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domingo, 25 de abril de 2021

Livro Contos e Recantos do Brasil

 


Silvestre é um apaixonado pelo que faz e é de suas andanças pelo Brasil, em viagens de pesquisa pela flora brasileira, que o autor colecionou histórias de rodas de conversas dos pampas do Rio Grande do Sul aos confins da Amazônia. Muito conhecido no meio jornalístico, alguns desses causos já foram contados na televisão, outros, em revistas, mas só agora, pela primeira vez, ele reuniu todos neste livro de contos imperdível.

    Contos e Recantos do Brasil é o resultado de um apanhado de relatos inusitados, instigantes que você, muitas vezes, vai ter a impressão de ver um Brasil que nem existe mais. Um Brasil ingênuo, caboclo, ainda não massificado pela televisão, com situações em meio à natureza, tendo como cenários rios, montanhas, praias ou apenas lugarejos bucólicos. É uma delícia acompanhar este aventureiro obstinado em conhecer e contar as histórias de todos os recantos do Brasil.    

Título: Contos e Recantos do Brasil
Preço de capa: R$ 59,90
Formato: 13,5 cm x 20,5 cm
Número de páginas: 216
onde encontrar: nas principais livrarias do País, no site www.europanet.com.br, pela televenda da Editora Europa - (11) 3038-5050
(Grande São Paulo), 0800-8888-508 ou ainda (11) 95186-4134 (whatsApp).

Para saber mais

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domingo, 7 de fevereiro de 2021

Já está disponível o e-book POESIAS AO LUAR. Baixe o seu


Já está disponível o e-book POESIAS AO LUAR. Baixe o seu gratuitamente.

FICHA TÉCNICA:

Título: Poesias ao Luar
Organizador: Ademir Pascale
Ano: 2021
Tipo: E-book
Nº de páginas: 103
Coautores:
Vânia Pontes - Fases da Lua
Alberto dos Anjos Costa - Indagações e Lauta Sensações
Renata da Costa - Conversa com a Lua e Sonhar
Rosangela Mariano - Parto
João Roganti - Ela é a Chama e Quando a velhice assombra
Marcos Souza - Natureza renegada
Ilzenir Ribeiro Paranhos - A Cura
Isabela Cassettari - Querida Pátria
Gilson salomão Pessôa - Se
Gustavo Soares - Diário Ontológico
Sara Alencar - Chuva
Ailana Monteiro - Madrugada sem luar e Serenata
Crstiane de Mesquita Alves - O canto da sereira em noites enluaradas
Emanuel Valente Ribeiro (Emanuel) - Pessoinha 3 (Na sua varanda) e Presente
Larose Cultural - Fim da vida? 
Yasmin Bacchi - Hoje quero ir embora às 21h44 e Tenro y Impávido
Luna Brandit - Cúmplices da Lua
Lucas Pessô Feniman - Madrugando
J Neris - Estou falando de valor (Cordel) e Ambição 
Maria Eduarda Ferrari Gazola - Harmonia e Coisas naturais
Frahm Torres - Ao Eterno e Perdição
Robert Araújo - Café
Paulo Roberto Torres Borges - Minha Pipa e Uma estrela em ré maior
Elessandra Marisa Ferrari Gazola - Simplesmente e Ouvidores
Lurdinha Alencar - A Lua

PARA BAIXAR O E-BOOK GRATUITAMENTE: CLIQUE AQUI

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sábado, 3 de outubro de 2020

Professor e filmes influenciam mais o início do interesse pela leitura de literatura do que um influencer digital


A 5ª. edição da Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, o mais abrangente mapeamento do comportamento leitor brasileiro, trouxe entre suas novidades um painel mais abrangente da leitura de literatura no País. Um dos principais resultados desse módulo novo é a importância do professor como um influenciador não só na escolha dos títulos, como também em seu papel no despertar do interesse pelo gênero (contos, crônicas, romances, poesia). Em 2019, 62% dos leitores de livros de literatura revelam ter se interessado por este gênero a partir de uma indicação da escola ou professor (contra 44% dos leitores de literatura apenas em outros meios) e 50% por influência de amigos (33% para os leitores por outros meios). O cinema e a música também cumprem o papel relevante neste sentido: 54% dos leitores de livros de literatura dizem que seu interesse surgiu a partir de filmes baseados em livros ou história de autores (contra 41% de leitores de literatura exclusivamente em outros meios além do livro) e 34% dos leitores de livros deste gênero citam as letras de música (contra 31% dos leitores em outros meios). As mães ou responsáveis do sexo feminino estão em quinto lugar como influenciadoras, com 40% das menções dos leitores de livros de literatura e 25% para leitores por outros meios, enquanto os pais ou responsáveis do sexo masculino ficam em nono, sendo mencionados por 26% dos leitores de livros deste gênero e por 15% dos leitores de literatura apenas em outros meios além do livro.

Os influenciadores digitais, como youtubers, revelam-se também como atores importantes, pois 26% dos leitores de livros de literatura e 25% dos leitores de literatura em outros meios citam seu papel no interesse pelo gênero. Em um patamar semelhante, os bibliotecários e atendentes de biblioteca são citados por 21% dos leitores de livros de literatura, mas por apenas 10% dos leitores de literatura em outros meios. Para efeito de comparação, a influência do marido, esposa ou companheiro (a) é mencionada por apenas 12% dos leitores de livros de literatura, proporção próxima dos 10% de leitores deste gênero em outros meios.

 

Baixe o pdf da pesquisa a partir de 14 de setembro no site do IPL: (http://www.prolivro.org.br)

Sobre a Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil

Realizada a cada quatro anos, a Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil é a única pesquisa nacional que tem por objetivo avaliar o comportamento leitor do brasileiro. Realizada desde 2007, pelo Instituto Pró-Livro, cuja missão é contribuir para que o Brasil seja um país de leitores, a pesquisa chega à 5ª edição com novo parceiro e muitas novidades. O IPL contou, nesta 5ª Edição, com a parceria do Itaú Cultural para a sua realização. Em um processo de constante aperfeiçoamento, o número de entrevistas foi ampliado de 5 mil para 8 mil, permitindo a leitura dos resultados por capital, além das cinco regiões brasileiras. Esta edição também dedicou um módulo específico aos hábitos de leitura de literatura dos brasileiros, com mais dados sobre os fatores e influências no interesse por literatura, autores preferidos e formatos e/ou dispositivos escolhidos.

