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segunda-feira, 3 de maio de 2021

Conheça o livro KAFKA EM PROCESSO da Lava à Vaza Jato, do autor Wilson Barreto Fróis (Editora Viseu)


O livro conecta as ações da Lava Jato à obra de Kafka, que dilui as fronteiras do tempo e se atualiza continuamente. Nessa interface, se coloca como contraponto à divinização da justiça promovida pela Imprensa que, de fato, assumiu o papel de “tribunal da verdade”, reservando ao Judiciário apenas a função de homologar as sentenças midiáticas. Ao final, reflete-se o obscuro contexto pelo qual passa o país, resultado do atropelo da legalidade efetivado recentemente.

FICHA TÉCNICA:

Título: KAFKA EM PROCESSO

da Lava à Vaza Jato

Autor: Wilson Barreto Fróis

Editora Viseu

ISBN: 9786559851225

Páginas: 196

Edição número 1

Edição ano: 2021

PARA ADQUIRIR O LIVRO: CLIQUE AQUI.

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quarta-feira, 15 de julho de 2020

Conheça Pacto de Inocência, livro do autor Plínio Marcos Basílio Garcia


A frieza de todo relacionamento sobressai quando um dos lados tende a pensar mais na economia do que no amor. Assim, finda outro provável conto de fadas. E sem a sustentação do amor o mais fraco fica pelo caminho, perdido em dramas, drogas e outras armadilhas. “Os olhos inquietos denunciam a angustia desmanchando os esverdeados reflexos. Denunciando a inquietação do corpo maltratado”. Por maior que seja o tempo que se consegue esconder, uma hora o cobrador te acha! E dependendo do dia as pernas não te ajudam mais na fuga. O que fazer então? O perdão não salda o débito! Mas os anjos sempre deixam uma fresta para podermos fugir. “Entreolharam-se e surpreendentemente, voltaram-se para o menino e disseram simultaneamente que aceitariam a mediação, desde que fosse ele o arbitro da situação”. Nos olhos de uma criança pode crescer outra oportunidade. “Nasce um ciclo para tomar o lugar de outro. A natureza não se ofende com isso! A única criatura que se ofende, se vende, é a criatura humanizada. Todas as coisas podem ser transformadas. Reinventadas! Nada foi feito para ser imutável, apesar de ser único”.

LEIA ENTREVISTA COM O AUTOR: Clique aqui.

PACTO DE INOCÊNCIA
Autor: Plínio Marcos Basílio Garcia
ISBN 9788554544003
E-ISBN 9788554544010
Páginas 132
Edição número 1
Edição ano 2018
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quinta-feira, 28 de maio de 2020

Sete décadas na vida de um homem comum


Na autobiografia "Gastura - rastreando as profundezas da mente", Fernando Machado intercala vivências pessoais a fatos históricos no Brasil e no mundo

O Parque Ibirapuera ainda não existia. No Cine Leblon, as sessões aos domingos de manhã exibiam Tom e Jerry.  O bonde era um veículo de locomoção usual na Avenida Conselheiro Rodrigues Alves. Os circos estavam na moda. A televisão virou uma novidade entre os vizinhos, que se reuniam na casa de quem tinha o privilégio de comprar o aparelho. 

A São Paulo dos anos 1950 é o ponto de partida do escritor Fernando Machado em Gastura - rastreando as profundezas da mente. De memórias cotidianas a fatos históricos marcantes, a obra parte da ótica de quem viveu seus primeiros anos na Vila Mariana e acompanhou, no calor dos acontecimentos, os principais episódios sociais, políticos, culturais e esportivos daquela e das seis décadas seguintes.  

No dia da partida final, meu pai nos preparou uma surpresa: colocou no jardim, perto do chorão social, um equipamento inusitado: móvel baixo e comprido, com três repartições, rádio, toca discos 78 rpm e alto-falante. Era chamado de hi-fi, aparelho de rádio e vitrola valvulado com som em alta fidelidade; nessa época, ainda não havia televisores. A família toda, tios, primos e vários amigos ficavam sentados na grama do jardim de casa, para ouvir o jogo, bebendo cerveja e caipirinha. Meu pai era tolerante com um pouco de bebida alcoólica para os garotos; a cada gol, havia gritaria e fogos. E foram cinco! (P. 32, Gastura - rastreando as profundezas da mente) 

Assim como a final da Copa de 1958, o livro mescla passagens da vida do autor a acontecimentos no Brasil e no mundo. Da morte de Getúlio Vargas ao assassinato de John Kennedy; do golpe militar à Guerra do Vietnã; da condecoração de Che Guevara à viagem do primeiro homem pelo espaço sideral, com Yuri Gagarin. O ineditismo e fascínio da obra residem justamente aí: o autor usa sua própria biografia como “linha do tempo” para relatar fatos notoriamente conhecidos.   

