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sábado, 24 de julho de 2021

Entrevista com J. C. Zeferino, autor do livro "3 Dias"


Minibiografia do escritor e cineasta J. C. Zeferino:  

Começou a ser alfabetizado em casa pelo pai, João Zeferino aos quatro anos e meio. Sua paixão pelas histórias começara pelos quadrinhos depois pelos livros de Júlio Verne. Os aviões eram e são até hoje máquinas fantásticas que o autor ama. Diz a lenda que falou a palavra avião antes de papai e mamãe. 

Com gênio inventivo e curiosidade sem limites, estudou eletrônica e mexeu muito com computadores. Só conseguiu extravasar sua criatividade em profundidade, escrevendo e filmando, livros como Nirvana Viagem ao Centro da Alma, Zizz e a Mulher em Pó e filmes como A Bailarina e Esperança a Última Estrela.

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

J. C. Zeferino: Comecei participando de concursos, fazendo cursos de redação, escrevendo para jornais. Como comecei a ganhar prêmios interessantes como uma viagem para Londres, isso me motivou a escrever ainda mais e melhor.

Conexão Literatura: Você é autor do livro "3 Dias". Poderia comentar? 

J. C. Zeferino: 3 Dias foi um grande desafio para mim, pois se trata de um livro que conta uma história “jamais escrita” sobre uma das partes mais importantes da história de Jesus Cristo. Fui amando esse ser iluminado cada vez mais a medida que estudava sua vida e isso me transformou.


Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro? 

J. C. Zeferino: Desde o “inicio” até a conclusão do livro foram dez anos. Fui muito resistente em escrever este livro pois achava que por não ser um religioso convencional eu conseguiria escreve-lo. Só depois percebi que justo por isso, por ter essa liberdade dogmática eu poderia escreve-lo como ele é.

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho que você acha especial em seu livro?  

J. C. Zeferino: Sim, a história leva a uma reflexão e renovação na esperança do que Jesus fez por nós. Foi muito além do que muitos imaginam a lembrar de Jesus. Um pequeno trecho que gosto muito: “(...) Passado algum tempo, Jesus abre os olhos após sua oração para ver o mesmo cenário, um deserto de gelo a perder de vista e a sensação de queimar os seus ossos castigando o seu ser. Sede e cansaço pareciam ser seus únicos companheiros. Nisto, novamente, um vento maligno moveu o gelo cortante sob seus pés e Lúcifer reapareceu:

- Não compreendestes ainda que foste abandonado, tal qual eu fui? Doravante teu Pai não te envia para a Terra para ensinar aos homens a amarem-se uns aos outros? E o que te fizeram? Crucificaram-te! (...)

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

J. C. Zeferino: Podem comprar um exemplar (tenho uma quantidade realmente limitada a algumas dezenas) diretamente comigo, pagando por PIX no email: jczefir@yahoo.com.br enviando o comprovante e eu enviarei um exemplar autografado diretamente para a sua casa. Valor com Frete grátis para todo o Brasil R$50,00. (48) 996744176 somente Whatsapp

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

J. C. Zeferino: Sim, a continuação do Nirvana Viagem ao Centro da Alma e de Zizz e a Mulher em Pó e alguns livros de contos.

Perguntas rápidas:

Um livro: O Guia do Mochileiro das Galáxias

Um (a) autor (a):  Júlio Verne

Um ator ou atriz: Zoe Saldanha

Um filme: Star Wars

Um dia especial: Meu nascimento

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

J. C. Zeferino: Acredite em seus sonhos, planeje e vá conquista-lo, não importa quantos digam que você não poderá conseguir. Você tem o poder de incontáveis vencedores de sua família em seus gens. Acredite mais em si mesma(o)!


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sexta-feira, 23 de julho de 2021

Autor Sandro Braga e a obra Pelos Cantos da Vida (Paradise Ocean Books)


Sandro Braga nasceu em São Paulo, cidade do Brasil em que vive e ama de paixão, em 17 de Abril de 1965. Cursou Artes Plásticas na Universidade Mackenzie e é Pós-graduado em Arte-educação. Estudou Astrofísica na USP - Universidade de São Paulo, História do Cinema na PUC - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, e completou seus estudos na Escola da Vida. Desde criança adora desenhar, ler, pintar, inventar e descobrir histórias, convivendo com muitos livros e filmes, levando sempre que possível, sua alma para passear por aí. É pintor, Ilustrador, professor e escritor.

Sinopse: 

Será possível sentir uma ampla sensação de nostalgia por determinados momentos sem mesmo tê-los experienciado? Sandro Braga mostra que sim. E não é justamente essa a intenção de se fazer arte: proporcionar ao espectador uma sensação abstrata diante de algo concreto e vice-versa?

A reunião de pinturas disposta nesse livro tem como principal objetivo, como já sugere seu subtítulo, permear o real e o sonho, o físico e o abstrato. Não se trata apenas de mesclar a calmaria das pequenas vilas com a agitação da capital, tampouco retratar a modernidade em meio aos vestígios do passado; a arte de Sandro Braga cria, acima de tudo, uma “nova vida” em suas paisagens. Esse conceito só será compreendido por quem, de fato, observar minuciosamente como cada pintura, mesmo que pacata e, às vezes, solitária, desperta pensamentos tão vívidos. Mais do que isso, desperta a tal nostalgia, e ainda saudades do que talvez nem tenha sido vivido ainda.

Pelos Cantos da Vida é uma mistura de distintas e complementares cores: da natureza ao lado do progresso, da calmaria trazida pela água, dos momentos corriqueiros desapercebidos com a rotina e de rostos expressivos e atentos.

PARA SABER MAIS OU ADQUIRIR A OBRA: CLIQUE AQUI.