O objetivo da Retratos de Leitura é conhecer o comportamento do leitor brasileiro com 5 anos ou mais (alfabetizado ou não), medindo a intensidade, forma, limitações, motivação, condições de acesso ao livro (impresso e digital) pela população, orientado por sua missão de contribuir com as políticas públicas e expandir o público leitor. A coleta de dados foi encomendada ao IBOPE Inteligência, através de entrevistas domiciliares, face a face, com registro das respostas em tablets, e aconteceu entre 28 de outubro de 2019 a 13 de janeiro de 2020, ou seja, meses antes da pandemia de coronavirus, não havendo, portanto, interferência dessa situação na realização ou nos resultados da pesquisa.

No total, foram realizadas 8076 entrevistas, em 208 municípios, sendo 5874 nas capitais de 26 estados. Os resultados da pesquisa podem ser analisados para o total do Brasil, pelas cinco regiões e por capitais, e eles foram ponderados considerando os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC) de 2017, do IBGE. Com um intervalo de confiança estimado de 95%, a margem de erro máxima estimada é de 1,1 p.p. para mais ou para menos,

Sobre o Instituto Pró-Livro: O IPL (www.prolivro.org.br) é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), sem fins lucrativos, criada e mantida pelas entidades do livro - Abrelivros, CBL e SNEL - com a missão de transformar o Brasil em um país de leitores. Tem como objetivo promover pesquisas e ações de fomento à leitura. Realiza, periodicamente, a pesquisa Retratos da leitura no Brasil, maior e mais completo estudo sobre o comportamento do leitor brasileiro, a fim de avaliar impactos e orientar ações e políticas públicas em relação ao livro e à leitura, visando, assim, melhorar os indicadores de leitura e o acesso ao livro. Lançou este ano (2019), a pesquisa Retratos da Leitura - Bibliotecas Escolares , para identificar o impacto das bibliotecas na aprendizagem dos alunos .Também é responsável pelo Prêmio IPL - Retratos da Leitura, que busca homenagear organizações que desenvolvem práticas de incentivo à leitura e, desse modo, promovê-las e difundi-las, de maneira que ganhem amplitude e investimentos, orientem políticas públicas e inspirem outras iniciativas pelo Brasil. O IPL também conta com outra ação importante, a Plataforma Pró-Livro - uma plataforma digital colaborativa que reúne informações sobre as práticas de leitura ao redor do país e incentiva a conexão entre essas experiências. Os projetos premiados e cadastrados estão mapeados e podem ser conhecidos na Plataforma Pró-Livro (http://www.plataformaprolivro.org.br).

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quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Lya Galavote anuncia livro de romance de época ambientado no Brasil


Escritora brasileira traz cenário nacional para “Apesar da Guerra”, um romance de época que levanta reflexões sobre a esperança


Com grandes inspirações desde a infância, a autora Lya Galavote se encontrou no universo da escrita para compartilhar grandes histórias com as pessoas. Nesta semana, ela realizou mais um desejo e anunciou “Apesar da guerra”, um dos seus lançamentos previsto para novembro deste ano.

Ambientada no Brasil, o livro narra a história de Manuela conhecendo Bento após um ano de ter perdido o irmão durante a Guerra do Paraguai. Transitando entre assuntos reflexivos, como perdas, separações, esperança e entre outros, o livro narra um romance de época com vários ensinamentos sobe a vida.

Este é um dos lançamentos de Lya Galavote para este ano, recentemente ela anunciou “Entre lágrimas e uma boneca” que será lançado na 1a FLISP (Festa Literaria de São Paulo), no dia 8 de novembro, junto com “Apesar da guerra”. Ambos os livros serão publicados pelo Grupo Editorial Coerência por meio do selo Livros Prontos.
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quinta-feira, 3 de setembro de 2020

