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terça-feira, 15 de outubro de 2019

Do luto à superação: Suave aroma dos campos de lavanda é um livro emocionante e cheio de nuances

Texto de César Obeid fala da luta de uma adolescente diante de tantos conflitos da vida
Joyce tinha 17 anos quando descobriu que tinha a doença celíaca e, por isso, não poderia mais ingerir alimentos que tivessem glúten. Era seu adeus às massas, pizzas, pães e tantas outras delícias. Mas o adeus mais dolorido da garota foi aos seus pais, que morreram juntos em um acidente, deixando a menina entre a dor do luto e a responsabilidade de lidar com documentos, papéis e inventário. Em Suave aroma dos campos de lavanda, César Obeid conta a história de uma protagonista forte, lutadora e com muitas lições a ensinar. O livro é um lançamento da Editora do Brasil. 
A história de Joyce se dá com uma série de desventuras. Quando a menina começa a colocar o trem da vida nos trilhos, descobre um indesejável segredo que seu pai guardou por 12 anos.
A avó da menina até tenta levá-la para morar no interior, onde a família possui campos de lavanda, tomate e caqui. Mas Joyce prefere continuar na cidade para terminar o Ensino Médio. Ao longo da história, a protagonista relembra sobre sua infância brincando de esconde-esconde nos campos de lavanda com seus primos e amigos do sítio. Por vezes, se agachava e mastigava as pequenas partes das florzinhas roxas que eram tão suaves que a faziam sorrir. A menina também gostava de espremer as folhas verdes entre os dedos para sentir o cheiro que a acalmava.
Um livro que prende a atenção do leitor pela riqueza de detalhes, o suspense entre os acontecimentos, a emoção ao longo das descobertas de Joyce. César trata assuntos delicados como doenças, luto e bullying de forma sensível e agradável, envolvendo o público com cada palavra.
Suave aroma dos campos de lavanda faz parte da série Toda Prosa, feita para o jovem leitor que ama boas histórias, curte bons livros e gosta de alimentar a imaginação com boa literatura. 
Sobre César Obeid:
César Obeid nasceu em São Paulo (SP) em 1974. É palestrante, autor de literatura infantil e juvenil, com obras reconhecidas pela Fundação Nacional do Livro infantil e Juvenil (FNLIJ). Também tem um canal de vídeos e escreve artigos sobre literatura, poesia, autoconhecimento, criatividade e culinária vegana, suas paixões. Com os dramaturgos, aprendeu a contar histórias por meio de diálogos, com os poetas populares percebeu que qualquer tema pode virar poesia, com os autores clássicos compreendeu que as belas histórias são atemporais, com os autores contemporâneos entendeu que um escritor que segue sua intuição não erra nunca. 
Sobre Erika Lourenço:
Erika Lourenço nasceu em Belo Horizonte e passou a vida se mudando. Morou em muitos lugares até descobrir que era seu próprio lar. Se encontrou quando entendeu que a melhor maneira de se comunicar era através da ilustração, que faz por trabalho e por amor. 
Sobre a Editora do Brasil:
A Editora do Brasil busca, há mais de 75 anos, renovar os produtos e serviços que levem aos milhares de educadores e alunos do Brasil conteúdos atuais e materiais de qualidade. Nos quatro cantos do País, professores e gestores utilizam nossos livros e têm acesso a um projeto didático comprometido com a ética e com uma educação cada dia melhor.
O compromisso da Editora do Brasil é com o dinamismo do conhecimento e com a educação que transforma e é transformada. Mais que nunca, posiciona-se ao lado dos educadores, observando, analisando e discutindo os novos desafios do ensino em nosso País.
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segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Autora homenageia Manuel Bandeira em livro infantojuvenil nos 51 anos de sua morte

Minha Pasárgada une palavras e imagens em releitura de poemas clássicos de um dos maiores poetas brasileiros

Uma das figuras mais icônicas da primeira geração modernista no Brasil, sem dúvidas, é Manuel Bandeira (1886 - 1968). O escritor, professor, crítico de arte e historiador literário é conhecido por sua familiaridade com o verso livre, a linguagem coloquial, irreverente e uma mente criativa. É inspirada nos poemas imortais de Bandeira que a autora Rosinha compartilha em um belíssimo livro sua própria Pasárgada.

No livro, Rosinha traz ao público infantojuvenil uma releitura da obra deste que é um dos maiores poetas da Literatura Brasileira e também seu conterrâneo de Recife, por meio de palavras e imagens. Os versos acompanham as ilustrações que fazem uma dança de palavras e poesia. Minha Pasárgada traz a riqueza de possibilidades textuais e imagéticas, um convite aos leitores de todas as idades para conhecer o universo da poesia.

Rosinha é leitora de Bandeira e busca, em seu livro, mapear os caminhos afetivos percorridos pelo poeta ao longo da vida até a sonhada Pasárgada, cidade que Bandeira construiu com palavras.

Sobre Rosinha:

Rosinha nasceu em Recife. Formou-se em Arquitetura pela Universidade Federal de Pernambuco, mas se apaixonou pela literatura infantojuvenil e passou a se dedicar à ilustração. Lançou seu primeiro livro em 1994: Som Coração. Desde então, caminha entre imagens e palavras. 

