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sexta-feira, 27 de julho de 2018

Déborah Felipe e o livro A casa das hostesses guilty, por Sérgio Simka e Cida Simka

Fale-nos sobre você.

Meu nome é Déborah Felipe, tenho 28 anos, sou escritora, moro em São Bernardo do Campo, São Paulo, e sou apaixonada por cultura japonesa, o que dá pra perceber ao ler meus livros.

ENTREVISTA:

Fale-nos sobre seus livros.

Eu sou a escritora de “A Casa das Hostesses”, que foi lançado em 2016 e “A Casa das Hostesses Guilty”, que é a continuação, em 2017, os dois pela Editora PenDragon.
A Casa das Hostesses é uma boate em Tóquio, no Japão, e o principal serviço oferecido lá é companhia. Minhas hostesses são como gueixas da Era Moderna e estão à disposição de seus clientes para escutarem sobre seus dias, para que eles não se sintam sozinhos. O Japão é um país onde as pessoas têm muito esse sentimento de solidão e por isso que serviços como os do livro existem.

Fale-nos sobre seu processo de criação.

Escrever é quase uma coisa intuitiva pra mim, no começo. Quando a ideia nasce, eu estou lendo a respeito de algum assunto ou ouvindo uma música. Com “A Casa das Hostesses”, eu tinha descoberto sobre a profissão e decidi pesquisar mais. A maior parte da criação pra mim envolve o projeto de pesquisa e organização da ideia do livro, pra que eu não me perca na hora de escrever. Quando eu sento no computador pra colocar no “papel”, gosto de ter no que me guiar e ainda assim deixar que a história corra livre pra onde desejar. Quando eu termino, eu lapido conforme o planejamento inicial, o que deu certo fica, o que não, vai embora.

Como o leitor interessado deverá proceder para saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho?


Tem degustação dos livros no Wattpad, no Google Play e na Amazon. As hostesses também têm página no Facebook e um Instagram com posts diários. E estão à venda na Loja da Editora PenDragon, no Submarino, na Livraria Cultura e na Amazon e no Google Play.

Como analisa a questão da leitura no país?


É triste pensar que tão poucas pessoas têm gosto pela leitura no nosso país, mas eu acho que existe uma esperança no público mais jovem, que tem buscado ler pelo menos aqueles livros que são “best-sellers” no mundo. Ainda tem pouca procura pela literatura nacional, mas eu acredito que o gosto pela leitura pode fazer com que eles acabem descobrindo o caminho para os escritores maravilhosos que nós temos aqui!
Infelizmente, ainda tem pouco incentivo à leitura dentro das casas e das escolas, os pais acham que gastar trinta, quarenta reais num livro é muito, mas compram outras coisas que são tão caras quanto. E as escolas ainda trabalham a leitura de maneira muito crua em sala de aula, o que acaba mais matando nossos novos leitores, do que incentivando-os a amar a ler.

O que tem lido ultimamente?


Eu gosto muito de ler todo tipo de livro que me interesse, não só porque estão na “moda” ou porque é “obrigação”, leio o que me interessa. Depois que entrei pra PenDragon, eu tenho lido mais livros nacionais do que antes. Um dos que eu li recentemente foi “Blackwater”, da Gabrielle Marques, que também é escritora da PenDragon.

Quais os seus próximos projetos?


Guilty foi o segundo livro dessa série da Casa das Hostesses e eu estou trabalhando na continuação, espero conseguir lançá-lo o quanto antes! Além da série, eu ainda tenho muitas outras histórias que já estão prontas, só esperando a vez de elas serem publicadas.

*Sérgio Simka é professor universitário desde 1999. Autor de cinco dezenas de livros publicados nas áreas de gramática, literatura, produção textual, literatura infantil e infantojuvenil. Idealizou, com Cida Simka, a coleção Mistério, publicada pela Editora Uirapuru.

Cida Simka é licenciada em Letras pelas Faculdades Integradas de Ribeirão Pires (FIRP). Coautora do livro Ética como substantivo concreto (Wak, 2014) e autora dos livros O acordo ortográfico da língua portuguesa na prática (Wak, 2016), O enigma da velha casa (Uirapuru, 2016) e “Nóis sabe português” (Wak, 2017).
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domingo, 18 de setembro de 2016

Déborah Felipe comenta sobre o seu novo livro A Casa das Hostesses

Déborah Felipe
Déborah Felipe nasceu na cidade de São Bernardo do Campo, no dia 2 de outubro de 1989. Desde cedo sempre teve seu lado artístico muito aflorado e começou seu primeiro romance – “As Canetas Mágicas – O Mistério do Xadrez” – aos doze anos. Apaixonada pela cultura japonesa, a maior parte de suas histórias giram em torno de personagens do outro lado do mundo. Ficou conhecida como Sereny Kyle, escrevendo fanfics no site Nyah! Fanfiction.