Vida e obra de Gilberto Freyre se confundem com história do Brasil

O Brasil de Gilberto Freyre: uma introdução à leitura de sua obra, de Mario Helio, ganha nova edição em comemoração aos 120 anos do sociólogo. Lançamento ocorre dentro da programação do Circuito Cultural de Pernambuco, em um bate-papo virtual entre o autor e o professor e escritor Anco Márcio Tenório Vieira, dia 10 de setembro, às 19h30
Aclamado como um dos mais importantes sociólogos do século XX, o também antropólogo, ensaísta, jornalista e poeta pernambucano Gilberto Freyre se dedicou a explicar a complexidade da formação do Brasil e da identidade do País a partir de estudos da miscigenação, desde a colonização. Conservador e tradicionalista, foi favorável ao golpe militar de 1964 e pagou com o ostracismo de mais de duas décadas por esse apoio. Somente após a redemocratização voltou a ser descoberto por suas teorias e metodologias inovadoras, ousadas e controversas, expressas em títulos famosos como Casa Grande & senzala (1933), Sobrados e Mucambos (1936), entre tantos outros. Defensor da formação mestiça do povo brasileiro, procurou mostrar o grande erro do pensamento elitista e arianista de que a mistura de raças seria a causa do subdesenvolvimento dos trópicos. Vida e obra de Gilberto Freyre se confundem com a história da formação do Brasil.  
Em comemoração aos 120 anos de Gilberto Freyre, a Cepe reedita o livro O Brasil de Gilberto Freyre: uma introdução à leitura de sua obra, do jornalista, escritor, poeta, historiador e antropólogo Mario Helio. Com a tarefa de oferecer uma visão ampla mas nada superficial de Freyre e de sua bibliografia para o conhecimento da história brasileira, o livro será lançado dentro da programação do Circuito Cultural de Pernambuco, dia 10 de setembro, às 19h30, em uma live com participação do autor e do professor e escritor Anco Márcio Tenório Vieira.
Com ilustrações do artista José Cláudio, a edição da Cepe é revisada e publicada 20 anos após a primeira, que saiu pela Comunigraf em 2000, ano do centenário do nascimento de Freyre. A primeira edição foi originada de um longo ensaio publicado no Jornal da Tarde, de São Paulo. "O jornalista Antônio Portella me sugeriu a expandir em livro aquela apresentação jornalística de Freyre. Aceitei a proposta e escrevi O Brasil de Gilberto Freyre, com o propósito modesto de que servisse de uma introdução à leitura de sua obra, uma espécie de Gilberto Freyre para iniciantes, não para iniciados. O caminho escolhido para pôr em linhas a narrativa foi a máxima clareza possível, num tom quase didático, tentando percorrer os labirintos de um dos mais ricos e complexos personagens da cultura brasileira", revela Mario Helio. "A reedição é uma uma introdução feliz para o pensamento de Gilberto Freyre, em suas complexidades, controvérsias, antevisões. Mais do que uma antevisão da obra do sociólogo pernambucano, é uma apresentação qualificada, feita por um profundo estudioso da obra freyriana", define o editor da Cepe, Diogo Guedes.  
A história do Brasil contada por Gilberto Freyre, como nos diz Mario Helio, nunca termina no relato dos acontecimentos apenas. Continua nas correlações que estabelece entre sociologia e biologia, psicologia e ecologia para compreender os fatos. Tanto é que Freyre analisa pioneiramente a gastronomia e a moda para explicar o comportamento social. É uma narrativa mais orgânica, que vasculha a intimidade para revelar a complexidade. "De um ponto de vista extremamente sintético e redutor, pode-se dizer que o Brasil como visto e recriado por Gilberto Freyre é uma invenção mais da religião que da raça. Mais da família que do indivíduo. O brasileiro, por sua vez, é chamado por Freyre de homem situado. Situado nos trópicos, onde espaço e tempo se confundem; clima e raça definem o idioma. "É uma escrita que fala, e não somente um desfile de fatos", define o autor. 
 Em vez de colocar na conta da formação mestiça da população brasileira o motivo das mazelas do País - ideia propagada pela elite do começo do século XX -, Freyre mostrou,  em Casa-grande & senzala, que o atraso vinha do sistema econômico e social, como revelam as palavras de Mario Helio: "da monocultura da cana-de-açúcar, da alimentação deficiente, da falta de higiene etc." A mestiçagem brasileira é para Gilberto Freyre um bem para a humanidade. O sociólogo nos oferece um Brasil tão humano que, "por vezes, chega a carregar nas tintas para mostrar uma fraternidade de convivência entre as classes maior do que provavelmente terá sido. Quando assim ocorre, o como deveria ser interfere no como realmente foi. O poeta vence o historiador". Vence, por exemplo, quando busca ver o que chama de "lado benigno" da escravidão, destacando "a relação de quase compadrio entre senhor e escravo no país", diz Mário Helio em trecho do livro.
Se há críticas aos métodos científicos de Freyre - muitas vezes acusado de se apoiar nas "testemunhas oculares" dos viajantes estrangeiros -, por outro lado o autor pernambucano é elogiado pela ousadia de experimentar novas metodologias e, assim, conseguir uma das interpretações mais originais e próximas do Brasil autêntico. "E numa capacidade de abrir-se à discussão, que foi bem destacada por Sérgio Buarque de Holanda, em Tentativas de mitologia: 'Uma das virtudes de Gilberto Freyre, e que contribui para singular importância de seus ensaios, está em que convida insistentemente ao debate e provoca, não raro, divergências fecundas'." 
Sua narrativa também é única e merece destaque, pois é considerada uma das melhores prosas da língua portuguesa. Foi também tido como "o mais brasileiro dos escritores" por nomes como Darcy Ribeiro e João Cabral de Melo Neto. "Escrevia como num aparente improviso. Esta é uma das razões de o seu estilo ser inimitável. (...) Não é difícil perceber que o seu modo de escrever não é exemplar, ou seja, não serve como modelo a ser seguido, pois a alguém dotado de menos talento se revelaria um desastre compor frases tão longas, cheias de orações interpoladas, tantas locuções adverbiais, tantos adjetivos, tantas repetições. E quase nenhuma conclusão", descreve Mario Helio.  
Formado nos Estados Unidos em Artes Liberais, com especialização em Ciências Políticas e Sociais, Gilberto Freyre fez o mestrado em Ciências Políticas, Jurídicas e Sociais também em solo norte-americano, país que chamava de Outra América. Sua dissertação de mestrado intitulou-se Social Life in Brazil in the Middle of the 19th Century (Vida social no Brasil nos meados do século XIX). "Gilberto Freyre descobriu o Brasil nos Estados Unidos", diz Mario Helio. Foi lá na Outra América que Freyre teve aula com o antropólogo Franz Boas, com quem aprendeu a distinguir raça e cultura,  "ideia fundamental para as futuras considerações sobre as relações entre as pessoas no Brasil".
Em breve a Cepe publicará outro livro, desta vez inédito, sobre a história íntima de Gilberto Freyre, também assinado por Mario Helio. 
Serviço:
Lançamento do livro O Brasil de Gilberto Freyre: uma introdução à leitura de sua obra (Cepe Editora), de Mario Helio
Quando: 10 de setembro
Horário: 19h30 
Onde: Canal virtual do Circuito Cultural de Pernambuco (www.circuitoculturaldepernambuco.com.br) , com participação de Mario Helio e Anco Márcio Tenório 
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domingo, 31 de maio de 2020

Rute Simões Ribeiro é destaque na nova edição da Revista Conexão Literatura, nº 60 (Junho, 2020)



EDITORIAL

A edição de junho da revista Conexão Literatura destaca Rute Simões Ribeiro, autora portuguesa que vem ganhando grande notoriedade com suas obras. Confira nas páginas da revista a entrevista exclusiva que fizemos com ela.

E além de Portugal, nessa edição também publicamos um texto exclusivo do colombiano Néstor Raúl González Gutiérrez, além de revelarmos os ganhadores do concurso literário Os três melhores contos.

O leitor também poderá conferir várias entrevistas com escritores, crônicas, dicas de livros, contos e muito mais.

Participe da nossa edição de Julho. Saiba como: clique aqui.

Tenha uma ótima leitura!


Para baixar a edição da Revista Conexão Literatura nº 60: CLIQUE AQUI.

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Ademir Pascale - Editor-Chefe
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sexta-feira, 15 de maio de 2020

Autor/Editora: Conheça o Pacote Divulgação Para autores e divulgue o seu livro



VEJA O QUE ENGLOBA NO PACOTE DIVULGAÇÃO PARA AUTORES:

1 - Entrevista com o autor
a) - A entrevista será publicada no site da revista: www.revistaconexaoliteratura.com.br
b) - A entrevista também será publicada em uma edição da revista digital Conexão Literatura
OBS.: a entrevista é elaborada via e-mail e inclui foto do autor + capa do livro.

