Resenha da série Altered Carbon (NetFlix), baseada no livro de mesmo título, por Ademir Pascale

SOBRE O LIVRO: Carbono alterado é o eletrizante thriller de ficção científica que inspirou a série da Netflix. No século XXV, a humanidade ...

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segunda-feira, 19 de julho de 2021

Biografia definitiva e autorizada de Bruce Lee chega ao Brasil


Com fotos e entrevistas inéditas, livro detalha a vida e a carreira meteórica do lutador que popularizou as artes marciais em todo mundo

Responsável por abrir as portas do Oriente para o resto do mundo, Bruce Lee, um perito em artes marciais, nascido nos Estados Unidos e filho de pais chineses (Hong Kong ainda pertencia à China quando ele nascera), tornou-se um símbolo desta cultura e foi venerado no mundo todo. Em “Bruce Lee – Uma Vida”, lançamento da Editora Seoman, Matthew Polly premiado jornalista e autor best-seller, traz passagens inéditas sobre a trajetória de Lee, além de mais de uma centena de entrevistas – até mesmo com a atriz em cuja cama ele veio a falecer – e relatos surpreendentes sobre a carreira do homem que abriu as portas das artes marciais na indústria cinematográfica norte-americana

Da infância como ator mirim até a idade adulta, passando por trás das especulações sobre sua controversa morte, nada escapa de Matthew, que reuniu ainda dezenas de fotos raras, e traz uma visão dos momentos finais de Bruce Lee – mostrando inclusive novas informações sobre sua repentina morte. Um olhar honesto e revelador há muito esperado e uma homenagem mais do que merecida no mês em que se comemoram 48 anos de seu falecimento, a 20 de julho de 1973.

Em seus breves 32 anos de vida, Bruce Lee passou de instrutor de artes marciais a astro de cinema internacional. Nascido em San Francisco e criado em Hong Kong, era filho de pai artista e desde cedo viveu em meio ao universo das telonas. Durante a infância, o ator se envolvia em muitas confusões, então seus pais decidiram matriculá-lo em aulas de artes marciais para canalizar sua raiva e energia.  

Aos 18 anos, Bruce Lee já colecionava 20 aparições no cinema local e um sem número de brigas no currículo. Seus pais decidiram, então, enviá-lo para estudar nos Estados Unidos onde começou a ensinar artes marciais orientais (uma mescla de diversos estilos e da filosofia por trás dessas práticas), posteriormente batizada de Jeet Kune Do. Essas aulas, muitas dadas para astros do cinema, deram a possibilidade de Lee retomar sua carreira de ator nos Estados Unidos.

Entretanto, Lee teve de vencer diversas barreiras nesse caminho, a começar pelo preconceito existente para um ator asiático em conseguir papéis de protagonista, Lee perdeu diversos trabalhos importantes para atores com os olhos pintados para parecerem orientais). No entanto, seus últimos anos de vida lhe renderam excelentes e aclamadas atuações. Contudo, sua morte precoce pôs fim àquele que é, até hoje, considerado a figura mais influente dentro das artes marciais da história. 

Trecho do livro:

Bruce Lee passou a vida viajando entre o Oriente e o Ocidente.  Quando ele faleceu, como havia apenas um corpo para sepultar, sua viúva ocidental teve de optar por um dos lados. Ela escolheu sua cidade natal. “Eu decidi sepultar Bruce em meio à paz e a tranquilidade de Seattle”, explicou Linda. “Acredito que ele tenha passado seus melhores momentos em Seattle, e eu pretendia retornar para lá para viver com meus filhos”. Seattle foi o lugar onde Linda crescera, frequentara a faculdade e onde se apaixonara por Bruce Lee. 

Elogios ao livro: 

“Um relato definitivo sobre a vida e a obra de Bruce Lee. O livro flui com a autoridade, a graça e a precisão do próprio Lee. ” – Jimmy McDonough, autor best-seller do New York Times 

“Bruce finalmente ganha a vigorosa biografia que merece. O livro de Matthew Polly está repleto de novas informações e insights perspicazes. A obra emocionará os fãs de Lee e fascinará aqueles que não têm familiaridade com o astro. Bravo! ” – Jonathan Eig, autor de Muhammad Ali: Uma Vida e Luckiest Man: The Life and Death of Lou Gehrig 

Sobre o autor:

MATTHEW POLLY é autor dos best-sellers American Shaolin Tapped Out. Formado pela Universidade de Princeton e bolsista Rhodes na Universidade de Oxford, estudou kung fu por dois anos no Templo Shaolin em Henan, na China. Seus textos encontram-se em publicações como The Washington PostEsquireSlatePlayboy The Nation. Matthew é pesquisador na Universidade de Yale e mora em New Haven, Connecticut, nos Estados Unidos.

 

Sobre o Grupo Editorial Pensamento:

Mais que livros, inspiração!

Desde 1907, o Grupo Editorial Pensamento publica livros para um mundo em constante transformação e aposta em obras reflexivas e pioneiras. Na busca desse objetivo, construímos uma das maiores e mais tradicionais empresas editoriais do Brasil. Hoje, o Grupo é formado por quatro selos: Pensamento, Cultrix, Seoman e Jangada e possui em catálogo aproximadamente 2 mil títulos, publicando cerca de 80 lançamentos ao ano. Ao longo de sua trajetória, o Grupo Editorial Pensamento aposta em mensagens que procuram expandir o corpo, a mente e o espírito. Mensagens que emanam energia positiva e bem-estar. Mensagens que equilibram o ser. Mensagens que transformam o mundo. 

Serviço:

Livro:  Bruce Lee – Uma Vida

Autor: Matthew Polly

Editora: Seoman

Páginas: 712

Preço: R$ 109,90

Versão e-book: R$ 76,90 

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sexta-feira, 25 de setembro de 2020

Luiz Antônio Muniz de Souza e Castro, bisneto direto do abolicionista Antônio Bento, cede entrevista e comenta sobre o livro A Redenção de Antônio Bento


ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Você é bisneto direto do abolicionista Antônio Bento (1843 – 1898), poderia comentar?

Luiz Antônio Muniz de Souza e Castro: Correto. Sou bisneto direto do biografo. O primogênito de Antônio Bento, Bento Joaquim, era meu avô, pai do meu pai. Por coisas dos destino, quando meu pai nasceu sua mãe, um mês depois ,veio a falecer e com isso meu pai foi  criado pela esposa, minha bisavó, de Antonio Bento.  Por intermédio do meu pai que conviveu com d. Benedita Amélia  até os 18 anos, tive conhecimento dos fatos na raiz. 

Conexão Literatura: Você escreveu em coautoria da jornalista Débora Fiuza de Figueiredo Orsi, a obra A Redenção de Antônio Bento, biografia de Antônio Bento. Como foram suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir a obra?

Luiz Antônio Muniz de Souza e Castro: Foi mais de uma década de pesquisas - tínhamos que comprovar as informações que possuíamos com documentos que pudessem avalizar as informações . Por outro lado tínhamos que desfazer equívocos históricos sobre a trajetória de Antônio Bento, pois no decorrer dos anos esses equívocos foram sendo repetidos. A biografia coloca as coisas nos seus devidos para que o livro possa ter um longo percurso e servir de base cientifica para  futuros trabalhos sobre a Abolição.

