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segunda-feira, 17 de maio de 2021

ENTREVISTA: Cristina Jones e a Editora InVerso, por Cida Simka e Sérgio Simka

Cristina Jones - Foto divulgação

Fale-nos sobre você. 

Meu nome é Cristina Jones, sou sócia-fundadora e publisher da Editora InVerso. E uma coisa curiosa é que sempre que me apresento como publisher, editora, causo um certo estranhamento nas pessoas. Primeiro por acharem diferente (são poucas as editoras) e depois por não imaginarem que este papel seja desempenhado por uma mulher. Quando a pergunta é “por que publisher” eu digo que tive a sorte te ter a semente germinada, ainda enquanto uma garota do ensino fundamental que sempre se expressou pela escrita, mas achava que seria médica. Com o cultivo certo e a tutoria de grandes mestres brotou, ainda em estado latente. Quando não coube mais em si, a InVerso brotou. 

ENTREVISTA:

Dia 14 de abril a Editora Inverso completou 17 anos de existência. Você é a sócia-fundadora. Fale-nos sobre ela. 

Eu já atuava no mercado editorial quando percebi a falta de um veículo de comunicação que integrasse entretenimento, cultura, literatura e turismo sobre o sul do Brasil. Depois de uma pesquisa qualitativa e quantitativa surgiu a ideia de uma revista que, além de agregar todos os assuntos, também fosse bilíngue, português-espanhol, para ter entrada na América Latina. O nome também deveria ser diferente, ou ainda, o inverso do que já existia. Assim a editora InVerso nasceu!! A revista InVerso tinha um padrão estético diferenciado e de qualidade gráfica superior. Estes atributos aliados aos textos das editorias foram um passo decisivo para, a partir de 2008, atuarmos definitivamente na publicação de livros. De lá pra cá foram mais de 3.000 títulos dentre revistas, house organs e livros.

Como é o seu trabalho? Recebe quantos originais por mês? Quantos são publicados? Quem quiser publicar por sua editora quais os procedimentos a serem adotados?

É um conjunto de boas emoções. Ao ver manuscritos virando obras, autores que desnudam suas almas, encontros com leitores, colaboradores e parceiros que seguem com o mesmo propósito, vejo que a literatura tem um espaço especial no mundo e cabe a nós, ligados a ela, fomentar isso.

Recebemos muitos manuscritos por mês, em média uns 80 a 100 e este ano publicaremos 110 novos livros. Todos são catalogados, respondidos e lidos. Eu faço sempre a leitura final e o parecer da obra para editá-la ou não. É um trabalho bem personalizado que leva em conta o estilo da obra, o alcance comercial e a composição gráfica que imprimiremos nele.

Temos um canal direto para o envio de obras por e-mail no endereço editorainverso@editorainverso.com.br, ou no nosso site www.editorainverso.com.br, além do WhatsApp (41) 99798-7623. Fico sempre muito feliz em recebê-los! Como diz o filósofo Confúcio: “escolha um trabalho que você ama e você nunca terá que trabalhar um dia sequer na vida”.

Como é ser editora (publisher) em um país como o Brasil?

Eu vejo um país de oportunidades. É certo que temos que lidar com instabilidades e desmandos, que qualquer empresário, independentemente do setor, também passa. Mas como editora, temos uma chance de fazer diferente, de ser um agente transformador positivo na vida das pessoas. Temos um universo de leitores a conquistar e elevar o índice de leitura por habitante. 

Como analisa a questão dos e-books?

Os e-books são democratizadores da leitura. Se pensarmos que temos 70 milhões de pessoas com aparelhos celulares, e eles podem ser usados como “books reader”, o e-book é facilitador. Porém, pelos números gerais do mercado livreiro, os e-books representam apenas 4% do faturamento total de vendas de livros. Na Inglaterra, por exemplo, este número é de 10%. Ou seja, ele facilita, nós vendemos e produzimos e ele coexiste com os livros físicos. Em meio à pandemia no ano passado, por exemplo, disponibilizamos vários e-books gratuitos aos nossos leitores pelo site da InVerso. E atualmente temos um livro digital interativo e gratuito, como novidade, em nossa página. O importante é dar opção de leitura!

