10 superséries baseadas em livros, por Ademir Pascale

Como bom leitor, adoro assistir séries baseadas em livros (também sou cinéfilo) e nesses tempos conturbados de pandemia, passei a assistir a...

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sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

Silêncios prescritos: estudo de romances de autoras negras brasileiras


"Silêncios prescritos: estudo de romances de autoras negras brasileiras (1859-2006) fala de memórias, resistências, existências recriadas. É um trabalho a ser lido a partir de várias perspectivas, por exemplo: a perspectiva da insurgência das escritoras; a agência das pessoas negras nos mais adversos contextos; modos como mulheres negras interpretam e interpretaram histórias do país; a insistência da sociedade brasileira em manter as bases escravagistas e racistas de violência e crueldade em que tem sido gestada...

Assim, o livro fornece uma contribuição significativa e muito oportuna para os estudos da literatura brasileira, em particular da literatura afro-brasileira, devido ao fato de trazer precursoras na escrita do romance de autoria de mulheres negras, em um momento como esse, século XXI, que apresenta, ainda que de modo restrito, um crescimento no número de romances de autoria negra feminina." - Florentina da Silva Souza. Doutora em Estudos Literários pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Título: Silêncios prescritos: estudo de romances de autoras negras brasileiras (1859-2006)
Autora: Fernanda R. Miranda
Assunto: Ensaios brasileiros; Literatura brasileira; Romances brasileiros; Escritoras negras brasileiras; Autoria negra brasileira
Editora: Malê
ISBN: 978-85-92736-55-2
Páginas: 364
Site: https://www.editoramale.com
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quarta-feira, 16 de outubro de 2019

Editora Malê lança O Ventre do Atlântico, romance da senegalesa Fatou Diome

Fatou Diome - Foto divulgação
A premiada escritora Fatou Diome publica pela primeira vez no Brasil uma obra, trata-se de O Ventre do Atlântico. Com sua primeira edição na França, em 2003, o livro tornou-se um best-seller e ganhou tradução para os idiomas inglês, alemão e espanhol. Fatou Diome aborda o tema que se tornou recorrente em suas obras: a imigração africana na Europa.
De inspiração autobiográfica, O Ventre do Atlântico revela os dilemas, aflições e provações de uma imigrante senegalesa na França e explora as disparidades entre os continentes europeu e africano. Sallie, a protagonista, mantém os vínculos com seu local e cultura de origem, e com a família, nutrida da expectativa de seu triunfo no estrangeiro – em especial, o irmão mais novo, Madické, que idealiza seguir seus passos e rumar à Europa para iniciar uma carreira no futebol. O sonho de prosperidade é confrontado com as desilusões vividas pelos imigrantes na França.
Expoente de uma geração de escritores pós-coloniais, Fatou Diome aborda a problemática da identidade cultural, aponta a dificuldade de o Senegal se modernizar e elabora as complexidades do acolhimento dos imigrantes pela sociedade francesa.
A edição brasileira tem tradução de Regina Domingues e contou com o apoio do Programa de apoio à tradução (PAP), do governo francês, administrado pelo Escritório do Livro do Instituto Francês no Brasil.

Sobre a autora:
Fatou Diome nasceu em 1968, na pequena ilha de Niodor, no sudoeste do Senegal. Aprendeu francês na escola local e continuou seus estudos na capital Dakar. Em 1990, casada com um francês, foi viver na França. Em Estrasburgo, cursou o doutorado em língua francesa e literatura. Foi professora na Marc Bloch University, Estrasburgo, e no Instituto de Pedagogia de Karlsruhe, na Alemanha.
Seu primeiro livro – La Préférence nationale – de contos, foi publicado em 2001. Dois anos depois, ganhou fama com o romance Le Ventre de l’Atlantique. Atualmente reside em Estrasburgo. 

Título: O Ventre do Atlântico
Autora: Fatou Diome
Editora: Malê
Assunto: Literatura senegalesa; Literatura francófona
ISBN: 9788592736477
208 páginas
R$ 42,00
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quarta-feira, 31 de julho de 2019

Já está disponível a edição de agosto da Revista Conexão Literatura


Chegamos em nossa edição de nº 50. Foram 50 edições com muitos livros, autores, entrevistas, contos, crônicas e muito amor.

Nessa edição destacamos Vagner Amaro, escritor e editor da Malê, uma editora que vem fazendo diferença no mercado editorial. Confira nas próximas páginas a entrevista exclusiva que fizemos com ele.

Ainda nessa edição: entrevistas com escritores, contos, crônicas e dicas de livros.

