Conexão Nerd: Teoria da Conspiração, por Ademir Pascale

Cena do filme Teoria da Conspiração POR ADEMIR PASCALE Hoje não irei comentar sobre colecionáveis ou heróis, mas sobre um filme, um li...

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segunda-feira, 13 de setembro de 2021

De fã a escritora de romances românticos, conheça Juliana Marinho

 

Juliana Marinho - Foto divulgação

Lançada durante a pandemia, obra "A Melodia dos Sonhos" aborda temas como ansiedade, musicoterapia e amor por SP

Os livros sempre foram grandes companheiros de Juliana Marinho na adolescência, especialmente os de romance - gênero que sempre se identificou muito. Na vida adulta, essa paixão alcançou outro patamar: a paulista realizou o sonho de tornar-se escritora de romances românticos.

Inspirada em locais que costumava visitar com a família, antes da pandemia, e na música - outra paixão da autora -, Juliana lançou seu quarto livro, A Melodia dos Sonhos. Nesta entrevista, ela comenta sobre suas inspirações e a carreira literária:

1. Sobre a sua trajetória: quando e como surgiu a paixão pela escrita?

Juliana Marinho: Na adolescência comecei a ler bastante os livros de romances que meus pais tinham em casa. Livros sempre foram meus companheiros na hora do lazer, mas a paixão pela escrita iniciou já na fase adulta mesmo.

2. Por que você decidiu entre tantos gêneros escrever romance? Teve algum escritor ou escritora como inspiração?

Juliana Marinho: Eu sempre li muitos livros de romance romântico. Ficava envolvida e apaixonada pelas histórias narradas (muitas vezes fora do Brasil). Devorei alguns títulos da escritora Danielle Steel e, mais recentemente, sou fã de Julia Quinn e dos livros da Lucinda Riley.

3. Como surgiu a inspiração para criar este livro? Qual foi a motivação?

Juliana Marinho: A música é muito presente em minha vida. Adoro montar playlists e desfrutá-las em diversos momentos, como quando faço ginástica, em reuniões com amigos e familiares ou mantras antes de dormir. No entanto, a inspiração do livro “A Melodia dos Sonhos” tomou conta durante a pesquisa do meu projeto de conclusão da pós-graduação em Psicologia Positiva e Ciência do Bem-estar. Durante o estudo o conteúdo foi ganhando corpo e o romance trouxe a música para dentro da história de uma maneira bem marcante.

4. Qual é a principal mensagem que a obra traz aos leitores?

Juliana Marinho: Sempre convido meus leitores a passearem comigo nos lugares em que eu narro. Isto é marcante em minhas outras obras também, porém nesta eu destaco a música enquanto intervenção para cura de doenças. A mensagem de “A Melodia dos Sonhos” é que a protagonista se permite sonhar quando está envolvida com a música. Não só a musicoterapia pode fazer diferença na vida dela, mas a musicalidade promove o bem-estar nas nossas vidas.

5. Algum personagem do livro foi inspirado em sua vivência?

Juliana Marinho: Um personagem especificamente não, mas já fiz sessões de cura vibracional com uma profissional especializada e esta vivência trouxe veracidade no processo de criação da história do livro.

6. Quanto tempo levou para escrever o livro e como foi o processo de produção da obra?

Juliana Marinho: Levo em média de seis a sete meses para escrever um romance. Em um ano consigo publicar uma nova obra, mas o resto do tempo é exclusivo da produção do livro envolvendo análise crítica, diagramação, correção e etc. Este novo livro foi escrito durante a pandemia, por isso foi natural escolher a cidade onde eu moro como cenário. Eu não saía de casa para pesquisar, porém relatei sobre lugares que eu já estive com minha família, pontos turísticos que acho interessantes serem citados em São Paulo. Como optei por fazer a pós-graduação online durante a pandemia, meu tempo era dividido entre algumas horas de estudos e por volta de três horas de escrita por dia.

7. Você pretende publicar outros livros ou uma continuação para a história? Quais são seus próximos projetos?

Juliana Marinho: Iniciei a carreira escrevendo uma duologia e o “Conexão” também terá continuidade, mas o novo livro não terá continuação. Estou morando na Europa neste momento. A intenção é colher muitas ideias para um novo romance ambientado na Itália e ter também uma experiência internacional. Gosto de promover a cultura dentro dos meus livros, trazer informações reais do que o país oferece. Na verdade, este projeto é a realização de um sonho. Escrever na Toscana já é uma história envolvente, não?

8. Você escreveu essa obra pensando em qual público-leitor?

Juliana Marinho: Público jovem-adulto. Diferente dos outros livros, creio que este envolve uma faixa etária mais ampla do público feminino.

9. Quais maiores desafios você acha que o escritor brasileiro enfrenta atualmente?

Juliana Marinho: Sou uma escritora independente, então isto dificulta um pouco a distribuição dos meus livros nas livrarias físicas. No entanto, estou bem otimista com as redes sociais e a possibilidade de conversar com os meus leitores por direct e, na sequência, fazer as vendas online.

Para acessar o release do livro "A melodia dos sonhos" clique aqui!

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quarta-feira, 8 de setembro de 2021

Entrevista com Maria Aline Moretto, autora do livro "Pelo privilégio de se pertencer"


Maria Aline Moretto nasceu no Rio Grande Norte e mudou-se com a família para o Paraná ainda criança. Graduada em Administração e Marketing, escreve publicamente desde 2011, por incentivo de amigos criou o blog o hoje extinto, Mudei Meu Mundo, esse também viria a ser o título da sua primeira publicação independente. Atualmente vive com a sua família em Capanema, interior do Paraná, é redatora em uma agência de Marketing e escreve diariamente em mariamoretto.com.

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Maria Aline Moretto: Sempre fui apaixonada por literatura e todas as formas de arte, tudo o que escrevia com exceção das peças de teatro para a escola, ficava só para mim. Então por volta de 2011, criei um blog e passei a escrever lá.

Conexão Literatura: Você é autora do livro "Pelo privilégio de se pertencer". Poderia comentar? 

Maria Aline Moretto: É um livro autêntico, crônicas, ensaios e reflexões pessoais de alguém comum que aprecia a simplicidade da vida e também a complexidade das pessoas.

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro? 

Maria Aline Moretto: As pesquisas são diárias, sou muito observadora e consigo captar a essência de todos à minha volta, o conteúdo do livro foi escrito nos últimos 10 anos e carrega a minha evolução na escrita e como ser humano também.

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho que você acha especial em seu livro?  

Maria Aline Moretto: Os dois últimos capítulos. Como os textos são mais recentes, geram uma identificação maior sobre como me sinto atualmente e com o estilo da escrita também.

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Maria Aline Moretto: Para me conhecer um pouco mais é só me acompanhar nas redes sociais (@mariamoretto_) e no blog do site www.mariamoretto.com, lá também poderá encontrar todas lojas onde o livro está disponível.

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

Maria Aline Moretto: Sim, para o próximo ano, um novo livro, dessa vez não será tão pessoal, contarei a história de outras mulheres em suas várias fases e experiências.

Perguntas rápidas:

Um livro: 1984 – George Orwell

Um (a) autor (a):  Lucinda Riley

Um ator ou atriz: Audrey Hepburn

Um filme: Antes do Amanhecer

Um dia especial: O nascimento do meu filho

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Maria Aline Moretto: A arte é a alma da vida.

