Participe da antologia (e-book) POEMAS CONTEMPORÂNEOS. Leia o edital

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quinta-feira, 19 de maio de 2022

Autor(a) divulgue o seu livro - Conheça o Pacote Divulgação Para Autores

 


VEJA O QUE ENGLOBA NO PACOTE DIVULGAÇÃO PARA AUTORES:


1 - Entrevista com o autor
a) - A entrevista será publicada no site da revista: www.revistaconexaoliteratura.com.br
b) - A entrevista também será publicada em uma edição da revista digital Conexão Literatura
OBS.: a entrevista é elaborada via e-mail e inclui foto do autor + capa do livro.

2 - Divulgação nas Redes Sociais
a) - Divulgaremos a entrevista em nossa fanpage com mais de 200 mil seguidores: clique aqui
b) - Divulgaremos a entrevista em nosso Instagram com mais de 12 mil seguidores: clique aqui

Bônus
a) Publicação do release do livro (ou sobre o trabalho literário do autor) em nosso site: www.revistaconexaoliteratura.com.br
b) Divulgação da página do release em nossa fanpage com mais de 200 mil seguidores: clique aqui
OBS.: o autor envia o release pronto + imagens para nós. No release o autor poderá incluir a sinopse do livro, links de venda, biografia do autor, foto do autor, capa do livro, redes sociais, comentários de quem já leu, etc.

VALOR PROMOCIONAL DO PACOTE DIVULGAÇÃO:
Apenas uma única parcela de R$ 150,00

A PROMOÇÃO É POR TEMPO LIMITADO, ENTÃO GARANTA JÁ A SUA DIVULGAÇÃO

DIVULGAMOS LIVROS FÍSICOS (IMPRESSOS) E DIGITAIS (E-BOOKS, LIVROS NA AMAZON, WATTPAD, ETC). 

PODEM USAR ESSE PACOTE DIVULGAÇÃO: ESCRITORES, ROTEIRISTAS, ILUSTRADORES, REVISORES, CAPISTAS, ETC.

OBS.: Pode ser pago via depósito, doc ou transferência para nossa conta no Bradesco. Também aceitamos cartão de crédito. Caso opte por cartão de crédito, enviaremos a solicitação de pagamento através do site PayPal, que é fácil e seguro.

Além de escritores do Brasil, também divulgamos autores portugueses.

INTERESSADOS É SÓ ENTRAREM EM CONTATO. ESCREVA NO ASSUNTO DO E-MAIL: "TENHO INTERESSE NO PACOTE DIVULGAÇÃO". 
* ESCREVA PARA: ademirpascale@gmail.com ou contato@livrodestaque.com.br
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Crísthophem Nóbrega, autor dos livros Dez mais cinco; Os cinco pilares; Secretos suspiros e Fagulhas


Amante dos livros desde a infância na cidade de Bananeiras, no interior paraibano, atualmente o autor mora na capital do estado com o companheiro e suas duas gatas. Participou da Antologia Sentimentos Poéticos, pelo Editorial LN, da Antologia Serial Killers; a verdadeira face do mal pela Editora Lettre, da Coletânea Somos Um pela Editora Vargas, entre outras antologias. Lançou de forma independente os e-book’s “Dez Mais Cinco”, “Fagulhas de Sombra” e “Sorte de Natal”, ambos disponíveis na Amazon. Além dos livros físicos; “Os Cinco Pilares” e Secretos Suspiros. O autor também presta serviços de consultoria literária e possui um curso para escritores iniciantes.   

ENTREVISTA: 

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Crísthophem Nóbrega: Caramba! Sempre que penso em escrever e no meu início vem-me uma lembrança, sabe? Eu brincando de escrever em uma velha Olivetti cinza; inclusive recentemente ganhei uma de cor verde e quase surtei (risos). Eu sempre me cerquei de histórias, fossem as que ia lendo, a medida que minha curiosidade aumentava. Até mesmo aquelas que imaginava. Então escrever sempre veio muito natural, inclusive já escrevi sobre o ato em si. E neste texto, tratei de comparar a ação de escrever com a de respirar, sabe? (risos). 

Conexão Literatura: Você é autor dos livros Dez mais cinco; Os cinco pilares; Secretos suspiros e Fagulhas. Poderia comentar? 

Crísthophem Nóbrega: Sim, meus bebês. Inclusive, além deles, tem outro e-book, que não posso deixar de falar. Ele foi lançado no natal passado, o Sorte de Natal. E se pegar para analisá-los, todos trazem pedaços de minha essência, no sentido de serem meio que marcos. Tem um texto em Secretos Suspiros, onde falo da ideia de ter uma “caixa” para guardar memórias. E os livros são meio que isto, relicários de palavras e pensamentos do escritor. É engraçado pensar como eles também são reveladores. A escrita e publicação da Saga Por Trás do Véu, que tem Os cinco pilares, como primeiro volume, é, por exemplo, uma verdadeira saga (risos). Um aprendizado em tantos níveis e, ao mesmo tempo, fonte de tanto contentamento. Já com Dez mais Cinco e Fagulhas de Sombras, tenho às vezes um sentimento de débito, por isto que estou produzindo novas edições deles. Talvez venham inclusive versões físicas! E como eu já disse, escrever é como respirar, então, estou sempre com novas coisinhas se desenvolvendo. É aquilo né, o caldeirão nunca para de borbulhar. 

Conexão Literatura: Como é o seu processo de criação? Quais são as suas inspirações? 

Crísthophem Nóbrega: Bom, eu penso que a criação é constante. Tem sempre algo entorno que desperta a atenção. E minha mente logo usa isto como gatilho para uma cena, um cenário . Eu tô na fila da padaria, por exemplo, e vejo uma mulher em minha frente, ela tem uma tatuagem e isso já pode me ativar ideias para um personagem. Ou eu crio uma história para aquela mulher e a ponho em meu “acervo” de personagens (risos). Mas, no sentido de escrever em si, isto varia. Contudo, tento sempre me policiar para escrever nem que seja 30 minutos por dia, garantindo uma produção constante. 

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho de um dos seus livros especialmente para os nossos leitores?  

