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quarta-feira, 28 de abril de 2021

Conheça o livro "Guerreiros de Araug", do autor Clóvis Rezende


Sinopse:

A Magia arcana e necromante que haviam sido banidas do reino, começam a reaparecer, e com elas todo o mal que as acompanha ressurge, esse mal deve ser expurgado antes que ganhe mais força e domine todo o reino. Vamos acompanhar Sir Shiner, um nobre cavaleiro do reino de Araug, que é designado para uma missão real e acaba descobrindo que existem muitas coisas ruins acontecendo em seu reino, um mal antigo ressurge e se expande mais a cada dia, isso coloca em risco a vida de todos. Levado pelas forças do destino, Shiner encontra novos amigos que podem ajudar a expurgar esse mal, muitas adversidades levam o cavaleiro a entender o valor real da amizade e que a verdadeira força brota dos sentimentos puros. Uma história repleta de magia, esperança, superação e amizade. Viaje nessa aventura com Shiner e seus amigos para tentar deter o mal que assola todo o reino de Araug.

Booktrailer:

Instagram: @clovis_rez

E-mail: rezende_clovis@hotmail.com

Para adquirir o livro, acesse: 

Amazon

Google Play

Chiados Books

Kobo

Martins Fontes

Sobre o Autor:

Clóvis Rezende tem 39 anos, mora na cidade de Guarapuava, que fica no estado do Paraná, localizado na região sul do Brasil. Desde muito pequeno, Clóvis foi fascinado por livros, contos, fábulas, manuscritos, pergaminhos e todo tipo de material que o levasse para essas realidades fantásticas. De origem humilde, mas sempre buscando ter conhecimento sobre grandes obras, era natural que em dado momento de sua vida quisesse expressas a sua visão com uma obra de sua autoria. Atualmente ele escreve nas horas vagas, mas futuramente pretende escrever em tempo integral, assim dando vida a todas as suas ideias, em novas obras. - Este texto se refere à edição paperback.

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terça-feira, 27 de abril de 2021

Clóvis Rezende e o livro “Guerreiros de Araug”

Clóvis Rezende tem 39 anos, mora na cidade de Guarapuava, que fica no estado do Paraná, localizado na região sul do Brasil. Desde pequeno Clóvis foi fascinado por livros, contos, fábulas, histórias em quadrinhos, manuscritos, pergaminhos e todo tipo de material que o levasse para essas realidades fantásticas. De origem humilde, mas sempre buscando ter conhecimento sobre grandes obras, era natural que em dado momento de sua vida quisesse expressar um pouco de sua visão com uma obra de sua autoria.

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Clóvis Rezende: Acredito que tudo transcorreu de forma natural, sempre gostei de leitura e de todas as percepções que as histórias nos trazem, respeitava profundamente a visão dos autores mas sempre com várias idéias fervilhando em minha mente, porém demorei um pouco para ganhar coragem e dar vez para essas idéias virarem realidade, hoje após ter trilhado todo o "caminho das pedras" percebo que poderia ter iniciado mais cedo, mas tenho certeza de que tudo acontece no seu devido tempo.

Conexão Literatura: Você é autor do livro “Guerreiros de Araug”. Poderia comentar? 

Clóvis Rezende: Sim. Esse livro tem uma história especial, inicialmente eu e meus filhos ( Rian Gabriel e Breno Rafael) tivemos a idéia de criar um jogo de tabuleiro, desses estilo rpg, mas devido as dificuldades para levar a frente o projeto, acabamos desistindo, somente posteriormente pensei que todas aquelas idéias e personagens dariam uma boa história, assim nasceu a idéia do livro e meus filhos de certa forma são co-autores.

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro? 

Clóvis Rezende: Após resolver colocar as idéias no papel, foram quase dois anos de lapidação até ter o livro pronto. Como se trata de uma temática de fantasia envolvendo magia e criaturas místicas, a pesquisa se restringiu a tentar estabelecer o período plausível onde dentro do contexto do universo criado, aconteceriam os fatos. Para o clima que ambienta o universo criado na história, usei como base o de minha região, que tende a ser mais frio que o do resto do país. Para os personagens tentei me basear em situações e pessoas reais, e também evidentemente, em todo material que já li e vi, mas claro sempre tentando manter a identidade e originalidade de minhas criações. 

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho que você acha especial em seu livro?  