Quais são suas leituras preferidas?

Sou suspeita... rsrsrs. Gosto de romance, poesia, mas adoro ler livros infantis e juvenis. Sempre vario e nunca leio um livro só. Gosto de levar umas 2 a 3 leituras ao mesmo tempo. 

Que conselho pode dar a um escritor principiante?

Leia muito. A máxima que quem lê escreve é a mais absoluta certeza. A leitura aprimora o senso crítico, consolida emoções, amplia vocabulário, benefícios que serão usados a favor do escritor na sua obra. 

E, não tenha medo... não deixe seu manuscrito na gaveta. Ele poderá impactar a vida de alguém se estiver livre.


CIDA SIMKA

É licenciada em Letras pelas Faculdades Integradas de Ribeirão Pires (FIRP). Autora, dentre outros, dos livros O enigma da velha casa (Editora Uirapuru, 2016), Prática de escrita: atividades para pensar e escrever (Wak Editora, 2019), O enigma da biblioteca (Editora Verlidelas, 2020), Horror na biblioteca (Editora Verlidelas, 2021) e O quarto número 2 (Editora Uirapuru, 2021). Organizadora dos livros Uma noite no castelo (Editora Selo Jovem, 2019), Contos para um mundo melhor (Editora Xeque-Matte, 2019), Aquela casa (Editora Verlidelas, 2020), Um fantasma ronda o campus (Editora Verlidelas, 2020) e O medo que nos envolve (Editora Verlidelas, 2021). Colunista da revista Conexão Literatura.

SÉRGIO SIMKA

É professor universitário desde 1999. Autor de mais de seis dezenas de livros publicados nas áreas de gramática, literatura, produção textual, literatura infantil e infantojuvenil. Idealizou, com Cida Simka, a série Mistério, publicada pela editora Uirapuru. Colunista da revista Conexão Literatura. Seu mais recente trabalho acadêmico se intitula Pedagogia do encantamento: por um ensino eficaz de escrita (Editora Mercado de Letras, 2020) e seu mais novo livro juvenil se denomina O quarto número 2 (Editora Uirapuru, 2021). 

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domingo, 14 de março de 2021

João Carrijo e o livro Vingança e perdão, por Cida Simka e Sérgio Simka


Fale-nos sobre você.

Nasci em Curitiba, onde resido, alternando, em face da pandemia, com Balneário Camboriú. Tenho 61 anos, sou casado há 35 com a senhora Sandra. Temos duas filhas, Paola e Bruna, 32 e 21 anos, respectivamente. Sou formado em Análise de Sistemas e Direito. Pós-graduado em Criminologia. Laborei durante 27 anos no Banco Bamerindus, sendo 20 no Centro de Processamento de Dados como analista de sistemas e sete anos numa empresa do Grupo denominada Bastec, como gerente geral. Quando o Banco foi incorporado pelo HSBC, a Bastec ficou sob intervenção do Banco Central e fui dispensado no ano 2000. Iniciei minha carreira jurídica neste mesmo ano. Advogo há 20 anos. Atualmente tenho uma Sociedade Individual de Advocacia.   Revelo minha história de forma prolixa para enfatizar que direcionei meu barco na captura das correntezas. Sou determinado e lido bem com as adversidades. É prazeroso suplantá-las. O livro é parte de uma lista, pequena, porém importante, de objetivos para buscar, novamente, protagonismo em minha nova jornada. Sempre foi assim, estudarei e lutarei para continuar sendo. 

ENTREVISTA:

Fale-nos sobre o livro. O que o motivou a escrevê-lo?

