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sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Dicionário Completo das Meias Verdades reúne “proesias” e cartuns


O jornalista e cartunista Marcelo de Andrade (Mandrade) lança livro pelo selo Autografia que mistura poesia com prosa e desenhos do autor. Conteúdo mescla humor, ficção e pitadas de espiritualidade

“É o livro de cabeceira definitivo nesta era de incertezas!”. Com essa enigmática descrição o jornalista e cartunista paulistano Marcelo de Andrade, também conhecido pelo pseudônimo de Mandrade, apresenta o Dicionário Completo das Meias Verdades,  a sua primeira coletânea de textos e cartuns embebidos com doses generosas de humor e ironia, além do diálogo com temas da espiritualidade que aproximam a obra do gênero que se convencionou chamar por “autoajuda”. O título veio à luz pela editora carioca Autografia. 

Como cartunista, Marcelo de Andrade já colaborou  com a Folha de S. Paulo e Tech Tudo, além de  já ter emplacado alguns cartuns nas páginas do francês Le Monde e do suíço Le Temps. Atualmente, produz conteúdo para a imprensa espírita. Na opinião do escritor, há muito preconceito sobre o termo autoajuda. “Qualquer livro que agrega algum valor, eleva o ânimo, compartilha conhecimento ou esclarece pode ser enquadrado nesse universo, desde um dicionário, passando por um compêndio científico até um livro sobre meditação”, argumenta o jornalista. “Eu classificaria essa antologia como um entretenimento  que busca divertir e provocar reflexões”, declara.

Ainda que sem pretensões, a obra toma algumas ousadias, como cravar o termo “proesia”. O autor justifica que, por ignorância e incompetência, não se prende muito às métricas que caracterizam rotineiramente as produções líricas. Essa inépcia, porém não foi suficiente para impedir o jornalista acostumado com a narrativa asséptica dos manuais de redação a fazer incursões em poemas tomando emprestado a plasticidade da prosa.  Ou vice-versa. Dessa metamorfose surgiu um amálgama denominado “proesia”. Um exemplo é este poema chamado Contradição:  Os ponteiros do relógio/ com sua marcha ilusória/marcam o passo dos homens/ e deixam correr solto os segundos, os minutos e as horas. Ou ainda este outro chamado Diabo: Na base/da tentativa e erro/até o diabo/ terá seu dia/ de beato.
As “Meias Verdades”


Sobre a ambiguidade do título, que brinca com o conceito de “verdades absolutas”,  o autor deixa muito evidente as suas convicções metafísicas na obra, mas , por outro lado, reconhece que suas idiossincrasias intelectuais não podem ser tomadas por verdades universais. “Nós, enquanto Humanidade, apesar das grandes conquistas civilizatórias, ainda somos praticamente bárbaros frente ainda ao que se tem por descobrir sobre a natureza e nós mesmos”, justifica o cartunista-escritor.

O livro é organizado por “verbetes”, que se prestam como títulos para os contos, poemas, frases de efeito e cartuns que permeiam o conteúdo.  Segundo o autor, essa disposição enciclopédica foi a forma encontrada para organizar as produções dispersas por blocos de anotação, posts em mídias sociais e grupos de troca de mensagens instantâneas. “Essa antologia não foi planejada, mas tem uma certa organicidade, como se tivesse sido intencional, inclusive alguns trechos psicografados”, avalia. 

Serviço
Dicionário Completo das Meias Verdades, 108 páginas
Autor: Marcelo de Andrade (Mandrade)
Editora: Autografia (www.autografia.com.br)
Valor: R$ 35,00

Contatos com imprensa: marcelo.de.andrade@uol.com.br e https://www.facebook.com/marcelo.deandrade2.
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sexta-feira, 16 de agosto de 2019

Literária e filosófica, história narrada por criança com seus intensos questionamentos estimula a leitura de mundo dos adultos

Oeste Paranaense e o Rio do Meio são cenários para primeiro romance de professora

Em tempos de palavras abreviadas e de discursos imediatistas, quando não faltam pensamentos generalizados, Águas que passam (Autografia) é um convite às reflexões mais profundas sobre questões fundamentais: racismo, trabalho infantil, a mulher no contexto familiar e social, as dificuldades das políticas públicas das décadas de 1970 a 1980, e outros.

