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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

Resgate


Na década de 1980 houve uma onda de filmes em que um homem enfrentava um exército – uma onda que surfou no sucesso do primeiro Rambo e teve seu auge nos filmes posteriores da franquia. Mas se o primeiro tinha profundidade psicológica e sequências de ação verossímeis, muitos dos seus derivados eram difíceis de acreditar: em Rambo II, por exemplo, o protagonista vence sozinho a guerra do Vietnã lutando contra vietnamitas que, mesmo com uma metralhadora em punho, não conseguem acertar um único tiro.

Resgate, filme dirigido por Sam Hargrave com roteiro e produção dos irmãos Russo (dos filmes do Capitão América e dos Vingadores) resgata muito daquele primeiro Rambo.

Na história, graças a uma falha na segurança, o filho de um traficante é sequestrado pelo traficante rival. Sem dinheiro para pagar o resgate, o chefe da segurança contrata um grupo de especialistas liderados pelo mercenário interpretado por Chris Hemsworth. Mas, como o dinheiro da quadrilha foi confiscado pela justiça, o chefe da segurança trai o grupo de mercenários na tentativa de salvar ele mesmo o garoto – e evitar pagar pelo serviço.

Enquanto isso, o chefe do tráfego coloca toda a força policial da cidade para caçar o mercenário e o garoto.

É um filme de ação de tirar o fôlego, com perigos a cada esquina. Mas é também verossímil. Não vemos, por exemplo, a câmera nervosa de outros filmes, usada para esconder problemas de coreografia das lutas – um recurso que torna a narrativa confusa. É possível ver e entender tudo que acontece. Além disso, o mocinho não sai incólume: sofre facada, tiro, é atropelado. A impressão que se tem é de ver alguém altamente preparado, mas que não é um super-herói lutando contra indianos incapazes de acertar um único tiro.

Acrescente a isso uma boa caracterização de personagens inclusive secundários, cada um com uma motivação muito clara: o chefe da segurança que precisa resgatar o garoto para que sua família não seja morta, o traficante que manda na cidade, o garoto que quer subir na cadeia do tráfico. 

Em tempo, o filme é adaptação de uma história em quadrinhos ‘Ciudad’ de Ande Parks e dos irmãos Russo.

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domingo, 15 de janeiro de 2017

Conexão Nerd: Descubra 8 curiosidades sobre o super-herói Capitão América

Descubra 8 curiosidades sobre o super-herói Capitão América. Assista o vídeo, acesse: https://www.youtube.com/watch?v=zaB_dLCaAjc

 
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terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Livro "A Morte do Capitão América", de Larry Hama

Sinopse: Ele foi um herói para milhões de pessoas. Uma inspiração para as forças armadas norte-americanas e personificação dos maiores ideais de sua nação. Ele viveu por seu país – e agora, alvejado a sangue frio, deu sua contribuição final à terra que tanto amou. A morte do herói tem sérias consequências. Falcão, seu parceiro de toda a vida, faz da vingança sua prioridade. Sharon Carter, prisioneira dos capangas de Caveira Vermelha, encontra-se fora de controle. E Bucky Barnes, mais conhecido como Soldado Invernal, precisa se reconciliar com seu passado sórdido, a fim de encarar uma missão que mudará sua vida. Testemunhe a monumental releitura do mito do Capitão América nesta incrível adaptação trazida ao Brasil com exclusividade pela Novo Século.

