Autor(a), divulgue o seu livro na Revista Conexão Literatura

  Conheça o nosso Pacote Divulgação para autores, acesse:  http://www.revistaconexaoliteratura.com.br/2020/09/autora-divulgue-o-seu-livro-co...

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sexta-feira, 24 de junho de 2022

Amor na Bienal de SP: direto de Portugal, romancista encontra leitores em sessão de autógrafos


Escritora e publicitária carioca Deborah Strougo afirma que sim no lançamento "O fio que nos une", um romance sobre luto, aceitação e retorno à vida publicado pela VR Editora

Se existisse um fio invisível que unisse almas gêmeas e uma pessoa tivesse a missão de aproximá-las, como uma espécie de cupido? O fio que nos une, lançamento da VR Editora, conta a história de Letícia, uma jovem mulher em luto que é surpreendida com essa curiosa tarefa do destino. 

O romance escrito por Deborah Strougo começa um ano após a morte do noivo de Letícia. Depois de 365 dias, a dor da perda ainda reverbera com intensidade dentro do peito dela. Depois de receber a misteriosa missão e perceber a ausência de um fio preso ao próprio dedo, ela assume que o amor é algo relativo apenas do passado.

A situação se transforma quando Thiago – o novo colega de escritório que sempre usa camisetas engraçadas e é todo trabalhado nas referências geek – surge na vida da protagonista e mostra que o amor pode, sim, renascer após tanta dor. Os mistérios do destino surpreendem a personagem com os fios da própria trama, invisíveis aos olhos Letícia e capazes de dominar até os mais desacreditados no amor.  

O fio que nos une é uma história sobre luto, aceitação e retorno à vida. É sobre as muitas possibilidades após uma grande perda e a certeza de que todos, sem exceção, merecem viver intensamente seu destino. “Tal qual o fio do destino une duas metades predestinadas, a autora, com seu talento, une as palavras e frases, conecta os personagens, surpreende e te faz acreditar em lendas antigas – e em amor de almas gêmeas”, afirma Babi A. Sette, autora best-seller, sobre o lançamento.

Ficha técnica:
Título: O fio que nos une
Autora: Deborah Strougo
Número de páginas: 304
ISBN: 978-65-86070-88-0
Editora: VR Editora
Formato: 16 x 23 cm
Preço: R$ 59,90
Link de venda: Submarino

Sinopse: Após perder o noivo em um acidente, Letícia se fecha para o mundo, desacreditando no amor com a certeza de que seu coração nunca mais poderá se recuperar. Até que, um dia, sua grande amiga Marina a leva para um festival no bairro japonês da cidade, e Letícia acaba fazendo um pedido no santuário local. É quando coisas misteriosas começam a acontecer e nossa protagonista se vê numa missão um tanto inesperada: juntar as almas gêmeas conectadas pelo misterioso fio vermelho do destino. Além de ser obrigada a bancar um tipo de “cupido” para pessoas que nem imaginava, a situação de Letícia se complica mais ainda quando Thiago – o novo colega de escritório que sempre usa camisetas engraçadas e é todo trabalhado nas referências geek – surge em sua vida mostrando que o amor pode, sim, renascer após tanta dor. O fio que nos une é uma história sobre luto, aceitação e retorno à vida. É sobre as muitas possibilidades após uma grande perda e a certeza de que todos, sem exceção, merecem viver intensamente seu destino.

Sobre a autora: carioca e publicitária, Deborah Strougo se encantou pela literatura ainda na adolescência. Nessa época, começou a escrever poemas que logo se espalharam pela internet. Decidiu se aventurar em fanfics tempos depois e, desde então, nunca mais parou de escrever textos em prosa. Autora de diversos romances, Deborah sempre foi apaixonada por histórias que aquecem o coração. Além de ser uma leitora voraz, também adora viajar e se perder em séries, filmes e animes. Atualmente mora em Lisboa.   

Sitehttps://deborahstrougo.com/ 

Instagram: @deborahstrougo 

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terça-feira, 14 de junho de 2022

ENTREVISTA COM ESCRITOR: Gisele Silva e o livro Palavras em aquarela, por Cida Simka e Sérgio Simka


Fale-nos sobre você. 

Pedagoga que atua com professoras e alunos de uma Escola Especial para Autistas em São João de Meriti. Professora dos anos iniciais na cidade do Rio de Janeiro, atualmente com uma turma de 2º ano de escolaridade. Pós-Graduada em Alfabetização das Crianças das Classes Populares pela UFF. Faz parte do Coletivo “Encantadores de Letras”.

Autora do Projeto “Caixa de Encantamentos” que incentiva a leitura, estimulando a percepção, a imaginação e o fazer criativo.