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terça-feira, 20 de julho de 2021

Autor Seyed Morteza Hamidzadeh e a Obra "Olhos do Oriente Médio" (Paradise Ocean Books)

Seyed Morteza Hamidzadeh - Foto divulgação

Em meio às turbulências pelas quais passa o Oriente Médio, o poeta Seyed Morteza Hamidzadeh procura, acima de tudo, com grande destreza e emoção, retratar o que há de mais importante em jogo: a vida humana. Com um olhar crítico, mas ao mesmo tempo delicado e tocante, o iraniano expõe os sentimentos de um povo que vive em meio a confrontos recorrentes, à insegurança e à incerteza. Dotada de grande profundidade, sua escrita leva à mente do leitor o retrato fiel dos inocentes que tanto perdem em uma região ainda dominada pela instabilidade.

Seyed, através de sua poesia, expõe os sentimentos conflitantes não apenas de um povo, no sentido coletivizado, mas de cada alma, de cada ser humano, perante as intempéries da guerra. Grande defensor do respeito e da tolerância, o poeta também almeja a busca incessante pela paz, pelo caminho que um dia poderá guiar o mundo à tranquilidade e à esperança. Olhos do Oriente Médio fornece não uma visão externalizada, com a qual o mundo está acostumado, mas uma visão pelos próprios olhos de seu povo.

Olhos do Oriente Médio é uma coletânea de poesias que tocam a alma e o coração, escritas pelo jovem poeta iraniano Seyed Morteza Hamidzadeh, que já há muitos anos luta pela paz no mundo através de suas palavras profundas e ao mesmo tempo sensíveis. Sua literatura trata da dor de pessoas inocentes que tentam sobreviver em meio às guerras e conflitos enfrentados pelos países do Oriente Médio.

A obra traz uma profunda reflexão sobre a necessidade de ser forte diante das dificuldades da vida, dentre estas o enfrentamento da violência em todas as suas formas. Especiais e tocantes são as poesias "O Peixe", que retrata o momento em que o ser humano é obrigado a se adaptar à difíceis situações impostas pela realidade, e "Riso Sacrificado", que aborda de maneira intensa os momentos mais desafiadores de uma guerra a serem encarados pela população.

Seyed é um poeta do amor e um soldado da paz, proclamando o respeito a todos os povos e religiões. É um jovem autor de coração humilde e decidido, forte e corajoso, amigo e companheiro, daqueles que estão conosco em todos os momentos, até o fim.

O livro ainda apresenta as obras fotográficas de autoria de Fatemeh Varzandeh e de Mohammad Ali Mirzaei, dois importantes fotógrafos que, através das imagens, expressam sensibilidade e várias paisagens do Oriente.

BIOGRAFIA DO AUTOR:

Seyed Morteza Hamidzadeh nasceu em 31 de agosto de 1991 em Mashhad, Irã.  Sua poesia pode ser encontrada em revistas de todo o mundo, como WAF Anthology, eFiction, Zouch, Vivimus, Five Poetry, Maudlin House, Literati Quarterly, Denver Quarterly, Santa Clara Review e Blackbird Journal.  O autor fundou a editora Paradise Ocean com a grande parceira, escritora brasileira, Jamila Mafra. 

PARA ADQUIRIR A OBRA:  CLIQUE AQUI

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quinta-feira, 15 de julho de 2021

Um papo com Fernando Luiz dos Santos Chaves, autor do livro “A matemática da eternidade e dos encontros”

Fernando Luiz dos Santos Chaves - Foto divulgação

Fernando Luiz dos Santos Chaves
, nasceu em 1955, na cidade do Rio Grande - RS. Aos três anos de idade passou a morar com seus pais, na cidade de Porto Alegre - RS. Em 1986 se tornou empresário no ramo da Engenharia Elétrica,  e passou a morar em Fortaleza - CE. Em 1989 se transferiu para Campinas - SP.  Meses após, na cidade de Itu, próxima de Campinas - prestou vestibular na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, “Nossa Senhora do Patrocínio”, e foi aprovado em 1990.

Fernando é estudioso, no campo da eletricidade e magnetismo e é diplomado Técnico em Eletrotécnica, e autor de várias obras. 

ENTREVISTA: 

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário? 

Fernando Luiz dos Santos Chaves: Na minha infância adorava escrever histórias e novelinhas. Mas somente no ano de 2005 escrevi e publiquei o meu primeiro livro: Os caminhos de Luan, - Consciencialismo um mundo de luz. Depois fiquei quase dez anos sem escrever, e me dedicando exclusivamente para trabalhos relacionados no campo da eletrotécnica. Quando me aposentei voltei a escrever livros de romance e ficção científica. Em 20019 escrevi e publiquei o meu segundo livro: O homem é ou não é um animal racional? Romance contemporâneo. Em 2020 publiquei o meu terceiro livro: A matemática da eternidade e dos encontros. Ficção científica . Nesse ano de 2021 publiquei um quarto  livro: Trilogia – Um terráqueo rumo ao planeta Htrae.

Pretendo, até o final da minha vida,  continuar escrevendo. 

Conexão Literatura: Você é autor do livro “A matemática da eternidade e dos encontros”. Poderia comentar? 

Fernando Luiz dos Santos Chaves: Sim! A matemática da eternidade e dos encontros – ( Segunda edição ). Trata-se de uma obra de ficção científica onde o protagonista após perder tudo que lhe é mais caro na vida, parte em uma viagem com um grupo de pesquisadores para uma ilha inabitada do oceano Pacífico e, lá, ele é surpreendido por um extraterrestre . Luan então, parte em uma viagem espacial rumo a um planeta localizado em um outro sistema estrelar. Nesse planeta, de nome Htrae, o protagonista Luan, é recepcionado com uma fraterna e emocionante surpresa. 

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir sua obra? 

Fernando Luiz dos Santos Chaves: Levei aproximadamente cinco anos pesquisando e escrevendo essa obra. 

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho que você acha especial em seu livro?  

