Resenha da série Altered Carbon (NetFlix), baseada no livro de mesmo título, por Ademir Pascale

SOBRE O LIVRO: Carbono alterado é o eletrizante thriller de ficção científica que inspirou a série da Netflix. No século XXV, a humanidade ...

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domingo, 3 de outubro de 2021

Já está disponível o e-book TRASH - CONTOS E POEMAS SOBRE O FIM DO MUNDO. baixe o seu


FICHA TÉCNICA DO E-BOOK "TRASH - CONTOS E POEMAS SOBRE O FIM DO MUNDO":

TÍTULO: Trash - Contos e Poemas Sobre o Fim do Mundo
ORGANIZADOR: Ademir Pascale
COAUTORES:
Carol Peace - A Gênese da Aniquilação
Roberto Minadeo - Tigre Branco
Alessandro Mathera - Através do céu
Roberto Schima - Que M...!
Noel Rosa de Castro - Espaço Tempos
G. M. DHOSS - Amor zumbi: o fim dos tempos
Ney Alencar - O Homem que não Morria
Giuliano Zanchi - Pela Primeira Vez Em Muito Tempo, Eu Estava Sorrindo
Ana Martins - O fim do mundo em instantes
TIPO: E-book
Nº DE PÁGINAS: 52
ANO: 2021 

PARA BAIXAR O E-BOOK GRATUITAMENTE: CLIQUE AQUI.

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sábado, 26 de junho de 2021

Participe da antologia (e-book) FICÇÃO CIENTÍFICA - CONTOS E POEMAS - VOL. II. Leia o edital


PARTICIPE DA ANTOLOGIA (E-BOOK): FICÇÃO CIENTÍFICA - CONTOS E POEMAS - VOL. II

REGRAS PARA PARTICIPAÇÃO NA ANTOLOGIA DIGITAL "FICÇÃO CIENTÍFICA - CONTOS E POEMAS - VOL. II":

1 - Escrever um poema ou conto de ficção científica (futuro, passado ou presente), sobre qualquer assunto: viagens no tempo, alienígenas, outros mundos, robôs, OVNIs, etc. Aceitaremos até 2 contos ou 2 poemas por autor. Caso sejam aprovados, os 2 textos serão publicados.

2 - SOBRE O CONTO OU POEMA: até 4 páginas, fonte Times ou Arial, tamanho 12, incluindo título. Espaçamento 1,5.
     
3 - Tipo de arquivo aceito: documento do Word (arquivos em PDF serão deletados).

4 - O conto ou poema não precisa ser inédito, desde que os direitos autorais sejam do autor e não da editora ou qualquer outra plataforma de publicação.

5 - Idade mínima do autor para participação na antologia: 18 anos completos. Menores de idade irão precisar de autorização dos pais ou responsável, caso o conto ou poema seja aprovado.

6 - Envie o conto ou poema pré-revisado. Leia e releia antes de enviá-lo.

7 - Data para envio do conto ou poema: do dia 01/06/21 até 03/07/21.

8 - Veja ficha de inscrição no final desse texto. Leia, copie as informações e preencha. Envie as informações da ficha + o conto ou poema para o e-mail: contato@edgarallanpoe.com.br. Escreva no título do e-mail: FICÇÃO CIENTÍFICA - CONTOS E POEMAS - VOL. II

CUSTO PARA O AUTOR:

R$ 50,00 por conto ou poema. Caso o autor envie 2 poemas ou 2 contos e tenha os dois selecionados, o valor será R$ 100,00. As informações para depósito serão informadas ao autor no e-mail que enviaremos caso o conto ou poema seja aprovado.
O valor servirá para cobrir os custos de leitura crítica e revisão, diagramação e divulgação da obra.

A antologia será digital (e-book) e gratuita para os leitores baixarem através de download, ela não será vendida. A antologia será amplamente divulgada nas redes sociais da Revista Conexão Literatura: Fanpage e Grupos do Facebook, Instagram e Twitter, que somam cerca de 200 mil seguidores.

O resultado será divulgado no site www.revistaconexaoliteratura.com.br e na fanpage www.facebook.com/conexaoliteratura, até o dia 04/07/21 (a data poderá ser prorrogada).

OBS: Enviaremos certificado digital de participação para os autores selecionados.


NOSSOS CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO:

A) - Criatividade;

B) - Textos preconceituosos, homofóbicos, racistas ou que usem palavras de baixo calão, serão desconsiderados;

C) - Seguir todas as regras para participação.

OBS.: Ademir Pascale, idealizador do concurso, disponibilizou para download uma apostila intitulada "Oficina Jovem Escritor", com dicas para quem está iniciando no mundo da escrita. Baixe gratuitamente, leia e pratique: CLIQUE AQUI.