A história é narrada por uma criança cheia de questionamentos, moradora do quente Oeste Paranaense com uma casa à beira de um rio, o Rio do Meio, como cenário. É esse rio o protagonista companheiro que dá à menina sonhos e invencionices e funciona como fio condutor de uma obra que exige do leitor fluxo de pensamento.

Ele é encorajado a ir mais fundo no seu raciocínio e a autora, Nilva Dematé Zolandek, cuida de revelar aventuras, alegrias pueris, medos e fantasmas da menina, suas decepções ao descobrir que "uma mãe também podia mentir..." e que "uma pessoa pode ser mais ou menos aceita dependendo da cor da sua pele..." e ainda " então as crianças também podem morrer...?" ou: "como é que se podia viver em uma casa sem uma mãe para vir nos cobrir à noite?".

Literário e filosófico, Águas que passam tem como foco o próprio texto no sentido de elaboração do vocabulário, ao mesmo tempo em que faz pensar sobre a realidade. "O texto chama a atenção mais pelo modo de dizer que pelo dito, ou seja, o estilo se sobressai ao que é narrado", explica Nilva, professora, para quem o fato de ser escritora leva os alunos a uma/ curiosidade maior sobre leitura e estimula o hábito, ao gerar também identificação.

Segundo Nilva, Águas que passam é a história dentro da história; e o rio que corre, ora triste e lamentando as perdas e despedidas, ora alegre e sapeca, misturando o que a menina sente e de acordo com o fluxo do rio. A personagem central dá voz ao discurso indireto livre, teme perder a linha mestra da sua narrativa, mas promete encontrá-la, embora perdendo tantas outras que poderiam ser tão ou mais importante que a principal, retornará sempre ao centro de suas memórias pela correnteza bonita do rio que chama de seu e que se mistura com seus pensamentos numa personificação encantadora.

A história permite ao leitor questionar-se, por exemplo, sobre o tempo presente de consumismo exacerbado, no qual a desigualdade social provoca a ganância e o desejo de "ter" em detrimento do "ser". No tempo desta narrativa é mostrada a possibilidade de alegria, felicidade em uma vida sem essa busca desmedida pelo material.

OUTRAS AVENTURAS LITERÁRIAS
Águas que passam é o primeiro romance de Nilva, que escreve também poesias, peças de teatro, contos e crônicas.

Recentemente, publicou, também pela Autografia, Vidas Partidas, uma coletânea de contos com narrativas do cotidiano. São vozes de vidas que sofreram e, depois da morte ou na velhice, reclamam e lamentam não ter feito tudo de outro jeito.  Constituído de personagens fortes e resignados que se dão conta do quanto poderiam ter vivido de forma diferente quando já é muito tarde. Outras vezes, são misteriosos e o leitor fica na dúvida se não são apenas imaginação. Memórias de crianças e mulher também têm papel na narrativa.

SERVIÇO
Águas que passam
Editora: Autografia
Páginas: 88 // Formato: 14x21cm // Preço: R$ 33,00

SOBRE O AUTOR
Nilva Aparecida Dematé Zolandek é formada em Letras - Literatura e pós-graduada em Literatura Brasileira e em Educação no Campo. Fez Programa de Formação de Docentes do Estado do Paraná em Literatura e Educação no Campo e é professora de Português e Literatura há 24 anos na rede pública paranaense.
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segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Livro Superando o TDAH, do autor e psicólogo Alex Rocha, terá lançamento no dia 9/8, no Rio de Janeiro


Livro do psicólogo Alex Rocha sobre o tema tem lançamento no Rio de Janeiro com presença das especialistas Ana Beatriz Barbosa e Marta Relvas, dia 9/8, às 19h, na Livraria Travessa do Leblon

Quais são os resultados e que benefícios o paciente tem quando alia o tratamento Neurofeedback à terapia cognitivo comportamental para o transtorno do déficit de atenção com hiperatividade? Como ficam, por exemplo, a inquietude e impulsividade, características de quem tem TDAH? Essas e outras questões estão no livro Superando o TDAH: o Neurofeedback e a Terapia Cognitiva Comportamental na melhoria dos sintomas do déficit de atenção(Autografia), cujo lançamento com sessão de autógrafos acontece em 9/8, às 19h, na Livraria da Travessa – Shopping Leblon. A obra apresenta descrição de casos e análise de estudos sobre a eficácia da associação de ambos.