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho do seu livro especialmente para os nossos leitores?

Luiz Antônio Muniz de Souza e Castro: São vários, citarei alguns: muito se fala nas Hospedaria dos Imigrantes, todavia jamais foi citada a Hospedaria do Negros que Antônio Bento criou; que a Princesa Isabel foi madrinha de uma das filhas do meu bisavô, Isabel. O fato interessante é que foi por procuração pois a Princesa ja se encontrava no exílio (13 de maio de 1893); que Antônio Bento comprou uma extensa área e fez loteamento doando terrenos, 15 metros de frente por 50 metros de fundos, para os Caifazes, etc.

Conexão Literatura: Você possui algum artefato ou fato que pertenceu ao abolicionista Antônio Bento?

Luiz Antônio Muniz de Souza e Castro: Tenho sim, poucos mas tenho; filtro e lustre  da sua residência; balança de cartas; prisma; e o mais interessante é a colher da sua última refeição.

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário?

Luiz Antônio Muniz de Souza e Castro: Para qualquer informação temos a site www.antoniobento.com - podendo procurar Débora ou Luiz Antônio. estaremos sempre à disposição de qualquer pessoa, principalmente estudantes.

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta?

Luiz Antônio Muniz de Souza e Castro: Sim, recebemos algumas propostas de um documentário sobre Antônio Bento, também será lançado um ebook da biografia.

Perguntas rápidas:

Um livro: "A Redenção de Antônio Bento"

Um (a) autor (a): Fernando Jorge (autor da biografia de Santos Dumont)

Um ator ou atriz: Paulo Autran 

Um filme: As Pontes de Madison 

Um dia especial: 13 de maio / 20 de novembro 

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário?

Luiz Antônio Muniz de Souza e Castro: Agradecemos, Débora e eu,  o espaço importantíssimo que nos concederam e, aproveitando,  cumprimentamos pelo excelente trabalho desenvolvido pela Conexão Literatura em prol da cultura brasileira.

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domingo, 5 de abril de 2020

7 frases e uma breve resenha do livro "As mulheres de Van Gogh: Seus amores e sua loucura"


Várias mulheres mexeram com o coração atormentado de Vicent van Gogh, mas nenhuma se tornou a esposa com quem ele selaria o vínculo emocional que ardentemente desejava. Nesta surpreendente biografia, o historiador da arte Derek Fell recupera as cartas em que Vicent descreveu seus anseios românticos ao irmão Theo, à mãe, à leal irmã Wil e à devotada chunada, Johanna. Fell examina a vida íntima de Van Gogh e documenta de maneira tocante seu declínio emocional, provocado por suas esperanças amorosas e pelas consequentes decepções que o torturavam. De fato, os golpes que seu espírito sofreu – como os atos dramáticos de queimar a mão por não ter seu amor correspondido e decepar a própria orelha – debilitaram seu amor-próprio e provocaram sua ruína psicológica.

Por meio de um texto envolvente e sensível e de uma interpretação inteligente dos escritos deixados por Van Gogh, Fell ilumina as paixões que comandavam o gênio do grande pintor e atormentavam seu coração. O autor lança luz sobre as circunstâncias que afundaram o artista na depressão e no desespero, enquanto explora a amizade tumultuosa de Van Gogh com Gauguin e catastrófico mal-entendido que, dois dias antes do Natal, custou a Vicent sua orelha, sua sanidade e, após dois tenebrosos anos, sua vida.

7 frases do livro "As Mulheres de Van Gogh - Seus amores e sua loucura" que selecionamos:

“As 35 páginas de cartas de Vincent nas quais ele declara e comenta seu amor por Kee são tão extravagantes, em suas expressões de profundo desespero e absurdo otimismo, que são dignas de Shakespeare, no que ele tem de mais burlesco e romântico.” – pág. 21

“Toda a vida amorosa de Vincent se caracterizou por esse anseio subconsciente por uma mãe substituta. Era atraído por mulheres mais velhas, e seu desejo de ser o salvador delas era involuntário: tinha sido condicionado para tal papel desde a infância.” – pág. 32

“A repetição, por Vincent, da expressão ‘ela e nenhuma outra’ fornece um indício significativo de sua concepção ideal do amor.” – pág. 33

“Felizmente, Theo conseguiu persuadir os pais a não declarar Vincent legalmente insano nem confiná-lo num hospício, mas Vincent remoeu a mágoa durante anos por eles terem cogitado uma medida tão drástica.” – pág. 61

“E ficamos por aí abatidos e calados quando, cerceados em nosso desenvolvimento natural, percebemos que a germinação foi interrompida e ficamos em situação tão desesperada quanto o trigo na mó (verão ou outono de 1887).” – pág. 93

“Ele nutre poucas ilusões a respeito, pois tem em grau acentuado uma força de espírito que lhe permite aceitar as coisas como são, sem classificá-las como boas ou más. E nisso está certo, pois haverá alguém que sabe realmente o que está fazendo.” – pág. 148

“No atormentado rosto do médico, Vincent descobrira um motivo interessante para pintar, e em sua pessoa encontrara um amigo compreensivo, um homem que também conhecera a tragédia na vida.” – pág. 199

AVALIAÇÃO DO LIVRO:

Um livro super interessante escrito por Derek Fell e publicado pela Verus Editora, com tradução de Antonio de Padua Danesi. A obra apresenta várias cartas e trechos de cartas escritas por Vincent Van Gogh. Uma biografia rica em detalhes, mostrando o lado do artista e gênio, seus amores, sua ingenuidade e carência de afeto. Acredito que seria ainda mais interessante se a obra apresentasse imagens relacionadas ao artista, imagens das cartas originais, fotos de alguns de seus parentes, etc.

NOTA: 9

Ficha técnica:

As mulheres de Van Gogh: Seus amores e sua loucura
Autor: Derek Fell
Título Original: Van Goghs women
Tradutor: Antonio de Padua Danesi
Gênero: Biografia/ Memória
Páginas: 250
Editora: Verus Editora
Preço: R$ 34,90
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quarta-feira, 27 de novembro de 2019

[Resenha] JN – 50 Anos de Telejornalismo


Título Original: JN – 50 Anos de Telejornalismo 

Autores: Diversos 

Editora: Globo Livros 

Páginas: 457 

Ano Lançamento: 2019 


Jornal Nacional: 50 anos de telejornalismoO mais antigo programa da TV Globo em exibição completa 50 anos. A história de meio século do JN registra os fatos mais relevantes da história mundial, bem como as evoluções tecnológicas e de tratamento de informação que vêm transformando as comunicações em todo o mundo. Atravessando as páginas deste livro, o leitor encontrará recordações dos mais variados profissionais, alguns deles responsáveis pela fundação da emissora, outros jovens que têm contribuído para manter o JN próximo de cada nova geração de telespectadores. Foram incluídos não apenas relatos de diretores e jornalistas conhecidos do público, como William Bonner, Patrícia Poeta, Cid Moreira e Fátima Bernardes, mas também de gente que, atrás das câmeras, de frente para os computadores, na operação e na produção, contribui para que o telespectador tenha o JN como sua principal fonte de informação. 