FICHA DE INSCRIÇÃO DO AUTOR(A)

Nome completo do autor(a):

Seu Pseudônimo (caso use), para publicação na antologia:

Idade:

Título do conto ou poesia:

E-mail 1:
E-mail 2 (caso tenha):

Biografia em terceira pessoa (escreva sobre você num máximo de 7 linhas):
 

IMPORTANTE: Envie todas essas informações da ficha de inscrição para o e-mail: contato@edgarallanpoe.com.br. Escreva no título do e-mail: FICÇÃO CIENTÍFICA - CONTOS E POEMAS - VOL. II

O envio da ficha de inscrição + poesia ou conto para o e-mail indicado significa que o autor(a) leu todas as informações e regras dessa página para participação na antologia. Se entrarmos em contato, por favor responda o e-mail.

Não fique fora dessa. O concurso cultural será amplamente divulgado nas redes sociais.

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sábado, 15 de maio de 2021

Participe da antologia (e-book) FICÇÃO CIENTÍFICA - CONTOS E POEMAS. Leia o edital


PARTICIPE DA ANTOLOGIA (E-BOOK): FICÇÃO CIENTÍFICA - CONTOS E POEMAS

REGRAS PARA PARTICIPAÇÃO NA ANTOLOGIA DIGITAL "FICÇÃO CIENTÍFICA - CONTOS E POEMAS":

1 - Escrever um poema ou conto de ficção científica (futuro, passado ou presente), sobre qualquer assunto: viagens no tempo, alienígenas, outros mundos, robôs, OVNIs, etc. Aceitaremos até 2 contos ou 2 poemas por autor. Caso sejam aprovados, os 2 textos serão publicados.

2 - SOBRE O CONTO OU POEMA: até 4 páginas, fonte Times ou Arial, tamanho 12, incluindo título. Espaçamento 1,5.
     
3 - Tipo de arquivo aceito: documento do Word (arquivos em PDF serão deletados).

4 - O conto ou poema não precisa ser inédito, desde que os direitos autorais sejam do autor e não da editora ou qualquer outra plataforma de publicação.

5 - Idade mínima do autor para participação na antologia: 18 anos completos. Menores de idade irão precisar de autorização dos pais ou responsável, caso o conto ou poema seja aprovado.

6 - Envie o conto ou poema pré-revisado. Leia e releia antes de enviá-lo.

7 - Data para envio do conto ou poema: do dia 19/04/21 até 19/05/21.

8 - Veja ficha de inscrição no final desse texto. Leia, copie as informações e preencha. Envie as informações da ficha + o conto ou poema para o e-mail: contato@edgarallanpoe.com.br. Escreva no título do e-mail: FICÇÃO CIENTÍFICA - CONTOS E POEMAS

CUSTO PARA O AUTOR:

R$ 50,00 por conto ou poema. Caso o autor envie 2 poemas ou 2 contos e tenha os dois selecionados, o valor será R$ 100,00. As informações para depósito serão informadas ao autor no e-mail que enviaremos caso o conto ou poema seja aprovado.
O valor servirá para cobrir os custos de leitura crítica e revisão, diagramação e divulgação da obra.

A antologia será digital (e-book) e gratuita para os leitores baixarem através de download, ela não será vendida. A antologia será amplamente divulgada nas redes sociais da Revista Conexão Literatura: Fanpage e Grupos do Facebook, Instagram e Twitter, que somam cerca de 200 mil seguidores.

O resultado será divulgado no site www.revistaconexaoliteratura.com.br e na fanpage www.facebook.com/conexaoliteratura, até o dia 21/05/21 (a data poderá ser prorrogada).

OBS: Enviaremos certificado digital de participação para os autores selecionados.


NOSSOS CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO:

A) - Criatividade;

B) - Textos preconceituosos, homofóbicos, racistas ou que usem palavras de baixo calão, serão desconsiderados;

C) - Seguir todas as regras para participação.

OBS.: Ademir Pascale, idealizador do concurso, disponibilizou para download uma apostila intitulada "Oficina Jovem Escritor", com dicas para quem está iniciando no mundo da escrita. Baixe gratuitamente, leia e pratique: CLIQUE AQUI.


FICHA DE INSCRIÇÃO DO AUTOR(A)

Nome completo do autor(a):

Seu Pseudônimo (caso use), para publicação na antologia:

Idade:

Título do conto ou poesia:

E-mail 1:
E-mail 2 (caso tenha):

Biografia em terceira pessoa (escreva sobre você num máximo de 7 linhas):
 

IMPORTANTE: Envie todas essas informações da ficha de inscrição para o e-mail: contato@edgarallanpoe.com.br. Escreva no título do e-mail: FICÇÃO CIENTÍFICA - CONTOS E POEMAS

O envio da ficha de inscrição + poesia ou conto para o e-mail indicado significa que o autor(a) leu todas as informações e regras dessa página para participação na antologia. Se entrarmos em contato, por favor responda o e-mail.

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domingo, 28 de junho de 2020

Tem um Alienígena Sentado no Sofá


Quer ver Fantasmas?
Contactar Espíritos?
Conhecer outras dimensões? 

Se você é daqueles que morre de curiosidade em ver coisas de “outro mundo” porém o mais perto que chegou de alguma experiência paranormal foi através da Netflix, estamos aqui para te mostrar algo novo. A possibilidade real de se poder vivenciar tais experiências.

Com mais de trinta anos de tentativas e muitas histórias beirando o inacreditável, este acervo traz as maiores conquistas (e medos) destes exploradores no campo do sobrenatural.

