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segunda-feira, 8 de março de 2021

Hoje comemora-se o Dia Internacional da Mulher, por Míriam Santiago


Desde a celebração do primeiro Dia Internacional da Mulher oficializado pela Organização das Nações Unidas na década de 1970, data que simboliza a luta histórica das mulheres para terem suas condições equiparadas às dos homens, as mulheres do mundo inteiro iniciaram a luta pela igualdade salarial, que atualmente simboliza a luta também contra o machismo e a violência.

Nos dias de hoje, a mulher exerce cada vez mais um papel de protagonista na sociedade, por mais que exista uma herança histórica que dificulte esta jornada. Mesmo que os tempos sejam outros, a figura da mulher ainda é muito ligada à maternidade, à fragilidade e em função do lar. 

Embora por muitos homens ainda exista essa visão, na história do Brasil observamos mulheres que estiveram à frente de grandes causas: Anita Garibaldi (combatente da Revolução Farroupilha no Sul do País e da Unificação da Itália); Maria da Penha (líder de movimentos de defesa dos direitos das mulheres); Zilda Arns (fundadora da Pastoral da Criança); Tarsila do Amaral (pintora e desenhista); Chiquinha Gonzaga (Compositora, pianista e maestrina); Maria Quitéria (militar); e Irmã Dulce (Maria Rita de Sousa Lopes Pontes), canonizada como Santa Dulce dos Pobres, por sua belíssima ação humanitária de caridade e assistências aos desfavorecidos. 

Já na década de Saturnino de Brito a figura feminina esteve presente na trajetória do saneamento na Baixada Santista. O engenheiro sanitarista, por exemplo, fez questão de que as mulheres marcassem presença na inauguração dos primeiros canais de Santos, ocasião restrita aos homens no início do século XX. Além disso, entre os documentos pertencentes ao Acervo do Saneamento no Palácio Saturnino de Brito, sede da Sabesp na Baixada Santista há registros de assinaturas de mulheres que trabalhavam na Repartição de Saneamento de Santos, na década de 30. 

Por todos esses feitos históricos em que as mulheres puderam marcar presença já vale uma comemoração. Não podemos ser pessimistas, pois se ficarmos só analisando que o mundo de uma forma geral é machista, não deixamos a energia feminina avançar. Ainda temos muitos degraus a subir, então vamos firmes, juntas e unidas a cada passo, a cada conquista alcançada e a cada data histórica relembrada. 

O amanhã nos espera, porque já demos o sinal a que viemos, então vamos marcar cada vez mais presença, alcançar cada vez mais espaços antes só masculinos!

Desejo um feliz Dia das Mulheres a todas as mães, esposas, namoradas, filhas, sobrinhas, avós e tias do mundo, um grande abraço por nosso dia!


Míriam Santiago: jornalista e atua em assessoria de Comunicação. Desde que se formou também em Letras, publica livros de gêneros diversificados. Escreve contos, crônicas, minicontos e nanocontos. Possui blog cultural sobre literatura, cinema, fotografia, cursos, antologias, livros e eventos, entre outros. 

Blog: http://miriammorganuns.blogspot.com/ 

Contato: miriansssantos@gmail.com 

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terça-feira, 21 de agosto de 2018

Você conhece o Dia Internacional da Igualdade Feminina?


Todos conhecem o Dia Internacional da Mulher, em 8 de março, porém poucos sabem do dia 26 de agosto, o Dia Internacional da Igualdade Feminina, tão importante quanto a data mais conhecida.

A data representa o dia em que as mulheres dos Estados Unidos votaram pela primeira vez, em 1920. Um marco à luta da mulher na sociedade conquistado por um movimento sufragista, com representantes das mais variadas classes sociais.

Apesar de parecer bastante distante da realidade brasileira, não é! Nas terras tupiniquin, as mulheres foram às urnas só em 1932. Esse fator mostra a necessidade da data, uma vez que o voto foi criado no país em 1532.

Além do direito a votar, as mulheres travam grandes batalhas coletivas e diárias ao longo da história, em uma busca incessante por igualdade em todos os aspectos da sociedade. E não tem como abordar essa temática sem citar o livro Reivindicação dos Direitos das Mulheres, publicado pela Editora Edipro.

A obra é considerada a primeira obra feminista em todo o mundo, publicado pela primeira vez em 1792. Neste tratado, a autora Mary Wollstonecraft responde a muitos pensadores de sua época, como Jean-Jacques Rousseau, John Gregory e James Fordyc, com críticas ao modo como a sociedade trata a mulher. Busca os direitos iguais, como exemplos, o estudo, o voto e, principalmente, o amor livre.

Uma leitura imperdível!

Reivindicação dos Direitos das Mulheres
Autora: Mary Wollstonecraft
Tradutoras: Amanda Odelius e Andreia Reis do Carmo

Sinopse: Primeira obra feminista, este tratado publicado em 1792, ainda se encaixa no debate contemporâneo, por sua relevância inquestionável: planta a raiz do pensamento feminista e da emancipação política das mulheres. Atualmente o debate sobre a igualdade de gênero está consagrado e vivo na sociedade. As mulheres estão cada vez mais conscientes de seu papel e de sua importância no mundo. Apesar de várias batalhas vencidas, a guerra por igualdade de gênero ainda é uma realidade que se arrasta desde a primeira publicação deste texto, quando o termo “feminismo” ainda não existia. Mary Wollstonecraft, em resposta a figuras renomadas como Jean-Jacques Rousseau, John Gregory e James Fordyce, argumenta em direção à necessidade de educação e autonomia das mulheres. Sua posição equilibrada e ainda marcada pelos traços culturais de sua época retratam uma mulher religiosa, esposa e mãe; contudo, revoluciona ao exigir que, pelo seu comportamento racional e respeitoso, a mulher merecia os mesmos direitos que seus companheiros. Uma de suas bandeiras também foi o amor livre, casou-se com o filósofo William Godwin, um dos pais do movimento anarquista. Morreu 10 dias após dar à luz sua segunda filha, Mary Wollstonecraft Godwin, que também se tornaria uma escritora, com o nome de Mary Shelley, a autora de Frankenstein.

Editora: Edipro
Assunto: Ciências Sociais
Preço: R$ 64,00
ISBN: 9788572839273
Edição: 1ª edição, 2015
Idioma: Português
Tradução: Andreia Reis do Carmo
Revisão técnica: Amanda Odelius
Tamanho:16x23
Profundidade: 1,60
Número de páginas: 272
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domingo, 4 de março de 2018

Revista Conexão Literatura, nº 33 - Março


Março, mais precisamente dia 08 de Março, comemoramos o Dia Internacional da Mulher: escritora, leitora, guerreira, mãe, companheira... Não poderíamos deixar de destacar esta bela imagem em nossa capa que também remete aos livros de Literatura Fantástica, tema destaque desta edição, com matéria exclusiva da qual você poderá conferir nas páginas da revista.

Anuncio que já está na pauta os destaques das duas próximas edições. E digo mais, serão incríveis.

Entrevistas, contos, resenhas, dicas de livros e muito mais lhe aguardam nas linhas das páginas desta edição.

Editor ou autor, não fique de fora: para participar ou anunciar em nossa próxima edição de nº 34 (abril, 2018), acesse a página em nosso site: http://www.revistaconexaoliteratura.com.br/p/midia-kit.html

Tenham uma ótima leitura e até a próxima edição!
Para baixar a edição da Revista Conexão Literatura nº 33: clique aqui

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