Clóvis Rezende: Sou suspeito para citar um trecho pois tenho um carinho especial por cada personagem, mas a conduta de Shiner me agrada muito:

"... O cavaleiro sabia que poderia usar seu status real,  para fazer Sluter falar tudo que ele quisesse, mas Shiner não  gostava da ideia de submissão imposta por cargos reais e  sempre tentava manter amizade com todas as pessoas que  viviam no reino de Araug, talvez por esse mesmo motivo,  ele era o mais respeitado dos cavaleiros reais..."  

Essa honra latente, esse código de nobreza cravado na conduta do cavaleiro real de Araug me agrada muito.

Gosto das pitadas de humor, e da forma como as forças do mal trabalham, para aqueles que trilham o caminho do bem o caminho é sempre longo e tortuoso, mas no final tudo vale a pena.

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Clóvis Rezende: O livro esta a venda no site da editora Chiadobooks, na Amazon, na Playbooks, e nas melhores livrarias do Brasil e de Portugal, podem ser adquiridos tanto na versão e-book quanto físico. Ainda estou começando minha jornada no caminho literário, mas sigo a cada dia buscando a evolução pessoal para poder produzir melhores trabalhos futuramente. 

Podem acompanhar mais sobre meus trabalhos e andamentos de meus projetos através de meu Instagram @clovis_rez 

E-mail: rezende_clovis@hotmail.com

Deixo também o link do booktrailer do livro "Guerreiros de Araug" para quer quiser conferir:

https://youtu.be/dPrTg9bTQXw

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

Clóvis Rezende: Sim, já tenho outra história no forno, trata-se de uma temática bem diferente do "Guerreiros de Araug", e que se tudo correr bem será lançado ate o fim desse ano, estou participando de alguns concursos literários em sua maioria na modalidade contos, e no próximo ano pretendo fazer a continuação da história Guerreiros de Araug.

Perguntas rápidas:

Um livro: Lord of The Rings ( Senhor dos Anéis)

Um (a) autor (a): J.R.R. Tolkien

Um ator ou atriz: Charles Chaplin

Um filme: Interestelar

Um dia especial: Quando minha linda esposa Silvana aceitou trilhar o caminho ao meu lado, e assim formarmos nossa família.

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Clóvis Rezende: "O caminho da sabedoria é não ter medo de errar" - Paulo Coelho

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sábado, 20 de fevereiro de 2021

Livro de estreia de Babi Borghese é lançado no Brasil e em Portugal!


Ex-publicitária, ex-jornalista, atual estudante de alquimia e agora também escritora, Babi Borghese revisita a Roma barroca em seu romance histórico Em Nome do Papa.

“Um livro dentro de um livro; uma viagem dentro de uma viagem – ou várias”, define a autora, causando certo suspense. – “Viagens pelo mundo, pelo tempo e pelo interior da alma”.
Em Nome do Papa reconstitui o nascimento do barroco na Itália do século 17 por meio de fragmentos - de tempo, de consciência, de informações. Como brinca a própria escritora, “este é um romance histórico de fatos reais baseados na mais pura ficção”.
Foram quatro anos de pesquisas e, cabalisticamente, quatro meses de escrita. Durante o processo, Babi teve que aprender italiano para passar dois meses na Itália estudando história da arte, vasculhando bibliotecas e os Arquivos Secretos do Vaticano. Parte dessa experiência está registrada no livro, por meio das vivências da protagonista, espécie de avatar da escritora.
Em sua estreia na carreira literária, leoninamente Babi se propôs a um desafio: redigiu o diário de um príncipe conforme sua idade, amadurecendo aos poucos a linguagem desse personagem, dos seis aos 56 anos. No decorrer desse tempo, capítulos ficcionados a partir de momentos históricos colocam em cena grandes personagens de época como Gianlorenzo Bernini, o cardeal-nepote Scipione Borghese e o papa Paolo V, estes dois provavelmente ancestrais da escritora, que ainda tenta a confirmação, quem sabe para um segundo volume.

O Livro

A jornalista cultural Solana Borghese dedica-se aos estudos de alquimia e parte pelo mundo com alguns colegas para conhecer lugares demarcados pelas Linhas Ley – vórtices de energia que cruzam o planeta Terra. Uma dessas jornadas a leva a rever seu passado na Itália dos "seicento", época em que os Estados da Igreja, Caravaggio, Bernini e Galileo traçavam os rumos da política, da religião, da arte e da ciência. Desvende com Solana essa eletrizante fase da história da civilização. Viaje com ela pela Escócia medieval, a lendária Ilha de Avalon, a Roma barroca e a São Paulo contemporânea, além do atemporal deserto do Jalapão. Vasculhe com a protagonista os Arquivos Secretos do Vaticano e o Zodíaco de Glastonbury. Ajude-a a decifrar o enigma que a assola: quem foi ela, afinal?