Da projeção astral a Rituais Xamânicos e Cerimônias Indígenas com o uso de Plantas Sagradas, passando por Centros Espíritas, Terreiros de Umbanda e consultas com o Além através de ferramentas exotéricas e psicografia, todos os parâmetros de evolução nesta área do desconhecido foram medidos através dos níveis de arrepios e frios no estômago. Quanto maior o susto, mais bem sucedido era o experimento.

Se expressões do tipo sair do corpo, amparadores, consciências extrafísicas, espiritismo, psicografia, pai de santo, preto véio, alma penada, Ayahuasca, Santo Daime, respiratorianismo, fenômenos sobrenaturais, experiências paranormais, incorporação, obsessores, hipnose, regressão a vidas passadas... não lhe incomodam ou causam qualquer nível de desconforto, essa leitura é para você.    

Sempre com o máximo de curiosidade e muito respeito, tratamos de avançar – com colaboradores físicos e extra-físicos – neste mundo místico e mágico que é, de longe, muito mais interessante que a nossa realidade cotidiana. Ao abrirmos a mente e sairmos um pouco da normalidade do dia a dia, eventos incríveis acontecem. Podemos ver, ouvir e sentir coisas.

Abram a mente e relaxem. O primeiro fantasma nunca se esquece e o primeiro susto é sempre o pior.

Autores:
Jeferson Biela & Maria Formosinho

Saiba mais:

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quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Um conto de horror no espaço: "Borboletas", por Edmund Cooper

Foto divulgação
*Por Roberto Fiori

A nave de reconhecimento “Prometheus” entrou em órbita do Planeta Cinco, no Sistema Planetário duplo de Sírio. Este, uma grande estrela, com um único planeta vermelho junto a ela, singrava pelo Universo em companhia de sua Companheira, estrela anã branca, com sete planetas a seu redor. Cada um dos sóis situava-se na extremidade do Sistema Planetário, afastadas, trazendo seus próprios mundos. Na nave seguiam o capitão Trenoy, o Dr. Blane, físico, psicólogo e cirurgião, e o Dr. Luiss, geólogo e bioquímico. Vieram da Terra galgando um abismo de 8,5 anos-luz, durante 18 meses, o que significava que na Terra se passariam 35 anos quando voltassem, devido ao efeito da propulsão relativística de seus motores.

Além dos homens, viera Whizbang, robô positrônico de dois metros de altura. Os tripulantes decidiram que Whizbang deveria descer primeiro no Planeta Cinco, precaução extra e aparentemente desnecessária, visto que não havia sinal de vida hostil naquele mundo, seiscentos quilômetros abaixo. Mas cuidado nunca era demais... No planeta, havia a dezoito quilômetros de onde o módulo de descida aterrissara, montanhas, a mais alta, de mais de dois mil metros de altura; havia rochas vermelhas, negras e púrpuras; uma relva de um metro a um metro e meio de altura. Uma única vida animal, borboletas, esvoaçava em uma nuvem de vinte a trinta em círculos acima do módulo.

O robô recebeu ordens de sair para recolher amostras do ar, realizando medições da radioatividade, pressão do ar e testes dos gases principais, além de fazer uma filmagem dos arredores e, principalmente, das borboletas. Whizbang obedeceu. Na campina, cinquenta espécimes levantaram voo mais distante de onde o robô estava e dirigiram-se para ele, executando, então, um voo em círculos sobre a cabeça da máquina. Whizbang experimentou algo semelhante ao canto: dizia frases desconexas com a tentativa de fazer rimas. Os três homens na “Prometheus” se alarmaram. Tentaram de todas as formas fazer contato com o robô. Mas não obtiveram êxito.

O capitão Trenoy e o geólogo decidiram descer na superfície. Um deles ficaria sempre no módulo. O outro iria ver o que ocorrera com o robô. Levaram, então, pistolas ultrassônicas e pistolas de raios de alta frequência, o suficiente para acabar com qualquer ameaça biológica. Chegando no planeta, os o Dr. Luiss saiu do módulo e dirigiu-se até onde Whizbang estava. Ele tinha emudecido e ficara plantado em uma só perna, em uma posição grotesca.

O Dr. Blane interrogou a máquina, quando ela regressou em um dos módulos. Não se lembrava do que ocorrera, a partir do momento em que as borboletas voaram em círculos ao redor de sua cabeça, e realizaria testes relativos à radioatividade. Lembrava-se de o Dr. Luiss ter se aproximado dele e recriminá-lo devido a sua atitude inconsequente, posteriormente, quando ele e o capitão desceram ao planeta. A nuvem de borboletas sobre a campina parecia maior, e isso deveria ser devido ao disparo de dois segundos da arma ultrassônica que o geólogo fizera contra elas.

O robô, sob ordens do Dr. Luiss, voltara ao módulo e o homem disse que daria uma volta de cem metros para coletar amostras. O capitão saiu do módulo, chamado por Luiss, que afirmara ter descoberto um esqueleto de um animal muito desenvolvido, evolucionariamente falando. Trenoy se reuniu ao geólogo. Avaliaram a carcaça. E as borboletas se aproximaram, um pequeno grupo de vinte. Aproximaram-se, aproximaram-se... os dois homens retiraram muito lentamente seus capacetes.