Impressões: 

Jornal Nacional é um marco na história da televisão brasileira. São 50 anos entrando nos lares de milhões de brasileiros. Celebrando essa data mais que especial, elaborando uma obra que reúne diversas histórias, curiosidades e bastidores do JN. 

O livro é um compilado de vários depoimentos dos mais diversos profissionais que trabalharam e ainda trabalham no JN, desde os cinegrafistas até chegar nos âncoras consagrados através das décadas. São relatos emocionantes, sempre mostrando os dois lados da profissão, que nem tudo são flores e glamour. 

Uma biografia jornalística que mostra toda evolução e revolução através dos 50 anos de JN. Possuindo uma linguagem didática e fluída, o leitor vai embarcar em relatos dos profissionais que fizeram o melhor para levar notícias em primeira mão para os telespectadores. 

O JN moldou durante décadas toda forma de se fazer jornalismo, sendo referência para outras emissoras ao redor do Mundo, inclusive ganhando importantes prêmios internacionais por suas coberturas e noticiários que marcaram o Brasil. 

Um dos diferencias da obra, é mostrar de uma forma limpa e intensa toda paixão dos profissionais da área, em fazer o melhor e serem verdadeiros através dos noticiários todos os dias. 

“JN – 50 anos de Telejornalismo” é indicado para os estudantes de jornalismo e para o público que possui uma curiosidade em conhecer todos os bastidores do JN. É embarcar em uma viagem no tempo em cada capítulo da história do jornalismo.



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sábado, 13 de julho de 2019

Pré-venda do livro Dwayne the Rock Johnson: Pro Wrestler and Actor (em Inglês)


Aos 14 anos, Dwayne Johnson (The Rock) começou a treinar para o dia em que se tornaria o primeiro lutador de luta livre da terceira geração da World Wrestling Federation. Mas o ringue não foi suficiente para ele. Nesta biografia reveladora, os leitores aprendem como Johnson usou sua forte ética de trabalho para ir além da luta livre e encontrar grande sucesso em Hollywood. Acompanhado por fotografias coloridas e fatos divertidos, o texto envolvente segue a vida de Johnson e realizações na academia até o tapete vermelho. As citações diretas do próprio Rock inspiram os leitores a descobrir e seguir seus próprios sonhos.

Editora: Enslow Publishing
Idioma: Inglês

Para adquirir na pré-venda: clique aqui.
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sábado, 13 de abril de 2019

Biografia de Gardo Baquaqua é a única escrita por um escravo no Brasil (Editora Uirapuru)


Mahommah Gardo Baquaqua nasceu em uma família muçulmana no final dos anos 1820, no reino de Bergoo, (atual Borgoo, no atual Benin), interior da África Ocidental. Quando jovem, foi escravizado na África Ocidental, dias depois foi traficado para o Brasil na década de 1840. Como escravo trabalhou numa embarcação comercial escapando em 1847. Liberto por abolicionistas na cidade de Nova York, depois seguiu para o Haiti. Ali, permaneceu sob os cuidados de um casal de missionários batistas, retornando aos Estados Unidos em 1849. Logo transferiu-se para o Canadá onde trabalhou com o editor Samuel Moore, responsável pela publicação de seu livro de memórias Biografia de Mahommah G. Baquaqua, um nativo de Zoogoo, no interior da África. Anos depois, viajou para a Inglaterra na esperança de voltar à sua terra natal, na África. O último registro histórico em sua referência é de 1857, após essa data desapareceu por completo. Nos primeiros sete capítulos de sua narrativa, Moore apresenta uma visão política e cultural da Bergoo, época da mocidade de Baquaqua, acrescidos de seus próprios comentários sobre o seu país, o islamismo e a escravidão.

Editora: Uirapuru
Autor: Mahommah Gardo Baquaqua
Tradutor e organizador: Lucciani Furtado
ISBN: 978-85-8430-071-6
Números de página: 80
Número de edição: 1
Ano de edição: 2017
Idioma: Português
Altura: 24 cm
Largura: 17 cm
Acabamento: Brochura
Valor: R$41,50
Para adquirir: clique aqui.
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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Almas Gêmeas: Edgar Allan Poe e Vincent van Gogh

Vincent van Gogh
Sempre que vejo uma arte ou leio um novo livro, procuro saber sobre a história do seu criador.  A arte e a escrita possuem marcas e vestígios da vida pessoal e visão de mundo de cada autor ou artista. Das biografias das quais já li e pesquisei, certamente quem me conhece sabe que sou fã e grande admirador das obras de Edgar Allan Poe e Vincent van Gogh. Ambos possuem histórias muito semelhantes, diferenciando apenas que um foi para o lado da escrita e o outro da pintura.


Edgar Allan Poe teve uma vida conturbada desde a infância. Sofreu muito por amores. Passou dificuldades financeiras. Não fez o sucesso que merecia em vida e morreu praticamente na sarjeta. Vincent van Gogh também sofreu por amores, e muito. Viveu na miséria, até mais que Edgar Allan Poe, e tinha ajuda financeira de apenas um irmão e isso não o fazia morrer de fome. Em vida vendeu apenas 1 dos seus quadros, e não foi um valor tão elevado. Ambos eram dedicados e completamente viciados no que faziam. Edgar Allan Poe morreu  de causas desconhecidas, mas tenho suspeitas de que a causa do seu delírio e degradação seguidos de morte prematura, foram causados por um amor não correspondido, além da falta de dinheiro para se manter. Já Vincent van Gogh se suicidou com um tiro de espingarda devido ao impedimento de um pai em deixá-lo namorar a sua filha, na qual ele era perdidamente apaixonado. Ambos, escritor e pintor deixaram marcas profundas em suas artes, sendo que só foram realmente reconhecidas muitos anos depois. Hoje, Edgar Allan Poe é um dos principais escritores mundiais e suas obras influenciaram outros escritores que também se tornaram conhecidos. Não preciso dizer muito sobre Vincent van Gogh, pois hoje a venda de apenas 1 dos seus quadros o manteria vivo e com as contas pagas pelo resto da sua vida. Edgar Allan Poe faleceu com 40 anos de idade, Vincent van Gogh com apenas 37 anos.

Uma biografia muito interessante do Vincent van Gogh, completa e com informações que não encontramos por aí e que sempre recomendo para os amigos, é encontrada no livro "As mulheres de Van Gogh - Seus Amores e sua loucura" (Verus Editora), do autor Derek Fell (Saiba mais: clique aqui). Já sobre Edgar Allan Poe, não encontramos tantas biografias, a não ser aquelas páginas extras das reedições dos seus livros que possuem uma biografia ou minibiografia do autor, muitas vezes bem incompletas. Faz uns dois anos que a Saraiva Conteúdo fez uma matéria comigo, da qual comento um pouco sobre a Vida do Poe. Quem quiser assistir ao vídeo, é só acessar (nesse vídeo eu ainda tinha os cabelos grandes): http://poesclub.blogspot.com.br/p/video.html. Também fiz uma página dedicada ao Poe: http://www.edgarallanpoe.com.br, além de escrever um romance: clique aqui.