 A Autora  

Paulistana com um pezinho no resto do mundo, Babi Borghese sempre que pode dá umas viajadas, o que lhe permitiu já ter levado sua mochila de estimação para passear em muitos países e também por vários pedacinhos de Brasis. Formou-se em publicidade. Trabalhou com produção de jingles no studio Spalla até a invasão do sintetizador, quando tudo perdeu a graça. Foi fazer anúncio de cliente direto para o After Eight, um jornal que falava da noite em São Paulo - baladas mil, com redação dentro de um bar, o House. Num pulo, virou jornalista. Cultural, sempre (nunca cobriu greve nem buraco de rua). Depois fez assessoria de imprensa (de casa noturna, teatro, televisão, jamais de político ou jeans desbotado). Trabalhou também na Rede Record. Pula daqui, pula de lá, foi parar no Itaú Cultural, onde continuou pulando - da assessoria para comunicação corporativa, para literatura, para o jornalismo cultural, para tudo ao mesmo tempo agora, por quase 20 anos, obtendo o reconhecimento da Who’s Who Storical Society americana (2001-2002). Desde 2013 dedica-se a freelas e projetos pessoais, como este, em outro instigante desafio. Agradece ao Universo pelas delícias de navegar meio sem leme, deixando a vida seguir a maré...

Garanta o seu exemplar em:
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       Mais informações sobre o livro no link abaixo!         
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terça-feira, 26 de janeiro de 2021

Laís Amaral Jr. e o livro Chico Buarque - No olho mágico (Chiado Books)


Laís Amaral Jr. nasceu em Nova Iguaçu-RJ, no dia 3 de janeiro, dia do aniversário de sua mãe e quando os pais comemoravam um ano de casados. Acabou com a festa. O pai era serventuário da Justiça e a mãe, costureira. Viveu parte da infância e início da fase adulta, com os avós maternos. A avó, doméstica e costureira e o avô guarda da Central do Brasil, mas também lanterninha de cinema, jornaleiro e pipoqueiro. Como jornalista e radialista, Laís trabalhou, na sua cidade e também em Angra dos Reis – onde também foi correspondente do Globo e Resende, onde hoje reside e é servidor público municipal e colunista do jornal Beira-Rio. É botafoguense e se define como um democrata de esquerda. 

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Laís Amaral Jr.: Um dia um simpático atendente numa drogaria me perguntou: “você conhece algum bobo aí que escreva poesia?” Eu, num reflexo, respondi na lata: “eu escrevo”. Na verdade eu escrevia algumas coisas, mas, nem sabia que eram poemas. O rapaz ficou meio desconsertado com minha resposta e disse que a noiva dele fazia poesia e estava divulgando um concurso. O tal concurso era promovido pelo SESC. Inscrevi um poema em homenagem a Martin Luther King que ficou em segundo lugar e foi classificado para a final que acontecia em Niterói com os dois melhores poemas de cada município onde havia SESC. Foi com esse empurrão que iniciei. Constatei que alguém podia apreciar o que eu escrevia. Passados alguns anos inscrevi um conto num concurso da Universidade Federal de Juiz de Fora e fiquei em segundo lugar. Estava iniciado.    

Conexão Literatura: Você é autor do livro “Chico Buarque – No olho mágico” (Chiado Books). Poderia comentar? 

Laís Amaral Jr.: O livro tem treze contos e o posfácio. São histórias distintas, em tempos e geografias distintas. Os contos podem até conter enredos não muito comuns, diferente dos personagens. O conto Chico Buarque no Olho Mágico me pareceu um título atraente e serviria para homenagear o artista que respeito e admiro muito. Eu explico isso no posfácio (Esse Cara). 

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro? 

Laís Amaral Jr.: É meu primeiro livro de contos. Tenho livros de poesia, dois romances, livro de crônicas e já participei de inúmeras coletâneas de contos. Algumas como premiação por classificação em concursos. Exemplos: ‘Contos do Rio II’, do caderno Prosa & Verso do Globo em 2006 e, ‘Contos da Quarentena’, promovido pela TV 247 e Editora Kotter no ano passado. Eu escrevi o conto que dá nome ao livro, com a intenção de publicar na minha coluna de jornal. Mas o conto cresceu em tamanho e resolvi guardar. Sempre penso em concursos. Quando dei conta, tinha um punhado deles guardados. Fui mexendo, atualizando, descartando e, na pandemia, cumprindo isolamento, tive mais tempo para olhar e tentar publicar. Como disse, tinha uns contos guardados, e quando resolvi tocar o livro no ano passado, escrevi mais alguns. São sete contos novos e seis que dei uma burilada. Resumindo, embora já existissem seis contos escritos há algum tempo, posso dizer que o livro foi pensado e se concretizou mais ou menos entre março a setembro do ano passado.    