O robô afirmara que, nesse momento, o cirurgião ordenara que Whizbang regressasse com o máximo de urgência para a “Prometheus”. A ligação fora cortada e o robô subiu para a nave, aumentando a força dos propulsores.

O Dr. Blane decidiu descer no planeta. Na superfície, no local onde Trenoy e Luiss haviam permanecido, uma nuvem de borboletas esvoaçava alguns metros acima deles. Algo obscurecia suas cabeças. O Dr. Blane saiu do módulo e caminhou até eles. Quando chegou perto, viu o que o impedira de ver com clareza as cabeças: não havia cabelo, pele ou carne, apenas o crânio liso e escuro. O cirurgião teve ânsias de vômito. Ele ouviu uma música, então. Era a sinfonia do bater de asas das borboletas, que o atingia como nunca em seu âmago. O médico havia sacado as armas de ultrassom. Agora, deixava-as caírem no chão e tateava com frenesi os fechos do capacete.

Abriu-os. Lágrimas corriam de seus olhos, não pela morte que vinha chegando, mas era a única reação perante uma experiência tão avassaladora que nenhum homem poderia jamais esquecê-la ou repeti-la. Esperou pela morte, ouvindo a música de milhares de lepidópteros carnívoros que se abatiam sobre sua presa, as mandíbulas pequenas, mas poderosas prontas para devorar.

Na nave, o robô positrônico chamou inúmeras vezes pelos tripulantes no planeta, sem resposta. Decidiu partir após dez dias, concluindo que os homens haviam morrido de sede. Uma vez que eles necessitavam de água para sobreviver, e a água no Planeta Cinco possuía estrutura molecular mais complexa do que a da Terra, não poderia ser consumida pelos astronautas. Whizbang não tomara conhecimento da morte dos homens, quando esta se dera. Quando fora atingido pela música dos lepidópteros, ela não era destinada a ele, mas a presas para que fossem subjugadas. O metal de que ele se constituía não era comestível, para as borboletas. O único efeito sobre o robô havia sido a sua “perda da razão” e ausência da realidade.

Ele voltaria para a Terra e contaria o que acontecera no Planeta Cinco. O robô acionou os motores, iniciando a propulsão relativística, certo de que poderia executá-la melhor do que qualquer dos homens que o acompanharam poderia jamais tê-lo feito.

“As Borboletas” (“The Butterflies”) é o nome do conto cuja sinopse descrevi acima. Publicado em 1970, na antologia “Novas de Algures” (News from Elsewhere”), do escritor inglês Edmund Cooper, é um conto de horror no espaço. É a prova de que nem todo alienígena que constitui uma ameaça aos cientistas e exploradores espaciais do futuro poderá vir a ter aparência medonha, como Alien, o 8º Passageiro nos fez acreditar ter.

Não é preciso sair da órbita da Terra, para constatar que insetos que existem aqui já poderiam ter nos dizimado, se tivessem um mínimo de inteligência para se organizarem e nos atacarem. Formigas, mosquitos, pernilongos, aranhas, vespas, abelhas e milhares de espécies de insetos carnívoros, que nos atacam somente quando ameaçados, ou nos procuram para sugar nosso sangue — o caso dos mosquitos e pernilongos — poderiam destruir a raça humana em menos de dois dias, se agissem em conjunto e inteligentemente.
Filmes como o clássico “Selva Nua” (“The Naked Jungle”, de 1954), estrelado pelos monstros sagrados do cinema Charlton Heston e Eleanor Parker, baseado no conto “Leiningen Versus the Ants” (de 1954), de Carl Stephenson, nos fazem recordar o que um exército de formigas poderia fazer contra o homem. Formigas podem atravessar qualquer terreno e construir “barcos” para ser transportadas pela água. Isso foi observado em laboratório e nas florestas e matas cruzadas por rios, onde as formigas utilizam folhas e outros tipos de material para realizar a travessia.

No filme “Selva Nua”, dirigido por Byron Haskin e produzido por George Pal, as formigas rumam em direção à plantação de cacau de Leiningen (Heston) em plena Floresta Amazônia. Os insetos possuem inteligência. Fogo não as impede de destruir a fazenda de Leiningen, que tenta — e consegue! — pará-las por intermédio de uma correnteza de água, que libera abrindo uma válvula, sendo quase morto pelas formigas.

O cérebro de um inseto é rudimentar. Pouco mais do que uma migalha de grão de arroz, consegue milagrosamente elaborar mapas mentais para orientação desses animaizinhos, que nunca erram seu caminho para o ninho. A vida dos insetos não é fácil. Estão sempre em luta, ou abelhas contra vespas e marimbondos, ou legiões de formigas contra exércitos de outras formigas. Na guerra dos insetos, armas químicas, substâncias que as formigas-soldado utilizam contra os inimigos, são usadas. O objetivo: entrar no ninho inimigo e destruir a rainha. Uma vez morta a rainha, o ninho entra em colapso. Pânico, fuga, em uma casa que não mais conta com seu principal elemento vivo, responsável pela disseminação de ovos para que as formigas que cuidam da rainha e as operárias e os soldados, possam continuar a perpetuar sua espécie. Sem a rainha, o ninho morre.

