sexta-feira, 23 de julho de 2021

Conheça "Sansão na ótica da literatura", novo livro do autor André Casagrande


Sansão é um dos personagens mais conhecidos da Bíblia. É difícil encontrar alguém que não tenha ouvido falar a respeito do jovem herói hebreu cuja força descomunal provinha dos cabelos de sua cabeça. Sua figura, sem dúvida, continua viva no imaginário ocidental. Ainda assim, a história de Sansão permanece envolta em mistérios, sendo uma das narrativas mais polêmicas, complexas e controversas do cânon bíblico. Como compreender a história desse sujeito lendário que mais parece um super-herói das telas dos cinemas do que um personagem das Sagradas Escrituras? Sansão na ótica da literatura propõe uma leitura de Juízes (13-16) lançando mão de recursos próprios das Teorias Literárias, as quais, na concepção do autor, auxiliam a olhar para essa narrativa bíblica com maior clareza e nitidez.

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Conto “A Promessa”, por Roberto Fiori


Stormgrund sentia-se impotente, sentada em sua cela, algemada a correntes e grilhões, na masmorra da torre do castelo. Sabia que algo estava sendo preparado para ela.  

“Mas que diabos, apenas roubei um naco de pão!” — lastimava-se a jovem, suja de carvão e poeira, vinda da chaminé da casa dos nobres, que limpava uma vez por semana. — “E a justiça, se for feita, deverá ser proporcional ao crime!”.

Porém, como em todas as Eras, em todos os lugares daquele mundo amaldiçoado por Chalk, o Mago, as coisas se passavam de modo diferente do normal. A vontade a ser seguida era a dele, e isso continuava da mesma forma, desde há quinhentos anos.

“Porém, um dia”, refletia o carcereiro, no outro lado da porta da cela, “um dia isso mudaria”. E parecia que esse era o pensamento de muitos, no Reino de Washbarg.

Um tilintar mostrou ao guarda que Stormgrund se levantara. As correntes eram compridas, os elos espessos e inquebráveis, para quem os olhasse sem atenção. Mas estavam amarelados de ferrugem, e isso poderia vir a ser uma vantagem para a jovem. A porta foi aberta e o carcereiro, Cadson, vasculhou o ambiente. Em seguida, fechou a porta em silêncio.

A prisioneira olhou para as grades da janela. Analisou as correntes e escolheu uma parte enferrujada até o ponto em que o ferro de que era feita quase podia ser esfarelado com as mãos. A mulher fitou o ferro sem piscar, por quase três minutos, e fechou os olhos. Colocou os elos entre as mãos suaves e cantou em silêncio. Um barulhinho e Cadson entraria... mas a mulher impediu que isso acontecesse. Do metal corroído saltaram faíscas e ele amoleceu, dissolvendo-se no ponto em que Stormgrund o havia fitado.

O mesmo sucedeu com as algemas nos pulsos e os grilhões dos tornozelos, que prendiam a mulher ao chão. Ela colocou as ferragens sobre seu catre de madeira, com todo cuidado, o silêncio era importante. Tirou as botas, pousou-as no chão e, pé ante pé, aproximou-se da janela gradeada. As barras seriam o de menos, mas a masmorra encontrava-se a duzentos metros de altura, no mínimo. Stormgrund apertou duas barras, murmurou um feitiço em voz baixa e o metal esfarelou-se, sendo lançado ao vento, no exterior. Ela fez o mesmo com outras cinco barras. 

A tarefa fora, de certo modo, simples. Complexidade seria exigida para o próximo passo. A mulher recuou três passos e ajoelhou-se. Agarrou um punhado de feno, que servia para aquecer a cela no Inverno, e seus olhos arregalaram-se. Por um momento, as paredes se abriram, a feiticeira conseguindo ver todos os cômodos ao mesmo tempo, do imenso castelo. Uma ilusão útil. O que aconteceu foi que a parede em frente se desagregou, os tijolos ficando aparentes e, a seguir, derretendo-se como se imersos em ácido sulfúrico.

A porta foi aberta e Cadson olhou espantado quando Stormgrund virou a cabeça, sorrindo para ele. O guarda deixou transparecer felicidade extrema, sorrindo e abanando a cabeça, quando a mulher saiu da cela voando, alçando-se na imensidão da liberdade.

Havia um bosque, perto do castelo. Era um lugar vazio, ermo, tomado por sombras que tanto podiam esconder, como ameaçar quem se atrevesse a cruzar a trilha que o percorria, junto a um regato. Peixes nadavam, dourados e prateados, de gosto ruim e amargo. Portanto, estavam à salvo de predadores, em particular de seres humanos.

Mas Stormgrund sabia como atraí-los e prepará-los, bastando um pequeno forno de tijolos e encantamentos empregados de forma correta. Ela se aproximou, vindo do céu, das margens do riacho, as roupas brancas esvoaçando, e viu como estavam crescidos os peixes, desde quando os descobrira, dias atrás. Uma hora depois, fora feita prisioneira de Chalk. 