Iniciou o caminho como escritora em 2019 publicando três livros de literatura infantil e participando com dois textos na coletânea “Vozes Negras: tecendo a resistência”.

ENTREVISTA:

Fale-nos sobre o livro. O que motivou a escrevê-lo?

O livro Palavras em Aquarela surgiu de uma ideia no fim de uma madrugada. Acordei, ainda estava escuro e escrevi as poesias. Os títulos de cada poema seguem as letras da palavra AQUARELA. Há algumas homenagens: para meus netos, Théo e Clara, para a minha turma de 1º ano de 2021, que acompanho este ano e para meu pai (já falecido) cuja história que me contou transformei em poema.

Fale-nos sobre seus outros livros.

Meu primeiro livro publicado foi Pé de Moleque, um gato, sua dona e seus amigos. No segundo, As aventuras de Pé de Moleque, os gatos vivenciam aventuras em uma cidade do sul de Minas Gerais. O livro A estrelinha sabida me foi encomendado, se posso assim dizer, pela diretora da escola em que minha neta estudou. Foi uma homenagem ao símbolo da escola, uma estrela, que espalha seu “pó do saber” quando está feliz por poder realizar seus sonhos. E tem também o livro intitulado A menina, seu pai e o jornal: uma história de amor às letras – uma história afetiva sobre o aprendizado da leitura.

Fale-nos sobre o projeto "Caixa de Encantamentos".

A ideia central do Projeto é o incentivo à leitura. Conto as histórias que me inspiraram a escrever meus livros. Falo sobre os personagens que existem na vida real, proponho atividades interativas nas quais o público pode e deve dar sua contribuição. Na verdade idealizei e realizei esse projeto de leitura com uma das minhas turmas mais antigas, o remodelei a partir das publicações dos meus livros.

Qual a sua opinião sobre a questão da leitura no país?

Tenho visto que existem várias ações que incentivam a leitura, no entanto acredito que ainda são ações muito individuais, até tímidas, eu diria, geralmente propostas em escolas, bibliotecas comunitárias ou iniciativas particulares. Acredito que necessitamos de propostas de políticas públicas, que democratizem o acesso e o incentivo em todos os cantos de nosso imenso país.

O que tem lido ultimamente?

Leio um pouco de tudo. Livros que me auxiliam em minha prática cotidiana, visto que trabalho em uma escola especial, que além dos estudantes com TEA (Transtorno do Espectro do Autismo), há também quatro turmas dos anos iniciais do ensino fundamental (1º, 2º e 3º anos), o que chamamos de inclusão inversa, pois temos alunos autistas incluídos nessas turmas. Leio também livros de literatura infantil de autores diversos.

Você esperava que seus livros atingissem um público fora do Brasil?

Não. Como professora eu já havia experimentado apresentar o resultado de um projeto realizado em sala de aula, para fora dos muros da escola na qual eu atuo no Rio de Janeiro. Um trabalho de comunicação, aprendizagem e pesquisa que rendeu muitos frutos e que pretendo transformar em um livro.

Mas, como escritora, ter um dos meus livros servindo como Projeto de Leitura para incentivo da manutenção da língua de herança nos Estados Unidos, é algo que não tem preço. Vale a pena acreditar que o que faço e tenho escrito está alcançando os corações e mentes infantis, e esse é o meu propósito!

Link para o livro: https://www.editorapanoplia.com.br/palavrasemaquarela


CIDA SIMKA

É licenciada em Letras pelas Faculdades Integradas de Ribeirão Pires (FIRP). Autora, dentre outros, dos livros O enigma da velha casa (Editora Uirapuru, 2016), Prática de escrita: atividades para pensar e escrever (Wak Editora, 2019), O enigma da biblioteca (Editora Verlidelas, 2020), Horror na biblioteca (Editora Verlidelas, 2021) e O quarto número 2 (Editora Uirapuru, 2021). Organizadora dos livros Uma noite no castelo (Editora Selo Jovem, 2019), Contos para um mundo melhor (Editora Xeque-Matte, 2019), Aquela casa (Editora Verlidelas, 2020), Um fantasma ronda o campus (Editora Verlidelas, 2020), O medo que nos envolve (Editora Verlidelas, 2021) e Queimem as bruxas: contos sobre intolerância (Editora Verlidelas, 2021). Colunista da revista Conexão Literatura.