As borboletas do conto “The Butterflies”, de Edmund Cooper, teriam exterminado todos os demais seres do Planeta Cinco, isso está implícito, quando se diz que é achado o esqueleto de um animal evolucionariamente bastante desenvolvido, na verdade, um quadrúpede. E não se encontra, pelos tripulantes da “Prometheus”, sinal de vida ameaçadora ou de qualquer outro animal, senão as borboletas.

O Universo com certeza nos trará surpresas nos milhares de anos pela frente. Boas ou más, o fato é que certamente encontraremos vida inteligente, seja semelhante à da Terra, seja completamente diversa do que existe em nosso planeta. Os blocos de construção da vida, ou o DNA, podem sofrer mutações em outros planetas, resultando na evolução de criaturas mais ou menos perigosas para os primeiros exploradores.

Resta saber se estaremos preparados para nos defender de ameaças alienígenas, em exoplanetas distantes dezenas, centenas ou milhares de anos-luz de nosso Sistema Solar.

*Sobre Roberto Fiori:
Escritor de Literatura Fantástica. Natural de São Paulo, reside atualmente em Vargem Grande Paulista, no Estado de São Paulo. Graduou-se na FATEC – SP e trabalhou por anos como free-lancer em Informática. Estudou pintura a óleo. Hoje, dedica-se somente à literatura, tendo como hobby sua guitarra elétrica. Estudou literatura com o escritor, poeta, cineasta e pintor André Carneiro, na Oficina da Palavra, em São Paulo. Mas Roberto não é somente aficionado por Ficção Científica, Fantasia e Horror. Admira toda forma de arte, arte que, segundo o escritor, quando realizada com bom gosto e técnica apurada, torna-se uma manifestação do espírito elevada e extremamente valiosa.

Sobre o livro “Futuro! – contos fantásticos de outros lugares e outros tempos”, do autor Roberto Fiori:

Sinopse: Contos instigantes, com o poder de tele transporte às mais remotas fronteiras de nosso Universo e diferentes dimensões.
Assim é “Futuro! – contos fantásticos de outros lugares e outros tempos”, uma celebração à humanidade, uma raça que, através de suas conquistas, demonstra que deseja tudo, menos permanecer parada no tempo e espaço.

Dizem que duas pessoas podem fazer a diferença, quando no espaço e na Terra parece não haver mais nenhuma esperança de paz. Histórias de conquistas e derrotas fenomenais. Do avanço inexorável de uma raça exótica que jamais será derrotada... Ou a fantasia que conta a chegada de um povo que, em tempos remotos, ameaçou o Homem e tinha tudo para destruí-lo. Esses são relatos dos tempos em que o futuro do Homem se dispunha em um xadrez interplanetário, onde Marte era uma potência econômica e militar, e a Terra, um mero aprendiz neste jogo de vida e morte... Ou, em outro mundo, permanece o aviso de que um dia o sistema solar não mais existirá, morte e destruição esperando pelos habitantes da Terra.
Através desta obra, será impossível o leitor não lembrar de quando o ser humano enviou o primeiro satélite artificial para a órbita — o Sputnik —, o primeiro cosmonauta a orbitar a Terra — Yuri Alekseievitch Gagarin — e deu-se o primeiro pouso do Homem na Lua, na missão Apollo 11.
O livro traz à tona feitos gloriosos da Humanidade, que conseguirá tudo o que almeja, se o destino e os deuses permitirem. 

Para adquirir o livro:
Diretamente com o autor: spbras2000@gmail.com
Livro Impresso:
Na editora, pelo link: Clique aqui.
No site da Submarino: Clique aqui.
No site das americanas.com: Clique aqui.

E-book:
Pelo site da Saraiva: Clique aqui.
Pelo site da Amazon: Clique aqui.
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quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

E se alienígenas já estiverem entre nós?, Philip K. Dick e muito mais

By Pixabay
Somos descendentes de hominídeos, macacos. Seus antepassados pisaram a Lua, Marte, viajaram para Alfa Centauri e até a galáxia de Andrômeda. Somos descendentes de seres semelhantes ao que parecemos hoje: uma cabeça arredondada, quatro membros, duas mãos e dois pés, cinco dedos relativamente flexíveis em cada um, visão tridimensional. Somos hoje sombra do passado. Um simples músculo composto por cem bilhões de células nervosas está protegido dentro do crânio, por um líquido que absorve impactos que poderiam danificá-lo. Raciocinamos graças a ele. Não por mais. Nós não nos lembramos de como éramos. Somente eu. E ninguém em toda face da Terra acreditaria no que eu me recordo hoje...