Sentou-se e mergulhou as mãos na água fria. Duas tilápias grandes e robustas se aproximaram dos dedos da jovem bruxa e foram colhidos pelas mãos delicadas de Stormgrund. Ela passou os dedos por suas cabeças, fazendo-as adormecerem. Pensou que um forno de tijolos seria desnecessário. Tirou de suas roupas um pano largo, que lavou no riacho. Estendeu-o no chão e colocou as tilápias desacordadas sobre ele.

Cantou baixinho. Cantou por dez minutos, tempo que levou para que os peixes se transformassem em porções generosas de grelhados suculentos. A feiticeira os comeu com parcimônia, apesar dos dias na masmorra, em que lhe serviam água, não alimentos. Era questão de tempo para que a tirassem da cela e a torturassem e queimassem, pois, com água, seus algozes poderiam conservá-la viva por pouco mais do que uma semana. Era o tempo que precisavam para que seus poderes desaparecessem e ela deixasse de reagir.

“A magia é algo que deve ser utilizado. Do contrário, perde seu efeito, Stormgrund. E lembre-se, sem comida, a magia cessa!”, recordava-se a mulher, nos anos em que passara aprendendo a usar a Mágica Universal, ao lado de sua mentora e mais querida amiga, Gottsbruck. Isso fora quatrocentos anos após os dias em que Chalk subira ao poder, em um golpe sangrento e violento, tramado contra o marido da mentora, o rei Sersus.

Stormgrund se levantou, ao ouvir uma passada, entre os arbustos das margens do riozinho. Com a mente, viu quem era, abrigado pelas sombras e se aproximando. O homem era forte, sem dúvida. Dois metros de altura, cento e vinte quilos, um metro e meio de ombro a ombro. Cintura estreita, pernas compridas e musculosas.

— Steermgraal! É você, escondido nas moitas e árvores! — a bruxa exclamou, começando a caminhar, mas parando de imediato, ao ver o dedo indicador do grandalhão sobre seus lábios. Ele fez um gesto de “Venha!”, com as mãos, e abraçou Stormgrund, quando ela se encontrou a um braço de distância dele.

— Feiticeira... — sussurrou Steermgraal, apertando o corpo formoso da mulher com força. — Escapou da masmorra do castelo do miserável do Chalk... como conseguiu?

— Usei o que minha protetora me ensinou a utilizar, minha força mágica interior. O que está fazendo neste bosque, tão longe de seu reino?

— Soube que estava presa, ontem. Vinha escalar as paredes do castelo e arrancar as grades da janela, para você poder escapar. Mas sentia-me bem e tranquilo, como se você nunca estivesse sendo ameaçada. No fundo, sabia que fugiria de sua cela. — o amado abriu um sorriso largo e convidou a maga para ir com ele para o interior do bosque. Chegaram a uma clareira, onde uma casa construída a partir de troncos de árvores sobressaía. — Descobri este refúgio hoje. 

Entraram, Steermgraal acendendo uma lamparina e um lampião de óleo de baleia e, levando-os para o aposento contíguo à sala de entrada, falou para ela segui-lo. O quarto tinha dimensões enormes, para um recinto de uma casa pequena e modesta. Ocupava a metade da casa.

Deitaram-se lado a lado e o homem falou de sua vida, como tinha passado, desde a última vez em que se encontraram. Tinha trabalhado como lavrador em seu próprio sítio, onde plantava frutas e verduras, vendendo-as para o soberano de seu reino. Quando detestou ficar longe de Stormgrund o suficiente para partir, recebeu a notícia da prisão da mulher. Foi para onde seu coração o chamava.

Eles se amaram como na primeira vez em que se conheceram, numa cabana semelhante a esta, mas muito mais modesta. Não tinha um quarto, possuía um cômodo, mas bastava para um primeiro encontro. Quando se separaram, a feiticeira apertou ambas as mãos do homem e sorriu.

— Quero que me prometa uma coisa, Steermgraal.

— Fale.

— Não cruze a fronteira entre nossos reinos.

— Por quê? — ele perguntou, pressentindo más notícias.

— Sua vida é preciosa, deixe que os soldados de Chalk corram os devidos riscos.

— Venha até minha terra, então. Cultivaremos milho, trigo e soja e viajaremos todos os Verões para o litoral.

Ela disse que iria pensar. Vestiram-se com calma, observando-se.

— Chalk já matou muita gente, Steermgraal.

Ele pressentiu o que ela diria.

— Chalk crucificou o marido de Gottsbruck, há quinhentos anos. Deve haver punição para ele.

— O que pretende fazer, querida? 

— Vou derrubar o castelo e combatê-lo, com meus poderes!

Ele passou a língua nos dentes. Murmurou, para si:

— Suicídio — mas a bruxa ouviu. E retrucou:

— Suicídio é deixá-lo imolar crianças e velhos, mulheres e homens em fogo!