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Déborah Felipe: Desde muito cedo, eu aprendi a amar os livros, em casa e na escola eu sempre tive muito apoio e bons exemplos. Essa foi uma parte muito importante para começar a escrever porque aquelas histórias despertavam histórias na minha imaginação; eu comecei escrevendo fanfics (que são histórias baseadas em livros ou filmes em que você escreve sobre personagens de outros escritores em situações que você inventa) e postava num site chamado Nyah! Fanfiction. Foi nessa época que A Casa das Hostesses nasceu. Quando eu decidi que queria transformá-la em livro, eu tive a sorte imensa de encontrar a Editora PenDragon, que apostou comigo nesse sonho e o transformou em realidade!

Conexão Literatura: Você é autora do livro “A Casa das Hostesses”. Poderia comentar?

Para adquirir o livro: Clique aqui
Déborah Felipe: A Casa das Hostesses é meu maior orgulho! Ele consegue ser realmente surpreendente, porque eu mantive muitos truques sob os panos até o fim e tem muita história para contar, muito a ser descoberto até o fim do último capítulo! E o que me dá mais orgulho nesse universo são minhas próprias hostesses, que envolvem e desvendam você num drink, numa conversa, num olhar! A Casa das Hostesses é muito boa em fazer você querer entrar lá e não sair mais!

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho do seu livro especialmente para os nossos leitores?

Déborah Felipe: “– A Casa das Hostesses é conhecida por reconstruir o espírito das pessoas que passam por aquela porta – ele brincou, mas a garota concordou veemente.
    – E reconstrói mesmo. Mas só daqueles que deixam que ela atinja no mais profundo de suas almas. Eu já vi muitas pessoas entrarem aqui e não sentirem isso, nunca mais voltarem...”

Conexão Literatura: Se fosse escolher uma trilha sonora para o seu livro, qual seria?

Déborah Felipe: Eu gosto muito de ouvir música quando escrevo e eu gosto muito de Rock Japonês, se tivesse de escolher uma trilha sonora para A Casa das Hostesses seria uma banda que eu gosto que se chama Luna Sea, minha preferida deles “Millennium”.

Conexão Literatura: Como os interessados deverão proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário?

Déborah Felipe: Vocês encontram meu livro no site da Editora PenDragon, no Submarino, na Americanas.com e no Shoptime. Para saber mais sobre mim, eu tenho alguns textos num blog também chamado “A Casa das Hostesses” e minhas fanfics no Nyah! Fanfiction ainda estão postadas lá no meu perfil, sob o pseudônimo de Sereny Kyle.

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta?

Déborah Felipe: Sim! A Casa das Hostesses é o primeiro livro de uma série e eu já estou trabalhando no segundo livro para que ele seja lançado o quanto antes! Além da série, eu ainda tenho muitas outras histórias que já estão prontas, só esperando o momento de serem publicadas.

Perguntas rápidas:

Um livro: O Retrato de Dorian Gray - Oscar Wilde
Um (a) autor (a): Pedro Bandeira. Ele escreve literatura infanto-juvenil, bem diferente do que é meu livro, mas ele é um grande ídolo pra mim!
Um ator ou atriz: Sebastian Stan
Um filme: Em Busca da Terra do Nunca - Mark Forster
Um dia especial: Meu primeiro dia na Bienal desse ano, com meu livro publicado e vendendo no estande da Editora PenDragon.

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário?

Déborah Felipe: Nunca deixem de sonhar e nunca deixe que ninguém lhe convença de que você não é capaz de realizar seus sonhos! Ao contrário do que se pensa, sonhar acordado precisar ser com os dois pés bem firmes no chão, sem acreditar que eles vão se realizar sozinhos, num passe de mágica. A mágica no nosso mundo não é a dos contos de fadas, ela nasce dentro de nós e só você pode confiar em você mesmo e se ajudar a chegar aonde deseja! Se você quer ser escritor, mantenha os pés bem firmes no chão, a cabeça aberta para novas ideias e a caneta sempre à mão! E a todos que desejam conhecer meu mundo “mágico”, sejam muito bem vindo à Casa das Hostesses!

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E-mail: ademirpascale@gmail.com

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