Crísthophem Nóbrega: Nossa, pedir um trecho apenas é como prender a parede (risos).  Alguns livros exploram a fantasia de forma mais livre e até mesmo sombria. Em outros já é identificável uma espécie de lirismo na formação dos textos. Mas tem dois trechinhos que sempre me vêm a mente: 

“ As sutilezas da vida, por vezes, são tão incrivelmente elaboradas que um espectador desatento pode nunca perceber nada ; ou quando o faz, é exatamente no momento em que partiram. Deixando então uma sensação ácida de oportunidade desperdiçada – tal qual mordida em uma fruta bem madura, que por compostura boba se recusa. Fiapo entre os dentes, às vezes deixa a manga mais doce.” 

e 

“Quando chegou a passarela que ligava a saída norte do prédio da ordem ao seu dormitório. Eve parou durante alguns segundos, recostada na balaustrada de mármore cinzento. Os ventos de Alethea fustigando sua face, assanhando os curtíssimos cabelos loiros. Daquele ponto podia ver a principal praça comercial; humanos tocados, magos, mestiços, phelinos… Andando para todos os lados, fazendo compras, discutindo provavelmente as trivialidades de suas vidas. Ela não sabia exatamente o que lhe acometia, mas era uma espécie de nostalgia, como se todo aquele cenário estivesse para sofrer grandes transformações a qualquer momento.” 

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir os seus livros e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Crísthophem Nóbrega: Então, todos os meus livros em versão e-book estão disponíveis no site da Amazon. E versões físicas de Os cinco Pilares e Secretos Suspiros, podem ser adquiridos diretamente comigo. Eu sou sempre bem ativo no instagram e agora no tiktok, então é só me seguir por lá: @autorcrisnobrega, sempre tem lives, posts, concursos, enfim, tô sempre presente e completamente aberto a conversas e pedidos, né (risos). Aproveito para já falar que se comentar que veio pela Conexão Literatura, o comprador ganha uma condição especial na compra dos livros. 

Conexão Literatura: Quais dicas daria para os autores em início de carreira? 

Crísthophem Nóbrega: Primeiro deixa eu vender meu peixe (risos), tenho um curso de escrita, principalmente voltado para quem está começando, disponível na hotmart e com o nome: ENTÃO VOCÊ QUER ESCREVER, fala comigo lá no direct do instagram que dou um super desconto para quem for pela Conexão Literatura. Mas, tem duas grandes coisas que eu quero falar: 1 - ESCREVA! Sinceramente é incontável a quantidade de pessoas que falam que sempre desejaram escrever, mas não sabem por onde começar. Então eu sempre falo, escreva. Preferencialmente todo dia. E 2 - APRENDA A PESQUISAR, é sempre muito importante obter informações e referências a respeito de algo sobre o qual se pretende escrever. 

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

Crísthophem Nóbrega: Sempre! Estou trabalhando em uma reedição do Dez Mais Cinco e de Fagulhas de Sombras, que devem sair até Outubro. No comecinho de 2023 O segundo livro da Saga Por Trás do Véu, sai, inclusive já vou dar  a “exclusiva” e revelar que se chamará OS FILHOS DO CAOS. Sem falar de algumas antologias e projetos de escrita, mas não necessariamente livros que estão sendo desenvolvidos. 

Perguntas rápidas: 

Um livro: O nome do vento

Um ator ou atriz: Fernanda Montenegro

Um filme: Sonhos eternos de uma noite sem lembrança

Um hobby: Artesanato

Um dia especial: 22 de outubro o ano se esconde, quando ganhei a primeira premiação literária. 

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Crísthophem Nóbrega: Sim,  eu sempre falo que os livros são as asas da humanidade e gostaria que os escritores, principalmente os iniciantes percebessem que neste sentido, o papel deles é fazer a humanidade alçar voos cada vez maiores.

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Conheça o livro Sonhou ou Realidade?, da autora Valdelice Santos


Apaixonar-se por um desconhecido não é uma boa ideia, mas ficar obcecada por um rapaz que vê apenas pela televisão é pior ainda! Por sorte, a maturidade faz com que Sophie deixe essa paixão na adolescência e, anos mais tarde, se torne uma arquiteta bem-sucedida. Ao embarcar para a Itália, seus planos são visitar monumentos históricos em busca de inspiração, mas se surpreende ao se deparar com o homem por quem foi apaixonada por tantos anos. Agora, o sentimento está mais vivo do que nunca, porém o que deveria ser a aventura romântica e divertida com a qual sempre sonhou acaba lhe trazendo também momentos de inseguranças. Resta saber se, ao lado de Rodrigo e vivenciando tantas experiências novas, Sophie conseguirá distinguir o sonho da realidade.

SOBRE A AUTORA:

Valdelice Santos nasceu em 1982 na cidade de Jaboatão, Pernambuco, mas atualmente mora na Holanda. Amante da leitura desde a infância, inspira-se em seus escritores favoritos: Nicholas Sparks, Ken Follett e José de Alencar, sem mencionar os inúmeros bibliotecários que a ajudaram a descobrir tantos outros sonhos escondidos nas páginas de um bom livro. Sonho ou realidade? é sua obra de estreia.

SAIBA MAIS:

Facebook: valdelice santos Hartendorp

Instagram: Valdelice.santos16 

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Uma história que começa com a morte e termina com a vida

O lançamento de Becca Mackenzie, jovem autora brasileira, promete ao leitor uma fantasia repleta de emoções, reviravoltas e um enredo inesquecível


Você com certeza já leu uma história em que o protagonista perde a memória. Mas, imagine se a falta de lembranças fosse, na verdade, a falta de um passado? É com essa premissa intrigante que Becca Mackenzie inicia o livro Se Pudesse Contar as Estrelasuma ficção cristã inspirada em Peter Pan.

A história da Alison começa com a garota acordando de um afogamento, sem saber quem é ou o que aconteceu. Ao ser resgatada por um grupo de crianças, Alison precisa encarar uma verdade dolorosa: ela está na Terra do Nunca, lar dos que nunca nasceram. Porém, enquanto a menina tenta aceitar o fato, ela descobre algo que não deveria e que a faz questionar tudo o que já lhe disseram. Mas, na Terra do Nunca, questionar é perigoso e cada decisão terá consequências irreversíveis.