SÉRGIO SIMKA

É professor universitário desde 1999. Autor de mais de seis dezenas de livros publicados nas áreas de gramática, literatura, produção textual, literatura infantil e infantojuvenil. Idealizou, com Cida Simka, a série Mistério, publicada pela editora Uirapuru. Colunista da revista Conexão Literatura. Seu mais recente trabalho acadêmico se intitula Pedagogia do encantamento: por um ensino eficaz de escrita (Editora Mercado de Letras, 2020) e seu mais novo livro juvenil se denomina O quarto número 2 (Editora Uirapuru, 2021). 

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terça-feira, 31 de maio de 2022

5 formas simples de praticar o autoamor

Escritora e teóloga americana Cindy Bunch traz exercícios de autocuidado, autoaceitação e perdão no lançamento "Seja gentil com você" pela Editora Mundo Cristão

Ter um relacionamento saudável consigo é desafiador para muitas pessoas. Se você se encaixa neste perfil característico por ser implacável na autocrítica, a boa notícia é: a autoaceitação pode ser desenvolvida com disciplina e de formas simples e transformadoras. No livro, Seja gentil com você, lançamento da Editora Mundo Cristão, a escritora e teóloga Cindy Bunch ensina exercícios práticos para conseguir implementar o autocuidado diariamente.  

  • FAÇA UMA PLAYLIST - Quais são as canções que lhe dão alegria? Podem simplesmente versar sobre alegria e felicidade. Podem ser canções que evocam lembranças de um momento, um concerto musical, um dos pais, um lugar e assim por diante. Crie uma playlist para si mesmo. Com músicas que o consolam quando teve um dia ruim ou o tranquilizam quando algo o está perturbando. 

  • EVIDÊNCIAS FOTOGRÁFICAS - 
    Coloque em um local em que você a veja com frequência uma foto de um momento que representa uma bela dádiva. Quando vir a foto novamente, pronuncie uma palavrinha de agradecimento por aquela felicidade passada, e deixe que a lembrança abra um espaço de agradecimento para você. Gratidão leva a mais gratidão. 
  • PALAVRAS DE CONFORTO - À medida que você se torna mais consciente do crítico interno, desenvolva padrões mentais para reagir quando os pensamentos negativos o atormentam. Cuidado com a tentação de se repreender ainda mais quando nota que esses pensamentos vêm à tona! Em vez disso, diga a si mesmo palavras de compaixão. Tenha algumas frases prontas para dizer a si mesmo. 
  • ESCREVA SOBRE A DOR - Escrever um diário é uma ferramenta incrível para conseguir lidar com as situações. Escrever ajuda, frequentemente, no processo de descobrir mais e mais sobre o que está de fato incomodando. Lance a si mesmo o desafio de escrever, mesmo que apenas durante quinze minutos, e veja o que acontece.

  • FAÇA COLAGEM - Escolha quatro ou cinco gravuras de revistas que caibam em um pedaço de cartolina. Tente encontrar uma mistura de pessoas ou animais com a natureza, assim como objetos materiais ou arquitetônicos. Concentre-se em imagens sem palavras a fim de abrir a mente para o significado que você empresta a essas imagens. Enquanto escolhe, repare tanto no que o atrai quanto no que lhe dá repulsa. Às vezes é importante trabalhar com ambos os tipos de imagens. Escreva no diário o que descobrir.

Ficha técnica
Título
: Seja gentil com você
Subtítulo: Por uma vida mais leve
Autora: Cindy Bunch
Editora: Mundo Cristão
ISBN: 978-65-5988-087-4
Páginas: 160
Formato: 14x21
Preço: R$ 44,90
Onde comprarAmazon

  

Sobre a autora: Cindy Bunch é diretora editorial da InterVarsity Press, onde trabalha há mais de 30 anos. É mestra em estudos teológicos pelo Northern Seminary e completou seu treinamento de direção espiritual no North Park Seminary. Ela e o marido vivem nos subúrbios de Chicago, nos Estados Unidos.

Sitewww.cindybunch.com

Instagramwww.instagram.com/cindy.bunch

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sexta-feira, 22 de abril de 2022

Amanhã (23/04) tem live com ELIANE OLIVEIRA, ex- juíza de direito e autora do livro UM CASO DE BIPOLARIDADE

 

Amanhã (23/04) tem live as 11h com ELIANE OLIVEIRA, ex- juíza de direito e autora do livro UM CASO DE BIPOLARIDADE. Acompanhe através do instagram da autora @elianeescritora
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quarta-feira, 13 de abril de 2022

ENTREVISTA COM ESCRITOR: M. E. Rodrigues e o livro Alice no mundo de Ohnos, por Cida Simka e Sérgio Simka


Fale-nos sobre você.