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quinta-feira, 2 de setembro de 2021

Entrevista com Dafhne Brown, autora do livro "A morte da alma" (Drago Editorial)


ENTREVISTA: 

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Dafhne Brown: O início foi no ano de 2018. Trabalhou no serviço público até o final de 2016. Então, depois desse ano, 2017, aposentou-se e sentiu tédio, pois seu marido ainda trabalhava à época, ou seja, ele saía cedo e voltava tarde. Assim, durante o dia ficava sozinha e sem nenhuma atividade mental para fazer. Ela pretendia, um dia, escrever um livro, até tentou, num feriado longo, mas desistiu, pois sofria de LER (síndrome de esforço repetitivo), isto é, tinha problemas nas mãos e dedos, pois durante seu expediente ficava com um computador em frente a ela e digitando por muitas horas. Á guisa de esclarecimento, quando tentou escrever seu primeiro livro o computador residencial apresentou um problema e perdeu tudo que tinha escrito. Desistiu. 

Conexão Literatura: Você é autora do livro "A morte da alma" (Drago Editorial). Poderia comentar?  

Dafhne Brown: Então, em meados de 2018, resolveu escrever um livro. Trabalhou nele por uns dois meses, só que em determinado tempo sua inspiração foi embora. Deu uma parada, fazendo outras atividades como, por exemplo, arranjos florais e pintura. Então, em meados do ano de 2019 retornou. A narrativa fluiu como um rio correndo pelas pedras. Terminou sua obra mais ou menos em outubro do mesmo ano. Depois, começou a pesquisar editoras, deparando-se com a Drago Editorial. Gostou da proposta que era apresentada. Assim, tornaram-se parceiros, ela como escritora e a Editora Drago, como editora. 

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro?  

Dafhne Brown: Quando resolveu escrever o livro, já tinha em mente o tipo de obra que iria fazer, ou seja, um romance policial, seu gênero preferido de leitura e filme. Portanto, de início, imaginou os principais personagens, e à medida que foi escrevendo, criando outros. Inclusive, mudou o desfecho final. Todas as suas pesquisas foram feitas no Google, tais como a linha de interrogatório, já que a obra se trata de um romance policial,  e em que ano surgiram o computador e a Internet no Brasil, pois a história começa em 1972, prólogo, após avança para  o ano de 1984. O tempo que levou para concluir o livro foi em torno de um ano, pois parou, como dito acima,  entre um ano e outro, isto é, 2018/2019. 

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho que você acha especial em seu livro?  

Dafhne Brown: “Sentia-me como um ser morto, por dentro, embora vivo por fora. ...Achava-me sem vida, um cadáver ambulante, o meu mundo desabara, Nada mais importava.”

Desse texto, esclarece a autora, veio a inspiração para o título do livro, A Morte da Alma, que algumas pessoas, que já o leram, estranham, pois trata-se de uma história policial e não uma obra de reflexão ou até uma discussão religiosa sobre a alma. 

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário?  

Dafhne Brown: O livro está à venda nas seguintes plataformas: Amazon, Editora Drago, Lojas Americanas, Mazagine Luiza, Mercado Livre, Extra, Shoptime e Submarino.

Suas redes sociais são: Facebook e Instagram - dafhne.brown

                                          Youtube - Dafhne Brown

                                          Twitter  - @DafhneBrown 

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

Dafhne Brown: A autora confirma que já escreveu um livro infantil. Uma guinada no seu gênero literário, de história policial para infantil. Ela informa que provavelmente só sairá no ano que vem, pois ainda está em fase de registro nos Direitos Autorais. 

Perguntas rápidas: 

Um livro: a trilogia Millenium, de Stieg Larsson.

Um (a) autor (a):  Agatha Christie.

Um ator ou atriz:  Bruna Marquezine.

Um filme: os quatro filmes da trilogia Crepúsculo, de Stephenie Meyer.

Um dia especial: dois dias, na verdade, quando nasceram suas duas filhas, flores do seu jardim, que Deus resolveu levar para adornar o seu parque na espiritualidade.  

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário?  

Dafhne Brown: A autora agradece à Conexão Literária e à Editora Drago por incentivarem os autores nacionais a mostrar suas obras. Ressalta também que o seu livro é adequado, exceção aos leitores mirins, a todas as idades.  

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terça-feira, 31 de agosto de 2021

Entrevista com Gisele Carmona, autora do livro Suey


Gisele
nasceu em 1983 na cidade de São Paulo e desde muito nova é apaixonada pela literatura. Começou a escrever quando tinha 15 anos e esse hábito a ajudou a se livrar do que poderia ter se tornado uma depressão.

Quando passou a entregar seus monstros e criaturas fantásticas aos livros, eles passaram a fazer parte de sua rotina diária e, principalmente, de seu amor por escrever. Atualmente, após o nascimento e diagnóstico de seu filho para autismo, além de romances de ficção, também passou a produzir livros ilustrados para o universo infantil. 

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Gisele Carmona: Foi cheio de altos e baixos. Escrevi meu primeiro livro, Nas Trevas e na Luz, quando tinha 15 anos. No entanto, era nova e as pessoas acabaram me desacreditando sobre a possibilidade de viver de escrever. Engavetei a minha ideia. Continue escrevendo apenas por amor mesmo, mas sem muita expectativa. Até que tomei coragem, isso já com 30 anos, de colocar a cara a tapa nesse universo de autores. Por total falta de conhecimento, acabei entrando em algumas furadas que atrasaram ainda mais a minha caminhada. Desde 2019 estou encarando a produção independente. 

Conexão Literatura: Você é autora do livro "Suey". Poderia comentar? 

Gisele Carmona: Claro. Suey é um romance que conta a história de uma bruxa aprisionada em um feitiço por muito tempo, acabando por se tornar uma lenda de família. Quando ela finalmente está livre, descobre que nada mais que conhecia está a sua volta, no entanto, os inimigos ainda estão à espreita. É sobre entender todos os lados de uma história antes de concluir algum fato. 

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro? 

Gisele Carmona: Esse livro levou algo em torno de um ano para ficar pronto e estava engavetado desde 2005 - pois é, eu disse que continuei escrevendo mesmo sem publicar. Depois de tanto tempo finalmente ele está disponível para a leitura de todos. 

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho que você acha especial em seu livro?  

Gisele Carmona: Sinceramente eu gosto do momento em que ela desperta e percebe que tudo mudou. Pior do que ser morta, é ficar um tempo fora do ar e, quando volta, não encontrar mais nenhum lugar que você possa chamar de lar ou pessoas em quem confiar. 

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Gisele Carmona: Suey tem data de lançamento marcada para o dia 13 de setembro, mas já está disponível para pré-venda na Amazon (versão e-book). Para adquirir basta acessar o link : https://www.amazon.com.br/dp/B09DN8TSDT

Após essa data, a versão física também estará disponível para compra diretamente no Clube de Autores: https://clubedeautores.com.br/

Caso queira acompanhar outros lançamentos e trabalhos é só me seguir nas redes sociais.

Instagram: https://www.instagram.com/gisele_carmona.escritora/

Facebook: https://www.facebook.com/giselecarmonaescritora

Twitter: https://twitter.com/giselecarmona

Ah, também tem o site: https://escritoragiselecarmona.com.br

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

Gisele Carmona: Sim, existem. Estou finalizando mais um livro infantil que pretendo colocar em financiamento coletivo antes do final desse ano e tenho mais um romance em andamento, mas esse é mais para o ano que vem mesmo. 