Fernando Luiz dos Santos Chaves:   Capítulo I

 A nova família de Luan

Quatro anos depois da adoção

            Luan já estava com 13 anos de idade e, assistindo a uma aula de física na escola, sentado na primeira fila, levantou o braço perguntando:

            — Professor, quantos anos têm o planeta Terra?

             — 4,5 bilhões de anos! — respondeu o professor.

            Um colega de Luan, gostando dessa aula de perguntas e respostas, também levantou o braço, perguntando:

             — Professor! Quantos quilômetros têm um ano-luz?

             O mestre, ensinando detalhes sobre as perguntas dos alunos, aproximou-se do quadro branco da sala de aula e escreveu as seguintes respostas:

             a) Idade do planeta Terra: 4,5 bilhões de anos.

             b) Um ano-luz equivale a: 9.461.000.000.000 quilômetros.

             A Alfa Centauro, que é a estrela mais próxima do nosso sistema, está apenas 4,37 anos-luz de distância. Andrômeda, a galáxia espiral mais próxima da Via Láctea, está a cerca de 2,5 milhões de anos-luz daqui. Já o Kepler-186F, que é um planeta que foi recentemente descoberto e que a Nasa acredita existir vida nele, está a 500 anos- luz da Terra, ou seja, esse planeta está a 500 X 9,46 trilhões de km distante da Terra.

             — Você tem noção do que é essa distância? — interrogou o professor para o aluno que lhe havia feito a pergunta.

             O aluno pensou, refletiu, pegou a sua calculadora portátil na mão, calculou e respondeu:

             — Sim! Isso significa que se nós viajássemos a uma velocidade da luz, demoraríamos 500 anos para chegar nesse planeta que a Nasa diz ter vida! E nós teríamos que percorrer uma distância de aproximadamente 4,73 quatrilhões de quilômetros.

            — Isso mesmo! — disse o professor. — Perfeito! Mas continuando no assunto e, para título de curiosidade, agora prestem muita atenção nisso que vou informar a vocês! Vejam só, como isso é curioso! — disse o mestre escrevendo no quadro o seguinte:

             A revista científica “Astrophysical Journal Letters” informou: “Existem 60 bilhões de planetas habitáveis na Via Láctea orbitando em estrelas anãs vermelhas.” Observação:

             “Centros oficiais de estudos científicos dizem que, para efeitos de cálculos, para cada ser humano que habita o nosso planeta Terra, existem 8,5 planetas possivelmente habitáveis, soltos e girando por aí, na nossa Via Láctea!”

             — Para os cálculos — disse o professor — foram levados em conta pelos cientistas, que as estrelas anãs vermelhas são menores e mais fracas do que o sol que conhecemos e possuem temperaturas relativamente baixas na sua superfície, existindo zona habitável em planetas em torno delas. Baseado na equação de Drake (o pioneiro na pesquisa de vida em outros planetas), ele estimou que, na Via Láctea, neste momento, podem existir 1 milhão de civilizações que tenham tecnologia para se comunicarem conosco, embora até hoje nunca conseguimos encontrar sinais oficiais de comunicação. Mas seguindo no assunto — disse o professor, escrevendo no quadro branco da sala de aula:

             Se pegarmos o número de habitantes existentes no nosso planeta Terra, que atualmente está em torno de 7,8 bilhões de habitantes, e multiplicarmos por 8,5 planetas possivelmente habitáveis para cada habitante, vamos obter um resultado equivalente a 66,3 bilhões de possíveis planetas habitáveis espalhados em nossa Via Láctea.

             Luan aproveitou o assunto e, tentando esclarecer uma dúvida que lhe atormentava, perguntou:

             — Professor, o que acontece ao corpo humano em uma viagem na velocidade da luz?

             — Acompanhem comigo! — disse o professor escrevendo o seguinte no quadro:

            Velocidade da luz: 300.000 km/segundo

             300.000 km/seg. X 60 segundos = 18.000.000 km/minuto

             18.000.000 km/min. X 60 minutos = 1.080.000.000 km/hora

             Portanto, se viajássemos a uma velocidade de 1,08 bilhão de km/hora, segundos após estaríamos todos mortos.

             — Ou seja — disse o professor —, se viajássemos a essa velocidade, baseado na teoria da relatividade de Albert Einstein, o hidrogênio que está no espaço interestelar seria transformado em uma intensa radiação que poderia em segundos matar a tripulação e destruir os equipamentos eletrônicos. Existe também uma outra dificuldade que mostra que é impossível um ser vivo resistir à aceleração, desaceleração e à realização de curvas e manobras, viajando na velocidade da luz. Portanto, mesmo que fosse possível, ainda assim, teríamos mais um outro inconveniente: o fator tempo de vida. Isso significa que vidas espalhadas em nosso sistema, repleto de galáxias, estrelas e planetas, existem em grande número, mas o tempo de vida dos homens é muito pequeno.

             — Mas então, qual é a velocidade máxima que nós, seres humanos, podemos suportar, viajando através do espaço? — perguntou Luan.

             — Essa velocidade máxima suportável — respondeu o professor —, está variando, até os dias de hoje, em torno de 32.000 a 40.000 km/hora, sendo que em 1969, um trio de astronautas na missão Apolo 10 da NASA atingiu 39.897 km/hora. O exemplo que posso lhe dar é o seguinte: se viajarmos a uma velocidade suportável de 40.000 km/hora, chegaríamos ao planeta Kepler-186f em aproximadamente 13,5 milhões de anos, tempo calculado por técnicos astrônomos! — disse o professor escrevendo os cálculos no quadro branco da sala de aula:

            — Antes dos cálculos quero esclarecer o seguinte: — disse o professor. — Um ano corresponde ao intervalo aproximado de tempo que a Terra demora para completar uma volta em torno do Sol. Os anos têm uma duração de 365 dias, 5horas,48 minutos e 48 segundos aproximadamente. Portanto, os cálculos que devemos fazer são os seguintes:      

Cálculos

             Velocidade que já foi suportada pelo corpo humano = 40 mil km/hora

             40 mil km/hora x 24 horas = 960 mil km/dia.

