Muito bonita com seus cabelos avermelhados.

Esmeralda - Mais uma das meninas do cabaré, também muito bonita com seus cabelos castanhos escuros e roupas atraentes.

Safira - Outra menina do cabaré também muito bonita e sedutora. Barbara dos Prazeres – Uma mulher que ingressou no cabaré por meios próprios oferecendo seus serviços. Misteriosa e ambiciosa, sempre quer ser a mais desejada pelos homens e não aceita ser rejeitada. Utiliza todos os artifícios para se ficar sempre bela. Maliciosa e extravagante e extremamente invejosa não mede esforço para conseguir o que quer.

Padre - O sacerdote da paroquia de Nossa senhora do Carmo da lapa que reza todos os dias por sua aposentadoria que viu sua vida virar de pernas pro ar com a chegada das meninas do cabaré, pois é constantemente perturbado pelas beatas uma solução de excomungar todas da cidade como se o pobre tivesse esse poder.

Jenoveva - Líder das beatas locais, se dedica diariamente em tentar destruir o Cabaré e expulsar as meninas da cidade, alegando que a casa de diversão é uma afronta a moral e aos bons costumes.

Eusébio - Esposo de Jenoveva, comerciante e frequentador assíduo do Cabaré, onde todas as noites quando sua esposa dorme saí as escondidas para casa de diversão como a maioria dos homens casados.

Velha feiticeira – Uma velha bruxa que usava artificio de magia negra a quem a recorresse. Vivia numa Choupana situada ninguém sabe ao certo.

Conde de Gouveia – Homem rico e Influente nas Minas Gerais, por ter propriedade de garimpo de pedras preciosas e de sangue nobre por parentescos com condes em Portugal.

Clara Gouveia - Única filha do conde e herdeira de toda sua fortuna. Tratada com mimos exagerados. Jovem com vida de luxo e futilidades como toda filha única.

Condessa de Gouveia - Sempre muito calada e obediente ao seu esposo. Vive para cuidar de sua filha até que a mesma se case para lhes dar o neto varão que sempre sonharam.

Inquisidor – Homem com olhar sombrio que exalava maldade. Representante da igreja conservadora era convocado para denúncias de atos que iam contra a igreja e artes profanas como bruxaria. Ele era quem condenava presos da igreja a suas sentenças, em muitos dos casos até de morte.

PERSONAGENS SECUNDÁRIOS

Jezebel – Jovem revolucionária e liberal em meio à festa dos escravos. Somente uma única aparição.

Noviça Bia – Noviça cumplice de Edite em seus planos.

Noviça Tereza – A mais nova das noviças com apenas 9 anos que ajuda no plano de Edite para sair do convento.

Irmã Catarina – Freira que devido a armações das noviças, facilita a fuga das noviças do convento.

Filho do Jardineiro – Garoto inocente que é enganado por Edite que faz promessas para que o mesmo ajude em seu plano de sair do convento.

Velha cigana – Uma misteriosa mulher que surgiu do nada e ajuda Cassio e Anabel no tumulto. E fazendo previsões sobre o futuro dos dois.

Mãe preta – Uma das escravas na casa da marquesa, na qual Cassio tinha grande carinho e muitas das vezes se aconselhava.

Barão de Itaocaia – Sócio da marquesa nos negócios de café a cana de açúcar. Era ele quem administrava de perto as colheitas da região.

Médico Doutor – Era o médico responsável por todos na cidade, onde precisassem. Capataz – Braço direito da marquesa um homem rude pronto para receber ordens como um cão de guarda.

Cocheiro – Era quem levava os membros da casa para onde solicitavam na carruagem.

Zélia – Vizinha e amiga de Anabel no cortiço.

Homem agressor – Homem que morava no cortiço e observava Anabel com intuito de um dia a possuir.

Senhoria do Cortiço – Mulher de poucos amigos e que só se interessava em receber os alugueis.

Nega Jurema – Escrava alforriada que vivia em um casaram na Gamboa próximo ao cais do Valongo, onde ainda acontecia trafico de negros na calada da noite. Ela Quem resgatou Anabel da rua em trabalho de parto com seus irmãos de cor.