Somente anos depois eu entendi que Loyenn estava errada.
Contar-nos a verdade naquele dia não tinha arrancado o tal
espinho, ele continuaria cravado em minha alma por muito tempo.
Ninguém era capaz de arrancá-lo. Exceto uma pessoa.
(Se Pudesse Contar as Estrelas)

Publicado inicialmente no Wattpad, o livro arrebatou mais de um milhão e meio de leituras. Agora, a nova versão disponível na Amazon conta com cenas inéditas, mais representatividade PCD e a mesma dose de fortes emoções.

Becca Mackenzie (pseudônimo) nasceu em Brasília, 1993, mas foi criada pelos pais em Guiné-Bissau, na África. Desde cedo, gostava de ler e imaginar histórias, então ninguém ficou surpreso quando, aos dezoito anos, ela iniciou a carreira de escritora. Hoje, Rebecca mora em Brasília, também é bancária e vive com a cachorrinha Pimpone, uma vira-lata idosa.

Ficha Técnica:
Título
: Se Pudesse Contar as Estrelas
Autora: Becca Mackenzie
Páginas: 697 páginas
Preço: R$ 14,50 (Kindle)
Link para leitura: Amazon

Sinopse: E se a sua falta de memória fosse, na verdade, a falta de um passado? Alison tinha apenas 9 anos de idade quando acordou se afogando em um lago, sem memória de quem é ou do que aconteceu. Resgatada por um grupo de pessoas que prometem ajudá-la, a garota terá de confiar no que eles dizem, mesmo que isso seja muito difícil. Enquanto tenta aceitar os fatos, Alison descobre algo que não deveria. Algo que a faz questionar tudo o que já lhe disseram sobre quem ela é e o motivo de estar ali. Mas, na Terra do Nunca, questionar é perigoso. E a sua decisão terá consequências irreversíveis.

Sobre a autora: Becca Mackenzie nasceu em Brasília, 1993, e começou a escrever ainda na infância, embora sua carreira de escritora tenha começado bem mais tarde, só na faculdade. Seu primeiro passo na escrita foi publicar no Wattpad, onde conquistou mais de 3 milhões de leituras, um prêmio Wattys e o selo de Star.

Se Pudesse Contar as Estrelas é a sua estreia na Amazon, uma ficção cristã fantástica inspirada em Peter Pan. Hoje, ela mora em Brasília com a cachorrinha Pimpone. Rebeca ama dias nublados, brigadeiro e sonhar acordada; afinal, dizem que o céu é o limite, mas há um universo depois dele.

Redes Sociais:
Instagram:
 https://www.instagram.com/becamackenzie/
TikTok: https://www.tiktok.com/@becamackenzie
Twitter: https://twitter.com/becamackenzie


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quarta-feira, 18 de maio de 2022

Confira a lista dos autores selecionados da antologia ESPADA E FEITIÇARIA - CONTOS E POEMAS ÉPICOS


Lista dos autores selecionados da antologia ESPADA E FEITIÇARIA - CONTOS E POEMAS ÉPICOS

01 - Maria Vitória de Moura Rosa - "Visões"; "Hécate" e "Perséfone"
02 - Maicol Cristian - Nefandas emoções
03 - Sandro Nascimento - "Espada, feitiço e sacrifício"; "Beijos da morte" e "O preço da honra"
04 - Wanda Rop - Amor & Magia
05 - Rosamares da Maia - Avalon Para Morgana
06 - André Luiz Martins de Almeida - O Confronto no Campo de Batalha
07 - Gilson Salomão Pessôa - O Dilema de Maduk
08 - Fernanda F. Lovelly - A Morada Dos Ventos
09 - Roan Sousa - Desafio aos Campeões
10 - Ney Alencar - "Os Dentes Brancos"; "A Besta do Abismo" e "Além do Portão Negro"
11 - Mauro M. Massuda - Thorndall

PARABÉNS aos autores selecionados.

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OBS.: para conhecer e participar de outras de nossas antologias: clique aqui.

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Entrevista com Valdelice Santos, autora do livro Sonho ou Realidade?


Valdelice Santos nasceu em 1982 na cidade de Jaboatão, Pernambuco, mas atualmente mora na Holanda. Amante da leitura desde a infância, inspira-se em seus escritores favoritos: Nicholas Sparks, Ken Follett e José de Alencar, sem mencionar os inúmeros bibliotecários que a ajudaram a descobrir tantos outros sonhos escondidos nas páginas de um bom livro. Sonho ou realidade? é sua primeira obra publicada. 

ENTREVISTA: 

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário? 

Valdelice Santos: Então, desde quando aprendi a ler que sou apaixonada pela leitura, sempre estava lendo alguma obra. E também sempre amei escrever, ou seja, uma ótima combinação. Já escrevi três livros, mas o Sonho ou Realidade? é o primeiro que publiquei. 

Conexão Literatura: Você é autora do livro "Sonho ou Realidade?”. Poderia comentar? 

Valdelice Santos: Sim, e obviamente morro de orgulho, amo a história, foi uma das maiores experiência da minha vida escrever esse livro. 

Conexão Literatura: Como é o seu processo de criação? Quais são as suas inspirações? 

Valdelice Santos: Eu já tinha essa história em mente por meses, quando decidi passar para o papel fiz tudo tão rápido que nem percebi o tempo passar. Amo livros de viagens e romances, então decidi unir os dois temas em um só livro. Uma das minhas inspirações foi o amor que tenho pela Itália. 

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho do seu livro especialmente para os nossos leitores?  

Valdelice Santos: Sim, claro! 

“Peguei o ônibus que iria me deixar na estação central de Milão, foi um passeio de quinze minutos, mas curti cada segundo, observar aquele clima italiano, foi relaxante mesmo em meio a agitação do trânsito, pude observar bastante, vi as mulheres lindas e bem elegantes atravessarem as ruas, rapazes orgulhosos em suas Vespas. As casas tão lindas com suas janelas enfeitadas com flores..."

Aqui Sophie está indo para outro destino de sua aventura na Itália.

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Valdelice Santos: O livro está disponível pelas livrarias Coerência e também podem me contatar pelas redes sociais:

Facebook: valdelice santos Hartendorp

Instagram: Valdelice.santos16 

Conexão Literatura: Quais dicas daria para os autores em início de carreira? 