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho que você acha especial em seu livro?  

Laís Amaral Jr.: Caminhávamos, passos apressados pela calçada quando fomos atropelados por uma onda sonora arrepiante que vinha da Presidente Vargas. Milton Nascimento estava no palanque fazendo cantar com ele um coro de mais de um milhão de vozes, “Coração de estudante”. Senti, num arrepio pelo corpo, o coração apertar e os olhos se liquefazerem. Abraçamo-nos. Os três. Tínhamos a certeza de que a história estava sendo escrita ali. No aqui e agora. Ditadura nunca mais. E sorrimos como se debochássemos do vício cíclico da vida. (1984 pg. 85 – parágrafo final).  

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Laís Amaral Jr.: O livro já está disponível para pré-venda nas livrarias parceiras da Chiado Books que são: Livraria Martins Fontes; Livraria da Travessa, Amazon (e-book), Kobo (e-book); Fnac Portugal (e-book),  Google Books (e-book). E no Site da própria, Chiado Books. O livro, segundo a editora será lançado dia 13 de fevereiro. No Facebook: Escritor Laís Amaral Jr. / No Instagram: @laisamaraljr.escritor

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

Laís Amaral Jr.: Tem um livro na agulha para sair com crônicas publicadas em muitos anos no Jornal Beira-Rio, de Resende. Chama-se ‘Fala Botequim’, e ainda estou tentando divulgar um pouco mais, dois romances. Um é meio erótico, “Que delícia de cadete! – memórias de uma cadetina depravada”, publicado em 2017 pelo Grupo Multifoco e que alguns apelidaram de ‘50 tons de pinga’. O outro, com levada de crônica, é mais para o público juvenil, e se chama “Crônica da meia noite – o dragão alçou voo”, foi publicado em 2019, pela editora Garcia, e é uma narrativa futurista passada no ano 2050, com alguns flashbacks. Se a Conexão Literária pudesse divulgá-los, seria show.  

Perguntas rápidas:

Um livro: ‘Incidente em Antares’. 

Um (a) autor (a): Gabriel Garcia Marques

Um ator ou atriz: Fernanda Montenegro 

Um filme: O documentário: ‘Amarelo’, do Emicida.  

Um dia especial: 30 de junho de 1989 (nascimento da minha filha, Carolina)

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Laís Amaral Jr.: Gosto de escrever e acredito que para a maioria de escritores desconhecidos ou pouco conhecidos, “noves fora” - pouco lidos, por vezes é angustiante a nossa realidade de pouco estímulo à leitura. Como não sou o Paulo Coelho (nada contra, claro), tenho que fazer (muito) barulho em torno do que escrevo para despertar alguma atenção. Mas sempre dentro dos limites da coerência. Nesses tempos de transformações abruptas nas comunicações, acredito a ‘Conexão Literária’ possa ser uma ferramenta de grande ajuda nessa batalha. Um velho pesadelo de não perceber claramente na minha prosa, um estilo definido eu deixei pra trás com ‘Chico Buarque no olho mágico’. A diversidade das histórias atropela a dureza de ter um estilo reconhecido. Sou um cara que gosta de contar histórias. Tem gente que vai gostar e tem gente que não vai gostar, é claro. Escrevo para não enlouquecer, como disse Bukowski, mas gostaria muito de levar algum prazer aos leitores. 

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quarta-feira, 17 de junho de 2020

Livro sobre gestão empresarial é guia de bolso para qualquer negócio


Título "Administrando sistemas, gerindo processos e engajando pessoas" explica como melhorar o desempenho empresarial

Uma gestão estratégica, que seja capaz de ver o todo, faz a diferença para o bom desempenho de um negócio. No livro “Administrando sistemas, gerindo processos e engajando pessoas”, o autor Luiz Otávio Goi Jr. traz ferramentas e metodologias para desenvolvimento de uma gestão empresarial organizada.

A proposta da obra é nortear diversos profissionais, sejam eles iniciantes na carreira, técnicos de sistemas ou gestores. “O livro tem uma linguagem fácil, então, mesmo quem não tem o hábito da leitura o compreenderá muito bem. A obra orienta em como melhorar estrategicamente o negócio, desde sistemas implementados até o engajamento profissional da equipe”, explica o autor. 