— Ele não pode ser combatido, Stormgrund. Não com as armas de meros mortais.

— Vai me ajudar, querido? Somente Chalk possui poderes mágicos, além de mim. Gottsbruck morreu faz cem anos!

Ele a observou e disse, com tristeza no coração:

— Ajudo, se me der poderes como os que tem.

— Se isso basta para colocar os exércitos de seu monarca contra as forças de Chalk, sim. Vamos para o bosque.

Em um lugar afastado do riacho, onde os raios do Sol eram impedidos de entrar pelos galhos e troncos de árvores altas e frondosas, havia uma construção. Fora outrora um chafariz de seis andares, erigido em mármore e granito, mas, nos dias de hoje, haviam restado duas plataformas, a do topo estreita e retangular, e a de baixo, circular e de grande envergadura.

A maga apontou para o andar superior. Steermgraal subiu até o tanque vazio e esperou. Stormgrund fechou os olhos e começou movimentos de empurrar e puxar, com os braços. Uma névoa foi descendo sobre o homem. Ele observava a nuvem o envolver e deixou-se levar pelo frio que ela trazia. Um relâmpago desceu cortando uma conífera gigantesca em dois e atingiu Steermgraal. Este retesou-se apertando os maxilares. A energia do raio fez voltas e voltas ao redor dele, até que seu corpo foi levantado da plataforma. Outro relâmpago desceu e o homem explodiu em pedaços chamejantes. A escuridão voltou.

Stormgrund abriu os olhos e sussurrou:

— Renasça!

De algum lugar entre as árvores, veio um barulho leve, de passadas lentas, mas possantes. A feiticeira aproximou-se do que quer que chegava.

— Steermgraal?

— Meu nome é Helix, senhor das tempestades. Steermgraal estará de volta, ainda hoje.

Ele caminhou sem pressa pelo caminho no qual a bruxa e seu amado tinham vindo. O que quer que fosse era Steermgraal, o mesmo físico, a mesma cadência de movimentos, mas seus olhos continham algo sobre-humano, reluziam como joias. A mulher o seguiu. Saindo do bosque, os dois levantaram voo e, como seres sobrenaturais, reluziram, ofuscando o próprio Sol. 

Por cinco horas, despejaram uma chuva de jatos de fogo, lava e lançaram cargas mortais de eletricidade sobre o castelo de Chalk. Ele ruiu, mesmo sendo defendido por um escudo de energia mística que o feiticeiro criou ao redor da construção. Pedra a pedra, as torres desfizeram-se. Os soldados lançavam rochas imensas de catapultas nas ameias e saraivadas de flechas incendiárias de bestas e arcos, mas tudo foi em vão. 

Soldados a pé foram dizimados, sob o ataque dos dois heróis. Quando tudo se transformou em uma massa de escombros, Chalk surgiu de uma saída de um porão, situado sob o pátio onde suas tropas faziam treinos, no dia-a-dia. Ele caminhou, sereno, para a ponte levadiça, sobre um fosso de dez metros de largura, repleto de armadilhas letais. Atravessou-a e, posicionando-se exatamente sob os atacantes, transformou-se em uma torrente de energia térmica. Alcançou aquilo em que Steermgraal se transformara e uma esfera de extrema luz e calor foi formada. 

A bruxa se afastou da contenda, escapando da morte certa. Concentrou-se e criou uma barreira antirradiação, penetrando na esfera. Agarrou o pescoço de Chalk e abriu sua boca, querendo destroçar sua mandíbula. Ele se livrou, esquivando-se e escapando do abraço mortal. 

“Por algum motivo, ele não pode se converter em energia, no interior da esfera que nos cerca...”, Stormgrund reparou, dando um laço de rabo de cavalo em sua cabeleira desgrenhada. “Isso vai ser útil”.

A mulher olhou fixo para os olhos do mago e o colocou em transe. Ele pairava no ar, sem mover-se. Steermgraal acabava de se recuperar do golpe de calor que sofrera. Quando viu o que havia acontecido, falou para a sua adorada:

— Ordene que se destrua. Ele é perigoso, vivo.

— Pode ser que tenha alguma utilida...

— Ou eu o aniquilarei! Faltou pouco para eu ser queimado como uma brasa de carvão!

Stormgrund saiu do perímetro da esfera. Disse para Stormgrund fazer o mesmo. Em seguida, fez diminuir o diâmetro da esfera de energia, até ela tocar em Chalk, que saiu do transe, espantado. Queimava, suas roupas rasgando-se. Gritou de dor. A bruxa fez um movimento violento com o braço em direção ao Sol. Chalk, apesar de todo o poder que possuía, seguiu para a estrela, aprisionado em um invólucro energético de dor e sofrimento.

— Chega de sofrimento, não é feiticeira? — Eles desceram e o ser de olhos brilhantes voltou a ser o homem que a bruxa amava.