Valdelice Santos: A dica é simples: ler bastante e apenas escrevam, sem menor receio. 

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

Valdelice Santos: Sim, sempre tem, nós que amamos escrever nunca paramos, estou ocupada com dois livros no momento, vou lançar um deles ainda esse ano. 

Perguntas rápidas: 

Um livro : O que estou lendo no momento: Amor e Gelato

Um ator ou atriz: Tom Hanks / Sandra Bullock

Um filme: Cartas para Julieta

Um hobby: Ler

Um dia especial: Dia do lançamento do meu livro 01.04.2022 

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Valdelice Santos: Obrigada pela oportunidade de falar sobre minha grande paixão pela leitura e escrita. Espero que cada um que tenha a oportunidade de ler meu livro possa sentir a magia do amor da Sophie pelo Rodrigo.

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terça-feira, 17 de maio de 2022

Participe da antologia (e-book) CONTOS E POEMAS ASSOMBROSOS - VOL. VI. Leia o edital

 


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segunda-feira, 16 de maio de 2022

Participe da antologia (e-book) CONTOS E POEMAS ASSOMBROSOS - VOL. VI. Leia o edital


PARTICIPE DA ANTOLOGIA (E-BOOK): CONTOS E POEMAS ASSOMBROSOS - VOL. VI

REGRAS PARA PARTICIPAÇÃO NA ANTOLOGIA DIGITAL "CONTOS E POEMAS ASSOMBROSOS - VOL. VI":

1 - Escrever um poema ou conto de suspense ou terror. Pode ser com bruxas, vampiros, lobisomens, fantasmas, zumbis, monstros etc. Aceitaremos até 3 contos ou 3 poemas por autor. Caso sejam aprovados, os 3 textos serão publicados.

2 - SOBRE O CONTO OU POEMA: até 4 páginas, fonte Times ou Arial, tamanho 12, incluindo título.
     
3 - Tipo de arquivo aceito: documento do Word (arquivos em PDF serão deletados).

4 - O conto ou poema não precisa ser inédito, desde que os direitos autorais sejam do autor e não da editora ou qualquer outra plataforma de publicação.

5 - Idade mínima do autor para participação na antologia: 18 anos completos. 

6 - Envie o conto ou poema pré-revisado. Leia e releia antes de enviá-lo.

7 - Data para envio do conto ou poema: do dia 16/05/22 até 22/06/22.

8 - Veja ficha de inscrição no final desse texto. Leia, copie as informações e preencha. Envie as informações da ficha + o conto ou poema para o e-mail: contato@edgarallanpoe.com.br. Escreva no título do e-mail: CONTOS E POEMAS ASSOMBROSOS - VOL. VI

CUSTO PARA O AUTOR:

R$ 60,00 para 01 texto aprovado. Caso o autor envie 2 poemas e tenha os dois (02) selecionados, o valor será R$ 100,00 (terá R$ 20,00 de desconto). Caso o autor envie 3 poemas e tenha os três (03) selecionados, o valor será R$ 150,00 (terá R$ 30,00 de desconto). As informações para depósito serão informadas ao autor no e-mail que enviaremos caso o poema seja aprovado.
O valor servirá para cobrir os custos de leitura crítica, diagramação e divulgação da obra.

A antologia será digital (e-book) e gratuita para os leitores baixarem através de download, ela não será vendida. A antologia será amplamente divulgada nas redes sociais da Revista Conexão Literatura: Fanpage e Grupos do Facebook e Instagram, que somam cerca de 200 mil seguidores.

O resultado será divulgado no site www.revistaconexaoliteratura.com.br e na fanpage www.facebook.com/conexaoliteratura, até o dia 23/06/22 (a data poderá ser prorrogada).

OBS: Enviaremos certificado digital de participação para os autores selecionados.


NOSSOS CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO:

A) - Criatividade;

B) - Textos preconceituosos, homofóbicos, racistas ou que usem palavras de baixo calão, serão desconsiderados;

C) - Seguir todas as regras para participação.

OBS.: Ademir Pascale, idealizador do concurso, disponibilizou para download uma apostila intitulada "Oficina Jovem Escritor", com dicas para quem está iniciando no mundo da escrita. Baixe gratuitamente, leia e pratique: CLIQUE AQUI.


FICHA DE INSCRIÇÃO DO AUTOR(A)

OBS.: não escreva com letra maiúscula

Nome completo do autor(a):

Seu Pseudônimo (caso use), para publicação na antologia:

Idade:

Título do conto ou poesia:

E-mail 1:
E-mail 2 (caso tenha):

Biografia em terceira pessoa (escreva sobre você num máximo de 7 linhas):
 

IMPORTANTE: Envie todas essas informações da ficha de inscrição para o e-mail: contato@edgarallanpoe.com.br. Escreva no título do e-mail: CONTOS E POEMAS ASSOMBROSOS - VOL. VI

O envio da ficha de inscrição + poesia ou conto para o e-mail indicado significa que o autor(a) leu todas as informações e regras dessa página para participação na antologia.

Não fique fora dessa. O concurso cultural será amplamente divulgado nas redes sociais.

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OBS.: para conhecer e participar de outras de nossas antologias: clique aqui.



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Conto "A vida é trem-bala, parceiro!", por Rafael Caputo




A vida é trem-bala, parceiro!

Rafael Caputo


Quarentena que nada, nunca trabalhei tanto na vida. A demanda está absurda. Não que eu esteja reclamando, longe de mim. Enquanto muitos perderam seus empregos em meio à crise, só tenho a agradecer. Afinal, fiz por merecer. Tô batendo meta atrás de meta. Tanto sacrifício, entretanto, tem seu preço. Sinto-me exausto. Até mesmo eu preciso de um descanso. Falando nisso, é hora da minha pausa. Bato o cartão, pego um copo de leite e aproveito para ler as notícias: “Milagre: avião cai no meio do oceano e todos os passageiros sobrevivem”. Mal tenho tempo para reagir, logo sou interrompido.

“Com licença, Senhor. Sei que está em seu horário de intervalo, mas os estagiários chegaram.”