Sobre a Editora do Brasil:

A Editora do Brasil busca, há mais de 75 anos, renovar os produtos e serviços que levem aos milhares de educadores e alunos do Brasil conteúdos atuais e materiais de qualidade. Nos quatro cantos do País, professores e gestores utilizam nossos livros e têm acesso a um projeto didático comprometido com a ética e com uma educação cada dia melhor.

O compromisso da Editora do Brasil é com o dinamismo do conhecimento e com a educação que transforma e é transformada. Mais que nunca, posiciona-se ao lado dos educadores, observando, analisando e discutindo os novos desafios do ensino em nosso País.
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quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Leitura interativa com narrativa em construção


O jogo da forca serviu de inspiração para o divertido livro Palavra-chave, de Selma Maria, um lançamento da Editora do Brasil


No dia 14 de novembro é comemorado o Dia Nacional da Alfabetização, portanto trazemos uma sugestão de leitura para os pequenos: Palavra-chave, de Selma Maria.

Uma experiência de sala de aula, relatada por uma educadora da cidade paulista de Jundiaí intrigou a poeta e artista plástica Selma Maria. A educadora passara uma lição de casa para os alunos em que pedia para que eles completassem um jogo de forca a partir da figura de duas galinhas que viam desenhadas no canto da folha sulfite. No dia seguinte, o aluno mais esforçado da classe foi o único que entregou a lição em branco. Ao perguntar por quê, ela recebeu a seguinte resposta: “Professora, você fez uma pegadinha, não é? Tudo está feito... GA e as linhas: galinhas!”.

Selma ficou com isso na cabeça: “Passei anos pensando na genialidade desse menino e, por fim, nasceu esta história que virou este livro”. Ela se refere à obra Palavra-chave, com ilustração de Nina Anderson, um lançamento da Editora do Brasil. Mais que uma leitura, Selma propõe uma divertida brincadeira aos jovens leitores.

Inspirada no jogo da forca, a história é protagonizada por passarinhos que comem letras. A autora então desafia o leitor a participar da construção da narrativa ao interagir com as páginas e completar as palavras com letras faltando. É uma forma divertida de estimular as potencialidades do leitor em formação.

Sobre a autora:

Poeta e artista plástica, Selma Maria também é pesquisadora de brinquedos e brincadeiras. Além de fazer exposições de suas obras, ela atua em projetos de arte e educação e ministra palestras sobre brinquedos, bichos e palavras. Tem outros livros publicados para crianças, como O livro do palavrão e Maria José é, José Maria ia.

Sobre a ilustradora:

Nascida em São Paulo, em 1992, Nina Anderson começou a ilustrar livros infantojuvenis aos 18 anos e já emprestou o seu talento em várias publicações. Ela conta que não sabia que esse seria seu caminho quando começou a fazer os primeiros rabiscos. “Quando descobri que poderia colorir livros para crianças como a que fui, não parei de espalhar meus desenhos por aí”, diz ela.

Sobre a Editora do Brasil:

A Editora do Brasil está há 75 anos buscando sempre renovar produtos e serviços, para levar conteúdos atuais e materiais de qualidade para milhares de educadores e alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio. Em todos os cantos do país, professores e gestores que trabalham com os nossos livros têm acesso a um projeto didático comprometido com a ética e com uma educação cada dia melhor. Nossa missão é ser uma editora de melhor conteúdo e maior presença na educação brasileira. Isso significa que, antes de mais nada, temos compromisso com o dinamismo do conhecimento. A educação que transforma também tem que se transformar. Mais do que nunca, estamos ao lado dos educadores, observando, analisando e discutindo os novos desafios do ensino em nosso país. Assim, fornecer o melhor conteúdo educacional é mais do que a nossa missão, é a nossa é razão de existir.
Mais informações pelo site: www.editoradobrasil.com.br.


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domingo, 1 de julho de 2018

Intensidade sonora em "Alto, Baixo, Num Sussurro"


No livro Alto, baixo, num sussurro, é possível compreender a importância do som e também do silêncio em suas diversas formas

“No começo, tudo era silêncio. Mas depois tudo ficou barulhento. O universo se encheu de sons”. É esta proposta de imergir no mundo dos sons e ritmos eu o livro “Alto, baixo, num sussurro”, escrito pelos ucranianos Romana Romanyshyn e Andriy Lesiv, com tradução de Flora Manzione, traz aos leitores. Nele, é possível compreender diversos tipos de sons, especialmente os produzidos pela música e pela natureza.

O mundo sonoro é o assunto principal dessa publicação da Editora do Brasil, que contém explicações dos conceitos relacionados às ondas sonoras e à audição, além de ricas informações, proporcionando uma leitura direta e lúdica sobre o tema.

Apesar de invisível, o som chama muito a atenção. Depois que paramos para ouvir, aprendemos a perceber todas as suas variações dos sonos: dos ruidosos e altos aos brandos e baixos, familiares ou estranhos, além dos inúmeros produzidos pelos instrumentos musicais, que vão das cordas ao sopro. Ao apresentar todos estes pormenores musicais, a obra desperta o leitor para a educação musical, auxiliando músicos a explicar o universo dos sons às crianças e jovens.

