Jane Austen: Livros e Filmes

Jane Austen, Thibaudet e um retrato da burguesia do séc. 18 Nascida em 16 de dezembro de 1775, a britânica Jane Austen foi uma das...

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segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Novo romance de Edney Silvestre leva a viagem emocionante no Brasil de 1964

‘O ÚLTIMO DIA DA INOCÊNCIA’ CHEGA ÀS LIVRARIAS NO INÍCIO DE AGOSTO, EM LANÇAMENTO DA EDITORA RECORD

Um foca. Um iniciante no jornalismo, tão ambicioso quanto desesperado para ganhar fama e escapar da penúria em que vive. Este é o protagonista da emocionante viagem ao recente passado brasileiro, tão cheio de paralelos com nosso presente, a que Edney Silvestre nos leva em “O último dia da inocência”. O novo romance chega às livrarias na primeira semana de agosto.

Ao aceitar a dica de um tarimbado fotógrafo, o protagonista sem nome vai se enredando em uma trama onde nada é o que parece, ninguém é quem diz ser, e crimes vêm sendo encobertos desde a ditadura de Getúlio Vargas. Padrinho político do presidente João Goulart. Que irá fazer naquele dia, o comício mais perigoso de sua gestão. Anunciará a reforma agrária e a nacionalização de empresas norte-americanas. O dia fatídico é: sexta-feira, 13 de março de 1964.

“Toda profissão tem que começar em algum lugar. Aquele era uma merda, mas era tão bom quanto qualquer outro, se você não tem porta de entrada, nem quem o indique. Repórter de polícia é o degrau mais baixo na cadeia alimentar do jornalismo. Acima eu não tinha acesso. Abaixo não havia mais ninguém”.

Enquanto todos os repórteres estão no centro do Rio de Janeiro, o jovem órfão vindo do interior vai para o subúrbio, seguro de estar na trilha do grande furo jornalístico de sua vida.  Sem imaginar a armadilha em que seria jogado.

A História do Brasil e a história do personagem sem nome se misturam numa narrativa vertiginosa, cheia de reviravoltas e complôs. Edney Silvestre permeia o livro com personagens reais - Juscelino Kubistchek, Tancredo Neves, Carlos Lacerda, Leonel Brizola, o barão Stuckart, Jango e Maria Thereza, entre outros – e histórias reais – o Comício da Central, o suicídio de Vargas, o incêndio da boate Vogue, o tsunami provocado pela construção de Brasília. Compartilha com seu personagem um ídolo da juventude: Otto Maria Carpeaux. E o insere em um ambiente de conflitos políticos decisivos para a História do país. E do mundo.

Sinopse

Do autor do best-seller Se eu fechar os olhos agora. Em meio às tensões do dia do comício de João Goulart na Central do Brasil, um jovem jornalista – indiferente às conspirações políticas à sua volta – se vê testemunha de um assassinato, do qual se torna o principal suspeito. Enquanto tropas do Exército, conspiradores e manifestantes vão se juntando no centro do Rio de Janeiro, o jovem – que não se recorda de ter cometido o crime – busca, por diversos pontos da cidade, desesperadamente, quem possa ajudar a inocentá-lo. Inteiramente passado em 13 de março de 1964, ‘O último dia da inocência’ mistura situações e personagens reais a criações fictícias. A primorosa reconstrução do ambiente político brasileiro tem papel decisivo no desfecho da trama. Também primorosa é a recriação do Rio de Janeiro. Nessa obra-prima de recomposição de uma topografia afetiva, fruto de pesquisa meticulosa, o autor costura ficção de primeiríssima grandeza, em que se descortinam personagens destinados a permanecer na memória do leitor.

Sobre o lançamento

‘O Último Dia da Inocência’, chega às livrarias e já tem eventos de lançamento marcados no Rio de Janeiro e em São Paulo.