Leia, comente e compartilhe com os seus amigos ;)

Tenha uma ótima leitura!
Para baixar a edição da Revista Conexão Literatura nº 50: clique aqui

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Ademir Pascale - Editor-Chefe
Contato: pascale@cranik.com
Twitter: @ademirpascale
http://www.revistaconexaoliteratura.com.br
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terça-feira, 9 de julho de 2019

Giovana Xavier, voz negra a se destacar na FLIP


Escritora lança, em Paraty, seu primeiro livro, Você pode substituir Mulheres Negras como objeto de estudo por Mulheres Negras contando sua própria história, publicado pela Editora Malê

Você pode substituir Mulheres Negras como objeto de estudo por Mulheres Negras contando sua própria história. O título grande dá pista dos caminhos que a historiadora Giovana Xavier percorre em seu primeiro livro, que será lançado, pela editora Malê, em 13 de julho, na Flip, em Paraty. São 33 artigos em que a autora “ousa teorizar sobre surfe, rap, férias, rebolado, orixá, literatura, Baco Exu do Blues, teatro – tudo junto e misturado”, como definiu a jornalista Flávia Oliveira que assina o texto da contracapa.

Fundadora do Grupo de Estudos e Pesquisas Intelectuais Negras UFRJ e pesquisadora de metodologias e práticas educativas feministas, Giovana Xavier, nesses artigos, inova na linguagem acadêmica para abordar de forma mais espontânea os temas da igualdade de gênero, da representatividade, da maternidade, entre outros. Divididos por eixos temáticos, os capítulos foram nomeados com hashtags: #eurobolo, #escrevivênciaacadêmica #nãosejogueprojetese, #intelectuaisnegras, #maternidadesemfiltro, #crowdflorido.

“O livro é a compilação de textos que escrevi intersectando os papeis de mãe, ativista, historiadora e professora universitária”, conta. Reuni-los, segundo Giovana, “contribui para destacar a importância da escrita de novas histórias por sujeitos silenciados no espaço público de debates”.

No livro, Giovana faz referências a pensadoras que a influenciaram, como Azoilda Loretto da Trindade, Kimberlé Crenshaw, bell hooks, Djamila Ribeiro e a própria Conceição Evaristo. 

Sobre a autora:
Giovana Xavier é professora da Faculdade de Educação da UFRJ. Formada em história, tem mestrado, doutorado e pós-doutorado, por UFRJ, UFF, Unicamp e New York University. É idealizadora do Grupo de Estudos e Pesquisas Intelectuais Negras UFRJ. Em 2017, organizou o catálogo Intelectuais Negras Visíveis, que elenca 181 profissionais mulheres negras de diversas áreas em todo o Brasil.

Sobre a editora:
Inaugurada em junho de 2016, a Editora Malê tem como objetivo a valorização de escritoras e escritores negros e a ampliação da diversidade no mercado editorial brasileiro. Entre seus autores estão expoentes da literatura afro-brasileira como Conceição Evaristo, Cuti Silva e Muniz Sodré, além de novos talentos como Rosane Borges, Cristiane Sobral, Eliana Alves Cruz, Ernesto Xavier, Fábio Kabral, entre outros. A editora também lançou seu próprio prêmio de literatura – voltado a jovens escritores negros – e, a cada ano, publica uma coletânea com os textos vencedores do concurso.

Você pode substituir Mulheres Negras como objeto de estudo por Mulheres Negras contando a sua própria história, 160 páginas, R$ 40,00.

Lançamento na Festa Literária Internacional de Paraty - FLIP 

Data: 13 de julho
Horário: 15 horas
Local: Casa Poéticas Negras
(Rua Marechal Santos Dias, 22 – Centro Histórico de Paraty)
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terça-feira, 2 de julho de 2019

Editora Malê lança A cientista guerreira do facão furioso, segundo romance afrofuturista de Fábio Kabral

Fábio Cabral - Foto divulgação
Como continuação de O cacador cibernético da Rua Treze, seu primeiro romance afrofuturista, Fábio Kabral lança A cientista guerreira do facão furioso, saga de uma jovem que almeja tornar-se a maior engenheira do mundo.

Jamila Olabamiji, a protagonista, mora em Ketu Três, metrópole governada por sacerdotisas empresárias e divindades ancestrais – "uma cidade repleta de pessoas melaninadas, cabeleiras crespas, prédios espelhados, carros voadores, terreiros corporativos e tecnologias sobrenaturais movidas a fantasmas", na descrição do autor. Aos três anos de idade, Jamila já havia criado um computador a partir de sucatas. Aos 15 anos, ela é capaz de revolucionar o mundo com seu mais novo invento e, ao mesmo tempo, destruir a cidade com seus recém-descobertos poderes. Por isso, passa a ser perseguida e enfrenta desafios inesperados.

A aventura é contada em uma linguagem contemporânea e mescla fantasia, ficção científica e tradições ancestrais. Pesquisador e escritor, Fábio Kabral é das principais referências em afrofuturismo no Brasil. Ele conta que seus leitores percebem influências de gibis e videogames em sua escrita.

O afrofuturismo
Popularizado no Brasil a partir do filme Pantera Negra, o afrofuturismo é um movimento estético-artístico que mistura fantasia, tecnologia e referências africanas, em narrativas ficcionais criadas e protagonizadas por homens e mulheres negros.