Hoje, no alto dos seus 75 anos, Fernando Machado apresenta mais que uma autobiografia. O escritor e engenheiro civil aposentado compartilha com o leitor cenários e visões que só quem viveu aqueles tempos poderia tão bem descrever. E, principalmente, revela sentimentos genuínos e as experiências que fazem de um menino, um homem. Neste processo de amadurecimento, o alcoolismo e a recuperação em Alcoólicos Anônimos foram partes significativas. 

A minha vida particular social-alcoólica estava provocando dissabores, cada vez maiores, pois estava bebendo muito e metendo-me em uma série interminável de acidentes de carro. Numa época sem bafômetro, nem radar, a velocidade máxima permitida era sistematicamente desprezada. Além disso, vez ou outra ocorriam episódios deploráveis, no fim das noites; alguns inconfessáveis, outros perdidos na amnésia alcoólica, blecaute que causa incapacidade de lembrança de fragmentos ou de eventos inteiros do período de embriaguez da noite anterior. Apagão!  (P. 153, Gastura - rastreando as profundezas da mente) 

Lançada pela Editora Viseu, Gastura - rastreando as profundezas da mente trata de alegrias, perdas, encantamentos, dificuldades. Da simplicidade da vida e o que dá sentido a ela. A gastura que intitula a obra como forma de expressão de tudo o que incomoda e machuca não apagou as lindas memórias de uma época em que o tempo passava em outra velocidade, bem distante da pressa exacerbada trazida pelo aparato tecnológico. 

Ficha Técnica:  
Título: GASTURA – rastreando as profundezas da mente  
Autor: Fernando Machado
ISBN: 978 85 300 1367-7  
Páginas: 262 páginas  
Formato: 23x16 cm
Preço: R$ 53,90 e R$ 9,90 (eBook Kindle) 
Link para compra: https://bit.ly/2UUYBP8 

Sinopse do livro: Em uma viagem a Lisboa, encontrei, em uma das paredes azulejadas da estação “Saldanha” do metrô, alguns dizeres de anônimos, dentre os quais constava: “Ser autor é trazer-nos inédito o que ainda pertence ao conhecimento geral”. Minha obra traz, de incomum, um breve resumo de relevantes acontecimentos sociais, políticos, culturais, esportivos e até criminais, empregando como “linha do tempo” a minha autobiografia. Comecei abordando a infância feliz em São Paulo, há setenta anos, em uma Vila Mariana sem prédios, com poucos automóveis e muitas chácaras, situadas onde hoje se encontra o Parque do Ibirapuera. Termino minha narrativa, já nos dias atuais, com a aposentadoria em uma casa à beira-mar, na freguesia do Ribeirão da Ilha, em Florianópolis. 


Sobre o autor: Engenheiro civil, formado pela Universidade Mackenzie, em 1968, especializei-me na execução de obras de engenharia sanitária, inicialmente como contratado e depois com minha própria empresa. No início do novo milênio, encerrei minhas atividades de raiz e criei um espaço multicultural, que permaneceu ativo por alguns anos, até minha aposentadoria factual e a mudança para Florianópolis onde, por fim, passei a dedicar-me à arte da escrita. 
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quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Inquisição Espanhola, Revolução Francesa e Holocausto em "Dom ou Maldição?", de Sirley Petreli Tarosso


Sinopse: História de três mulheres com o mesmo tipo físico, mas vivendo em épocas diferentes e conturbadas de nosso planeta: a Inquisição Espanhola, A Revolução Francesa e o Holocausto. O elo invisível que as conecta é o dom da cura, fato que suscita muitos aborrecimentos para elas, dadas às circunstâncias, pois elas vivem às voltas com um perigo iminente.

Autora: Sirley Petreli Tarosso
Título: Dom ou Maldição?
Editora: Viseu
Nº de páginas: 400
Para adquirir: https://www.saraiva.com.br/dom-ou-maldicao-10568429/p
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quarta-feira, 12 de junho de 2019

Fernanda Camillo e o livro “A Mulher Oculta” (Editora Viseu)

Fernanda Camillo - Foto divulgação
Sou escritora graduada pela Universidade de São Paulo e Pós-Graduada em escrita e pelo Instituto Vera Cruz e Psicanalista pelo IBLCP também em São Paulo. Autora de diversos contos, em 2005 publiquei o livro de poemas “Além do Olhar” e “A Mulher Oculta” foi meu primeiro romance.

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?