No Rio, o lançamento será nesta terça-feira, 13 de agosto, às 19h30, na Livraria da Travessa do Shopping Leblon. Em São Paulo, será em 15 de agosto, quinta-feira, às 18h30, na Livraria Martins Fontes Paulista. 
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sexta-feira, 20 de julho de 2018

Best-seller infanto-juvenil participa da programação oficial da Bienal

Ana Beatriz Brandão - Foto divulgação
A autora best-seller Ana Beatriz Brandão participa da programação oficial da 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. No bate-papo, que acontece na Arena Cultural, no dia 05 de agosto, das 16h às 17h, a escritora de apenas 18 anos e 5 livros publicados, contará um pouco sobre a sua carreira e sobre o lançamento Sob a Luz da Escuridão, pela Verus Editora, do Grupo Record. A editora também fará uma sessão de autógrafos no estande, no dia 11/08, às 11h.

O seu último sucesso A Garota das Sapatilhas Brancas, que entrou na lista dos mais vendidos da Veja na categoria infanto-juvenil, junto ao anterior, O Garoto do Cachecol Vermelho, serão transformados em um filme, que já está em fase de pré-produção.

Agora a jovem autora apresenta aos leitores uma futuro distópico que explora um mundo pós-apocalíptico, marcado por guerras nucleares, na qual parte da população tem dons especiais e lutam pela sobrevivência. A narrativa apresenta uma série de intrigas e complôs, e as cenas de guerra, que tiram o fôlego dos leitores, marcam os acontecimentos desta nova obra, e mantêm a fama de sádica da escritora. Com trama tensa do início ao fim, Sob a Luz da Escuridão é uma história cheia de ação, tensão, romance e que promete provocar fortes emoções entre aqueles que adoram livros de fantasia.

Confira a agenda da Ana Beatriz Brandão na 25ª Bienal Internacional do Livro:

Três das grandes autoras de romances nacionais, Carina Rissi, Laura Conrado e Ana Beatriz Brandão falarão sobre suas novas obras.
Local: Arena Cultural – M080
Dia: 05 de agosto (domingo)
Horário: das 16h às 17h

Lançamento Sob a Luz da Escuridão
Local: Stand da Editora Record – G028
Dia: 11 de agosto (sábado)
Horário: a partir das 11 horas

Sobre a autora: Viver em um mundo cercado de magia – esse sempre foi o sonho de Ana Beatriz Brandão. Ela descobriu que era possível tornar isso realidade através da leitura quando conheceu O Pequeno Príncipe, aos cinco anos de idade. Targaryen, potterhead, narniana, semideusa e tributo, Ana vive muitas aventuras todos os dias. Aos treze anos, descobriu que contar histórias era sua paixão e desde então escreveu diversos livros, entre eles O Garoto do Cachecol Vermelho, Sombra de um anjo e Caçadores de almas. Seu maior sonho é poder continuar contando suas histórias para todos aqueles que, como ela, acreditam que os livros são a melhor forma de tocar o coração das pessoas e mudar suas vidas.

Redes Sociais – Facebook: @escritoraanabeatrizbrandao | Instagram: @anabiabrandao

Sobre ‘Sob a Luz da Escuridão’: O mundo não está a salvo dos humanos... Da autora de O garoto do cachecol vermelho. Guerras e destruição, causadas pela ganância de um homem, quase levaram a raça humana à extinção. Com a radiação das bombas nucleares, o DNA humano sofreu mutações e uma nova espécie surgiu: os metacromos, seres especiais, com poderes extraordinários. Em meio ao caos de um mundo pós-apocalíptico, Lollipop e Jazz são resgatadas do instituto onde eram mantidas prisioneiras. Com as memórias apagadas, elas não sabem por que estavam ali nem quem as libertou. E, enquanto buscam respostas sobre suas origens, só lhes resta lutar pela sobrevivência. Evan, um vampiro milenar, lidera com mãos de ferro uma das mais poderosas áreas do planeta. Mas quando, por obra do destino, ele reencontra a mulher que pensou estar morta há décadas, tudo desmorona e ele é obrigado a enfrentar o passado. Ana Beatriz Brandão apresenta um mundo totalmente novo ao leitor em Sob a luz da escuridão. A raça humana não é mais a mesma, novas espécies foram criadas e agora é cada um por si. Uma história eletrizante, cheia de ação, tensão e romance, que vai provocar fortes emoções no leitor. Prepare-se e escolha seu lado nessa guerra: você é um metacromo ou um Deles?
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domingo, 18 de fevereiro de 2018

Uma fantasia distópica repleta de ação no livro de estreia de Lee Kelly


A Terceira Guerra Mundial estourou há quase duas décadas. Manhattan transformou-se num campo de prisioneiros de guerra governado pela nova-iorquina Rolladin, que controla os sobreviventes com punhos de ferro. Para Skyler Miller, Manhattan é uma gaiola que a impede de conhecer o mundo. Mas para a irmã caçula de Sky, Phee, o campo de prisioneiros no Central Park é o único lar que ela poderia querer.

