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quarta-feira, 3 de novembro de 2021

Prêmio Sesc de Literatura lança os livros vencedores de 2021 em evento virtual


Fabio Horácio-Castro e Diogo Monteiro
, ganhadores nas categorias Romance e Conto, participam de live no dia 08 de novembro

 

Rio de Janeiro, 01 de novembro de 2021- Os dois livros vencedores do Prêmio Sesc de Literatura 2021 serão lançados no próximo dia 08, às 19h, em evento virtual, promovido pelo Sesc e pela editora Record. Na live, Fabio Horácio-Castro e Diogo Monteiroganhadores nas categorias Romance e Conto, apresentam suas obras ao público e falam sobre o processo criativo e a expectativa em relação ao ingresso no mercado editorial. O encontro será transmitido pela página do Prêmio Sesc no Facebook e pelo YouTube Sesc Brasil. 

 

No bate-papo, os vencedores vão dialogar sobre o conteúdo dos seus livros, a trajetória de cada um deles na literatura e como conduzem o processo criativo. Eles também vão ler trechos dos seus livros durante o evento.  

 

Neste lançamento virtual, o público também poderá rever os vencedores da edição de 2020, Caê Guimarães e Tônio Caetano, que participam do debate com os novos autores. Eles vão contar suas experiências e como o Prêmio contribuiu para divulgar sua arte literária.

 

Haverá lançamentos presenciais em Belém, dia 12 de novembro, com a presença do autor paraense Fabio Horácio-Castro, e no Recife, no dia 10 de novembro, com a presença do pernambucano Diogo Monteiro.

 

Neste ano, o Prêmio recebeu a inscrição de 1688 livros, sendo 850 em Romance e 838 em Conto. Há 18 anos, o Prêmio Sesc de Literatura revela anualmente dois escritores, sempre nas categorias Romance e Conto. Nesse período, se tornou uma das mais importantes premiações do país, ao oferecer oportunidades a novos escritores contribuindo para impulsionar a renovação no panorama literário brasileiro. O Prêmio é considerado referência por críticos literários, escritores brasileiros e visto como porta de entrada para o mercado editorial do país. 

 

Sobre os livros vencedores

 

O réptil melancólico fala de colonialidade, colonialismo e colonização. De questões de identidade e pertencimento. Dos sentidos e das narrativas da história. Das alegorias sobre a Amazônia e da Amazônia como alegoria. A narrativa parte do retorno de Felipe para sua cidade, após longa estadia fora do país. Ele seguira para o exílio na primeira infância, levado por sua mãe, militante política perseguida e torturada pelo regime militar brasileiro. Nesse processo de retorno, reestabelece contato com sua família paterna, particularmente com seu primo Miguel, que está fazendo o processo oposto: o de partir da cidade.

 

O que a casa criou é um livro sobre o espanto. Todos os seus 16 contos, inclusive o que dá nome ao volume, tratam de alguma forma sobre a possibilidade de encontrar o inusitado a qualquer momento, na virada de uma esquina ou no abrir de uma porta. São histórias sobre a fragilidade do real e do nosso confortável conceito de realidade, e sobre como a quebra dessa normalidade age sobre pessoas, lugares e coisas. 

Sobre os autores

Fabio Horácio-Castro, paraense e jornalista de formação, tem 52 anos, é professor universitário e venceu com o romance O réptil melancólico. “É a minha primeira participação no Prêmio Sesc e não esperava vencer na categoria. Escrevo mais sobre pesquisas relacionadas ao Amazonas. Como eu tinha um projeto deste livro, aproveitei o isolamento da pandemia, finalizei a obra e me inscrevi. Fiquei muito contente com o retorno”, comemora.

Já o pernambucano Diogo Rios Monteiro, de 43 anos, também é jornalista e atua com pesquisa de opinião e estratégia. Ele venceu com a coletânea de contos O que a casa criou. “Sempre escrevi e participava de algumas coletâneas, mas nunca tinha pensado no Prêmio. Este ano, tive um livro infanto-juvenil publicado pela primeira vez, o Relógio de Sol. Agora, será a segunda vez que coloco uma obra para o público com o Prêmio Sesc, na categoria conto”, destaca.

O Prêmio Sesc de Literatura hoje figura ao lado das maiores premiações nacionais. Os vencedores têm suas obras publicadas e distribuídas pela editora Record, parceira do Sesc no projeto.

 

Mais informações em www.sesc.com.br/premiosesc 

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sexta-feira, 1 de janeiro de 2021

Nossa primeira edição do ano destaca o professor, palestrante e escritor Marcus Garcia de Almeida, autor do livro Acha que sou idiota? Uma crônica do mundo corporativo


EDITORIAL

Inicio de ano. Novos sonhos, novas etapas e muito trabalho. E para começarmos com o pé direito, destacamos o professor, palestrante e escritor Marcus Garcia de Almeida, autor do excelente livro Acha que sou idiota? Uma crônica do mundo corporativo. Confira a entrevista exclusiva que fizemos com ele.

Nas páginas da revista o leitor também encontrará dicas de livros, entrevistas com escritores, crônicas, contos e muito mais.

Participe da nossa edição de fevereiro, seja com conto, crônica ou poema. Você também poderá divulgar o seu livro ou editora. Saiba como: clique aqui.

Tenha uma ótima leitura!


Para baixar a edição da Revista Conexão Literatura nº 67: CLIQUE AQUI.

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Ademir Pascale - Editor-Chefe
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quinta-feira, 31 de dezembro de 2020

Feliz Ano Novo!


Hoje é um dia especial, dia em que nos despediremos de 2020, ano de muitos confrontos internos e externos, muita carga negativa por conta da pandemia, muitas infelicidades por causa das pessoas que se foram devido à doença, enfim, é um ano que não será lembrado por muita gente. 