Música, intensidade do som, silêncio, barulho – tanto produzidos pelos seres humanos, quanto pela natureza – são mencionados como formas de nos fazer refletir sobre o quão fantástico é o universo do som e do silêncio. Ouvidos e olhos atentos para deixar fluir essa leitura!

Sobre os autores:

Romana Romanyshyn e Andriy Lesiv nasceram em Lviv, na Ucrânia, em 1984. Depois de se formarem na Lviv National Academy of Arts, criaram o Studio Agrafka, onde colaboraram em livros e vários outros projetos. Eles receberam muitos elogios por seu trabalho, incluindo duas menções especiais nos Prêmios Bologna Ragazzi.

Sobre a Editora do Brasil:

Fundada em 1943, a Editora do Brasil atua há mais de 70 anos com a missão de mudar o Brasil por meio da educação. Como empresa 100% brasileira, foca na oferta de conteúdos didáticos, paradidáticos e literários direcionados ao público infantojuvenil. Foi fundadora da CBL, SNEL, FNLIJ, IPL e da Abrelivros. Os títulos estão disponíveis para comercialização na loja virtual da Editora Brasil (www.editoradobrasil.com.br/lojavirtual) ou nas lojas físicas, em São Paulo (Rua Conselheiro Nébias, 887 – Campos Elíseos, São Paulo-SP), Rio de Janeiro (Rua do Bispo, 150 - Rio Comprido-RJ) e Natal (Rua dos Caicós, 1533 – Alecrim, Natal-RN).







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sábado, 30 de junho de 2018

Editora do Brasil lança a coleção Janela, Janelinha

A nova coleção lançada pela Editora do Brasil é uma abertura inteligente, criativa e estimulante para iniciar os pequenos leitores no universo dos livros e aproximá-los do cotidiano de seu crescimento

Os três títulos da coleção – Como é o seu dia, pelicano?, De que jeito sou eu? E Só tem círculos? -, embora sejam narrativas simples, são o ponto de partida para ajudar os novos leitores a compreender temas como meio ambiente, diversidade cultural e relacionamento humano, com os quais terão de conviver no mundo real.

Os três livros são da autora e ilustradora, Bia Villela, que nos presenteia com um verdadeiro show de design, resultado de seus traços modernos e inteligentes, colocando cada figura de seus personagens em uma conexão com o mundo infantil, apresentando narrativas divertidas, cheias de cores e formas diferentes.

A obra “Como é o seu dia, pelicano?” Facilita o início ao mundo da literatura, ensinando ao mesmo tempo a entender e a enfrentar – sem medo e de forma divertida -, as mudanças climáticas.

A cada página, nosso destemido pelicano está pronto para aproveitar melhor o seu dia, seja em qual tempo for, sol chuva, vento... Uma oportunidade aos pais para ensinar os filhos que começam a questionar e a conviver com as forças da natureza. Inspiradas pelo pelicano, elas podem compreender as nuances do tempo e a escolher as melhores atividades para aproveitarem o dia.

“Calor, frio, chuva, vento... São fatores que determinam as atividades diárias, tais como brincadeiras, a quantidade de roupas, os passeios e muito mais”, diz a autora e ilustradora Bia Villela. “O livro se passa num ambiente marinho e, faça chuva ou faça sol, o pelicano sempre apresenta uma solução para a sua diversão”, comenta Bia, forma em Veterinária pela Universidade de São Paulo (USP) e em Design Gráfico no Rocky Mountain College of Art and Design, Estados Unidos. Ela usou seu talento e o amor pelos animais para costurar as narrativas baseadas na pluralidade cultural e na amizade.

O livro “De que jeito sou eu?” trata de um jeito inteligente, leve e bonito, a diversidade cultural, um tema recorrente na sociedade moderna. As descobertas de um simpático coelhinho sobre seu corpo são o gancho para ajudar as crianças a compreenderem melhor as diferenças e semelhanças com seus amiguinhos e o mundo em que vivem. Tudo depende de um ponto de vista, não importando se o outro é alto ou baixo, rápido ou lento. No final, o que importa mesmo é a amizade e a alegria de conviver com os amigos.

Segundo a autora, a intenção é atrair os pequenos leitores e ajuda-los a se inserir na discussão do tema. “A utilização de animais para discutir esse tema facilita a compreensão e estimula o debate”, diz. “O livro promove a discussão sobre o igual ou o diferente e procura derrubar rótulos”, afirma a autora. “Somo de um jeito só o tempo todo?” – provoca.  A abordagem temática recebe a fina ajuda das ilustrações cuidadoras e modernas, com cores de beleza estonteantes, que encantam até os adultos e amantes da arte gráfica. Melhor que isso, ajuda os pais e educadores a explicarem melhor o tema aos pequenos.

No livro “Só tem Círculos?” as formas geométricas e seus diferentes usos e cores são atrações para os pequenos leitores. Por meio de círculos e suas variações, a autora apresenta a este público alguns animais, em um jogo divertido de cores e sons.

“... Só tem Círculos? Mostra como é possível criar qualquer animalzinho utilizando formas geométricas”, dia Bia Villela, que destaca a capacidade da obra de manter o interesse do leitor. “Cada página traz novidades; divertindo e incentivando a imaginação.”