— Vamos comemorar! Vou dar as boas novas a meu povo!

Steermgraal apertou a mão da mulher e falou:

— Virei com uma comitiva real. Nossa gente merece festas e divertimentos!

— Estarei esperando. 

Os dois seguiram para caminhos opostos, mas quando a jovem se encontrava no limite do alcance de sua voz, gritou para Steermgraal:

— Ficaremos juntos!

Ele se virou e abanou a mão, dizendo:

— Agora é para sempre!


*Sobre Roberto Fiori:

Escritor de Literatura Fantástica. Natural de São Paulo, reside atualmente em Vargem Grande Paulista, no Estado de São Paulo. Graduou-se na FATEC – SP e trabalhou por anos como free-lancer em Informática. Estudou pintura a óleo. Hoje, dedica-se somente à literatura, tendo como hobby sua guitarra elétrica. Estudou literatura com o escritor, poeta, cineasta e pintor André Carneiro, na Oficina da Palavra, em São Paulo. Mas Roberto não é somente aficionado por Ficção Científica, Fantasia e Horror. Admira toda forma de arte, arte que, segundo o escritor, quando realizada com bom gosto e técnica apurada, torna-se uma manifestação do espírito elevada e extremamente valiosa.

Sobre o livro Cedrik - Espada & Sangue:

“Em uma época perdida no Tempo,

onde a Escuridão ameaçava todos,

surgiu um líder.

Destruição, morte, tudo conspirava contra.

Mas era um Homem de extremos, audacioso.

Era um Homem sem medo”. 

Dos Relatos e das Crônicas da Velha Terra.  


Em sua obra “Cedrik – Espada & Sangue”, o escritor Roberto Fiori coloca sua imaginação e força de vontade à prova, para escrever seu primeiro romance. Um livro de Fantasia Heroica, no gênero Espada & Feitiçaria, em que, em uma realidade paralela, a Terra da Idade do Ferro torna-se campo de lutas, bravura, magia e paixão.

Cedrik é um Guerreiro capaz de levantar 75 kg em cada braço e, ao mesmo tempo, de escalar uma parede vertical de mais de 20 metros de altura facilmente. Em meio a ameaças poderosas, parte para o Leste, em missão de vingança. Acompanham-no a bela princesa Vivian, vinda do Extremo Leste, e o fiel amigo Sandial, o Ancião, grande arqueiro e amigo a toda prova.

Os amigos enfrentam demônios, monstros, piratas e bandidos sanguinários. Usam de magia para se tornarem fisicamente invencíveis. Combatem demônios vindos do Inferno, no Grande Mar. Vivian é guardiã e protetora do Necrofilium, livro que contém maldições, feitiços e encantamentos em suas páginas.

A intenção do autor é continuar por anos as aventuras de Cedrik, escrevendo sobre todo um Universo Fantástico, em que bárbaros e guerreiros travam lutas ferozes e feitiçaria não é uma questão somente de “se acreditar” em seu poder, mas de realmente utilizá-lo para a batalha, como uma arma.

A obra pode ser adquirida com o autor, pelo e-mail spbras2000@gmail.com,  no site da Editora Livros Ilimitados, em livrarias virtuais e no formato de e-book, na Amazon. Os links para acessar o livro são:

1.     Americanas.com:

https://www.americanas.com.br/produto/3200481831?pfm_carac=cedrik-espada-e-sangue&pfm_index=2&pfm_page=search&pfm_pos=grid&pfm_type=search_page

2.     Submarino.com:

https://www.submarino.com.br/produto/3200481831/cedrik-espada-e-sangue?pfm_carac=cedrik-espada-e-sangue&pfm_index=2&pfm_page=search&pfm_pos=grid&pfm_type=search_page

3.     Amazon.com:

https://www.amazon.com.br/Cedrik-Espada-Sangue-Roberto-Fiori-ebook/dp/B091J3VP89/ref=sr_1_1?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&dchild=1&keywords=cedrik+espada+e+sangue&qid=1620164807&sr=8-1 

4.     Site da Editora Livros Ilimitados:

https://www.livrosilimitados.com/product-page/cedrik-espada-e-sangue

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quinta-feira, 22 de julho de 2021

Novo livro de Marilurdes Nunes já tem data de lançamento

 


Reconhecida pela produção de obras voltadas para o público infanto-juvenil, a nova aposta da escritora mineira Marilurdes Nunes é o livro "Capitão Águia Indomável e o Mistério da Gruta",  que será lançado no dia 10 de agosto, no MM Gerdau.

Produzido com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, “Capitão Águia Indomável e o Mistério da Gruta” é o 3º volume da escritora direcionado para o público infanto-juvenil.  A publicação narra a aventura vivida por uma turma formada por alunos da quinta série do Colégio Dr. Lund, durante uma excursão pela Gruta de Maquiné. Um dos alunos, Pedro, uma criança que nasceu praticamente surda, mas escuta graças à um implante coclear (permitindo-o frequentar uma escola comum), guarda um grande segredo, que só será revelado para todos ao final da trama narrada na publicação.  