Hoje, deixo um vídeo super bacana que me emocionou bastante. Penso: será que a maioria dos escritores e pintores só são realmente reconhecidos depois da morte? Será possível um dia viajarmos para o futuro e vermos as marcas das quais deixamos? E se Edgar Allan Poe pudesse estar hoje conosco e ver quantos leitores possui no mundo e a sua importância na literatura? E se Vincent van Gogh pudesse fazer o mesmo, viajar para o futuro e ver várias pessoas observando com entusiasmo a arte que não lhe rendia frutos, nem um prato de comida ou roupas novas para se vestir? E foi justamente isso o que aconteceu em um episódio da série do Doctor Who.

ASSISTA UM TRECHO:
Vincent van Gogh contemplando emocionado a sua própria exposição, num dos episódios da série do Doctor Who.

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sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Lançada a obra Gilberto Gama de Histórias, o Forrest Gump brasileiro

Gilberto Gama - Foto divulgação
Ele fez paraquedismo aos 16 anos de idade. Desafiou o chefe da polícia política de Getúlio Vargas. Esteve entre seringueiros e garimpeiros. Presenciou rituais antropofágicos quando viveu com índios. Atuou como ator em importante emissora nacional e exerceu cargo de confiança em renomadas multinacionais. Chefiou a segurança de imponentes hotéis cariocas, conheceu por dentro a máfia japonesa Yakuza e foi por diversas vezes ameaçado de morte. Adotou filho de leprosos, vendeu sepulturas, estourou máquina de cassinos internacionais. Presenciou um Golpe de Estado na Bolívia e livrou muita gente da prisão durante os anos de chumbo no Brasil. Sobreviveu a infarto e à morte de uma filha por câncer.

Ao longo desse tempo, conviveu com Juscelino Kubitschek, Maysa, Chico Meirelles, Hans Stern, Jacques Cousteau, Pierre Cardin, Jorginho Guinle, Dorival Caymmi, Ivo Pitanguy, cacique Raoni, Madonna. Sentou-se com Pelé, toma café todo domingo com Moraes Moreira, foi jurado por uma famosa transexual brasileira, impediu o príncipe-herdeiro do Japão de comer um prego e, fosse pouco, salvou a vida de Leonel Brizola.

Ainda tem mais, muito mais. Numa narrativa de fôlego, conheça a trajetória de Gilberto Barbosa Gama, um autêntico “Forrest Gump” tupiniquim. De quebra, descubra bastidores de sobrevivência na selva, conheça o Lado B de um renomado hospital e fique por dentro de falcatruas enfrentadas por hotéis cinco estrelas. Tudo isso, em meio a fatos históricos e revelações bombásticas que te surpreenderão do início ao fim.

GILBERTO GAMA DE HISTÓRIAS
Novo livro de Marcos Eduardo Neves
(Biografia, 245 pgs, editora Rotativa)
R$ 49,90

SOBRE O AUTOR:
MARCOS EDUARDO NEVES

Após best sellers como “Nunca houve um homem como Heleno” e “Alex, A Biografia” (que vendeu mais de 100 mil cópias na Turquia), jovem biógrafo desafia editoras e se arrisca com livro “independente”

Ruy Castro, um dos maiores biógrafos do Brasil, completou recentemente 70 anos de idade. Depois de longa carreira no jornalismo, seu primeiro livro foi publicado quando tinha 42 anos. Sem lançar biografia desde Carmen (2006), ele passou o bastão a Marcos Eduardo Neves. O “jovem veterano das Letras” fez caminho inverso. Aos 43 anos, terminará 2018 com dez obras no currículo. No próximo dia 29, o autor de “Nunca Houve um Homem como Heleno”, que virou filme com Rodrigo Santoro, “Vendedor de Sonhos – A vida e a obra de Roberto Medina” e “Alex, A Biografia” – que vendeu mais de 25 mil cópias somente na pré-venda, na Turquia –, lança “Gilberto, Gama de Histórias”. O coquetel será no Rei do Bacalhau, na G&aacut e;vea, a partir das 19h. No dia 13 de dezembro, para celebrar os 37 anos da conquista do Mundial Interclubes do Flamengo, o escritor apresentará ao público “Nunes, O Artilheiro das Decisões”, sobre o atacante autor de dois gols no inesquecível jogo frente ao Liverpool.

Repórter especial do Jornal do Brasil, Marcos Eduardo Neves lançou seu primeiro livro, a biografia do hoje técnico Renato Gaúcho, em 2002, quando ainda era estagiário. “Estava no sétimo período de Comunicação, na Facha, e nomes como Juca Kfouri e Armando Nogueira comentavam meu trabalho na televisão”, envaidece-se o jornalista. O pulo do gato se deu na obra seguinte. A biografia de Heleno de Freitas entrou para o rol dos mais vendidos do Brasil e logo virou filme, sob direção de José Henrique Fonseca. Em seguida, Marcos escreveu a trajetória de Roberto Medina, o criador do Rock in Rio. Seu primeiro livro internacional, a obra chegou a países como Espanha e Portugal.

Autor de biografias sobre empresários da construção civil, desembargadores e juízes, entre outros, o membro mais jovem da Academia Carioca de Letras e da Academia Brasileira de Literatura ouviu de seu ídolo, Ruy Castro, que “agora que vi você chegar, paro com as biografias; vou botar tudo na tua mão, que está com mais gás do que eu”. A verdade é que desde que disse isso, há 12 anos, Ruy indica possíveis biografados a ele. Alex e Nunes, por exemplo, procuraram primeiramente o autor de “Anjo Pornográfico” e “Estrela Solitária”, mas acabaram fechando com a jovem promessa.

Com mais de 100 mil livros vendidos na Turquia, Marcos parece desestimulado com o mercado editorial brasileiro. “As livrarias fecham, as editoras pagam miséria de direitos autorais... Por isso decidi experimentar fazer esses dois livros por conta própria”. Em vez de “doar” 50% do preço de capa às livrarias, e os outros 40% para editoras e distribuidoras, resolveu investir do próprio bolso para fazer acontecer duas histórias incríveis atacando as novas mídias.

Inovando, pela primeira vez abrirá mão do glamour de um lançamento em livraria. “Gilberto, Gama de Histórias” será lançado no Rei do Bacalhau. “Escolhi um restaurante para fazer com que além de degustar meu novo trabalho o público que não conhece a casa possa se deliciar com quitutes saborosíssimos, na fila do autógrafo”.

A obra será comercializada via mídias sociais, onde o escritor tem força. Quanto à biografia de Nunes, será lançada no salão nobre do Flamengo, no dia do seu principal feito futebolístico. Em seguida, autor e personagem farão turnê pelas capitais e algumas cidades do interior do Brasil.