Irmãos de cor – Escravos alforriados se titulavam assim como uma irmandade.

Janaína – Negra filha de Jurema que saía para vender os doces que sua mãe e os outros negros faziam para sobreviver.

Delegado – Representante da lei local e frequentador do cabaré casa nova.

Tomas – Marido de Ana de Abrantes e negociador de pedras preciosas de suas terras em Minas Gerais.

LEIA ENTREVISTA COM O AUTOR: CLIQUE AQUI.

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sexta-feira, 23 de outubro de 2020

L. J. Freitas e o livro Cabaré – Casa Nova


Nascido em 17 fevereiro 1982 na no estado do Rio de Janeiro, reside na cidade de Maricá. Tendo sua formação Acadêmica em Gestão Empresarial de Pessoas. Sua grande paixão por história e lendas brasileiras é o que caracteriza este autor.  De doutrina espirita o mesmo declara que para composição de sua obra com a riqueza de detalhes de vidas passadas, que  é mentorado por um ser espiritual que o revela os lugares para mostrar como tudo aconteceu. Suas obras são caracterizadas por mensagens e clarividências. Mas o mesmo relata que isso começou em sua vida desde sua infância e que resolveu desenvolver a partir do ano de 2012 quando o livro Cabaré Casa Nova foi iniciado.

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

L. J. Freitas: Sempre fui um apaixonado por histórias de todos os gêneros, mas nunca me vi publicando nada, só paixão mesmo! Mas desde minha adolescência tinha esses transes literários de parar do nada e começar a escrever, mas na época “ como um bom adolescente” eram rascunhos , cheios de erro de português “ rs”, mas com grande conteúdo e emoção. Tanto que toda escola lutava por aqueles papeis datilografados cheio de “liquid-paper” que usávamos para corrigir “rs”. Com a fase adulta, e responsabilidades esses lapsos literários pararam, mas de 2011 pra cá, comecei a ter mensagens no meu subconsciente para escrever e a história começou a ser mandada para minha mente e por uma força maior que eu colocava no meu word do computador. E a história foi desenvolvida com muita pesquisa e ida aos locais até seu lançamento na Bienal do Livro de 2019, onde oficialmente dei meu primeiro passo no mundo literário. 

Conexão Literatura: Você é autor do livro “Cabaré – Casa Nova”. Poderia comentar? 

L. J. Freitas: Sim. E o engraçado é que a história começou a ser feita sem título. Eu não fazia ideia de como ele iria se chamar, pois as mensagens que recebia era para escrever a historia e visitar os lugares, não tinha ideia de onde iria parar, até onde esta história iria se desenvolver. Eu tinha visões dos lugares sem  nunca ter estado la´como o convento de Santa Tereza. E quando chegava lá era exatamente como eu via na minha mente.” Sinistro” rs. E o nome do Livro veio quando eu questionava a mim mesmo e ao “subconsciente” como eu o chamo. Parei repentinamente em frente a um lugar completamente maltratado pelo tempo e numa placa desgastada estava o nome que naquele momento tinha tudo a ver com a Lapa. Olhando ali aquela placa que estava escrito: Cabaret Casa Nova, imediatamente veio na minha cabeça: Aí está o nome da sua história! Fiquei surpreso, mas feliz de ter achado um nome que encaixasse e que tinha  tudo haver com a Lapa. Quem quiser, pode ir na Lapa que a placa está  ainda no estado quem falei. 

Conexão Literatura: Podemos dizer que o seu livro é uma verdadeira história do estado do Rio de Janeiro, servindo também como guia turístico. Fale mais a respeito.

L. J. Freitas: Não digo exatamente como  guia turístico, pois na época que a historia se passou, nos remete a história do rio antigo com suas lendas e arquiteturas épicas. Mas de certo, ele foi feito de uma forma que qualquer um que leia, conseguirá entrar na vida de cada personagem, pois os lugares são reais de verdade e ainda intactos mesmo com a modernização. Se Você hoje for ao centro do Rio, terás uma visão normal. Agora experimente ler o livro e ir ao centro do Rio. Garanto que nunca mais olharás e verás da mesma forma. Tudo lembrará a historia de cada um dos protagonistas da trama.  

