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terça-feira, 14 de abril de 2020

HQ da Cepe entre as top 10 de 2020


O obscuro fichário dos artistas mundanos ficou entre as vencedoras do Prêmio Grampo

A Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) emplaca uma HQ em prêmio especializado no segmento. O obscuro fichário dos artistas mundanos - roteirizado por Clarice Hoffmann e Abel Alencar e ilustrado pelos artistas Maurício Castro, Paulo do Amparo, Greg e Clara Moreira -  ficou na lista dos dez melhores quadrinhos, segundo o Prêmio Grampo 2020, conferido por jornalistas e críticos especializados no segmento literário. 

Lançada em 2019, a obra inaugurou o selo Cepe HQ e fez da editora pública a primeira pernambucana especializada em quadrinhos. "Estamos radiantes com a notícia. É incrível ficar entre os dez melhores quadrinhos, estrangeiros e nacionais, lançados no Brasil ano passado. Acho que o prêmio é o reconhecimento a um trabalho feito com muito cuidado, muito amor. Um trabalho motivado especialmente pela paixão aos personagens, nossos resistentes artistas, e pelo desejo de contar um pouquinho da história de luta dos artistas deste país", declara Clarice, que já pensa em editar outros trabalhos com a mesma linguagem. "Esse foi meu primeiro trabalho. Espero fazer muitos outros". 

O editor da Cepe, Diogo Guedes, enxerga com alegria o reconhecimento e a circulação de um dos primeiros trabalhos do selo Cepe HQ no mercado editorial. "O obscuro fichário dos artistas mundanos é uma obra forte porque sabe extrair do passado, dos documentos que demonstram a perseguição a artistas e estrangeiros na ditadura de Vargas, as resistências e aprendizados necessários para o presente", opina Diogo.

O jornalista e crítico de quadrinhos Paulo Floro, editor do site O grito!, que participou da votação do prêmio, acha que o reconhecimento corrobora o bom momento que vive o quadrinho atual em Pernambuco. "Fazer parte das dez melhores obras lançadas no ano passado, em um período de um mercado editorial com tantos lançamentos, é um feito e tanto", constata Paulo, acrescentando a característica inovadora da obra como relevante na inclusão do prêmio. "É um livro inovador dentro da linguagem das histórias em quadrinho ao trazer uma abordagem experimental para o meio ao mesmo tempo em que traz novos olhares para a história do Brasil" completa o crítico. 

A OBRA

A publicação é inspirada no projeto de pesquisa O obscuro fichário dos artistas mundanos, realizado entre os anos de 2014 e 2017. Os resultados do projeto de pesquisa, que inspirou a obra, estão no endereço eletrônico obscurofichario.com.br. São indícios da vida de mulheres e homens, brasileiros e estrangeiros, protagonistas de uma movimentação ocorrida no campo da arte e do entretenimento da cidade do Recife, entre as décadas de 1930 e 1950, que lançam luz sobre uma potente história cultural e política do estado e do país. Um mundo habitado por bailarinas acrobatas e sapateadores excêntricos, cantores de rádio e cossacos russos, pugilistas e ilusionistas, artistas teatrais e enciclopédicos.

Para a polícia de Vargas todos que estivessem de alguma forma ligados à cena do entretenimento eram considerados artistas e, portanto, fichados com prontuário na Delegacia de Ordem Política e Social. Nesse rolo entravam prostitutas, pugilistas e até espaços suspeitos, por serem lugares onde havia muita rotatividade a exemplo de hotéis, pensões, teatros, cabarés, agremiações carnavalescas, vigiados pela polícia.  O livro custa R$ 35 e está à venda na loja virtual da Cepe: https://www.cepe.com.br/lojacepe/. 
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quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Jornalista Diogo Guedes assume o comando da Cepe Editora

Diogo Guedes - Foto divulgação
O jornalista Diogo Guedes assume Cepe Editora no lugar do escritor e editor Wellington de Melo. “Fiquei muito honrado com o convite. Estando do outro lado, tenho acompanhado o trabalho da empresa, que se aprofunda cada vez mais na qualidade gráfica, investindo em gêneros da leitura diferentes e oferecendo uma visão múltipla da literatura”. destaca.

Mestre em comunicação pela Universidade Federal de Pernambuco, Diogo Guedes foi durante oito anos repórter especializado em literatura do Jornal do Commercio, passando ainda pelas redações da Revista Continente e do Suplemento Pernambuco. “Vou tentar trazer minha experiência de leitor que sempre tenta fazer uma leitura crítica e com o tempo, trazer um pouco do que eu acredito ser importante na leitura. A leitura transforma pessoas e, de certa forma, transforma também a sociedade. Isso parece utopia, mas é uma coisa muito poderosa que não podemos desmerecer”, assegura.

Editor da Cepe de janeiro de 2018 até meados de outubro, Wellington de Melo coordenou a publicação de 112 títulos. “Do ponto de vista humano tive a oportunidade de conhecer pessoas com perfis muito diferentes e com um profissionalismo muito grande, o que me ajudou a compreender bastante as etapas da produção industrial de livros. Acho também que consegui compartilhar algumas das minhas experiências, inclusive na gestão pública”, resume.Antes de assumir o comando da Cepe Editora, ele esteve à frente da Coordenadoria de Literatura da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE). Entre seus planos futuros, Wellington de Mello pretende investir em projetos literários e em sua editora Mariposa Cartonera.

Site da editora: www.cepe.com.br
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