Fernanda Camillo: Escrevo há muito tempo, mas até certo ponto de minha trajetória a escrita era algo íntimo que eu fazia por prazer. Em 2005 as coisas começaram a mudar quando resolvi lançar um livro com poemas que estavam guardados, desde então passei a publicar em coletâneas de contos e ensaios com diferentes editoras. O romance veio em 2016 quando iniciei uma pós-graduação em escrita. Eu já tinha o desejo de encarar essa escrita longa, mas achava que não estava apta para isso, o curso me ajudou muito.  
 
Conexão Literatura: Você é autora do livro “A Mulher Oculta” (Editora Viseu). Poderia comentar?

Fernanda Camillo: Estudo e observo as mulheres desde sempre. Principalmente as transformações ao longo do tempo do papel da mulher na família e na sociedade. Eu desejava falar sobre uma mulher madura, trazer seus questionamentos à tona, sua necessidade de expressar uma parte de si que, apesar da idade cronológica, ainda estava intacta e não suportava mais viver uma vida acomodada em valores ultrapassados.

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro?


Fernanda Camillo: Existem muitos estudos em psicologia que trazem questões do feminino perante o patriarcado. As pesquisas foram em torno desses estudos e na compreensão da natureza da mulher, sua psique instintiva profunda.

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho do qual você acha especial em seu livro?

Fernanda Camillo:  Sim, claro! Gosto muito desse trecho quando a personagem Lara conversa com uma amiga e começa a compreender o que está acontecendo com ela:

 “Ouvir a opinião de alguém que me conhecia a tanto tempo, uma mulher de idade semelhante à minha, que viveu os mesmos valores de uma época em que mulheres eram classificadas como boas ou más para casar, me ajudou a compreender melhor a opressão de todas nós. Segui o caminho que me mostraram, o que parecia mais correto e incorporei à minha vida como se fosse meu. A maioria de nós agiu assim e nos tornamos esposas e mães-padrão, reprimindo desejos, sonhos e criatividade. Aos poucos as coisas estavam clareando e parecia que eu despertava de um transe.”

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir um exemplar do seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário?

Fernanda Camillo: O livro está à venda na Amazon Brasil. Segue o link:
https://www.amazon.com.br/dp/B07HQT9DCG/ref=cm_sw_r_wa_awdo_t1_jS2qCbB15D9BV
E também no site da editora Viseu: https://www.eviseu.com/pt/livros/329/a-mulher-oculta
Tenho também o Instagram @desafiosdeescritora e Wattpad @nandacamillo

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta?

Fernanda Camillo: Sim! Estou escrevendo o segundo romance que deve ser lançado no começo de 2020.

Perguntas rápidas:

Um livro: “Mulheres que correm com os Lobos”
Um (a) autor (a): Clarice Lispector
Um ator ou atriz: Kate Winslet
Um filme: Foi apenas um sonho
Um dia especial: O dia em que me dei conta que encontrei na escrita a parte que faltava. 

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário?


Fernanda Camillo: A publicação do romance “A Mulher Oculta” representa a construção de uma carreira que se iniciou há 15 anos. Ao longo desse tempo fui investindo também em estudos como a pós-graduação em escrita e a formação em psicanálise. A escrita é a forma como expresso minha criatividade.
 Foi um grande prazer conversar com vocês. Aos leitores deixo um grande beijo, espero que gostem de meu livro e os manterei sempre atualizados sobre novos projetos publicados.
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domingo, 9 de junho de 2019

Luciana Leopoldino e o livro “Espelho da Vida Motivação e Poesia” (Editora Viseu)

Luciana Leopoldino - foto divulgação
Luciana Leopoldino é natural de Nova Cantú, Paraná, atualmente, reside em Arapongas. Luciana é casada e mãe de dois filhos. É formada em Letras Português/Inglês, pela Unicesumar, fez especialização em Revisão de Texto e Produção Editorial pela UNIL Universidade do livro, atualmente se dedica ao estudo da Psicologia. Como escritora já escreveu e publicou 05 livros e tem participações em várias antologias. Com seus livros ela faz um trabalho voluntário nas escolas, igrejas e instituições levando motivação por meio da poesia.

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Luciana Leopoldino: Comecei em 2014, quando decidi publicar de forma independente a “História de Joaquim” um cordel que tinha escrito na adolescência em homenagem a meu pai, um amante do cordel brasileiro. Com este livro fui convidada pelas escolas para incentivar a leitura aqui na minha cidade. Isso fez crescer o desejo de ampliar meus horizontes literários.

Conexão Literatura: Você está prestes a lançar a obra “Espelho da Vida Motivação e Poesia” (Editora Viseu). Poderia comentar?