O livro é o segundo do psicólogo Alex Santos Rocha, pós-graduado em Neurociências Aplicadas e Aprendizagem em Reabilitação. Em 2018, ele lançou Mentes que amam demais, com a médica psiquiatra Dra. Ana Beatriz Barbosa, escritora best-seller nas áreas de Saúde Mental e Comportamento. É dela, em Superando o TDAH, o texto do prefácio. Juntos, atuam ainda no Canal Mentes em Pauta, no YouTube (http://abre.ai/6NR).

Entre as resistências que a terapia medicamentosa encontra - e que criam brecha para o aparecimento de alternativas eficazes ao tratamento do TDAH, uma das doenças psiquiátricas mais comuns na infância -, está a quantidade expressiva de efeitos colaterais, entre eles insônia, apetite reduzido e desaceleração do crescimento, e o receio que muitos pacientes têm de caráter fisiológico, como a dependência química ao medicamento, e de caráter social.

Segundo Alex Rocha, o neurofeedback [uma forma prática e didática, que não elimina o uso da medicação, mas aos poucos pode substituí-la. Funciona como exercício de treinamento para o ajuste da disfunção cerebral e quando alinhado à Terapia Cognitiva Comportamental seu efeito é potencializado] pode ser até mesmo superior aos tratamentos convencionais, além de possuir inúmeras vantagens, como ser indolor, não invasivo, lúdico e interativo.

Outro ponto positivo é que as melhorias conquistadas através do neurofeedback permanecem por longo prazo, o que tranquiliza pais e educadores quando comparado a outros tratamentos que proporcionam o mesmo efeito que a medicação. Essa é uma das razões que podem levar os pais a substituírem o tratamento dos filhos. Estima-se que O TDAH atinge de 3% a 7% das crianças em idade escolar no mundo todo, e ocorre em ambos os sexos, independente da situação socioeconômica e do nível cultural.

O livro nasceu também da experiência pessoal do autor. Ele se descobriu portador de TDAH e dislexia já na universidade e foi inicialmente usuário de psicoestimulantes. Ao adotar o brain training, Alex testemunha, não como pesquisador, e sim como usufruidor. "Posso dizer que me tornei outra pessoa, muito mais feliz, pois deixei de usar os medicamentos com o tempo e fui percebendo, de forma sutil, uma melhora em meu comportamento; passei a dormir melhor e, o mais importante, a ler e a escrever com propriedade e entendimento. É raro que as pessoas que nunca passaram pelo que nós, portadores de TDAH, passamos entendam essa felicidade", explica ele que após a experiência com o neurofeedback se define como um "pássaro fora da gaiola" ou um "cego enxergando pela primeira vez".

SERVIÇO
Superando o TDAH: o Neurofeedback e a Terapia Cognitiva Comportamental na melhoria dos sintomas do déficit de atenção
Editora: Autografia
Páginas: 92 // Formato: 14x21cm // Preço: R$ 30,00

SOBRE O AUTOR
Alex Santos Rocha é psicólogo com especialização em Qualificação e Treinamento Profissional em Terapia Cognitiva Comportamental pelo Instituto de Psiquiatria da UFRJ. Pós-graduado em Psicologia Hospital pela Faculdade Maria Thereza, é especialista em Ensino Religioso pela PUC-Brasília. É membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica e da Associação Brasileira Estudos da Obesidade, além de neuropsicólogo pelo Centro de Estudo Aplicado em Psicologia, de Minas Gerais. Acumula ainda o título de pós-graduado em Neurociências Aplicadas e Aprendizagem em Reabilitação.

SESSÃO DE AUTÓGRAFOS
Livraria Travessa – Shopping Leblon (Avenida Afrânio de Melo Franco, 290 – Leblon).
09 de agosto, sexta-feira, 19h
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quarta-feira, 8 de agosto de 2018

A arte de ver a beleza na tristeza sem o infortúnio da dor

Foto Eric Cuder - Crédito Thaís Vila Nova
Ator, fotógrafo e cineasta, o jovem Eric Cuder lança seu primeiro livro de poesias no dia 10/08, na Livraria da Vila

À epígrafe de Manoel de Barros - "Eu sustento com palavras o silêncio do meu abandono" – segue a página de agradecimentos, que termina com uma espécie de spoiler: "Meu sincero obrigado a todos que quebraram meu coração. Sem vocês, este livro não existiria".