Perguntas rápidas:

Um livro: Insônia - Stephen King

Um (a) autor (a):  Stephen King e André Vianco

Um ator ou atriz: Fernanda Montenegro

Um filme: O poço

Um dia especial: o dia do nascimento do meu filho

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Gisele Carmona: Agradeço esse espaço por me permitir contar um pouco mais sobre o meu trabalho e esse tipo de iniciativa que ajuda autores independentes a encontrar seu espaço ao sol. 

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sexta-feira, 20 de agosto de 2021

Conheça o livro “O Vento nos Canteiros de Hortelã”, da autora Gisele Toledo


A saga de três gerações de mulheres deste romance histórico revela o passado e dialoga com nosso tempo. Ao retratar o Brasil à beira da abolição da escravatura, no século XIX, o arco narrativo remete a questões da atualidade. O enredo envolvente expõe raízes e mecanismos das contradições sociais, questões sobre gênero e racismo. Heranças daquela época, mas cuja repercussão ainda permeia debates contemporâneos, no século XXI. 

A autora nos transporta ao cenário das prósperas fazendas de café, no qual nos apresenta a uma linhagem de matriarcas e sinhazinhas. Com isso, acompanhamos a trajetória da família de Sinhá Aurora, Sinhá Eugenia, Sinh’Ana e Aninha. Desprovidas de qualquer poder de escolha ou autonomia, fadadas a gerar herdeiros e gerenciar a Casa Grande, conforme a tradição. 

Entretanto a filha temporã, não teme abrir caminhos próprios. Por meio de lições sutis de sensibilidade, coragem, cultura e astúcia, ensinadas pela avó, ousa criar e assumir inesperadas opções. Torna-se uma mulher incomum, capaz de desafiar regras da aristocracia do café, com capacidade e coragem para ousar criar outro destino. 

A trama surpreendente é bem temperada com a oralidade da época, linguagem por vezes poética e um elenco plural. Inclui personagens como os irmãos educados na Europa, com trajetórias diversas como a música e a Faculdade de Direito de Coimbra, em contraposição ao universo restrito e patriarcal de mascates, religiosos, comerciantes e feitores do interior, prontos a manter a ordem nas fazendas, seus salões e senzalas. 

Mas Gisele Toledo avança e também aborda a saga de pobres e pretos alforriados. Mostra como o movimento abolicionista urbano congregou juristas, políticos, escritores, jornalistas, artistas e poetas. Essa rica trajetória traz lições de perseverança e paixão, pequenas e grandes conquistas. Propiciadas por generosidade e coragem, são determinantes no avanço das pessoas e da História. 

O romance histórico “O vento nos canteiros de hortelã”, de Gisele Toledo, leva o leitor a revisitar o Brasil do século XIX. Com uma narrativa envolvente, também aponta questões cruciais. Expõe contradições nacionais de uma herança que marcou o país, e tem repercussão mais de um século depois.

Sobre a autora

GISELE TOLEDO é jornalista, professora de Literatura, autora do livro Encontro de Travessias: Adélia Prado e Guimarães Rosa (2019). Mestre em Letras pelo depto. de Teoria Literária e Literatura Comparada da USP; especializada em Estudos Literários (UFJF) é graduada em Comunicação Social (Puccamp) e Letras (Uninter) e pós-graduanda em Literatura Infantil e Juvenil (UCAM). Mineira de Belo Horizonte, mora em Itamonte, na Serra da Mantiqueira, no Sul do estado.

Trechos do romance

"Sinhá Eugênia sentiu imensa tristeza pela neta precisar repetir a mesma história de vida das mulheres que, como ela, tiveram a rota traçada sem poder mudar o percurso. No fundo, sabia que com aquela menina seria diferente. A avó amorosa conhecia o ímpeto nato da pequena para se tornar comandante do próprio destino. Era por acreditar na capacidade de Aninha em não temer andar por estradas abertas com as próprias mãos que previa: o sofrimento e as lágrimas seriam inevitáveis para mulheres fortes como aquela que ainda dormia em seu colo."

"Não havia lugar naquela casa sem inebriar com a recendência que a invadia quando o vento soprava mais forte na hortelã. Quase contava o segredo que Sinh’Aninha guardava plantado e ele espalhava ventando."

PARA ADQUIRIR O LIVRO:

https://www.amazon.com.br/dp/6590170401?ref=myi_title_dp

https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1841566462-livros-o-vento-nos-canteiros-de-hortel-_JM

https://www.livrariadabok2.com.br/o-vento-nos-canteiros-de-hortela 

https://www.estantevirtual.com.br/busca?q=O%20Vento%20nos%20Canteiros%20de%20Hortelã%20Gisele%20Toledo&agrupar=0

https://www.submarino.com.br/produto/3097768058

https://www.shoptime.com.br/produto/3097768058

https://www.americanas.com.br/produto/3097768058

E com o próprio autor pelo e-mail: gisatol@bol.com.br (quem comprar direto com o autor terá o livro autografado).

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quinta-feira, 19 de agosto de 2021

Entrevista com Gisele Toledo, autora do livro O VENTO NOS CANTEIROS DE HORTELÃ


ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Gisele Toledo: Eu sou professora de Literatura, sendo assim, a literatura sempre esteve presente em minha vida. Como escritora, foi a partir de 2015, quando retornei de uma cooperação internacional no Timor-Leste, Ásia. Desempregada, me vi forçada a fazer algo que preenchesse minhas horas, então comecei a escrever a história do romance.

Conexão Literatura: Você é autora do livro "O vento nos canteiros de hortelã". Poderia comentar? 

Gisele Toledo: O VENTO NOS CANTEIROS DE HORTELÃ é um romance histórico, passado no final do século XIX. Tem como pano de fundo a escravidão em uma fazenda de café e, como não poderia deixar de ser, um amor que move a trama. Além dos laços de afetos, há a luta abolicionista, que traz à tona o racismo e o lugar da mulher na sociedade da época.

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro? 

Gisele Toledo: Primeiro foi uma escrita passional, em que eu não parei para nada, me dediquei apenas em contar a história. Como, a princípio, não havia em mim a pretensão de publicar, a pesquisa veio com a primeira versão do livro pronta. Nesse momento, a pesquisa foi intensa por tratar de uma época que não é a atual. Dessa maneira, arquitetura, costumes, culinária, vestimentas, meios de transporte, música, educação, literatura e, principalmente, as linguagens, necessitou de um trabalho profundo de pesquisa.

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho que você acha especial em seu livro?

Gisele Toledo: O momento em que Sinhá Eugênia vai à senzala pela primeira vez. Para mostrar o impacto que o lugar e as pessoas dali causaram na senhora, eu construí um parágrafo descrevendo a expressão de todos os seus sentidos:

“Desnorteada, a senhora atravessou o caminho de volta para casa. O escravo no tronco já com as costas sangrando, feitores gritando sem parar, a volta de alguns escravos do cafezal. Tudo cheirava a zinabre. Sons de gemidos, o pé de moleque a machucar os seus, o gosto amargo da vida em sua mais baixa degradação: a visão do inferno.”

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Gisele Toledo: O VENTO NOS CANTEIROS DE HORTELÃ está à venda nas plataformas digitais: Amazon, Americanas, BOK2, Estante Virtual, Submarino e Shoptime. Mas para quem gosta de ter o livro autografado pelo autora, pode entrar em contato pelo e-mail: gisatol@bol.com.br.

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

Gisele Toledo: Sim! A continuação da saga está sendo escrita e esperada por quem já leu e está me cobrando nova leitura. 