CURIOSIDADES:

Trecho do livro
Não tivemos outra escolha a não ser trazer o corpo dele para cá – Tony Stark disse. – Steve foi o único produto bem-sucedido do Programa do Supersoldado. As informações na cela dele são protegidas por diversos atos de segurança nacionais.
Aquilo simplesmente aumentou a minha raiva.
– Steve não era um 'produto'. Ele era seu amigo, Tony. Por um momento, pareceu que Tony Stark tinha uma consciência. Eu não estava com vontade de ser boazinha e compreensiva, e esperava que a culpa o apunhalasse no coração. Assim como acontecia comigo.
Eu considerava Tony Stark o responsável por aquilo. Não tinha sido o Homem de Ferro a ponta de lança para a aplicação do Ato de Registro? Não era o seu traje vermelho e dourado que estava em todos os cartazes? Não foi por culpa de Stark que Steve Rogers tinha sido preso?
E agora Stark é diretor da S.H.I.E.L.D., e Steve está esticado em uma gélida maca. Eu disse isso a ele, e ele respondeu que estava tentando fazer a coisa certa, que ver Steve daquele jeito também o matava.
Ficha técnica:
Título: A morte do Capitão América
Formato: 16x23
ISBN: 9788542808001
Ano: 2016
Páginas: 352
Autor:  Larry Hama
Editora: Novo Século
Para adquirir o livro: Clique aqui.

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sexta-feira, 1 de abril de 2016

O livro Guerra Civil prepara o leitor para o filme?



Com a proximidade da estreia do filme Capitão América - Guerra Civil (em 28 de abril), é comum que o hype sobre o livro Guerra Civil, de Stuart Moore (Novo Século, 2014) aumente. A obra ganhou uma edição especial, de capa dura, e está constantemente exposta nas vitrines de livrarias. Mas vale a pena ler o livro para “se preparar para o filme”?

Se você ainda não conhece Guerra Civil, trata-se da novelização dos quadrinhos de Mark Millar e Steve McNiven que conta a divisão dos heróis da Marvel em dois grupos que, literalmente, entram em guerra. Um deles, liderado pelo Capitão América e o outro pelo Homem de Ferro. A ideia é basicamente a mesma que será levada para o filme, com modificações para se adaptar ao universo cinematográfico da Marvel.

Nos quadrinhos e no livro, a divisão de Guerra Civil se dá porque um grupo de heróis adolescentes chamados Novos Guerreiros leva um combate com o vilão Nitro para perto de uma escola. O vilão se explode e mata centenas de civis, entre eles dezenas de crianças.

A S.H.I.E.L.D. então se alia ao governo e cria a Lei de Registro Super-Humano, segundo a qual todo super-herói precisa se registrar. Para isso, é necessário revelar sua identidade secreta e responder como funcionário do governo. O Capitão América se coloca contra a iniciativa, que é liderada pelo Homem de Ferro. Assim, tem início o embate.

Vale a pena ler?

Guerra Civil é um ótimo livro e, mesmo a trama não sendo exatamente idêntica a levada para o filme, é possível sentir o clima da rivalidade entre os heróis e ficar ainda mais ansioso para o longa-metragem. Para os menos familiarizados com os quadrinhos, é aconselhável iniciar a leitura ao lado de um computador, para poder pesquisar os personagens no Google e imergir melhor na história.

Durante a leitura, é possível entender o apelo dos fãs para que o Homem-Aranha participasse do filme: ele acaba sendo o grande protagonista da trama. Inicialmente do lado do Homem de Ferro, o cabeça de teia vai, aos poucos, percebendo que a Lei de Registro Super-humano não é tão correta quanto parece, e sua dúvida de estar fazendo o certo ou não consegue ser bem transmitida ao leitor.

Outros destaques são as descrições das cenas de luta, interessantes e fáceis de serem entendidas. O mesmo vale para conceitos comuns do universo dos quadrinhos da Marvel, como a Zona Negativa. Se você nunca ouviu falar dela, vai entender perfeitamente ao ler o livro. Vale destaque também a boa escrita de Stuart Moore e sua capacidade de transcrever para a literatura cenas criadas para os quadrinhos. Acredite, em muitos momentos é difícil perceber se tratar de uma adaptação.

Há, sim, pontos negativos na trama de Guerra Civil, como a solução para o clímax final, que pode soar imediatista. Mas os prós superam os contras e fazem do livro uma ótima obra. Cabe agora aguardar para ver se o filme será tão bom quanto.
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