Luciana Leopoldino: O livro nasceu para ser a continuação de um trabalho que faço especialmente nas escolas usando a poesia para motivar os jovens a valorizar a vida como um todo. O livro poderá dar continuidade ao tema através leitura. Em 2017, fui convidada a apresentar este trabalho de “Motivação e Poesia” para professores, na FLIM (Festival Literário Internacional de Maringá) isso me fez enxergar a necessidade de publicar as poesias para que elas continuassem nas escolas por onde vou.

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro?

Luciana Leopoldino: Este livro é a reunião de todas as poesias que escrevi até o momento. Por isso, ele é atemporal, tem poesias que escrevi quando criança e outras já na idade adulta, no entanto ele foi muito bem organizado pela Editora para seguir uma lógica sequencial, com temas diferenciados que vão desde a vida, amor, decepção e morte, etc. Assim ele tem o propósito de tocar todas as idades.

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho do qual você acha especial em seu livro?

Luciana Leopoldino: Sim. Um trecho que expressa a ideia do livro está na poesia “Livre Arbítrio” 

Cartas marcadas por um ser supremo.
Ordem de despejo com data e hora,
viva, viva, viva, viva, não demora!
Porque não importa o quanto lute,
se chora, se é feliz, se está a construir,
a ordem chegou, vai embora!
Sou obrigado a desistir.

Eis aí a nossa sorte,
viva, viva, viva, depressa, corra!
Vai! Vai de encontro a morte.

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir um exemplar do seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário?

Luciana Leopoldino: Para adquirir o livro “Espelho da Vida Motivação e Poesia” o leitor pode entrar no site da Editora Viseu e adquirir ou também pode pedir sobre encomenda na livraria de sua cidade este tipo de compra nas livrarias ajuda muito na divulgação do trabalho do escritor. Agora, se o leitor quiser autografado com dedicatória pode entrar em contato pelas redes sociais Facebbok ou e-mail: https://www.facebook.com/lucianaleopoldinoescritora/ 
Lucianaleopoldino_@hotmail.com

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta?

Luciana Leopoldino: No momento, somente a divulgação do Livro Espelho da Vida, ainda estou me preparando para o lançamento dele e continuo escrevendo sempre, aguardando novas oportunidades. 

Perguntas rápidas:

Um livro: *CONFISSÕES* de Santo Agostinho.
Um (a) autor (a): Fernando Pessoa
Um ator ou atriz: Fernanda Montenegro
Um filme: Suíte Francesa
Um dia especial: O Único que existe HOJE. 

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário?

Luciana Leopoldino: Gostaria de agradecer grandiosamente pela oportunidade de mostrar um pouco do meu trabalho e também quero parabenizar os organizadores da Revista Conexão Literatura pelo belo trabalho de acreditar e divulgar literatura. Muito obrigada, paz e bem! 
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domingo, 17 de março de 2019

Solange Pansieri e o livro “Os Segredos de Antonia” (Editora Viseu)

Solange Pansieri - Foto divulgação
Solange Pansieri nasceu na cidade de Terra Rica no estado do Paraná, no ano de 1966. Mas viveu a maior parte de sua vida em São Paulo Capital. Hoje reside na cidade de Marília, no interior do estado. Professora aposentada desde 2017 dedica seu tempo a leituras e pesquisas sobre de tudo um pouco.
Possui o hábito da leitura, não consegue ficar um só dia sem ler um bom livro. Viaja com os personagens para um lugar secreto em que tudo é perfeito e maravilhoso.
Já ganhou vários concursos de poesias no Brasil e em Lisboa Portugal, e as mesmas foram publicadas em livros de Antologias.
É autora de três livros e o quarto já se encontra em andamento.

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Solange Pansieri: Desde criança gostava de escrever como forma de desabafo. Era como se eu tivesse um amigo invisível que lia tudo aquilo e me ajudava sem que ninguém ficasse sabendo. Eu escrevia coisas bonitas, mas também, tristes. Depois descartava tudo e me sentia leve. Assim foi durante toda a minha vida.
Minha primeira obra foi um livro de poesias, lançado em uma editora de Lisboa Portugal. No qual dediquei ao meu filho falecido em 28 de setembro de 2014 de uma forma trágica.
E depois disso, em todos os meses, no dia 28, ao invés de chorar a sua ausência, escrevo uma poesia e ofereço a ele, para que assim eu sinta, de alguma forma, a sua presença.
Também faço poesias para outras mães enlutadas que me pedem.
Faço com prazer sem esperar nada em troca.

Conexão Literatura: Você é autora do livro “Os Segredos de Antonia” (Editora Viseu). Poderia comentar?