Com o cenário de ilustrações coloridas e texturas, o livro traz uma ligação direta da narrativa com o leitor iniciante, possibilitando o entendimento do seu universo com o mundo exterior.

Sobre a autora:

Bia Villela é forma em design gráfico pela Rocky Mountain College of Art and Design (EUA) e em veterinária pela Universidade de São Paulo (USP). Cria e desenha livros infantis, utilizando muitas cores e inventando figuras com formas geométricas.

Sobre a Editora do Brasil:

Fundada em 1943, a Editora do Brasil atua há mais de 70 anos com a missão de mudar o Brasil por meio da educação. Como empresa 100% brasileira, foca na oferta de conteúdos didáticos, paradidáticos e literários direcionados ao público infantojuvenil. Foi fundadora da CBL, SNEL, FNLIJ, IPL e da Abrelivros. Os títulos estão disponíveis para comercialização na loja virtual da Editora Brasil (www.editoradobrasil.com.br/lojavirtual) ou nas lojas físicas, em São Paulo (Rua Conselheiro Nébias, 887 – Campos Elíseos, São Paulo-SP), Rio de Janeiro (Rua do Bispo, 150 - Rio Comprido-RJ) e Natal (Rua dos Caicós, 1533 – Alecrim, Natal-RN).



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quinta-feira, 28 de junho de 2018

Severino Rodrigues e o livro A fera dos mares, por Sérgio Simka e Cida Simka

Severino Rodrigues - Crédito da Foto: Renata Tavares
Fale-nos sobre você.

Meu nome é Severino Rodrigues, sou professor de Língua Portuguesa no IFPE (Instituto Federal de Pernambuco) -Campus Barreiros e escritor de literatura juvenil. Sou louco por livros, inclusive já devorei mais de vinte livros este ano. A maioria deles, é claro, no período de férias. Estou sempre antenado nas novidades do mercado editorial e busco me atualizar e inovar sempre. Ah, também sou mestre em Letras pela Universidade Federal de Pernambuco e tenho três livros publicados.

ENTREVISTA:

Fale-nos sobre seus livros.

Meus livros são voltados principalmente para o público jovem. Já publiquei três juvenis. Sequestro em Urbana (Cortez Editora), lançado em 2013, que conta a história de Pedro, um adolescente detetive, investigando o paradeiro do melhor amigo; Mistério em Verdejantes (Cortez Editora), lançado em 2015, um ecomistério em que um grupo de jovens tenta descobrir o que está acontecendo com as árvores centenárias da cidade, pois elas estão perdendo suas folhas de um modo muito inusitado; e, em 2016, saiu a A fera dos mares (Editora do Brasil) em que o humor é foco principal. Nele, criei o Athos, um estagiário de Ciências Biológicas bem atrapalhado, que investiga os boatos sobre uma estranha criatura marinha que estaria atacando banhistas em uma praia do Nordeste.

Como o leitor interessado deverá proceder para saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho?

Desde o ano passado, criei um site (www.severinorodrigues.com) e vivo conectado nas redes sociais, principalmente Instagram e Facebook. Sempre quando tenho alguma novidade posto lá. E é um prazer imenso conversar com os leitores sobre os meus livros, trocar algumas ideias, saber o que mais gostaram. É um estímulo e tanto para criar novas histórias.

Como analisa a questão da leitura no país?

Acredito que nossa realidade é bem diversa no quesito leitura. De um lado, temos grupos em que a leitura é presença forte e constante; e, de outro, temos pessoas que não possuem esse hábito e, muitas vezes, até se orgulham disso. Como escritor e professor de Língua Portuguesa, procuro incentivar ao máximo meus alunos a viajarem  para esse mundo onde se encontram histórias para todos os gostos. E para que a gente tenha cada vez mais leitores, o investimento na educação básica, não só no aluno como também no professor, é de fundamental importância. Quando em casa não há o incentivo, o professor adquire a função essencial e vital de mediador de leituras.

O que tem lido ultimamente?

Este ano estou devorando alguns livros premiados com o Prêmio Pulitzer de Literatura. "Os caminhos para a liberdade", de Colson Whitehead, foi de um tremendo impacto. Ainda estou me recuperando da leitura. Recomendadíssimo! Também "O sol é para todos", da Harper Lee, merece um lugar de destaque na biblioteca de todo escritor. O próximo da lista será "A cor púrpura", de Alice Walker. O curioso é que esses livros abordam a questão racial. Essas discussões têm despertado minha atenção nos últimos anos.

Quais os seus próximos projetos?

Neste ano, devem sair dois novos livros. As editoras ainda querem segurar um pouco as informações sobre eles. Mas posso adiantar que os dois são juvenis, sendo um deles de mistério, esse com certeza é o meu melhor livro do gênero, deu muito trabalho, mas ficou incrível; e o segundo é um pouco diferente de tudo que já escrevi, pois é uma narrativa mais cotidiana, com uma estrutura um pouco diferente e também exigiu uma pesquisa cuidadosa. Esses dois trabalhos são os meus melhores livros! Estou muito orgulhoso e ansioso para vê-los nas mãos dos leitores!

