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segunda-feira, 31 de maio de 2021

Um papo com José Carlos Castro, autor do livro O fim da linha (Drago Editorial)


José Carlos Castro é enfermeiro, carioca, nascido em setembro de 1960. Formado pela UFF/RJ e UERJ/RJ em 1989. Servidor ativo do estado, participou de concursos literários promovidos pela FESP/RJ (hoje “CEPERJ”) em 96 e 98, sendo premiado com menção honrosa nestes dois anos. Em 1999 lançou “Aiumâna, o pássaro azul”, de cunho ecológico. Em 2018 publicou “Crime hediondo”, pela Drago Editorial, contando a estória do médico Durval de Oliveira e suas experiências anti-éticas. Em 2020 lança, também pela Drago editorial, “O fim da linha”, uma continuação independente do livro anterior. Nos dois livros, aborda o caos na saúde pública do RJ, a criação de cooperativas e organizações sociais, uma pequena história da evolução da poliomielite no Brasil e no mundo e, no “O fim da linha”, uma minibiografia do ex-presidente Getúlio Vargas.

Conexão Literatura: como foi o início no meio literário?

José Carlos Castro: acredito que os concursos pela FESP me incentivaram a prosseguir na carreira de escritor. Hoje, já no terceiro livro, não vejo como interromper esta árdua carreira.

Conexão Literatura: você é autor do livro “O fim da linha”, poderia comentar?

José Carlos Castro: “O fim da linha” para mim, é a minha “obra-prima”, até o momento. Me esforcei mais na escrita e até me arrisquei a falar sobre temas polêmicos como o ex-presidente Getúlio Vargas. Sei que uns o condenam e outros o aplaudem. Procurei me manter imparcial, focando no que ele fez de bom, mas também, apontando os “podres” do seu governo. Tive que acrescentar notas de pé e biografia consultada.

Conexão Literatura: como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro?

José Carlos Castro: tive que ler alguns livros sobre Getúlio Vargas, inclusive, raridades como “A obra de proteção ao servidor público realizada pelo presidente Getúlio Vargas (publicada pela imprensa nacional em 1943), onde tive acesso a algumas leis trabalhistas implementadas durante o seu governo. Até então, o servidor público era órfã de tais leis. Isto me ocupou o tempo por cerca de uns seis meses.

Conexão Literatura: poderia destacar um trecho que você acha especial em seu livro?

José Carlos Castro: talvez aquele em que Durval fala, cinicamente, do trabalho que realiza... “Dormi por várias noites em casa, ao invés de ir para as baladas, e deixei de me divertir em prol da evolução da ciência e da medicina. Galguei degraus nunca antes alcançados por nenhuma outra pessoa e cheguei perto de desvendar os meandros obscuros dos seres microscópicos no interior do nosso organismo. Mas, o que ganhei em troca? Me sugaram o sangue e me acusaram de ‘facínora’.

Conexão Literatura: como adquirir o livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário?

José Carlos Castro: o livro físico pode ser adquirido on-line pela Drago Editorial ou por contato direto comigo. Criei uma página “Livroteca” em que transcrevi os contos pelo qual fui premiado pela FESP e outros contos que publiquei em coletâneas.

Conexão Literatura: existem novos projetos em pauta?

José Carlos Castro: sempre que termino um livro já dou margem a uma outra estória.

Conexão Literatura: perguntas rápidas:

Um livro: Os irmãos Karamazov

Um autor: Dostoiévski

Um ator ou atriz: Tony Ramos

Um filme: Getúlio

Um dia especial: aquele onde faço o lançamento do livro e revejo amigos do dia a dia.

Conexão Literatura: deseja encerrar com mais algum comentário?

José Carlos Castro: nestes dias difíceis de Covid-19, em que até fomos intitulados de “heróis”, gostaria de lembrar que também necessitamos de um salário mais condizente com as tarefas que realizamos. É triste ver um auxiliar ou técnico de enfermagem do estado ter no seu contracheque o vencimento inferior ao salário mínimo. O nível superior recebe, no vencimento, um pouco mais do que o salário mínimo. É lamentável! Obrigado!

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sexta-feira, 28 de maio de 2021

Menino do Sertão (Drago Editorial) é o mais novo livro do autor João Pontes


Menino do Sertão é um romance de memória, semificcional, no qual o personagem principal, Jones (nome fictício), tem suas memórias resgatadas desde a infância, vivida numa pequena cidade do interior do Estado do Ceará, por um narrador onisciente. Para conferir uma maior liberdade à narrativa de fatos e permitir a preservação da identidade de algumas pessoas, alguns nomes figuram no livro de forma fictícia.

A obra retoma a temática regional de forma singular - o sertão, o Nordeste, a vida dura, as questões sociais adversas, o processo migratório, as questões políticas históricas do Brasil. Ademais, relata a trajetória de Jones por outras regiões do País - Centro Oeste, Sul e Norte -, com base na vivência desse personagem e, nesse aspecto, serve de exemplo às novas gerações.

menino do Sertão reporta-se a fatos e acontecimentos extremamente ricos ocorridos em variadas regiões do país, graças à experiência pessoal de Jones. Os episódios que ocorrem no Ceará, Brasília, Goiás, Amazônia e no Paraná despertam a curiosidade, por serem muito relevantes e narrados de forma leve, por vezes até divertida.

Os dados históricos são de particular relevância, pois o autor optou por dar riqueza de detalhes, sem ser enfadonho. E quando parece que uma digressão é exagerada e dispersa-se da linha central do enredo, retorna ele a tempo de reinserir Jones dentro do contexto. É o caso das reflexões sobre Canudos, da análise dos governos militares e do pensamento do autor sobre o suposto preconceito sulista contra nordestinos.

Ficha técnica

- Ano de publicação: 2021

- Páginas: 264

- ISBN: 978-65-86454-76-5

- Subgêneros: Romance

- Autor: João Batista Pontes

- Editora: Drago Editorial

- Edição: 1

O livro está à venda nos seguintes sites:

www.dragoeditorial.com

www.amazon.com

www.amazon.com.br

www.americanas.com.br

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quinta-feira, 27 de maio de 2021

Um papo com João Batista Pontes, autor do livro Menino do Sertão (Drago Editorial)


Natural de Nova Russas, Ceará, João Batista Pontes migrou para Brasília em 1960, com um diploma do curso primário e de datilografia na mala.

É formado em Geologia pela Universidade de Brasília, 1974; e em Direito pelo IESB – Instituto de Ensino Superior de Brasília, 2015.

Trabalhou como Geólogo de Pesquisa Mineral e na gestão e planejamento ambiental, nos Estados de Goiás, Paraná, Bahia e na Região Amazônica.

Por concurso público, foi admitido no Senado Federal, 1997, no cargo de Consultor Legislativo. Em 2011 passou à inatividade. 

ENTREVISTA: 

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário? 

João Pontes: Aposentado, passei a escrever artigos de opinião para jornais do Ceará e de Brasília, sempre enfocando temas políticos e sociais. Sempre tive como objetivo elevar a consciência da sociedade sobre temas de interesse coletivo, como forma de denunciar e combater a desigualdade social e econômica, que infelizmente caracteriza o País.

Passei, também, a escrever textos sob a forma de poemas, expressando as minhas concepções sobre o mundo, a realidade social e as relações humanas. Os textos foram se acumulando, até que decidi publicá-los no meu primeiro livro (Tantas Despedidas – Ensaios e Reflexões. Brasília: Guerra Editora, 2013, 107 p.).

Em 2018 reuni os textos mais relevantes, escritos no período de 2013 a 2017, e os publique no meu segundo livro (No Caminho, Sempre a Caminhar – Ensaios Socioeconômicos e Políticos. São Paulo: All Print Editora, 2018, 202 p.).

Paralelamente, continuei a escrever poemas. No meu terceiro livro (Devaneios – Ensaios Poéticos e Filosóficos. São Paulo: All Print Editora, 2018, 114 p.), estão reunidos os que foram escritos no período de 2013 e 2017. 

Conexão Literatura: Você é autor do livro "Menino do Sertão" (Drago Editorial). Poderia comentar? 