Perguntas rápidas:

Um livro: Grande Sertão: Veredas

Um (a) autor (a):  Guimarães Rosa

Um ator ou atriz: Todos os atores da “Cia Perambulantes” (grupo de teatro de rua do qual participo como cantora).

Um filme: A Testemunha

Um dia especial: Todos os que temos motivos para agradecer.

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Gisele Toledo: Gostaria de ressaltar o retorno que tenho recebido dos inúmeros leitores destacando a vocação que O VENTO NOS CANTEIROS DE HORTELÃ tem para ser roteirizado em cinema ou minissérie. 

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segunda-feira, 16 de agosto de 2021

Meu padrasto é a maior viagem, de Melissa Mellvee, um livro repleto de referências à cultura Pop

 

Melissa Mellvee - Foto divulgação

Por Fernanda Mellvee[1] 

O livro de estreia de Melissa Mellvee apresenta aos leitores a aventura de Ingrid, uma adolescente porto-alegrense que se muda com a mãe uma aspirante a atriz e com Jimmy, seu cachorro falante para a Estocolmo. Porém, além do choque entre as culturas brasileira e sueca e dilemas típicos da adolescência, o romance de 260 páginas conta com inúmeras referências à cultura pop, que abordam desde o cinema escandinavo contemporâneo até obras de literatura infanto-juvenil. 

            Uma boa parte da inserção de personalidades do cinema na narrativa ocorre a partir do momento em que a protagonista é apresentada ao novo namorado da mãe, que, para a sua surpresa, se trata do seu maior ídolo, um jovem ator sueco que é figura recorrente em filmes de aventuras e séries épicas.

A personagem então – que se autodefine como uma “nerd assumida” – passa a ter contato com as celebridades que somente conhecia através da televisão, como podemos observar nas cenas a seguir:

Para ter uma ideia, as mulheres estão MUITO arrumadas, como se fossem receber o Oscar e os homens usam terno e gravata. Estou me sentindo no baile à fantasia na Casca da Catarina Batista, da novela o “Cravo e a Rosa”, só que eu sou o Petrucchio vestido de homem das cavernas. Tudo bem, isso foi um pouco dramático, mas a minha roupa é ótima para ir ao supermercado ou passear com o meu cachorro, não para uma festa. Até o ridículo do Oran está arrumadinho. Até o seboso do meu padrasto está arrumadinho (P. 157).

 

Começo a correr muito, com nunca corri na vida, pensando no que irei falar para o Gustaf. “Cara, sou muito sua fã, eu simplesmente te adoro, adoro os teus irmãos, principalmente o Valter, que é muito estiloso, mas tu é o meu Skarsgard favorito, então, pelo amor de Deus, pode tirar uma foto comigo?” Não, isso é muito desesperado, penso enquanto desvio de uma pilastra” (p. 234).

 

Outro aspecto bastante interessante da obra é a trilha sonora que acompanha estas personagens ao longo dos 21 capítulos. Entre os artistas mencionados, temos a banda Him, a dupla Kieran O´Reilly & Ragga Ragnars e, principalmente, a banda Harr & Hartberg, que surge quase como um personagem na obra. A banda, que é uma das preferidas da autora, é composta pelos músicos Thorbjørn Harr (vocalista), Aslak Hartberg (baixo), Jørn Øien (piano), Håkon Mjåset Johansen (bateria), Trygve Seim (saxofone), Sjur Miljeteig (trompete) e conta com composições do escritor norueguês Lars Saabye Christensen.

Se este momento fosse uma cena de algum filme ou série, eu realmente não sei que música colocaria como trilha sonora. Pensei em “Find me for me”, de Harr & Hartberg, mas acho que esta música não combina com o meu desespero de fã lunática (P. 234).

 

Já sei! A trilha sonora que ficaria perfeita neste momento é “Doors” de Harr &Hartberg. O que farei com esta informação? Nada! Eu só estou perdendo tempo (P.235). 

Obviamente, existem outras inúmeras referências artísticas em Meu padrasto é a maior viagem, mas para não limitar a viagem cultural do leitor, esta resenha se encerra por aqui. 

Sobre o livro

Número de páginas: 259

Formato: 15 X 21

ISBN: 978-65-992932-2-1

Editora: Berserkir

Preço de capa: 40,00

Adquira o livro por meio do perfil da editora no Instagram: @editoraberserkir



[1] Fernanda Mellvee é escritora, tradutora literária, mestra em literatura comparada, professora de escrita criativa e, principalmente, mãe da autora e editora do livro Meu padrasto é a maior viagem.

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quinta-feira, 12 de agosto de 2021

Conheça a obra "Ao desconcerto do mundo", da autora Fabiana Alves Monteiro


Em ao desconcerto do mundo, a trajetória de Sofia remete ao famoso poema de Camões. A personagem, que foi maltratada pela vida, acredita que tem o direito de eliminar, literalmente, quem ousar atravessar o seu caminho. Mas, tudo tem o seu preço. Com traços de romance policial, a obra permite, ao leitor e à leitora, penetrar na alma e na moral de Sofia, uma pessoa inteligente e complexa, que é capaz de demonstrar afeto por sua família e, ao mesmo tempo, se orgulhar de sua frieza e crueldade.

PARA ADQUIRIR: CLIQUE AQUI.

ASSISTA AO BOOK TRAILER

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quarta-feira, 11 de agosto de 2021

Um papo com Fabiana Alves Monteiro, autora do livro "Ao Desconcerto do Mundo" (Editora Giostri)


Fabiana Alves Monteiro é Professora da Rede Estadual de Ensino em Curitiba/PR e possui Graduação e Mestrado em Geografia, pela Universidade Federal do Paraná. Com alguns artigos publicados na área de habitação popular e um Doutorado em andamento, decidiu repensar seus planos para o futuro e se dedicar à sua paixão de uma vida toda: a literatura. Nesse romance inspirado em Crime e Castigo de Dostoiévski e no poema de Camões que deu origem ao título, a autora pôde esboçar um pouco das suas impressões do meio acadêmico do qual fez parte durante muitos anos e deixar aflorar toda sua imaginação numa linguagem limpa e simples, fruto da sua admiração por autores clássicos como Machado de Assis, Flaubert, Eça de Queiroz e Kafka, entre tantos outros.

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Fabiana Alves Monteiro: Desde criança sempre fui apaixonada por livros e aos doze anos de idade já escrevia algumas pequenas histórias de terror inspiradas nas obras de Stephen King  que conhecia. Com o passar do tempo descobri os clássicos e minha paixão pela literatura só aumentou. Sempre sonhei em me tornar uma grande escritora e até os vinte anos escrevia com regularidade. Porém, depois que ingressei na Faculdade e em função do trabalho também, acabei deixando meus planos de lado, porém nunca desisti deles. Inclusive, meus dois romances completos que escrevi, foi nesses últimos dez anos, que vivi praticamente em função da Pós Graduação, até que chegou o momento em que eu decidi abandonar o Doutorado, pois percebi que não fazia mais sentido pra mim e que tinha que me dedicar completamente àquilo que eu realmente gostava. 

Conexão Literatura: Você é autora do livro "Ao Desconcerto do Mundo". Poderia comentar? 

