Livros que foram rejeitados pelas editoras - 15 motivos para você autor(a) continuar tentando

Tirando os youtubers famosos, a maioria dos escritores já tiveram seus livros rejeitados por algumas (ou inúmeras) editoras. Eu també...

terça-feira, 25 de janeiro de 2022

Entrevista com Marcela Alves de Moura, autora do livro "Poesia para meus Pacientes"

Marcela Moura - Foto divulgação

Médica há 30 anos, Marcela Moura é psiquiatra e psicoterapeuta da infância e adolescência há 18 anos em Piracicaba, SP. Natural de Pelotas, RS, começou a escrever aos 12 anos, quando ganhou uma máquina de escrever de presente. Chegou a cursar Letras por 2 anos, até a Medicina exigir dedicação exclusiva. O doutorado em psicologia possibilitou trabalhar com suas paixões: a medicina e a palavra. Na psicoterapia, a poesia é também um instrumento para traduzir e compartilhar tantas vivências no exercício da sua profissão. Em dezembro de 2021, lançou seu primeiro livro, Poesia Para Meus Pacientes - Psicoterapia: Pessoas e Momentos de Inspiração, pela editora Ases da Literatura.

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Marcela Alves de Moura: Eu sempre gostei de ler e escrever. Eu tive várias professoras de língua portuguesa que escreviam bilhetes nas minhas redações me incentivando a escrever. Eu escrevi minha vida toda e ainda tenho guardados alguns cadernos com escritos da minha adolescência, mas sempre guardei meus escritos só para mim. Foi trabalhando em psicoterapia com meus pacientes, porque já usava textos e escritas como ferramentas no processo terapêutico, que eu comecei a compartilhar meus próprios textos e receber feedback positivo. Em 2021 eu completei 30 anos de formada e veio o desejo de celebrar com um livro com algumas das poesias inspiradas em experiências profissionais e também pessoais.

Conexão Literatura: Você é autora do livro "Poesia para meus Pacientes". Poderia comentar? 

Marcela Alves de Moura: Esse livro é uma coletânea de poesias, na forma de poemas e de prosa poética, inspiradas em pessoas e momentos com que me deparei, na minha vida pessoal e através do meu trabalho. Sendo psiquiatra e psicoterapeuta, eu trabalho com muitas crianças, adolescentes e suas famílias, muitas vezes em momentos de muita vulnerabilidade. É inevitável, sou a profissional que está ali para ajudá-los, mas também sou o ser humano que se comove, se identifica, que sente suas dores e admira as suas lutas. Poesia Para Meus Pacientes é um livro para confortar, motivar, inspirar e refletir sobre a vida de uma forma otimista. Reconhecer as dores, mas acreditar na superação. 

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro? 

Marcela Alves de Moura: Eu estou sempre escrevendo, então há poesias no livro desde 2008, e estão todas datadas. É um livro intimista, falando de vivências, questionamentos, reflexões e sentimentos experimentados por mim ou compartilhados com outras pessoas. Assim, há poesias sobre maternidade, perdas, crianças, desafios, sofrimento, superação, força e esperança. No meu trabalho como psiquiatra, encorajo meus pacientes a encontrarem alguma forma de arte para se expressarem. Assim, desenho faz parte do meu dia a dia, e o livro foi ilustrado com desenhos feitos pelo meu filho, Lucas, em diferentes idades. Eu queria que os leitores se identificassem com os temas do livro, mas também que aqueles que me conhecem, pudessem me reconhecer e reconhecer o meu trabalho ao lê-lo. 

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho que você acha especial em seu livro? 

Marcela Alves de Moura: Eu tenho dificuldade em escolher porque tudo tem um significado especial para mim. Mas vou citar a primeira e a última estrofes da poesia Poder, que representam bem a ideia do livro de encorajar a reflexão, mas também motivar e dar esperança:

Poder

Como pode, D,

Um menino tão brilhante

Não entender algo tão simples:

Felicidade não é um lugar distante!

Como alguém com tamanha inteligência,

Deixa-se levar por ideias equivocadas,

Impulsividade e incongruência?

....

A vida é tua, D.

Pessoas passam, problemas passam, momentos passarão...

Tu ficas!

Ficas com tuas escolhas, com tuas crenças, com tua visão.

Não caias nos braços confortáveis da autopiedade!

Inquieta-te contigo mesmo,

Tenta resolver as coisas com aquilo que depende só de ti.

Isso é a verdadeira liberdade:

Achar as soluções dentro de si.

Nada de esperar que alguém venha ao teu resgate,

Dono do teu destino, constrói tua própria realidade!

20/05/2015

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Marcela Alves de Moura: O livro está à venda, no Brasil e no exterior, através da Amazon, Shoptime, Submarino, Mercado Livre, Americanas e Estante Virtual. Além disso, em Piracicaba, cidade onde moro, o livro pode ser encontrado na Livraria e Papelaria SBJota e na Associação Paulista de Medicina de Piracicaba – Casa do Médico.

Quem tiver interesse em conhecer mais do meu trabalho, pode encontrá-lo nas minhas redes sociais:

Instagram @mouradramarcela

Facebook Dra Marcela Alves de Moura

LinkedIn Marcela Moura

Website: https://dra-marcela-moura.webnode.com/

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

Marcela Alves de Moura: Sim, eu tenho vários projetos em andamento por anos, mas que nunca tive a coragem de tentar publicar. A receptividade com que Poesia Para Meus Pacientes tem sido grande, me deu ânimo para me aventurar com outros livros. Eu já tenho pronto um romance; estou terminando um livro de orientação para pais voltado para promoção de saúde mental em família; também tenho alguns livros infantis tratando de diversidade. Preciso decidir qual deles será o próximo e buscar uma editora para publicá-lo. Por fim, tenho as minhas poesias, estou sempre escrevendo poesias. Duas novas poesias serão publicadas na Antologia “Elas, a poesia, o infinito” da editora Expressividade, que deverá ser lançada em Março de 2022. 