João Pontes: Trata-se de um livro semi ficcional, de memória, que descreve a trajetória de um menino (Jones, nome fictício) que saiu de uma pequena cidade do interior do Ceará e vivenciou experiências em diversas partes do Brasil. Com sua aguçada sensibilidade social esforçou-se para conhecer a realidade sociocultural das populações que habitavam essas regiões e as descreve no livro, de acordo com a sua peculiar percepção.

O livro traz informações valiosas sobre o início da construção da cidade de Brasília, aonde Jones chegou em 1960, com apenas 15 anos, assim como sobre as realidades socioculturais e econômicas das outras partes onde posteriormente trabalhou e viveu, especialmente a região amazônica. 

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro? 

João Pontes: Por tratar-se de um livro de memória, não envolveu grandes formas de pesquisa. Ao contrário, o autor procura relatar a sua visão pessoal dos vários temas descritos no livro, escrito no período de 2018 a 2020. 

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho que você acha especial em seu livro? 

João Pontes: Escrevi chorando muitos trechos desse livro, principalmente os da parte inicial. Destaco o seguinte:

            “Na noite de divulgação do resultado do vestibular da UnB de 1970, Jones ficou ouvindo por uma estação de rádio de Brasília a leitura, nome a nome, da relação dos aprovados em cada curso. Os aprovados em Geologia só foram anunciados por volta de duas horas da madrugada. Jones estava sozinho quando ouviu o seu nome e teve uma das maiores emoções de sua vida. Ajoelhou-se, e somente na presença de Deus, fez um juramento: jamais usaria os seus conhecimentos intelectuais para prejudicar os seus irmãos. Ao contrário, se comprometia a sempre ajudar os mais necessitados, da melhor forma que pudesse.

Ao longo de sua carreira profissional e de sua vida, nunca se esqueceu desse compromisso.” 

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

João Pontes: O livro está à venda nos seguintes sites:

www.dragoeditorial.com

www.amazon.com

www.amazon.com.br

Mantenho um blog, onde os leitores poderão encontrar alguns artigos escritos mais recentemente: www.joaobpontes.com 

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

João Pontes: Continuar escrevendo artigos de opinião e um novo livro retratando o Brasil que vivi. 

Perguntas rápidas: 

Um livro: Sapiens – Uma breve história da humanidade, Yuval Noah Harari

Um (a) autor (a): Ariano Suassuna

Um ator ou atriz: José Wilker

Um filme: Amadeus, que além de nos fazer relembrar obras musicais do extraordinário Mozart, nos faz também perceber o quanto a mediocridade age para prejudicar as pessoas inteligentes.

Um dia especial: 24 de junho, meu aniversário. 

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

João Pontes: O livro Menino do Sertão relata o envolvimento do personagem Jones nos movimentos pela redemocratização do Brasil, ocorridos mais fortemente na década de 80 do século passado. Participação modesta, mas firme e consciente.

No entanto, ele jamais poderia imaginar que a tão sonhada democracia, que tanto lutou para ver implantada, fosse nos trazer ao momento atual, no qual vemos o nosso País entregue a uma classe política degradada. Sem dúvida, o atual desgoverno, que afunda o País em crises política, econômica e sanitária sem precedentes, é produto da degradação da classe política e de um povo majoritariamente inconsciente. Espera ele que o genocídio consciente que está sendo praticado possa ser interrompido e punido exemplarmente, para que nunca mais se repita.

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segunda-feira, 5 de abril de 2021

Conheça o livro A Insanidade Que Nos Une, do autor Reginaldo Leite (Drago Editorial)


O que esperar de uma história narrada pela Insanidade? Esse é o fio condutor da trama: o inesperado.

Uma escritora que vive a fantasia como delírio de realidade. Um arquiteto que esconde atos peculiares para se manter jovem e forte. E uma mulher que sofre com o enorme constrangimento: quando não é um braço que cai é uma perna que se desloca. Sem fantasiar as palavras, a Insanidade lhe conduzirá ao desconhecido, numa viagem rumo ao interior da mente humana e ao ápice da arte de enlouquecer. Porque ser louco não é o fim. É apenas o passaporte de uma jornada.

CONFIRA ENTREVISTA COM O AUTOR: CLIQUE AQUI.

PARA ADQUIRIR O LIVRO: CLIQUE AQUI.

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sábado, 3 de abril de 2021

Reginaldo Leite e o livro “A Insanidade que nos une: um mergulho na arte de enlouquecer” (Drago Editorial)


Reginaldo Leite
é carioca e nasceu em 1974. Cenógrafo, com Mestrado e Doutorado pela UFRJ. Desenvolve pesquisa de Pós-Doutorado, na Universidade do Estado do Rio de Janeiro, sob supervisão da Professora Doutora Maria Berbara. Professor universitário, criou projetos de Cenografia e Indumentária para diversos espetáculos e carnaval. Foi premiado no IX Festival Nacional de Teatro de Florianópolis Isnard Azevedo e no 26º FESTIN de Teatro de Toledo no Paraná.  Integra o grupo de pesquisa “Studiolo: Estudos em História da Arte da Antiguidade à Primeira Época Moderna” (UERJ).  É autor dos livros: Os Crimes de Platão (2019) e A Insanidade que nos une: um mergulho na arte de enlouquecer (2020).   

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Reginaldo Leite: Venho do campo da pesquisa em leitura de imagem e escrever artigos científicos é uma das minhas atribuições.  Entrei na seara literária por conta da cobrança de alunos na Universidade, que já conheciam minhas publicações de estudo, porém, a ficção se apresentava como um desafio encantador. 

Conexão Literatura: Você é autor do livro “A Insanidade que nos une: um mergulho na arte de enlouquecer” (Drago Editorial). Poderia comentar? 

Reginaldo Leite: Após publicar o livro “Os Crimes de Platão” em 2019, me deparei com a necessidade de conhecer um pouco mais sobre a loucura.  O tema já foi bastante trabalhado no cinema, teatro e literatura, porém, surgiu o interesse em criar um diálogo com a Insanidade, para que Ela explicasse como é o processo de enlouquecer.  Então escrevi “A Insanidade que nos une: um mergulho na arte de enlouquecer”, publicado em 2020.  A Insanidade é a narradora do livro e nos convida ao mergulho num insólito universo.  Nele, viajamos por diferentes cenários da mente criativa de Nora Hipólito Bernardes – uma escritora que vive a dificuldade de encarar o mundo real.     

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro? 

Reginaldo Leite: Foram dois anos de trabalho.  Sou um profissional da imagem e o livro é muito visual.  Parti de alguns artistas para montar meu repertório – Vincent van Gogh, Samuel Beckett, William Blake, Arthur Bispo do Rosário e Aleijadinho.  Daí, foi só ouvir o que a Insanidade tem a dizer. 

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho que você acha especial em seu livro?  

Reginaldo Leite: “Sou cuidadosa em meu trabalho, apesar de duvidarem disso, e lhe explicarei os passos da arte de enlouquecer. No início, há a sensação de vazio. Depois, as cognições esparsas e os leves brancos de memória. A partir daí, me aproximo de você. Sob um período de convivência juntos, lhe apresento meu mundo. Você o percebe e mergulha ao encontro dele. Posso garantir, é uma cena arrebatadora. Após deixar tudo para trás sem qualquer demonstração de arrependimento, seu corpo se rende aos habituais espasmos, como se o tempo parasse bem diante dos olhos. Então caminhamos juntos, abrimos portas, desbravamos diferentes atmosferas e nos tornamos apenas um. Quem sou eu? Acredite, sou a loucura. Pelo menos é como me definem.”

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Reginaldo Leite: Meus livros estão disponíveis no site da editora: www.dragoeditorial.com

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

Reginaldo Leite: Sim. Em 2021 será publicado meu terceiro livro: “Quando a palavra é o gesto e a imagem emoção”.  Uma obra que tem como ponto nodal as paixões humanas.

Perguntas rápidas:

Um livro: “L’Image du monde” de Gauthier de Mertz

Um (a) autor (a): Ariano Suassuna

Um ator ou atriz: Joaquin Phoenix

Um filme: Coringa

Um dia especial: o dia do nascimento de cada filho.