*Sérgio Simka é professor universitário desde 1999. Autor de cinco dezenas de livros publicados nas áreas de gramática, literatura, produção textual, literatura infantil e infantojuvenil. Idealizou, com Cida Simka, a coleção Mistério, publicada pela Editora Uirapuru.

Cida Simka é licenciada em Letras pelas Faculdades Integradas de Ribeirão Pires (FIRP). Coautora do livro Ética como substantivo concreto (Wak, 2014) e autora dos livros O acordo ortográfico da língua portuguesa na prática (Wak, 2016), O enigma da velha casa (Uirapuru, 2016) e “Nóis sabe português” (Wak, 2017).
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sexta-feira, 27 de abril de 2018

Paula Valéria Andrade e Editora do Brasil lançam A Beija-flor e o Girassol


“A Beija-flor e o Girassol”texto premiado de Paula Valéria Andrade no Salone Internazionale Del Livro Di Torino, na Itália, é uma linda história de companheirismo e amizade, que ganhou nessa versão as cores e as formas pelas mãos do ilustrador mexicano Luis San Vicente

Ninguém está livre das fatalidades que podem acontecer na vida, mas nada como um apoio especial e uma amizade verdadeira para que estes momentos sejam suavizados e a alegria volte a florescer. E mesmo sabendo que existem estas intempéries e as diferenças entre as pessoas, em A Beija-flor e o Girassol, que será lançado pela Editora do Brasil e pela autora do livro Paula Valéria Andrade, no dia 28 de abril, na Livraria da Vila (Rua Fradique Coutinho, 915), em São Paulo, é possível ver que sempre se pode escolher pelo lado da solidariedade, compaixão e compreensão. Durante o evento, haverá contação de histórias e atividades para crianças.

De acordo com a autora, em momentos de crise sempre é mais fácil discordar e cada um virar para um lado. “Mas, perceber o outro, notar as fraquezas que todos temos e buscar nos sensibilizar com a possibilidade de transformação, de melhorar uma situação é algo que precisa ser cada vez mais valorizado para a construção de uma sociedade mais equânime e mais digna nos ambientes coletivos e familiares”, acredita a autora Paula Valéria Andrade.

Na história publicada pela Editora do Brasil, são apresentadas habilidades socioemocionais. Dodô é um beija-flor fêmea e Gil é um grande girassol de jardim. Eles se conhecem após momentos de dificuldades e ambos precisam de ajuda. E, assim, eles se apoiam e fazem bem um ao outro e desse dia em diante uma amizade forte e intensa floresce entre os dois. “As imagens têm sua própria vida e nem sempre seguem o passo a passo da palavra. O que é muito bom, pois a criança pode criar junto, através da própria imaginação”, descreve a autora.

Andrade acredita que na vida real devemos escutar os outros e prestar atenção no que falam e como falam. “Muitas pessoas revelam suas dificuldades com clareza e outras através da sutileza. Conversar e trocar ideias é muito importante para um relacionamento fluir e ambas pessoas, ou crianças, se sentirem aceitas e validadas nas suas fraquezas e dificuldades, independentes de acertos ou competições”, diz.

A autora ainda complementa que cada vez mais o livro infantil serve como instrumento de aceitação do ser humano e dos valores essenciais para a construção de uma sociedade mais harmoniosa e solidária. “Somos um país jovem e sabemos que é na criança que devemos colocar nossas esperanças de um mundo menos violento, mais justo e melhor. Escrever para elas nos abre possibilidades infinitas. Estou muito contente com este livro e espero que a Dodô voe alto!”, declara.

Sobre o autora: 

Paula Valéria Andrade é poeta, artista, designer, professora de artes, autora de livros, webwriter e  colunista de artes visuais e teatro. Criou projetos de grafite e de multimídia para a Casa das Rosas, de São Paulo; publicou 18 livros autorais, de poesia e arte-educação de teatro e artes e seis livros infantis com design de livro-brinquedo. Realizou exposições de suas ilustrações na Itália, Holanda e Alemanha. Ganhou o Prêmio Jabuti - CBL – aos 21 anos, e é citada no “Dicionário de Literatura Infantil & Juvenil Brasileiro”, de Nelly Novaes Coelho, como autora de livros para crianças.

Sobre a Editora do Brasil: 

Fundada em 1943, a Editora do Brasil atua há mais de 70 anos com a missão de mudar o Brasil por meio da educação. Como empresa 100% brasileira, foca a oferta de conteúdos didáticos, paradidáticos e literários direcionados ao público infantojuvenil. Foi fundadora da CBL, SNEL, FNLIJ, IPL e da Abrelivros. Os títulos estão disponíveis para comercialização por meio da loja virtual da Editora Brasil (http://www.editoradobrasil.com.br/lojavirtual/) ou nas lojas físicas, em São Paulo (Rua Conselheiro Nébias, 887 – Campos Elíseos, São Paulo - SP), Rio de Janeiro (Rua do Bispo, 150 - Rio Comprido-RJ) e Natal (Rua dos Caicós, 1533 – Alecrim, Natal- RN).