Esta é uma introdução que criei para ilustrar este artigo. Muito já se falou, publicou e filmou a respeito de extraterrestres. De seres de pesadelo, ameaça constante à Humanidade, a criaturas avançadas e benevolentes. Philip K. Dick foi autor de Do Androids Dream Of Electric Sheep? ou, ao ser filmado, adquiriu o título de Blade Runner — O Caçador de Androides, filme famoso estrelado por Harrison Ford. Mas também é o escritor responsável pelo seu conto Impostor, uma história que teria sido esquecida, mas possui o cerne, a ideia fundamental: seres extraterrenos de Alfa Centauri poderiam enviar robôs que possuiriam aparência semelhante ao homem em tudom em meio a uma guerra de vida e de morte.

Impostor, assim como O Exterminador do Futuro (The Terminator, filme estrelado por Arnold Schwartzenegger), poderia ser pensado não em termos de androides, mas as máquinas que os protagonizam poderiam ser alienígenas compostos de Carbono, Hidrogênio, Fósforo, cadeias de DNA, que respirassem oxigênio.

Não é o caso de Alien, o 8º Passageiro (Alien, filme dirigido por Ridley Scott, o mesmo diretor de Blade Runner — O Caçador de Androides). Em Alien, a grotesca criatura, a personagem principal do filme, não é absolutamente humanoide. Usa os seres humanos como incubadoras para que embriões alienígenas se desenvolvam em seu interior. Uma ideia semelhante à da vespa-caçadora, um marimbondo do gênero Pepsis Fabricius, que paralisa a tarântula, para depois depositar seus ovos no corpo da aranha. Posteriormente, as larvas da vespa devorarão os órgãos não-vitais da tarântula, até atingirem tamanho e maturidade suficientes para poderem sobreviver por si só.

A ideia de que alienígenas já poderiam viver conosco pode provocar medo, asco, ódio, revolta. Pânico. Não os poderíamos evitar e não poderíamos imaginar o que eles quereriam entre nós. Assim como no conto Impostor, de Dick, a realidade se tornaria pesadelo: os extraterrenos poderiam matar os seres humanos e destruí-los. Ou, paulatinamente, tomar o seu lugar.

E.T., o Extraterrestre (E.T., the Extraterrestrial, filme dirigido por Steven Spielberg), é a outra face da moeda. Em oposição à ideia de malevolência que os alienígenas frequentemente nos trazem, foi um marco no cinema de Ficção Científica, justamente pelo fato de apresentar, de um modo completamente diferente, o alienígena inofensivo e benevolente. E.T., o Estraterrestre, nos traz a ideia muito mais interessante de civilizações pacíficas no Universo. Que possam ser contatadas e nossos conhecimentos científicos compartilhados, para benefício mútuo. Um povo que nos alcance, do abismo sem fim do Cosmos, necessariamente teria de ser mais adiantado do que nós.

Se civilizações desse tipo existirem, e já estiverem entre nós há décadas, ou séculos, poderiam interferir de modo benigno e altruísta em nosso mundo. Poderiam evitar crimes, solucionar problemas matemáticos, salvar vidas no campo da Medicina, fazer com que nossa vida cotidiana se torne mais confortável e segura.

Poderíamos até mesmo, caso a natureza se encarregue de proporcionar o necessário, nos misturar com alienígenas que tivessem a aparência, pelo menos, semelhante à do Homem. E disso nasceria uma outra raça, melhor, mais perfeita, mais avançada, com genes melhores e intenções mais pacíficas.

By Pixabay
Representação de uma Alienígena e sua espaçonave, recém-chegados à Terra, em um futuro próximo.
Tanto a alienígena como sua nave teriam de chegar virtualmente ocultos, sob um manto de invisibilidade, até serem aceitos entre nós.


Sobre o autor: Roberto Fiori é um escritor de Literatura Fantástica. Natural de São Paulo, reside atualmente em Vargem Grande Paulista, no Estado de São Paulo. Graduou-se na FATEC – SP e trabalhou por anos como free-lancer em Informática. Estudou pintura a óleo. Hoje, dedica-se somente à literatura, tendo como hobby sua guitarra elétrica. Estudou literatura com o escritor, poeta, cineasta e pintor André Carneiro, na Oficina da Palavra, em São Paulo. Mas Roberto não é somente aficionado por Ficção Científica, Fantasia e Horror. Admira toda forma de arte, arte que, segundo o escritor, quando realizada com bom gosto e técnica apurada, torna-se uma manifestação do espírito elevada e extremamente valiosa.

Sobre o livro “Futuro! – contos fantásticos de outros lugares e outros tempos”, do autor Roberto Fiori:

Sinopse: Contos instigantes, com o poder de tele transporte às mais remotas fronteiras de nosso Universo e diferentes dimensões.
Assim é “Futuro! – contos fantásticos de outros lugares e outros tempos”, uma celebração à humanidade, uma raça que, através de suas conquistas, demonstra que deseja tudo, menos permanecer parada no tempo e espaço.