Para fevereiro, já está no prelo “O Outro Lado da Cama”, escrito por Marcos Eduardo em quatro mãos com a também jornalista Raquel Abrantes. “Esse livro será o nosso “50 Tons de Cinza” . Sem sadomasoquismo, mas com uma pegada erótica e sensual de um casal antagônico que testa os limites do sexo mais prazeroso possível em meio a uma atmosfera de puro amor”. 
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sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Ícone da Guerra do Vietnã lança livro no Brasil no Encontro Literário IDE

Kim Phuc Phan Thi - Foto divulgação
Kim Phuc Phan Thi vai fazer uma palestra para falar de sua autobiografia, fé e paz

Kim Phuc Phan Thi, a garota que ficou mundialmente conhecida por protagonizar a icônica imagem durante a Guerra do Vietnã, em 8 de junho de 1972, vem ao Brasil neste mês lançar sua autobiografia A menina da foto – Minhas memórias: Do horror da guerra ao caminho da paz. Na foto registrada por Nick Ut, fotógrafo da Associated Press, Kim tinha 9 anos de idade e havia acabado de ter o corpo queimado após um ataque a bomba ao vilarejo onde morava com a família. Ela corre sem roupas em meio a crianças e soldados e chamou atenção do fotógrafo, que após o clique, ajudou a socorrê-la e tornou-se um amigo pessoal durante toda sua vida. 

O livro é um dos principais destaques da primeira edição do Encontro Literário IDE, que será realizado entre 27 e 30 de setembro, no Auditório Elis Regis, no Anhembi, em São Paulo. O evento é uma iniciativa do Instituto Conhecer Brasil – Organização de Sociedade Civil de Interesse Público e ainda terá a parceria da Secretaria de Cultura da Cidade de São Paulo e da Rede do Bem Group, com apoio da 14ª Expo Cristã. Kim será uma das palestrantes do evento e irá falar, no dia 28 às 20h, sobre sua obra, fé e paz.

O Encontro Literário integrará uma série de eventos, entre palestras e seminários, além do Prêmio IDE, implementado para promover o mercado, incentivar a leitura, reconhecer os melhores projetos editoriais e avaliar a qualidade e o diferencial das obras. Novos escritores e alguns dos mais consagrados autores participarão do encontro, que reunirá o melhor da produção literária nacional e internacional.

SERVIÇO – ENCONTRO LITERÁRIO IDE 2018
Datas: 27 a 30 de setembro de 2018
Local: Auditório Elis Regina
Endereço: Avenida Olavo Fontoura, 1209, Santana, São Paulo/SP
Entrada: Franca (sujeito a lotação do espaço)
Translado: Transfer gratuito em frente o estação de metrô Tiete
Estacionamento: carro R$ 40; moto R$ 30; ônibus, micro-ônibus e van R$ 70.
Horários: Quinta, sexta e sábado, das 10h às 22h; Domingo, das 10h às 18h.

A menina da foto – Minhas memórias: Do horror da guerra ao caminho da paz
Código: 11267
ISBN: 978-85-433-0286-7
Código de barras:  9788543302867
Páginas: 320
Formato: 14x21
Categoria: Biografia e autobiografia
Preço: R$49,90

Sinopse: As ordens do soldado não poderiam ser mais claras para Kim. Ela e as demais crianças correram, mas não o suficiente para escapar de mais um ataque de Napalm, na Guerra do Vietnã, transformando a estrada em que fugia numa bola de fogo e atingindo seu corpo com queimaduras excruciantes. A imagem que ilustra a capa deste livro tornou-se um ícone da barbárie da guerra, e a personagem principal da foto é quem conta sua história de sofrimento e redenção nesta autobiografia de forte impacto. A menina da foto apresenta uma história real de elevada carga emocional sobre como Deus pode transformar circunstâncias catastróficas em uma nova trajetória de paz e esperança.

Sobre a autora: Kim Phuc Phan Thi tornou-se conhecida após ser fotografada aos 9 anos de idade, fugindo de um bombardeio de napalm que atingiu a aldeia onde ela morava no sul do Vietnã, em 1972. O ataque lhe provocou queimaduras severas. Hoje, Kim vive no Canadá e atua como embaixadora da boa vontade da Unesco. É casada com Toan e mãe de Thomas e Stephen.
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sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Biografia de Lucy Sayão Wendel, professora por 49 anos, enaltece o poder transformador da educação e da figura do mestre como inspiração

Lucy Sayão Wendel - Foto divulgação
Escrito por Jayme Serva, livro sobre educadora que lecionou para milhares de alunos e inspirou muitos deles a seguir a carreira científica será lançado em setembro pela editora Laranja Original

Entre as tantas crises que o Brasil vive hoje, a da educação talvez seja a mais aguda (e não devidamente percebida, já que a econômica e a política dominam a cena). Nestes tempos, é mais do que oportuno ler o que conta “Lucy – Uma Vida Professora”, perfil biográfico escrito por Jayme Serva sobre Lucy Sayão Wendel, uma educadora que marcou época na docência de Química para estudantes do ensino médio em São Paulo.

A publicação, que será lançada em setembro pela editora Laranja Original é, à primeira vista, o perfil biográfico de uma professora admirável – só por isso, já merece atenção. Lucy Sayão Wendel começou sua carreira (ou “a vida professora”, a que bem se refere o título do livro) quase que por acaso: recém-separada do marido, precisava trabalhar. As possibilidades vieram tanto da indústria química, como das escolas. Estas acabaram conquistando Lucy, e Lucy a elas.

Só contando o Santa Cruz, em 33 anos de escola, ela teve aproximadamente 10 mil alunos. Somados aos anos em que lecionou em instituições como Mackenzie, Roosevelt, Santa Maria e tantas outras, forma-se uma multidão de alunos atendidos. Dentre eles, celebridades do mundo empresarial, intelectual e artístico. Um ponto a destacar em sua atuação é que houve muitos ex-alunos de Lucy que resolveram estudar química por influência de suas aulas.

Mas quem é essa mulher que foi capaz não apenas de ensinar, mas de influenciar a vida de tantas pessoas? É isso o que o livro procura contar, começando pela surpreendente chegada do avô de Lucy, ao Brasil. Engenheiro e geógrafo dinamarquês, Guilherme Wendel foi um desbravador ligado à Comissão Geográfica e Geológica de São Paulo, que fez o reconhecimento e registro de todo o território do Estado no começo do século 20, embrenhando-se nas então fechadas matas do território paulista.

Ao mesmo tempo em que entrelaça a trajetória da educadora e as peripécias de sua vida, o livro traça também o percurso de vários dos grandes educadores com quem Lucy trabalhou ou estudou. Para isso, o autor fez diversas entrevistas com a professora e com pessoas que, de alguma forma, trazem a memória dessa história.

O resultado vai além do simples perfil biográfico. “Lucy – Uma Vida Professora” fala sobre Educação e sobre um tempo em que o educador tinha um papel reconhecido e respeitado. É um trabalho que, ao mesmo tempo, homenageia uma grande educadora e semeia a questão: por onde anda hoje a grande Educação?