Abandono as notícias, engulo o leite, bato novamente o cartão e sigo em direção aos novatos. Como vocês podem perceber, está ficando cada vez mais difícil dar conta do serviço. Não tive outra alternativa, a não ser pedir ajuda. Sim, foi preciso deixar o orgulho de lado, pelo menos dessa vez. O pessoal do RH até que foi rápido. Como é maravilhoso ver o termo “Recursos Humanos” sendo tão bem empregado novamente.

Os candidatos selecionados possuem bom potencial. Um deles tem vasto conhecimento em logística, o que é imprescindível nesse ramo. O outro, um pouco mais velho, dedicou grande parte da sua vida recepcionando pessoas. Já sei para onde irei designá-lo. E, por fim, uma outra, mais nova e sem muita experiência, atuava como motorista de aplicativo. Não sou muito familiarizado com essas novas tecnologias, mas acho que tal conhecimento pode ser útil. Quem dirige um carro também pode dirigir um barco, por que não? Tudo bem que, ultimamente, esse barco mais que triplicou de tamanho. Quase um transatlântico. Já é a segunda vez que mudamos de modelo. Culpa do trabalho, que só aumenta. Até entrei com um requerimento — polêmico, por sinal — para usarmos um trem como meio de transporte. De preferência, um trem-bala. Acredito que assim, com a distribuição dos passageiros em vagões, seria tudo mais organizado, e rápido. Digo por experiência própria. Mas o pessoal da velha guarda insiste em defender que o transporte marítimo é uma antiga tradição e estão meio receosos com uma mudança nessa altura do campeonato. Vamos ter que esperar para ver se o pedido será ou não deferido. Tô na torcida! Pode me chamar de ousado, não tem problema. Ou nostálgico, tanto faz. Vou fazer de tudo para ganhar de goleada. Tipo sete a um, se é que você me entende.

Guten Tag, senhoras e senhores, sejam muito bem-vindos! Modéstia à parte, tenho certeza de que vocês já me conhecem, ou pelo menos, já ouviram falar de mim. Pois bem, graças ao vosso currículo, vocês foram requisitados como meus assistentes. Não se enganem, sei tudo sobre cada um de vocês. Você, da logística, foi acusado de pedofilia e conseguiu incriminar um inocente que agora está pagando a pena em seu lugar. Nada mal. O cara da recepção, por sua vez, atuava também como pastor e usou o dízimo dos fiéis para pagar dívidas com prostitutas e traficantes. Corajoso, tenho que admitir. Por último, a motorista que atropelou o próprio cliente e fugiu sem prestar socorro. Bem, a política da empresa é que todos merecem uma segunda chance. Eu, no entanto, espero que vocês se esforcem ainda mais dessa vez. Temos muito trabalho pela frente. Isso está um verdadeiro inferno, um caos. Não para vocês, obviamente! Para vocês isso aqui é o Paraíso, fala a verdade? Bando de sortudos. Hoje é o primeiro dia, então, me acompanhem e observem.”

Passo pela sala de operações estratégicas e pego meu megafone. Subo com eles até um dos palanques principais para colocar ordem na casa. O local nos permite uma visão ampla de todo o saguão. Estamos no deck principal, o maior deles. À nossa frente, uma multidão de gente. Desde o início do ano está assim. Recentemente, nas duas últimas semanas, tivemos um crescimento ainda maior: cerca de dez mil pessoas por dia. Tem gente de todo o lugar, de várias partes do mundo. Nosso papel — nessa estação, especificamente — é relativamente simples: transportá-las com segurança para o outro lado da fronteira. Eu sou o responsável por isso também, além de trazê-las até aqui. É um cargo importante, escolhido a dedo. Não vejo problemas em acumular certas funções.

“Pessoal, atenção! Escutem com atenção. Essa fila maior é somente para COVID-19. Por favor, saia da fila quem não for COVID. Consultem o nome de vocês na lista afixada no mural. Outra coisa: moedas e bilhete nas mãos. Quem não validou o bilhete de embarque, favor retornar ao primeiro guichê. Quem ainda não recebeu as duas moedas de ouro precisa passar na bilheteria. Sem as moedas, não embarca.”

Todo dia é a mesma coisa: precisamos repetir essas instruções senão vira bagunça. O pior que pode ocorrer é alguém embarcar sem a devida autorização. Se eu os transporto, sobra pra mim. Tem alguns engraçadinhos que tentam burlar o sistema e adiantam a viagem. Quando descobertos, são deportados imediatamente. Voltam para lá, sem piedade. Antes, porém, acabam sendo punidos. Poucos retornam sem nenhuma sequela. Mas isso já não é meu departamento. Aqui, cada um cuida do seu setor.

Muitos acham que a Morte é um ser, uma espécie de indivíduo (tipo uma pessoa), mas não é. Na verdade, trata-se de um título. Assim como o Papa. Já existiram vários Papas, assim como várias Mortes. Sou eu quem ocupa esse cargo agora. (não o do Papa, o outro). E não que eu esteja querendo me gabar, mas estou fazendo um ótimo trabalho. Depois de tanto empenho para chegar até aqui, é o mínimo que posso fazer. Soube da possibilidade e aproveitei um programa de intercâmbio. Me candidatei pouco tempo depois que fiz a travessia. O tempo aqui é relativo, parece que foi ontem. O diretor de onde eu estava não queria abrir mão de mim de jeito nenhum, mas consegui convencê-lo. Nunca duvide do meu poder de argumentação, sou ótimo nisso! Ele está satisfeito agora, sua casa nunca esteve tão cheia.

Tomei posse no primeiro dia de 2020 e, desde então, venho recebendo bônus por produção, mês a mês. Um recorde. Nunca uma Morte foi tão eficaz logo no início do mandato. Não vejo a hora de receber a PLR. Acho que no fundo, me escolheram porque já sabiam da minha capacidade. Usei parte da minha experiência em vida como campanha eleitoral para disputar o título. Ganhei fácil. Fiquei sabendo, mais tarde, que não haviam candidatos à altura para competir comigo. Que pena, iria adorar travar mais uma batalha. Comigo é assim: ou tudo, ou nada. Quando entro numa guerra é para vencer. Pode apostar! Cá entre nós: a ideia do vírus foi tão boa quanto a do gás, não é mesmo?