Perguntas rápidas:

Um livro: Longe da Árvore, Andrew Solomon

Um (a) autor (a):  Se puder citar dois...Fernando Pessoa e Irvin Yalom

Um ator ou atriz: Meryl Streep

Um filme: Estão Todos Bem, com Robert de Niro

Um dia especial: Almoço de domingo em casa

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Marcela Alves de Moura: Quero apenas registrar a alegria que tem sido compartilhar meus escritos com outras pessoas. Eu costumo dizer que quem escreve só se torna um escritor quando encontra seus leitores. Esse encontro tem trazido uma nova forma de realização para mim. Cada vez que alguém me manda um comentário positivo ou simplesmente manda uma foto com meu livro, me deixa muito feliz. Espero que o livro possa proporcionar conforto, esperança e motivação para os leitores.  

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Confira a lista dos selecionados da antologia JARDIM POÉTICO


LISTA DOS SELECIONADOS DA ANTOLOGIA "JARDIM POÉTICO":

01 - Wanda Rop - "Se você soubesse" e "Amor em segredo" 
02 - Alexandra Gomes dos Santos Matos - "A essencialidade da tristeza"; "Um poema metalinguístico" e "Dos conflitos de ganhar e perder"
03 - Mirian Menezes de Oliveira - Passarinhos
04 - Marcela Alves de Moura - Rumos do Amor
05 - Rafael Fagundes Bitencourt Silva - "Premissas sem conclusão"; "Reflexões desnecessárias sobre uma casa" e "A escala musical da minha sombra"
06 - Angelica Bastarrica - "Brisa"; "Risada" e "A noite"
07 - Walysson Gomes - Jardim de Poesias
08 -  Wladimir Trevizani - "Arrependimento"; "Concreto" e "Diário de um liberto"
09 - Brennus Drummond - "Ao cantar"; "O que pode ser o amor?" e "O hipotético"
10 - Joaquim Cândido de Gouvêa - "Vale repensar" e "A vida do olhar"
11 - Agnes Hagnys - "Voo"; "Silêncio" e "Eu"
12 - Nuno de Taubaté - Milton Nascimento
13 - EliAne Moura - "O cálice"; "A dona do vento" e "A florista"
14 - Jeany Borges e Silva Ribeiro - "Jardim da Vó Dudus" e "Flor é Flor"

PARABÉNS aos autores selecionados.

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segunda-feira, 24 de janeiro de 2022

Conto "Ditos populares", por Rafael Caputo


Minha avó sempre dizia: "a justiça tarda mas não falha!". Assim era dona Odete, representante da sabedoria popular, casada há muito com seu Geraldo, santo homem. Afinal de contas, por detrás daqueles cabelos grisalhos de vozinha escondia-se uma mulher difícil de lidar.

Mas essa história não é sobre a dona Odete e o seu Geraldo, é sobre outro homem em particular, este nada santo, pelo contrário, homem dos infernos: mentiroso, cínico e dissimulado. Grande só no tamanho, tanto é que mais parece um armário três por quatro. O grandalhão sempre se livrava dos problemas. Jamais fora punido, por nada e nem por ninguém. Conseguia ludibriar tudo e todos, e isso desde quando era apenas um pequeno criado mudo.

Quem avisa amigo é: pau que nasce torto, nunca se endireita. O sujeito nem mesmo andava, sequer falava, quando sua mãe o encontrou na cozinha com os armários debaixo da pia abertos, as panelas reviradas e a lata de óleo caída num chão que se transformara em sebo.

“Meu Deus! O que você fez?”, perguntou ela.

O menino todo besuntado de óleo, mascando a chupeta num canto da boca, só mexia a cabeça de um lado para o outro, num gesto negativo de quem diz: não fui eu! Quanta fofura! pensou a mamãe. Quanta cara de pau! pensaria minha falecida vó.

A mãe por sua vez, achando a cena deveras engraçada, aproveitou para fotografar a peripécia do menino, divulgando-a nas redes sociais com a seguinte frase: não adianta chorar pelo leite (óleo) derramado! Rapidamente a foto alcançou mais de mil curtidas. Que as aparências enganam todo mundo sabe, mas ninguém leva isso muito a sério. Vale lembrar ainda que de boas intenções, o inferno está cheio.

Falando em inferno, como cabeça vazia é oficina do Diabo, na época da escola, por conta de uma aula tediosa, o então garoto gordinho jogou sem querer uma bolinha de papel que atingiu, em cheio, a cabeça da professora.

“Quem foi que jogou?”, ela questionou toda a turma.

O de fato culpado, então acuado, sem pestanejar apontou para um moleque de quem nem gostava mesmo. Ele estava de pé, não prestava atenção na aula e conversava com outro amiguinho. Onde há fumaça há fogo, então ele acabou levando a culpa. Vingança é realmente um prato que se come frio. Antes ele o tivesse deixado copiar sua tarefa de casa na semana passada, talvez o apontado seria outro.

“Pode sair de sala!”, ordenou a professora.

“Mas fêssora…”

“Po…”

O garoto nem esperou ela terminar de falar, saiu batendo o pé. Para um bom entendedor, meia palavra basta. Pobre e inocente menino, sequer teve tempo de se defender. A vida é assim: manda quem pode, obedece quem tem juízo.