Eric Cuder, que estreia no universo da poesia com A arte de ver a beleza na tristeza sem o infortúnio da dor (Autografia), se entrega assim, desde o início. E, ao longo de 50 poemas, vai traduzindo seus sentimentos mais íntimos, cheios da sensualidade do não-dito, descrições líricas de paixões que podem ter durado uma eternidade, ou apenas um leve roçar de dedos.

Depois de lançar o livro na Flip, na Casa Autografia, e na Bienal Internacional do Livro de São Paulo, Eric recebe os leitores para sessões de autógrafos de lançamento na Livraria da Vila do Shopping Higienópolis na noite de 10 de agosto, às 19h.

"Essa é uma coletânea de poemas que nasceram no meu âmago. Ao longo de três anos fui acumulando poesias nos meus cadernos e cadernos nos meus móveis e quando percebi que não tinha mais fim, resolvi publicá-los. Escrevo pros carentes e sozinhos, pros felizes e amados, pros tristes...Pros que precisam de uma mão, pra quem nunca teve um beijo, pra quem procura uma saída, e pros que não procuram nada", diz o jovem autor de 22 anos, que é também ator, fotógrafo e cineasta. Um de seus trabalhos mais recentes é um projeto de poesia visual em sua conta no Instagram @eric_cuder.
A arte de ver a beleza na tristeza sem o infortúnio da dor
Autor: Eric Cuder
Editora: Autografia
Formato: 14 x 21cm
Págs: 106
Preço: R$ 25,00

SOBRE O AUTOR
Eric Cuder é formado em Cinema e também em Artes Cênicas. Expressa sua arte pela fotografia, a poesia e o teatro. É fruto da relação de uma escritora brasileira com um artesão espanhol. Já teve peixes, um coelho, alguns cachorros e um coração partido. Já gostou de meninas, hoje ama meninos. Tem muitos sonhos concretos e imateriais. Começou a escrever aos quatorze anos porque sentia-se invisível. Hoje escreve porque não é satisfeito com o mundo no qual vivemos. Sua única certeza é que ama o que faz, e sua arte é tudo.
Fanpage: www.facebook.com/ericcuderpoeta

SESSÃO DE AUTÓGRAFOS
LIVRARIA DA VILA
Sexta-feira, 10 de agosto, das 19h às 21h30
Shopping Higienópolis - Av. Higienópolis, 618

TRECHOS

(...)
"Eu não estou sempre triste,
Às vezes estou perdido também
Já pensei em suicídio, mas
achei pouco visionário
me matar no clímax do meu sofrimento. "
(...)
SOBRE GRITOS

"A gente parece passarinho
Gosta mesmo é de voar em bando
Todos juntos, equidistantes
Bebendo pingos esporádicos de chuva
E sentindo o calor do vento nas costas
Mas a sensação mesmo é de
Queda"
(...)
 CÉU PODE ESPERAR

"Quando ele te fez cacto,
Você se tornou lírios
Aceitar de volta uma pessoa que te fez mal
É parcelar as mágoas pro futuro."
SOBRE FLORES E DORES
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De doente terminal à autora de livros, Denise Medeiros conta como foi possível contrariar as expectativas de pouco tempo de vida depois de um diagnóstico devastador

Terapia de ressincronização cardíaca reverteu os sintomas e devolveu qualidade de vida à autora. 

Quem conversa hoje com a astróloga de 55 anos Denise Medeiros, vivendo a expectativa de lançar um livro, não imagina que ela esteve à beira da morte em 2011. Na verdade, quando começou a escrevê-lo nem sabia se conseguiria terminá-lo: o diagnóstico de Miocardiopatia Dilatada [doença progressiva do músculo cardíaco, agravada por um bloqueio total pelo ramo esquerdo] trouxe, na época, a sentença de três meses de vida e muito medo. Mesmo sem cura, depois de quatro cirurgias e muitos processos, Denise vive agora sem os sintomas.

Onde o deserto encontra o mar (Autografia) é o registro diário, contado em detalhes, de quem perdeu a saúde e passou a conviver com a antinaturalidade do estar doente. Denise precisou se reencontrar neste caminho, desde a descoberta da doença até o resultado, passando pela experiência de quase morte, e assumindo a montanha russa de sentimentos que tomaram conta dela: da revolta pelo diagnóstico à aceitação e decisão de lutar pela vida.