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Reginaldo Leite: Sejamos criativos, imaginativos e, sempre, tolerantes para com as diferenças e os aparentemente “diferentes”.  Porque em meio a tantas diferenças percebemos o quanto somos iguais.  Ser louco não é o fim.  É apenas o passaporte de uma jornada.

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quarta-feira, 3 de março de 2021

Se Eu Te Conto... Vira Novela! - J. Rossini


A CASA: Uma arquiteta adquire uma casa histórica para restaurá-la. Encontra um baú de documentos e acaba por descobrir um drama terrível da antiga família proprietária.

A SELVAGEM: A trajetória de uma prostituta, desde sua infância, as tentativas de estupro por parte do irmão, sua vida nos prostíbulos de alto nível, até seu envolvimento com traficantes de droga e suas consequências.

UMA HISTÓRIA RETRÔ: O primeiro amor e a primeira experiência sexual de um adolescente da década de 60 do século passado. Os preconceitos e a hipocrisia das famílias de classe média brasileiras da época.

A DAMA DE FERRO: A experiência vivida por uma publicitária ambiciosa e inescrupulosa em sua eterna busca de mais dinheiro, poder e notoriedade. Um acidente acaba por transformar seus valores.

TEMPOS MODERNOS: Um triângulo amoroso gerado por uma aventura extraconjugal de Nara, muito bem casada com Daniel, mas, que se apaixona por Juliana. Conto dramático e divertido.

O JARDINEIRO: O amor de Caio, negro, engenheiro, jardineiro, filho adotivo de uma família branca de classe média e Fabíola, oriunda de uma família aristocrática e preconceituosa.

O CRIME NÃO COMPENSA: A saga de Ronaldo, um policial que se envolve com contraventores e traficantes. Os métodos cruéis do crime organizado, assassinatos, lavagem de dinheiro, corrupção.

Para adquirir o livro ou saber mais, acesse:
https://www.dragoeditorial.com/p/se-eu-te-conto-vira-novela-j-rossini-14x21-282-paginas
www.jrossini.com.br
Facebook: jrossinioficial
Instagram: @_jrossini

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terça-feira, 2 de março de 2021

J. Rossini e o livro “Se eu te conto... Vira novela”

J. Rossini - Foto divulgação

J. Rossini
é paulistano. Pós graduado a nível de mestrado em administração de empresas, trabalhou por mais de 40 anos em TV e Música exercendo funções executivas, convivendo com celebridades e residindo em várias cidades dentro e fora do Brasil. Viajou pelos 5 continentes, passou por vários casamentos, tem 4 filhos e um neto. Motociclista aposentado, cozinheiro amador, apaixonado por cachorros, amante de música, literatura, cinema e esportes, ele se auto define como “leal, carinhoso, aventureiro, dinâmico, espirituoso, perspicaz, irônico, rebelde, inconveniente, contundente, politicamente incorreto, genioso, ciumento e grosseiro”.

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?


J. Rossini: Desde que me entendo por gente sou apaixonado por leitura. Ao longo da minha carreira profissional na TV e na Música que envolvia muitas viagens, quando me encontrava em situações de difícil acesso a livros, costumava ler revistas antigas ou o que estivesse ao alcance. Desde cardápios de frigobar em hotéis até instruções de uso de escadas de incêndio. Não consigo passar mais de duas horas sem ler. Em função dessa obsessão por leitura sempre tive facilidade em escrever. A ideia de entrar no meio literário profissional surgiu em 2018, porém só em 2020 decidi lançar o primeiro livro. Ainda estou em processo de aprendizado, conhecendo a dinâmica do mercado literário, suas peculiaridades e pontos chaves.

Conexão Literatura: Você é autor do livro “Se eu te conto... Vira novela”. Poderia comentar?

J. Rossini: É um livro de Contos. São 7 contos de ficção inteiramente embasados em experiências humanas reais, sem pretensões intelectuais ou filosóficas. Simplesmente experiências humanas que eu vivi, testemunhei ou tomei conhecimento, transformadas em contos de ficção. Os contos abordam sentimentos e atitudes como bondade, maldade, arrogância, humildade, luxúria, ambição, generosidade, preconceito, sensualidade, lealdade, traição, ou seja, tudo que caracteriza o gênero humano.


Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir sua trilogia?

J. Rossini:. Fico surpreso por vocês já terem a informação de que tenho mais 2 livros prontos. Interesso-me por vários assuntos desde a adolescência. Comportamento humano e costumes nas diversas épocas desde a antiguidade sempre me fascinou, e, minhas pesquisas se realizavam em bibliotecas de universidades, livros, teses, e, nos últimos 20 anos na internet. Tais pesquisas não se destinavam exatamente a escrever livros e sim a conhecer mais sobre os assuntos que me interessavam. Então, a somatória das experiências vividas com as muitas pesquisas feitas ao longo da vida serviu de base para escrever os 3 primeiros livros que levaram 10 meses para serem concluídos. No momento estou trabalhando no meu 4º livro.

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho que você acha especial em seu livro?  

J. Rossini: Nesse primeiro livro “Se eu te CONTO vira NOVELA um dos contos que eu considero especial, chama-se Tempos Modernos. É a história de um triângulo amoroso que se forma entre um casal clássico, aparentemente bem resolvido, e uma lésbica pela qual a esposa se apaixona. A narrativa, os eventos e os diálogos procuram demonstrar que não há limites ou barreiras para os sentimentos humanos e, ninguém deve ser julgado por isso.

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário?

J. Rossini: O livro está disponível para venda na Editora (www.dragoeditorial.com), na Amazon, Mercado Livre, Americanas.com, Submarino.com, Ponto Frio, Casas Bahia, e, dentro de mais alguns dias na Magalu e Livraria da Travessa.
Para mais informações sobre mim e sobre o livro:
www.jrossini.com.br
Facebook: jrossinioficial
Instagram: @_jrossini

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta?

J. Rossini: Como já expliquei tenho mais dois livros prontos. O segundo deverá ser lançado no final desse ano de 2021 e chama-se “...e a NOVELA continua”. Também é um livro de Contos, sequência do primeiro que acabei de lançar. O terceiro é um romance que conta a saga de uma família de empresários do Sul do Brasil, ainda sem título definitivo nem previsão de lançamento. Nesse momento estou trabalhando no meu 4º livro que versa sobre minha visão de futuro da humanidade.

Perguntas rápidas:

Um livro:  Conversa na Catedral
Um (a) autor (a):  Mário Vargas Llosa
Um ator ou atriz: Meryl Streep
Um filme: Blade Runner o Caçador de Androides
Um dia especial: 9 de outubro (data de nascimento de meu filho caçula e de meu primeiro neto)

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário?

J. Rossini: Tenho recebido retorno bastante positivo sobre esse meu primeiro livro. A maioria das pessoas que o leram têm sido unânimes em me escrever dizendo que quando iniciaram a leitura não conseguiam interromper. A maioria concluiu a leitura em horas e, todas já estão me cobrando o segundo livro. Essas assertivas positivas têm sido minha maior motivação para dar continuidade no trabalho que me propus realizar no terço final de minha vida. Obrigado pela entrevista.

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terça-feira, 9 de junho de 2020

Conheça o livro Paris "Luzes e Sombras no Coração da Europa", do autor Adolfo Vasconcelos de Albuquerque


A história contada no livro se inicia em 1871 logo após a guerra franco-prussiana e termina em 1919 logo após a primeira guerra mundial. Relata a vida do personagem principal (que se chama André), homem culto, interessado em arte e em cultura, mas que se vê atormentado por dúvidas e por uma pesada culpa que o faz mergulhar em um turbilhão de emoções e de conflitos psicológicos que culminam em um desfecho trágico e surpreendente. Como pano de fundo, descrevo a história de locais que fazem parte do subconsciente do mundo ocidental como, por exemplo, da Catedral de Notre Dame de Paris, do Arco do Triunfo, do Museu do Louvre, da Catedral de Reims (onde eram realizadas as coroações dos Reis da França), dentre muitos outros. Os personagens ficcionais têm oportunidade de encontrar personagens históricos da vida parisiense da época como, por exemplo, Victor Hugo, Charcot e Monet, também aproveito para citar episódios curiosos/relevantes da vida personalidades míticos como Napoleão Bonaparte, Joana D'Arc, Francisco I e Leonardo da Vinci (que terminou seus dias na França). A última parte do livro se dedica a descrever o período dramático da Grande Guerra, descrevo as principais batalhas, os estágios do conflito e relato as mudanças que a primeira guerra impõe ao mapa europeu/mundial (os personagens participam direta ou indiretamente dos sofrimentos causados por esse conflito sem paralelo até então).