Em “Capitão Águia Indomável e o Mistério da Gruta”, Marilurdes Nunes reforça sua vocação de exímia contadora de histórias. O segredo da narrativa está no suspense, que vai crescente com o desenrolar da história, aguçando o interesse pela leitura.

A publicação será lançada pela Editora Ramalhete e conta com o patrocínio da MGS. A gestão do projeto ficou por conta de Ana Gusmão, da Caligari Produções, a direção de arte é assinada por Léo Camisão e todas as ilustrações são de Débora Mini.

Além do lançamento, o projeto ainda prevê a realização de uma oficina gratuita com a escritora, com o tema: “como escrevo o que sinto?”, no dia 10/08, às 14h. A atividade será transmitida, gratuitamente, pelos canais do MM Gerdau e não necessita de inscrição prévia.

:: Sobre a autora ::

Marilurdes nasceu em Belo Horizonte, em 25 de dezembro de 1945. Graduou-se em jornalismo pela Universidade Federal de Belo Horizonte (UFMG), mas iniciou sua carreira profissional como redatora de publicidade. Dedicou 34 anos de sua vida às traduções em espanhol, depois de ter morado na Costa Rica por quatro anos e ter prestado concurso público para Tradutora Pública Juramentada do Idioma Espanhol. Durante todo esse tempo, porém, a vontade de escrever sempre falou alto. Entre um descanso e outro da dura jornada de trabalho (ela já chegou a trabalhar por 12 horas por dia e em incontáveis fins de semana), escreveu contos para revistas de circulação nacional, que lhe renderam várias premiações. Também neste ínterim, produziu os livros “A Descoberta de Miguel” (Editora do Brasil, 1992), “A Criadora de Sonhos e Outras Histórias” (Fino Traço Editora, 2017) e “Capitain Silence”, em idioma inglês, para inclusão de crianças nascidas surdas e que, com implante coclear, passaram a escutar e estudam como ouvintes, especialmente, na Inglaterra, país onde o livro é mais utilizado. Agora, aposentada e livre de muitas obrigações, dedica-se integralmente à literatura.

:: Serviço ::

Lançamento do livro “Capitão Águia Indomável e o Mistério da Gruta

Data: 10 de agosto

Local: Museu MM Gerdau

Horário: 10h

Gratuito

Na ocasião, o livro será vendido a R$29,00 e após o lançamento poderá ser encontrado nas livrarias ou no site da editora(www.lojaeditoraramalhete.com.br). 

Oficina “Como escrevo o que sinto?”

Data: 10 de agosto

Horário: 14h. 

A atividade será transmitida, gratuitamente, pelos canais do MM Gerdau e não necessita de inscrição prévia.

Informações www.mmgerdau.org

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Um papo com André Casagrande, autor do livro "Sansão na ótica da literatura"


André Casagrande é doutor em Letras pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e mestre em Ciências da Religião pela mesma instituição. Estudou teologia no centenário Seminário Presbiteriano do Sul, em Campinas, licenciando-se, posteriormente, em Letras. Casado com Marcela, a quem conheceu no curso de Letras, cujo nome foi eternizado na literatura por Machado de Assis. Além disso, é um leitor voraz de literatura brasileira contemporânea. 

ENTREVISTA: 

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário? 

André Casagrande: Minha primeira publicação foi Jesus na ótica da literatura (2011), um ensaio sobre o Cristo presente na literatura brasileira contemporânea. Após um interregno de cinco anos, publiquei A utópica Teresevile (2016), romance histórico que retrata a implantação de uma cidade solidária no interior do Paraná em meados de 1847, por Jean-Maurice Faivre, médico francês da corte do imperador Dom Pedro II. Em 2017, por ocasião das comemorações dos quinhentos anos da Reforma Protestante, escrevi Uma outra herança reformada (em co-autoria), o livro traz reflexões a partir de Sébastien Castellion, a quem o escritor Stefan Zweig denomina “o apóstolo da tolerância”. Meu trabalho mais recente é Sansão na ótica da literatura (2021), uma tentativa de ler a Bíblia com as ferramentas das Teorias Literárias. 

Conexão Literatura: Você é autor do livro "Sansão na ótica da literatura". Poderia comentar? 

André Casagrande: Este livro surgiu da constatação de que praticamente inexiste bibliografia disponível sobre Sansão no Brasil. Embora seja um personagem que continue vivo no imaginário ocidental, a narrativa sansoniana permanece envolta em mistérios, sendo uma das histórias mais polêmicas, complexas e controversas do cânon bíblico. O livro lança luzes sobre aquela, que, possivelmente, seja uma das narrativas mais estranhas da Bíblia. 

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho que você acha especial em seu livro?  