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quinta-feira, 22 de março de 2018

Dilema entre tecnologia e sustentabilidade


A partir da relação entre três amigos, Meu planeta, minha casa faz importantes considerações entre o desenvolvimento das pequenas cidades e o meio ambiente

As dúvidas sobre apoiar o desenvolvimento de uma pequena cidade, que é um paraíso ecológico, surge com a instalação de uma indústria na comunidade. Coloca em debate as prioridades da comunidade, dividindo opiniões: o crescimento local ou a manutenção e preservação do meio ambiente. No livro da Editora do Brasil, Meu planeta, minha casa, o adolescente Juba, personagem que tem dois melhores amigos em lados opostos, vive um grande dilema relacionado a essas questões.

Na obra de Shirley Souza, com a instalação de uma empresa,  vem um rápido desenvolvimento,  abrem-se vagas de empregos para a comunidade e uma nova possibilidade de infraestrutura, que não existia anteriormente. Cadu, amigo de Juba desde a primeira infância, apoia e valoriza esta novidade. Do lado oposto, Blá, também amiga de Juba, desde a sexta série, percebeu os pontos negativos desta instalação com a falta de responsabilidade da empresa com o meio ambiente.

Dentro do cenário escolar, muitas manifestações de ambos os lados, juntamente com novas informações e discussões, que envolvem outros personagens da comunidade local, para avaliar o que é melhor para o município. “O protagonismo é colocado nas mãos de adolescentes porque, sinceramente, acredito que, na adolescência, somos mais idealistas e intensos, ainda não temos os filtros e os freios que a vida adulta nos traz”, informa a autora.

Na visão da autora, os adolescentes são capazes de se dedicar totalmente ao que acreditam e podem, sim, fazer muito. Assim, o livro, além de uma proposta à reflexão, é um convite à ação: qual é a realidade do lugar em que você vive? O que você pode fazer por ela? É possível conciliar tudo isso?

O livro retrata, segundo Souza, uma questão importante da atualidade, a ambiental. “A vida das gerações futuras depende de nossa relação com o planeta. Se matamos um rio, atirando esgoto nele, temos menos água. Pegue esse exemplo e pense na realidade do acesso à água doce no mundo. A situação é séria e só tende a se agravar. E não é mais uma situação do amanhã distante. Está acontecendo agora”, ressalta.

Nas ilustrações de Jan Limpens, além de desenhos dos personagens a utilização de recursos gráficos, mapa, reprodução de e-mails, infográficos e manifestos.
  
Sobre a autora: 

Shirley Souza é formada em Comunicação Social (Publicidade e Propaganda) pela ECA-USP. Já trabalhou em diferentes áreas e foi publicitária, professora, editora, ilustradora e, agora, é escritora e também trabalha com a produção de conteúdos didáticos. Fez algumas especializações buscando aprofundar seu conhecimento em áreas que a interessavam. Uma dessas especializações foi em Educação Ambiental (SENAC-SP). Tem 47 livros publicados e ganhou dois prêmios literários, o Jabuti – pelo livro "Caminho das pedras" – e o Jóvenes del Mercosur / Argentina – por "Rotina (nada normal) de uma adolescente em crise". Para conhecer mais sobre a autora www.shirleysouza.com 

Sobre a Editora do Brasil: 

Fundada em 1943, a Editora do Brasil atua há mais de 70 anos com a missão de mudar o Brasil por meio da educação. Como empresa 100% brasileira, foca a oferta de conteúdos didáticos, paradidáticos e literários direcionados ao público infantojuvenil. Foi fundadora da CBL, SNEL, FNLIJ, IPL e da Abrelivros. Os títulos estão disponíveis para comercialização por meio da loja virtual da Editora Brasil (http://www.editoradobrasil.com.br/lojavirtual/) ou nas lojas físicas, em São Paulo (Rua Conselheiro Nébias, 887 – Campos Elíseos, São Paulo - SP), Rio de Janeiro (Rua do Bispo, 150 - Rio Comprido-RJ) e Natal (Rua dos Caicós, 1533 – Alecrim, Natal- RN).


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quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Areia na Praia – um livro que trata de sentimento puro

Areia na praia é uma narrativa que vai além da simples amizade entre uma criança que adora a praia e o seu animal de estimação.

As ilustrações da capa em tons pastel já antecipam a leveza e a doçura dos temas tratados em Areia na praia. Afeto, companheirismo e sentimento de perda são alguns temas abordados na emocionante narrativa de amizade entre uma menininha e sua cachorra, Areia.

A garota e a cadelinha desbravam e descobrem o mundo juntas. Mas, ao ser solta da coleira em um rompante de excitamento, Areia foge e desaparece na imensidão da praia. Será que ela volta?

A história sobre a amizade verdadeira entre as pessoas e seus animais de estimação tem muito da experiência da autora, que desde criança sempre teve bichinhos. Elma explica que teve uma cachorrinha chamada Meg que esteve com a família por quase doze anos e adorava ir à praia. “Meg, diferentemente de Areia, nem precisava usar coleira, mas costumava correr para muito distante e meus filhos sempre questionavam se ela voltaria. Meg sempre voltava e era uma grande festa e alegria”.

A publicação leva o leitor à reflexão sobre a relação entre seres diferentes. “É permitir que o meu mundo, tão diferente, faça parte do mundo do outro e vice-versa. É uma forma de aprendermos a lidar com outras maneiras de amar, que muitas vezes é complicada, mas sempre gratificante”, completa.