2 - Divulgação nas Redes Sociais
a) - Divulgaremos a entrevista em nossa fanpage com mais de 106 mil seguidores: clique aqui
b) - Divulgaremos a entrevista em nosso Instagram com mais de 7 mil seguidores: clique aqui
c) - Divulgaremos a entrevista em nosso Twitter com mais de 40 mil seguidores: clique aqui

Bônus
a) Publicação do release do livro (ou sobre o trabalho literário do autor) em nosso site: www.revistaconexaoliteratura.com.br
b) Divulgação da página do release em nossa fanpage com mais de 106 mil seguidores: clique aqui
OBS.: o autor envia o release pronto + imagens para nós. No release o autor poderá incluir a sinopse do livro, links de venda, biografia do autor, foto do autor, capa do livro, redes sociais, comentários de quem já leu, etc.

VALOR PROMOCIONAL DO PACOTE DIVULGAÇÃO:
Apenas uma única parcela de R$ 100,00

A PROMOÇÃO É POR TEMPO LIMITADO, ENTÃO GARANTA JÁ A SUA DIVULGAÇÃO

DIVULGAMOS LIVROS FÍSICOS (IMPRESSOS) E DIGITAIS (E-BOOKS, LIVROS NA AMAZON, WATTPAD, ETC).

OBS.: Pode ser pago via depósito, doc ou transferência para nossa conta no Bradesco. Também aceitamos cartão de crédito. Caso opte por cartão de crédito, enviaremos a solicitação de pagamento através do site PayPal, que é fácil e seguro.

Além de escritores do Brasil, também divulgamos autores portugueses.

INTERESSADOS É SÓ ENTRAREM EM CONTATO. ESCREVA NO ASSUNTO DO E-MAIL: "TENHO INTERESSE NO PACOTE DIVULGAÇÃO". 
* ESCREVA PARA: ademirpascale@gmail.com ou contato@livrodestaque.com.br

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quarta-feira, 11 de março de 2020

Brasil Editorial: nos primórdios da atividade editorial | Parte I

 
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“(...) é preciso considerar que as formas produzem sentido, e que um texto estável na sua literalidade investe-se de uma significação e de um estatuto inéditos quando mudam os dispositivos do objeto tipográfico que o propõem à leitura.”
 
 - Roger Chartier 

Ao abordarmos a história do livro no Brasil, relatamos a difusão do acesso aos recursos de editoração e de aquisição do livro no país, bem como a circulação de conhecimento/discursos/ideias (e também a não circulação de outros). No que se segue, iremos apresentar uma série de artigos (sendo este o primeiro) que irão perpassar por essa história, desde o início da atividade editorial, durante a colonização, até o mercado editorial atual. Nesse percurso, compreenderemos, sobretudo, a história das editoras e das livrarias como mecanismos que permitiram um circuito de acessibilidade ao livro moderno.

O Período Colonial

Segundo Sodré (1970 apud HALLEWELL, 1985, p. 8), a tipografia no Brasil foi introduzida primeiramente nas colônias pelos colonizadores — onde havia uma cultura local altamente desenvolvida, que o poder colonial objetivava reprimir. Nos primeiros duzentos anos da colonização, a tipografia foi utilizada em grande parte como um instrumento que auxiliava a evangelização cristã, já que era implantada pela iniciativa clerical e sua produção tinha por finalidade atender as necessidades do clero (Ibid., p.8).

Ainda assim, de imediato, não houve a necessidade da implementação de uma tipografia no país, visto que os aborígenes permaneciam na Idade da Pedra, portanto, não se configuravam como uma civilização que precisasse ser superada pelos catequizadores. Quanto às conjecturas que dizem respeito aos jesuítas terem trazido uma impressora com eles, não há fontes históricas ou arqueológicas sobre tal afirmação.

Mesmo que a administração da América portuguesa continuasse dispensando a necessidade de se inserir a tipografia no país, as demais colônias viam tal necessidade como um imperativo a ser aceito, dada as instâncias governamentais. Alguns anos mais tarde, com o impacto da invasão napoleônica, tal necessidade se tornaria indubitável para as colônias.

O primeiro experimento efetivo de introdução à tipografia no Brasil foi feita pelos holandeses, quando ocupavam o nordeste, entre 1630 e 1650. Eles selecionaram um tipógrafo chamado Pieter Janszonon, que ficaria encarregado pela tipografia do Recife, mas consta que ele faleceu logo que chegou ao Brasil, em agosto de 1643 (Ibid., p. 13). Depois disso, deixaram de se preocupar com o assunto.  

Os Primórdios da atividade editorial

De acordo com Ferreira de Carvalho (1908 apud Ibid., p.13), cerca de 60 anos depois, o Recife recebeu a primeira impressora do Brasil. E segundo Serafim Leite (apud Ibid., p.14), tal impressora funcionou de 1703 a 1706, contudo,  em ambas as fontes não há nenhuma prova da existência da máquina.

Por outro lado, no Rio de Janeiro, em 1747, há provas de ter havido uma impressora, através de folhetos impressos na época. O responsável pela implementação foi Antônio Isidoro da Fonseca, um renomado tipógrafo de Lisboa que viera para o Brasil. Isidoro tivera problemas em Portugal com a inquisição, por ter sido editor de “O Judeu”, obra que contava a história de Antônio José da Silva, um carioca nascido em 1703 de uma família de judeus convertidos, que acabou sendo queimado em um dos últimos autos de fé, em outubro de 1739 (Ibid., p. 15). 

No entanto, tão logo a notícia da tipografia chegou a Lisboa, e houve ordem para fechá-la, por não ter sido considerada conveniente, no momento, a impressão na colônia. Após três anos, Isidoro solicitou licença real para instalar novamente sua impressora, no Rio de Janeiro ou em Salvador, jurando jamais imprimir sem as devidas licenças eclesiásticas, mas seu pedido não foi concedido (Ibid., p. 20).

O impedimento de Portugal quanto à impressão no Brasil foi o que fez com que todos os originais brasileiros da época fossem publicados na Europa. Dentre esses casos, pode-se citar a obra “Marília de Dirceu”, de Tomás Antônio Gonzaga, que ente 1792 e1800 teve quatro edições em Lisboa. Mesmo sem a inserção da tipografia no país, em 1792, têm-se registros de que havia uma livraria no Rio de janeiro, chamada Paul Martim, que oferecia livros de medicina e religião, entretanto, a maior parte do acervo era contrabandeada. A Paul Martim funcionou até 1823 (MACARTNEY, 1793 apud Ibid., p. 25).