Eu era uma criança extremamente curiosa e criativa. Sendo filha única, acho que aprendi desde cedo a viver bem comigo mesma, entende, saber me entreter e reinventar a realidade. Com o tempo fui entendendo também a relevância que o mundo natural tinha para mim, eu via aquele mundo, e queria não apenas recriá-lo através da escrita, mas preservar o original, minha eterna inspiração suprema. Assim, cresci, e rumei para a carreira de bióloga. Atualmente sou mestranda em botânica, professora de educação ambiental infantil e (finalmente, posso dizer) escritora. Acredito que através da educação, unindo ciência e arte em variadas formas, podemos atuar positivamente no mundo, construindo no agora um futuro possível e feliz.

ENTREVISTA:

Fale-nos sobre o livro; o que motivou a escrevê-lo?


Na verdade, isso é curioso. O livro foi escrito em apenas cinco dias, porque a ideia original era enviá-lo para um edital de chamada de livros que eu tinha descoberto, mas que fechava em uma semana. Ou seja, era tudo ou nada, escrever ou não em sete dias. Não custava tentar, então em cinco dias consegui fechar o enredo. A verdade é que acho que esse enredo é muito inspirado por cortes do meu cotidiano, e essa história já me habitava, eu só precisei de fato parar e escrever, e ela ganhou vida sozinha. Bem, o livro não foi selecionado, então eu parei e lapidei ainda mais o original, parei e busquei outras oportunidades. Até que a Sinna abriu o edital de originais e, felizmente, o feedback foi superpositivo e decidimos trabalhar juntos para torná-lo real :)

Qual a sua opinião sobre a questão da leitura no país? O que tem lido ultimamente?

Certamente numa escala geral, em meio à quantidade de entretenimento com o qual somos bombardeados constantemente, a leitura pode ter reduzido sim. Porém, uma coisa que gosto de ressaltar, é que ela é imortal. Você parar e ler um livro, se conectar com um enredo, é um sentimento único, e apreciado por diversos motivos, e mesmo que menos pessoas leiam, é impossível sua extinção. Até porque, parte do gostar de ler também tem a ver com hábitos, e hábitos são passíveis de aprendizado. Além de tudo, o principal fator visto atualmente não é nem a questão da redução de leitores, apenas a mudança no formato de produção, venda e acesso à leitura. A internet mudou isso em todos os setores, não apenas no mundo dos livros, é questão de acharmos o equilíbrio entre o que queremos e o que funciona no ramo atualmente.

Como o leitor poderá conhecer mais sobre seu trabalho? 

Acho que a plataforma que eu mais gosto e utilizo (mesmo que não tanto rs) é o instagram, meu perfil é: @dudaro. Além disso, tenho um site, no qual você pode encontrar mais textos meus e informações: https://escritaduda.wixsite.com/folhasvivas 

Você pode ainda me enviar um e-mail se quiser conversar sobre algo mais específico do meu trabalho, o que é sempre bem-vindo: escrita.duda@gmail.com

O que tem lido ultimamente?

Atualmente estou lendo três livros, cada um com um ritmo/motivo/influência na minha vida.

1. Assinatura de todas as coisas (Elizabeth Gilbert) - um romance intenso, de enredo rico e complexo. Tenho gostado muito, e me ajuda a enxergar outras formas de viver, outras possibilidades, o tipo de leitura de que mais gosto.

2. A vida não é útil (Ailton Krenak) - para me lembrar também da realidade, me fortalecer no que desejo e acredito para o mundo, e lembrar do que é essencial nessa vida.

3. As cem linguagens da criança (Loris Malaguzzi ) -  com o objetivo de me aprimorar pedagogicamente (pensando no meu trabalho como professora de educação ambiental), e estar mais aberta à escuta para as crianças, as verdadeiras peças fundamentais no presente, para um melhor futuro.

Uma pergunta que não fizemos e que gostaria de responder.

Sempre gosto de pensar em ações que mudam o mundo para algo mais próximo do que eu acredito que é sua melhor versão. Entre os pensamentos, defini alguns pontos, e agora compartilho eles com vocês:

1. Cuide de você mesmo, física e psicologicamente, sua primeira casa existencial. Uma pessoa verdadeiramente mais feliz naturalmente terá efeitos mais positivos no mundo.

2. Seja empático. Desenvolver empatia com o próximo é essencial para construir um caminho de compreensão do coletivo, facilitando o caminho até a empatia ambiental com todos os organismos e a Terra como um todo.

3. Auxilie as pessoas a sua volta, em projetos no seu bairro, cidade, país… Ações locais somadas fazem diferenças globais.