Nas 116 páginas do livro, Luiz dá detalhes de uma boa gestão, unindo sistemas, processos e pessoas. “Uma das teses em que defendo é que, para uma gestão correta, é necessário administrar o sistema da empresa  voltado para uma boa gestão – ou seja, ter uma estratégia para coordenar o todo (frente a frente). Além disso, acompanhar como os processos funcionam e,  principalmente, engajar as pessoas diariamente fazem parte do pilar que proponho no título.”

Durante a trajetória profissional, o autor vivenciou as dores de empresas de diferentes tamanhos. Essa bagagem levou a estudar e reunir ferramentas úteis e práticas para o dia a dia de companhias. Após acompanhar e dar manutenção em sistemas de gestão em diversos contextos, Luiz reuniu, em livro, o que o autor considera como um guia de bolso para qualquer negócio.

“Por apresentar ferramentas simples e sem a necessidade de custos adicionais, as soluções apresentadas no título se aplicam a qualquer empresa. Cada exemplo é acompanhando de uma explicação prática, o que facilita a compreensão e aplicação”, afirma Luiz.

A obra “Administrando sistemas, gerindo processos e engajando pessoas” é uma publicação da editora Chiado Books e está disponível em todo o Brasil. Livrarias como Cultura, Curitiba, Amazon, Martins Fontes paulista e Travessa oferecem o livro. Além disso, e-commerces como Extra, Ponto Frio, Submarino e Americanas são outros canais online para encontrar o título, que tem preço sugerido de R$ 33.


Sobre o Autor

Luiz Otávio Goi Jr. tem formação na área ambiental, especialista em educação, sistemas de gestão integrados e MBA em Gestão empresarial. Tem expressiva vivência em gestão no ramo da indústria, no qual soma mais de 14 anos de experiência nos ramos automobilístico, energia e bens de consumo. Atualmente, é executivo em sistemas de gestão em indústria de grande porte, autor do livro “Administrando sistemas, gerindo processos e engajando pessoas” e publica artigos periódicos voltados a sistemas de gestão em revistas e páginas técnicas na área.
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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

Peterson A. Silva e o livro “A cor do preconceito”


Peterson Araújo da Silva, filho de Diva de Miranda e Dílson Araújo da Silva, natural da cidade de Curitiba (PR), nasceu em 14/07/1969. Aos 12 anos de idade foi morar com os pais na cidade de Paranaguá, onde passou grande parte da sua adolescência.
Hoje, tendo retornado à Curitiba, admirador da música, das artes e da literatura, começou a trabalhar em projetos nessas áreas de Cultura.

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?


Peterson A. Silva: Desde os 12 anos de idade eu já amava a leitura, os livros fizeram parte do meu crescimento desde a infância até a adolescência, aos 18 anos de idade, tive minha primeira experiência em relação à literatura, comecei a escrever meu primeiro livro intitulado O Diário de Guerra o qual falava sobre avida de Robert William e Mary Elizabeth um soldado da aviação americana que vai lutar na segunda guerra mundial e que no decorrer da história num campo de guerra se apaixona por uma enfermeira supostamente americana que guarda grandes segredos sobre sua real origem, esse foi meu primeiro contato real com a escrita, infelizmente na época eu era muito jovem não tinha tanta experiência com a literatura que tenho hoje e por motivos econômicos e falta de patrocínio na época eu acabei por colocar na gaveta metade da Obra já concluída, hoje com mais experiência como escritor e situação financeira definida pretendo ainda continuar a escrever a Obra e lançar o livro Diário de Guerra em um próximo projeto futuro.


Conexão Literatura: Você é autor do livro “A cor do preconceito”. Poderia comentar?

Peterson A. Silva: Sinto-me orgulhoso de ter dado vida a essa Obra denominada A Cor do Preconceito, ser o autor dessa Obra me possibilitou criar as ferramentas literárias necessárias para falar sobre os Direitos Humanos, sobre valores e lutas das classes menos favorecidas, mas principalmente falar sobre justiça e o direito do povo negro mulheres e homens na luta pela conquista de uma sociedade mais justa para todos.
A Cor do Preconceito no meu ponto de vista como humanista e escritor é a bandeira que caminha a frente dos campos sociais e institucionais das classes emergenciais das favelas a se multiplicarem nas lutas contra a violência infantil, contra a violência denominada feminicídio, na aquisição de garantias e na restituição dos valores éticos e morais que tanto nossa sociedade precisa, por fim na luta contra o preconceito seja ele qual for. A cor do Preconceito é na minha visão a representação da força e da garra das mulheres e homens negros a liberdade e igualdade de justiça social num mundo ainda comandado pelo poder da pele branca.

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro?