Fabiana Alves Monteiro: Escrevi esse romance em três meses, no início do ano de 2018. Quando estou envolvida em um projeto, gosto de mergulhar de cabeça, nesse período dormia e acordava pensado na personagem e na sua trajetória. São momentos incríveis. Antes de começar, já tinha definido em minha mente todo o enredo, cada passo da personagem principal e como seria o seu fim. Na sequência enviei o romance para umas poucas Editoras pequenas, pois como o meu primeiro romance não tinha sido aceito pelas grandes do Setor, resolvi que iria tentar outro caminho. Umas duas entraram em contato comigo, mas como eu não tinha recursos no momento para entrar com a contrapartida exigida, acabei deixando de lado. Também acabei engravidando do meu primeiro filho nesse período e daí passei os dois anos seguintes me dedicando integralmente à maternidade. Com a pandemia no ano passado, e com o maior tempo que passei a ficar em casa, comecei a repensar a minha vida e decidi investir na literatura novamente, foi então que alguns meses depois, este romance foi aceito para publicação pela Editora Giostri.    

Conexão Literatura: Como é o seu processo de criação? Quais são as suas inspirações?

Fabiana Alves Monteiro: As inspirações vêm por acaso, quando não estou esperando. Mas em outros momentos da vida, cheguei a ficar angustiada, pois queria escrever um romance, mas nenhuma boa ideia surgia. No caso desse, a inspiração veio de repente, do interesse e até fascínio que as pessoas tem por psicopatas, sejam reais, ou personagens da ficção. Esse interesse pelo menos no meu caso, vem da frieza, da ousadia que essas pessoas tem em ultrapassar as barreiras morais e burlar as leis estabelecidas. Mas, já adianto que a personagem Sofia, não é uma psicopata, embora a ideia original tenha sido essa. Porém, ela tem essa frieza e indiferença pela vida que são sentimentos típicos de um sociopata e vai ultrapassando várias barreiras morais ao longo da narrativa. Também queria criar a figura do anti-herói, fora do lugar comum, daí é claro, me inspirei no romance Crime e Castigo, em Madame Bovary e no poema de Camões, que deu origem ao título, que diz muito sobre esse sentimento de querer conquistar o mundo à qualquer preço.   

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho do seu livro especialmente para os nossos leitores?  

Fabiana Alves Monteiro: Esse trecho é da reta final do romance, quando Sofia percebe que o seu mundo caiu:

   “Agora, tantos anos depois, exatamente no mesmo local, Sofia observava a mesma paisagem, mas não conseguia sentir nenhuma espécie de emoção. Era apenas um extremo vazio que tomava conta de todo o seu ser e aquela cidade diante dos seus olhos era apenas um amontoado de prédios e casarões antigos, cheio de pessoas estúpidas e perdidas. Tão perdidas quanto ela...

   Nem mesmo tinha capacidade de chorar, de sorrir ou de sonhar. Era tanta indiferença pela vida que chegava a doer. Quisera naquele instante poder gritar de desespero, de arrependimento, ou ao contrário, rir da sua desgraça e da desgraça que tinha provocado na vida de Carlos Henrique, de Otavio e da sua própria família. Mas, não sentia por eles, não sentia nem por si mesmo. O que havia acontecido consigo? O que havia dentro do seu peito? Uma rocha e nada mais? Por que não se importava? Porque nunca havia se importado com as consequências dos seus atos?

     – Moça? – Disse uma voz atrás de si.

   Sofia virou-se prontamente assustada e avistou uma das zeladoras do prédio, uma senhora de meia idade, muito baixa e acima do peso lhe observando com um ar preocupado. 

     – Tudo bem? – Tornou a senhora apoiando-se no cabo do rodo.

    – Tudo... Eu só estava aqui observando... – Respondeu Sofia constrangida. 

    Como a mulher permanecesse parada com uma expressão temerosa, Sofia foi afastando-se do vidro da janela e acabou descendo pela escada sem mais palavras. 

   Voltou imediatamente ao seu apartamento e sem saber o que fazer, não fez absolutamente nada. Resolveu que iria esperar o desenrolar dos fatos para procurar um advogado. Mesmo por que, o que poderia dizer a ele para preparar sua defesa? A verdade? E qual era mesmo a verdade?”

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Fabiana Alves Monteiro: Meu livro está à venda pela Editora Giostri, Martins Fontes, Travessa, Marcado Livre e Magazine Luiza.

Para saber um pouco mais sobre mim e das minhas obras preferidas, pode me seguir pelo meu Instagram: fabianaalves.monteiro

Conexão Literatura: Quais dicas daria para os autores em início de carreira?

Fabiana Alves Monteiro: Se acredita no seu talento, deve insistir e procurar também pelas Editoras médias e pequenas, pois as maiores nesse Setor nem sempre estão abertos à iniciantes. 

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

Fabiana Alves Monteiro: Sim, o romance que escrevi há quase dez anos, estou revisando no momento e fazendo uns pequenos ajustes, pois afinal de contas a sociedade mudou muito nesses últimos anos. Nesse romance o personagem, Marco Antônio, é um escritor como eu, que em função das necessidades que a vida nos impõem, deixou a literatura de lado e seguiu outros rumos. Mas daí chega o momento em que resolve arriscar tudo e dar um novo sentido a sua vida monótona, ressuscitando inclusive, seus traumas do passado. 

Perguntas rápidas:

Um livro: Crime e Castigo

Um ator ou atriz: Jack Nicholson

Um filme: Sobre Meninos e Lobos

Um hobby: Ler

Um dia especial: Todos os sábados

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Fabiana Alves Monteiro: Gostaria de convidar os leitores que gostam de literatura clássica e de romances que retratam pessoas comuns, a conhecerem a minha obra que fala sobretudo, sobre os mais intensos sentimentos humanos, como o amor e o ódio.

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quinta-feira, 5 de agosto de 2021

Fazer o bem é tema de livro infantil

Nathália Simões - Foto divulgação

No dia 28 de agosto, comemora-se o Dia Nacional do Voluntariado, data celebrada pelas organizações sociais e por pessoas de diversas partes do país onde é realizado o trabalho voluntário dedicado às causas sociais. Nathália Simões, relações públicas e publicitária, com atuação no terceiro setor há 10 anos, escolheu esse mês para lançar, oficialmente, o livro infantil de sua autoria intitulado “Como posso fazer o bem?” (Ed.Gulliver/selo Adelante). 

O livro é um incentivo para as crianças conhecerem as diversas formas de praticar o voluntariado e traz valores essenciais, como a colaboração, empatia e a solidariedade. Por meio do diálogo com sua mãe, a menina Marina, personagem principal da história, compreende que fazer o bem começa com ações simples em seu próprio espaço, mas desenvolve, também, um olhar atento para as carências de atos de gentileza e solidariedade com as pessoas entorno dela. 

Segundo a autora, “foi uma alegria e um grande desafio escrever sobre essa temática para as crianças. Ao mesmo tempo que eu precisava trazer os conceitos para o universo infantil, tornando-os compreensíveis e interessantes, como especialista e palestrante nessa área, não poderia tratá-los de maneira muito simplista, reduzindo toda a riqueza de aprendizado. Os adultos que se aventurarem na leitura, junto com as crianças, poderão ter reflexões muito preciosas”, conta Nathália Simões. No livro, os conceitos de cidadania global, rede colaborativa, sustentabilidade são inseridos com exemplos simples e de afetiva percepção pelas crianças. O artista Anjo (Sérgio Luiz) faz parte do projeto como ilustrador convidado. “Ele trouxe muita cor e diversidade para gerar ainda mais conexão com nossos leitores”, adianta a autora. O obra tem prefácio do filósofo e escritor Rodrigo Starling, fundador da associação Minas Voluntários. 