Deixo o megafone nas mãos da estagiária e volto para concluir meu intervalo, também sou filho de Deus. Bato de novo o cartão, pego outro copo de leite e retomo a leitura: “Vazo ruim não quebra fácil: marginal toma quinze tiros e, ainda assim, consegue escapar da Polícia”, “Motorista bêbado que invadiu supermercado foi preso. Ninguém saiu ferido”, “Inacreditável: câmeras de segurança flagram o momento em que uma criança de apenas quatro anos despenca do sexto andar de um edifício, se levanta e sai andando normalmente”, “Protestos antifascistas e conflitos contra o racismo geram quebra-quebra generalizado com incêndios, brigas e saques. Apesar do prejuízo, não houve vítimas.”, ao ler esta última notícia, deixei escapar um curto sorriso irônico de canto, quase um espasmo. Amadores! Novamente, sou interrompido.

“Com licença senhor, desculpe incomodá-lo mais uma vez. É que o senhor pediu para avisá-lo caso afrouxassem o isolamento social e acabou de chegar uma informação de que no Brasil estão reabrindo as igrejas, academias, shopping centers e várias outras atividades comerciais.”

“Perfeito! Ótima notícia. Vamos colocar em prática o plano emergencial de contingenciamento brasileiro. Eu já imaginava que isso fosse acontecer. Avise o RH que preciso quadriplicar o efetivo o quanto antes (e não é exagero). Também ligue para ‘você sabe quem’ e pergunte sobre o trem, tente sondar se eles já se decidiram. Vou voltar ao trabalho imediatamente, temos muito o que fazer. Tome, já li o relatório com as notícias.”

“O que eu faço com ele, senhor?”

“Guarda na gaveta das pendências. Depois da Pandemia, eu resolvo tudo.”

“Tá bom, e não esqueça da sua reunião às cinco com o chefe.”

“Pode deixar!”

“Mais uma coisa: já estou com ‘você sabe quem’ na linha e ele disse que, graças ao Governo Tupiniquim, concordaram com o seu trem. Parabéns, você conseguiu!”

Sieg Heil, minha querida. Sieg Heil.”

😳

★★★

  • Conto angariado com uma menção honrosa no 19º Prêmio Literário Paulo Setúbal em 2021, promovido pela Secretaria de Cultura da Prefeitura de Tatuí/SP.

  • Obra também publicada na 3ª Edição da Revista Cultural Traços em 2021.

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Conheça o livro "Diário de Otto Klein", de Jaime Kopstein


O “Diário de Otto Klein” foi mantido por um judeu austríaco entre 1922 e 1939. Melhor do que uma narrativa meramente factual, ele registra as vivências do autor (do referido diário) ao longo de seu dia a dia, num texto, portanto, não influenciado pelos ardis e lacunas da memória tão frequentes nos relatos elaborados décadas depois dos acontecimentos. Frequentemente emotivo leva-nos a nos embrenhar, a mergulhar no espírito que prevalecia na Viena daqueles dias, a senti-lo, portanto. A ação nos conduz até o início da hecatombe que tanto abalou a Europa e o mundo na primeira metade do século XX, permitindo-nos acompanhar como aquilo evoluiu em Viena. O dia a dia de um homem em busca de realização pessoal em um meio crescentemente hostil, seus estratagemas para superar as privações familiares em que foi criado, obrigando-se para isso a abrir mão de sua identidade. O diário permite-nos acompanhar as contradições em que é obrigado a viver, as conquistas e perdas em sua vida profissional, social e amorosa até os dias do epílogo tão dramático quanto inesperado. Um interesse adicional da obra é o olhar penetrante que lança o leitor a um

período pouco visitado pela literatura que existe a respeito. Refiro-me à determinada inflexão no desenrolar da história do Holocausto. Na verdade, a literatura de ficção inspirada no período da anexação austríaca (Anschluss) é extremamente rara. E esse é justamente o momento culminante do desenrolar de nossa narrativa, o drama do judeu austríaco ao eclodir o Anschluss, a súbita e brutal precipitação do ataque aos judeus, a extinção abrupta de sua identidade como cidadão austríaco, finalmente sua expulsão ou confinamento e morte.

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Primeiro livro infantil do quadrinista premiado Tom Gauld

 Eleito pelo The New York Times o melhor livro ilustrado de 2021, "O robozinho de madeira e a princesa-lenha" mistura universo dos contos de fadas com a contemporaneidade

O robozinho de madeira e a princesa-lenha é o primeiro livro infantil de Tom Gauld, um dos mais importantes quadrinistas da atualidade.  Publicada no Brasil pela VR Editora, a obra foi considerada o melhor livro ilustrado do ano segundo o The New York Times, e melhor livro infantil do ano de acordo com Washington PostWall Street Journal e Revista People. Inspirada nas histórias que o autor cria para as filhas na hora de dormir, a produção e é indicada para crianças a partir de 4 anos.  

O tom de conto de fadas é garantido pela magia do enredo. Por não poderem ter filhos, o rei e a rainha pedem para que uma bruxa de vida a um robozinho de madeira e uma princesa de lenha. As ilustrações dão o ar contemporâneo para a produção: Tom é premiado com o Eisner, o Oscar das Histórias em Quadrinhos.

No enredo, a princesa volta a ser um simples pedaço de pau todas as noites quando adormece e é despertada no dia seguinte pelo irmão com palavras mágicas. O clímax da história acontece no momento em que o robozinho esquece de acordar a irmã e ela é jogado fora. Para encontrar o pedaço de lenha e transformá-la novamente em princesa, ele vai cruzar mares rumo ao norte congelado e enfrentar todo tipo de aventura.

Como em um verdadeiro conto de fadas infantil, tudo termina bem em O robozinho de madeira e a princesa-lenha. Tom repassa gentilmente aos pequenos leitores noções de união, solidariedade e compaixão por meio da narrativa, além de inspirar sonhos tão encantados quanto o robozinho e a princesa-lenha.  