O termo "afrofuturismo" surgiu em 1994, no ensaio Black to the future, em que o teórico e crítico cultural Mark Dery Dery questiona a ausência de autores negros na literatura de ficção científica nos Estados Unidos. Logo passou a identificar a obra da escritora Octavia Butler, primeira mulher negra a ganhar notoriedade no gênero da ficção científica.

Para Fábio Kabral, o Afrofuturismo é "esse movimento de recriar o passado, transformar o presente e projetar um novo futuro através da nossa ótica negra".

Sobre o autor:
O carioca Fábio Kabral estudou artes dramáticas na Casa das Artes de Laranjeiras (CAL) e cursou Letras na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e na Universidade de São Paulo (USP).  É autor de Ritos de Passagem (2014) e cofundador do site O Lado Negro da Força, que destaca, valoriza e fomenta a presença negra na cultura pop. Em 2017, publicou, pela Editora Malê, seu primeiro romance afrofuturista, O caçador cibenético da Rua Treze.

Sobre a editora:
Inaugurada em junho de 2016, a Editora Malê tem como objetivo a valorização de escritoras e escritores negros e a ampliação da diversidade no mercado editorial brasileiro. Entre seus autores estão expoentes da literatura afro-brasileira como Conceição Evaristo, Cuti Silva, Muniz Sodré, o compositor Martinho da Vila e a poetisa Elisa Lucinda, além de novos talentos como Rosane Borges, Cristiane Sobral, Eliana Alves Cruz, Ernesto Xavier, entre outros. A editora também criou seu próprio prêmio de literatura – voltado a jovens escritores negros – e, a cada ano, publica uma coletânea com os textos vencedores do concurso. Para completar, a Malê acaba de lançar a Mahin, revista literária que busca ampliar o conhecimento da literatura, da cultura e da memória africana e afro-brasileira.

A cientista guerreira do facão furioso
Autor: Fábio Kabral
252 páginas
R$ 42,00

Lançamento:
Data: 04 de julho
Horário: 19 horas
Local: Ação Educativa - Rua Gen. Jardim, 660 - Vila Buarque, São Paulo – SP
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sexta-feira, 19 de abril de 2019

Elisa Lucinda lança seu segundo romance

Elisa.Lucinda - Foto: Caio Basilio
Publicado pela Editora Malê, Livro do Avesso, os pensamentos de Edite é uma coleção de textos que revelam os caminhos íntimos e inquietantes da imaginação da poetisa

Elisa Lucinda escuta vozes interiores. Uma delas recomenda: "edite!". Assim, nasce o segundo romance da autora: uma prosa poética, que reúne os pensamentos mais livres e plurais de uma brasileira, adulta, negra, que vive os dilemas e paradoxos da sociedade contemporânea. No Livro do Avesso, os pensamentos de Edite, Elisa Lucinda desnuda, com graça e leveza, o íntimo de sua personagem narradora-protagonista.

Edite é também uma aficionada pelas palavras, toma notas de suas vivências e de seus sonhos. Seus pensamentos e memórias são repletos de cores e embalados por músicas; contam de amigos e familiares, questionam tradições e costumes religiosos, reclamam de convenções sociais, apontam preconceitos. Acima de tudo, o livro revela uma intimidade feminina – Edite fala de seus desejos ocultos, por vezes controversos, da mesma forma simples com que aborda seus cuidados rotineiros com o cabelo, a pele, a roupa, a casa.

Em uma coleção de mais de cem pensamentos de sua personagem, Elisa Lucinda encontra o jeito singelo de falar de amor, do sexo, da morte, do medo, da saudade. Há, no livro, uma crítica à moral coletiva: passagens do cotidiano por vezes induzem a protagonista a reflexões perturbadoras. E Edite ouve também vozes – suas e alheias – que tentam reprimir instintos mais subversivos.

Para o editor da Malê, Vagner Amaro, a obra permite ao leitor "aproximar-se do que há dentro, no outro, ler o avesso, estranhar com liberdade o próprio pensamento e perceber o comum da vida".

Livro do Avesso, os pensamentos de Edite será lançado em 7 de maio, às 19 horas, na Livraria Travessa, no Leblon, no Rio de Janeiro.

Sobre a autora:

Natural de Vitória (ES), Elisa Lucinda é poeta, atriz, jornalista, professora e cantora.  Publicou 18 livros. Seu primeiro romance, Fernando Pessoa, o Cavaleiro de Nada, foi finalista no Prêmio São Paulo de Literatura em 2015. Com a coleção Amigo Oculto, de livros infanto-juvenis, foi laureada, em 2002, com o selo Altamente Recomendável da FNLIJ (Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil) pelo título A menina transparente.  No Rio de Janeiro, fundou e dirige a Casa Poema, instituição sócio-educativa, com diversos projetos que visam à formação cidadã e promovem o desenvolvimento da capacidade de expressão.