Quando desconhecidos chegam ao parque com notícias surpreendentes, Sky e Phee descobrem que há muitas coisas sobre Manhattan – e a própria família – que sequer imaginaram. O livro de estreia de Lee Kelly é uma jornada de acelerar o pulso por uma cidade que é tão estranha quanto familiar, onde nada é preto no branco e os segredos enterrados podem destruir qualquer um.

Serviço:
Cidade de selvagens
Autora: Lee Kelly
Tradutor: Gustavo Mesquisa
EAN: 9788501112446
Gênero: Jovem Adulto
Páginas: 364
Formato: 16 x 23 x 2 cm
Editora: Galera Record
Também disponível em e-book
Para adquirir ou saber mais: Clique aqui.
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domingo, 13 de agosto de 2017

Resenha - Um Ato de Bondade

Título: Um ato de bondade
Título Original: The Kindness
Autora: Polly Samson
Editora: Record
Páginas: 304
Ano Lançamento: 2015

Em “Um ato de bondade”, o leitor é levado em uma história que vai mostrar toda uma complexidade sobre o amor, que na maioria das vezes é confuso, complexo e que provoca dores. 

Julia é uma das personagens principais de todo o romance, ela vive um relacionamento abusivo que aos poucos vai destruindo seus sonhos e planos de uma vida feliz, mas tudo muda quando entra em cena o jovem universitário, Julian.

É a partir daí que tudo muda pra melhor na vida de Julia, vivendo bem com seu novo parceiro e seu sonho de ter uma família e poder ser mãe, que logo mais vamos passar à conhecer a filha do casal, Mira.

Polly Samson possuí uma escrita bem firme e que exige uma atenção dos leitores durante o decorrer desse romance ardente. Durante toda essa vida à dois de Julia e Julian, notamos vários flashs do casal e de tudo que eles passaram antes de se conhecerem. Ah! O Livro é narrado em terceira pessoa e dividido em três partes.

Destaca-se o grau de detalhamento e descrição das cenas, com uma leveza e sutileza que deixa toda história de amor em forma poética, Samson deixa uma obra rica nos aspectos emocionais.

No começo, fiquei um pouco receoso quando li à sinopse, mas no decorrer da leitura, foi ficando mais fácil de compreender e conhecer os sentimentos de Julian e Julia.

Uma obra que mostra os dois lados da moeda, quando o assunto é amor, nem tudo em um relacionamento é amor, existe os dias ruins e aquelas inevitáveis pedras no caminho de qualquer casal.


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domingo, 30 de julho de 2017

Resenha - O Condenado - Bernard Cornwell


Título Original: Gallows Thief
Autor: Bernard Cornwell
Editora: Record
Páginas: 322
Ano Lançamento: 2009

Sinopse: Charles Corday é acusado de assassinar uma condessa de quem pintava o retrato. Esquecido na temida Prisão de Newgate, restam-lhe apenas sete dias de vida antes de ser enforcado. Rider Sandman, um capitão temperamental que vive tempos difíceis depois de participar da Batalha de Waterloo, é convocado para investigar o crime. A investigação o levará a uma emocionante jornada pelos fétidos porões da prisão e pelos perfumados salões da aristocracia londrina. Enérgico e durão, Sandman é hábil com a espada e exímio jogador de críquete. E em sua arriscada empreitada conta apenas com a própria inteligência e um grupo de aliados nada convencionais: Sally Hood, modelo vivo de passado comprometedor; lorde Alexander, um fervoroso reverendo e também amante do críquete; e o velho companheiro de batalha, sargento Berrigan.