             960 mil km/dia x 365,2425 dias  = 350,6 milhões km/ano.

             — Portanto — disse o professor —, se viajarmos a uma velocidade já suportada pelo corpo humano (40 mil km/hora), em um ano conseguiríamos viajar 350,6 milhões de km. Aplicando este valor na fórmula, teremos:

             Distância = Velocidade x Tempo

             Tempo = Distância / Velocidade

             Tempo = 4,7 quatrilhões de km / 350,6 milhões de km/ano

             Tempo = 13,4 milhões de anos aproximadamente.

             — Ou seja — disse o professor concluindo o assunto —, levaríamos 13,4 milhões de anos para chegarmos ao planeta Kepler-186f , que está a 4,7 quatrilhões de quilômetros distante da Terra. Portanto, se vocês, por acaso, estão pensando em visitar este novo planeta descoberto recentemente, podem perder as esperanças, pois vocês teriam que viver 13,4 milhões de anos para essa visita acontecer! — disse o professor aniquilando por completo o sonho que Luan tinha de algum dia se tornar um famoso astronauta, para poder viajar e conhecer um outro planeta distante e parecido com o da Terra.

            Nisso, tocou a sirene da escola anunciando o término da aula.

             Luan colocou os livros e o caderno dentro da mochila e rumou direto para casa. Entrando em casa, deparou-se com Sara e o Dr. Eliseu na sala conversando um assunto que, em parte, tinha algo a ver com a aula que o rapaz havia assistido hoje. E Luan, gostando do assunto que eles estavam conversando, aproximou-se e os cumprimentou, pediu licença para escutar e participar daquela conversa e sentou-se no sofá ao lado de Sara.

             Sara olhou para Luan e, sorrindo, perguntou:

             — Você é tão jovem, meu filho! Se interessou por esse assunto por quê?

            — Porque hoje eu tive uma aula de física e o meu professor disse, nos provando com cálculos matemáticos, que era impossível um homem chegar a um outro planeta civilizado em condições parecidas com as nossas aqui do planeta Terra, em menos de 13,4 milhões de anos, ou seja, teríamos que viajar durante todo esse tempo para alcançarmos um outro planeta habitável!

             — Mas acontece — retrucou Eliseu —, que talvez o seu professor não saiba que, querendo ele ou não, o homem viajou e aqui chegou não se sabe como! Mas que ele chegou, ele chegou [...]                                     

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Fernando Luiz dos Santos Chaves: O livro se encontra a venda nas seguintes livrarias:

PlayGoogle, Fnac, Livraria Cultura, Bertrand,  Aplle, Amazon, Simplíssimo,

Top leituras.com, Kobo e muitas outras livrarias a disposição no Google. 

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta?  

Fernando Luiz dos Santos Chaves: Sim! Já estou escrevendo mas ainda não tem um título. 

Perguntas rápidas: 

Um livro: Iracema

Um (a) autor (a):  José de Alencar

Um ator ou atriz: Fernanda Montenegro

Um filme: O planeta dos macacos.

Um dia especial: Ainda está por vir. 

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Fernando Luiz dos Santos Chaves:  Sim! Desejo uma boa leitura para todos. 

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Um papo com Jorge Claudio Ribeiro, autor do livro "O assassinato do jornalista suicida"

 


Jorge Claudio Ribeiro é professor, escritor, editor e jornalista. Nasceu em 1949, carioca, casado, três filhos. Formado em Filosofia, Jornalismo, Teologia, Educação e Antropologia. Lecionou 45 anos na PUC-SP, sendo Livre-docente e Titular em Ciência da Religião. Atuou nos jornais Porandubas, Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo.
Autor de dez livros, tanto acadêmicos – “A festa do povo, pedagogia de resistência”; “Sempre Alerta” (jornalismo); “Religiosidade jovem” – como romances: “Ela me tira pra dançar”; “O assassinato do jornalista suicida”. Fundou a editora Olho d’Água, desativada em 2019, tendo publicado 150 obras em ciências humanas.

ENTREVISTA: 

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário? 

Jorge Claudio Ribeiro: Sempre li muito. Nas férias, meu avô me olhava a dar risada sozinho, imerso num livro, e profetizou: “Esse menino vai ser escritor”. Mais tarde, durante minha estada de sete anos no seminário jesuíta, escrevi centenas de cartas e poemas dirigidos a minha mãe, a amigos e (sobretudo) amigas. Após deixar o seminário, em 1976, como uma retomada do período anterior, estreei com “A Véspera do Milagre” (Ed. Loyola), reunindo 16 contos de fundo bíblico, mas com uma pegada antropológica. Desde então vieram mais nove livros, acadêmicos e literários. Mais adiante, trabalhei na Editora FTD e fundei a Olho d’Água. 

Conexão Literatura: Você é autor do livro "O assassinato do jornalista suicida". Poderia comentar?  

Jorge Claudio Ribeiro: em 1994, defendi meu doutorado em Antropologia pela PUC-SP intitulado “Sempre Alerta – condições e contradições do trabalho jornalístico”, meu “Opus Magnum”. O trabalho – que chamei de “repor-tese” (uma reportagem que virou tese, e vice-versa) virou livro e teve muito boa receptividade: a primeira edição se esgotou em um mês. Desde então senti que essa “laranja” poderia ser espremida mais um pouco, já que eu tinha reunido mais material do que o apresentado na tese. Eu tinha feito entrevistas e escrito valioso diário relatando detalhes do trabalho nas redações da Folha e do Estadão. Dar um formato de ficção foi a melhor forma que encontrei de esgotar o suco da outra metade da laranja. 

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro?  