Peterson A. Silva: As pesquisas começaram em 2018, os temas abordados na Obra A Cor do Preconceito mostravam a representatividade dos anseios de uma sociedade oprimida, eram temas muito fortes e que por essa razão necessitaram ser tratados de uma forma muito especial, falar sobre racismo, violência sexual contra as mulheres, homofobia, falta de segurança justiça e criminalidade não foi fácil, imagina escrever um livro inteiro sobre esses temas.
As pesquisas foram inúmeras, as fontes foram nas áreas jornalísticas em geral, mas também houve a necessidade de buscar conhecimento nas instituições sociais e governamentais, não fugindo de buscar suporte nas leis de acesso à informação e conhecimento e ferramentas de suporte linguístico e literário.
Principalmente falar sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco e Anderson Gomes foi de certa forma o que tomou mais tempo e atenção no decorrer das pesquisas por se tratar de um assassinato cruel e polêmico o qual estava estampado em todas as mídias sociais.

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho do qual você acha especial em seu livro?

Peterson A. Silva: Nas representações artísticas culturais e políticas, o rosto do negro se projeta mais, o trabalhador brasileiro tem em seu DNA a constituição das origens africanas demarcada de forma imperativa: a velha imagem do negro escravizado, oprimido e sentenciado a realizar as piores tarefas e a se sujeitar a aceitar as piores ordens por parte dos seus donos, hoje em nada condizem com certas práticas do passado: os castigos exemplares em praças públicas ou os assassinatos na calada da noite motivados por escravidão se tornam consulta nos estudos universitários ou intelectuais em referência a novos tempos de liberdade.
A Cor do Preconceito página / 131. 

Conexão Literatura: Qual a dica que pode dar a um escritor iniciante?

Peterson A. Silva: Começar uma Obra ou um Projeto não é fácil, tais tarefas necessitam de muita luta força de vontade e determinação, você que almeja essa carreira de escritor iniciante ou mesmo que só deseja escrever por amor a literatura, tem que ter motivação naquilo que faz escrever um livro não é tarefa fácil, seguir em frente nesse sonho é ter confiança em você e amor naquilo que você faz, o primeiro obstáculo que você vai encontrar é ter capital de investimento, para começar a concretizar o seu projeto, sem esse capital inicial a caminhada se torna limitada.
Uma segunda dica muito importante, você precisa fazer parcerias com prováveis Editoras sócias em seu projeto, busque informação, corra atrás, entre em contato com o maior numero de Editoras de Literatura através da Internet, assim que sua Obra já estiver concluída envie cópia para as mesmas e aguarde resposta, sua Obra será analisada pelas Editoras e se estiverem conforme aquilo que procuram no mercado literário e seguindo as características da Editora com certeza você será aceito e terá o seu Livro publicado.

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir um exemplar do seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário?

Peterson A. Silva: A Cor do Preconceito foi uma Obra lançada em parceria no Brasil e Portugal pela Editora Chiado Books a qual me representa como sócia em todo o processo de comercialização e distribuição da Obra no Brasil e Portugal via canais virtuais e mídia, internet e livrarias, a Obra pode ser encontrada já a venda através do Google pesquisando por A Cor do Preconceito escritor Peterson A Silva, onde encontrara o livro a venda nas livrarias da Chiado Books, Livraria Cultura, livraria da Travessa.
Através do Google os leitores poderão conhecer um pouco mais sobre todo o lançamento da Obra as reportagens jornalísticas que deram enfoque ao lançamento e os Blogs de literatura parceiros que nos ajudaram a apresentar A Cor do Preconceito no Brasil e Portugal.

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta?

Peterson A. Silva: Existe o desejo de voltar a trabalhar em 2020 novamente no seguimento da obra O Diário de Guerra, livro que deu origem a minha entrada na literatura e que por muitos anos ficou esquecido sem conclusão por falta de parcerias, ou financiamento numa gaveta, um romance baseado entre dois jovens Americanos que em meio aos campos de guerra da segunda guerra mundial e em meio ao holocausto (extermínio dos judeus) dos campos de concentração nazistas encontram o amor como única saída para sobreviver ao inevitável e cruel poderio de Adolf Hitler.

Perguntas rápidas:


Um livro: O Alquimista  do autor Paulo Coelho.
Um (a) autor (a): Paulo Coelho
Um ator ou atriz: Fernanda Montenegro
Um filme: A Cabana / William P Young
Um dia especial: O dia em que eu fui gerado pela mulher mais importante da minha vida
Minha Mãe Diva de Miranda

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário?