Conexão Literatura: Como é o seu processo de criação? Quais são as suas inspirações?

L. J. Freitas: O processo de criação foi sútil e a trama foi se desenvolvendo sozinha e aos poucos como me era passado. As inspirações ficaram mais fortes quando visitei os lugares retratados na história como por exemplo a RODA DOS ENJEITADOS na Santa Casa do Rio, lá para quem não sabe, era onde mães que não tinham condições de criar seus bebes abandonavam, mas pra entender esse drama, tem que ler o livro. “rs”.  Além dos lugares, eu precisava dar vida, ou seja, rostos, para não só escrever e sim ver, daí imaginei se o mesmo virasse um filme ou uma série, quem se encaixaria nos personagens. Então comecei a junção de cada personagem e casar o ator ou a atriz que se encaixaria com o personagem com as mesmas características que me era dita como por exemplo: Anabel seria a Juliana Paiva, Cassio Abrantes -  Mauricio Destri, Marquesa de Abrantes – Christiana Guinle, Mama Claudia Raia entre outros ,mas aí vai da imaginação de cada um que lê.

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho do seu livro especialmente para os nossos leitores?  

J. Freitas: Olha! É difícil destacar só um trecho dentre tantos acontecimentos, pois a história tem uma dinâmica e diversas mudanças com entrada de tramas e personagens a todo instante. Mas tem um que me emocionou demais, quando Anabel perambulava pela rua dormindo aqui e ali com uma criança pequena nos braços. Ela foi brutalmente violentada por homens da guarda que faziam a ronda da noite na praça XV. E o momento que a mesma debilitada chorava por seu leite ter secado, Segue o trecho:

“Era vista geralmente próxima aos arcos dos Teles de Menezes mendigando

alimentos e moedas para alimentar-se e a sua filha. As pessoas

que por ela passavam, algumas se condiziam com sua situação e outras

a ignoravam como um cachorro vadio. Anabel, apesar de debilitada,

ainda tinha uma singela beleza e um olhar de menina e isso começou

a atrair a atenção de homens com más intenções e em uma noite ela

deixou sua filha dormir próxima aos Arcos do Teles e foi se banhar já

que era tarde, porém no momento passavam três soldados da guarda

e deram voz de prisão a mesma que foi levada para um sobrado vazio

e ali, teve a mais dolorosa experiência como mulher: sua violação por

aqueles três homens que após consumar o ato de violência sexual com

Anabel a jogaram no chão, vestiram suas calças e saíram sorrindo, orgulhosos

do que fizeram sem medo de serem denunciados, pois eles

acreditavam que seria a palavra deles contra o de uma mendiga.

Ela só pensava em ir para onde havia deixado sua filha, sentou ao

seu lado e naquela noite fria, ouvia-se o eco de seu desespero ao chorar

com sua filha no colo. Ao passar dos dias, com fome, suja e visivelmente

abatida, Anabel com sua filha em seu colo sentou-se próximo ao Paço

Imperial e ali viu o que mais temia. Devido sua indisposição, má alimentação

e sua fraqueza corporal ao tentar dar o peito para sua filha, e

para seu desespero, seu leite havia secado por completo:

– Não, meu Deus! Por favor, eu vos imploro! Me castigue, mas não

puna minha filha com a falta de meu leite!”

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

L. J. Freitas: O Livro já esta disponível no site da editora Autografia, Saraiva, Americanas e nas diversas lojas online de livros. Ao pesquisar no Google, como: Livro Cabaré Casa Nova, virá as diversas plataformas que estão comercializado. Para saber mais sobre minha obra, poderá ser enviado e-mail para editora autografia ou pelo Instagram LJFreitas

Conexão Literatura: Quais dicas daria para os autores em início de carreira?