Solange Pansieri: Embora seja um romance espírita, acredito que seu conteúdo possa ser de grande valia para todas as pessoas, independente da religião. Pois contém ensinamentos básicos e úteis para entendermos que, para tudo há uma resposta e nada é por a caso.
Nada está errado, nem adiantado e nem atrasado. Por tanto, cabe a nós aceitar os acontecimentos com resignação, sem murmúrios e vitimismo. 

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro?

Solange Pansieri: Esse meu terceiro livro demorou quase um ano para ser finalizado.
Foi necessário muita pesquisa a  cerca dos conteúdos culminados com as minhas intenções na publicação. Queria publicar algo que pudesse ajudar as pessoas a repensar certas atitudes e facilitar as fases difíceis da vida. 
Eu deixava próximo a mim um caderno e uma caneta. E quando vinham me as ideias eu as registravam.
Confesso que as vezes, nem eu mesma sei como consegui escrever esse romance. Principalmente a primeira parte dele.

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho do qual você acha especial em seu livro?

Solange Pansieri: Não há uma parte específica. Mas esta minha poesia que considero especial, resume o livro todo.

                                  Pedras no caminho

                         Entre vitórias e feridas,
                         No caminho pela vida,
                         A esperança é bem vinda,
                         Nas mazelas ocorridas,
                         Em palavras não ouvidas,
                         E ordens não obedecidas,
                         Nas desculpas oferecidas,
                         Até nas que não foram pedidas,
                         Por coisas não resolvidas,
                         Palavras mal entendidas,
                         Pelas estradas percorridas,
                         Nos tropeços sem saídas,
                         Pelas escolhas indevidas,
                         Bençãos não merecidas,
                         Mas mesmo assim, concedidas.

                                             Solange Pansieri 

Solange Pansieri - Foto divulgação
Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir um exemplar do seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário?

Solange Pansieri: Através do site da editora Viseu, e em breve em várias lojas virtuais.
Ou direto comigo nas minhas redes sociais, facebook ou pelo meu email: solangechaaban@hotmail.com

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta?

Solange Pansieri: Sim, recentemente fui convidada a escrever um livro junto com uma outra pessoa, serei uma espécie de Coaching, porém o livro terá dois autores.
Me sinto lisonjeada por este convite e já ansiosa pelo produto final.

Perguntas rápidas:

Um livro: Amor além da vida
Um (a) autor (a): Zíbia Gasparetto 
Um ator ou atriz: Fernanda Montenegro
Um filme: Como eu era antes de você.
Um dia especial: Há vários, mas nenhum específico. 

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário?

Solange Pansieri: Quero agradecer a participação nesta entrevista.
                             Muito obrigado
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sábado, 9 de março de 2019

Diego Binotto e o livro “As Duas Trindades” (Editora Viseu)

Diego Binotto e família - Foto divulgação
Diego Binotto nasceu na cidade gaúcha de Ronda Alta, mas sempre morou em Chapecó SC. É formado em filosofia pela Universidade Comunitária Regional de Chapecó – UNOCHAPECÓ, com pós graduação em Literaturas do Conesul pela Universidade Federal da Fronteira Sul, UFFS. Professor de filosofia da rede estadual de ensino, pai da Maria Clara, um anjo na forma de menina com 3 anos e meio de idade. Apaixonado por literatura, e por historias bem contadas em qualquer mídia, sejam filmes, séries, animações, hqs etc.

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Diego Binotto: Comecei quando era adolescente, entre meus 14, 15 anos. Depois de uma “aposta”. Estava apaixonado por uma garota e um amigo meu também estava. Ele escrevia poesias de amor para ela e eu gostei da ideia. Passamos a competir para ver quem escrevia mais. Depois de um tempo ele parou de escrever, então eu pensei: “bom, vou escrever mais algumas, para ficar com uma boa vantagem em relação a ele, depois paro também”. Obviamente nenhum dos dois ficou com a menina, e eu não parei mais de escrever. Acho que foi assim que comecei. 

Conexão Literatura: Você é autor do livro “As Duas Trindades” (Editora Viseu). Poderia comentar?

Diego Binotto: As duas trindades é um scifi, minha forma modesta de homenagear os grandes clássicos do gênero que eu tanto gosto. Dois me vêem a mente, Matrix e Madmax. Duas grandes histórias. Duas grandes distopias. Amo distopias. Acho que sou meio cínico em relação ao futuro, àquilo que o futuro nos reserva. Acho que a distopia revela o que há de pior e melhor no ser humano. Assim como histórias de zumbis. Revelam que o ser humano é capaz das maiores baixezas para sobreviver, mas, por mais contraditório que seja, é capaz de arriscar tudo e de se sacrificar para defender quem ama. Na minha história temos uma ditadura que se instaurou após o cataclismo que resultou na quase extinção da vida humana sobre a Terra. Essa ditadura abrange as forças armadas, a ciência e a religião, com um representante de cada segmento, todos membros da mesma família, orquestrando os desígnios da humanidade em seu processo de reconstrução. Assim, um pequeno grupo dissidente, formado por “artistas”, “intelectuais” e demais desajustados, se levanta para se opor ao governo opressor. Não sei porque, mas tenho a impressão que esse embate parece ser mais atual do que nunca. Em nada fictício.