No ensino médio não foi diferente. Já um adolescente robusto, traiu sua namorada com a melhor amiga dela. Gosto não se discute. Ao serem pegos em flagrante alegou que foi a menina que o seduziu. A santinha do pau oco, como ele a acusou, tinha sido era chantageada e nem mesmo a verdade podia contar. Chantagista sem vergonha, diria dona Odete. O jovem sem escrúpulos possuía um vídeo comprometedor dela com outro rapaz e ameaçou postar para todos da escola se eles não ficassem. É, no fim das contas, o seguro morreu de velho!

Como nada é tão ruim que não possa piorar, sem saber da verdade, a namorada traída acreditava que quando um não quer, dois não brigam, e assim pôs fim a grande amizade que existia entre elas. Quem ama o feio, bonito lhe parece, tanto é que perdoou o namorado. Sua amiga até hoje alimenta a esperança de que ela também a perdoe, de fato a esperança é sempre a última que morre.

E assim foi vivendo impune o lobo em pele de cordeiro, que na faculdade colocava o seu nome nos trabalhos sem ao menos ter feito coisa alguma, seus supostos amigos aceitavam numa boa. É a velha história: quem cala consente. Todos cegos da pior espécie, aquela que prefere não ver.

Já como um marmanjo corpulento e formado, arrumou trabalho numa firma de renome. Como gato escaldado tem medo de água fria, não se abria muito com os colegas de trabalho, apenas com seu chefe. Queria conquistar a amizade dele por interesse puro, vivia jogando verde para colher maduro. Mas o tal chefe era um cara desconfiado, sempre com um olho no peixe e outro no gato. Então o saradão não teve escolha, ou melhor, fez a única escolha que sua índole permitia: puxou o tapete do chefe e tomou o seu lugar. Quem não tem cão caça com gato mesmo. Dinheiro não traz felicidade é uma ova, pensava ele. É a vida! Amigos, amigos, negócios à parte.

Mas como nada dura para sempre, certa noite, por coincidência ou não do destino, o três por quatro caiu do cavalo. Acabou atropelando um casal de velhinhos. Alcoolizado e com várias multas de trânsito, fugiu sem prestar socorro. Se tivesse parado para ajudar teria salvo a vida deles.

Seu Geraldo, o santo homem do qual falei no início, que Deus o tenha, sempre dizia que coincidências não existem, elas são a maneira que o Pai encontrou de permanecer no anonimato. Ele tinha razão, há males que vem para o bem. Sentindo-se encurralado, o homicida pensou logo num álibi. Decidiu parar seu carro na frente de uma construção. Sabendo que na manhã seguinte estariam ali vários operários trancou-se dentro do porta malas simulando que fora sequestrado. Quando os funcionários da obra chegassem, ele faria barulho e chamaria a atenção do pessoal que o libertaria. Assim, poderia pôr a culpa do atropelamento nos supostos bandidos. Não perderia sua habilitação e nem responderia por crime algum, ou seja, como se já não bastasse, mataria mais dois, só que desta vez coelhos, com uma cajadada só. Todos aqueles trabalhadores, sem muito grau de instrução, seriam as testemunhas perfeitas para garantir, mais uma vez, sua impunidade. É assim: em terra de cego, quem tem um olho é rei. O plano também seria perfeito se não fosse um único detalhe: a pressa. Essa é realmente inimiga da perfeição.

O dia clareou. Não era um dia qualquer, era o dia da caça e não mais do caçador. Quando a cabeça não pensa, pelo menos direito, é o corpo que padece. Por isso é melhor prevenir do que remediar. Se ele fosse realmente prevenido poderia até valer por dois. Seu segundo eu, portanto, o tiraria dali facilmente. Mas quem com ferro fere, com ferro será ferido. Há remédio para tudo nessa vida, menos para a morte. 

O incidente ocorreu na sexta-feira à noite, não numa sexta qualquer, mas numa sugestiva sexta-feira Santa. Nada como um dia depois do outro. O sábado era de Aleluia e o domingo, de Páscoa. Nenhum operário apareceu para trabalhar, em nenhum desses dias. Aleluia!

Quem está na chuva é para se molhar, então só lhe restavam duas opções: se correr o bicho pega, se ficar o bicho come, mais ou menos assim. Chuva, ironicamente, era só o que desejava. Mas com nuvem baixa e um sol que racha, começou o coitado a, literalmente, cozinhar dentro daquele porta malas, minúsculo em relação ao seu tamanho. O tiro acabou saindo pela culatra. Ninguém o ouviu gritar, até que sufocou comido pelo bicho. Ao brincar com fogo, acabou de fato se queimando. Breve foi sua loucura e longo seu arrependimento. Aqui ele fez, aqui ele pagou. Acabou colhendo o que mesmo plantou e do próprio veneno, sem saber, experimentou.

Dona Odete e seu Geraldo também já partiram desta para melhor. Partiram juntos, como juntos viveram, tudo bem que atropelados pelo mesmo homem que agora cozido estava, mas Deus, que escreve certo por linhas tortas, tem mais para dar do que o Diabo para tirar. Não é que a velha estava certa: a justiça tarda mas nunca falha!

🙏

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Entrevista com Bel Wells, autora do livro "Busca - Uma vacina metafísica em todos os tempos"


Gisabel Ferreira Gomes (Bel Wells)
nasceu em Juiz de fora no estado de MG em 05/02. Pedagoga, professora do ensino infantil e fundamental, leciona hoje em duas escolas de São Paulo. Estudiosa de Filosofia e das ciências esotéricas. Casada, mãe de duas filhas e dois enteados. Escreve desde os 13 anos, e no ano de 2020 alguns de seus poemas foram selecionados e fizeram parte de várias antologias. Escreve sob o pseudônimo de Bel Wells, apelido de infância que escolheu após ter assistido na tv a história de uma mulher que enfrentou a morte e renasceu para o mundo como uma grande estrela. A Consciência humana, o despertar dela e o nosso papel neste mundo,  são sempre temas presentes em suas obras.