Sobre a editora:

Inaugurada em junho de 2016, a Editora Malê tem como objetivo a valorização de escritoras e escritores negros e a ampliação da diversidade no mercado editorial brasileiro. Entre seus autores estão expoentes da literatura afro-brasileira como Conceição Evaristo, Cuti Silva e Muniz Sodré, além de novos talentos como Rosane Borges, Cristiane Sobral, Eliana Alves Cruz, Ernesto Xavier, Fábio Kabral, entre outros. A editora também lançou seu próprio prêmio de literatura – voltado a jovens escritores negros – e, a cada ano, publica uma coletânea com os textos vencedores do concurso.

SERVIÇO:

Lançamento do Livro do Avesso, os pensamentos de Edite
Data: 7 de maio de 2019
Horário: 19 horas
Local: Livraria Travessa, Shopping Leblon, Rio de Janeiro.
Av. Afrânio de Melo Franco, 290 – loja 205 A – Tel: (21) 3138-9600
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sexta-feira, 15 de março de 2019

Editora Malê lança Do Índico e do Atlântico, coletânea que reúne quatorze contos de escritores moçambicanos e brasileiros

Conceição Evaristo - Foto divulgação
Mia Couto, Conceição Evaristo, João Anzanello Carrascoza, Miguel Sanches Neto, Lília Momplé, Marcelo Moutinho e Eliana Alves Cruz participam da obra.

A Editora Malê lança no dia 26 de março, às 19 horas, na Livraria Leonardo da Vinci, localizada no Rio de Janeiro, a coletânea Do Índico e do Atlântico: contos brasileiros e moçambicanos.  Publicado simultaneamente em Moçambique, pela Editorial Fundza, o livro tem como objetivo a divulgação da literatura contemporânea brasileira em Moçambique e da literatura contemporânea moçambicana no Brasil.  A obra foi organizada pelo editor da Malê, Vagner Amaro, e contou com a colaboração do escritor moçambicano Dany Wambire na seleção dos escritores moçambicanos.   Do Índico e do Atlântico reúne contos brasileiros de Conceição Evaristo, Marcelo Moutinho, João Anzanello Carrascoza, Rafael Gallo, Eliana Alves Cruz, Cristiane Sobral e Miguel Sanches Neto e contos moçambicanos de Mia Couto, Lilia Momplé, Alex Dau, Diogo Araújo Vaz, Dany Wambire, Carlos dos Santos e Daniel da Costa.  Durante o lançamento haverá uma roda de conversas com Marcelo Moutinho, Eliana Alves Cruz e o escritor moçambicano Alex Dau, sobre os contos do livro e a literatura brasileira e moçambicana.
 
Serviço:
Lançamento de Do Índico e do Atlântico: contos brasileiros e moçambicanos
Data: 26/03
Horário: 19h
Local: Livraria Leonardo da Vinci. Marquês do Herval - Av. Rio Branco, 185 - Centro, Rio de Janeiro.
Contato: imprensa@editoramale.com.br

Título: Do Índico e do Atlântico: contos brasileiros e moçambicanos
Organização: Vagner Amaro
Autores: Conceição Evaristo, Marcelo Moutinho, João Anzanello Carrascoza, Rafael Gallo, Eliana Alves Cruz, Cristiane Sobral e Miguel Sanches Neto; Mia Couto, Lilia Momplé, Alex Dau, Diogo Araújo Vaz, Dany Wambire, Carlos dos Santos e Daniel da Costa.
Assunto: Literatura brasileira - contos; Literatura moçambicana - contos.
Páginas: 139
ISBN: 978-859-2736-38-5
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sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Editor da Malê lança livro de contos sobre os conflitos da masculinidade

Vagner Amaro - Foto: Thays Berbe
Em “Eles”, o editor da Malê, Vagner Amaro, se utiliza dos conflitos da masculinidade no universo da ficção

O idealizador e editor da Malê, Vagner Amaro, lança o livro de contos “Eles” no próximo dia 18 de dezembro, terça-feira, a partir das 17 horas, na Livraria da Travessa – Sete de Setembro, no Centro, Rio de Janeiro.  No livro, o autor aborda em dez contos concisos alguns conflitos da masculinidade, os personagens do livro afetam e são afetados em razão das ideias sobre um padrão único para a identidade masculina, em histórias como: o pai ensinou tudo ao filho, como ser homem, como estar no mundo. Um acontecimento coloca em xeque a cumplicidade entre pai e filho, revelando um abismo entre as expectativas e sensibilidades dos dois para a vida; um adolescente apaixonado quer se tornar “homem” com a mulher que tanto ama, e por isso, insiste e aguarda este momento, no entanto, uma grande expectativa pode trazer grandes problemas; casado, pai de três meninas, amado pelos vizinhos, um homem de bem. No dia do seu aniversário, uma vizinha sopra uma frase em seu ouvido, que sacode o homem por dentro; Estes e outros personagens do livro de contos Eles, estreia na literatura do editor da Malê, Vagner Amaro, abordam os abismos e lutas, identificações e empatias,  na construção da identidade dos homens, diante das exigências do padrão hegemônico de masculinidade. Contos curtos, instigantes, que abrem janelas para reflexões sobre masculinidades, masculinidades tóxicas, masculinidades negras, temas essenciais para a melhoria das relações humanas.  