Lucy – Uma Vida Professora ● Primeiro lançamento
Data: 5 de setembro de 2018, das 18h30 às 21h30
Local: Colégio Santa Cruz [Foyer do Teatro Santa Cruz] - Av. Arruda Botelho, 255, Alto de Pinheiros

Lucy – Uma Vida Professora ● Segundo lançamento + Bate-papo sobre educação com Ana Inoue (Instituto Acaia) e Fernando Reinach (Fundo Pitanga e O Estado de S. Paulo)
Data: 10 de setembro de 2018, das 18h30 às 21h30
Local: Livraria da Vila - R. Fradique Coutinho, 915 - Vila Madalena, São Paulo - SP, 05416-011

Lucy – Uma Vida Professora
Editora: Laranja Original
Preço: R$ 45,00
Páginas: 205
ISBN: 978-85-92875-43-5

Sobre o autor Jayme Serva
Jayme Serva é redator por profissão. Atuou em agências de publicidade nacionais e multinacionais, como Wunderman, Publicis-Norton, Newcomm Bates (atual Y&R) e Leo Burnett. Também foi colaborador de diversos veículos de comunicação, como as revistas Pequenas Empresas & Grandes Negócios (Editora Globo), Brasileiros, Morar (Folha de S.Paulo), Meio & Mensagem, Propmark (estas últimas especializadas no mercado de comunicação), o jornal Folha de S.Paulo e o site carioca Blue Bus. Em 2017, lançou seu livro de poesia Cem Sonetos, Pouco Mais, Pouco Menos.

Sobre a editora Laranja Original
A editora Laranja Original nasceu da iniciativa do escritor, poeta e arquiteto Filipe Moreau de criar um espaço no mercado editorial para a obra de novos autores. Hoje, a editora já se identifica como especializada em poesia, embora traga também em seu catálogo crônica, romance e até ensaios e biografias.

Além dos livros, a editora também produz CDs, pois, desde o início, a música fez parte de seu escopo de trabalho. Hoje, já há três CDs em seu catálogo, e outros estão por vir.

Em ambos os casos (livros e CDs), o material é produzido com esmero nos projetos gráficos, pois a editora tem como princípio a qualidade total do que produz. Entre os artistas gráficos que fazem projetos para a Laranja Original, há desde jovens reconhecidos no meio, como Flávia Castanheira, até os já historicamente consagrados, como Hélio de Almeida. [www.laranjaoriginal.com.br]
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domingo, 20 de maio de 2018

Phil Collins: Ainda estou vivo – Uma autobiografia

A autobiografia de um dos ícones da música internacional

Compositor e intérprete de sucessos como “Invisible Touch”, “Easy Lover” e “Against All Odds”, Phil Collins acumula mais de 100 milhões de álbuns vendidos tanto em uma banda quanto em carreira solo, e é um dos ícones musicais de toda uma geração. Na autobiografia Ainda estou vivo, Collins narra, de maneira sincera e espirituosa, a história de sua extraordinária carreira, desde a época de ator infantil, passando por sua ascensão no Genesis até seu triunfo como um dos mais bem-sucedidos compositores da era pop. Nas páginas deste livro os fãs poderão conhecer as histórias por trás de suas canções e turnês, projetos e crises pessoais, casamentos e divórcios, sucessos nos topos das paradas e destaques nas manchetes dos infames tabloides. Neste livro, Phil Collins se apresenta como você sempre o viu, mas como nunca o ouviu antes.

Autor: Phil Collins
Título Original: Not dead yet
Tradutor: Phellipe Marcel
Gênero: Biografia/ Memória
Páginas: 410

Para saber mais: clique aqui.
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terça-feira, 24 de abril de 2018

Bruce Dickinson – Uma autobiografia


Título: Bruce Dickinson – Uma autobiografia
Subtítulo: Para que serve esse botão?
Autor: Bruce Dickinson
Editora: Intrínseca
Páginas: 320
Ano Lançamento: 2018 

Conhecido por não falar da vida pessoal, Bruce compartilha em Para que serve esse botão? os detalhes de suas memórias extraordinárias, desde eventos marcantes de sua infância até a recente batalha contra um câncer na garganta. Com bastidores e curiosidades inéditos e dois encartes de fotos, o livro foi escrito à mão por Bruce em sete cadernos ao longo de dois anos de turnês. Leitura indispensável para fãs do Iron Maiden, curiosos sobre música, amantes de biografias ou de trajetórias inspiradoras. 

Análise: 

Bruce Dickinson, uma lenda viva do heavy metal do qual os amantes e fãs do Iron Maiden vão conferir uma trajetória de vida inspiradora e em alguns casos, totalmente insanos, afinal, Bruce soube aproveitar os bons e maus momentos da melhor maneira possível. 

O vocalista e líder da maior banda de heavy metal, conta de forma bem-humorada toda sua infância, juventude e sua carreira de sucesso no Maiden, deixando toda aquela formalidade de escritor de lado e não poupando palavrões e irreverência em cada linha escrita. 

Lançado pela Editora Intrínseca, notamos um trabalho impecável de diagramação, com boas fontes e espaçamentos adequados para uma agradável leitura. O livro contém algumas fotos do biografado, imagens raras do arquivo do vocalista. 

Em boa parte da biografia é mostrada para os leitores toda experiência do Bruce sendo o vocalista e principal líder do Iron, não é glamour e fama na vida de Dickinson, ele narra de forma livre sua saída da banda e alçando voos em carreira solo. 

Um dos capítulos merece ser descrito com um breve comentário, Dickinson narra toda sua luta para vencer o câncer e, mais uma vez todo o bom humor do vocalista nas linhas deixam uma leitura mais leve com um assunto delicado, mostrando que ele lutou com todas suas forças e venceu essa terrível doença. 

Dickinson deixa claro em determinado trecho do livro que o objetivo é mostrar toda sua infância e sonhos de se tornar um grande músico e viver do mesmo, ele deixa claro que não fala de seus casamentos fracassados, desilusões amorosas e os motivos dele não ter tido filhos e sim mostrar toda sua carreira no mundo da música. 

Para os fãs do Iron Maiden, essa é com toda certeza uma leitura obrigatória, para você que procura uma biografia inspiradora e bem-humorada, leitura mais que certeira. Espero que vocês tenham gostado e não esqueçam de compartilhar, comentar e divulgar. 

Up The Irons!


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quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Bruna Ramos da Fonte e o livro Sidney Magal: muito mais que um amante latino, por Sérgio Simka e Cida Simka

Bruna Ramos da Fonte - Foto divulgação
Fale-nos sobre você.

Sou escritora, biógrafa e fotógrafa documental. Talvez eu possa dizer que sou fundamentalmente biógrafa, pois todo o meu trabalho - seja ele literário ou fotográfico - se desenvolve a partir do conceito de biografar. Quando estou escrevendo estou biografando não somente um personagem, mas também uma época, um pensamento, uma cultura. Quando fotografo, através do registro de cenas rotineiras, estou biografando não somente uma pessoa, mas também o meio de onde ela veio, a sua realidade socioeconômica e cultural. Penso que a biografia é a base de toda e qualquer criação artística - mesmo quando não tem a intenção de sê-lo - porque, sendo a arte uma forma de expressão do eu, manifestar-se artisticamente é, primordialmente, biografar-se. No meu trabalho e nos cursos que ministro, busco expandir esse conceito do ato de biografar; ele é muito mais constante e mais comum em nossas vidas do que pensamos.

ENTREVISTA:

Fale-nos sobre seu livro “Sidney Magal: muito mais que um amante latino”. Quanto tempo demorou para escrevê-lo? Foi fácil encontrar uma editora?