“Como posso fazer o bem?” é um projeto que teve início no dia das mães e a pré-venda até o início de julho de 2021. A autora realizou um financiamento coletivo para a produção inicial de 500 livros, sendo que a metade da tiragem foi doada ao Novo Céu, organização social sem fins lucrativos, que acolhe crianças, adolescentes e adultos com paralisia cerebral, localizada em Contagem-MG. As pessoas que participaram da pré-venda receberam o livro em primeira mão, além de recompensas personalizadas. 

Fazer o bem, doar, voluntariar-se, colaborar não só fazem parte do enredo do livro infantil, como também guarda um propósito: em todas as edições, a cada livro vendido, outro será doado. “Acredito muito nessa contrapartida social, facilitando o acesso das crianças aos livros, onde quer que elas estejam: nas casas, nas escolas públicas e privadas, nas organizações sociais, nos estabelecimentos comerciais e onde mais for possível”. 

A obra leva em sua contracapa os símbolos dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), definidos em 2015, a partir da reunião entre chefes de Estado e a ONU para unir forças em prol de uma Agenda Mundial de Desenvolvimento Sustentável, que deve ser cumprida até 2030. O livro infantil contribui para a disseminação e fortalecimento de 9 ODS: Erradicação da pobreza, Fome zero e agricultura sustentável, Educação de qualidade, Redução das desigualdades, Vida terrestre, Paz, justiça e instituições eficazes, Parcerias e meios de implementação. 

Os exemplares podem ser adquiridos diretamente com a autora em www.comopossofazerobem.com.br ou na instituição Novo Céu (31 3368-6860).

Serviço: 

Evento de lançamento do livro: 28 de agosto, sábado, às 9h

Local: Manjericão Mercado e Padaria (Av. Heráclito Mourão de Miranda, 1.466/loja B – Bairro Castelo – BH/MG)

Manhã de autógrafos, venda dos livros e diversas oficinas educativas para crianças. Confira programação no site da autora: www.comopossofazerobem.com.br.  

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quinta-feira, 29 de julho de 2021

A Distância dos Íntimos e Bebelle em O Mundo Azul contra o Gigante Invisível - Aline Gonçalves


A Distância dos Íntimos

A distância que nos aproxima de um ponto. As idas e vindas marcadas pelo amor e a incerteza. Uma história real que morando na ficção de um sonho se alterna entre o bem e o mal, a busca e o encontro. Um livro psicologicamente denso, enigmático e apaixonante. Uma perfeita simbiose entre pessoas que se amam e se odeiam, tudo na mais perfeita ordem dada pela vida, pelo destino capaz de comandar com a força dos cordéis, os seus fantoches humanos. A Distância dos Íntimos nos leva a mais plena reflexão, sua força centrípeta nos abraça deixando em nós profundas marcas após a leitura.

Bebelle em O Mundo Azul contra o Gigante Invisível 

RUAS DESERTAS, PRAÇAS LACRADAS, CLUBES E CINEMAS E RESTAURANTES FECHADOS, BEIJOS E ABRAÇOS PROIBIDOS… TODAS AS PESSOAS DO PLANETA TEMEM O GIGANTE INVISÍVEL QUE ASSOMBRA O MUNDO AZUL.

NESTE CENÁRIO APOCALÍPTICO, UMA MENINA LEVADA, UMA LIBÉLULA ASSANHADA E MUITOS HERÓIS COM MÁSCARAS BUSCAM A FÓRMULA DA SOBREVIVÊNCIA.

SERÁ QUE, AFINAL, CONSEGUIRÃO SALVAR O MUNDO?

PARA SABER MAIS SOBRE A AUTORA E SEUS LIVOS: CLIQUE AQUI.

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terça-feira, 27 de julho de 2021

Aline Gonçalves e seus livros

Aline Gonçalves - Foto divulgação

Aline Gonçalves
, mineira, especialista em Direito Civil, escritora, autora dos romances: Anjo Proibido, A Distância dos Íntimos e do infantil: Bebelle em O Mundo Azul Contra o Gigante Invisível, além de diversos contos publicados em periódicos mineiros e na sua página @intimismosalinegoncalves. Teve seu texto selecionado para integrar o livro “Cartas de uma Pandemia” da editora Claraboia, lançado em 2021. Curadora do projeto MOLIETE (instagram: @mostraliterariamoliete). 

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Aline Gonçalves: Escrever sempre foi uma necessidade. É a forma com que melhor consigo me expressar, além do encanto que as palavras, o brincar com a linguagem escrita acarretam e as diversas vidas que podemos vislumbrar e, de certa forma, vivenciar neste processo. Comecei publicando contos e foi assim até ter coragem de publicar o Anjo Proibido, meu primeiro livro, escrito aos 17 anos. 

Conexão Literatura: Você é autora dos livros "Bebelle  em O Mundo Azul contra O Gigante Invisível" e "A Distância dos Íntimos". Poderia comentar? 

Aline Gonçalves: Sim, também sou autora do romance Anjo Proibido (publicado anteriormente). A Distância dos Íntimos narra a trajetória de uma mulher que abandona os filhos pequenos e o marido, uma vida, aparentemente perfeita, sem razão aparente e parte para um destino incerto, desprovida de documentos, de pertences, de nome; mas será ela capaz de se despir também de seu passado? Deixar mulher e filhos para trás é um ato costumeiro e aceito socialmente, mas quando uma mulher segue por este caminho, todos os questionamentos são incisivos, a condenação social é implacável.  Já o “Bebelle...” foi uma surpresa, nunca imaginei escrever um infantil, daí veio a pandemia e aquele insight de retratar o novo cotidiano construído em um universo inóspito, um mundo que se torna completamente restrito da noite para o dia e, mais uma vez, acaba por focar na rotina feminina, inclusive através da personagem Bebelle que se transporta da infância para a adolescência em meio ao caos. O enfoque do livro é realmente mostrar a nova realidade, para ajudar neste momento caótico e para, posteriormente, eu espero, termos este registro de um tempo sombrio, sob uma ótica otimista. Contudo, mais uma vez, não podemos deixar de frisar a desigualdade entre os sexos e o quanto a pandemia vitimou, de todas as formas, muito mais as mulheres, campeãs nas perdas de empregos, consumidas por jornadas duplas, triplas, sem apoio legal ou social. 

Conexão Literatura: Como é o seu processo de criação? Quais são as suas inspirações?

Aline Gonçalves: Sou muito sinestésica. Geralmente um cheiro, um som, uma lembrança me trazem uma sensação e daí vem uma frase, um verso ou um parágrafo que é como costumo iniciar meus romances e contos. E o resto, costumo pensar caminhando, correndo... para escrever pela madrugada e depois guardar por um certo tempo até reler e ver se ainda sinto da mesma forma. 

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho dos seus livros especialmente para os nossos leitores? 