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Bel Wells: Ler é uma paixão, escrever é uma meta que sonho há tempos. Meu início na arte de escrever foi mais ou menos aos 13 anos, compartilhando pequenos poemas na escola. Em 2019 decidi participar de algumas seleções literárias e alguns de meus textos fizeram parte de  antologias e premiações.  Caminho sem volta. Ser escritora, professora e poetisa... um chamado.

Conexão Literatura: Você é autora do e-book "Busca - Uma vacina metafísica em todos os tempos". Poderia comentar?

Bel Wells: Busca não é um livro. É o lugar onde me encontro hoje. Seu título já muito nos fala. O que promete uma vacina… uma vacina não promete a cura, ela é a preparação biológica, o estímulo para que seu próprio corpo adquira condições para enfrentar uma doença. Assim, de uma maneira simples e uma linguagem colorida com rimas, este livro carrega uma mensagem simbólica, como uma substância invisível que procura dar ao seu leitor, um sentido para nossa trajetória do quem somos e para o que viemos. Busca fala de um despertar da consciência, momento fundamental para cada ser único e, através desse despertar a possibilidade de abrir todas as portas, resolver cada situação, pela maneira como se posiciona diante dela. Um novo olhar Humano sobre todas as coisas.  Ser um buscador, é um privilégio misterioso e sagrado  numa jornada regida por leis universais que nos levam sempre mais além.

Conexão Literatura: Quanto tempo levou para reunir os seus textos e concluir a sua obra?

Bel Wells: Aproximadamente um ano. Alguns poemas já haviam sido escritos, alguns foram alegremente reencontrados em velhas caixas e outros ganharam forma nos meses mais reclusos da pandemia.

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho que você acha especial em seu livro?

Bel Wells: O Poema Mensageiro considero grandioso. A ideia da conexão humana é a primeira porta aberta. Somente juntos somos a real representação do Divino. A linguagem da natureza, como ela se comporta, como cada ser reage cumprindo com magnitude a sua função, nos ensina com toda delicadeza e amor. Cada poema é  único  e todos carregam uma mensagem.

Conexão Literatura: O que tem lido ultimamente?

Bel Wells: Alguns livros clássicos como O Profeta (Kalil Gibran). relendo obras que me marcaram, e no momento  A Teia da vida de Fritjof Capra.

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o livro e saber um pouco mais sobre você? 

Bel Wells: O livro Físico busca ainda não esta publicado, mas há essa pretensão.  É possível fazer o download gratuito no site Divulga Livros: http://www.divulgalivros.org 

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta?

Bel Wells: Sempre. O tempo foge e as mudanças são aprendizados. O irmão mais novo de busca, Chamado , já esta em preparação. Parcerias e Participações em eventos literários estão em pauta.

Perguntas rápidas:

Um livro: O Caibalion (Os três iniciados)

Um (a) autor (a): São muitos, mais pela inteligência, competência , originalidade e grande ser humano, Ariano Suassuna!

Um ator ou atriz: Octavia Spencer

Um filme: Estrelas além do tempo

Um desejo: Que a ideia de termos um mundo melhor não seja apenas o desejo de alguém; Assim como aquilo em que eu penso hoje, transforma minha realidade, o que toda uma geração pensa, construirá o nosso amanhã. Que o ano de 2022  possamos dar um pequeno passo em direção a nossa autotransformação , em seres humanos mais buscadores e melhores.

Um dia especial: o pôr do sol do dia 19/1/91 e o nascer do sol do dia 04/3/94.

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Bel Wells: Agradeço e parabenizo a revista conexão Literatura, levando a Arte literária sempre em frente. As palavras tem um poder silencioso e capaz. Aos que leram essa entrevista até aqui, o meu grande Obrigada. Para contato: belwells@gmail.com. Nesta jornada chamada Vida, duas ferramentas são necessárias para te levarem até seu grande sonho. Decisão no plano das ideias e perseverança no plano físico, busque tua essência, o sentimento sempre te guiará.

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domingo, 23 de janeiro de 2022

Já está disponível o e-book "ANTOLOGIA NACIONAL - POEMAS AO PÔR DO SOL". Baixe o seu, é grátis


FICHA TÉCNICA DO E-BOOK "ANTOLOGIA NACIONAL - POEMAS AO PÔR DO SOL"

TÍTULO: Antologia Nacional - Poemas ao Pôr do Sol
ORGANIZADOR: Ademir Pascale
COAUTORES:
Wanda Rop - "Amor ao Pôr do Sol" e "Inesquecível"
Aylton Sangy - Crepúsculo
Gabriela Lauzid. K. Lins - "Estação das Docas" e "Escada para o Céu"
Diana Lóris - Ciclos
Adriana Manucci - "Quem vai ficar com eles?", "Agonia" e "Identidade"
Rute Bittencourt - "Meu abrigo" e "Evolução?"
Joaquim Cândido de Gouvêa - "Eu e ele" e "Exemplos da natureza"
Pedro Mendes - Flor 
Lurdinha Alencar - O Sol
Negra Dalila - Quero
Regina Ruth Rincon Caires - Sou de lá...
Marcus José - Linha do Equador
Etelvino Pilonetto - Professor e Quadro negro
Walysson Gomes - "De vez em quando...", "Soneto pelo despertar da piedade" e  Mãos livres.
Yasmeen Pereira da Cunha - “Aparições”, “Em qualquer momento” e “Perlaborar”
Hellen Garcia - "Chibatadas", "Abraço" e "Caminho"
Fernanda Pires Sales - Incômodo
Ana Martins - No Horizonte a Esperança
Djanira Lopes - "O Sol me encontrou na cama", "Há vagar" e "A educação e os processos de construção do sujeito!"
Jean Jentz Teixeira - Rótulos 
Ray - "Poente", "Amarelo" e "Tempo"
Márcio de  Paiva - Pássaro Selvagem
Lírio Reluzente - A Camponesa
Denise Peres Martins Rezende - Pôr do Sol com aroma de rosas
Jeany Borges e Silva Ribeiro - Pôr do Sol de Teresina
TIPO: E-book
Nº DE PÁGINAS: 101
ANO: 2022

PARA BAIXAR O E-BOOK GRATUITAMENTE: CLIQUE AQUI. 