Referências

HALLEWELL, L. O livro no Brasil: sua história. São Paulo: EDUSP, 1985.
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segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Bate-papo Brasil no Espaço, dia 11/12, às 19h


Sinopse: Natália, 35 anos, astrofísica brasileira, especialista em engenharia aeroespacial e residente em Berlim, na Alemanha volta à terra natal disposta a descobrir a verdade sobre o trágico destino de seu pai, João Marcos de Almeida, engenheiro mecânico, morto na explosão da base de lançamento de foguetes de Alcântara, em 2003. Ela se recusa a aceitar o resultado final da investigação militar, que fez com que o caso fosse arquivado por segurança nacional, alegando-se suspeitas de falha humana. Natália também tenta fazer justiça e provar que sabotagem e negligência podem ter sido as verdadeiras causas do acidente. Após ser selecionada para coordenar um programa de intercâmbio da Universidade Internacional do Espaço, uma parceria entre Brasil e Alemanha, ela embarca de volta ao Brasil levando consigo dois desejos: um, evidente, de tornar-se uma especialista em projetos aeroespaciais; outro, inconfesso, de descobrir a verdade sobre a morte misteriosa de seu pai. Em uma arriscada jornada, recheada de romance, aventura e suspense, Natália tenta montar as peças desse perigoso e letal quebra-cabeça.

Alcântara:
Palavra árabe que significa: a ponte. Essa península, situada no interior do Maranhão, já foi muito cobiçada e é considerada o melhor espaço-porto do planeta. Devido à sua localização geográfica ser próxima a linha do Equador (2graus), pode alcançar até 30% de economia de combustível, além dos foguetes ganharem uma velocidade extra de escape ao decolarem de suas bases e não oferecerem risco à população.
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sexta-feira, 29 de março de 2019

12.000 Anos de Abandono


Com o avanço do desmatamento e com o auxílio da filtragem digital em imagens de satélites, descobri nada menos do que 1.200 belíssimas construções milenares, no meio da Amazônia — totalmente inéditas.

São obras pré-históricas, algumas datadas em 6.000 anos, incrivelmente complexas e avançadas — as maiores obras de aquicultura da pré-história que a humanidade já viu.

Neste livro você se surpreenderá com essas construções monumentais, grandiosas e únicas, feitas por aqueles que foram os primeiros arquitetos e engenheiros do Brasil.

Participará de uma importante descoberta arqueológica que vai valorizar um povo sem nome e sem história. Um povo relegado a um plano inferior e menosprezado pela maioria dos cientistas e pesquisadores.

Dele quase nada sabemos. Qual é a sua etnia, de onde veio, quanto tempo habitou o Brasil e que língua falava são pontos a debater.

No entanto, o seu legado mostra que ele era: muito mais inteligente, complexo e tecnológico que jamais poderíamos imaginar.

Foram eles que realmente descobriram e colonizaram a Amazônia e uma boa parte do Brasil.

E, misteriosamente, depois de uma vida autossustentável com milhares de anos de uma história cheia de realizações eles simplesmente desapareceram — sem deixar rastros.

Para onde foram?

Deixaram para trás uma herança de valor incomensurável. Sítios arqueológicos cortados por milhares de quilômetros de aquedutos, dezenas de milhares de tanques de aquicultura, fortificações e cidades perdidas— verdadeiros oásis de riquezas e conhecimentos — que são chamados erroneamente de geoglifos.

É difícil entender como um povo extraordinário, que construiu obras fantásticas como as aqui descritas, passou despercebido de gerações de pesquisadores.

Desde a descoberta dos primeiros “geoglifos” em 1977, já se passaram décadas e quase nada foi acrescentado no que tange às perguntas fundamentais que faremos neste livro.

Apesar de vários estudos publicados tudo ainda é muito nebuloso e inconcluso: existem mais perguntas que respostas.

Hoje, para desgraça do nosso Patrimônio Histórico, essas obras monumentais estão abandonadas pelo poder público e se decompõem ao sabor das intempéries e das criminosas máquinas agrícolas. 

E, à medida que o desmatamento criminoso avança mais obras de engenharia pré-colombiana são descobertas alimentando um ciclo de destruição que deve, obrigatoriamente, ser paralisado. 

Se medidas urgentes não forem tomadas nenhuma delas sobreviverá: só as imagens restarão.

O livro é inédito — o texto e suas conclusões são um subproduto da pesquisa que fiz. Ele visa resgatar um pouco da dignidade de um povo — que mesmo tendo construído uma das mais monumentais obras da história deste país, continua na obscuridade, esquecido e menosprezado por quase todos.

Embarque comigo nesta jornada épica e conheça agora os primeiros engenheiros do Brasil, após 12.000 anos de abandono.

Sobre o Autor:

Pedro Jacobi é um geólogo gaúcho com vasta experiência em 
exploração mineral. Por décadas foi executivo das maiores mineradoras do mundo, Billiton, Rio Tinto e Vale. A partir de 2003 fundou suas empresas no Brasil, Estados Unidos, Canadá e Austrália, onde suas ações foram lançadas em bolsas de valores. Seu interesse por arqueologia data de 2.000 quando foi convidado por Anna Roosevelt para avaliar o material lítico descoberto na Gruta da Pedra Pintada. É o fundador do Portal do Geólogo o maior site grátis de geologia do país.

Para adquirir o livro, acesse: https://www.amazon.com.br/dp/B07N499SBB
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quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Já está disponível a nova edição da Revista Conexão Literatura, nº 44 (Fevereiro/19)

A Revista Conexão Literatura alcança o patamar de ferramenta na divulgação de livros e autores e de incentivo à leitura, numa época em que algumas livrarias fecham as portas, o que nós que amamos livros temos que fazer é unirmos forças e trabalharmos em prol deste nosso objetivo: divulgar cada vez mais.

Em janeiro anunciei no site da revista e em nossa fanpage a capa do meu novo romance “O Clube de Leitura de Edgar Allan Poe”, com previsão de lançamento para esse primeiro trimestre de 2019. Caso ainda não tenha visto, veja a capa nas páginas da edição, ou saiba mais em: www.edgarallanpoe.com.br

Contos, dicas de livros, entrevistas e matérias especiais aguardam por você.