André Casagrande: Enfatizo aquilo que torna Sansão tão complexo e, ao mesmo tempo, tão especial, quando comparado às demais personagens bíblicas: “Não há nas Escrituras Sagradas, pensando-se aí tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, história paralela e similar a essa. Sansão é único. Não há nos registros bíblicos outro personagem com façanhas lendárias como a dele. O escritor russo Wladimir Jabotinsky, no romance Sansão, propõe constatação semelhante à que fazemos, quando, em determinado momento da narrativa ficcional, um dos príncipes filisteus diz a Sansão: ‘Conta-nos lendas de Creta e de Troia, sobre heróis que talvez tenham sido seus irmãos. Mas nunca se ouviu falar de tais homens na tribo de sua mãe ou nas tribos de Israel’” (pg. 22). 

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

André Casagrande: O livro pode ser adquirido pelo site da Editora Reflexão. Segue o link para aquisição: https://www.editorareflexao.com.br/teologia/pre-venda-sansao-na-otica-da-literatura. 

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

André Casagrande: A leitura e a escrita caminham de mãos dadas. À medida que leio, escrevo. Quero escrever mais ficção. Esse foi, inclusive, o conselho que Frei Betto me deu quando lhe entreguei em mãos meu primeiro romance: “André, não pare de escrever ficção”. Tenho formação protestante. Nasci em uma família protestante. Tornei-me pastor protestante. Existe, no Brasil, a meu ver, falta de romancistas de raiz e tradição protestantes. Talvez, o único seja Josué Montello (1917-2006), escritor maranhense, cujo romance Os degraus do Paraíso estou lendo.    

Perguntas rápidas:  

Um livro: A arte de semear estrelas (Frei Betto)        

Um (a) autor (a): Miguel Sanches Neto e Raduan Nassar

Um cantor ou cantora: Oswaldo Montenegro

Um dia especial: Todos os dias são especiais 

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

André Casagrande: Agradeço a oportunidade concedida pela revista Conexão Literatura para divulgação de meu trabalho literário. Desejo sucesso e vida longa a esse importante veículo de disseminação da literatura brasileira.

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quarta-feira, 21 de julho de 2021

O Senhor dos Anéis e O Pequeno Príncipe invadem "Alex e os Monstros"

 


Clássicos da literatura enriquecem quarto volume da série espanhola; publicada no Brasil pela Carochinha, coleção reúne mais de 600 mil leitores pelo mundo

Depois de Robert Louis Stevenson, Lewis Carroll, Homero, Shakespeare e Agatha Christie, é a vez de Antoine de Saint-Exupéry e J.R.R. Tolkien participarem da coleção espanhola Alex e os Monstros. Publicada no Brasil pela Carochinha Editora, a série apresenta ao jovem leitor clássicos da literatura mundial para estimular a leitura por meio de um personagem que, inicialmente, não gosta de ler.

O escritor Jaume Copons e a ilustradora Liliana Fortuny propõem uma novidade no formato da narrativa. Ao longo de cada volume, misturam a tradicional prosa com os divertidos quadrinhos: tudo para cativar o leitor. Nesta quarta obra, Alex e os Monstros: A guerra do bosque, o protagonista Alex e os monstrinhos vão para uma excursão escolar e lá precisam evitar um novo conflito entre fadas e duendes.

“Fui dormir pensando se Antoine de Saint-Exupéry, o autor de O Pequeno Príncipe, não era o aviador da história, porque ele também foi piloto e também sofreu um acidente com seu avião no deserto do Saara. Aquela noite sonhei com o asteroide B612, o planeta do pequeno príncipe.”
(Alex e os Monstros: A guerra da bosque, p. 48)

Já no 19º volume na Espanha e com mais de 600 mil leitores ao redor do globo, a série deve incentivar o hábito pela leitura por muitas gerações do público infantojuvenil brasileiro – o planejamento da editora é de que sejam publicados em média dois livros da coleção por ano no Brasil. Mais de 60 mil exemplares da série já chegaram até a casa de pequenos leitores em território nacional, a maior parte deles por meio do maior clube de assinatura de livros infantis do país.

Alex e os Monstros, seja para adultos ou pra crianças, é um registro de que personagens clássicos, como Alice, Pinóquio, Chapeuzinho Vermelho, o Patinho Feio e João Felpudo, sempre serão lembranças de preciosos momentos na companhia dos livros. 

FICHA TÉCNICA
Título: 
Alex e os Monstros
Subtítulo: A guerra do bosque
Editora: Carochinha
Autor: Jaume Copons
Ilustradora: Liliana Fortuny
ISBN: 978-65-5949-008-0
Páginas: 152 páginas
Formato:  14,5 x 21 cm
Preço: R$ 44,90
Link de venda: https://www.carochinhaeditora.com.br/produto/alex-e-os-monstros-vol-4-a-guerra-do-bosque/
Faixa etária indicada: a partir de 8 anos

Sobre o autor: Jaume Copons nasceu em Barcelona, em 1966. Além dos livros e roteiros, também compôs músicas, anúncios e manchetes de programas e séries de televisão. No final de 2013 conheceu a ilustradora Liliana Fortuny e iniciou a série Agus y los Monstruos – título original em espanhol. Gosta de escutar a mesma música muitas vezes e ler vários livros ao mesmo tempo. 