A história real e transformadora de Denise é uma injeção de coragem e faz pensar sobre o quanto o ser humano é capaz de superar desafios, ainda que derradeiros. O importante, no caso de Denise, foi buscar fazer dar certo, aliada ao tratamento adequado e ao acesso a médicos, enfermeiros e outros profissionais determinantes para a guinada na sua condição.

“Não é fácil, nem imediato, mas é preciso estar determinado ao sucesso, mesmo diante daquilo o que parece impossível. É aí que um novo universo vai se abrir. Meu envolvimento com esse livro é muito profundo, nasceu dentro de mim em um momento bem diferente do atual. Hoje, a emoção me inunda de tal forma que tenho certeza de que fiz a coisa certa”, acredita Denise, alinhada à missão de dividir com pessoas que vivem uma situação difícil o relato de esperanças, vitórias e superação.

Em Onde o deserto encontra o mar, o leitor conhece as etapas diversas desse pedaço da vida da autora, incluindo, entre outros, a reação das pessoas e as decisões médicas, mas ela aponta, como uma das passagens principais, o estado de ânimo que se instalou nela como fundamental para mudar o destino, encontrar as pessoas certas e chegar a um resultado surpreendente. O livro mostra como Denise decidiu que o que chegasse primeiro, a morte ou a vida, a encontraria preparada. “A doença foi a minha melhor professora. Nesses sete anos vivi séculos, sou muito grata a ela”.

Após ter o seu caso negado em diversos hospitais, foi no Instituto de Cardiologia do Rio Grande do Sul que Denise encontrou parceiros na luta por recuperar a sua saúde. A primeira tentativa, um tratamento medicamentoso para insuficiência cardíaca, não foi conseguiu controlar a progressão da doença e dos seus sintomas. “Era necessário realizar um procedimento que fosse capaz de melhorar a qualidade e expectativa de vida da Denise. Para o seu caso, as possibilidades giravam em torno de um transplante cardíaco ou do implante de um marcapasso ressincronizador”, relembra um dos cirurgiões cardíacos que acompanharam o caso, Dr. Roberto Sant’Anna.

Apesar de reverter completamente o quadro da insuficiência cardíaca, o transplante é um procedimento de alto risco que depende da doação de um órgão compatível. Por isso, a escolha dos médicos foi apostar no marcapasso ressincronizador, tecnologia que faz com que o coração funcione de forma sincrônica e assim recupere sua força de contração.

O implante de marcapasso é um procedimento pouco invasivo e pode ser realizado apenas com anestesia local e sedação.  A cardiologista que acompanha o caso de Denise, Dra. Imarilde Giusti, considera a intervenção um sucesso. “Ela teve uma resposta excelente à terapia de ressincronização cardíaca. Isso, em conjunto com o tratamento clínico, permitiu que a função cardíaca se recuperasse gradualmente. Hoje os sintomas da insuficiência cardíaca como falta de ar e fraqueza quase não estão mais presentes e a expectativa de vida da Denise é normal. Uma situação completamente diferente da que encontramos quando ela chegou até nós”, diz a especialista.

De doente terminal à autora de livros, Denise Medeiros comemora as borboletas no estômago pela nova fase, sem descuidar do coração. E se prepara ainda para começar sua assessoria como coach de doentes terminais e em complemento ao trabalho que já realiza como astróloga. Sua ênfase é em autoconhecimento e desenvolvimento pessoal e ela quer repetir com outras pessoas o processo de ressignificação de uma doença, assim como ela fez consigo mesma. Para ela, neste processo está a chance de transformação de vida.

SERVIÇO:
Onde o deserto encontra o mar //Editora: Autografia
Formato: 14x21 // Páginas: 76 // Preço: R$ 30,00
Book trailler para inspirar: https://youtu.be/IBV485BPgm8

SOBRE A AUTORA:
Denise Medeiros é gaúcha natural de Porto Alegre - RS, formada em Estatística e mãe de três filhos. Atua como astróloga realizando atendimento individual com foco em autoconhecimento e desenvolvimento pessoal. Hoje, sua missão de vida é ajudar pessoas num universo de infinitas possibilidades, segundo ela.
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quarta-feira, 27 de junho de 2018