Durante o lançamento haverá leituras de trechos do livro, realizadas pelo ator Rodrigo França e bate-papo com a participação do escritor Carlos Eduardo Pereira e da escritora Eliana Alves Cruz.
Serviço: Lançamento do livro de contos “Eles”, de Vagner Amaro. (bate-papo, leituras e sessão de autógrafos)

Data: 18/12/2018. Local: Livraria da Travessa. Rua Sete de Setembro, 54. Centro. Rio de Janeiro.
Contato, e-mail: imprensa@editoramale.com.br

Sobre o livro:

Título: Eles
Autor: Vagner Amaro
Assunto: Contos brasileiros; Literatura brasileira
ISBN: 978-85-92736-41-5
Páginas: 92
Lançamento: 18 de dezembro, 2018.
Preço: R$34,00

Sobre o autor:
Vagner Amaro é jornalista, bibliotecário e editor. Coorganizou as publicações Machado de Assis por jovens autores (2011); África: novas leituras (2012); Lima Barreto por jovens autores (2014); Organizou individualmente os livros Letra e tinta: dez contos do prêmio Malê jovens autores; Olhos de azeviche: dez escritoras negras que estão renovando a literatura brasileira – contos e crônicas (2017); Do Índico ao Atlântico: contos brasileiros e moçambicanos (2018). Fundou em 2015 a Editora Malê, voltada para a promoção da literatura de autores afro-brasileiros e africanos
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quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Eliana Alves Cruz lança o romance Água de Barrela pela Editora Malê

Eliana Alves Cruz - Foto divulgação
A escritora Eliana Alves Cruz lança no dia 23/11(sexta-feira), às 17 horas, na Livraria da Travessa, loja Sete de Setembro, o romance histórico Água de Barrela, pela Editora Malê.  O romance conta a saga da família da autora desde sua origem, na África, até as relações constituídas no Brasil do século XX. A publicação foi a vencedora da edição de 2015 do Prêmio Oliveira Silveira, oferecido pelo Ministério da Cultura, por meio da Fundação Palmares, com o objetivo de incentivar produções literárias que valorizem e dessem visibilidade às manifestações culturais da população afro-brasileira.  O romance se passa na cidade baiana de Cachoeira e os personagens principais são um menino e uma menina negra, embarcados como escravos no Século XIX, da África para o Brasil. A história vai atravessando as décadas até os dias de hoje, tendo como pano de fundo momentos históricos ocorridos no país. O processo para o livro se iniciou quando a autora decidiu registrar as histórias de sua tia avó, que demonstravam a existência de uma forte convivência entre uma família de abastados, a família da autora, a Princesa Isabel e Dom Pedro II.  Após o registro, a autora pesquisou com historiadores baianos e em documentos a veracidade dos fatos narrados e, a partir deles, criou o romance.  Água de Barrela é o nome dado a um tipo de alvejante para clarear roupas e no livro esteve relacionado ao trabalho de muitas mulheres negras, de diferentes gerações, responsáveis por lavar, passar, enxaguar e quarar as roupas das patroas e sinhás brancas, como um modo de sobrevivência e garantia de sustento e da existência de seus filhos e netos, em situações como as de exploração, de miséria e de escravidão, em quase trezentos anos de história, desde o Brasil na época da colônia até o início do século XX.   Eliana Alves Cruz é carioca, escritora e jornalista. Participou da coletânea “Perdidas, histórias para crianças que não tem vez”, da Imã Editorial. Em 2018, lançou o romance histórico policial O crime do Cais do Valongo pela Editora Malê (voltada para a publicação de autores afro-brasileiros e africanos).

Serviço:
Lançamento do livro Água de Barrela, de Eliana Alves Cruz
Data: 23/11
Horário: 17 horas.
Local: Livraria da Travessa, loja Sete de Setembro. Rua Sete de Setembro, 54 - Centro, Rio de Janeiro – RJ.
Contato: Francisco Jorge (21)98164-2454/ contato@editoramale.com.br

Título: Água de Barrela
Autora: Eliana Alves Cruz
Assunto: Romance Afro-brasileiro
ISBN: 9788592736408
Idioma: Português
Formato: 16 x 23
páginas: 320
ano de edição: 2018
edição: 1ª
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terça-feira, 29 de maio de 2018

Cais do Valongo é destaque em romance histórico nos 130 anos da abolição

Eliana Alves Cruz - Foto divulgação
A escritora Eliana Alves Cruz lança no dia 29 de maio, às 17 horas, pela Editora Malê, na Academia Carioca de Letras, o romance histórico O Crime do Cais do Valongo.  O livro é uma ficção baseada em anúncios publicados no século XIX pelos jornais Gazeta de Notícias e Jornal do Commercio. 