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sábado, 22 de janeiro de 2022

Participe da ANTOLOGIA (e-book) "POEMAS NOTURNOS". Leia o edital


PARTICIPE DA ANTOLOGIA NACIONAL (E-BOOK): POEMAS NOTURNOS

REGRAS PARA PARTICIPAÇÃO NA ANTOLOGIA DIGITAL 
POEMAS NOTURNOS:

1 - Escreva um poema (livre). Aceitaremos até 3 poemas por autor. Caso sejam aprovados, os 3 textos serão publicados.

2 - SOBRE O POEMA: até 4 páginas cada poema, fonte Times ou Arial, tamanho 12, incluindo título. Espaçamento 1,5.
     
3 - Tipo de arquivo aceito: documento do Word (arquivos em PDF serão deletados).

4 - O poema não precisa ser inédito, desde que os direitos autorais sejam do autor e não da editora ou qualquer outra plataforma de publicação.

5 - Idade mínima do autor para participação na antologia: 18 anos completos.

6 - Envie o poema pré-revisado. Leia e releia antes de enviá-lo.

7 - Data para envio do poema: do dia 22/01/22 até 25/02/22.

8 - Veja ficha de inscrição no final desse texto. Leia, copie as informações e preencha. Envie as informações da ficha + o poema para o e-mail: contato@edgarallanpoe.com.br. Escreva no título do e-mail: POEMAS NOTURNOS

CUSTO PARA O AUTOR:

R$ 50,00 por texto aprovado. Caso o autor envie 3 poemas e tenha os três (03) selecionados, o valor será R$ 150,00. As informações para depósito serão informadas ao autor no e-mail que enviaremos caso o poema seja aprovado.
O valor servirá para cobrir os custos de leitura crítica, diagramação e divulgação da obra.

A antologia será digital (e-book) e gratuita para os leitores baixarem através de download, ela não será vendida. A antologia será amplamente divulgada nas redes sociais da Revista Conexão Literatura: Fanpage, Instagram e Grupos do Facebook, que somam cerca de 200 mil seguidores.

O resultado será divulgado no site www.revistaconexaoliteratura.com.br e na fanpage www.facebook.com/conexaoliteratura, até o dia 26/02/22.

OBS: Enviaremos certificado digital de participação para os autores selecionados.


NOSSOS CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO:

A) - Criatividade;

B) - Textos preconceituosos, homofóbicos, pornográficos, racistas ou que usem palavras de baixo calão, serão desconsiderados;

C) - Seguir todas as regras para participação.

OBS.: Ademir Pascale, idealizador do concurso, disponibilizou para download uma apostila intitulada "Oficina Jovem Escritor", com dicas para quem está iniciando no mundo da escrita. Baixe gratuitamente, leia e pratique: CLIQUE AQUI.


FICHA DE INSCRIÇÃO DO AUTOR(A)


Nome completo do autor(a):

Seu Pseudônimo (caso use), para publicação na antologia:

Idade:

Nacionalidade:

Título do poema:

E-mail 1:
E-mail 2 (caso tenha):

Biografia em terceira pessoa (escreva sobre você num máximo de 7 linhas. Não escreva em letra maiúscula):


IMPORTANTE: Envie todas essas informações da ficha de inscrição para o e-mail: contato@edgarallanpoe.com.br. Escreva no título do e-mail: POEMAS NOTURNOS

O envio da ficha de inscrição + poema(s) para o e-mail indicado significa que o autor(a) leu todas as informações e regras dessa página para participação na antologia.

Não fique fora dessa. O concurso cultural será amplamente divulgado nas redes sociais.

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Ratos de cemitério, de Robert E. Howard

 



Robert E. Howard é mais conhecido por ter praticamente criado sozinho o gênero espada e magia e por sua maior criação, o bárbaro Conan. Mas Howard ganhava dinheiro escrevendo para pulp fictions, o que fez com que ele se aventurasse nos mais variados gêneros. Entre eles, o policial, como podemos conferir no livro Rato de cemitério, da editora AVEC.

Para o gênero ele criou o detetive Steve Harrison, sobre o qual escreveu nove histórias. Dessas, só conseguiu vender cinco, mas só quatro foram publicadas porque a revista que havia comprado um dos contos acabou antes de publicá-lo. A edição da AVEC reúne esses quatro publicados.

Todas as histórias se inserem dentro do subgênero weird menace, muito popular na época, com histórias repletas de seitas secretas, ocultistas assassinos e um clima sobrenatural que no final se revelava como algo que poderia ser explicado de maneira racional.

O primeiro conto “Os nomes do livro negro” mostra Harrison envolvido com um vilão que provavelmente apareceu numa das histórias perdidas, o mongol Erlik Khan. Aparentemente morto na história anterior, o senhor da morte resolve se vingar daqueles que considera responsáveis por sua queda, o detetive e sua parceira, Joan La Tour.