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro?

Diego Binotto: Tudo começou com uma coluna de um jornal local recomendando o filme V de Vingança. Essa sim a minha grande inspiração para o livro, assim como o sempre eterno 1984. Li essa coluna e fiquei interessado pela premissa. Nunca havia visto o filme, e só fui assisti-lo anos depois. Por incível que pareça, aparelho de dvd, computador e acesso à internet foram coisas que eu só conquistei quase na vida adulta. Mas enfim, depois de ler essa coluna eu tive minha primeira ideia de ambientação e caracterização dos personagens, tomei nota de tudo em uma caderno de 48 folhas, espiralado, que tinha sobrando em casa. Por alguns anos não voltei a tocar nesses esboços. Então fiquei sabendo de um curso de formação de escritores que o SESC estava oferecendo na minha cidade. (Não sei se poderia citar o SESC, mas paciência. Vamos em frente). Decidi retomar esses esboços e fiz o primeiro capítulo de uma vez só. Mostrei a meu professor e ele foi categórico em dizer que aquilo definitivamente não era literatura. Conclui o curso, querendo mandar esse professor praquele lugar, algo que obviamente não fiz, infelizmente. A despeito das críticas, continuei trabalhando nesse projeto. Estava mais confiante, acreditava ter conquistado a linguagem necessária para expressar aquilo que tinha a dizer. E essa questão, da linguagem, é o divisor de águas entre os poucos leitores que tive. De um lado recebi críticas sobre utilizar uma linguagem rebuscada em excesso, muito prolixa, ouvi coisas do tipo “não quero ter que procurar palavras no dicionário para continuar a leitura do teu livro”. (Se bem que eu não acho isso um problema, mas quem sou eu para discordar né?) Só queria comentar uma coisa, quem leu 1984 sabe da importância que a NOVILÍNGUA tem dentro da narrativa, ela não é só uma nova língua em estágio embrionário, mas também um fator determinante para a compreensão de mundo do protagonista, e, por consequência, para o acompanhamento de toda a história. Pois então, quando eu recorri a uma linguagem mais rebuscada foi justamente para demonstrar algo similar a criação da NOVILÍNGUA, que a sociedade parece ter involuído, falar como se estivesse no século XIX, de uma forma afetada, pedante e vazia. Essa era a ideia, mostrar que a linguagem se esvaziou de tal modo que as pessoas, mesmo que quisesse falar, já não tinham condições de dizer o que queriam dizer. Assim é que se elimina uma revolução desde a sua raiz, tornando as pessoas incapazes sequer de cogitar a ideia de revolução. Claro que eu não chego aos pés do George Orwell, e posso ter falhado miseravelmente na tentativa de criar uma pseudolíngua totalmente sofisticada mas alienada e desconexa com a realidade, mas não tinha a menor intenção de fazer isso só pra me “achar” por conhecer palavras mais difíceis, que a média do leitor brasileiro talvez não conheça. Estava esquecendo de mencionar (desculpa o tamanho do textão) que todo esse processo levou quase 9 anos. Eu escrevia um capítulo, ficava meses, ou até mais de um ano, esperando o insight para escrever o próximo. Minha escrita sempre foi muito intuitiva, vou tendo ideias e tomando nota de tudo, até que um dia jogo sobre a mesa todas essas peças soltas e monto o quebra cabeças. Espero não levar tanto tempo no segundo romance, mas acredito que não levarei, pois em pouco mais de 10 dias escrevi toda a primeira parte dele, quase 70 páginas, o que para mim é algum tipo de recorde pessoal.

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho do qual você acha especial em seu livro?