A partir do anúncio do assassinato de Bernardo Lourenço Viana, conhecido comerciante nos arredores do Cais do Valongo, o livro apresenta as condições de vida no Rio de Janeiro, ainda impactado pela violência do sistema escravista brasileiro e com marcas culturais indenitárias dos povos que viriam a formar a cultura brasileira ainda bastante definidas. O Sítio Arqueológico do Cais do Valongo, localizado na Zona Portuária do Rio de Janeiro e símbolo do crime que vitimou milhares de negros africanos escravizados, trazidos para o Brasil, foi declarado Patrimônio Mundial da Humanidade em 2017. O lugar foi o principal porto de entrada de escravos no Brasil.   Eliana Alves Cruz é jornalista e O Crime do Cais do Valongo é seu segundo romance.  Em 2015, a escritora venceu o Prêmio Oliveira Silveira da Fundação Cultural Palmares com o romance histórico Água de Barrela, baseado na história da sua família desde a metade do século XIX até os dias atuais.  Das 18h às 19h, o evento vai contar com um bate-papo sobre o livro com a jornalista Flávia Oliveira e a professora de História da África (UFRJ), Monica Lima. A Editora Malê tem como um dos seus focos principais atuar para a ampliação da representatividade negra no sistema literário brasileiro, edita autores como Conceição Evaristo, Muniz Sodré, Martinho da Vila, Alain Mabanckou, Lívia Natália, Cristiane Sobral, entre outros.

Serviço:
Evento: Lançamento do livro O crime do Cais do Valongo
Data: 29/05
Horário: das 17h às 20 horas.
Local: Academia Carioca de Letras. R. Teixeira de Freitas, 5 – Centro(Lapa), Rio de Janeiro.
Gratuito
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segunda-feira, 5 de março de 2018

Editora Malê lança biografia de Carolina Maria de Jesus

Carolina Maria de Jesus - Foto divulgação
Escrito pelo jornalista e crítico literário Tom Farias, o livro Carolina: uma biografia apresenta, entre outros pontos, a personalidade forte da escritora, sua trajetória complexa, o sucesso com o livro quarto de despejo e a decadência no fim da vida.
A Editora Malê lança o livro Carolina: uma biografia, do jornalista e crítico literário Tom Farias, em São Paulo e no Rio de Janeiro.  Em São Paulo, o lançamento será no dia 15/03 (quinta-feira), a partir das 18 horas, na Casa das Rosas.  Na ocasião o autor vai participar de bate-papo sobre a vida e a obra da biografada, das 18h às 19h.  No Rio de Janeiro, o lançamento será na Livraria da Travessa, em Ipanema, a partir das 19 horas.  A biografia apresenta a complexa trajetória da escritora Carolina Maria de Jesus.  Da infância pobre, na cidade de Sacramento, em Minas Gerais, passando pelas cidades em que peregrinou na juventude em busca de trabalho e de diagnóstico e cura para uma doença nas pernas, até sua chegada a São Paulo, onde se instalou na favela do Canindé.  Detalha não somente sua relação com os filhos e o momento de ascensão, devido ao sucesso editorial do livro Quarto de despejo, mas também, o declínio em razão do desinteresse do mercado editorial e dos leitores em relação às suas publicações posteriores, o que, acrescido da sua personalidade forte e das barreiras sociais e discriminatórias brasileiras, levou a escritora retornar à mesma condição de pobreza em que viveu boa parte da sua vida.  A edição de Carolina: uma biografia dá prosseguimento aos objetivos da Editora Malê de promover a diversidade na literatura brasileira.

Serviço:
Lançamento de Carolina: uma biografia
15/03, 18 horas.
Local: Casa das Rosas. Av. Paulista, 37 - Paraíso, São Paulo.
20/03, 19 horas.
Local: Livraria da Travessa – Ipanema. R. Visconde, de Pirajá, 572 – Ipanema

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domingo, 5 de novembro de 2017

Martinho da Vila lança o livro "Conversas Cariocas" e cede entrevista exclusiva para a Revista Conexão Literatura