Para saber mais ou adquirir o livro: clique aqui.
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segunda-feira, 8 de junho de 2020

Adolfo Vasconcelos de Albuquerque e o livro Paris. Luzes e Sombras no Coração da Europa (Drago Editorial)

Adolfo Vasconcelos de Albuquerque - Foto divulgação
Adolfo Vasconcelos de Albuquerque é médico e escritor alagoano, graduado pela UFAL (Universidade Federal de Alagoas) e pós graduado em Neurologia pela UFF (Universidade Federal Fluminense).

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Adolfo Vasconcelos de Albuquerque: Acho que todo escritor é um ávido leitor, ou, ao menos, deveria ser. Depois de ler alguns clássicos, de degustar a maestria de grandes autores, senti a necessidade de escrever, de me expressar através das palavras escritas. E tenho a satisfação de ter produzido um livro que eu gostaria de ler, que reflete meus pensamentos, minhas ideias, meus interesses e, em parte, minhas vivências. “Paris. Luzes e Sombras no Coração da Europa” tem muito de mim, daquilo que aprendi e experimentei em anos de leitura, daquilo que eu entendo por literatura, é um livro que instrui, mas também que instiga o leitor, que desafia a pensar e a imaginar, que traz resposta, mas também desperta dúvidas. 

Conexão Literatura: Você é autor do livro “Paris. Luzes e Sombras no Coração da Europa” (Editora Drago). Poderia comentar? 

Adolfo Vasconcelos de Albuquerque: Trata-se de um romance histórico ambientado na França do fim do século XIX e do início do século XX. O lapso temporal abraçado pela ficção vai de 1871 (fim da Guerra Franco-Prussiana) até o fim da Primeira Guerra Mundial. Descreve o furor espiritual, econômico e científico que faz de Paris o farol cultural da Europa (no fim do século XIX) até o início da Grande Guerra que faz a França (e todo o continente europeu) mergulhar nas sombras de uma tragédia sem paralelo até então. A trama ficcional é marcada pelos conflitos psicológicos do personagem principal (André), as culpas, as dúvidas, as experiências felizes e traumáticas transportam os personagens através das mais variadas sensações, a cada página, deparamo-nos com os extremos das emoções humanas, com surpresas e reviravoltas, com a felicidade e com o desespero, com o altruísmo e com a mesquinhez, enfim, somos confrontados com um espelho que reflete a complexidade da alma humana. O livro também nos permite conhecer um pouco da história de lugares e monumentos que hoje fazem parte do subconsciente do mundo ocidental: a Catedral de Notre-Dame de Paris, a Torre Eiffel, o Palácio do Louvre, o Arco do Triunfo (dentre muitos outros). Também nos deparamos com episódios curiosos/históricos que nos colocam em contato com personagens de primeira grandeza: Napoleão Bonaparte, Victor Hugo, Claude Monet, Francisco I, Allan Kardec, Joana D’Arc, Leonardo da Vinci, etc. Meu objetivo, ao escrever esse livro, foi convidar o leitor para uma viagem pelos porões obscuros e tumultuados da mente humana e pela história da França, com a esperança de instigar e de deleitar aqueles que aceitarem esse singelo convite.   

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro? 

Adolfo Vasconcelos de Albuquerque: Levei cerca de 6 meses para escrever, a história, após os primeiros capítulos, passou a brotar com facilidade assustadora, os eventos foram se sucedendo tão naturalmente que não tive alternativa, o livro sabia o que queria de mim. O resultado final foi bem diferente do que eu havia imaginado antes de começar a escrever, mas, após o ponto final, ficou claro que não poderia ter sido de outra forma.

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho que você acha especial em seu livro?  

Adolfo Vasconcelos de Albuquerque: Certamente os conflitos psicológicos do personagem principal e os desdobramentos surpreendentes da história são o ponto forte do romance. Também destaco a parte final do livro em que nos deparamos com os horrores da Grande Guerra (Primeira Guerra Mundial) sob a óptica de quem lutou pela própria vida e pela liberdade da França em tempos sombrios.

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Adolfo Vasconcelos de Albuquerque: O livro está disponível no site da Editora DRAGO (clique aqui). O e-book está disponível na AMAZON (espero logo ter o livro físico também disponível por lá). 

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

Adolfo Vasconcelos de Albuquerque: Tenho um segundo livro pronto desde 2019 e em fase inicial de publicação, espero logo estar comentando sobre esse novo trabalho na Revista Conexão Literatura.

Perguntas rápidas:

Um livro: O FÍSICO (de Noah Gordon, publicado pela Editora Rocco)
Um (a) autor (a): Victor Hugo
Um ator ou atriz: Gérard Depardieu (em Os Miseráveis)
Um filme: Meia Noite em Paris
Um dia especial: Só posso pensar em DOIS dias especiais, quando nasceram minhas amadas filhas

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Adolfo Vasconcelos de Albuquerque: Gostaria de cerrar fileiras em defesa do hábito de ler, de degustar bons livros. Acho que a literatura precisa ser incorporada com persistência e paciência na rotina especialmente dos jovens, não é fácil disputar espaço com os smartphones, com os tablets, com os apelos luminosos da comunicação digital (das redes sociais repletas de emojis), mas talvez não seja preciso competir, não é necessário estimular o embate entre a velha literatura e as novas mídias, há espaço para quase tudo e para quase todos nos nossos tempos. Um bom livro sempre terá seu papel, sempre será útil, sempre fará parte da construção de uma sociedade mais consciente, capaz de recordar do passado e de edificar um futuro mais próspero e calejado pelas vicissitudes e pelas glórias registradas na História (e testemunhadas pelas páginas palpáveis e folheáveis dos livros).  
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quinta-feira, 7 de maio de 2020

Conheça o livro "Intempestivo William", do autor Emmanuel M. A. Moreno (Drago Editorial)


William é um professor universitário sensível e inseguro que encontra o amor numa colega de profissão a doce Sônia. Porém, o amor é um terreno movediço e, devido a alguns acontecimentos, o relacionamento entre os dois vai ficando cada vez mais improvável e difícil.

Degustação: Existem tantos Willians em tantos outros lugares por aí, com suas almas sensíveis e seus peitos feridos, que resolvi compartilhar essa história da qual fui testemunha. Talvez com isso ela encontre um ombro amigo onde possa repousar sua tristeza, porque os momentos felizes são apenas uma parcela diminuta da tragédia da vida, e ela, na maioria das vezes, com toda sua intensidade de emoções, proporciona angústia e solidão aos poucos espíritos livres que, por acaso, ainda existam.

Livro tamanho 14x21cm
116 páginas.
Autor Emmanuel M. A. Moreno.
Drago Editorial
Confira entrevista com o autor: clique aqui.
Para adquirir: clique aqui.
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quarta-feira, 6 de maio de 2020

Emmanuel M. A. Moreno e o livro “Intempestivo William” (Drago Editorial)

Emmanuel M. A. Moreno - Foto divulgação
Formado em História e pós-graduando em Ciências Humanas, Emmanuel M. A. Moreno tem 36 anos, é porto-alegrense de nascimento, mas já vive a mais de duas décadas em Gravataí na região metropolitana. “Intempestivo William” é a sua obra de estréia. Ele ama a literatura desde a adolescência quando pegou gosto pela leitura dos clássicos da literatura mundial. Tem como autores preferidos Edgar Allan Poe, Franz Kafka, Johann Wolfgang Von Goethe, George Orwell, William Golding, entre outros tantos autores maravilhosos, e seu estilo literário é fortemente influenciado por eles.