Embora a história se passe nos EUA dos anos 30, a descrição dos personagens parece ter saído de alguma história da era hiboriana. Joan por exemplo é descrita como uma mulher bonita de um jeito exótico: “Uma figura suave e morena com as cores suntuosas das noites púrpuras e auroras carmins orientais com seus cabelos negros e lábios vermelhos”.

Já Harrison tem “Olhos azuis frios e os músculos salientes mesmo sob o casaco. Seus ombros eram fortes como de um touro”. Ou seja, um Conan de sobretudo.

Aliás, até mesmo a filosofia de que a civilização representa a decadência dos homens, o que pode ser observado em vários trechos, como “Criado até a fase adulta na parte bárbara e cruel do mundo, onde a sobrevivência dependia da habilidade pessoal, seus sentidos eram mais aguçados do que o possível para homens civilizados”.

Na história, Harrison e um gigante afegão, Khoda Khan, resgatam a garota das mãos do vilão.

“Os nomes no livro negro” é, portanto, uma história de espada e magia sem espada e magia. 

“Presas de ouro” chamava-se originalmente “O povo da serpente”, um nome muito mais adequado. Ao mudar o título, o editor não levou em consideração a trama.

Na história, o detetive Steve Harrison entra no pântano em busca de um chinês que assassinou um comerciante e roubou seu dinheiro, deixando uma órfã na miséria. É mais um conto tipo espada e magia, com revólveres no lugar da espada. No pântano vive um povo vindo do Haiti, adeptos do vodu e o detetive se vê no meio de uma trama que envolve vingança e ritos pagãos.

O melhor conto do livro é “Ratos de cemitério”, merecidamente a história que dá título ao volume. Nessa, Howard consegue unir todas as referências anteriores numa trama de mistério intrigante e repleta de reviravoltas.

Na história, Steve Harrison é contratado por um fazendeiro para aprisionar o assassino do irmão.

A sequência inicial é arrebatadora. Um dos irmãos do morto está dormindo quando começa a ouvir som de ratos. Quando finalmente se levanta, ele encontra a cabeça do irmão morto em cima da lareira e um rato de cemitério tentando a todo custo subir para devorá-la, numa sequencia de intenso terror.

A narração dessa sequência é um ótimo exemplo de como Howard sabia criar o clima adequado de tensão e horror (algo no qual ele se saiu ainda melhor que seu mestre HP Lovecraft):

“Os únicos sons eram os dos barulhos selvagens de seu coração, o tique-taque barulhento de um relógio antigo em cima da lareira – o tamborilar enlouquecedor do rato oculto. Saul cerrou os dentes ante o grito de seus nervos torturados. Mesmo em meio a um terror crescente, ele encontrou tempo de se peguntar o porquê daquele rato estar correndo para baixo e para cima na frente da lareira”.

O quarto conto é “O segredo da tumba”. Na história, dois milionários norte-americanos são mortos e suas mandíbulas roubadas. O detetive criado por Howard se ocupa de proteger o terceiro milionário ao mesmo tempo em que tenta descobrir o que está acontecendo. É uma narrativa que se aproxima do policial com elementos de terror, embora com menos eficiência do que em “Rato de cemitério”. Quando esse texto foi publicado, o editor mudou o nome do detive para Brock Rollins e a AVEC optou por manter esse segundo nome, o que deixa o texto confuso para o leitor, já que a descrição e o comportamento do personagem são os mesmos Steve Harrison, mas o nome é outro. Uma opção seria reverter para o nome original usado pelo escritor.

Howard não gostava do gênero policial e escreveu histórias desse tipo apenas pela possibilidade de ganhar uns trocados a mais, como revelou numa carta a um amigo “Já hei abandonado de forma quase definitiva o campo dasestórias de detetives, no qual até agora não consegui publicar nada, e que representa um tipo de estória que, na realidade,detesto. Resulta-me difícil, inclusive, ler os contos desse gênero, e também digo, escrevê-los”. Isso talvez explique o fato de que seus contos geralmente acabavam descambando para algo próximo da aventura e até mesmo da espada e magia.

Seu estilo, no entanto, era tão poderoso e envolvente, que até mesmo essas histórias nas quais ele botava pouca fé acabam se revelando tesouros secretos.

A edição da AVEC é bem cuidada, em papel pólem, embora careça de mais textos que contextualizassem o livro.

Enfim, Ratos de cemitério é um livro obrigatório para os fãs de Robert E. Howard.

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sexta-feira, 21 de janeiro de 2022

A pessoa diz não gostar de ler até encontrar um livro que gosta

 

Luciana de Gnone - Foto divulgação

Por Luciana de Gnone

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Pró-Livro revelou que o brasileiro lê em média 4,96 livros por ano. Pode parecer bastante, mas os franceses, por exemplo, chegam a ler mais de 20 obras no mesmo período. O que explica então o desinteresse pela leitura, especialmente entre os mais jovens, no nosso país?

Acredito que estas estatísticas negativas sobre leitura estão, em parte, ligadas à obrigatoriedade de ler os grandes clássicos da literatura brasileira durante o ensino básico. Não me entenda mal, não estou criticando os clássicos, longe de mim.

O que quero dizer é que a maioria das pessoas tem dificuldade em ler e interpretar a linguagem rebuscada dessas narrativas. Esta formalidade, aliada à obrigação imposta sobre estas leituras, acaba criando um afastamento entre os jovens e a literatura que infelizmente se estende para a vida toda.

Há algum tempo, em uma conversa de família, soube que minha sobrinha de 15 anos, que até então não gostava de livros, finalmente descobriu sua paixão pela leitura. Isso aconteceu porque ela estava lendo um livro que despertou seu interesse.