Para divulgar o seu livro ou anunciar em nosso site e próxima edição, acesse: www.revistaconexaoliteratura.com.br/p/midia-kit.html

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Para baixar a edição da Revista Conexão Literatura nº 44: clique aqui

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segunda-feira, 22 de outubro de 2018

7 frases impactantes do escritor Luis Fernando Verissimo

Luis Fernando Verissimo - Foto divulgação
Sobre Luis Fernando Verissimo: nascido em 26 de setembro de 1936, é escritor e filho de Érico Veríssimo, além de humorista, jornalista e cronista. Luis é um dos escritores que mais vende livros no Brasil.

1 - A sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por exemplo: dizer "escrever claro" não é certo mas é claro, certo?
Luis Fernando Verissimo

2 - Mas eu desconfio que a única pessoa livre, realmente livre, é a que não tem medo do ridículo.
Luis Fernando Verissimo

3 - Com esse negócio de clonagem, já estou me sentindo um disco de vinil.
Luis Fernando Verissimo

4 - O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença.
Luis Fernando Verissimo

5 - Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.
Luis Fernando Verissimo

6 - Os tristes acham que o vento geme;
Os alegres acham que ele canta
Luis Fernando Verissimo

7 - Quando a gente acha que tem todas as respostas, vem a vida e muda todas as perguntas.
Luis Fernando Verissimo
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domingo, 9 de setembro de 2018

Autores e Editoras, participem do projeto "Dê livros nacionais de presente"


A intenção do projeto "Dê livros nacionais de presente", é a de incentivar à leitura e promover editoras e autores nacionais. Para tanto, basta aderir ao projeto e seguir regras bem simples: 

PARA PARTICIPAR:

1 - As editoras ou autores nacionais que desejarem participar do projeto "Dê livros nacionais de presente", precisarão ceder desconto nos livros que queiram promover nessa campanha e fornecer um link (pode ser da página de um blog, site, livraria ou mesmo página do Facebook onde o livro(s) esteja com desconto).
2 - Compartilhar ou divulgar em seus meios os links: Clique aqui ou Clique aqui , para que a campanha tenha ainda mais força.
3 - Apenas títulos nacionais (Brasil) poderão participar e pode ser livro físico ou digital (ebook).
4 - Duração do projeto: setembro e outubro de 2018.
5 - Estando de acordo com os quatro itens acima, basta enviar os seguintes dados abaixo para o e-mail: ademirpascale@gmail.com - com o título "Dê livros nacionais de presente", aos cuidados de Ademir Pascale, que incluiremos nesta página:
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Editora ou autor:
Livros que terão desconto para este projeto de incentivo:
Link da página com o livro(s) com desconto: 
Contato para mais informações: (esse campo não é obrigatório)
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OBS: Agradecemos aos leitores que ajudarem a disseminar essa campanha nas redes sociais ;)
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LISTA DE LIVROS COM DESCONTO PARA O PROJETO DE INCENTIVO "DÊ LIVROS NACIONAIS DE PRESENTE" (Esteja sempre atento, pois a lista crescerá):


1 - Autor: Jonadabe Vieira e Eden Santos
Livro que terá desconto para este projeto de incentivo: Do sonho à realidade, de R$ 35,90 por R$ 19,90
Para saber mais: Clique aqui.
Contato para adquirir diretamente com o autor: WhatsApp: (11) 94511 0861 - c/ Jonadabe Vieira












 
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terça-feira, 17 de julho de 2018

Hilda Hilst, um dos nomes mais importantes da literatura brasileira, ganha trailer e cartaz oficial

HILDA HILST PEDE CONTATO GANHA TRAILER, CARTAZ OFICIAL, E ESTREIA 2 DE AGOSTO NOS CINEMAS

Dirigido por Gabriela Greeb, Hilda Hilst Pede Contato apresenta uma imersão na vida e obra de um dos nomes mais importantes da literatura brasileira a partir de gravações inéditas deixadas pela própria escritora, que entre 1974-79 tentou comprovar a imortalidade da alma registrando vozes de pessoas mortas.



Filmado na Casa do Sol, chácara onde morou em Campinas, e com a participação de amigos íntimos da escritora, o documentário também inclui intervenções poéticas e realidades paralelas.

O fio condutor da narrativa é um jantar póstumo na Casa do Sol, com seus amigos, conhecidos e amantes. Durante este encontro diferentes realidades ocupam o mesmo espaço-tempo, de forma a justapor vivos e mortos, material e imaterial, passado e presente. A personagem da escritora, interpretada por Luciana Domschke, é construída a partir de registros sonoros, da época em que ela tentava por meio de experimentos eletromagnéticos, contato com amigos e escritores já falecidos. Toda a narrativa é construída a partir da voz da própria Hilda Hilst, dublada pela atriz.

O filme conta com material de arquivo inédito: Cinquenta rolos de super 8 e mais de 100 horas de gravações da poeta buscando um canal de comunicação seguindo os experimentos realizados pelo cientista sueco Friedrich Jurgenson, considerado por muitos o pai da EVP, Eletronic Voice Phenomenon.

A première mundial do filme acontecerá durante a Flip 2018, abrindo as sessões de cinema do maior evento de literatura do país, onde Hilda Hilst será a homenageada do ano, e a estreia em circuito comercial acontece em 2 de agosto.

Hilda Hilst Pede Contato é uma produção da Homemadefiles com patrocínio da Petrobras e do Proac e distribuição da Imovision.

Sinopse: Com arquivos pessoais inéditos de som e imagem, depoimentos, encontros e intervenções ficcionais, Hilda Hilst Pede Contato revela a memória e a presença da escritora, poeta e dramaturga na Casa do Sol, chácara onde vivia em Campinas.

A voz de Hilda Hilst em gravações realizadas entre 1974 e 1979, em busca de contato com o além, é o fio condutor do filme, que se oferece ao público como o canal de comunicação tão almejado pela escritora, considerada pela crítica especializada uma das mais importantes vozes da língua portuguesa do século XX, morta em 2004.