L. J. Freitas: Não só para autores, mas para cada um que tem um sonho. Se você quer fazer, se você coloca amor naquilo que se propõe, não deixe que as adversidades te desanime. Ainda mais quando vivemos numa sociedade de enquadramento, onde nos obriga a ter uma tribo, religião, tipo social, etc. Quando escrever, seja livre de verdade, sem rótulos, sem ideologias, sem limites. Escreva como se fosse  salvar a vida de alguém em algum lugar do mundo. Escreva para fazer alguém sonhar,  voar na leitura e esquecer qualquer tipo de problema ou angustia. Escreva porque te faz feliz. E lembre-se de que quando todos dizem não, é que você está mais próximo do seu sim. 

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

L. J. Freitas: Sim. Em breve estarei lançando novo livro inspirado numa historia real. E será baseada numa personagem do Cabaré Casa Nova, mas que mudará para um contexto mais voltado para o suspense. Façam suas apostas! rs

Perguntas rápidas:

Um livro: Muitas vidas, muitos mestres – Brian Weiss

Um ator ou atriz: Claudia Raia

Um filme: Enquanto você dormia

Um hobby: Viajar

Um dia especial: Quando lancei meu livro na bienal

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

L. J. Freitas: Desejo de coração que todos possam sentir toda a emoção que tive ao escrever esse livro. Peço que divulguem seus comentários e leiam de coração aberto cada capitulo.  Uma excelente leitura pra vocês e meu muito obrigado!

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quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Feira de Vinil do Rio faz última edição do ano, com homenagens à cantora JOYCE e aos 50 anos do Movimento Black Rio, dia 08 de dezembro, domingo


Com entrada franca e cerca de 2000 frequentadores por edição, evento volta ao Instituto de Arquitetos do Brasil, desta vez com bate-papo com Don Filó – um dos criadores do Movimento Black Rio – e participação da célebre cantora carioca. Celebrando a diversidade, feira conta ainda com apresentação de Andréa Bak (Slam das Minas) e relançamento de LP psicodélico de Marinho Castellar

A Feira de Vinil do Rio de Janeiro chega à sua 22º edição, no dia 8 de dezembro, domingo, voltando a ocupar o casarão do Instituto de Arquitetos do Brasil, no Catete. Comemorando 10 anos desde sua primeira realização, a feira dedica a última edição de 2019 celebrando a diversidade e convidando a cantora JOYCE, que será homenageada recebendo, no dia, o Troféu Feira de Vinil do Rio de Janeiro, já entregue, ao longo das últimas edições, a João Donato, ao grupo Azymuth, a Marcos Valle, ao compositor e arranjador Arthur Verocai, ao cantor e compositor Carlos Dafé e ao sambista Wilson das Neves. Assim como nas edições anteriores, será cobrada como entrada simbólica 1 kg de alimento, a ser entregue ao Lar de Teresa.
Foto divulgação
A edição também estará homenageando os 50 anos do Movimento Black Rio, realizando um bate-papo sobre a cultura black, com a participação de Don Filó, um dos criadores do movimento. Engenheiro cultural, Filó promoveu uma revolução na década de 70. Ele e um grupo de jovens contribuíram para transformar a dura realidade da discriminação racial com a valorização da autoestima da juventude negra através da música, do cinema, e da literatura. Don Filó apostou na cultura como pedra de toque de um grande movimento pela valorização da identidade e da cultura negras, mais tarde chamado de Movimento Black Rio.

No dia, será relançado pela Neves Records e Melômano Discos, em vinil e em pequena tiragem (300 cópias), um dos álbuns mais emblemáticos do psicodelismo brasileiro: "Marinho Castellar & Banda Disrritimia" (1981), que imprime, com maestria, o momento criativo de alguns dos diversos coletivos musicais que coexistiram no Brasil dos anos 70. Na década seguinte esse tipo de manifestação foi menos usual, porém, o disco de Marinho Castellar atua como um expurgo cósmico da década anterior. O disco ganhou status de raridade. Infelizmente, vítima de cirrose, Marinho Castellar faleceu aos 33 anos de idade e não viu seu LP ser reverenciado como um dos trabalhos mais cultuados do underground brasileiro dos anos 80.