4. Questione tudo e informe-se. A consciência sobre problemas é dura de carregar, mas só assim podemos fazer algo sobre.

5. Não seja materialista. Minimalismo. Coisas são necessárias, mas não o consumo excessivo. Lembre dos 5 Rs (repensar, recusar, reduzir, reutilizar, reciclar). Busque produtos naturais, de procedência confiável, não exploratória de pessoas ou do meio ambiente. Não faz sentido querer mais do que não precisamos quando existem poucos sem o mínimo necessário.

6. Reduza ou pare o consumo animal. As indústrias mais predatórias do planeta.

7. Apoie a ciência. Os cientistas não estão lá inventando fatos e informações, eles literalmente fizeram de sua função de vida investigar a própria vida em toda sua amplitude e buscar formas de preservá-la.

8. Por último mas não menos importante: NÃO acredite no papo de que suas ações individuais não fazem diferença. Um grupo relativamente pequeno de pessoas pelo mundo quer que acreditemos nisso, mas é mentira.

Link para o livro: https://www.editorasinna.com.br/alice-no-mundo-de-ohnos-pre-venda


CIDA SIMKA

É licenciada em Letras pelas Faculdades Integradas de Ribeirão Pires (FIRP). Autora, dentre outros, dos livros O enigma da velha casa (Editora Uirapuru, 2016), Prática de escrita: atividades para pensar e escrever (Wak Editora, 2019), O enigma da biblioteca (Editora Verlidelas, 2020), Horror na biblioteca (Editora Verlidelas, 2021) e O quarto número 2 (Editora Uirapuru, 2021). Organizadora dos livros Uma noite no castelo (Editora Selo Jovem, 2019), Contos para um mundo melhor (Editora Xeque-Matte, 2019), Aquela casa (Editora Verlidelas, 2020), Um fantasma ronda o campus (Editora Verlidelas, 2020), O medo que nos envolve (Editora Verlidelas, 2021) e Queimem as bruxas: contos sobre intolerância (Editora Verlidelas, 2021). Colunista da revista Conexão Literatura.

SÉRGIO SIMKA

É professor universitário desde 1999. Autor de mais de seis dezenas de livros publicados nas áreas de gramática, literatura, produção textual, literatura infantil e infantojuvenil. Idealizou, com Cida Simka, a série Mistério, publicada pela editora Uirapuru. Colunista da revista Conexão Literatura. Seu mais recente trabalho acadêmico se intitula Pedagogia do encantamento: por um ensino eficaz de escrita (Editora Mercado de Letras, 2020) e seu mais novo livro juvenil se denomina O quarto número 2 (Editora Uirapuru, 2021).

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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022

Escritor(a), divulgue o seu livro


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sexta-feira, 21 de janeiro de 2022

A pessoa diz não gostar de ler até encontrar um livro que gosta

 

Luciana de Gnone - Foto divulgação

Por Luciana de Gnone

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Pró-Livro revelou que o brasileiro lê em média 4,96 livros por ano. Pode parecer bastante, mas os franceses, por exemplo, chegam a ler mais de 20 obras no mesmo período. O que explica então o desinteresse pela leitura, especialmente entre os mais jovens, no nosso país?

Acredito que estas estatísticas negativas sobre leitura estão, em parte, ligadas à obrigatoriedade de ler os grandes clássicos da literatura brasileira durante o ensino básico. Não me entenda mal, não estou criticando os clássicos, longe de mim.

O que quero dizer é que a maioria das pessoas tem dificuldade em ler e interpretar a linguagem rebuscada dessas narrativas. Esta formalidade, aliada à obrigação imposta sobre estas leituras, acaba criando um afastamento entre os jovens e a literatura que infelizmente se estende para a vida toda.

Há algum tempo, em uma conversa de família, soube que minha sobrinha de 15 anos, que até então não gostava de livros, finalmente descobriu sua paixão pela leitura. Isso aconteceu porque ela estava lendo um livro que despertou seu interesse.

Este caso retrata minha crença que defendo quase como um mantra: a pessoa diz não gostar de ler até ler um livro que gosta. Não acho que o ser humano seja avesso à leitura. Acredito apenas que cada um tem estilos, gostos e interesses diferentes.

Desde que comecei a escrever romances profissionalmente, tento reverter este movimento contra a leitura que parece ter se enraizado na nossa cultura. Na verdade, todas as pessoas que não leem hoje são potenciais leitores, basta encontrar o livro certo.

Como escritora, uso meu ativismo pró-leitura para enfatizar a importância dos livros no desenvolvimento humano. Inclusive, costumo indicar três caminhos para quem não gosta de ler descobrir como identificar os títulos certos para investir seu tempo.

Para saber quais são os seus gêneros literários preferidos, basta analisar os filmes e séries que você mais assiste. Depois, vale procurar os trabalhos de autores destes gêneros e ler resenhas de livros escritos por eles para encontrar aquele que mais chama a sua atenção.