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Emmanuel M. A. Moreno: Peguei gosto pela leitura na adolescência quando (lembro como fosse hoje), por intermédio de um amigo, tive contato com os “Sonetos” de Luís de Camões. Depois disso, comecei a procurar mais obras de literatura clássica e a escrever também sonetos. Ainda tenho alguns guardados, contudo, muitos já se perderam. Quem sabe um dia eu publique os que restaram? Tudo é possível. Sempre quando eu escrevia recebia uma chuva de elogios a respeito de minha escrita, porém, recebia esses elogios com certo ceticismo. Mas a vontade de escrever um livro sempre esteve presente enquanto lia Poe, Goethe, Kafka… até que um dia parei de me procrastinar e coloquei minha vontade em prática. Agora peguei gosto por contar histórias e terei muito mais para contar daqui por diante. 

Conexão Literatura: Você é autor do livro “Intempestivo William” (Drago Editorial). Poderia comentar? 

Emmanuel M. A. Moreno: O livro inteiro é um grande laboratório para a minha escrita e o estilo literário que eu gostaria de seguir daqui por diante. Foi onde derramei todas as minhas influências sobre o papel e testei minha capacidade de organizar ideias. Falando especificamente da história, “Intempestivo William” dialoga com aquelas pessoas que são mais comuns do que se pensa: pessoas inseguras no amor, inseguras com a vida, com os propósitos, com o presente eo futuro… E não há nada que mais desnuda a nossa insegurança do que quando nos apaixonamos: O amor nos deixa vulneráveis às intempéries do mundo e, quando a pessoa que se apaixona tem tendência a amplificar essa insegurança e vulnerabilidade, esse amor pode se tornar mais prejudicial do que agregador, o que pode ser fatal.     

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir sua obra? 

Emmanuel M. A. Moreno: Posso dizer que as pesquisas foram feitas através de todas as leituras que fiz e que foram alimentando a minha vontade de escrever. Como todos aqueles que gostam de ler bem sabem, a literatura desenvolve a criatividade e chega uma hora que as ideias anseiam por serem externadas. Com relação ao tempo de conclusão da obra, lembro que tive que parar de escrever enquanto fazia minha graduação em História. Nesse período conseguia escrever esporadicamente, considerando que tinha que dar mais atenção aos conteúdos da faculdade. Por isso, calculo que a obra demorou uns quatro anos para ser completada.   

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho que você acha especial em um dos seus livros?  

Emmanuel M. A. Moreno: “Existem tantos Willians em tantos outros lugares por aí, com suas almas sensíveis e seus peitos feridos, que resolvi compartilhar essa história da qual fui testemunha. Talvez com isso ela encontre um ombro amigo onde possa repousar sua tristeza, porque os momentos felizes são apenas uma parcela diminuta da tragédia da vida, e ela, na maioria das vezes, com toda sua intensidade de emoções, proporciona angústia e solidão aos poucos espíritos livres que, por acaso, ainda existam.”

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir os seus livros e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Emmanuel M. A. Moreno: Sempre oriento aos leitores interessados a buscarem a obra pelo site da editora: www.dragoeditorial.com , pois ela tem parceria com os Correios e o frete sai muito mais em conta através do PAC. Mas, para quem preferir outros meios, a obra também é encontrada no site das Americanas, Casas Bahia, Extra, Submarino, Mercado Livre e, muito em breve, na Amazon. Estou pensando em fazer um blog ou um site para divulgar meus trabalhos, ainda não decidi. Por enquanto deixo minhas redes sociais para o pessoal se informar de alguma novidade: https://www.facebook.com/emmanuel.moreno.9256 , ou então sigam @emmanuelmorenogtirs no instagram. 

Conexão Literatura:

Emmanuel Moreno: Já tem um livro novo prontinho que está nas mãos da editora. Ele se chama “Amarelo, Verde e Vermelho” e sua previsão de lançamento é para outubro, mas não sei se não vai atrasar um pouco por conta de tudo que está acontecendo no mundo por esses meses. Como eu gosto de me dedicar a um projeto de cada vez, e sempre dedico um tempo de preparação para um próximo trabalho, agora estou em um período de absorção de conteúdos através de leituras, filmes, pinturas, enfim, artes em geral. Afinal, para se fazer arte tem que se apreciar arte!

Perguntas rápidas:

Um livro: O Processo.
Um (a) autor (a): Franz Kafka. 
Um ator ou atriz: Robert De Niro.
Um filme: Sociedade dos Poetas Mortos.
Um dia especial: Um dia em que estou reunido com a família e com os amigos.

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Emmanuel M. A. Moreno: Que a literatura possa continuar a nos levar a lugares onde o cotidiano não nos leva. Que a leitura possa continuar nos esclarecendo sobre questões sustentadas pela desinformação. E que a arte possa continuar nos oferecendo ilusões porque, na vida, só realismo não basta.
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terça-feira, 28 de abril de 2020

Carmem Aparecida Gomes e o livro “Entre o Sacro e o Profano” (Drago Editorial)

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Carmem Aparecida Gomes nasceu no interior de Goiás, é filha de costureira e artesã, na infância onde enfrentou dificuldades financeiras estudou em grupos escolares (escola publica). Concluiu o Ensino médio através do EJA (Ensino de Jovens e Adultos) em seguida cursou Pedagogia, Direito, Especializou-se em Ensino Superior e é Mestra em Educação. Começou a escrever em 2012, publicou suas obras literárias em 2015, hoje disponíveis em sites nacionais e internacionais. Suas obras: A Menina e o Tesouro, Os Sonhos Mágicos de Eloan, A Preguiça do Cumpade Zé Cochoxi ,O Colecionador de Tatuagens, Amo Eternamente Uma Única Vez e seu livro poético solo Entre o Sacro e o Profano. Participou de várias Antologias Poéticas e em obras poéticas Coletivas no Brasil e Exterior. Tem um roteiro cinematográfico em avaliação e algumas singelas letras de músicas no site Vaga-lume. Em 2019 uma Revista Antológica a classificou e certificou como sendo uma das melhores poetisas do ano de 2019. 

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário

Carmem Aparecida Gomes: Sempre amei a escrita. Nos trabalhos em grupo nos meus cursos superiores sempre optava por ficar com a parte escrita. No meu cotidiano corrido e cheio de afazeres sempre ensejava escrever livros. Sou louca por livros. Amava a biblioteca da faculdade. Como estudiosa da Educação sempre achei que ali era o local ideal para se ministrar aulas. Assim que terminei o curso de Mestrado comecei a escrever meus livros. O meu primeiro é o queridinho dos Pedagogos de Goiás sendo A Menina e o Tesouro uma obra para se trabalhar ‘valores humanos’ com crianças/alunos de 9/11 anos de idade.
Amo escrever e poetizar e não estou nesse ‘meio’ só por “faz de conta”, quero me tornar uma imortal, ou seja, ficar para sempre na história.

Conexão Literatura: Você é autora do livro “Entre o Sacro e o Profano”. Poderia comentar? 

Carmem Aparecida Gomes: Sim. A obra ENTRE O SACRO E O PROFANO é uma obra de textos líricos belíssima. Alguns poemas foram publicados em grupos de poetas e poetisas, sendo uma minoria. Os demais textos líricos são inéditos, sendo publicados somente no Livro poético o qual eu chamo de “Obra Poética Futurista”. A capa é uma arte ‘mui bela’.
Dentro da mencionada obra está o meu interior explicitando em textos líricos “o belo e o feio da alma do ser humano”. Acalmo os leitores amantes de textos líricos que planejo publicar outras obras poéticas em breve. 

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir sua Obra? 

Carmem Aparecida Gomes: Na verdade não fiz pesquisas. Assim que escrevo um poema ou vários poemas eu os guardo num arquivo preparando o nascimento de UM LIVRO. E dessa forma eu tenho vários textos líricos divididos em três futuros livros poéticos.

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho que você acha especial em seu livro?  

Carmem Aparecida Gomes: Não posso destacar SÓ um trecho do livro, me sinto abandonando os demais ‘filhos’. O Livro Entre o Sacro e o Profano é todo muito especial.
Eu cito como ‘destaque’ o micro conto na página 089 “A RIQUEZA DA POBREZA”. A referida história com um fundo moral nos leva a refletir nossa existência e comportamento como humanos. Eu Convido o leitor para conhecer lendo o Livro “sem” moderação.