Peterson A. Silva: No Brasil em especial a literatura e as Obras Literárias precisam ser mais valorizadas e respeitadas pelo conteúdo social e cultural que carregam em suas linhas, importante ressaltar que infelizmente em nosso país os incentivos para a cultura através da literatura não são tão valorizados como em outros países afora, o brasileiro não tem o costume de ler livros, e são poucos que realmente se dedicam a leitura.
Na contra mão dessa imensa discussão temos ao longo da nossa história literária grandes personalidades da literatura e da escrita gênios respeitados pelo mundo afora, é preciso reconhecer o poder de criação dos novos escritores iniciantes, pois eles têm como fonte criativa grandes autores e escritores brasileiros renomados e premiados dentro e fora do Brasil, como Paulo Coelho, Jorge Amado, Machado de Assis, Carlos Drummond de Andrade entre tantos.
Meus parabéns pela luta e pela garra dos novos autores e escritores brasileiros que com certeza num tempo não muito distante se tornarão como os grandes nomes da nossa Literatura Brasileira.

Para adquirir o livro, acesse: https://www.chiadobooks.com/livraria/a-cor-do-preconceito
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quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Cristina Costa lança seu segundo livro de ficção - Escritora fará sessão de autógrafos na Livraria da Travessa de Ipanema

Cristina Costa - Foto divulgação
Depois de estrear no universo literário com um romance sobre as descobertas do amor na adolescência, a procuradora de Justiça do Estado do Rio de Janeiro Cristina Costa demonstra versatilidade ao mergulhar no gênero de mistério. No livro “Encruzilhadas”, da editora Chiado Books, deixa de lado a narrativa sobre paixões e envolve o leitor em uma história recheada de surpresas e  reviravoltas. O lançamento da obra será no dia 30 de outubro, em sessão de autógrafos na Livraria da Travessa de Ipanema.

Se no primeiro livro (“Os Mundos de Clara”) a autora carioca, nascida e criada no subúrbio do Rio de Janeiro, convidava a todos a evocar memórias de suas primeiras paixões, em sua segunda obra ela transporta o leitor para a pequena New Garden, no interior da Inglaterra, para acompanhar as revelações e desdobramentos que ocorrem após o corpo de uma jovem ser encontrada na pacata cidade.

A busca pelo assassino provoca uma verdadeira revolução na vida de Julie, a personagem principal do enredo. Antigos segredos vêm à tona e novas tramas surgem, fazendo o leitor duvidar sobre se os personagens são realmente quem eles dizem que são. Em comum com seu livro anterior, o modo como Cristina nos mantém envolvidos com a história contada até a última página.

Sobre a autora

Filha de professores, Cristina cresceu em uma casa sempre rodeada por livros e desde pequena desenvolveu o fascínio pela literatura. Fã de poetas como Fernando Pessoa e Cecília Meireles, começou a expressar seu lado artístico com poemas. Foi, justamente, influenciada pela temática do amor, presente nas obras dos maiores poetas, que surgiu a inspiração para “Os Mundos de Clara”, o seu primeiro livro, lançado em 2017.

Serviço
Lançamento do livro Encruzilhadas
Data: 30 de outubro    
Horário: 19h
Local:  Livraria da Travessa – Rua Visconde de Pirajá, 572 – Ipanema – Rio de Janeiro
Editora: Chiado Books
Número de páginas: 200  
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quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Cristina Costa lança seu segundo livro de ficção

Escritora fará sessão de autógrafos na Bienal do Livro do Rio de Janeiro

Depois de estrear no universo literário com um romance sobre as descobertas do amor na adolescência, a procuradora de Justiça do Estado do Rio de Janeiro Cristina Costa demonstra versatilidade ao mergulhar no gênero de mistério. No livro “Encruzilhadas”, da editora Chiado Books, deixa de lado a narrativa sobre paixões e envolve o leitor em uma história recheada de surpresas e  reviravoltas. O lançamento da obra será no dia 7 de setembro, em sessão de autógrafos na Bienal do Livro do Rio de Janeiro.

Se no primeiro livro (“Os Mundos de Clara”) a autora carioca, nascida e criada no subúrbio do Rio de Janeiro, convidava a todos a evocar memórias de suas primeiras paixões, em sua segunda obra ela transporta o leitor para a pequena New Garden, no interior da Inglaterra, para acompanhar as revelações e desdobramentos que ocorrem após o corpo de uma jovem ser encontrada na pacata cidade.

A busca pelo assassino provoca uma verdadeira revolução na vida de Julie, a personagem principal do enredo. Antigos segredos vêm à tona e novas tramas surgem, fazendo o leitor duvidar sobre se os personagens são realmente quem eles dizem que são. Em comum com seu livro anterior, o modo como Cristina nos mantém envolvidos com a história contada até a última página.