Diego Binotto: Não consigo pensar em nenhum trecho em específico, pois a temática que eu abordo é variada, alguns interesses se sobressaem, tais como: o amor, a arte, a liberdade (como não poderia deixar de ser), e um tema em particular que me é muito caro, a busca por identidade, algo que perpassa toda a história, já que a vemos sob o viés de um homem amnésico que precisa descobrir quem é e como ele se encaixa, ou não, no mundo que o rodeia. Algumas partes me deram muito orgulho de ter escrito, por exemplo uma parte do capítulo 5, se não me engano, onde um cientista estava visitando locais para instalação de seu laboratório de pesquisa na África e as disputas ideológicas que ele trava com um guia e líder local. Nesse trecho ocorre uma morte que eu, enquanto autor, me recusava a escrever, mas parece que a história se encaminhou de tal maneira que a necessidade de ocorrer aquela morte se impôs. Também gosto muito de todo o capítulo 6, pois nele um dos personagens se percebe na condição de personagem, e, não bastando isso, me descobre como sendo seu “criador”, passando a me desafiar desde então. Uma metanarrativa muito legal, ao melhor estilo quebra da quarta parede que o Deadpool faz nos filmes e quadrinhos. Só que eu já tinha visto isso acontecer antes, em um livro chamado Abaddon o exterminador, escrito por Ernesto Sabato, um dos maiores escritores da América Latina, na minha humilde opinião. E, como não posso deixar de mencionar, o capítulo 9, o final, onde se desenrola uma batalha em uma realidade virtual, ao melhor estilo Matrix, mas sem a porradaria. Fiquei muito inspirado pela forma como NEO e o Arquiteto da Matrix se confrontam no filme Matrix Reloaded. (Eu sei o que você deve estar pensando, “o cara se diz fã de Matrix e gostou daquele lixo”? Sim, eu gostei daquele lixo. Até do Matrix revolutions, mas esse bem menos do que os outros dois!). Pois então, eu ficava pensando, e se o Arquiteto usasse a Matrix sobreposta em camadas como um mecanismo de defesa, algo que o tornaria praticamente inalcançável, já que ninguém seria capaz de romper tantas camadas de irrealidade? Foi isso que eu fiz, coloquei o general que lidera a ditadura pós apocalíptica de As duas trindades refugiado nesse ambiente e no seu encalço o protagonista, rasgando esses véus que recobriam a realidade até o confronto decisivo. Ficou muito foda, desculpa o palavrão!
  
Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir um exemplar do seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário?

Diego Binotto: Através do site da editora Viseu, que publicou meu romance. Ele só está sendo comercializado lá, e, para me conhecer melhor, pediria que entrassem em contato direto comigo, através das minhas redes sociais, meu facebook, que eu mais utilizo, e meu email diego.binotto@yahoo.com.br. Só peço que ninguém me mande corrente de oração e nem aqueles bom dia com paisagens de photoshop que geralmente as nossas tias mandam no whatsapp.

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta?

Diego Binotto: Com certeza. Decidi resgatar toda minha vida pregressa como poeta da sofrência. É sério, o que eu escrevo faz a Marília Mendonça passar vergonha. Eu me apaixonava muito e era sempre rejeitado, então escrevia muito sobre amor e rejeição, sofrência, isso que nem existia esse termo na época. Depois, amadureci e passei por uma fase mais transgressiva, niilista. Dessa eu me orgulho muito mais, pois até “letras de música” eu tentei escrever, para uma carreira como roqueiro que nunca aconteceu. O resultado foram poesias muito boas. Tenho um livro de poesia prestes a ser publicado também pela Viseu, até abril ele deverá ser lançado. Outros dois livros de poesia prontos, só faltando ser revisados e então enviados para publicação, e meu segundo romance, que eu comecei escrever faz alguns dias, e já conclui a primeira parte. 

Perguntas rápidas:

Um livro: Puts. O lobo da estepe, é o livro cujo protagonista eu mais me identifico.
Um (a) autor (a): Pela carreira e temática, Dostoievski. Mas estou em dúvida sobre citar o Camus também.
Um ator ou atriz: Isso vai ser hilário, mas depois que assisti o filme Falcão, o campeão dos campeões, passei a querer ter um pai igual ao Stallone.
Um filme: MATRIX, com certeza.
Um dia especial: O nascimento da minha filha, 26 de agosto de 2015. Enquanto eu aguardava a mãe dela sair da sala de emergência assisti ao filme Homem de Ferro 2 no Telecine, até disso eu lembro, hehehehe.

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário?

Diego Binotto: Queria agradecer a você Ademir, pelo trabalho ousado de dar voz e visibilidade a muitos escritores que seriam devorados pelas rodas dentadas e engrenagens do sistema, caindo no esquecimento sem ter sido minimamente conhecidos. Agradecer aos poucos e bravos leitores que se aventuraram pelas páginas de As duas trindades, e convidar a todos que lerem essa entrevista a embarcar nessa jornada. Eu realmente acredito na qualidade do meu trabalho, na importância da história que contei. Não sou tão movido por vaidade quanto vocês possam pensar, claro que ainda pretendo ficar rico e namorar bastante fãs, mas como eu sei que isso não vai rolar em hipótese alguma, minha maior motivação é corresponder às expectativas depositadas em mim e oferecer algo bom a quem estiver disposto a conhecer meu trabalho. Acho que seria isso por enquanto, muito obrigado por esse espaço, espero todo mundo no meu face e no meu email. Mulheres bonitas, estou solteiro e facinho, hahahahahahahaha.
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quarta-feira, 13 de junho de 2018

