Jane Austen: Livros e Filmes

Jane Austen, Thibaudet e um retrato da burguesia do séc. 18 Nascida em 16 de dezembro de 1775, a britânica Jane Austen foi uma das...

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terça-feira, 16 de junho de 2020

Festival on-line movimenta a cultura de Nova Lima

Artes da Terra incentiva novos talentos no Reverbera Festival será on-line e vai movimentar a cultura de Nova Lima 

Até o próximo dia 30, acontece a 2ª edição do Reverbera - Festival de Inverno da Escola Casa Aristides, em Nova Lima, na Grande Belo Horizonte. Por causa da pandemia, a edição será on-line e toda a programação pode ser conferida pelas plataformas digitais da prefeitura da cidade. Serão oferecidas cursos on-line e videoaulas de artes visuais e plásticas, música, literatura e gastronomia. A idade mínima para participar das atividades é 12 anos. 

A Associação de Artesãos de Nova Lima - Artes da Terra irá participar do evento apresentando o vídeo – Qual é o seu dom. A produção tem como objetivo despertar o interesse nos moradores de Nova Lima pela arte e suas diversas vertentes, além de descobrir novos talentos na cidade que podem se juntar aos artistas que já integram a Associação.  

O vídeo produzido pela Associação tem ainda como proposta incentivar as pessoas a colocarem em prática seus talentos, tais como bordado, pintura, costura, tricô, canto. A iniciativa incentiva as pessoas a mostrarem seus dons e fazer com que isso se torne rentável.

Serviço
Reverbera - Festival de Inverno da Escola Casa Aristides
Data: 15 a 30 de junho
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terça-feira, 12 de setembro de 2017

Escritora leva poesia a alunos de escolas públicas em periferias

Débora Garcia - Foto Divulgação
Por meio do projeto "Encontro com a Autora – Semear poesia, colher cidadania", artista visita instituições de ensino de SP

Na tentativa de valorizar o diálogo e a troca literária, a poetisa Débora Garcia dá sequência à agenda do projeto "Encontro com a autora Débora Garcia – Semear poesia, colher cidadania" faz quatro palestras em três escolas neste mês de setembro, somando cerca de 400 alunos em contato com a poesia. As ações ocorrem entre os dias 12 e 18, são gratuitas e realizadas em escolas públicas.

Os encontros são a forma que Débora Garcia encontrou para partilhar sua experiência de superação pessoal através da literatura e também para divulgar o livro e trabalhar na construção de seu público leitor.

"No encontro com a autora, eu relato um pouco da minha trajetória de vida. Falo sobre a importância dos estudos e de como a literatura abriu meus horizontes. Foi a partir do estudo e do contato com a literatura que eu me reconheci enquanto mulher negra, que eu passei a entender a conjuntura sociopolítica brasileira. Foi o conhecimento que fez eu compreender o meu lugar de fala e o quanto ele é importante para as transformações que almejo enquanto indivíduo e sociedade. É um bate papo bem descontraído, no qual os alunos fazem perguntas e participam ativamente. Os encontros sempre são encerrados com poesia e música, para que a nossa vivência seja completa", explicou a autora.

O projeto é desenvolvido desde 2014, mas recentemente, há maior procura por unidades de ensino, especialmente na zona leste, região onde a autora reside e atua. "Os encontros tem sido mais requisitados e eu penso que isso reflete-se na consolidação do meu trabalho e atuação na região", completou.

As palestras geralmente são desenvolvidas em escolas da rede pública municipal que já têm no plano pedagógico atividades que visam o incentivo à leitura, como as Academias Estudantis de Letras (AEL) e o Projeto de Mediação de leitura. Nestes projetos os alunos são envolvidos em ações de leitura dentro e fora das escolas. Mas não há nenhum tipo de restrição já que escolas estaduais e particulares também podem receber a palestra.

"Esse reconhecimento por parte da comunidade reflete o fortalecimento da sua identidade. Antes de a nossa literatura – periférica - entrar na comunidade escolar, os alunos frequentemente escolhiam autores de outras épocas e que integram o cânone da literatura brasileira. Hoje, eles querem homenagear o artista local, pois se reconhecem na sua imagem e na sua obra. Reconhecer o artista local é reconhecer a si mesmo, e eu fico realizada em fazer parte disso", destacou.

Além da palestra com os alunos, Débora também realiza formação para os professores. Nesta, aborda com os profissionais o contexto da produção literária nas periferias, bem como, a possibilidade de desenvolver o protagonismo dos alunos através da realização de atividades literárias, tais como saraus, slams, feiras e encontros literários.