Sou amante da leitura. Divirto-me lendo. Meus preferidos e inspiradores, Ken Follett, Noah Gordon, Khaled Hosseini e Dan Brown. Li uma dúzia de livros dessas feras entre o segundo semestre de 2019 e primeiro trimestre de 2020. Precisava de algo novo. Elogiosas e entusiásticas críticas acerca do livro A Paciente Silenciosa, de Alex Michaelides, me seduziram. Concluí a leitura quando a pandemia se agravou e o confinamento tornou-se inevitável. Embora triste, um cenário propício para a leitura. Relatei isso para responder o que me incentivou a escrever?  Objetivamente, a decepção. Já havia experimentado essa frustração quando li Gomorra de Roberto Saviano. Duas obras aclamadas. Talvez seja eu o ogro da leitura. O fato é, tais decepções, amalgamadas, impulsionaram-me, desafiadoramente, a escrever. Atribuí-me o desafio, escrever um suspense com uma trama inédita, crível, instigante, dinâmica, estruturada e redigida como eu acredito esperar-se do bom livro. Até mesmo para ogros como eu. Parti do zero. Nada havia sido preconcebido.  Aliás, o final foi completamente modificado em relação ao meu acanhado esboço. Ineditismo? Procurei ousar, lançar mão da previsibilidade. Espero ter desenvolvido algo novo para o leitor. Credibilidade? Toda ação é sopesada considerando percalços e contingências. Não há personagens com couraças de aço e sim cidadãos comuns que se prepararam no decorrer de suas vidas para vencer, vingar e até mesmo perdoar. Instigante? Procurei prender o leitor do início ao fim. Há um enigma no prólogo desvendado apenas nos capítulos intermediários e que não erradica a questão principal. Dinamismo? Superadas objetivas regressões temporais para sincronizar o surgimento dos personagens principais, a trama restará esclarecida em duas semanas. E a estruturação? O início apresentará ao leitor dramas aparentemente isolados, mas logo descobrirá, e assim espero, tratar-se de uma teia indissolúvel.  Busquei obnubilar o enredo para premiar o leitor com um desfecho surpreendente. Tenho, por hábito, não ler o que escrevo. Recentemente, por força da revisão apresentada pela editora, fui compelido a ler. Foi divertido. Apostamos na possibilidade de também divertir os leitores.  

Como analisa a questão da leitura no país?

Hercúlea a tarefa de desenvolver o hábito da leitura em nosso país. Daí imperioso o engajamento de todos. Vivemos um cenário atual de descrença dos meios de comunicação. O que temos feito, mudamos o canal da TV quando deveríamos desligá-la e lançar mão de um livro esquecido. Presenteamos o afilhado com game, é divertido e requisitado, mas no próximo ano quiçá um livro. Espero um dia testemunhar hospitais investindo em bibliotecas. Consultórios disponibilizando contos além das revistas. Ver os livros circulando e não sendo espanados. Leitores esquecendo o nome de alguns livros, tamanha a quantidade lida. Jovens declamando poesias tanto quanto cantam sertanejos. Além do cooler e guarda-sol, pessoas carregando livros. Feiras literárias com público de estádios. Uma conjuntura de fatores nos leva a essa pobreza cultural. Hodiernamente, comentários beligerantes exponencialmente propagados nas redes sociais intimidam, portanto não irei elencá-los. Vingança & Perdão intenta abrir as portas do mundo da ficção policial para novos leitores e espera torná-los assíduos, sem abdicar dos amantes contumazes do gênero.  

O que tem lido ultimamente?

Confesso, enquanto escrevia meu livro, no período de março a novembro 2020 e revisões no final de 2020 e início de 2021, para não me sentir intimidado, não li absolutamente nada. Recentemente li, para variar, O Crepúsculo e a Aurora de Ken Follett e A Livraria dos Achados e Perdidos de Susan Wiggs. 

Quais os próximos projetos?

Estou trabalhando e espero inovar, criando uma estrutura e apresentação da literatura infantil. Pretendo despertar na criança um gosto achocolatado pela leitura, mantendo suas mentes fit. Espero atingir o status como escritor desenvolvendo um romance capaz de exprimir toda a beleza descritível e desprezada do simples. 