Mestre em personagens marcantes, Cornwell faz desse grupo um quarteto inesquecível, que luta contra nobres ricos e cruéis, a fim de salvar a vida de um inocente. Apontado como o melhor escritor de romances históricos de sua geração, o autor combina o gosto por detalhes com um enredo de tirar o fôlego e um estilo cujo realismo é por vezes chocante.


Análise:

Começo minha resenha com um belo e sonoro “NÃO”, em letras garrafais, o leitor não encontrará batalhas épicas, duelos de espadas, ou arqueiros com sede de vingança e olhares assassinos.

Nesta obra, Bernard Cornwell lança um estilo mais voltado para um romance policial, e adivinhem o resultado? Uma história impecável, cheia de reviravoltas, Cornwell é brilhante em escrever uma bela e envolvente trama policial.

Vamos voltar no tempo, mais especificamente em Londres do início do século XIX, vamos conhecer o jovem e frágil Charles Corday, do qual foi acusado em assassinar uma condessa, sua punição? O enforcamento! 

Cornwell retrata de forma brilhante uma Londres cruel e impiedosa, em seus julgamentos a frieza nos enforcamentos em praça pública. Os personagens? Intensos, com uma presença marcante em cada capítulo, sejam personagens primários ou até mesmo secundários, o autor não dispensa em riqueza de detalhes e uma carga emocional bem impactante. 

Vamos conhecer um personagem que pode salvar à vida de Corday, um capitão bem temperamental que está em uma fase bem complicada de vida, após participar da famosa Batalha de Waterloo, Rider Sandman é o investigador que foi convocado para tentar salvar o jovem condenado à forca. 

Sandman conta com ajuda de outros amigos para achar os motivos e o verdadeiro culpado pelo assassinato da condessa, uma trama bem delineada com capítulos que deixam qualquer leitor junto com os demais personagens.

Ficou curioso para saber se realmente Sandman vai conseguir salvar o jovem Corday? Faça parte dessa investigação lendo esse maravilhoso livro.


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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Presidente da Editora Record defende aumento no preço dos livros


Para uma pequena parcela de brasileiros que fazem da leitura seu hábito sagrado quando se ouve qualquer notícia relacionada a aumento de preços de livros há uma enxurrada de reclamações, e não é pra menos, os leitores ávidos compram muitos livros.

E se pensarmos no outro lado da moeda e entendermos os custos envolvidos na produção de um livro? Talvez a sua opinião mudaria e você enviaria um e-mail imediatamente para as editoras para promover um aumento geral.

O fato é que para agradar os participantes desse negócio não é tarefa fácil, principalmente quando o país vive uma recessão gravíssima. Temos que entender os argumentos de ambos os lados e chegar num denominador comum.

Tudo isso para contextualizar uma notícia que saiu essa semana em que Sônia Machado Jardim, presidente do grupo Record, disse que havia necessidade de aumentar os preços dos livros do grupo.

Considerada uma administradora que controla na ponta do lápis os custos da produção de um livro, ela relata que o grupo passou por grandes transformações nos últimos tempos e o planejamento racional era necessário num ambiente tão conturbado.

Formada em Engenharia Civil adotou a editora há 22 anos como profissão, Jardim é ligada a números, por isso tem solicitado aos editores um planejamento detalhado da produção dos livros em função de várias transformações que a empresa vem passando, tais como:

O grupo perdeu o Sérgio Machado, presidente do grupo, para um tumor na meninge, a ascensão de grandes grupos editoriais, o aumento do papel em 45%, o fim das compras governamentais, enfim, ingredientes que fazem qualquer administrador pensar racionalmente.

É claro que para nós, pobres mortais, que amamos a leitura não é uma notícia animadora. A falta de incentivos na produção literária é nítida no Brasil e os custos para produção são altíssimos, por isso, o planejamento da produção deve ser feita com muita cautela.

Isso não significa defender o aumento dos livros e sim refletir sobre a sua produção e exigir melhores incentivos dos nossos governantes para a produção de livros, afinal, sem livros não há educação e sem educação não há um país melhor.

Fonte: Folha

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