Tem ainda a regra 80/20: se você leu 20% do livro e não gostou, o melhor é deixá-lo de lado e começar uma nova leitura. Se até ali você não se encantou por aquela história, talvez não seja o livro certo ou mesmo o momento ideal para ele.

Se você conhece alguém que se encaixa neste perfil de brasileiros que não gostam de ler, sugira 

Luciana de Gnone é escritora e lançou recentemente o romance policial “Evidência 7: Segredo Codificado”.

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quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

A multifacetada Tânia Tomé lança romance ambientado numa comunidade carioca

Tânia Tomé - Foto divulgação

Melanina – uma sonhadora da favela do Quinto Grito

conta a história de uma jovem negra e albina na busca de sua identidade e de seu lugar no mundo

 Escritora, poeta, empreendedora, economista, ativista, artista, coach, palestrante internacional. Essa é Tânia Tomé, cidadã do mundo, homenageada, em 2018, por Mipad (Most Influential People African Descent) em Nova York, como uma das 100 pessoas afrodescendentes com menos de 40 anos mais influentes do mundo. Ela é autora do best-seller "Succenergy", que fala sobre o conceito e o método que criou para capacitar pessoas, empreendedores e líderes. Succenergy que levou Tânia às inspiradoras palestras TED, é um livro prefaciado na sua terceira edição por ninguém menos do que a bem-sucedida empresária Luíza Trajano. E agora ela anuncia mais um livro com pré-lançamento do  romance Melanina – uma sonhadora da favela do Quinto Grito pela Amazon Brasil  neste Mês da Consciência Negra.

Voltado para os públicos juvenil e adulto, o livro conta a história de Melanina em busca de seu lugar no mundo. Negra e entre tantos preconceitos, ela procurava a inclusão onde não conseguia se encaixar. Vivia, então, no mundo da lua, em que era possível sonhar e realizar, sendo única, sem imagem e semelhança. 

"Uma jovem sonhadora quer subir até a lua e sentir o seu brilho. Ela é Melanina, a jovem que vive na favela do Rio de Janeiro. Ela queria ser da cor da lua, uma luz que brilha na escuridão. Ela nasceu assim diferente. E doía-lhe de todo corpo toda a diferença. Dói-lhe não ser o que ela poderia ser. Ela queria ser da cor do carvão. Ela tinha alma, pura e cristalina, e seus olhos gigantes esverdeados tinham no samba a esperança da imensidão de um mundo que pudesse ser diferente. Um mundo maior onde coubessem todos os sonhos dos mundinhos de cada gente", assim Tânia Tomé descreve sua protagonista. 

No prefácio do livro, o jornalista e escritor Galeno Amorim, diretor-presidente da Fundação Observatório do Livro do Brasil e ex-presidente da Fundação Biblioteca Nacional, diz que "nada fala mais alto ou vai tocar mais profundamente o coração dos leitores desta nova obra da Tânia Tomé como sua defesa intransigente da nossa capacidade infinita de sonhar e de acreditar nas próprias forças, aqui encarnada na figura doce e potente de Mel".

Já o posfácio de autoria do jornalista Renan Souza, correspondente Internacional da CNN do Brasil, destaca que esta é mais uma obra de sucesso de Tânia Tomé, em que ela  consegue nos passar uma mensagem muito valiosa: " Mesmo vivendo em condições desafiadoras, em meio às balas perdidas em uma favela, sendo oprimida pelo racismo, sendo confrontada pelas injustiças sociais, Melanina nunca deixa de sonhar. Valente, guerreira e audaciosa, ela mostra uma combinação perfeita entre sonhar e agir para mudar realidades. Acredito que esta é a mentalidade que precisamos ter para criar uma nova geração de jovens que vão mudar o mundo, vão lutar pelos direitos LGBTQIA+, pelas mulheres, pelos imigrantes, pelos refugiados, pelos afrodescendentes e pelos direitos humanos". 

Tânia Tomé escolheu o romance como meio de provocar uma reflexão sobre os grandes desafios das favelas e dos que sobrevivem e vivem na mira das balas perdidas e do racismo. Sua protagonista é para ser fonte de inspiração, uma sonhadora lutando por sua gente, sem nunca deixar de agir. Com o racismo estrutural presente na vida de Melanina, Tânia Tomé lembra que a luta tem de ser de todos, e também de todas as formas. O cenário é a favela do Quinto Grito, mas Melanina é muito mais do que apenas uma voz.