Martinho da Vila - Foto divulgação
Martinho da Vila (Martinho José Ferreira) nasceu em Duas Barras (RJ) em 1938. É membro da Academia Carioca de Letras e da Divine Académie Française des Arts, Letres e Culture. Entre suas obras destacam-se Os lusófonos, Ópera negra, Joana e Joanes – um romance fluminense, Barras, vilas & amores, Fantasias, crenças e crendices, Kizombas, andanças e festanças. Alguns destes títulos foram traduzidos para o francês e, pela Editora Malê, lança seu 15º livro: Conversas Cariocas, uma antologia de crônicas.
Fixando seu olhar a partir da Cidade Maravilhosa, Martinho observa as relações humanas e as mudanças políticas, econômicas, sociais e culturais ocorridas no Brasil. Conversas Cariocas traz textos leves, escritos a partir de vivências do autor nas ruas do Rio, nas quadras das escolas de samba, em suas viagens pelo mundo e em seu refúgio em Duas Barras, cidade no interior do estado do Rio de Janeiro. O autor apresenta reflexões sobre o amor, a fé, a paternidade, a música, entre outras.
Esse é o primeiro livro de crônicas de Martinho da Vila. “Escrever, assim como compor, é um exercício árduo, que requer muita disciplina. Mas a crônica é um estilo que me ajuda. Escrever crônica, para mim, é até mais fácil que compor um samba”, revela.

CONFIRA ENTREVISTA EXCLUSIVA CEDIDA PARA A NOSSA REVISTA:

Conexão Literatura: Sambista consagrado, hoje o senhor é membro da Academia Carioca de Letras e da Divine Académie Française des Arts, Letres e Culture. Como foi o início da sua trajetória até a literatura?

Martinho da Vila: Comecei escrevendo sinopse de enredos para escolas de samba. Depois artigos para revistas e crônicas esportivas para o Jornal A Notícia. Iniciei na literatura com o livro infanto-juvenil Vamos Brincar de Política.

Conexão Literatura: Referente à sua frase “Escrever, assim como compor, é um exercício árduo, que requer muita disciplina. Mas a crônica é um estilo que me ajuda. Escrever crônica, para mim, é até mais fácil que compor um samba”, poderia comentar?

Martinho da Vila: Eu me refiro à disciplina, no sentido da submissão à constância na ação da escrita. Ser cronista semanal me ajudou no aprimoramento da arte de escrever
Compor um samba é mais difícil do que escrever uma crônica porque exige maior capacidade de síntese.

Conexão Literatura: Conversas Cariocas é seu 15º livro, sendo o primeiro de crônicas. Entre seus livros, estão Os lusófonos, Ópera negra, Joana e Joanes – um romance fluminense, Barras, vilas & amores, Fantasias, crenças e crendices, Kizombas, andanças e festanças, sendo que alguns destes títulos foram traduzidos para o francês. Qual ou quais dos seus livros mais lhe marcou e por quê?

Martinho da Vila: Gosto de reler livros que gostei e que escrevi porque nas releituras se observa nuances importantes que passaram despercebidas, inclusive nos meus. Um dos que mais me emociona é o Joanes e Joana, meu primeiro romance que foi reeditado na França.

Conexão Literatura: Conversas Cariocas traz textos escritos a partir de suas vivências nas ruas do Rio de Janeiro. Poderia comentar ou destacar um trecho de uma de suas crônicas?

Martinho da Vila
: Não sou muito bom para destacar algo no universo de tantas crônicas escritas; gosto sinceramente de todas. Melhor deixar ao leitor destacar a que mais gostar, senão pode até parecer que me ative em uma no lugar de outra.

Conexão Literatura: A escola de samba Unidos de Vila Isabel, da qual o senhor está envolvido desde 1965, é também comentada neste seu novo livro?

Martinho da Vila: Sim, em várias. Não há como ela estar fora. Vila Isabel, Noel Rosa, o sampa e a minha escola, fazem parte presente da minha vida.

Conexão Literatura: Um projeto do qual o parabenizamos, o "Instituto Cultural Martinho da Vila". Poderia comentar sobre suas atividades e também dizer como ele surgiu?

Martinho da Vila: É uma ideia antiga que a minha mulher, Cléo Ferreira me incentivou a por em prática. Já tivemos cursos de alfabetização de adultos, de música, de dança, de teatro... Também oficina de artesanato.  É muito difícil manter o Instituto. As atividades dependem de patrocínios.

Conexão Literatura: Como ativista do movimento negro o senhor luta pela igualdade racial e pela inclusão do negro no mercado de trabalho. O senhor já chegou a mencionar que existem hotéis que sequer possuem um atendente negro. O senhor acha que a mentalidade do povo brasileiro vai e pode mudar essa questão?

Martinho da Vila: Já foram obtidos alguns avanços, mas ainda temos muitos empresários com mentalidade retrógrada. Há muitas empresas que não empregam negros.

Conexão Literatura: Certamente o senhor não irá parar no seu 15º livro. Já existe um novo em pauta?

Martinho da Vila: No próximo ano alguns dos meus livros serão reeditados pela SESI-SP Editora e a Lazuli vai lançar dois infanto-juvenis inéditos – Martinho Conta Noel e Martinho Conta Cartola. 

Perguntas rápidas:

Um livro: Biografia de José do Patrocínio.
Um autor: Machado de Assis
Um ator ou atriz: Giovanna Ewbank
Um filme: “Cidade de Deus”.
Um dia especial: 20 de Novembro.

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário?