Aline Gonçalves: Claro! Vou citar um trecho, bem atual, do Bebelle em O Mundo Azul Contra o Gigante Invisível:

(...)No novo normal, havia motoboys entregadores de alimentos e utensílios, sempre que preciso, e não apenas para remédios urgentes e pizzas nos finais de semana especiais. A escola era em casa, on-line, e, nessas ocasiões, não adiantava a testa da Bebelle enrugar, onde quer que fosse, da maneira que fosse, ela iria estudar. No anormal, mamãe era rígida igual. Sair de casa, só para o essencial. Os clubes e cinemas fecharam, as festas foram proibidas, as praças impedidas e todos os seres humanos colocaram máscaras de super-heróis: brancas, pretas, azuis, coloridas"

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir os seus livros e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Aline Gonçalves: A Distância dos Íntimos está à venda nas livrarias: Leitura Pátio Savassi (BH), Livraria Café Itatiaia (Tiradentes), Mania de Ler bookstore (Gramado), Linna (C. Lafaiete) e o Bebelle... está disponível na Leitura (BH shopping), Linna (C.Lafaiete), em e-book, pelo Amazon (https://www.amazon.com.br/dp/B08W5HYBND ) e ambos, diretamente comigo através das minhas redes sociais, (Instragram: @aline.alvesgoncalves.escritora , e-mail: alinealves2d@gmail.com).

Convido todos a me seguirem no Insta: @aline.alvesgoncalves.escritora, onde estou postando as novidades, onde acontecem bate-papos culturais, lives literárias, enfim, uma troca bastante rica com grandes escritores, artistas, blogueiros, amantes das artes em geral e também a visitar minha página no facebook a @intimismosalinegoncalves

Conexão Literatura: Quais dicas daria para os autores em início de carreira?

Tem uma frase de Beauvoir que diz tudo: “Não se pode escrever nada com indiferença.” É isso aí, escrevam sem amarras, sem censura e, depois sim, procurem por uma revisão crítica, muito cuidado com as propostas da editoras para autores iniciantes e “mão na massa”.

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

Aline Gonçalves: Sim! O plano é termos novidades envolvendo a personagem Bebelle, além de uma sequência de A Distância dos Íntimos e, quem sabe, mais adiante, uma coletânea com os contos. Além do movimento cultural em torno da MOLIETE (instagram: @mostraliterariamoliete), onde o objetivo é divulgar a arte. 

Perguntas rápidas:

Um livro: A Idade da Razão (Jean-Paul Sartre)

Um ator ou atriz: Juliette Binoche

Um filme: A Liberdade é Azul

Um hobby: Correr

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Aline Gonçalves: Espero que um dia as pessoas valorizem a arte como a arte valoriza todas as miúdas individualidades do ser. Nesse dia, todos os escritores (com ou sem marketing) serão lidos, os artistas (famosos ou anônimos) bem vindos e teremos, sem dúvida, um mundo infinitamente mais humano.

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terça-feira, 6 de julho de 2021

Entrevista com Sheyla Baum, autora do livro "Dicionário Amoroso de Valores"


Professora, Psicopedagoga especialista em Neuroaprendizagem, Cognição e Psicomotricidade. Acredito, desde sempre, na formação do vinculo afetivo para o sucesso na aprendizagem e na importância das habilidades socioemocionais como mola propulsor a da construção de uma boa convivência entre pares, levando a uma melhor formação do ser humano. Com vasta experiencia em sala de aula, dediquei-me ao atendimento psicopedagógico escolar, trabalhando com crianças com dificuldades de aprendizagem, entre esses o Transtorno do Espectro Autista. Elaborei e implementei um Projeto de inclusão, já publicado no livro ‘’Coordenador Pedagógico ‘’na Editora Edicon. Sou autora dos livros ‘’Dicionário Amoroso de Valores’’ e ‘’A Caixinha da Vovó’’.  Autora de artigos didáticos no livro ‘’Entretecendo Saberes’’ volume 3 e no livro Contribuições da Neurociência para uma Educação integradora.

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Sheyla Baum: Sempre gostei de registrar meu dia a dia na escola, elaborando relatórios detalhados sobre os alunos  e repensando a minha prática. Foi assim que surgiu o Dicionário Amoroso de Valores, a partir de um Projeto Valores onde eu apresentei ás crianças o que são Valores e a importância de pratica-los. Propus aos alunos um registro dessa atividade e enviei aos pais. Maravilhados com o conteúdo, fiquei  inspirada a compartilhar com um maior numero de crianças essa aprendizagem.

Conexão Literatura: Você é autora do livro "Dicionário Amoroso de Valores". Poderia comentar? 

Sheyla Baum: Na minha segunda pós graduação, apresentei aos meus professores os registros dos meus trabalhos com os alunos. Além dos textos tinha também diversos jogos como a Roda de Conversa e Baralho das Chaves das emoções. Foi então que decidi procurar editora para os meus escritos em parceria com os meus alunos.

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro? 

Sheyla Baum: Posso afirmar que o meu livro leva um pouco dos meus próprios filhos e de todos os meus alunos em 37 anos de trabalho em sala de aula. Uma vida em sala de aula praticando uma Educação com Amor.

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho que você acha especial em seu livro?

Sheyla Baum: ‘’Nossa mãe sempre nos contava lindas historias. Não seria justo ficar com toda essa riqueza só para nos. Assim, temos a alegria de compartilhar com vocês o Dicionário Amoroso de Valores. Esperamos que todo esse afeto contagie cada um de vocês, leitores, assim como trouxe alegria e paz ao nosso lar. ‘’Rodrigo, Guilherme e Leonardo, meus filhos.

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Sheyla Baum: O livro está à venda na Wak editora e estou no Instagram e facebook Educação com amor by Sheyla Baum

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

Sheyla Baum: Sempre!!! Sou palestrante sobre Inteligência Emocional e Competências Socioemocionais, tenho um e-book sobre competências socioemocionais e atividades lúdicas. Estou sempre estudando e pesquisando. Iniciei agora um curso sobre Eneagrama infantil e espero contribuir mais com os professores.

Perguntas rápidas:

Um livro: Longe da Árvore

Um (a) autor (a): Paulo Freire 

Um ator ou atriz: Bel Kutner

Um filme: Irmão Sol Irmã Lua

Um dia especial: todos os dias com saúde.

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Sheyla Baum: Agradecer sempre as possibilidades infinitas que nos são dadas  todos os dias e que conseguimos realizar. Perseverança e fé para realizar outros sonhos na hora certa.

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quarta-feira, 30 de junho de 2021

Entrevista com Camila Seixas, autora do livro "Coração de Escritora"

Camila Seixas - Foto divulgação

Camila Seixas
, nasceu em 2000, em Curitiba, no Paraná. Artista amadora, fã de videogames e aspirante a escritora, começou a escrever ao fim dos seus 15 anos. Formada como técnica em informática no IFPR. Sempre esteve envolvida com projetos de filosofia e artes. 

Escreveu desde fantasia até os romances de época. Em 2020 decide concretizar o seu sonho e publicar a sua última obra escrita para o mundo.

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Camila Seixas: Eu sempre gostei de ler desde criança. Só realmente comecei a escrever ao final dos meus quinze anos quando já estava no segundo ano do ensino médio. Tudo começou em uma aula de literatura e com a criação de uma história com temas medievais, heróis e princesas. E então, não parei mais de escrever. Desde essa época era o meu sonho publicar um livro para o mundo. E agora com quase 21 anos, consegui finalmente realizar esse sonho com o meu primeiro livro “Coração de Escritora”.

Conexão Literatura: Você é autora do livro "Coração de Escritora". Poderia comentar? 

Camila Seixas: Coração de Escritora nesse momento é tudo para mim. Quando comecei a escrever jamais pensei que esse seria o meu primeiro livro publicado. O nome da minha protagonista é Emily, uma jovem de 20 anos com uma grande vontade de ser livre e fugir de todos os problemas que rodeiam a sua mente. Um livro com romance e acima de tudo superação de problemas. Uma história que em cada capitulo, um personagem diferente conta a história e fala sobre a Emily.