FICHA TÉCNICA:
Título: 
O robozinho de madeira e a princesa-lenha
Autor: Tom Gauld
Editora: VR Editora
ISBN: 978-65-86070-93-4
Páginas: 40 páginas
Formato: 23 x 28 cm
Preço: R$ 64,90
Links de venda: https://www.vreditora.com.br/infanto-juvenil/o-robozinho-de-madeira-e-a-princesa-lenha

Sinopse: O rei e a rainha não tinham filhos. Então recorreram à inventora real e à bruxa, que lhes providenciaram, respectivamente, um robozinho de madeira e uma princesa feita de lenha encantada. Mas, todas as noites, a princesa, ao adormecer, voltava a ser um simples pedaço de pau. E, pelas manhãs, seu irmão devia despertá-la com palavras mágicas. Certo dia, ele se esqueceu de sua tarefa e uma camareira acabou jogando a lenha fora. Para encontrar sua irmã, o valente robozinho vai cruzar os mares rumo ao Norte congelado e enfrentar todo tipo de aventura.

Sobre o autor: Tom Gauld nasceu em Aberdeenshire, na Escócia, em 1976 e é um dos mais importantes quadrinistas e ilustradores da atualidade. Vencedor do prêmio Eisner por sua obra de humor Baking with Kafka (Cozinhando com Kafka, em tradução livre), Tom colabora com diversos veículos, entre eles a revista The New Yorker, e os jornais The New York Times The Guardian.

 

 



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sábado, 14 de maio de 2022

Entrevista com Jaime Kopstein, autor do livro Diário de Otto Klein

Jaime Kopstein - Foto divulgação

Sou brasileiro, médico, nefrologista, aposentado, idoso, casado, pai de dois filhos, Doutor em Medicina, realizei estágio no Hammersmith Hospital e no Royal Free Lawn Road, ambos de Londres, sou professor de Clínica Médica na Universidade Federal do RS, Brasil, e autor de outro livro, esse no estilo “memoirs”,  publicado (Vanity Printing) com o título "The Road to José Ignácio", em 2019. 

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário? 

Jaime Kopstein: Comecei a ler cedo na vida, seduzido por livros de dois autores que infelizmente hoje perderam visibilidade: os de Karl May e os de Edgard Rice Burroughs. Maravilhosos estímulos à mente juvenil. 

Na adolescência, às vezes, eu me sentia doente de tanto ler. Aí veio o vestibular de Medicina e tudo mudou. Investi mais de 35 anos lendo quase somente textos relacionados à minha atividade profissional, preparando aulas, escrevendo artigos, participando de mesas redondas, na condição de Professor da FM da UFRGS. 

Aposentei-me e fui pego de surpresa pela rapidez como as coisas da minha vida foram modificadas, preocupado, temia acontecer comigo o que acontece com alguns nessa situação: depressão da aposentadoria. No horizonte nublado, pairava então a ameaça da perigosíssima cadeira de balanço. 

Necessitava de um novo projeto, algo que me energizasse. O amor pela leitura continuava intacto, e através dela resolvi revisitar uma particularidade de minha vida, minha sensibilidade ao belo, decidi refletir sobre a formação, sobre a gênese do meu gosto estético, cada encontro que tive na vida com algo que tenha  me encantado e revelado o que mais amo e pôr esses achados no papel. 

Surgiu então a ideia de escrever um livro classificável como do gênero “memoirs”. Revisitrei obras de arte, paisagens, certos episódios históricos, viagens, meu primeiro encontro com o mar e outros agentes de beleza que fui descobrindo passo a passo, ao longo dos meus dias. Meditar, ler sobre cada um e registrá-lo. 

Alguns autores eu já conhecia, mas aí foram surgindo os outros, à medida que os procurava, H. Ecco, Dostoewsky, Chekhov, Joseph Conrad, Fernando Pessoa, Eça de Queirós, Machado, a divina Cecília Meireles, Herbert Melville, John dos Passos, Nabokov, as irmãs Bronté, Stephan Zweig, meu Deus, é interminável. 

Refugiei-me, então, solitário, na beira do mar e li e escrevi como se não houvesse amanhã. Fiz meu primeiro livro que consegui que fosse vertido para o inglês (desejei publicá-lo; vãs esperanças) e o intitulei “Road to José Ignacio”. 

Ao terminá-lo temi esgotar-se o desejo de escrever, e ter de encerrar com ele minha carreira de escritor, mas não foi o que aconteceu. Escrever e ler estabeleceram-se na minha vida permanentemente. Escrevi, então, pequenos contos. 

Foi então que uma fotografia, uma simples fotografia que encontrei nas andanças literárias daqueles dias, funcionou como um click que disparou a ideia de editar o diário de um homem, cuja vida cheia de atribulações, alegrias, sucessos, derrotas e enorme capacidade de luta, voltou a motivar-me de maneira inesperada. Escrevê-lo foi simplesmente uma experiência ainda mais rica do que a primeira. 

E escrevi o Diário de “Otto Klein” 

Conexão Literatura: Como é o seu processo de criação? Quais são as suas inspirações? 

Jaime Kopstein: Eu escrevo porque me faz bem, eu diria que se tornou uma rotina quase terapêutica, 

Tudo começou há muitos anos, quando, até por razões profissionais foi necessário organizar  ideias caóticas que surgiam em meio a uma atividade intensa em enfermarias de hospitais, e o melhor caminho que encontrei foi escrevê-las e assim poder ordená-las em minha mente. 

Isso eu fiz durante anos, porém sempre relacionado ao meu trabalho: rotinas, terapêuticas, diagnósticos, problemas sociais e domésticos das pessoas com quem me envolvia profissionalmente. Com o passar do tempo adquiri certa desenvoltura e passei a escrever mais solto, digamos assim. 

Um dia, já aposentado, subitamente afastado das atividades que, durante anos,  compuseram meu dia a dia busquei um projeto que me injetasse novo entusiasmo, nova energia, comecei então a pôr no papel aquelas ideias que mais me dominavam a mente. Algo que substituísse uma rotina de toda uma vida. 

Comecei a escrever para organizar a mente, e com o tempo dei-me conta de que certas ideias eram mais afetivas ou mais carregadas de emoção do que outras e dediquei-me a proceder com aquelas assim como faz um jardineiro com suas plantas, irrigá-las, livrá-las de inço (ideias parasitas, desprovidas de sentimento), fortificá-las com bons nutrientes (ler bons autores), e delas venho colhendo o que poderíamos chamar de minha inspiração. 

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho do seu livro especialmente para os nossos leitores? 