E é por isso que devemos começar o amanhã, o 2021 com toda carga positiva que tivermos, desejando felicidade de coração, deixando o amor se refletir e florir em cada palavra e gesto, sentir e pensar coisas boas para que realmente os fluídos do bem possam existir, enfim, cada palavra, cada pensamento “ganha corpo” no Universo e para que ele se expanda pulsando energia boa e renovável é necessário que todos estejamos conectados para que se possa fluir a corrente do bem!

É isso aí, boa passagem de ano para todos e agradeço de coração o carinho e o apoio de você amigo, que está sempre curtindo o site e a Revista Conexão Literatura, o nosso muito obrigada!

Abraços,

Míriam Santiago

Alternativas para celebrar a chegada de 2021 com segurança 

É possível se divertir, rever pessoas queridas e ao mesmo tempo evitar aglomerações; cuidados com o coronavírus não podem ser esquecidos

O ano de 2020 está chegando ao fim e já começaram os preparativos para receber 2021 com muitos desejos de que seja um ano muito melhor para toda a humanidade. 

No entanto, ainda não podemos nos descuidar na prevenção ao coronavírus, principalmente durante as comemorações pela chegada de um novo ano. Por isso, confira abaixo algumas alternativas à tradicional festa presencial de Réveillon, que deve ser evitada.

- Faça uma celebração virtual

São muitas as ferramentas disponíveis para um encontro virtual com a família para ajudar a matar a saudade. Você pode apreciar um jantar com amigos e familiares pela tela do celular ou computador e também planejar uma contagem regressiva virtual.

- Comemore em casa com as pessoas com quem você mora

Aproveite essa fase para curtir a família. Decore a casa, monte playlists de músicas animadas e chame todos para dançar, principalmente na hora da virada. Você também pode promover uma festa do pijama, uma maratona de filmes ou desafiar alguém para um jogo de videogame.

- Interaja com seus vizinhos

Para integrar a comunidade, que tal organizar uma contagem regressiva com seus vizinhos? Quem mora próximo pode se organizar para cada um em sua casa, no seu portão ou em suas janelas, comemorar juntos a chegada de 2021.

É importante celebrar, mas sem se esquecer da segurança!


Míriam Santiago: jornalista e atua em assessoria de Comunicação. Desde que se formou também em Letras, publica livros de gêneros diversificados. Escreve contos, crônicas, minicontos e nanocontos. Possui blog cultural sobre literatura, cinema, fotografia, cursos, antologias, livros e eventos, entre outros. 

Blog: http://miriammorganuns.blogspot.com/ Contato: miriansssantos@gmail.com

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sábado, 26 de dezembro de 2020

Já traçou suas metas literárias para 2021?, por Simone Fontarigo


Alice perguntou: 

― Gato Cheshire, pode me dizer qual o caminho que eu devo tomar?

― Isso depende muito do lugar para onde você quer ir ― disse o Gato.

― Eu não sei para onde ir! – disse Alice.

― Se você não sabe para onde ir, qualquer caminho serve.

(Alice no País das Maravilhas – Lewis Carroll)

O famoso diálogo entre Alice e o gato no livro Alice no País das Maravilhas tornou-se uma das mais importantes lições que devemos aprender: se não soubermos para onde queremos ir e onde pretendemos chegar, não importa o caminho que vamos tomar, pois provavelmente não chegaremos a lugar nenhum.

É por isso que tanto se fala em Planejamento, principalmente quando um novo ano está para se iniciar. Sem ele, fica muito difícil ter persistência nos nossos objetivos, com tantas coisas que vão aparecendo pelo caminho para nos desviar dele e nos tirar o foco.

E como fazer um bom planejamento? Qualquer livro sobre Produtividade nos ensina, mas vou resumir aqui para você:

Em primeiro lugar é preciso ter metas específicas e viáveis, para que não desistamos no meio do caminho. E é importante registrá-las, para que elas se tornem um compromisso que assumimos com nós mesmos. Por exemplo:

Meta: Em 2021 vou terminar de escrever meu livro / começar a escrever um romance / divulgar o livro que publiquei de forma independente (presta atenção que os verbos têm que estar no infinitivo, segundo os especialistas (terminar, começar, divulgar etc)).

Depois de traçar suas metas, especifique o que efetivamente você vai fazer para alcançá-las, também com verbos que indiquem ação. Por exemplo:

Meta: Terminar de escrever meu livro / Começar a escrever meu romance

• Escrever pelo menos uma hora por dia

• Ler um livro por mês, para me inspirar e melhorar minha escrita

Meta: Divulgar o livro que publiquei de maneira independente

• Enviar o livro para influenciadores literários

• Fazer anúncios patrocinados no Instagram uma vez por semana

E por aí vai, esses são apenas alguns exemplos para te inspirar. Lembrando que as metas literárias não servem só para escritores, mas também para quem gosta de ler, mas acaba lendo menos do que gostaria. Nesses casos, também é possível traçar metas de leitura, como por exemplo: “Vou ler dois livros por semestre”; “vou pedir livros de presente de aniversário”; vou criar o hábito de ler pelo menos um capítulo de um livro antes de dormir”. 

Então bora colocar as metas literárias no papel ainda essa semana? 2021 já está aí...que ele traga muita paz, saúde, harmonia, bons livros e muita leitura para todos nós! 


Simone Fontarigo é jornalista e escritora, com poesias e contos publicados em diversas antologias. Nascida e criada no Rio de Janeiro, é casada e tem um filho.

simone.fontarigo@gmail.com 

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quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

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