Sobre a autora
Filha de professores, Cristina cresceu em uma casa sempre rodeada por livros e desde pequena desenvolveu o fascínio pela literatura. Fã de poetas como Fernando Pessoa e Cecília Meireles, começou a expressar seu lado artístico com poemas. Foi, justamente, influenciada pela temática do amor, presente nas obras dos maiores poetas, que surgiu a inspiração para “Os Mundos de Clara”, o seu primeiro livro, lançado em 2017.

Serviço
Lançamento do livro Encruzilhadas
Data: 7 de setembro     
Horário: 13h
Local:  Bienal Internacional do Livro – Rio Centro – Pavilhão Verde
Editora: Chiado Books
Número de páginas: 200
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quarta-feira, 3 de abril de 2019

Novo livro retrata cotidiano de um detetive

"Diário de um Detetive" é lançamento da Chiado Books e traz humor non sense para obra

Desde desvendar roubos de dentaduras, até investigar desvio de dinheiro envolvendo o prefeito da cidade, o livro "Diário de um Detetive" traz histórias de um detetive sem noção, que está resolvendo os casos mais absurdos sempre regado as mais variadas bebidas e personagens com suas loucas particularidades.

A obra é do autor Guilherme Bianchini, escritor de contos, historinhas e diálogos de humor, além de roteiros audiovisuais. "Em 105 páginas, o leitor vai encontrar um dos melhores detetives de todos os tempos que, expõe de maneira absurda, suas dificuldades, medos e prazeres num diário escrito exclusivamente com sua máquina de escrever Remigton", explica.

As histórias são carregadas de humor non sense, mas os medos e angústias dos personagens trazem sentimentos inerentes a qualquer ser humano. "Diário de um Detetive é meu segundo livro com foco na escrita de humor. Livros de humor não são tão comuns e creio que este traz um pouco de originalidade ao ramo", afirma o autor.

Destinado ao público jovem adulto, o livro é impresso pela Chiado Books e está disponível no site da editora, além de outras livrarias como Cultura ou Saraiva. O preço sugerido ao varejo é de R$ 30,00.

Sobre Guilherme Bianchini


Nascido em Lajeado, cidade no Sul do Brasil. É formado em Engenharia de Alimentos na Universidade do Vale do Rio dos Sinos, mas nas artes está a sua paixão. Escritor de contos, historinhas e diálogos de humor, dedica-se também a escrever roteiros audiovisuais e se aventura na música.
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terça-feira, 4 de setembro de 2018

Resenha: No Zênite da Insanidade



Título: No Zênite da Insanidade 



Autor: Dylan Ricardo 



Editora: Chiado Books 



Páginas: 142 



Ano Lançamento: 2018 


Pesam às sólidas laudas desta obra, litros de sangue coagulado. O encarcerado brado do autor quase pode ser ouvido por entre as grades das letras. E se o leitor se der ao trabalho de comprimir as páginas, delas possivelmente lágrimas verterão. Este livro bem poderia ser classificado como um cemitério impresso, onde cada escrito poético representaria o funéreo texto esculpido em uma lápide. 

Impressões: 

No Zênite da Insanidade, é o novo livro do grande e exímio poeta, Dylan Ricardo. Uma leitura intensa, sombria e perturbadora que mostra, em poemas lacrimosos, o lado obscuro e revelador do autor. 

Uma obra poética necessita de uma degustação apurada e atenta, enfim, precisamos sentir cada verso escrito fluir em nossas mentes e em nossa essência. Antes de me aprofundar na obra como um todo, o trabalho editorial da Chiado Books merece ser comentando, afinal, está impecável e ao mesmo tempo intimista, um excelente trabalho de capa (ideia do autor), partindo para uma excelente diagramação. Nota 10! 

Os poemas de Dylan apesar de simbolistas e ultrarromânticos têm alta dose de realidade, e são bem desafiadores, deixando o leitor praticamente dentro de sua mente. Presenciamos seus medos e aflições em versos intensos e marcantes. 

Para aqueles que apreciam uma boa dose de poesia, esse livro é mais que recomendado. O autor em sua nova obra põe-se ainda mais próximo do leitor, com versos que são como vozes a expressar tudo que se passa em sua mente. 

Versos que explodem em sintonia aos seus mais obscuros medos e assombros. Dylan Ricardo merece todo o louvor por seus escritos, afinal, não é todo mundo que consegue expor o conteúdo de sua mente e coração, deixando-os registrados em versos e poemas.


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