Por que você acredita tanto no seu livro? 

Além da trama, procurei oferecer ao leitor a linha tênue que separa o bem do mal. Às escâncaras as mazelas do comportamento humano. Transcendendo a resposta do nosso sistema judiciário, incumbirá ao leitor a tarefa do juízo final, e isso, espero, lhe exigirá reflexões profundas. Escrever Vingança & Perdão extraiu da minha alma inquietudes que desconhecia. Senti-me num divã. Exposto. Escrevendo a última linha, me senti feliz com o aprendizado. Acredito poder oferecer o mesmo ao leitor. 

Link para o livro:

https://www.editorainverso.com.br/pagina-de-produto/vingan%C3%A7a-e-perd%C3%A3o


CIDA SIMKA

É licenciada em Letras pelas Faculdades Integradas de Ribeirão Pires (FIRP). Autora, dentre outros, dos livros O enigma da velha casa (Editora Uirapuru, 2016), Prática de escrita: atividades para pensar e escrever (Wak Editora, 2019), O enigma da biblioteca (Editora Verlidelas, 2020) e Horror na biblioteca (Editora Verlidelas, 2021). Organizadora dos livros Uma noite no castelo (Editora Selo Jovem, 2019), Contos para um mundo melhor (Editora Xeque-Matte, 2019), Aquela casa (Editora Verlidelas, 2020) e Um fantasma ronda o campus (Editora Verlidelas, 2020). Colunista da revista Conexão Literatura.

SÉRGIO SIMKA

É professor universitário desde 1999. Autor de mais de seis dezenas de livros publicados nas áreas de gramática, literatura, produção textual, literatura infantil e infantojuvenil. Idealizou, com Cida Simka, a série Mistério, publicada pela editora Uirapuru. Membro do conselho editorial da Editora Pumpkin e colunista da revista Conexão Literatura. Seu mais novo livro infantojuvenil se intitula Horror na biblioteca (Editora Verlidelas, 2021).

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terça-feira, 13 de agosto de 2019

Livro infantil “Tem alguém indo viajar” apresenta curiosidades do mundo às crianças

A autora Danielle Sommer e a ilustradora Daphne Lambros lançam o terceiro livro infantil juntas: “Tem alguém indo viajar”, pela Editora InVerso. Dessa vez, os pais dão uma “volta ao mundo” mas, detalhe, sem os filhos. A tarde de autógrafos será no sábado, dia 17 de agosto, das 14h às 17h, na sede da InVerso (R. Doutor Goulin, 1523 – Alto da Glória).

“Por meio das rimas, apresentamos algumas curiosidades de países como Japão, China, Estados Unidos, Argentina, Israel e África do Sul, entre outros! Desde pontos turísticos, gastronomia típica, vestuário, idioma até os souvenires, afinal, quem não gosta de ganhar presente depois de uma viagem?”, conta a autora Danielle Sommer.

“A inspiração dos desenhos veio do próprio texto, já que cada país apresentado é muito rico em detalhes. Já o uso das cores é baseado no arco-íris, demonstrando que viajar é uma experiência alegre e colorida, que nos leva a lugares que nem imaginávamos”, comenta a ilustradora Daphne Lambros. O livro, com 20 páginas, custa R$ 30,00. A edição conta com o patrocínio da Elyontur Viagens e Turismo e da NC Turismo.

O lançamento faz parte da Série Meu Mundinho, que também conta com os livros “Tem alguém na barriga da mamãe” e “Tem alguém indo trabalhar”. O primeiro, é para explicar ao filho mais velho que ele ganhará um irmãozinho. Já o segundo explica que os pais precisam se ausentar para trabalhar e apresenta algumas profissões.

Serviço:
“Tem alguém indo viajar”
Gênero: Infantil
www.editorainverso.com.br
www.facebook.com/livrosmeumundinho
www.instagram.com/temalguemnabarrigadamamae
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