"Sidney Magal: muito mais que um amante latino" é uma ideia que tivemos no ano de 2012, quando conversei com o Sidney sobre o seu primo, Vinicius de Moraes, para a pesquisa de um dos meus livros sobre a Bossa Nova. Ele quis guardar o projeto do livro para esse momento de comemoração dos seus 50 anos de carreira, então em dezembro de 2016, iniciamos o projeto que foi lançado em novembro de 2017. Desse total de 11 meses, eu tive apenas 7 para escrevê-lo, pois os outros 4 meses foram dedicados ao projeto editorial, revisão, diagramação, impressão e distribuição. O livro final tem  376 páginas, traz uma fotobiografia extensa, muitos depoimentos de amigos e familiares. Pesquisar, entrevistar, selecionar imagens e escrever todo esse projeto em um período tão curto de tempo foi uma verdadeira maratona, mas foi muito prazeroso e fiquei muito satisfeita com o resultado final.
O livro foi publicado pela Editora Irmãos Vitale, que é uma das editoras mais antigas e mais tradicionais do país. Eles já haviam publicado um livro meu ("O barquinho vai... Roberto Menescal e suas histórias", 2010) e foi muito gostoso voltar a trabalhar com eles; foi algo que aconteceu de uma maneira muito leve, muito natural, porque quando souberam do projeto, acreditaram na proposta e imediatamente começamos a trabalhar para que o livro fosse produzido dentro do nosso curto prazo. Sem a colaboração da Vitale, teria sido impossível concluir esse projeto que foi feito em tempo recorde.

Como é o seu processo de criação?

Todo o meu processo de criação literária se baseia na pesquisa: eu não escrevo uma única linha do livro antes de estar com toda a pesquisa concluída. A pesquisa e a concepção do projeto são as etapas mais trabalhosas e mais demoradas; a escrita é a parte mais prazerosa e mais rápida, porque se a pesquisa for bem-feita, quando chega o momento de escrever, todo o conteúdo já está pronto na minha cabeça; a partir daí, é só uma questão de "transcrever" aquilo que já existe. Mas cada escritor tem o seu processo de criação que, como costumo dizer, é único e intransferível; como professora, eu instigo os meus alunos a encontrarem o seu próprio caminho, pois tudo é permitido, desde que funcione para o escritor e que facilite o seu processo de escrita. Mas, para mim, é essencial ter o livro inteiro pronto na minha cabeça para depois começar a passá-lo para o papel.

Você escreveu “Essa tal de Bossa Nova”, com o Roberto Menescal. O prefácio foi escrito pelo Paulo Coelho. Conte-nos essa experiência. Você também publicou “O barquinho vai”. Fale-nos dele.

Ambos os livros são resultado do meu trabalho com Roberto Menescal, um dos criadores da Bossa Nova. Começamos a trabalhar juntos em 2008, com a intenção de registrar em um livro as experiências do Roberto não somente na Bossa Nova, mas também como produtor musical; ele é até hoje um dos produtores mais importantes da nossa música, e teve um papel fundamental na história da MPB. Ambos reúnem histórias maravilhosas da nossa música e são registros essenciais da carreira desse grande compositor e produtor. Os prefácios dos dois livros foram assinados pelo best-seller Paulo Coelho, amigo de Menescal.
 
Como vê o mercado digital de livros?


Vejo os livros digitais como um meio de facilitar ainda mais o processo de aproximação entre autor e leitor porque até pouco tempo atrás, para atingir leitores em países estrangeiros, você precisaria fechar um contrato em cada país, o livro teria que ser traduzido diversas vezes... Enfim, um processo muito burocrático, custoso e demorado, que só seria possível para um número restrito de autores. O livro digital chegou para quebrar essas barreiras. Depois que o meu livro "Essa tal de Bossa Nova" foi lançado em formato digital, passei a receber contatos de leitores do mundo inteiro - brasileiros que moram no exterior e estrangeiros que estudam o nosso idioma - e isso é muito gratificante para mim como autora. Com os livros digitais, hoje o leitor pode ter acesso ao trabalho de autores que estão do outro lado do mundo e isso é maravilhoso. Acredito que esse é o ponto mais importante: que as pessoas tenham acesso ao livro, independentemente do formato em que ele se apresente.

Em que está trabalhando atualmente?


No momento estou trabalhando em um projeto literário relacionado à psicanálise, que é uma área à qual me dedico também, e estou finalizando o projeto de um livro fotográfico, que é um sonho antigo que eu agora estou tendo tempo para concretizar.

Para que o leitor possa conhecer mais sobre o trabalho da Bruna, basta acessar: www.brfonte.com.

*Sérgio Simka é professor universitário desde 1999. Autor de cinco dezenas de livros publicados nas áreas de gramática, literatura, produção textual, literatura infantil e infantojuvenil. Idealizou, com Cida Simka, a coleção Mistério, publicada pela Editora Uirapuru.

Cida Simka é licenciada em Letras pelas Faculdades Integradas de Ribeirão Pires (FIRP). Coautora do livro Ética como substantivo concreto (Wak, 2014) e autora dos livros O acordo ortográfico da língua portuguesa na prática (Wak, 2106), O enigma da velha casa (Uirapuru, 2016) e “Nóis sabe português” (Wak, 2017).
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quarta-feira, 23 de março de 2016

Manson, A Biografia Definitiva

ELE ACREDITAVA SER O ESCOLHIDO, O FILHO DO CARA, MAS SE CONTENTARIA EM SER UM SUPERSTAR. ACABOU POR SER O PORTA-VOZ DE UM PESADELO AMERICANO DO QUAL AINDA NÃO DESPERTAMOS.

“Manson não é simplesmente uma biografia de um assassino e um líder de culto. É uma história da cultura norte-americana da Grande Depressão ao final do século XX. [...] um estudo fascinante da ambição, avareza, mesquinharia, controle da mente, celebrifilia (um desejo intenso e patólogico para se relacionar com uma celebridade), sexo, narcóticos, racismo e abuso de poder. Ninguém contou a história de forma tão precisa quanto Jeff Guinn. É a história dos ex-presidentes Richard Nixon e Lyndon Johnson, de Martin Luther King, do Vietnã, do movimento ativista estudantil da nova esquerda Students for a Democratic Society, dos Panteras Negras, da cultura lisérgica e de uma nação em processo de degradação. Esta é uma viagem espetacular.” – James Lee Burke, renomado autor de livros policiais

“Impressionante. [...] O livro de Vincent Bugliosi, Helter Skelter, me levou a crer que não havia mais nada a aprender. [...] Eu estava errada. [...] [Manson] se sustenta como um trabalho definitivo: importante para estudantes de criminologia, psicopatologia e sociopatologia, além daqueles interessados no comportamento humano na cultura pop.” – Ann Rule, The New York Times Book Review

ELE SÓ QUERIA SER UM SUPERSTAR
[O Aprendiz Verde]

Sexo, drogas e rock ‘n’ roll. Crimes, estupros e assassinatos. Charles Manson fez de sua história a trilha sonora do fim do mundo. A metáfora favorita da América para o lado negro dá década de 1960, Manson foi o cabeludo que matou o sonho de Woodstock e o retrato perfeito de como toda aquela filosofia da geração paz e amor não funcionou.