Jorge Claudio Ribeiro: Então... a pesquisa para a tese de doutorado levou nove anos e, quando decidi fazer o romance, a coleta já estava pronta. Senti que estava pronto para esse desafio quando, ao longo de minhas caminhadas diárias até a Olho d’Água, vinham-me à mente diálogos, personagens.  “Preciso redigir isso”, eu me dizia. E assim, fiz. A escrita da primeira versão do livro, propriamente dito, durou oito meses. Daí veio mais um ano de revisões, acréscimos, envio para várias editoras, participação de concursos. 

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho que você acha especial em seu livro?   

Jorge Claudio Ribeiro: Sem dar spoiler, houve várias cenas. Quando o personagem Loro espia por dentro do vestido de Halina, a viúva do jornalista suicida, e se encanta com o panorama que ela discretamente lhe exibe. O cumprimento trocado entre Loro e o Velho, dono do jornal O Liberal, e que deixou o redator profundamente emocionado. O registro indignado, em seu diário, das duas demissões que Loro sofreu nos jornais. A última página/capítulo, em que... 

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário?  

Jorge Claudio Ribeiro: O leitor pode adquirir de três formas. Buscar nos sites da Submarino, Magalu, Lojas Americanas, Carrefour, Mercado livre, Google Books.  Na Amazon:

1- Livro impresso- R$39,00 (+ correios)

https://www.amazon.com.br/Assassinato-do-Jornalista-Suicida/dp/6586180805/ref=sr_1_2?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&dchild=1&keywords=o+assassinato+do+jornalista+suicida&qid=1623696915&s=books&sr=1-2

2- E-book (tem um capítulo de brinde) - R$21,00

https://www.amazon.com.br/Assassinato-do-Jornalista-Suicida-ebook/dp/B0964DQ553/ref=sr_1_1?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&dchild=1&keywords=O+Assassinato+do+Jornalista+Suicida&qid=1622826435&s=digital-text&sr=1-1 

3- Caso se interesse por adquirir seu exemplar com dedicatória e autógrafo, o leitor deposita R$ 47,00 (livro + correio) no PIX (CPF: 375.658.007/59), ou na conta do autor (Itaú, ag 4091 cc 05189-8), informando o próprio endereço completo (via e-mail: jorgeclaudio@olhodagua.com.br). 

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta?  

Jorge Claudio Ribeiro: Neste momento escrevo episódios semanais da série “Filosofia Miúda”, de podcasts, em colaboração com a Radio Migrantes (radiomigrantes.net/multimedia/podcasts). Além disso escrevo contos e poemas, enquanto aqueço os neurônios que vão provocar a fagulha para o próximo romance. 

Perguntas rápidas: 

Um livro: “Grande Sertão: Veredas”

Um (a) autor (a): Homero

Um ator ou atriz: Lima Duarte, Audrey Hepburn

Um filme: “Asas do Desejo”

Um dia especial: sempre que nos amamos 

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário?  

Jorge Claudio Ribeiro: Quero destacar o trabalho da editora Zélia Guerra, da Planeta Azul Editora, do Rio de Janeiro. Corajosamente, ela lançou o concurso Planeta Litterae, que contemplaria 26 autores, um por cada estado brasileiro. Apesar de carioca, moro há mais de 50 anos em São Paulo e concorri com outros 54 candidatos desse estado. Fui escolhido, eis-me aqui.

Embora ambientado em 1987, “O Assassinato do Jornalista Suicida” trata de questões atuais, que devem interessar a todo tipo de leitor. São abordados os embates da imprensa com a ditadura, a construção da democracia brasileira, amores num contexto de epidemia (no caso, a Aids), identidades de gênero, o trabalho romântico numa indústria de notícias.

Espero que tenha boa acolhida, as avaliações de quem já leu são animadoras.

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terça-feira, 13 de julho de 2021

Entrevista com Jean Carlos Vieira Santos, autor do livro Vidas Oleiras – uma viagem pela tradição e arte


ENTREVISTA: 

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário? 

Jean Carlos Vieira Santos: Essa descoberta ocorreu no seio acadêmico, com influência direta dos professores/pesquisadores do curso de Geografia da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). A importância da autoria e das publicações era sempre ressaltada na instituição, ao considerar que as produções escritas são literaturas que nutrem o processo de criação de novos trabalhos e projetos científicos. Tal realidade me encorajou a pesquisar e escrever, sempre ciente da enorme responsabilidade e do compromisso com a sociedade e todos os segmentos. 

Conexão Literatura: Você é autor do livro “Vidas Oleiras – uma viagem pela tradição e arte”. Poderia comentar? 

Jean Carlos Vieira Santos: Trata-se de um livro sobre a memória do trabalho artesanal de municípios mineiros e goianos na bacia hidrográfica do Rio Paranaíba, em que proponho uma viagem pela tradição e arte de vidas oleiras do cerrado. Nesse ambiente rico em história, há um cenário geográfico marcado por relações de trabalho familiar que radicam o sujeito histórico na cultura oleira. Investigar tal realidade leva ao reconhecimento da criatividade dos referidos trabalhadores na esfera cultural cerradeira, reveladora do talento e da aptidão em transformar o barro em produtos para a construção civil, o uso doméstico e até mesmo a atividade turística. Penso que o maior relevo do livro é não deixar lacunas históricas e culturais de uma geração de oleiros paranaibanos extremamente rica. 

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro? 

Jean Carlos Vieira Santos: Os primeiros contatos científicos com o modo de vida oleiro ocorreram durante a investigação de doutorado apresentada ao Instituto de Geografia da UFU, de 2007 a 2010. Tal envolvência com a arte e a cultura oleira teve sequência nas pesquisas desenvolvidas na Universidade Estadual de Goiás (UEG), entre 2011 e 2020, com entrevistas para ouvir as histórias de antigos oleiros mineiros e goianos. Entretanto, de 2014 a 2015, com o propósito de aprofundar os conhecimentos sobre a olaria, realizei o curso de pós-doutorado em Turismo na Faculdade de Economia da Universidade do Algarve, em Portugal, concluído com a pesquisa “Arte Oleira, um patrimônio cultural a preservar nos destinos turísticos do Algarve e Alentejo” – essa experiência internacional foi fundamental para o avanço das leituras e da escrita sobre o tema. Vale ressaltar que todos os estudos citados constituem um caminhar essencial para chegar à publicação do livro em 2021. 