Este caso retrata minha crença que defendo quase como um mantra: a pessoa diz não gostar de ler até ler um livro que gosta. Não acho que o ser humano seja avesso à leitura. Acredito apenas que cada um tem estilos, gostos e interesses diferentes.

Desde que comecei a escrever romances profissionalmente, tento reverter este movimento contra a leitura que parece ter se enraizado na nossa cultura. Na verdade, todas as pessoas que não leem hoje são potenciais leitores, basta encontrar o livro certo.

Como escritora, uso meu ativismo pró-leitura para enfatizar a importância dos livros no desenvolvimento humano. Inclusive, costumo indicar três caminhos para quem não gosta de ler descobrir como identificar os títulos certos para investir seu tempo.

Para saber quais são os seus gêneros literários preferidos, basta analisar os filmes e séries que você mais assiste. Depois, vale procurar os trabalhos de autores destes gêneros e ler resenhas de livros escritos por eles para encontrar aquele que mais chama a sua atenção.

Tem ainda a regra 80/20: se você leu 20% do livro e não gostou, o melhor é deixá-lo de lado e começar uma nova leitura. Se até ali você não se encantou por aquela história, talvez não seja o livro certo ou mesmo o momento ideal para ele.

Se você conhece alguém que se encaixa neste perfil de brasileiros que não gostam de ler, sugira 

Luciana de Gnone é escritora e lançou recentemente o romance policial “Evidência 7: Segredo Codificado”.

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Filmes que marcam época

 



A série de documentários The Toys – os brinquedos da nossa infância foi uma das novidades mais quentes da Netflix. Com uma linguagem divertida,  piadas e edições criativas, seus documentários criaram uma legião de fãs e deram origem até agora a três temporadas.

Na verdade o sucesso foi tão grande que empolgou a equipe a fazer uma outra série, agora focada em filmes: filmes que marcam época (ou filmes que marcaram a nossa infância).

Para essa primeira temporada foram escolhidos filmes bem diversos entre si, mas igualmente populares nas décadas de 1980 e 1990: Dirty Dancing, Esqueceram de mim, Os caça-fantasmas e Duro de matar. Em comum a todos eles o fato de que quase não foram produzidos, ou quase foram abandonados no meio da produção. Todos eram filmes nos quais ninguém parecia acreditar, exceito seus diretores, roteiristas e produtores.

Com uma linguagem divertida, os episódios se debruçam sobre curiosidades desses filmes, como o fato de parte da cena em que a casa alaga em Esqueceram de mim ter sido filmada dentro de uma piscina. Ou o fato da roteirista de Dirty Dancing ter se apaixondo por Patrick swaze, ou ainda, o fato do ator ter deslocado o joelho examente durante a gravação da cena final.

É curioso saber, hoje em dia, que Esqueceram de mim foi abandonado pela Warner no meio da produção – o que fez com que a Fox assumisse o projeto e ganhasse milhões ou que a produtora de Dirty Dancing chegou a pensar em queimar os negativos. Ou que a produtora de Duro de matar chegou a tirar Bruce Willys do cartaz porque as pessoas riam dele durante o trailer.

Em suma: são documentários divertidíssimos, que tornar ainda mais interessantes clássicos do cinema pipoca moderno.

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Editora Arcádia relança “A História de Mithry - Volume 1” de Daniel Mastral

 


Editora Arcádia é a nova casa editorial de Daniel Mastral, e irá publicar todos os livros do autor.

Após a editora ter recentemente lançado a obra inédita “A História de Mithry- Volume 2”, agora chegou a vez de “A História de Mithry - Volume 1”, relançamento da obra com edição com capa nova, melhor acabamento e diagramação “limpa” com ilustração, contendo mais páginas. 

Segundo Mastral, “Mithry – Vol. 1” é um livro de romance de ficção que vai trazer muitas perguntas perturbadoras, e vai fazer o leitor repensar muitas questões adormecidas em seus pensamentos, que envolve a espiritualidade.

Perguntado a Mastral de onde surgiu sua inspiração ele disse “Esta história já vinha permeando os meus pensamentos, pensava em uma mulher que viajaria no tempo através de “sonhos”, e viria no corpo de outras mulheres. E ficaria a dúvida de quem é esta mulher, e porque ela sonha tudo isso”.

Mastral ainda destacou que, A História de Mithry é um livro ímpar, com muitos recursos literários, com uma gama grande de pesquisa histórica, que além de muito suspense trará conhecimento e profundas reflexões.

Perguntado a Mastral porque as pessoas devem ler o livro ele disse “Por ser uma obra que vai enaltecer o seu vocabulário, tem a presença de outras línguas, e uma vasta viagem pelos territórios mundiais. Fora que é uma grande obra de romance de ficção”.


Daniel Mastral é Escritor, Conferencista, YouTuber, Líder Espiritual e Mestre em Kung Fu.

A Editora Arcádia deixa aqui sua recomendação para aqueles que apreciam entretenimento, elementos espirituais, conhecimento histórico e profundas reflexões e descobertas perturbadoras, não perca tempo, e leia o quanto antes A História de Mithry e outras obras do autor. 

Para adquirir o livro basta acessar o site da editora Arcádia www.editoraarcadia.com.br

Página no Instagram: @editoraarcadia

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Autor(a) divulgue o seu livro - Conheça o Pacote Divulgação Para Autores

 


VEJA O QUE ENGLOBA NO PACOTE DIVULGAÇÃO PARA AUTORES:


1 - Entrevista com o autor
a) - A entrevista será publicada no site da revista: www.revistaconexaoliteratura.com.br
b) - A entrevista também será publicada em uma edição da revista digital Conexão Literatura
OBS.: a entrevista é elaborada via e-mail e inclui foto do autor + capa do livro.