Dizem que duas pessoas podem fazer a diferença, quando no espaço e na Terra parece não haver mais nenhuma esperança de paz. Histórias de conquistas e derrotas fenomenais. Do avanço inexorável de uma raça exótica que jamais será derrotada... Ou a fantasia que conta a chegada de um povo que, em tempos remotos, ameaçou o Homem e tinha tudo para destruí-lo. Esses são relatos dos tempos em que o futuro do Homem se dispunha em um xadrez interplanetário, onde Marte era uma potência econômica e militar, e a Terra, um mero aprendiz neste jogo de vida e morte... Ou, em outro mundo, permanece o aviso de que um dia o sistema solar não mais existirá, morte e destruição esperando pelos habitantes da Terra.
Através desta obra, será impossível o leitor não lembrar de quando o ser humano enviou o primeiro satélite artificial para a órbita — o Sputnik —, o primeiro cosmonauta a orbitar a Terra — Yuri Alekseievitch Gagarin — e deu-se o primeiro pouso do Homem na Lua, na missão Apollo 11.
O livro traz à tona feitos gloriosos da Humanidade, que conseguirá tudo o que almeja, se o destino e os deuses permitirem. 

Para adquirir o livro:
Diretamente com o autor: spbras2000@gmail.com
Livro Impresso:
Na editora, pelo link: Clique aqui.
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E-book:
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quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Invasões Extraterrenas e H. G. Wells, por Roberto Fiori

Pânico generalizado. Suicídios. Foi o comportamento de quem quer que estivesse ouvindo o rádio naquela emissora, naquele momento. Não foi um sonho delirante, um pesadelo. Ocorreu, após a emissão radiofônica da adaptação de “Guerra dos Mundos”, do escritor H. G. Wells. Este foi o efeito bombástico da locução que o futuro diretor de cinema Orson Welles ocasionou, em 1938, nos Estados Unidos.

Qual filme de cinema, ou, hoje em dia, uma transmissão de uma série no serviço de streaming Netflix para a televisão, poderia fazer com que houvesse um estado tal de ansiedade e medo, que levasse pessoas ao suicídio?

“Guerra dos Mundos” nos conta uma história de ficção científica, o tema da invasão da Terra por seres alienígenas vindos de Marte. Um romance proveniente da imaginação extremamente culta de H. G. Wells. Os marcianos se revelam invencíveis. Eles não descansam. Eles não possuem fraquezas. Destroem e matam, incessantemente. Mas...

Não vou contar o desfecho do livro. Você, homem comum, poderia confrontar tal situação e vencer? O que seria possível contra uma civilização belicosa e adiantada o suficiente para eliminar completamente o ser humano?

Vejamos... armas completamente revolucionárias teriam de ser criadas, isso em um espaço de tempo de meses, anos, no máximo. Armas que destruíssem, que devastassem o inimigo sem nos liquidar, ao mesmo tempo. E que acabassem com a ameaça antes dela nos eliminar.

O intelecto do homem pode ser mensurado em termos de seu Quociente de Inteligência. Um teste, um simples teste de múltipla escolha, com valores iguais para cada questão. Alfred Binet e Theodosius Simon o desenvolveram como método controlado e científico. Wechsler o aperfeiçoou.

O intelecto do homem pode estar milhares ou milhões de anos atrasado em relação ao de uma raça que se desloca corriqueiramente por milhões de anos-luz. Um ano-luz é o espaço que a luz percorre em um ano de viagem. A distância à estrela mais próxima da Terra, Alfa Centauri, é de quatro anos-luz. Corresponde a aproximadamente dez trilhões de quilômetros. Multiplique isso por mil e terá a distância a uma estrela distante quatro mil anos-luz.

Astronaves ou outra forma de transporte, como a conversão da matéria em energia luminosa (fótons), seriam utilizadas. A velocidade da luz é a velocidade máxima a que se pode atingir em nosso Universo. Fótons, ou partículas componentes da luz, viajam somente à velocidade de 300.000 quilômetros por segundo, ou, a velocidade da luz. Nada que contenha matéria pode atingi-la.

Viagens muito longas teriam de ser descartadas por alienígenas, a não ser que pretendessem conquistar e colonizar mundos, habitados ou não. Isso se alienígenas forem belicosos, caso contrário não teriam motivo para a conquista de planetas já habitados. Então, colônias de naves, ou mesmo uma única nave de dimensões colossais, teriam de ser utilizadas. Gerações de seres viveriam em tais naves estelares. Seus descendentes seriam os nossos inimigos.

Mas há um ponto. E se os alienígenas fossem tão, mas tão mais adiantados que nós, que já estivessem entre nós? Poderiam nos controlar à vontade. Poderiam nos matar, sem que soubéssemos. E em uma coisa, muitos escritores e cientistas concordam: seres altamente evoluídos não teriam motivo para invadir, matar, saquear, destruir, conquistar. Eles seriam autossuficientes.

O que motiva o ser humano à Arte da Guerra? O que o leva ao crime? Somente a ambição desmedida? Os genes fracos e doentes? A pressão da sociedade sobre o indivíduo menos favorecido pelo meio?

E se a resposta for que o Homem ainda não evoluiu o suficiente? Nesse caso, como há muito se falou no meio da Ficção e da Ciência, só nos resta esperar. Para que o Tempo, chamado em uma tradução de um livro de divulgação científica de “O Profundo Mistério do Universo” (“Timewarps”, do astrofísico britânico John Gribbin), nos conceda a bênção e nos permita pensarmos como “seres superiores”.