Ficha Técnica:
Direção e roteiro: Gabriela Greeb
Produção: HOMEMADEFILMS
Prdutora Associada: Jasmin Pinho
Produção executiva; Jasmin Pinho, André Canto
Fotografia: Rui Poças
Edição: Karen Harley
Música: Nicolas Becker
Desenho sonoro: Vasco Pimentel e Nicolas Becker
Direção de arte: Roberto e Renata Siqueira Bueno
Gênero: Biografia / Documentário
Elenco: Luciana Inês Domschke
Brasil | 2018 | Colorido | 73 minutos | Classificação indicativa a ser definida

SOBRE A DIRETORA
Gabriela Greeb é autora de curtas de ficção, documentários autorais e vídeo instalações. Nasceu em 1966, na cidade de São Paulo, onde estudou Filosofia Letras e Ciências Humanas, na PUC e na USP.
Em 1989 deixou o Brasil para estudar línguas na Europa, ficou por doze anos entre Barcelona, Londres e Paris, onde entrou em contato com o universo cinematográfico. Trabalhou em vários curtas-metragens como assistente de direção, continuísta, editora, roteirista, assistente de câmera, som e outros. Fez um estágio profissional de seis meses nos Laboratórios Éclair, nos diversos departamentos de tratamento do negativo, positivo, som e vídeo. Obteve o “Cambridge First Certificate” e o “Certificat de Langue et Litterature Française de la Sorbonne”. Aprofundou os estudos de filosofia em cursos livres da Faculdade Paris VIII, onde Giles Deleuze lecionava na época.
Em 1996 realizou seu primeiro curta-metragem, “Le Baiser” (O Beijo), exibido em mais de mil salas de cinema na França, como complemento de programa de longa-metragem. Realizou mais dois curtas-metragens de ficção com os quais ganhou importantes prêmios internacionais. Dirigiu filmes publicitários em Paris, Londres e São Paulo.
Em 2003 fundou a Homemadefilms, um estúdio independente baseado em São Paulo, no intuito de produzir documentários autorais e instalações audiovisuais. Em 2004 escreveu, dirigiu e coproduziu o longa-metragem documentário “A Mochila do Mascate”, sobre a vida e a obra de Gianni Ratto. O filme foi um dos dez finalistas do prêmio do público na 29º Mostra de Cinema de São Paulo, participou de vários festivais e mostra e foi exibido em salas de cinema em todo o Brasil.
“Hilda Hilst pede Contato”, longa-metragem documentário sobre a poeta e escritora Hilda Hilst, é o seu último trabalho, com estreia prevista para o segundo semestre de 2018.

SOBRE A DISTRIBUIDORA
Distribuidora presente no Brasil há mais de 25 anos, a Imovision vem se consolidando como uma das maiores incentivadoras do melhor cinema, tendo lançado mais de 400 filmes no Brasil.

A distribuidora tem em seu catálogo realizações de consagrados diretores internacionais e nacionais, e filmes premiados nos mais prestigiados festivais de cinema do mundo, como Cannes, Veneza, Toronto e Berlim. Mantendo seu foco em títulos de qualidade, a Imovision foi a responsável por introduzir no Brasil cinematografias raras e movimentos internacionais expressivos, como o Movimento Dogma 95 e o cinema iraniano.
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sexta-feira, 18 de maio de 2018

Ademir Pascale, editor da Revista Conexão Literatura, no novo livro Narrativas do Medo 2

Antologia traz 29 contos de autores brasileiros

O cenário nacional do terror tem crescido de forma consistente nos últimos anos no país. São dezenas de títulos novos, tanto na literatura quanto no cinema. No meio desse grande número de autores e publicações, o jornalista Vitor Abdala resolveu criar uma série de antologias que reunisse os principais nomes dessa cena.

O primeiro volume foi publicado no ano passado e reuniu 17 autores. Agora, no segundo volume, o organizador conseguiu reunir um número ainda mais expressivo de autores que têm se destacado nesse cenário.

Narrativas do Medo 2, publicado pelo Selo Neblina Negra, da Copa Books, traz 29 contos não só de autores nacionais publicados em grandes editoras, como também escritores independentes, cineastas e outros artistas que fazem a diferença no terror nacional.

Ademir Pascale, editor da revista Conexão Literatura, ativista cultural e autor dos romances "O Desejo de Lilith", "Encruzilhada" e "Caçadores de Demônios", participa com o conto "Um Olhar Para Recordar". Pascale também participou do Narrativas do Medo I, com o conto "O Balanço da Velha Árvore"

O livro conta ainda com ilustrações do artista Marcel Bartholo (HQs Carniça e Insubstituível) e uma epígrafe de Jhefferson Passos (autor de 100 Gotas de Sangue)

A edição ficou por conta de Paul Richard Ugo, autor de Contos de Alguns Lugares e roteirista de vários curtas do canal Medologia. A organização é de Vitor Abdala, membro da Horror Writers Association e autor de Tânatos e Macabra Mente.

Veja lista completa dos contos e autores:

106 VEZES, de Rô Mierling
CARTAS MARCADAS, de Cesar Bravo
TIQUE-TAQUE, de Cláudia Lemes
CABEÇA-CHATA, de Vitor Abdala
UM OLHAR PARA RECORDAR, de Ademir Pascale
TURNO DO BACURAU, de Hedjan C.S.
CLARICE, de Rodrigo Ramos
OLHA O QUE EU FIZ PARA VOCÊ, de Juliana Daglio
HOMEM GANCHO, de Aislan Coulter
AS VISÕES DE KLINTY, de Wolf Warren e Paulo G. Marinho
LADO SOMBRIO, de Angelo Arede
ALEXIA, de Melvin Menoviks
MALIGNA, de Soraya Abuchaim
CHUTA QUE É MACUMBA, de Flávio Karras
O SUSSURRO DO DEMÔNIO, de Glau Kemp
AQUELA ANTIGA BR, de Vinícius Lisboa
SÚCUBO, de Alexandre Callari
A MÚMIA DO IMPERADOR, de Paul Richard Ugo
CHUPA-CABRAS, de Rodrigo de Oliveira
MAR DE LUA, de Márcio Benjamin
MR. ORANGE, de Geraldo de Fraga
IARA – A SEREIA DO PANTANAL, de Petter Baiestorf
NON PLUS ULTRA, de Felipe Folgosi
E O QUE VOCÊ FEZ, de Tiago Toy
RASGOS, de Oscar Nestarez
FLORENÇA E A MÁQUINA, de Fábio Fernandes
A MÃO, de Kapel Furman
OS CRIMES DE DEZ PRAS DUAS, de Duda Falcão
BALAS PERDIDAS, de Nestor Ramirez