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho que você acha especial em seu livro? 

Jean Carlos Vieira Santos: De maneira geral, foi um trabalho prazeroso que me proporcionou conhecimentos extraordinários. No entanto, considero o segundo capítulo especial, pois deixa uma forte marca centrada completamente na figura dos irmãos Pacífico e Elviro, das irmãs Maria Luíza e Erondina e de seus familiares que contribuíram sobremaneira com a arte oleira do Vale do Paranaíba no século XX. Essa seção do livro mostra que o vocábulo “olaria” remete a sentimentos que traduzem um modo de ser, uma identidade, uma saudade, elementos estruturantes do sujeito enquanto ser oleiro que se propôs a residir, a produzir artesanalmente e a viajar por diferentes paisagens do cerrado. 

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Jean Carlos Vieira Santos: A All Print Editora comercializa o livro em seu site e no de outras livrarias, além de ser responsável pela inserção do trabalho em bienais e feiras. Para conhecer o meu trabalho, o leitor pode acessar o Currículo Lattes, no qual está registrada a minha trajetória profissional acadêmica: http://lattes.cnpq.br/7542926208646393. 

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

Jean Carlos Vieira Santos: Não tenho nada definido e planejado. Tenho ideias, mas irão depender dos resultados das pesquisas em desenvolvimento nos cursos de mestrado em Territórios e Expressões Culturais no Cerrado (TECCER/UEG/Anápolis) e mestrado em Geografia (PPGEO) da UEG – Campus Cora Coralina. Como o foco principal de tais programas é o cerrado, o próximo trabalho provavelmente irá englobar a referida temática e o turismo, visto que as investigações caminham a partir dessa categoria teórico-metodológica. 

Perguntas rápidas: 

Um livro: A Viagem: caminho e experiência (Luiz Gonzaga Godói Trigo).

Um (a) autor (a): O Geógrafo Aziz Nacib Ab'Saber.

Um cantor ou cantora: Paula Toller.     

Um filme: Central do Brasil (Walter Salles).

Um dia especial: Penso que é difícil escolher apenas um dia marcante, pois tenho vários momentos com a minha família, as viagens e a trajetória profissional. Mesmo diante de várias possibilidades, considero que hoje, nesta entrevista para a Revista Conexão Literatura e com a divulgação do livro “Vidas Oleiras – uma viagem pela tradição e arte”, é também um dia especial. 

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Jean Carlos Vieira Santos: Quero expressar meus sinceros agradecimentos à Revista Conexão Literatura, por me ter facultado o acesso a esse espaço de comunicação que considero uma valiosa componente de divulgação do meu trabalho. De fato, isso me encoraja a seguir pelos caminhos da pesquisa e escrita.

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terça-feira, 29 de junho de 2021

Um papo com Bruno Evangelista, autor do livro "Retirando a máscara das víboras"


Bruno Evangelista
, escritor paraense, professor de Matemática e funcionário público tem como um de seus hobbys a leitura de romances policiais e ficção cientifica e também aprecia livros de poesia. Recentemente, adentrou no mundo literário como escritor, o que trouxe uma experiência única para sua vida, a qual não pretende interromper de forma alguma, pois para ele os caminhos da felicidade estão, intrinsecamente, ligados ao que gera prazer ao ser humano.

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Bruno Evangelista: O início foi de maneira não planejada. Passei a escrever alguns pensamentos e reflexões de forma descompromissada, sem a real intenção de publicar. No entanto, com o passar tempo, percebi que o que colocava no papel poderia ajudar outras pessoas a refletirem sobre certos cenários da vida.

Conexão Literatura: Você é autor do livro "Retirando a máscara das víboras". Poderia comentar? 

Bruno Evangelista: Sim! Juntamente com a escritora Priscila Lima, que também é professora de matemática e Psicóloga. O Retirando a máscara das Víboras é um livro que leva as pessoas à autorreflexão de como se comportam diante da realidade contemporânea. As pessoas nem sempre agem de forma honesta, muitas vezes, são movidas por impulsos ambiciosos e pela necessidade de mostrar uma falsa felicidade. Sendo que muitos, passam uma vida inteira, vivendo de aparências, vivendo sob máscaras. Existem, mas não vivem em sua plenitude. Então um dos objetivos do livro é propiciar um “despertar” às pessoas que o leiam.

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro? 

Bruno Evangelista: Na verdade, o livro surgiu a partir de minhas anotações e observações sobre o cenário atual das relações humanas. É claro que depois que resolvermos fazer o livro houve a necessidade de mais pesquisas sobre o assunto. As pesquisas foram realizadas em alguns artigos científicos e livros de Psicologia, Sociologia e Filosofia, que sustentaram as opiniões que defendemos na obra. Do inicio à conclusão da obra se passou cerca de um ano.

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho que você acha especial em seu livro?  

Bruno Evangelista: Sim! Posso explanar sobre o capítulo 2 do Livro, chamado: As Víboras e a Loucura. Nele traçamos um paralelo entre o desenvolvimento de doenças mentais e o modo de vida da sociedade contemporânea. Pois, a forma de se viver na contemporaneidade está contribuindo, sobremaneira, para o aumento das doenças mentais. Não é à toa que o século XXI é considerado o século da depressão pela OMS. Além do Mais, utilizamos alguns trechos de frases de filmes e series como, por exemplo, a frase do filme coringa:

“Todo mundo é péssimo hoje em dia. É o que basta pra gente enlouquecer...(Joker, 2019)”. A partir dessa frase, desenvolvemos análises no capitulo 2, sobre como o ser humano pode chegar à loucura por influências do seu meio externo, pelo o ataque das chamadas “Víboras Sociais”.