Psicopata, vigarista, racista e cafetão. Olhos em chamas, barba por fazer, cabelos despenteados e uma suástica tatuada na testa. A diabólica imagem de Charles Manson está gravada no inconsciente popular e é reconhecidamente assustadora. Após quatro décadas dos seus terríveis atos, os assassinatos orquestrados por ele continuam a exercer um mórbido fascínio. Dezenas de livros já foram escritos sobre Manson nesses mais de quarenta anos, e agora uma meticulosa pesquisa desenvolvida pelo biógrafo Jeff Guinn surge como o guia definitivo do homem que entrou para a história como sinônimo do mal.
Manson, a Biografia consegue, contra todas as possibilidades, oferecer uma visão fresca e um complemento digno e, porque não, acima do até então melhor livro sobre o caso: Helter Skelter, de Vincent Bugliosi. Resultado de dois anos de Ler o livro é como vivenciar aquela época. pesquisas, o livro de Guinn oferece uma nova visão para aqueles que vivenciaram a turbulenta era de paz & amor assim como o contexto necessário para as gerações que vieram depois. Ler o livro é como vivenciar aquela época. Guinn consegue transportar o leitor para os dias de ira e caos, sexo e drogas, rock ‘n’ roll e celebridades, costurando o homem em seu ambiente, um ambiente perfeito e catastrófico, que forneceu todas as respostas que uma mente doentia como a de Manson ansiava em encontrar. O que emerge é um retrato sombrio, mas altamente convincente, de um “eterno predador social” que era “sempre o homem errado no lugar certo e na hora certa”. Prova disso é que em sua caçada desenfreada para ser tornar um superstar maior que os Beatles, Manson usou de seu discurso incendiário – que misturava caos, fanatismo religioso, cientologia e letras de músicas do Fab Four – para criar uma atmosfera magnética capaz de atrair aqueles que ele poderia usar para se tornar uma estrela. Dennis Wilson, baterista dos Beach Boys, foi um dos que caiu na armadilha.

O livro é também uma prova definitiva de que o mito da América dourada, hippie, livre e eterna enquanto durou foi apenas uma ilusão. Ilusão cujo significado dependia de quem a via: para os hippies, tranquila e orgástica; para o The Mamas & The Papas, um sonho californiano; para os Beatles, chapada como Lucy in the Sky; para os conservadores, suja e nojenta; para os estudantes protestantes, mentirosa e tirana. Ou ela poderia ser apocalíptica, sombria, e sangrenta, como a América dourada de Charles Manson.

Manson, a Biografia foi eleito um dos grandes livros do ano pelo New York Times Book Review; o melhor livro do mês em agosto de 2013 pela Amazon; e finalista na categoria Melhor Biografia do Goodreads Choice Awards. Best-seller do New York Times e da Publishers Weekly.

“A biografia mais profunda sobre o tema [...] Supreendente do começo ao fim.” — Janet Maslin, The New York Times

“Brilhante. [...] O melhor livro sobre Manson que já li [...] e creio que já tenha lido todos eles.” — Jeffrey Deaver, autor de O Colecionador de Ossos

“Guinn inscreve seu nome como um cronista obstinado e completo de conhecidos criminosos norte-americanos. —Richmond Times-Dispatch

“Jeff Guinn produziu não apenas a melhor biografia de Charles Manson, mas o melhor estudo sobre crimes americanos desde A Private Disgrace: Lizzie Borden by Daylight, de Victoria Lincoln.” — Florence King, National Review

“Guinn pinta um retrato vibrante de uma Califórnia em expansão, sacudida pelos protestos contra a guerra e pelas boas vibrações, escravizada pelo circo da mídia e por aqueles que aguardavam a era de Aquário.” — The Guardian

“Livros como o de Guinn são escritos para lembrar os nascidos no pós-guerra por que eles cortaram seus cabelos e trocaram os alucinógenos por anti-depressivos.” — Christian Lorentzen, London Review of Books

Autor:
Jeff Guinn, premiado jornalista investigativo, é autor de dezenas de livros de ficção e não-ficação, muitos deles best-sellers, incluindo Go Down Together: The True Untold Story of Bonnie and Clyde (2010), que conta a história do casal de assaltantes e assassinos que aterrorizaram a América durante a Grande Depressão, no começo dos anos 1930; The Last Gunfight: The Real Story of the Shootout at the O.K. Corral and How It Changed the West (2012), sobre o famoso tiroteio em Tombstone, Arizona, em 1881, que definiu como as futuras gerações perceberiam o Velho Oeste e transformou figuras como Wyatt Earp, Doc Holliday, e os irmãos Clanton em lendas; e Glorious (2014), romance histórico ambientado no Velho Oeste, em 1872.

Ficha técnica:
Especificações do livro | Encadernação: capa dura - formato: 16x23cm - Número de páginas: 520 - ISBN: 978-85-66636-31-4 - Autor: Jeff Guinn - Tradução: Blog O Aprendiz Verde, com colaboração de Daniel Alves da Cruz, Enrique Ulises Guajardo Cuevas, Márcia Targino de Lucena Monforte, Marcus Vinicius Gonçalves de Santana e Marília Rocha Ferreira - Editora: DarkSide® - Idioma: português - Gênero: Biografia/ Crimes Reais.
Fonte: DarkSide®

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domingo, 20 de março de 2016

Stephen King, a biografia – Coração Assombrado

A biografia de um dos escritores mais populares e intrigantes do mundo.  Com mais de 300 milhões de livros vendidos e mais de 50 prêmios por suas obras, Stephen King tornou-se parte da história da cultura pop, reverenciado por críticos e milhões de fãs em todo o planeta. Mas quem é o homem por trás de clássicos do terror, suspense e sobrenatural como “O Iluminado”, “Carrie, a Estranha” e “A Zona Morta”? De onde vêm os seus fantasmas? O que assombra e inspira o homem que assusta e fascina tanta gente pelo mundo afora? E o que o leva a continuar a escrever, em ritmo alucinante, após uma carreira de quase quatro décadas?

Nesta obra indicada ao Prêmio Edgar Allan Poe de Melhor Biografia, a jornalista Lisa Rogak nos conduz, com rigor e cuidado, pelo universo peculiar de Stephen King.  Reconstitui sua infância difícil – marcada pelo ausência do pai -,  revela seus medos,  resgata os primeiros contatos  do jovem king com a escrita e sua luta contra a dependência química.  Uma saga impressionante da pobreza à fortuna, da solidão à consagração. "Stephen King - A Biografia - Coração Assombrado" é uma aula sobre como encarar os monstros e fantasmas da vida real e dominá-los na ficção.
“Stephen King continua a ser um mestre.” — New York Times —

Autor:
Lisa Rogak é autora de mais de 40 livros, sobre os mais variados temas, entre eles as biografias de Dan Brown, Dr. Robert Atkin e Stephen Colbert, os cães que trabalham no exército norte-americano, livros sobre culinária e turismo. Editou também diversas obras com os pensamentos e ideias de nomes como Bill Gates, Barack e Michelle Obama e o Papa Francisco. Saiba mais www.lisarogak.com

Ficha técnica:
especificações do livro | Encadernação: capa dura - formato: 16x23cm - Número de páginas: 320 - ISBN: 9788566636147 - Autor: Lisa Rogak - Tradução: Claudia Guimarães - Editora: DarkSide® - Idioma: português - Gênero: biografia

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