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Carmem Aparecida Gomes: O Livro ENTRE O SACRO E O PROFANO está disponível nos sites  Drago Editorial (inclusive como obra destaque) e também nos sites Casas Bahia, Extra, Bok2 e em breve nos demais sites como Amazon e outros.

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

Carmem Aparecida Gomes: Sim. Tenho vários textos para publicar dentre eles infantil, juvenil, romance, contos e três obras poéticas ainda nos formatos de textos. Estou aguardando a passagem do que chamo de ‘tempos difíceis ‘ e pretendo continuar a publicar minhas obras literárias. Oro a nosso senhor Jesus Cristo todos os dias e tenho esperança que tudo vai ficar bem para o mundo todo. 

Perguntas rápidas:

Um livro: Para o atual momento “O PRINCIPE (1513)”  
Um (a) autor (a): NICOLAU MAQUIAVEL
Um ator ou atriz: O ‘grande’ ANTHONY HOPKINS
Um filme: O PODER DA LEI (2011) MATTHEW MCCONAUGHEY 
Um dia especial: O ultimo dia da Quarentena mundial.

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Carmem Aparecida Gomes: Que nós escritores e poetas não deixamos jamais de escrever e poetizar. E da mesma forma que os Cientistas não desanimem ao buscar a ‘cura’ através de seus estudos e pesquisas para a humanidade. Que Deus nos abençoe.

Para adquirir o livro: clique aqui.
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quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Luta e Superação em “O Livro de Rafael”, da autora e mãe Marina C. S. Santos

Marina C. S. Santos - Foto divulgação
ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Marina C. S. Santos: Sempre gostei de escrever e ganhei dois concursos; um de crônicas, quando estava no segundo grau e outro de poesia quando me mudei para Cosmópolis.

Conexão Literatura: Você é autora do livro “O Livro de Rafael” (Drago Editorial). Poderia comentar?

Marina C. S. Santos: Meu filho Rafael enfrentara um câncer infantil com apenas três anos e eu me sentia muito culpada por ter permitido um tratamento tão agressivo (imagine só) . Estava muito deprimida e meu irmão me aconselhou a escrever sobre o acontecido.

Conexão Literatura: Quanto tempo levou para concluir seu livro?

Marina C. S. Santos: Na época em que escrevi eu não tinha computador, então datilografei. Foi bom porque coloquei toda aquela angústia no papel, mas não pensei em publicar. Algumas pessoas leram e gostaram muito, mas eu não tinha vontade de digitar. Passaram 27 anos até que minha neta, Liliane, resolveu digitar pra mim e então enviei pra editora.

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho do qual você acha especial em seu livro?

Marina C. S. Santos: “Naquele dia estávamos apenas eu e Rafael esperando que a enfermeira nos chamasse, quando um senhor que se sentara ao nosso lado, perguntou:
– Oi, garoto. Qual o seu nome?
– Rafael – eu disse por ele.
– E a senhora sabe o significado desse nome?
– Não. – respondi secamente, eu não estava com vontade de conversar.
– Significa “curado por Deus” – ele disse sem se importar com meu tom de voz. Repentinamente eu comecei a me interessar, queria ter certeza.
– Como é que o senhor sabe?
– Meu filho se chama Daniel que é “seguidor de Deus” e o seu filho é Rafael, “curado por Deus”. Pode procurar e verá que eu tenho razão.
Naquele momento, meu coração se encheu de esperança. Desde que soubera da doença de Rafael não fizera mais nenhuma oração. Perdera a confiança em Deus por Ele não ouvir minhas preces. “Mas agora, ao saber do significado do nome de meu filho, uma emoção me dominava.”
“Curado por Deus”. Então ele seria realmente curado por Deus. Eu confiava nisso. Tinha de confiar. “

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir um exemplar do seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário?

Marina C. S. Santos: Por enquanto, está sendo vendido apenas pelo site da Livraria Drago, mas espero que em breve esteja em todas as livrarias. Quanto a mim, podem me mandar mensagens no meu e-mail marinac57@live.com, responderei com prazer.

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta?

Marina C. S. Santos: Tenho outro livro pronto, mas está manuscrito. Infelizmente não consigo criar digitando, prefiro escrever à mão. Kkk. Tenho também alguns contos.

Perguntas rápidas:

Um livro: Três amores
Um (a) autor (a): A. J. Cronim
Um ator ou atriz: Denzel Washington
Um filme: Amor além da vida
Um dia especial: O dia em que o médico disse que Rafael estava curado.

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário?

Marina C. S. Santos: Fiquei muito feliz com a repercussão do lançamento do meu livro aqui na cidade em que moro. Foi muito mais do que eu esperava. Agora, com a ajuda de vocês quero alcançar mais pessoas. Tem muitas mães passando pelo que passei e acho que minha história vai dar a elas um pouco mais de esperança. Afinal, se há trinta anos meu filho conseguiu se curar, hoje a medicina tem muito mais recursos.

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segunda-feira, 26 de novembro de 2018

George Ornellas e o livro Lendário e a saga do gol mil (Drago Editorial)


SOBRE O AUTOR: 

George Ornellas é professor de Educação Física, historiador  e geógrafo. Começou a escrever há mais de vinte anos. É autor da trilogia Amores e Crimes, e, Lendário e a Saga do Gol mil. O autor é amante de esportes, viagens e literatura.

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

George Ornellas: Meu início no meio literário se deu através de um romance que escrevi há mais de vinte anos, e que foi publicado recentemente. Quando ele foi lançado na Bienal, resolvi dar prosseguimento a carreira literária.

Conexão Literatura: Você é autor do livro “Lendário e a saga do Gol Mil” (Drago Editorial). Poderia comentar?

George Ornellas: Lendário e a  Saga do Gol Mil, conta a historia de um garoto brasileiro, que com muita dificuldade torna-se um famoso jogador de futebol. Após fazer grande sucesso  nos gramados brasileiros, ele é vendido para um grande clube da Inglaterra, e então torna-se uma lenda, se transformando no melhor jogador do mundo, e virando um herói mundial.

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro?
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George Ornellas: Esse livro começou com uma brincadeira com alguns amigos. Inventei um personagem que além de ser um jogador de futebol, também era como um herói mundial. Ele ajudava a polícia  a prender bandidos, salvava pessoas de perigos, sabia lutar, cantar, entre outros atributos. Então comecei rascunhando algumas aventuras dele, e acabei criando várias histórias para ele. Depois, em um período de aproximadamente seis meses, juntei tudo, e acabou saindo o livro.

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho do qual você acha especial em seu livro?

George Ornellas: Geovan e Cadinho criaram um lema para eles. Esse lema é de que estariam sempre juntos. Sempre quando iam embora, gritavam:
- Sempre Juntos!
Estavam sentados sozinhos no velho estádio, conversavam alegremente e Geovan dizia:
- Sabe, Cadinho, daqui a alguns anos vamos estar jogando em um grande clube do Brasil.
- Com certeza, e também pela seleção, disputando uma Copa do Mundo e sendo campeões. Seria lindo, não é mesmo Geovan?
- Seria sim meu amigo. E nós dois sempre juntos. Agora, aproveito para lhe fazer as Sete promessas.
- As sete promessas?
- Sim. Sete promessas que irei cumprir.

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir um exemplar do seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário?

George Ornellas: O livro está disponível na Drago Editorial, e em breve estará em vários sites de venda.

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta?

George Ornellas: Sim. Tenho dois livros engatilhada para lançar em 2019. “A Garota “ e  “ A Assistente”.

Perguntas rápidas:

Um livro: Por Quem os Sinos Dobram.
Um (a) autor (a): Ernest Hemingway.
Um ator ou atriz: Robert De Niro.
Um filme: O Sol é Para Todos.
Um dia especial: Lançamento do meu primeiro livro na Bienal.

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário?

George Ornellas: Desejo anos de paz, e que possamos viver em um mundo com mais amor e  tolerância entre as pessoas.