Sobre a ilustradoraLiliana Fortuny dedica metade de seu tempo a projetos de capas de discos, vídeos musicais, animações e, claro, livros. Na outra metade, Liliana aproveita para inventar universos fantásticos, ficar na varanda do apartamento em que mora em Barcelona, na Espanha. 

Link com mais informações sobre a série original: https://www.agusandmonsters.com/es/

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Conheça Uma ode ao Criador: a história do herói dos séculos narrada em uma poesia lírica, de Alisson R. do Nascimento


Uma Ode ao Criador surgiu da ideia de relacionar um sentimento intenso em relação a Deus. Neste livro, salientam-se os atos heroicos de Cristo Jesus em amor à raça humana, sob obediência do seu pai, o grande Jeová Deus. O livro compartilha algumas curas milagrosas realizadas por Jesus, alguns livramentos recebidos pelo povo mediante a graça e amor Dele.  Também são contadas as histórias de alguns homens que tiveram suas vidas transformadas pelo poder e amor de Cristo, algumas promessas de Deus a seu povo sendo cumpridas e as consequências que surgem após nossos atos serem realizados, sendo eles bons ou ruins.


PARA ADQUIRIR A OBRA: CLIQUE AQUI.
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Entrevista com a escritora e tradutora Amanda Magri

Amanda Magri - Foto divulgação

Amanda Magri de Abreu é uma artista, escritora e tradutora de 26 anos, formada em letras com especialização em tradução e interpretação, pós-graduada em Psicanálise e Arte, que atualmente cursa pós-graduação em História da Arte, tendo já realizado diversos cursos voltados para a área das artes no geral, como desenho, pintura, fotografia e moda. Encontra-se atuando na área da tradução literária há quatro anos, e possui onze livros traduzidos publicados até o momento. Entre seus trabalhos estão grandes obras como “Orgulho e Preconceito”, de Jane Austen, “A Mulher de Branco”, de Wilkie Collins e “Noite e Dia”, de Virginia Woolf.

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Amanda Magri: Assim como muitos escritores, comecei a ler desde criança e não parei mais. Também escrevo histórias desde os treze anos de idade e sempre soube que gostaria de trabalhar com o mundo dos livros, não somente graças ao meu amor pela literatura, mas também meu amor pela arte. Sendo assim, resolvi cursar a faculdade de letras, já com foco em tradução literária, para que pudesse “vestir a pele” de meus autores favoritos. E, enquanto estava na faculdade, logo fui em busca do meu sonho de trabalhar em editoras.

Conexão Literatura: Você é tradutora e já traduziu excelentes e importantes obras, como Orgulho & Preconceito, de Jane Austen (Editora Pedrazul). Poderia comentar? 

Amanda Magri: Eu acabei caindo no mundo dos clássicos logo na adolescência, e a Era Vitoriana sempre me chamou muito a atenção, por conta disso, quase que naturalmente Jane Austen se tornou uma de minhas autoras prediletas desde essa época, tendo pesquisado incansavelmente sobre sua vida, e escrito diversos ensaios a respeito de sua obra durante a faculdade, foi um verdadeiro sonho poder traduzir Austen. Bem, não somente Austen, mas também Virginia Woolf, Lucy Maud Montgomery e tantos outros.

Conexão Literatura: Você participou recentemente da antologia Bruxas II, organizada pela Revista Conexão Literatura. Poderia comentar sobre o seu conto e sobre a importância em participar de uma antologia? 

Amanda Magri: Bom, como tudo o que escrevo, é um processo extremamente orgânico e também repentino, a inspiração recai sobre mim de maneiras inesperadas, e sou obrigada a atender a esse chamado, sempre foi assim. 

Eu me deparei com a publicação sobre a antologia Bruxas II em um momento em que estava bastante reflexiva, graças também ao contexto pandêmico, sendo forçada a olhar para o meu eu interior, senti algo forte que me impelia a lançar produções autorais, um sonho que eu tinha tanto receio em realizar, e essa é a importância da antologia para mim. 

Conexão Literatura: Logo você irá publicar um livro infantil. Você já pode mencionar o título e mais detalhes sobre o lançamento?  

Amanda Magri: Talvez inspirada pela temática da antologia, produzi um livro infantil com a temática de bruxinhas, a fim de promover novas heroínas, a quebra de esteriótipos e a diversidade de maneira simples, leve e divertida. Será uma obra lançada pela editora Palavra e Verso, mas infelizmente ainda não posso revelar mais detalhes.

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para saber mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Amanda Magri: Confesso que não sou uma pessoa tão focada nas redes sociais, mas sempre busco atualizar o meu Instagram (@amandamagrideabreu), falando principalmente sobre a minha vida profissional e meus projetos no geral.