Jaime Kopstein: Nahum, pela primeira vez, pode examiná-lo, ver-lhe o rosto, a pele rosada, olhos e o cabelinho negros como os de Emma. O bebê agora começara a chorar e desajeitadamente o devolveu a mãe. Sentaram-se num banco. Nahum tomou-lhe a mão e, quietos, começam ambos a chorar silenciosamente. E o nenê que ficara quieto voltou a chorar. Agora choram os três, então, riem-se ambos numa mistura de riso e choro. Finalmente acalmam-se. 

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Jaime Kopstein: Está disponível no Grupo Editorial Atlântico. 

Quanto a mim e meu trabalho, você poderá encontrar alguns dados a meu respeito aqui e ali nas outras considerações que fiz acima. 

Conexão Literatura: Quais dicas daria para os autores em início de carreira? 

Jaime Kopstein: O que um escritor em começo de carreira terá de útil para dizer a iniciantes? 

Vejamos: o que primeiro me vem à mente é o fato de que encontrar uma editora disposta a imprimir nossos livros está muito difícil. A concorrência é tremenda. O mundo editorial está absolutamente congestionado pela oferta crescente de obras literárias. Milhões de livros são oferecidos às editoras anualmente. No mercado editorial anglo-saxônico, por exemplo, apenas um livro é aceito para publicação a cada MIL enviados às editoras para avaliação! 

Por isso está em voga a autopublicação. É muitas vezes o melhor ou único caminho para experimentar o prazer visual e tátil de segurar nosso livro físico finalizado, concretizado, nas mãos, contemplar-lhe a capa, folheá-lo, sentir seu cheiro de livro novo. 

Ao longo dos anos observei com interesse duas variedades de candidatos a publicar seus livros, entre outras: Aqueles que sonham com glória, com a carreira brilhante de escritor famoso e aqueles que simplesmente não conseguem parar de escrever. 

Destino este texto aos segundos que são aqueles com quem me identifico melhor. 

Em primeiro lugar, a mais necessária atitude para alguém tornar-se escritor é... escrever. Sim, é necessário escrever, minha gente. Escrever é como qualquer outro exercício, há que estar-se “em forma”, isto é, requer treino. O grande Ray Bradbury, em seu livro “Zen in the Art of Writing” recomenda a escritores escrever pelo menos 1000 palavras por dia, TODOS OS DIAS. 

Outro fator indispensável, concedido a poucos por Deus, é o talento. Se não há talento, sinto muito. 

E como saber se há talento? Ora, o jeito é escrever e submeter a obra ao crivo de gente decente e inteligente. Cuidado com inveja, malícia, certos “especialistas” e certas empresas etc. No final é o público quem decide se há talento, é o público quem valida a tua obra... ou não. Mas, com o livro pronto e editado, como vês, resta o problema, hoje, de chegar até esse público. 

Ao escrever é indispensável abrir o coração, portanto sejas verdadeiro contigo mesmo, cuidado, somos às vezes hipócritas conosco mesmo. Martin Amis, o vitorioso e consagrado escritor britânico escreveu: “novelas devem ser produzidas em êxtase”. E é absolutamente verdadeiro. Chegarás ao coração dos outros, se falares a partir do teu coração. 

Tens que gostar do teu livro, se não gostares dele, como esperar que outros gostem? 

Há cursos e imensa literatura disponíveis para quem quer se preparar para escrever bem. Eu não acredito neles. Não que lhes falte qualidade, há sim trabalhos muito bons. 

Entretanto se não houver talento, mesmo com imenso esforço e ajuda de cursos e literatura, o que o escritor desprovido de talento fará, será “mais” um livro a encher estantes. Claro, é inegável, cursos irão melhorar, e muito, tua técnica de escrita, mas ela sempre ficará ligeiramente aquém,... se não houver o indispensável talento. E aí vem uma advertência séria: a autoavaliação é muito difícil. 

Há, como disse, uma literatura vasta sobre “técnica” e, ao examiná-la, encontrei três obras que se sobressaíram às demais, ao meu juízo. Valem a pena pela sua qualidade literária. 

Ray Bradbury – ver acima, o título. 

Sandra Newman et al – “How not to write a novel”. Este é outra joia, vale cada palavra. 

A . L. Kennedy – On Writing. Este vale porque é ilustrativo e divertido, embora um pouco repetitivo. 

Não encontrei traduções dessas obras. Compra um Oxford (dicionário) e vai lê-los, vale a pena o esforço. E abrirás para ti uma porta valiosa. 

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

Jaime Kopstein: Sim, tenho, estou voltando a trabalhar no estilo de não ficção. É possível, aliás, que desta vez tenha embarcado em um projeto pretensioso, chegando mesmo, quem sabe, às raias do presunçoso. Mas o tempo dirá. 

Venho “dando tratos à bola” a um tema contundente, atual, vago, mas incendiário e apaixonante: a divisão ideológica que hoje separa especialmente as populações do Mundo Ocidental em duas facções até beligerantes: conservadores e progressistas. 

Aliás, não concordo completamente com essa nomenclatura, mas o que fazer? 

Estou revisando muita bibliografia, obras como as de Marx, Hayek, Ayn Rand, Roger Scruton, Gramsci, e muitos outros. Associado a isso, aguarda nas prateleiras algo da farta literatura disponível sobre a “Psicologia da Política”. 

Junto com essa pesquisa bibliográfica, venho delineando o esquema, a estrutura do livro que pretendo escrever e sobretudo aprimorando, tornando mais definido meu objetivo, ou seja, o de examinar as razões sociais e psicológicas que levam grupos enormes de indivíduos bem intencionados a divergir tão radicalmente (até violentamente) sobre a forma de sociedade em que acham que TODOS nós devemos viver. 

Tenho consciência de que para fazê-lo da melhor maneira necessito livrar-me, pessoalmente, de vieses e preconceitos ideológicos que por ventura venha acumulando ao longo dos anos. 

É um projeto de longo prazo que me induz a ler e meditar intensamente, o que é o meu objetivo atual no estágio que me encontro. 

É projeto de bem longo prazo. Espero chegar lá. 

Perguntas rápidas: 

Um livro: Flor de Poemas - Cecília Meireles 

Um ator ou atriz: Meryl Streep 

Um filme: Casablanca 

Um hobby: Antiguidades 

Um dia especial: aquele em que meus netinhos me abraçam espontaneamente

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