Gostaria também de encerrar com uma citação do Ernest Hemingway;
Não há nada nobre em ser superior ao seu semelhante. A verdadeira nobreza é ser superior ao seu antigo eu.

Ernest Miller Hemingway.
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quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Harley Wanzeller e o livro Janelas da alma - Os Escritos de um poeta politicamente Incorreto (Drago Editorial)

Harley Wanzeller - Foto divulgação
Harley Wanzeller é um escritor politicamente incorreto, nascido em Belém do Pará. Iniciou timidamente seus escritos quando criança e, desde então, caneta, papel e computador passaram a ser companheiros íntimos de um jovem que sonhava com o mundo das palavras. Além da paixão por livros, nutria o sonho de tornar-se magistrado, o que realizou aos 24 anos quando ingressou nos quadros da magistratura federal, perante o Tribunal Regional do Trabalho da 8a. Região.
Atualmente, é juiz titular, faz parte do movimento nacional Magistratura Independente e do Movimento de Combate à Impunidade, ligado ao Instituto de Estudos para o Combate à Impunidade, sendo o único juiz trabalhista brasileiro convidado a compor os quadros do Instituto, até então.
A paixão pelas letras o fez escritor e poeta conservador contemporâneo, mantenedor do projeto “Janelas da Alma”, destinado à difusão da literatura hodierna “politicamente incorreta”.

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?


Harley Wanzeller: Eu sempre gostei de ler. Quando tinha 12 anos, iniciei meus primeiros textos de forma rudimentar, tentando simular, por pura intuição, a métrica que encontrava nos textos poéticos que lia. Obviamente, não passava de um exercício lúdico que certamente ajudou em minha formação. Passei a encontrar maior inspiração aos 22 anos, quando entrei em contato com a obra de Khalil Gibran. O livro “O Profeta“ foi um divisor de águas. Quando aliei esta experiência aos textos de Carlos Drummond de Andrade, passei a me desapegar da métrica e me concentrar no lírico, abraçando o estilo poético contemporâneo.

Conexão Literatura: Você é autor do livro “Janelas da alma - Os Escritos de um poeta politicamente Incorreto” (Drago Editorial). Poderia comentar?

Harley Wanzeller: Sempre escrevi. E como muitos fazem, mantinha os textos em um arquivo, bem guardado. Talvez, a timidez de expor ao mundo os meus pensamentos tenha feito isso. Mas um dia, tomei coragem pelo incentivo de minha esposa, Thaysa Luanna, e dei início ao projeto 'Janelas da Alma’, uma página criada para divulgação de meus textos. Quando criei a página, percebi que meus pensamentos encontravam aceitação junto ao público conservador, pois não abordavam somente os temas que ordinariamente encontramos em textos poéticos, como amor, paixão e relacionamentos de um modo geral.
O público me impulsionou na continuidade do trabalho, e o livro veio como consequência natural.

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro?

Harley Wanzeller: A poesia não nasce propriamente de uma pesquisa. O processo de criação é extremamente curioso, e devemos estar atentos a tudo. Vivo com bloco de notas [smartphone, ou caderninho mesmo], para anotar qualquer frase que me ocorra. A inspiração não tem hora nem lugar para surgir. Ela simplesmente toma conta do escritor, que acaba sendo um mero condutor das ideias e palavras ao papel. Na verdade, as palavras e as ideias tomam posse de seu espaço no mundo, usando o poeta como mero instrumento. Por isso, sempre tenho o bloco comigo, pois não sei em qual momento Deus me presenteará com seus conselhos e inspirações.

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho do qual você acha especial em seu livro?

Harley Wanzeller: Honestamente, o livro é um todo feito de partes independentes. E cada uma destas partes representa, em si, minha maneira de enxergar a vida. Mas, posso destacar alguns poemas que me marcaram muito, em decorrência dos acontecimentos políticos, como “Nação Ferida“, “Inferno de Gramsci“ e “E agora, Drummond?“ - este último, um verdadeiro sonho realizado, pois admiro muito a obra de Carlos Drummond de Andrade, apesar de ter convicções políticas bem diferentes das apresentadas por ele, em vida. Além destes, marcaram-me, pessoalmente, os poemas “Eu e você“ [feito para minha esposa], além dos poemas que fiz inspirado em meus filhos, como “Arco-íris“, “O Tempo e a Tartaruga“ e “Dois meses de um amor“. Enfim, selecionar um texto é muito difícil [risos].

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir um exemplar do seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário?


Harley Wanzeller: O leitor poderá adquirir o livro pela loja virtual da editora, através do site https://www.dragoeditorial.com . Poderá, também, ter contato com o trabalho a partir dos canais no Facebook [ www.facebook.com.br/poesiajanelasdaalma ], Instagram [@poesiajanelasdaalma], e pelo site www.poesiajanelasdaalma.com.br . Nestes espaços, publico de forma periódica poemas novos, além de artigos meus e de outros autores. Pelo site, o leitor terá uma experiência complementar ao conteúdo do livro, eis que teremos a interação da poesia com recursos audiovisuais, como fotos e vídeos.

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta?

Harley Wanzeller: Sim. Ao menos três. Um, seria a continuidade do projeto, com publicação de novos poemas. Outro, seria a criação da “audiopoesia“, com os textos falados, acessíveis a partir de plataformas de álbuns musicais como Spotify, Apple Music, Deezer, e outras. O terceiro projeto, um segredo [risos].

Perguntas rápidas:

Um livro: A abolição do Homem, de C.S.Lewis
Um (a) autor (a): Tenho vários... [risos]. Mas cito três: C.S.Lewis, G.K. Chesterton e meu
grande amigo, Percival Puggina.
Um ator ou atriz: Regina Duarte
Um filme: A lista de Schindler
Um dia especial: Meu casamento, e os nascimentos de meus 3 filhos.

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário?


Harley Wanzeller: “As pessoas incapazes de respeitar o pensamento alheio são exatamente aquelas que não convivem com suas próprias rejeições“. Um pensamento exposto no início do poema “O Intolerante“, que tenho como apropriado para os dias atuais. A real tolerância pouco ou nada tem a ver com concordância. Que as pessoas entendam isso. Entendam o significado da palavra “respeito“, e abram as Janelas de suas Almas para a vida!
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terça-feira, 6 de novembro de 2018

Helder Felix e o livro "Batons, Eucaliptos e Aspirinas” (Drago Editorial)

Helder Felix - Foto divulgação
O autor nasceu em Fortaleza. Graduado em Letras-Português e Literatura pela UFC – Universidade Federal do Ceará. Especializou-se em Ensino de Língua Portuguesa pela UECE – Universidade Estadual do Ceará. Membro do grupo de estudos em ADC – Análise do Discurso Crítica (UECE). Professor e escritor. Produz em vários gêneros, destacando-se contos, crônicas, poesia, haicais. Teve textos publicados em revistas eletrônicas, blogs e em antologias de concursos literários como: III Concurso literário Big Time Editora, Antologia Prêmio Vip de Literatura Edição 2016, Antologia Baseado na Estrada – 50 anos do movimento Hippie, Concurso Contemporânea de Literatura 2016, 5º Concurso Literário Pague Menos, IV Festival de Haicai de Petrópolis, Antologia de contos Arte do terror – 4 ° volume.

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Helder Felix: Rememorando meus primeiros contatos com a Literatura, transporto-me aos meus 9 ou 10 anos quando tive contatos com clássicos da literatura infantil universal que minha mãe trazia para casa. Desse tempo, o universo criativo de clássicos como O Patinho Feio, O Soldadinho de Chumbo, Branca de Neve que aos poucos me despertou a curiosidade e fascínio pela leitura. Como escritor – ou tentativa de sê-lo – comecei por textos de cunho poético aos 14 ou 15 anos. Escrevia à mão e “engavetava” em agendas. Mas não me vinha ainda a ideia de publicá-los. Comecei, também, a participar de eventos literários como ouvinte e a consumir cada vez mais livros.

Conexão Literatura: Você é autor do livro “Batons, Eucaliptos e Aspirinas” (Drago Editorial). Poderia comentar?