Estreia na literatura fantástica, Ruptura dos Reinos tem sessão de autógrafos dia 7/7, na Livraria Cultura Geek, em SP, às 19h

Primeiro de cinco livros da Saga Lutar lança história para aventureiros de verdade e anuncia que nada será como antes

Nem George RR. Martin, nem J.K. Rowling. Jchan e Johnny, os Js, dois irmãos nada convencionais, estreiam na literatura de fantasia nacional com a promessa de revelar aos leitores os reinos mais poderosos da terra. A Ruptura dos Reinos (Autografia) é o primeiro volume de cinco livros da Saga Lutar, recheada de personagens incríveis e vibrantes para todos os gostos e estilos, desde seres mágicos extremamente poderosos até guerreiros imbatíveis. O lançamento com sessão de autógrafos acontece no próximo dia 7/7, na Livraria Cultura Geek, da Avenida Paulista, a partir das 19h.

Neste primeiro título, vivem-se, até então, tempos de paz, mas algo inesperado surge para mexer com o equilíbrio de seis reinos. Cavaleiros, magos, vikings, anões, elfos e mulaicas terão que juntos tomar atitudes frente à descoberta de um misterioso sétimo reino. Será que a partir daí um novo tempo de guerra virá? Será a união entre os reinos abalada? Surgem perguntas que antecipam a verdade de que nada será como antes depois de A Ruptura dos Reinos.

Com QRCode e conteúdos exclusivos, o livro apresenta mix de mitologias, crenças, lendas e culturas, além de hábitos tupi guarani e da Época Medieval, que é revivida em questões sociais atuais, entre elas a valorização cultural, miscigenação, o preconceito e a linha tênue de liberdade e libertinagem. O protagonismo fica por conta da atmosfera como um todo e não apenas num personagem.

A Saga é envolta em guerras constantes, amores proibidos, traições e mistérios. Como em todo conflito, existem motivos ou situações que desencadeiam a trama. A Ruptura dos Reinos tem essa função de mostrar o que ocorreu pouco antes das intensas e fervorosas guerras começarem. Todos os detalhes de cada um dos 19 capítulos são importantes, cada fala, expressão, característica dos personagens e seus respectivos jeitos de agir definem quem, de fato, é confiável e a quem o leitor deve ficar atento.

Como não faltam ícones para escolher e torcer durante essa jornada, os autores sugerem cuidado! “Nem tudo é o que parece. Então, escolha com cautela em quem vai acreditar”, aconselham os Js. Os autores nacionais e internacionais do gênero e que já conquistaram seus espaços servem de inspiração para os irmãos explorarem sua principal matéria prima: a imaginação. Os limites de sua criatividade na fantasia e o afastamento do mundo real são ferramentas para fugir de ficções monótonas.

Fascinados pela cultura nerd, os Js cresceram assistindo desenhos, filmes e séries, sonhando em serem acordados por algum personagem ou em participar de alguma aventura. Não poupam ainda ambição ao assumir que querem ser reconhecidos em um nicho de mercado que já revelou grandes nomes da literatura de ficção atual. Eles estão agora do lado de quem faz as histórias acontecerem, de quem que traz ao mundo contos e personagens e esperam marcar gerações. “Nosso desejo sempre foi o de contar boas histórias que cativem as pessoas. E é nessa vontade que iremos seguir. O que começou com um simples lampejo hoje se tornou uma saga consistente, com tramas profundas que irão envolver os leitores e um mundo inteiro a ser explorado”, planejam.

SERVIÇO
A Ruptura dos Reinos //Editora: Autografia
Formato: 16 x 23 cm  // Páginas: 350 // Preço: R$ 49,90
Lançamento com sessão de autógrafos
Quando: sábado, 7 de julho, 19h
Onde: Livraria Cultura Geek, da Av. Paulista (Av. Paulista, 2073)

SOBRE OS AUTORES
Jaqueline Pereira do Carmo tem 22 anos, é ilustradora e escritora.
Maurício Pereira do Carmo Junior tem 27 anos, é jornalista e escritor.
Juntos, são Jchan e Johnny, irmãos Js, idealizadores da Saga Lutar. Cresceram com referências de produções japonesas, estadunidenses e inglesas, principalmente as de temáticas nerd. Agora, abrem as portas de sua criação para que todos possam entrar de cabeça nesse mundo medieval, mágico e repleto de combates.
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