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro? 

Camila Seixas: Em relação a pesquisa, quase não houveram, já que a maior parte da história é fruto da minha mente. Já o tempo de escrita começou no fim de fevereiro de 2020 e terminei 6 meses depois no final de agosto. Em relação ao processo de edição, revisão, criação de capa, etc, demorou também perto de 6 meses corridos. 

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho que você acha especial em seu livro? 

Camila Seixas: Eu gosto muito de um trecho no capitulo três, onde um dos personagens finalmente compreende perfeitamente como Emily pensa e se sente em relação a todas as coisas. Sinto que é nessa parte que Emily finalmente começa a enxergar as suas possibilidades e o que realmente deseja para a sua vida. Mais do que tudo anseia se livrar de suas angustias e agora tinha alguém de bom coração para ajudá-la

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Camila Seixas: Todos podem adquirir um exemplar impresso através do site da Editora Viseu (eviseu.com), lá tem também todos os links para caso queira comprar o E-book, mas já adianto que o E-book está disponível na Amazon e Google Play, que na minha opinião são os lugares mais conhecidos para E-books.

Eu tenho diversas redes sociais, que podem ser achadas através do @icamilaseixas mas a que sempre estou mais ativa é no Instagram e estou trazendo vários conteúdos legais sobre o livro, como trechos e alguns booktrailers toda semana.

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

Camila Seixas: Eu tenho muitos outros livros escritos, inclusive um que fiz esse ano, um romance muito inspirado em Orgulho e Preconceito de Jane Austen. Quero que esse seja o meu segundo livro publicado e se tudo der certo, conseguirei.

Perguntas rápidas:

Um livro: Chorar de alegria

Um (a) autor (a):  Jane Austen

Um ator ou atriz: Johnny Depp

Um filme: Orgulho e Preconceito

Um dia especial: 29/02/2020 

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Camila Seixas: Gostaria de dizer que, esse livro é a realização da minha alma. Tudo nele foi feito com muito amor, cada conteúdo que fiz, cada trecho que mostrei aos seguidores. Trabalhei tanto que espero muito que tudo dê certo. Estou vivendo o meu sonho e quero aproveitar cada segundo.

Costumo dizer que a Emily apareceu para me salvar. Na época, ela apareceu justamente para que pudesse fazer das minhas palavras as dela. Hoje ela continua a me salvar, porque agora, ela tem o poder de salvar e mudar a minha vida.

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sexta-feira, 25 de junho de 2021

Conheça "A Fazenda das Borboletas", novo livro da autora Tania Costa


Um grande amor pode mudar o destino de uma comunidade? Tire suas próprias conclusões ao mergulhar na envolvente história de Ana Carmela, uma jovem encantadora nascida na pequena cidade histórica de São José do Norte, em 1919.Muito a frente de seu tempo, Ana Carmela não tinha os mesmos sonhos das meninas de sua época, casar e construir família. Seu objetivo era mudar-se para cidade grande, desenvolver uma carreira sólida, viver novas experiências. Foi então que ela conheceu Casemiro, um jovem cavalheiro vindo de longe, com hábitos incomuns.Qual decisão tomar, investir nesse amor ou realizar os sonhos que cultivava desde criança? O que vem a seguir é um cenário de incertezas, escolhas e descobertas com um final surpreendente, onde se destaca o real valor da vida. 

PARA ADQUIRIR:   www.americanas.com.br , www.submarino.com.br , www.shoptime.com.br , www.editoraunisv.com.br .











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quinta-feira, 24 de junho de 2021

Tania Costa e o livro "A Fazenda das Borboletas"

 

Tania Costa - Foto divulgação

Tania Costa
é escritora desde a adolescência mas conseguiu realizar seu sonho de infância, o de ser escritora registrada em 2020 quando conseguiu publicar seu primeiro livro, A Fazenda das Borboletas pela Editora UNISV.

Nascida em São José do Norte, vinda de família humilde, sempre teve muito gosto pela leitura. Casou-se cedo, teve três filhos, os quais criou sozinha. Depois de tê-los criado decidiu dedicar-se a sua paixão, escrever. Também é presidente de uma ONG que trabalha com crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade. 

ENTREVISTA: 

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário? 

Tania Costa: Logo que aprendi a ler, aos sete anos de idade, adquiri o gosto pelos livros. Desde muito pequena comecei a escrever pequenos contos, devido à falta de recursos e a timidez nunca publiquei, mas nunca desisti dos meus sonhos. Possuo vários manuscritos guardados. Em 2019 decidi que iria publicar um romance então comecei a procurar editoras. Através de uma prima que a muito não via, consegui o contato da Editora UNISV, do meu editor e hoje amigo Jociandre Barbosa, mandei meu original, ele aprovou, fechamos o contrato e finalmente com muita dedicação e amor consegui publicar o livro A Fazenda das Borboletas. 

Conexão Literatura: Você é autora do livro "A Fazenda das Borboletas". Poderia comentar? 

Tania Costa: O livro é um romance de época que se passa na histórica cidade de São José do Norte. A protagonista é Ana Carmela, uma moça à frente de seu tempo que cresce no interior sonhando em ir para a cidade grande e ser diferente das demais pessoas que convive, porém ela conhece um rapaz de sotaque estranho que pode fazê-la mudar de opinião, surge um conflito interior mas Ana Carmela é uma moça decidida, especial, quer fazer o que lhe parece mais correto. 

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro? 

Tania Costa: Na verdade este é um projeto que tenho há bastante tempo, a pesquisa vem de longa data através de fotos antigas e cartas que ficaram de herança para mim, eram de minha avó materna. Também de agradáveis conversas com minha mãe e pessoas da localidade sobre a época em questão. Para concluir o trabalho, depois das pesquisas comecei a escrever e terminei bem rápido, as ideias estavam todas na mente e no coração. Fiz um livro com poucas páginas por ser o primeiro, temia que por ser de um autor desconhecido as pessoas não quisessem adquirir um livro grosso sem conhecer o conteúdo. Acredito que o que importa não seja o número de páginas mas a história estar completa para satisfazer aos leitores. 

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho que você acha especial em seu livro?  

Tania Costa: Gosto da cena 14,” A Menina Muda “ é o título por tratar-se de uma personagem que será muito importante para a protagonista, ao ponto de tornar-se quase a protagonista do segundo livro, a continuação que está quase pronto. 

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Tania Costa: O livro está nos sites www.americanas.com.br , www.submarino.com.br , www.shoptime.com.br , www.editoraunisv.com.br .

Para saber sobre meu trabalho pode me seguir no instagram tania.costa.escritora, no facebook Tania Costa 

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

Tania Costa: Sim, o livro A Fazenda das Borboletas, Nas Asas do Amor já está na editora quase pronto, deve chegar até julho para o lançamento. Também estou escrevendo o próximo com o título, a princípio, ” Rumo ao Desconhecido”. 

Perguntas rápidas: 

Um livro:  Dom Casmurro

Um (a) autor (a):   Machado de Assis

Um ator ou atriz: Elizabeth Savala

Um filme:  O Presente

Um dia especial:  dia da realização do meu maior sonho, o lançamento do meu livro. 

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Tania Costa: Desejo encerrar dizendo a todos os sonhadores que nunca desistam dos seus sonhos, nunca é tarde para novas realizações. Pior do que ter sonhos e não realizar é desistir de realiza-los

“ Há tempo para todas as coisas...”

Eclesiastes: 3

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