Alexandra Sá e o livro "Vítimas do próprio coração – O reencontro que o destino quis provar” (Editora Viseu)

Alexandra Sá - Foto divulgação
Nascida da Cidade de Nova Venécia no interior do estado do ES em 07/04/73, mudando para a Cidade de Colatina aos 3 anos e onde reside até hoje. Formada em Técnico de Segurança do Trabalho e Recursos Humanos. Atualmente trabalha como autônoma, com Aluguéis para Festas – Decorações em geral. Hoje casada com Sérgio Messias Reis há 15 anos. Mãe de dois filhos, seu mais velho faleceu vítima de um acidente fatal aos seis anos de idade, hoje o mais novo já tem 25 anos. Escrevia por esporte desde adolescente e nunca imaginou que um dia a Editora tivesse interesse em publicar seu livro. Já tem planos para o segundo, terceiro, quarto e quinto livro. Filha de Aristides Lopes de Sá (falecido) e Dolores Oliosi de Sá. Seu livro foi publicado pela Editora Viseu.  

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?


Alexandra Sá: Desde adolescente escrevo, simplesmente acontecia, as palavras vinham na mente e eu as colocava no papel, já cheguei ter cinco cadernos de 100 a 200 folhas escritos, nessa época não tinha computadores como hoje, o que facilita sua vida, mas também na minha época não tinha muito o que fazer, e quando eu não achava mais interessantes eu jogava fora ou queimava.

Conexão Literatura: Você é autora do livro “Vítimas do próprio coração – O reencontro que o destino quis provar” (Editora Viseu). Poderia comentar?

Alexandra Sá: O livro conta uma história de dois jovens que tiveram um breve romance na faculdade, e anos depois eles se reencontram, uma nova empresa está sendo instalada nas redondezas onde ela trabalha e ela nunca imaginaria que seu grande amor do passado viria parar tão próximo a ela dando início a um despertar no sentimento, ambos terão um choque ao se reencontrar e um amor que adormecia acaba de acordar, então eles terão que decidir entre a maturidade ou o coração.

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro?

Alexandra Sá: Eu fiquei surpresa com a rapidez da Editora, entrei em contato com a Viseu que me mandou email marcando horário para conversarmos sobre o assunto, eu tinha feito todo procedimento de enviar parte do livro, então eles me ligaram e disse que tinha interesse de publicá-lo e me cobrou o final que eu ainda não tinha decidido, mas ao finalizá-lo levou em média uns cinco meses para os processos finais. Já teve Editora que disse que no momento não estava pegando publicações e teve outras que me manda email até hoje para que eu publique com elas.

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho do qual você acha especial em seu livro?


Alexandra Sá: Vou destacar uma frase que marcou muito na história, porque funciona mais ou menos assim comigo, tenho curiosidade se outros escritores também são assim, eu tenho aquele flash de inspirações e consigo escrever tipo: quase umas 30 páginas ou mais se eu tiver sozinha, tranquila ou muitas vezes acordo de madrugada e vem algo na minha mente então eu agora uso meu celular e anoto tudo no bloco de notas e a frase que marcou nesse livro foi um dia que Ramon a questiona o seu sentimento e ela responde: - “O que adianta a boca dizer não, quando o Coração grita Sim” 

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir um exemplar do seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho?

Alexandra Sá: O livro será lançado agora dia 15/06/18 e estará à venda livro físico (livro impresso em livrarias da Editora Viseu e livrarias parceiras. Também livro digital Ebook. Vou deixar o link abaixo da Editora, as lojas ainda não foram passadas, passo assim que liberar. https://www.editoraviseu.com.br/pt/livros/313/vitimas-do-proprio-coracao  https://www.facebook.com/Autora-Alexandra-S%C3%A1-185752662083510


Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta?

Alexandra Sá: sim, já tenho projeto para escrever o quarto livro, o segundo já está em andamento.

Perguntas rápidas:

Um livro: O melhor de mim
Um (a) autor (a):  Nicholas Sparks
Um ator ou atriz: Bruce Willis
Um filme: O melhor de mim
Um dia especial: Hoje  

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário?

Alexandra Sá: Agradecimentos a todos que me apoiaram nessa nova etapa da minha vida, as pessoas que ainda curtem leitura porque ler é cultura, faço parte de uns grupos e fico muito feliz que ainda os leitores lutam pela obra literária.  
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