Serviço
Confira a agenda dos encontros:
12.09 às 19h30
Emef Prof. Maílson Delane, Cidade Tiradentes, SP
13.09 às 12h30
Emef Dep. Caio de Toledo, Cidade Tiradentes, SP
15.09 às 10h
Emef Dep. Caio de Toleto, Cidade Tiradentes, SP
18.09 às 19h
Emef Idêmia de Godoy, Guaianazes, SP

Para agendar uma visita em sua escola, acesse:
E-mail: deboragarcia.info@yahoo.com.br
Facebook: facebook.com/deboragarciapoetisa
(11) 98598-4495

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segunda-feira, 13 de junho de 2016

Estudantes que participam de ocupações querem mais espaço nas decisões

O estudante Luiz Felipe Costa participou de ocupação no Espírito Santo - Valter Campanato/Agência Brasil
Uma escola mais plural, com melhor infraestrutura, professores qualificados e maior participação nas decisões são algumas das respostas dadas por estudantes que participaram de ocupações de escolas em vários estados do país à pergunta de que escola desejam. Nesta semana, um grupo de estudantes do Espírito Santo, Rio Grande do Sul, de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Goiás e do Ceará foram a Brasília, a convite da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, chamar a atenção do Congresso Nacional e do governo federal para o movimento dos secundaristas e pedir melhorias no setor.

“As ocupações deixaram claro que o que a gente quer é uma escola que debata gênero, uma escola mais plural. E onde seja importante o cuidado com o ambiente escolar. Hoje não há dinheiro para as escolas, se quer reformar um banheiro, não tem dinheiro”, diz Luiz Felipe Costa, 19 anos, estudante do Instituto Federal do Espírito Santo. “Se formos fazer uma média, vamos achar que 90% das escolas públicas são modelos de prisão grande, com dois, três portões para chegar à sala de aula. Esse ambiente não nos comporta. A escola hoje, infelizmente, não contempla os estudantes”.

As ocupações, que até o ano passado eram inéditas no Brasil, mas já conhecidas de países vizinhos, como o Chile - em 2006, na chamada Revolução dos Pinguins, contou com a adesão de mais de 600 mil estudantes - ganharam força como estratégia dos estudantes secundaristas. Começaram em São Paulo, contra o processo de reorganização proposto pelo governo do estado, ocorreram em Goiás, contra a proposta do governo estadual de terceirização da admnistração das escolas a organizações sociais (OSs), e no Espírito Santo, contra a reorganização do ensino.

Ocorrem ainda no Rio Grande do Sul, onde os estudantes pedem melhor infraestrutura, em Mato Grosso, contra a proposta de parcerias público-privadas (PPPs) nas escolas, além do Rio de Janeiro e Ceará, onde os estudantes apoiam os professores e pedem melhores condições de ensino.

"Os alunos estão indignados, querem reivindicar. As escolas estão sem reforma, há escola que nem banheiro tem, há diretor que está alugando banheiro por R$ 4 mil por mês. Tudo isso prejudica o aprendizado", diz Daniel Vítor Pereira de Abreu, 21 anos, diretor regional da União Nacional dos Estudantes, que participa das ocupações em Mato Grosso. Ele conversou com a Agência Brasil por telefone. No estado, de acordo com os estudantes, são 24 escolas ocupadas.

Júlia C. Ferreira - Valter Campanato/Agência Brasil
Aprendizado

Os estudantes relatam que aprenderam muito participando das ocupações. Em todos os estados, a programação incluía aulas públicas, limpeza da escola, debates e eventos culturais. “A ocupação transformou os estudantes. Aquela gurizada que não queria nada com nada, agora é que está sentada com professores tirando dúvidas, está limpando o banheiro, fazendo a janta”, relata Júlia Carolina da Silva Ferreira, 18 anos, estudante da Escola Estadual Professor Apolinário Alves dos Santos, a primeira ocupada em Caxias do Sul (RS).

Ela conta que estudantes que tinham pichado a escola, agora estavam limpando as paredes. “Estudantes que fizeram grafite nas paredes, estavam limpando e dizendo que não fariam isso nunca mais porque viram o quanto é difícil limpar. A escola foi ocupada e quando for desocupada, vai ser totalmente diferente”, diz Júlia.

“Na ocupação, eu me impressionei, os alunos tinham voz”, relata o estudante Lincoln Oliver, de 18 anos, que participou da ocupação do Colégio Estadual Heitor Lira, no Rio de Janeiro. “Eu aprendi muito de direito, política, filosofia, sociologia, aprendi tanta coisa, a ter uma visão maior do que é o país, a sociedade, o governo. Eu acho que a educação é o básico e deve ser o meio pelo qual qualquer tipo de pessoa tenha uma formação adequada e infelizmente não é o que acontece hoje”.

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br

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