Helder Felix: Batons, Eucaliptos e Aspirinas é meu primeiro livro. Já havia publicado poemas, contos e crônicas em jornais, revistas, blogs e antologias de concursos literários, porém, Batons... é o primeiro sopro poético. É um livro de poesia que busca semioses. Há crítica social, reminiscências da infância, alusão a poetas de grande estrela, como Torquato Neto, Rimbaud e Manuel Bandeira. Prevalece versos livres com rimas internas, digamos. É um livro que apela para imagem. São poemas em geral narrativos. As figuras de linguagem, como a metáfora são usadas a fim de deixar as lacunas para o leitor participar da construção de significados. Há uma busca pela pluralidade, almejo.

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro?

Helder Felix: Não houve tanta pesquisa. O processo foi mais intuitivo. Obviamente, houve um trabalho com a linguagem, com ritmo do livro e dos assuntos que de repente quis tencionar. Foi uma semiose de reminiscências dos meus primeiros versos com o momento da escrita de Batons...
O processo de escrita foi até rápido. Aproximadamente 3 ou 4 meses. Entretanto, a concepção remota versos verdes da adolescência até a concretude dos poemas que de fato entraram no livro.

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho do qual você acha especial em seu livro?

Helder Felix: Poderia destacar vários que me dizem muito e que acredito – humildemente – poderem apontar caminhos para o sentir, o questionar. Mas como recorte, sintetizo com o verso: “mas de uma coisa é bela/continua enxergando poesia na vida” (A Fábrica de Poemas). Penso ser um verso de esperança que aponta para irmos, para lutarmos por dias melhores. Para vermos o belo na vida nos pormenores. No instante. Breve. Eterno e quiçá sempre pulsante. É um dos caminhos que de repente o poema – e o livro – direciona.

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir um exemplar do seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário?


Helder Felix: A Drago Editorial comercializa Batons, Eucaliptos e Aspirinas no site da editora: www.dragoeditorial.com 
E mantém contato com os interessados (contato@dragoeditorial.com)
Aproveito o espaço para deixar meu e-mail (juniorrusso.felix@gmail.com) para aqueles que se interessarem em interagir, em discutir e/ou comentar sobre o livro. Julgo relevante o contato texto-escritor-leitor.

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta?

Helder Felix: Há vários na mente e alguns já materializados, ao menos nos meus arquivos. Pretendo lançar o meu segundo livro de poesia, Insultos Poéticos e Outros Cactos no primeiro semestre de 2019. Há outros 6 livros de poesia e um de conto já prontos.  Esperando oportunidades. Atualmente, pesquiso e rabisco as temáticas para outro livro de contos. Em 2019, pretendo publicar esses projetos e iniciar a escrita do meu primeiro romance com 6 títulos provisórios por enquanto.

Perguntas rápidas:

Um livro: Dom Casmurro, Machado de Assis.
Um (a) autor (a): Carlos Drummond de Andrade.
Um ator ou atriz: Marcos Nanini
Um filme: O Ensaio sobre a Cegueira (homônimo do clássico de José Saramago)
Um dia especial: 22 de fevereiro de 1985

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário?

Helder Felix: Agradeço a Conexão Literatura pela oportunidade e parabenizo pelo espaço que é tão importante para os escritores dizerem algo sobre si e sobre seus livros. Aproveito para agradecer a Drago Editorial por todo apoio em todo o processo de publicação de Batons, Eucaliptos e Aspirinas. E espero que as editoras olhem um pouco mais para os novos escritores nacionais. Há muitos escribas pátrios de extrema qualidade estética que não publicam ou publicam menos do que desejam por falta de espaço no mercado editorial brasileiro. E que a Literatura e a Cultura sejam mais valorizadas em nosso país.
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quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Magnólia Gomes e o livro “A Guardiã Dama da Noite” (Drago Editorial)

Magnólia Gomes - Foto divulgação
Paulistana, desenvolveu o gosto pela Literatura e tudo que envolvia a diversidade linguística como conhecimento indispensável para a boa convivência e respeito às diferentes classes sociais, apreciando conteúdo e pensamento.
Admiradora de Chomsky e seus estudos da Gramática Universal, cuja oportunidade teve de conhecer sobre o assunto, ainda como discente da faculdade de Letras.
Aprecia a simplicidade em tudo, amante de gatos, espiritualista, se coloca à disposição da escrita mediúnica com amor e seriedade e tanto quanto da escrita independente.

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?


Magnólia Gomes: Em 2011 escrevi as primeiras páginas do livro “A Guardiã Dama da Noite”, no entanto, a publicação só ocorreu sete anos mais tarde, digamos que, no momento oportuno e em parceria com a Drago Editorial que acreditou no meu projeto. Escrever já era uma prática apreciada antes mesmo do livro, entretanto, o livro veio na medida em que aliei o conhecimento adquirido também no curso de Letras ao alinhamento espiritual, quando então meus benfeitores passaram a ditar a obra efetivamente até à conclusão.

Conexão Literatura: Você é autora do livro “A Guardiã Dama da Noite” (Drago Editorial). Poderia comentar?

Magnólia Gomes: Em minha jornada e busca espiritual pela própria essência, esse livro surgiu de forma “inspiracional” ou seja, um romance mediúnico que relata passagens no Egito Antigo no ano 4600 A.C e aborda sentimentos e conflitos humanos universais, embora numa época distante do tempo presente, num contexto histórico muito diferente e condizente com a  época, também aborda questões atemporais no concerne ao comportamento humano vigentes até os dias atuais.

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro?


Magnólia Gomes: O material levou cerca de sete meses para ser concluído, no entanto, a oportunidade para publicá-lo surgiu mais tarde como mencionei anteriormente. Na realidade, por se tratar de um livro “inspiracional”, por assim dizer, não houve o quesito pesquisa constante. Contive-me para não interromper a escrita e algumas pequenas verificações pude posteriormente fazer com tranquilidade, uma vez que já estava materializado.
Esclareço que o material foi uma fusão entre autora e “ditado espiritual”, em que paulatinamente coloquei no papel com orientação de um benfeitor que se utilizou do meu psiquismo para inferir os relatos até que se formasse o todo, encapsulado em forma de livro.

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho do qual você acha especial em seu livro?

Magnólia Gomes: Escolha sobremaneira desafiadora (...risos), permita-me dizer, eu chamaria de trecho para reflexão:
 “Liderar de forma execrável é algo peculiar ao ser humano, pois enquanto na posição privilegiada, muitos agem com despotismo e embora executem ações positivas também, o poder de modo geral corrompe com facilidade pela fascinação que exerce.”

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir um exemplar do seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário?

Magnólia Gomes: É muito simples – a aquisição do exemplar é feita pelo site https://www.livrariadragoeditorial.com  
Contato com a autora
https://www.facebook.com/magnoliagomesautora

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta?

Magnólia Gomes: Sim, já existe um novo livro sendo gestado, de cunho inspiracional também, espero ter  a honra de firmar nova parceria com a equipe Drago Editorial e vir aqui partilhar com a Revista Conexão Literária e todo o público simpatizante e interessado nesse segmento literário.

Perguntas rápidas:

Um livro: O anjo pornográfico, a vida de Nelson Rodrigues (Ruy Castro)
Um (a) autor (a): Luis Fernando Verissimo
Um ator ou atriz: Fernanda Montenegro
Um filme: Janela indiscreta (Alfred Hitchcock)
Dia especial: Quando toquei o primeiro exemplar de meu livro, alegria sem igual.

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário?


Magnólia Gomes: Agradeço aos leitores que criteriosamente leram “A Guardiã Dama da Noite, nos caminhos do Egito”, a Drago Editorial por acreditar no meu projeto e a equipe da Revista Conexão Literária pelo espaço cedido gentilmente. Finalizo com palavras de contentamento de uma medianeira que continuará nos incessantes esforços para trazer mais obras de cunho mediúnico que possam trazer informações úteis, que contribuam com todo aquele que lê e aprecia sobre espiritualidade, quiçá, fomentar a leitura aos que porventura se interessem pelo assunto, sempre em prol do esclarecimento e evolução de cada um.
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