Martinho da Vila: Não bem um comentário, mas um desejo, que não seja uma utopia: felicidade para as pessoas e paz no mundo.

Para baixar gratuitamente a edição nº 25 da Revista Conexão Literatura, com Martinho da Vila em destaque: clique aqui. 
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segunda-feira, 23 de outubro de 2017

O escritor franco-congolês Alain Mabanckou tem livro lançado no Brasil, em novembro, pela Editora Malê

Alain Mabanckou - Foto Divulgação
O livro Memórias de porco-espinho foi vencedor do importante prêmio francês Renaudot, em 2006, e este ano, para a edição brasileira, foi contemplado pelo Programa de apoio à tradução e publicação do governo francês 

Em Memórias de porco-espinho, Alain Mabanckou revisita, com amor e ironia, uma série de lugares fundadores da literatura e cultura africana.  Parodia livremente uma lenda popular de que todo ser humano possui seu duplo animal, que nesta narrativa é um porco-espinho surpreendente. O pequeno animal, filósofo e malicioso, executa os macabros desejos de seu mestre e realiza uma série de assassinatos.  Mabanckou revela que, apesar de o romance ter sido escrito em francês, o ritmo da narrativa advém das línguas orais africanas, faladas no Congo, o que transparece na construção da história. O escritor passou sua infância na cidade costeira de Pointe-Noire, onde se formou em Letras e Filosofia. Obteve uma bolsa de estudos e foi para a França aos 22 anos, já com alguns manuscritos, que começou a publicar três anos depois.  Tornou-se cada vez mais envolvido com a literatura com a publicação, em 1998, de seu primeiro romance Bleu-Blanc-Rouge, que lhe valeu o Grand Prix Littéraire de l'Afrique noire. Publicou o romance Broken Glass, unanimemente saudado pela imprensa, críticas e leitores; depois publicou Mémoires de porc-épic, que lhe valeu o Prix Renaudot em 2006. Ele mora hoje em Santa Monica, Califórnia, Estados Unidos onde ensina literatura francófona.  Suas obras são traduzidas para quinze idiomas. O romance Black Bazar, publicado em 2009, foi classificado entre as 20 melhores vendas de livros na França e a novela Amanhã vou ter vinte anos, publicada em 2010, venceu o Prix Georges Brassens 2010.  A editora Malê foi fundada em 2015 com o objetivo de promover a literatura produzida por autores negros da literatura brasileira, africana e afrodiaspórica.

Serviço
Lançamento: novembro
Título: Memórias de porco-espinho
Autor: Alain Mabanckou
Tradução: Paula Souza Dias Nogueira
Capa: Angelo Abu
Assunto: Ficção congolesa
Páginas: 130
ISBN 978-85-92736-22-4
Preço: R$ 40,00
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sexta-feira, 30 de junho de 2017

Escritor e músico Martinho da Vila, destaque da nova edição da Revista Conexão Literatura (Julho/2017)


EDITORIAL

Nesta nova edição de Conexão Literatura, da qual completamos 2 anos de existência, entrevistamos o grande músico e escritor Martinho da Vila, que está lançando seu 15º livro “Conversas Cariocas” (Editora Malê). Confira na pág. 05.
Nas próximas páginas o leitor poderá conferir também mais 2 audiolivros gratuitos cedidos pela editora Alyá (Universidade Falada), super dicas de livros, entrevistas com escritores e uma com o organizador Vitor Abdala, que comenta sobre o livro “Narrativas do Medo” (Editora Autografia), do qual fui convidado e participo com o conto “O Balanço da Velha Árvore”. A obra tem participação de 17 autores e prefácio elaborado pelo ícone do terror R. F. Lucchetti. O livro será lançado na Bienal do Livro do Rio de Janeiro.
Espero que curtam essa edição e se possível, compartilhem em suas redes sociais.
Mas, antes de terminar meu editorial, deixarei uma mensagem: procure fazer o bem para o próximo, pois o mal é muito fácil de fazer e faz parte do instinto primitivo do ser humano. Fazer o bem geralmente é mais difícil, não é verdade? Um bom exemplo foi algo que vivenciei recentemente: na fila de uma padaria, a atendente ao pegar os pães para uma cliente, fez algo que ela não gostou e não me recordo bem o que foi. Essa cliente largou os pães sobre o balção e foi falar aos gritos com o gerente. Pensei no mesmo momento: e se fosse o contrário? E se essa atendente tivesse tratado super bem essa cliente, será que ela iria com a mesma intensidade chamar o gerente e agradecer pelo bom atendimento da funcionária? Duvido muito, pois fazer o bem, como eu disse anteriormente, é muito mais difícil e reclamamos mais do que agradecemos. Então, procure agradecer mais, nem se for pelos pequenos gestos. Faça o dia de alguém mais feliz, pois fazendo isso certamente o seu também será bem mais alegre e produtivo.

Forte abraço e até a próxima edição :)

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