2 - Divulgação nas Redes Sociais
a) - Divulgaremos a entrevista em nossa fanpage com mais de 197 mil seguidores: clique aqui
b) - Divulgaremos a entrevista em nosso Instagram com mais de 12,6 mil seguidores: clique aqui

Bônus
a) Publicação do release do livro (ou sobre o trabalho literário do autor) em nosso site: www.revistaconexaoliteratura.com.br
b) Divulgação da página do release em nossa fanpage com mais de 197 mil seguidores: clique aqui
OBS.: o autor envia o release pronto + imagens para nós. No release o autor poderá incluir a sinopse do livro, links de venda, biografia do autor, foto do autor, capa do livro, redes sociais, comentários de quem já leu, etc.

VALOR PROMOCIONAL DO PACOTE DIVULGAÇÃO:
Apenas uma única parcela de R$ 100,00

A PROMOÇÃO É POR TEMPO LIMITADO, ENTÃO GARANTA JÁ A SUA DIVULGAÇÃO

DIVULGAMOS LIVROS FÍSICOS (IMPRESSOS) E DIGITAIS (E-BOOKS, LIVROS NA AMAZON, WATTPAD, ETC). 

PODEM USAR ESSE PACOTE DIVULGAÇÃO: ESCRITORES, ROTEIRISTAS, ILUSTRADORES, REVISORES, CAPISTAS, ETC.

OBS.: Pode ser pago via depósito, doc ou transferência para nossa conta no Bradesco. Também aceitamos cartão de crédito. Caso opte por cartão de crédito, enviaremos a solicitação de pagamento através do site PayPal, que é fácil e seguro.

Além de escritores do Brasil, também divulgamos autores portugueses.

INTERESSADOS É SÓ ENTRAREM EM CONTATO. ESCREVA NO ASSUNTO DO E-MAIL: "TENHO INTERESSE NO PACOTE DIVULGAÇÃO". 
* ESCREVA PARA: ademirpascale@gmail.com ou contato@livrodestaque.com.br
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Crônica "Felicidade self-service", por Rafael Caputo



Sextou! É assim que andam dizendo por aí, né? Chega o fim de semana e é sempre a mesma coisa: surgem inúmeras postagens com o tal bordão na internet. São fotos de pessoas se arrumando para cair na noite, imagens de amigos já na balada, gente bebendo etc. Uma felicidade só! Ironicamente, foi numa “infeliz” sexta-fire (sexta-feira* — culpa do corretor) que percebi uma coisa: você já viu alguém brindar com o copo vazio? Não!? Sabe por quê? Porque o brinde é um ato de celebração, de comemoração. Por consequência, o copo deve estar sempre cheio, como um sinal de abundância, de fartura. Essa é a lógica! Brindar com o copo vazio, inclusive, dá azar. Pelo menos é o que dizem as más línguas e isso, com certeza, você já deve ter ouvido.

Só que ao contrário do que acontece em um bar, onde os amigos estão prontamente dispostos a encher seu copo, na vida — quando se trata da SUA FELICIDADE — é você quem deve mantê-lo sempre cheio. De preferência, até a boca. Essa responsabilidade é única e exclusivamente sua e de mais ninguém. Postando você ou não, ou melhor, gostando você ou não. E ao contrário do que acontece nas redes sociais, a felicidade não se resume a um único dia da semana ou, ainda, a hashtags do momento.

Sendo assim, não me traga seu copo vazio esperando que eu o complete por você. Não venha me marcar nas fotos ou brindar comigo sem antes encher o seu próprio copo primeiro. É isso mesmo! É a chamada felicidade self-service. Faça você mesmo! A vantagem é que você pode enchê-lo quantas vezes quiser, como refil de refrigerante de lanchonetes fast-food. Seja na sexta ou em qualquer outro dia da semana. Na maioria das vezes, só depende da sua vontade e, acredite, é realmente de graça. Talvez, em algumas situações, há de se pagar o preço. Ainda assim, só você será capaz de enchê-lo o suficiente a ponto de transbordar.

Depois disso, — aí sim! — chegue mais perto, erga o copo e #vamosjuntoscelebrar. Pode até postar como stories, mas não esqueça de compartilhar na sua linha do tempo. Tim-tim.

🍺

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Dia 29/01, em São Paulo: lançamento do livro "O Sapinho e o Bumbum", de Graziela Barduco


No próximo dia 29/01 (sábado), acontecerá o lançamento do livro "O Sapinho e o Bumbum", segundo infantil de Graziela Barduco, das14h. às 17h., na Livraria PanaPaná, especializada em literatura infantil.

" O Sapinho e o Bumbum" surgiu a partir de uma ideia que a autora teve, durante os cuidados com seu bebê, em seus primeiros meses de vida. Ele foi todo escrito em formato de poesia, utilizando a métrica da embolada, que é uma forma muito utilizada na poesia popular brasileira. 

A história aborda as divertidas constatações de um sapinho muito curioso, que, ao cair sentado no chão, percebe uma nova forma de brincar e de enxergar o seu arredor.

O livro foi feito pela editora Historinhas pra Contar e conta com ilustrações da Miriam Kass. 

Graziela Barduco é atriz, escritora, mãe do Davi e mestre em Artes da Cena pela Escola Superior de Artes Célia Helena. É também autora dos livros "Na Rima da Menina" (editora Versejar), "Lutei Contra 100 Leões - Todos os 100 eram Jumentos" (editora Feminas) e "A Menina e o Pé" (editora Guismofews).

Leia entrevista com a autora: clique aqui.

A Livraria PanaPaná fica na Rua Leandro Dupré, 396, Vila Clementino, São Paulo-SP.

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E-mail: ademirpascale@gmail.com

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