"É urgente um lugar de fala com inclusão porque as lutas antirracistas são pertinentes na construção de um mundo onde se possam ter voz e representatividade. Essa luta não acaba nunca. Enquanto continuarmos a sonhar, devemos ter educação e ação como pilares de transformação social para construirmos líderes efetivos para criar verdadeiras mudanças estruturais", destaca a autora.

Tânia Tomé uma cidadã do mundo, influenciadora para mobilização de um ecossistema de empreendedorismo e liderança mundial. Nasceu em Moçambique, na África, e tem dado cursos formadores e palestras em vários países. Uma mulher negra, cosmopolita e bem-sucedida que vive entre EUA, Brasil e África, e mostra que é possível fazer a diferença e ser uma voz ouvida.  Uma multifacetada vencedora de vários prêmios internacionais, entre os quais o prêmio acadêmico de Portugal-África pelo ex-presidente português Mário Soares, e o Yali-MWF Jovem Líder, uma iniciativa do ex-presidente norte-americano Barack Obama. Além de Succenergy e Melanina – uma sonhadora da favela do Quinto Grito, Tânia Tomé também é autora do romance híbrido "Conversas com a Sombra 2.0", prefaciado pelo ator Paulo Betti.

 

"Ler os escritos de Tânia Tomé é um convite irresistível a se posicionar politicamente, em favor dos que mais sofrem e mais precisam, da proteção do Estado e da própria sociedade. É um grito pela liberdade. E, sobretudo, um chamado veemente para encontrar sua militância em favor de causas que valem realmente a pena serem lutadas", exalta Galeno ao final do prefácio de Melanina – uma sonhadora da favela do Quinto Grito.

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Escritora paraibana: "precisamos ir além dessa nuvem coletiva"

Em livro de estreia, a doutora em engenheira Maria Paz promove autoconhecimento e ensina a afastar as influências do ambiente e a própria negatividade cerebral

A engenheira paraibana Maria Paz é uma promotora da vida e do valor de cada pessoa.  Em seu livro de estreia, Prazer em ser humano, a autora convida o leitor a entrar em um processo de autoconhecimento em busca de reencontrar seu verdadeiro eu. Mais que a transformação pessoal, Maria acredita que as mudanças individuais afetam o coletivo e são o caminho para construção da paz.

Com pós-doutorado em Engenharia Civil (pela UFRGS) e especialista em teologia, a escritora compartilha na entrevista a seguir, a intensa pesquisa multidisciplinar e a sua vivência que resultaram na concepção da obra e seu propósito.

Por que você decidiu retratar esse tema tão amplo no seu livro de estreia?

Quem somos nós? Por que estamos aqui? O que eu posso fazer para tornar esta vida mais fácil para mim e para os demais? Estas três questões fundamentais acompanharam-me durante toda a vida. São questões contundentes presentes em nossa racionalidade humana e, para elas, eu não encontrei respostas nem sossego. Assim, compreendi ser necessário pesquisar sobre o tema com dedicação, sem camuflagens, e foi o que eu fiz. E o que descobri já não me pertence; é de toda a humanidade. Daí a necessidade de escrever o livro e compartilhar o conhecimento.

Como foi o processo de pesquisa para compor a obra e quanto tempo levou? 

Quando a minha vida deu uma forte pane, busquei a verdade, o conhecimento para além do que o maravilhoso e muito preciso método científico pode nos proporcionar. Compreendendo haver uma lacuna, direcionei a minha sede por conhecimento verdadeiro, empregando a prática em pesquisa adquirida na academia, para conhecer o legado de pensadores geniais, que refletiram o humano como promotor da PAZ e buscador da FELICIDADE.

Peguei a pista do potentia do físico quântico Heisenberg e fui buscar Platão com a sua Teoria do Conhecimento da Linha Dividida. Li e reli vários livros de Platão e depois descobri a profundidade do pensamento agostiniano que, em sequência ao meu estudo de Platão, aprofundou a minha própria vivência na interioridade. E fui somando pensadores clássicos e contemporâneos a variados artigos científicos e colocando tudo isso em uma linguagem acessível, de tal forma que este livro se fundamenta em seis anos de pesquisa bibliográfica transdisciplinar e posso afirmar que sou autora devido à necessidade de comunicar e testemunhar toda essa riqueza humana.

Qual foi a sua maior inspiração para escrever “Prazer em ser humano”?

Segundo Agostinho, a razão para filosofar é a felicidade. De fato, é a busca pela felicidade de podermos significar com liberdade e lucidez a nossa vida que me levou a escrever “Prazer em ser humano”. Quanto mais eu pesquisava, mais percebia o valor da contribuição genuína de pensadores apaixonados pelo conhecimento verdadeiro, que com sinceridade e extremado amor se dedicaram a descobrir e depois a nos legar pistas seguras e preciosas sobre a vida e a dignidade humana.