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Bruno Evangelista: O livro foi publicado pela Editora ChiadoBooks e está disponível em diversas livrarias online, em formato de ebook e físico. Você encontra a obra nos sites da Livraria Atlântico, Livraria Travessa, Livraria Martins Fontes, Amazon e Livraria Cultura em Portugal no site da Chiadobooks. Kobo e FNAC Portugal. Para quem quiser saber um pouco mais sobre o livro pode visitar a nossa página no Facebook: https://www.facebook.com/macaradasviboras.

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

Bruno Evangelista: Sim! Priscila e eu estamos desenvolvendo pelo menos dois trabalhos que iremos publicar brevemente. Um livro de poesias chamado “RECORTES DE MINH’ALMA”, cujo o enfoque é sobre sentimentos comuns, que vivemos no dia a dia. O livro é interessante por que ele traz uma perspectiva interna, uma visão de mundo que sai do plano da realidade externa.

Perguntas rápidas:

Um livro: A hora da estrela.

Um (a) autor (a):  Clarice Lispector.

Um ator ou atriz: Keanu Reeves. 

Um filme: Matrix

Um dia especial: Todos, quando se faz algo que ama.

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Bruno Evangelista: Sim!  A melhor maneira de melhorarmos uma sociedade é compreendendo como ela funciona para que assim possamos nos ajustar e chegarmos mais próximos de vivermos uma vida mais tranquila, feliz e plena.

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quinta-feira, 27 de maio de 2021

Um papo com Gilson Pessôa, autor dos livros "Histórias de Titãs Quebradiços” e "Um Suspiro Resgatado”


Gilson Salomão Pessôa
, nascido e criado em Juiz de Fora, Minas Gerais, formado em Comunicação Social pela UFJF, trabalhou como colunista de cinema para a Tribuna de Anápolis, bem como para o site Revista K7 (www.revistak7.com.br) e o blog da editora Panóplia (https://www.editorapanoplia.com.br). Também trabalha na Biblioteca Municipal de Matias Barbosa como servidor público concursado e recentemente inaugurou o seu próprio blog Kanto dos Contos (https://kantocontos.blogspot.com)   

ENTREVISTA:   

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?   

Gilson Pessôa: Desde criança eu sempre fui muito ligado à leitura, tendo contato com os grandes clássicos desde muito cedo. Enquanto as outras crianças estavam jogando bola eu estava sentado na cadeira de balanço da minha avó devorando os clássicos de Júlio Verne, Cervantes e Dickens, dentre outros. Sempre fui meio avesso a multidões e solitário, então os livros sempre foram grandes companheiros em minha vida.   

Conexão Literatura: Você é autor dos livros "Histórias de Titãs Quebradiços” e "Um Suspiro Resgatado”. Poderia comentar?    

Gilson Pessôa: O "Histórias de Titãs Quebradiços” começou como um livro de contos cujas trajetórias dos personagens foram se entrelaçando até se transformarem numa só narrativa. O tema comum entre as histórias é que são grandes artistas forçados a saírem de suas respectivas zonas de conforto por causa de um interesse amoroso, entrando assim num terreno desconhecido para eles, seduzidos pelo encanto feminino que é misterioso, indecifrável e atraente. O livro de poesias, "Um Suspiro Resgatado” é um apanhado de todos os poemas que fui escrevendo no período entre os meus 20 e 30 anos.   

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seus livros?  

Gilson Pessôa: Os dois livros demoraram bastante tempo, porque as histórias dos artistas foram surgindo bem vagarosamente e como era o meu primeiro romance, havia certa incerteza de como ficaria o produto final. Eu fui como que fazendo uma trilha com facão na floresta, sem saber ao certo como chegaria do outro lado (risos). A parte de pesquisa não foi muito aprofundada por se tratar de uma obra mais lúdica, onde o foco era mais no emocional e sensorial dos personagens. Mas eu gostei bastante do resultado final e por isso decidi publicar. O livro de poesias veio embalado na publicação do primeiro, onde tinha vários poemas e decidi publicar por medo de acabar perdendo numa pasta qualquer por aí.   

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho que você acha especial em seus livros?     

Gilson Pessôa: Eu gosto muito dos pequenos detalhes que rodeiam as histórias dos protagonistas. As pequenas demonstrações de afeto que dizem sem palavras. Os momentos em que os gestos encerram as narrativas. Sou cineasta frustrado, apaixonado por filmes, então as minhas narrativas são bastante visuais. Os poemas seguem uma estética simbolista, gosto especialmente daqueles que tratam de existencialismo e envolvem a tentativa de decifrar o mistério da figura feminina.   

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir os seus livros e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário?   

Gilson Pessôa: Meus livros estão à venda em várias livrarias digitais, especialmente no site da Editora Autografia que lançou os meus livros: www.autografia.com.br Minhas obras também estão disponíveis no Submarino, Americanas e Livraria Cultura. Eu sou bastante acessível. Meu instagram é @gilsonpessoa3 e estou sempre disposto a interagir com os meus leitores, que podem conversar comigo mandando mensagens através do blog também.  

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta?    

Gilson Pessôa: Eu estou escrevendo um livro de contos ambientados em um edifício com a escritora carioca Andreia Marques, sendo cada conto um apartamento. Algumas histórias estão interligadas, outras não. Além disso, estou escrevendo um livro de terror sobre investigações sobrenaturais no início do século XX e a continuação de “Histórias de Titãs Quebradiços”, com o título provisório “Duas mentes, dois universos”.   