Para retratar os lindos momentos do livro, a cor do papel, da areia da praia e da cachorrinha, as ilustrações ganharam vários experimentos. “Como moro perto da praia, as imagens surgiam com as lembranças vivenciadas por mim, por minha família e pelos meus amigos, que amam seus animais. Relações de afetos que contagiam”, orgulha-se.

Sobre a autora:

Elma tem diversos livros publicados como ilustradora e alguns como escritora. Já ganhou prêmios e suas ilustrações participaram de mostras e exposições no Brasil e no exterior.

Sobre a Editora do Brasil:

Fundada em 1943, a Editora do Brasil atua há mais de 70 anos com a missão de mudar o Brasil por meio da educação. Como empresa 100% brasileira, foca a oferta de conteúdos didáticos, paradidáticos e literários direcionados ao público infantojuvenil. Foi fundadora da CBL, SNEL, FNLIJ, IPL e da Abrelivros. Os títulos estão disponíveis para comercialização por meio da loja virtual da Editora Brasil (http://www.editoradobrasil.com.br/lojavirtual/) ou nas lojas físicas, em São Paulo (Rua Conselheiro Nébias, 887 – Campos Elíseos, São Paulo - SP), Rio de Janeiro (Rua do Bispo, 150 - Rio Comprido-RJ) e Natal (Rua dos Caicós, 1533 – Alecrim, Natal- RN).



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sexta-feira, 29 de setembro de 2017

109 anos da morte de Machado de Assis

Considerado por muitos o maior escritor de língua portuguesa, Machado continua a ser republicado. Agora também em versão HQ.
 
 
“Uma existência, além da morte”, assim escreveu Euclides da Cunha no dia 30 de setembro de 1908 no Jornal do Commercio sobre o falecimento de Machado de Assis, que havia acontecido na noite anterior. Hoje, 109 anos depois, não há quem não tenha ouvido falar ou não tenha se deparado com algo relacionado ao autor. O escritor brasileiro é considerado por muitos críticos, estudiosos, escritores e leitores como o maior nome da literatura brasileira.

Presente em diversas listas de provas de vestibulares e estudado pelos alunos das escolas do Brasil, Machado de Assis também é citado na 4a edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil – o maior e mais completo estudo sobre o comportamento do leitor brasileiro, promovido pelo Instituto Pró-Livro (IPL) e aplicado pelo Ibope Inteligência – como o autor mais conhecido entre os entrevistados, ficando à frente de Monteiro Lobato, Paulo Coelho e Jorge Amado. Machado aparece em segundo colocado na pesquisa, atrás apenas de Monteiro Lobato, também no quesito escritores de quem os entrevistados mais gostam.

Os dados da pesquisa são endossados pelo crescente número de releituras e republicações das obras de Machado de Assis. Em homenagem ao autor, a Editora do Brasil acaba de lançar uma coletânea de contos adaptados na linguagem das HQs pelas mãos do ilustrador Francisco Vilachã. Neste livro, quatro histórias desse mestre da literatura veem em quadrinhos: “Missa do galo”, “Conto de escola”, “O espelho” e “Umas férias”. Contos que simbolizam muito bem a maravilha da narrativa machadiana. Intercalados por trechos de outros gêneros textuais do autor, o livro é um mergulho pelo universo de Machado e um convite para que o jovem leitor conheça um pouco mais o trabalho desse magnífico escritor.

Depois de tantas indicações faltou desculpa para mergulhar nas obras de Machado, não é mesmo?  Homenageie você também o autor e a literatura brasileira lendo os livros do escritor.
 


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sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Precisamos ouvir melhor as crianças

Esta é a mensagem que está por trás da história de Josefina quer ser bailarina, um livro de Claudia Souza, com delicada ilustração de Alexandre Rampazo

Insistente como só as crianças sabem ser, Josefina martelava a cabeça dos pais há meses com um pedido. E os pais se desdobraram para atender. Só que não era bem aquilo que ela queria. O novelo dessa história é desenrolado com muita criatividade pela autora Claudia Souza, no livro Josefina quer ser bailarina, uma publicação da Editora do Brasil.

Ela resolveu escrever a história para abordar, de um modo poético e irônico, uma questão comum em algumas famílias. “Já conheci muitas Josefinas, isto é, meninas que querem brincar de ser alguma coisa e os pais, não entendendo isso a partir de seu mundo adulto, interpretam como uma demanda de curso, de atividade”, observa Claudia. Psicóloga de formação, ela explica que nem sempre os adultos conseguem compreender as crianças porque partem de suas próprias referências. “No livro, procurei demonstrar que tudo pode ser resolvido com uma boa conversa em que os adultos se disponham a realmente escutar as crianças”.

Um dos destaques do livro é a forte conexão entre o texto e a imagem, um trabalho do ilustrador Alexandre Rampazo. “Ele foi muito competente em ‘enxergar’ a história e ilustrou os dois mundos de que ela trata, adultos e crianças, usando a dobra das páginas quase como um abismo entre eles”, explica Claudia. “De um lado está o mundo dos adultos, pequeno, complicado, esquálido. Do outro, a exuberância do mundo infantil, colorido, livre, alegre. No final, quando esses dois mundos finalmente se encontram, é uma explosão de alegria”, completa.