Conexão Literatura: Além do livro infantil, existem outros projetos em pauta? 

Amanda Magri: Sim, além de um material extenso produzido ao longo dos anos, e que recentemente venho os observando com uma nova visão e possibilidades, estou também escrevendo algo totalmente novo e do zero, assim como estou envolvida em um projeto em parceria com meu grande amigo e ilustrador Carlos Eduardo Dardis. E espero que minhas produções possam vir a público em breve.

Perguntas rápidas:

Um livro: Emily de Lua Nova

Um (a) autor (a): Arthur Conan Doyle

Um ator ou atriz: Marilyn Monroe

Um filme: Clube dos Cinco

Um dia especial: 20 de Novembro

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Amanda Magri: Gostaria de deixar uma mensagem para que sempre valorizemos a leitura, mesmo quando não é erudita. A leitura também é prazer, sonhos e arte; e nós podemos apreciá-la de diversas formas.

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terça-feira, 20 de julho de 2021

Envie o seu conto ou poema para a antologia (e-book) SOBRENATURAL. Leia o edital


PARTICIPE DA ANTOLOGIA (E-BOOK): SOBRENATURAL - CONTOS E POEMAS

REGRAS PARA PARTICIPAÇÃO NA ANTOLOGIA DIGITAL "SOBRENATURAL - CONTOS E POEMAS":

1 - Escrever um poema ou conto de terror/sobrenatural. Aceitaremos até 2 contos ou 2 poemas por autor. Caso sejam aprovados, os 2 textos serão publicados.

2 - SOBRE O CONTO OU POEMA: até 4 páginas, fonte Times ou Arial, tamanho 12, incluindo título.
     
3 - Tipo de arquivo aceito: documento do Word (arquivos em PDF serão deletados).

4 - O conto ou poema não precisa ser inédito, desde que os direitos autorais sejam do autor e não da editora ou qualquer outra plataforma de publicação.

5 - Idade mínima do autor para participação na antologia: 18 anos completos. Menores de idade irão precisar de autorização dos pais ou responsável, caso o conto ou poema seja aprovado.

6 - Envie o conto ou poema pré-revisado. Leia e releia antes de enviá-lo.

7 - Data para envio do conto ou poema: do dia 20/07/21 até 21/08/21.

8 - Veja ficha de inscrição no final desse texto. Leia, copie as informações e preencha. Envie as informações da ficha + o conto ou poema para o e-mail: contato@edgarallanpoe.com.br. Escreva no título do e-mail: SOBRENATURAL - CONTOS E POEMAS

CUSTO PARA O AUTOR:

R$ 50,00 por conto ou poema. Caso o autor envie 2 poemas ou 2 contos e tenha os dois selecionados, o valor será R$ 100,00. As informações para depósito serão informadas ao autor no e-mail que enviaremos caso o conto ou poema seja aprovado.
O valor servirá para cobrir os custos de leitura crítica e revisão, diagramação e divulgação da obra.

A antologia será digital (e-book) e gratuita para os leitores baixarem através de download, ela não será vendida. A antologia será amplamente divulgada nas redes sociais da Revista Conexão Literatura: Fanpage e Grupos do Facebook e Instagram, que somam cerca de 190 mil seguidores.

O resultado será divulgado no site www.revistaconexaoliteratura.com.br e na fanpage www.facebook.com/conexaoliteratura, até o dia 22/08/21 (a data poderá ser prorrogada).

OBS: Enviaremos certificado digital de participação para os autores selecionados.


NOSSOS CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO:

A) - Criatividade;

B) - Textos preconceituosos, homofóbicos, racistas ou que usem palavras de baixo calão, serão desconsiderados;

C) - Seguir todas as regras para participação.

OBS.: Ademir Pascale, idealizador do concurso, disponibilizou para download uma apostila intitulada "Oficina Jovem Escritor", com dicas para quem está iniciando no mundo da escrita. Baixe gratuitamente, leia e pratique: CLIQUE AQUI.


FICHA DE INSCRIÇÃO DO AUTOR(A)

Nome completo do autor(a):

Seu Pseudônimo (caso use), para publicação na antologia:

Idade:

Título do conto ou poesia:

E-mail 1:
E-mail 2 (caso tenha):

Biografia em terceira pessoa (escreva sobre você num máximo de 7 linhas):
 

IMPORTANTE: Envie todas essas informações da ficha de inscrição para o e-mail: contato@edgarallanpoe.com.br. Escreva no título do e-mail: SOBRENATURAL - CONTOS E POEMAS

O envio da ficha de inscrição + poesia ou conto para o e-mail indicado significa que o autor(a) leu todas as informações e regras dessa página para participação na antologia.

Não fique fora dessa. O concurso cultural será amplamente divulgado nas redes sociais.

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OBS.: para conhecer e participar de outras de nossas antologias: clique aqui.


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