Perguntas rápidas:   

Um livro: Grande Sertão: Veredas , de João Guimarães Rosa 

Um (a) autor (a):  Milan Kundera 

Um ator ou atriz: Al Pacino / Charlize Theron 

Um filme: A lenda do pianista do mar 

Um dia especial: Um dia cercado por um ambiente de paz e harmonia, seja no sítio ou na praia, cercado por pessoas queridas e familiares.   

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário?    

Gilson Pessôa: O cineasta e poeta francês Jean Cocteau dizia que “escrever é compartilhar a solidão” e essa frase define muito a minha relação com a minha escrita e seus respectivos leitores. O feedback me alimenta e me motiva. Essa troca de ideias e reações entre o autor e seu público são essenciais. O dinheiro e a fama não significam nada se você só quiser alimentar o próprio ego. Respeito e admiro a escrita hermética e os neologismos, pois a arte se sustenta sozinha e não pede desculpas, mas o grande barato para mim é a troca de percepções com os leitores. 

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quarta-feira, 26 de maio de 2021

Um papo com Adriano Valenncia, autor do livro Jornada do ex-obeso


Nascido em 1978, Adriano Valencia é casado e atua há 20 anos na área de tecnologia. Nos últimos anos, tem se dedicado ao desenvolvimento pessoal e à liderança, com o intuito de curar seus traumas emocionais e ressignificar sua mentalidade, acarretando o emagrecimento e recuperação de sua autoestima. Dessa forma, encontrou sua maior paixão e missão: contribuir na vida das pessoas para mudar mentalidade e atitudes, lutando para que todos consigam ter uma vida abundante a partir do corpo, mente e alma saudáveis.

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Adriano Valenncia: Minha história com a literatura é recente, começou com este livro e já é muito significativa para mim. 

Conexão Literatura: Você é autor do livro "Jornada do ex-obeso". Poderia comentar? 

Adriano Valenncia: O livro nasceu de uma necessidade que eu enxerguei de mostrar às pessoas relatos reais sobre a obesidade. É muito comum as pessoas enxergarem na bariátrica a solução para o seu problema, e nem sempre é. Lutei contra a balança a minha vida inteira, terceirizei a culpa do meu corpo diversas vezes. Deixei de viver coisas por vergonha. Por anos eu acreditava que pra eu mudar, precisava de alguém comigo. Que não conseguiria mudar meus hábitos e meu estilo de vida sem que alguém também se comprometesse junto comigo, numa mudança que era minha, precisava vir de mim. Cheguei a pesar 180 quilos, tive vários problemas de saúde, o que me fez ver na bariátrica minha única solução. Fiz a cirurgia, voltei a engordar e cheguei aos 155 quilos meses depois. Apesar de ter conseguido virar a minha chavinha, sigo com o meu corpo como minha dor atual, pois fiz a cirurgia numa época em que ela era realizada aberta, e a cicatriz é enorme. Por isso tenho dificuldade de ir à praia, por exemplo, de me colocar diante das pessoas sem camisa. O julgamento alheio ainda me assombra neste sentido, mas vendo por outro aspecto, aprendi a conviver com as minhas escolhas e com os resultados delas – sejam eles bons ou ruins. Eu consegui reprogramar a minha mente para traçar novas rotas e perspectivas que transformaram meus hábitos e a minha rotina de forma saudável. Hoje eu alcancei o meu peso ideal e consigo mantê-lo sem dificuldades. Dividir essa vivência foi o que me motivou a escrever o livro.

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro? 

Adriano Valenncia: A pesquisa foi um mergulho interno muito importante. No livro eu conto minhas experiencias de vida relacionadas à obesidade, meus sentimentos, dores e emoções, e a forma como fui transformando.

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho que você acha especial em seu livro?  

Adriano Valenncia: Difícil citar um trecho especial, pra mim o livro todo é muito especial porque concretiza a minha vitória com a obesidade e a superação de expor a minha vida, compartilhar a minha história, para ajudar outras pessoas e suas famílias a superarem o que vem com ela.

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Adriano Valenncia: O livro físico está a venda no meu site (https://adrianovalenncia.com.br) pelo valor de R$ 39,99. Mas as pessoas também podem adquirir a versão digital na Amazon por R$ 24,90. O meu trabalho pode ser consultado também no Instagram, @adrianovalenncia.

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

Adriano Valenncia: Sim. O livro me abriu uma nova porta de transformação. Dele nasceu uma mentoria chamada Fortaleza Mental, na qual, ao longo de oito semanas, eu ajudo o mentorado a mudar o mindset, se reencontrar e se conectar com a mudança. Nesses oito encontros eu ajudo a pessoa a entender e trabalhar a sua identidade, descobrir suas dificuldades e fragilidades, o seu estado atual e o objetivo que deseja alcançar. Basicamente eu refaço a minha jornada, mas a partir da vivência do outro para que ele se perceba empoderado e consiga transformar sua vida de maneira saudável. E através desse projeto, certamente outros livros virão, mas não no curto prazo. Existem algumas ideias guardadas para outros livros, um deles levantando a questão da compulsão, mas ainda é muito cedo. Serão necessárias algumas pesquisas ainda pra formatá-lo. 

Perguntas rápidas:

Um livro: As Leis do Triunfo

Um (a) autor (a):  Napoleon Hill

Um ator ou atriz: Keanu Reeves e Denzel Washington

Um filme: Como Estrelas na Terra

Um dia especial: Uma viagem com a minha esposa para Florianópolis

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Adriano Valenncia: Quero reforçar para as pessoas que elas não estão sozinhas. O caminho é árduo e solitário, mas nos permite ressignificar certas coisas, o que é libertador. Parece clichê, mas acreditar em você mesmo, que você pode e é capaz é o primeiro passo. Quando a gente tira o vitimismo da equação sobram opções, e é nelas que precisa estar o foco. Também quero reforçar que não sou contra a cirurgia, mas sim a favor de visualizar o macro para tomar a melhor decisão.

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