A edição será marcada também pela diversidade, não apenas nas diferenças rítmicas ou musicais, seja também dialogando com variedade étnica e social tão em voga no momento atual.  Integrante do Slam das Minas e do grupo de rap Nefertaris Vandal, a poeta, slammer e rapper Andréa Bak fará participação entre as discotecagens. Aos 18 anos, a poeta já ganhou notoriedade por recitar nas ruas e espaços culturais do Rio de Janeiro versos que contam a história do povo negro sob uma perspectiva de fortalecimento, de exaltação e de empoderamento.

Produzida por Marcello Maldonado e pelo produtor artístico Marcello MBGroove (coletivo Vinil É Arte), a feira apresenta, ao longo do dia, vários DJs com seus sets em vinil, especialistas nos mais variados estilos; MPB, Black Music, Rock, Eletronic. Cerca de 60 expositores de todo o Brasil estarão presentes com discos e CDs. Do Rio, participarão, dentre outros, a Tropicália Discos e a Arquivo Musical, além da Livraria Baratos da Ribeiro e da Satisfaction. Os paulistas serão representados pelo Beco do Disco, Casa da Mia, Mega Hard, Mafer Discos e Vinil SP, só para citar algumas.

SERVIÇO: 22° Feira de Discos de Vinil do Rio de Janeiro
Dia: 8 de dezembro, domingo
Horário: 11h às 19h
Local: IAB – Instituto dos Arquitetos do Brasil
Endereço:  Beco do Pinheiro, 10 - Flamengo, Rio de Janeiro
Entrada: 1 kg de alimento não perecível
Classificação: livre
Informações: 21-98181-9733
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quarta-feira, 4 de abril de 2018

Filosofia e Literatura em oficina no Rio de Janeiro

Aulas acontecem no mês de maio no Espaço Cultural Lago de Histórias

Alguém definiu que a filosofia que não é útil na vida prática pode ser jogada no lixo, uma vez que filósofos são como amigos. São os amigos Gilles Deleuze, Michel Foucault e Octávio Paz, acompanhados de Clarice Lispector, Guimarães Rosa, entre outros, que norteiam a Oficina Literatura & Filosofia, no Espaço Cultural Lago de Histórias, em maio, com a psicóloga e poeta Luisa Benevides.

O objetivo das aulas é refletir sobre o processo de escrita em si usando como ferramentas textos filosóficos e literários. Questões que envolvem o solitário ofício do escritor: Por que cortar palavras? O que acontece quando escrevemos sem pensar? Planejar ou não planejar o texto? O que é o ritmo de um texto e como alcançá-lo? O que se passa quando atingimos uma experiência com a escrita? O que é, afinal, literatura e qual é a sua função? serão trabalhadas em quatro encontros.

Além da discussão desses textos de filosofia e de literatura previamente fornecidos aos participantes, serão propostos exercícios de escrita e a leitura compartilhada dos textos produzidos.

Para Luisa Benevides, é a curiosidade que ajuda o escritor a pensar diferente, fugir dos clichês e atingir uma autenticidade na escrita. “O fluxo de leitura deve ser incessante e voraz, incluindo não somente literatura, mas todo e qualquer livro que ajude a compreender e a sentir o que é ser humano”, explica, afirmando que é só através de muito estudo que teremos de fato algo de novo para contar, construindo personagens intrigantes e tramas sutis e sensíveis. “A filosofia, nesse sentido, é certamente uma grande aliada da literatura: as duas se debruçam sobre as mesmas questões, compartilham das mesmas alegrias e sofrem dos mesmos embaraços”.

As aulas acontecem na R. Marechal Cantuária, 18, a partir de 8/5, das 19h às 21h, sempre às terças-feiras, e vão até 29 do mesmo mês.

Informações e inscrições:
contato@lagodehistorias.com.br / (21) 3518-5549

Whatsapp – (21) 97631-6131
FB: @lagodehistorias
Instagram: @lago_de_historias
www.lagodehistorias.com.br
Investimento: 480,00 o curso todo
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