Crédito da imagem: Pixabay
Terra vista da Lua:  poderíamos, um dia, sermos alvo de uma invasão extraterrestre com base na Lua?

Sobre o autor:
Roberto Fiori
é um escritor de Literatura Fantástica. Natural de São Paulo, reside atualmente em Vargem Grande Paulista, no Estado de São Paulo. Graduou-se na FATEC – SP e trabalhou por anos como free-lancer em Informática. Estudou pintura a óleo. Hoje, dedica-se somente à literatura, tendo como hobby sua guitarra elétrica. Estudou literatura com o escritor, poeta, cineasta e pintor André Carneiro, na Oficina da Palavra, em São Paulo. Mas Roberto não é somente aficionado por Ficção Científica, Fantasia e Horror. Admira toda forma de arte, arte que, segundo o escritor, quando realizada com bom gosto e técnica apurada, torna-se uma manifestação do espírito elevada e extremamente valiosa.

Sobre o livro “Futuro! – contos fantásticos de outros lugares e outros tempos”, do autor Roberto Fiori:

Sinopse: Contos instigantes, com o poder de tele transporte às mais remotas fronteiras de nosso Universo e diferentes dimensões.
Assim é “Futuro! – contos fantásticos de outros lugares e outros tempos”, uma celebração à humanidade, uma raça que, através de suas conquistas, demonstra que deseja tudo, menos permanecer parada no tempo e espaço.

Dizem que duas pessoas podem fazer a diferença, quando no espaço e na Terra parece não haver mais nenhuma esperança de paz. Histórias de conquistas e derrotas fenomenais. Do avanço inexorável de uma raça exótica que jamais será derrotada... Ou a fantasia que conta a chegada de um povo que, em tempos remotos, ameaçou o Homem e tinha tudo para destruí-lo. Esses são relatos dos tempos em que o futuro do Homem se dispunha em um xadrez interplanetário, onde Marte era uma potência econômica e militar, e a Terra, um mero aprendiz neste jogo de vida e morte... Ou, em outro mundo, permanece o aviso de que um dia o sistema solar não mais existirá, morte e destruição esperando pelos habitantes da Terra.
Através desta obra, será impossível o leitor não lembrar de quando o ser humano enviou o primeiro satélite artificial para a órbita — o Sputnik —, o primeiro cosmonauta a orbitar a Terra — Yuri Alekseievitch Gagarin — e deu-se o primeiro pouso do Homem na Lua, na missão Apollo 11.
O livro traz à tona feitos gloriosos da Humanidade, que conseguirá tudo o que almeja, se o destino e os deuses permitirem. 

Para adquirir o livro:
Diretamente com o autor: spbras2000@gmail.com
Livro Impresso:
Na editora, pelo link: Clique aqui.
No site da Submarino: Clique aqui.
No site das americanas.com: Clique aqui.

E-book:
Pelo site da Saraiva: Clique aqui.
Pelo site da Amazon: Clique aqui.
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segunda-feira, 17 de julho de 2017

A Saga continua mais emocionante do que nunca

Da premiada dupla de autores Brian K. Vaughan (The Private Eye, Os Leões de Bagdá) e Fiona Staples (Mystery Society, Thor), SAGA é a arrebatadora história de uma jovem família lutando para encontrar o seu lugar no Universo. Fortemente influenciada por Star Wars e baseada em ideias que Vaughan concebeu ainda criança e, depois, como pai, SAGA retrata dois jovens amantes de raças alienígenas há muito tempo em guerra, Alana e Marko, que fogem das autoridades dos dois lados do conflito galáctico enquanto cuidam de sua filha, Hazel, que, ocasionalmente, narra a história.

Nesse novo volume da série, múltiplas histórias colidem numa emocionante aventura por todo o cosmo. Enquanto Gwendolyn, Sophie, a Gata da Mentira e A Mácula, arriscam suas vidas na procura de uma cura para O Querer, Marko faz uma incômoda aliança com o Príncipe Robô IV para ajudá-lo a encontrar seu filho raptado, que está preso num estranho mundo com novos e terríveis inimigos. A trama, magnifica- mente ilustrada por Fiona Staples, continua, página a página, cada vez mais envolvente e surpreendente, misturando magistralmente elementos de ficção e fantasia, continuando a narrativa do que já é uma das melhores sagas em quadrinhos do século 21.

Uma unanimidade no mundo todo, SAGA é um sucesso de crítica e de público, vencedora de múltiplos prêmios, entre os quais os prêmios Eisner de melhor série, melhor escritor e melhor artista.

SAGA, é um sucesso absoluto de vendas desde o seu lançamento e suas encadernações superam frequentemente, nos EUA, vendas bestsellers da Marvel e DC e outros mega- -sucessos como The Walking Dead.

OUTRAS INFORMAÇÕES
Título original: SAGA, VOLUME FIVE
Texto: Brian K. Vaughan
Desenhos: Fiona Staples
Tradutor: Marquito Maia
Formato: 174 x 276 x 1,3 cm
Estrutura: 152 páginas coloridas
Acabamento: Capa dura
Peso: 633 g


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