Título: Narrativas do Medo 2
Autor: Vitor Abdala (org.)
Ilustrações: Marcel Bartholo
Editora: CopaBooks (Selo Neblina Negra)
380 Páginas
ISBN: 978-85-45551-00-3 

O livro já está em pré-venda: Clique aqui.
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segunda-feira, 16 de abril de 2018

Andreia de Jesus Cintas Vazques, Damiana Rosa de Oliveira e o livro A fantástica história (ainda não contada) da tradução no Brasil, por Sérgio Simka e Cida Simka

Andreia de Jesus Cintas Vazquez e Damiana Rosa de Oliveira
Andreia de Jesus Cintas Vazquez nasceu em 1973, na cidade de Santo André (SP). É casada e tem dois filhos. É graduada em Letras pela Universidade do Grande ABC. Atua no ensino das línguas inglesa e portuguesa há 10 anos, e também como professora palestrante. Fez curso de pós-graduação em Tradução na Universidade do Grande ABC, onde desenvolveu a pesquisa “Metáfora e a tradução poética: recorte de traduções de Emily Dickinson”. É apaixonada por tradução literária.
Damiana Rosa de Oliveira nasceu em 1983, em São Bernardo do Campo (SP). É graduada em Letras pela Universidade Metodista de São Paulo e pós-graduada em Tradução-Interpretação Português-Espanhol pela Universidade Gama Filho. Trabalhou na Cátedra UNESCO de Comunicação para o Desenvolvimento Regional por 5 anos, na qual começou a sua carreira traduzindo e revisando artigos e livros. Hoje, é legendadora e traduz nas áreas técnica, acadêmica e médica. Curiosa, ama a pesquisa e a tradução. Ministra palestras sobre tradução na plataforma on-line Escola de Tradutores.

Sinopse do livro:
O  livro “A fantástica história (ainda não contada) da tradução no Brasil”, escrito por Andreia Vazquez e Damiana Rosa de Oliveira, foi  publicado pela Editora Transitiva. As ilustrações foram realizadas pelo artista plástico Alexandre Barasino. A publicação, com prefácio do prof. John Milton e apresentação do prof. José Marques de Melo e da profa. Maria Cristina Gobbi, aborda a história da tradução no Brasil, destacando tradutores que exerceram papel essencial na trajetória de colonização do Brasil e na formação da língua portuguesa brasileira. Em linguagem acessível e saborosa, a publicação traz mulheres guerreiras, que heroicamente exerceram o papel de intérpretes; reis, escritores e até políticos que exerceram brilhantemente o papel de tradutores; as peripécias dos tradutores que viabilizaram a exportação de café brasileiro e a chegada das multinacionais ao Brasil. Além disso, aborda as aventuras de quem reinventou a tradução para adaptá-la às novas tecnologias e mídias.

ENTREVISTA:

Como analisam a questão da leitura no país?


Andreia: Bom, sabemos que o Brasil não é um país de leitores e acredito que para esta mudança ocorrer, devemos investir mais nos nossos escritores, com mais espaço e divulgação de seus trabalhos. Precisamos também trazer de volta o hábito da leitura para crianças que antigamente era tão importante e prazeroso.
Hoje estamos em um mundo de informações imediatas em que apenas com um clique podemos ter qualquer informação. Quem sabe podemos interligar a tecnologia com o prazer da leitura?
Damiana: A leitura é um hábito que deve ser cultivado na infância. Minha mãe sempre se preocupou em deixar os livros acessíveis, à mão. Meus pais, apesar do pouco estudo (completaram somente o fundamental), sempre leram muito e era um hábito conversar sobre seus livros favoritos. Cresci neste ambiente, com o livro fazendo parte da minha vida, como algo natural e prazeroso. Penso que é nossa responsabilidade dar esta experiência para as novas gerações: como cobrar a leitura de uma criança se ela nunca viu um adulto lendo e desfrutando esta leitura? Acredito que ensinamos através do nosso exemplo, e com o livro não poderia ser diferente.

O que têm lido ultimamente?

Andreia:
Desde o ano de 2017 para o aprofundamento de nossa pesquisa, estamos lendo vários arquivos documentais e também autores que fizeram parte da história da tradução no Brasil como Machado de Assis, Monteiro Lobato, Paulo Ronay, Érico Veríssimo, entre outros.
Damiana: Sim, por conta da nossa pesquisa definitivamente mergulhamos na história e na literatura brasileira! Além disso, como sou tradutora, a leitura é minha ferramenta de trabalho. Tenho traduzido arquivos técnicos, mas também recentemente traduzi dois romances de Diana Scott, escritora argentina. E neste momento, estou me deliciando nas horas vagas com Ana Karênina, de Tostói.

Quais os próximos projetos?

Andreia: Agora, estamos nos preparando para o aprofundamento de nossa pesquisa e no mês de julho deste ano vou para Portugal pesquisar mais sobre os documentos e autores que atracaram aqui na costa brasileira na época da nossa colonização.
Damiana: Sim, queremos aprofundar mais nossa pesquisa no Brasil. Pensamos também em contar a história da tradução na América Hispânica, na América do Norte, Europa, Ásia... Afinal, a tradução por si só é fantástica, e acreditamos que deve ser compartilhada.

Como o leitor interessado deverá proceder para saber um pouco mais sobre vocês?


Damiana Rosa de Oliveira

Facebook: https://www.facebook.com/damiana.rosadeoliveira
LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/damianarosaoliveira
E-mail: damiana.rosa@hotmail.com
Site: https://www.damianaoliveira.net
Escola de Tradutores: http://www.escoladetradutores.com.br

Andreia Vazquez
Facebook: https://www.facebook.com/andreia.vazquez
LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/andreia-vazquez
E-mail: jassse@ig.com.br 


*Sérgio Simka é professor universitário desde 1999. Autor de cinco dezenas de livros publicados nas áreas de gramática, literatura, produção textual, literatura infantil e infantojuvenil. Idealizou, com Cida Simka, a coleção Mistério, publicada pela Editora Uirapuru.

Cida Simka é licenciada em Letras pelas Faculdades Integradas de Ribeirão Pires (FIRP). Coautora do livro Ética como substantivo concreto (Wak, 2014) e autora dos livros O acordo ortográfico da língua portuguesa na prática (Wak, 2016), O enigma da velha casa (Uirapuru, 2016) e “Nóis sabe português” (Wak, 2017).
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