Ficha técnica:
Obra: Josefina quer ser bailarina
Autora: Claudia Souza
Número de páginas: 32
ISBN: 978-85-10-06150-6

Sobre a Editora do Brasil:

Fundada em 1943, a Editora do Brasil atua há mais de 70 anos com a missão de mudar o Brasil por meio da educação. Como empresa 100% brasileira, foca a oferta de conteúdos didáticos, paradidáticos e literários direcionados ao público infantojuvenil. Foi fundadora da CBL, SNEL, FNLIJ, IPL e da Abrelivros. Os títulos estão disponíveis para comercialização por meio da loja virtual da Editora Brasil (http://www.editoradobrasil.com.br/lojavirtual/) ou nas lojas físicas, em São Paulo (Rua Conselheiro Nébias, 887 – Campos Elíseos, São Paulo - SP), Rio de Janeiro (Rua do Bispo, 150 - Rio Comprido-RJ) e Natal (Rua dos Caicós, 1533 – Alecrim, Natal- RN).


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quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Quando a curiosidade estimula a leitura

O que a estátua da águia de bronze esconde para que seja roubada do chafariz que enfeita a praça do condomínio Quinta do Riacho? “Detetive Cecília e a águia de bronze” é a mais nova aventura da Editora do Brasil.

O sumiço de uma grande estátua de bronze, que enfeitava a praça do condomínio, é o pretexto para a aprendiz de detetive Cecília iniciar uma aventura ao lado dos amigos. A curiosidade em solucionar o enigma na ficção, é a mesma que serve, no mundo real, de caminho para novas descobertas, como o hábito da leitura que o escritor Luis Eduardo Matta quer aguçar no público pré-adolescente com as aventuras da série Detetive Cecília, da Editora do Brasil.

“Comecei a gostar de ler de verdade no início da adolescência, graças a uma coleção de livros policiais. Depois dessa, li outras e a partir daí, desenvolvi um amor pela leitura que me acompanha até hoje”, contou Luis Eduardo ao comentar o lançamento de seu livro Detetive Cecília e a águia de Bronze. “Como leitor adolescente de séries, não foi à toa que me tornei um escritor de séries para adolescentes”, acrescenta.

Cecília se surpreende quando a grande águia de bronze desaparece do chafariz da praça do condomínio e resolve investigar com seus amigos. Construído numa antiga fazenda, o condomínio possui a Casa Velha, antiga sede da propriedade, onde os personagens fazem incursões e descobrem o mistério que envolve o sumiço da estátua.

Além da narrativa que prende o leitor, o livro destaca o projeto gráfico e as ilustrações de Fábio Sgroi, que mostram um cenário de pluralidade, com personagens de diferentes idades e grupos sociais diversos, e de narrativas que trazem temas como a ética, cidadania, sociabilidade, amizade e justiça.

Para o escritor, a intenção é fazer com que as aventuras da detetive Cecília possam entusiasmar os jovens a descobrir a leitura. “Se um jovem gostar de um livro da coleção, poderá se sentir estimulado a ler os outros e isso o ajudará a se familiarizar com o ato de ler e a se transformar em um leitor”, explica.

Segundo ele, não só o hábito da leitura, seus livros de narrativas divertidas, também têm a intenção de ensinar. “Quero aguçar a curiosidade mas também quero que ela traga algum conhecimento. É o conhecimento que irá transformar positivamente o Brasil. E um dos caminhos fundamentais para alcançá-lo é a leitura. Por isso, leiam sem medo, leiam bastante. É a forma mais divertida de se aprender e abrir a mente para a riqueza e a multiplicidade da vida”.

Sobre o autor:

Luis Eduardo Matta nasceu no Rio de Janeiro em novembro de 1974, descendente de libaneses pelo lado paterno. Publicou seu primeiro livro em 1993, aos 18 anos. A obra, ambientada no pós-guerra do Líbano, recebeu prefácio de Mansour Challita, ex-embaixador da Liga dos Estados Árabes no Brasil. Em 2007, decidiu ingressar na literatura juvenil.

O autor tem diversos artigos e ensaios publicados, boa parte abordando a questão da formação de leitores nas escolas e a popularização da leitura no Brasil. Em 2015, foi homenageado com uma sala de leitura comunitária com o seu nome, instalada na Escola Municipal Professor Fábio César Pacífico, no Rio de Janeiro.

Sobre a Editora do Brasil:

Fundada em 1943, a Editora do Brasil atua há mais de 70 anos com a missão de mudar o Brasil por meio da educação. Como empresa 100% brasileira, foca a oferta de conteúdos didáticos, paradidáticos e literários direcionados ao público infantojuvenil. Foi fundadora da CBL, SNEL, FNLIJ, IPL e da Abrelivros. Os títulos estão disponíveis para comercialização por meio da loja virtual da Editora Brasil (http://www.editoradobrasil.com.br/lojavirtual/) ou nas lojas físicas, em São Paulo (Rua Conselheiro Nébias, 887 – Campos Elíseos, São Paulo - SP), Rio de Janeiro (Rua do Bispo, 150 - Rio Comprido-RJ) e Natal (Rua dos Caicós, 1533 – Alecrim, Natal- RN). 




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