Qual é a principal mensagem que a obra traz aos leitores?

Não desista. Viver vale a pena! Comece hoje a se autoconhecer (para além do condicionamento ambiental e da negatividade cerebral) e a experienciar o seu valor único. Silencie e flua em sua interioridade, para que você não seja apenas uma peça na engrenagem, mas de fato, tenha alma, escolha com lucidez e signifique o que sente e o que te acontece com a clareza da racionalidade sadia que usufrui do livre-arbítrio.

Sua formação como engenheira influenciou na construção da obra. Mas como foi feita essa relação com as outras áreas dos saberes, como filosofia e sociologia? 

A especificidade profissional é uma riqueza da ciência, cada um se aprofundando em sua própria vocação. Como engenheira eu amo o método científico que possibilita toda a maravilhosa tecnologia que nos cerca. Contudo, a fragmentação dos saberes não pode abarcar a consciência humana, fazer isso nos exila de nossa completude na interioridade, e apartados da integralidade desaprendemos a significar o que sentimos e o que nos acontece. Portanto, entender e conectar as complementaridades dos saberes que se apresentam muito separados na contemporaneidade foi o grande desafio para escrever este livro. Cada pergunta que eu fazia na busca pelo ser humano, abria um imenso leque multidisciplinar e eu fui, com coragem e dedicação sem preconceitos, buscando compreender a ação conjunta dos saberes humanos que passa despercebida e, às vezes, parece proibida, contraditória ou impossível.

Quais são os desafios de ser escritora no Brasil?

Inúmeros. E o principal é fazer com que, em meio ao imenso turbilhão de informações, as pessoas saibam que a sua obra existe e que ela traz uma contribuição legítima para a sociedade e para cada pessoa.

Cada um de nós tem a missão de contribuir para melhorar o mundo e pensando nisso escrevi este livro. Sei que o brasileiro tem sede de conhecimento, porém a maioria ainda é mantida envolvida em tendências e necessidades repetitivas que são amplamente estimuladas. Assim, não há tempo nem incentivo para as pessoas descobrirem a sede inata por leitura e nem acessar o conhecimento que precisamos para escolher com lucidez e realizar com criatividade. 

Você também é especialista em teologia e acrescentou elementos espirituais na obra. Como você fez essa conexão com os demais temas abordados?

A obra trata do ser humano integral, pois quando estamos fragmentados somos como máquinas movidas pelo condicionamento ambiental adquirido e pelos circuitos cerebrais de emoções negativas e viciantes herdados. Se não cuidarmos em despertar, passaremos a vida em modo automático sem usufruirmos do nosso livre-arbítrio nem das potencialidades criativas que tornam possível a felicidade humana.

Não se trata de um livro religioso, mas cuida da qualificação do humano e, por isso, evidencia que cada um tem o potencial para se tornar uma pessoa humana desperta em sua interioridade e para além do intelecto, onde Deus nos ilumina. No livro, ensino este processo segundo a minha própria vivência pessoal e o testemunho de pensadores clássicos e contemporâneos. Imagine todos sendo curados na interioridade e despertando para a felicidade possível, que é viver o propósito de suas vidas. E o propósito de cada um, embora seja diferente e inédito, sempre irá se realizar na coletividade, construindo um mundo melhor para todos, incluindo a preservação e restauração da natureza que como o ser humano tem sofrido tanto desrespeito e aviltamento.

De que forma o desenvolvimento humano, a sustentabilidade e o livre-arbítrio, podem levar à racionalidade saudável das pessoas?

Essa é uma questão importantíssima. Para além do condicionamento ambiental e dos pensamentos repetitivos gerados por nossos circuitos cerebrais, nós temos livre-arbítrio e podemos com lucidez escolher criativamente novos contextos e significados. Porém, se ficarmos apenas no automático, seguimos determinados como máquinas sem alma e discernimento, deixando de saborear o conhecimento que harmoniza e desperta o livre-arbítrio da pessoa humana e isso não podemos admitir. Portanto, precisamos redescobrir o prazer plenificante e libertador que nos faz humanos, a nossa racionalidade sadia. O ser humano está muito maltratado, apartado de sua própria interioridade jaz torturado e assombrado pelo vazio e a solidão. Cansados, explorados, feridos e movidos por metas externas, passamos pela vida sem viver e isso não é bom para ninguém.

Como o autoconhecimento pode levar as pessoas a resgatarem a felicidade? 

Primeiro vamos compreender que o autoconhecimento não significa entender por que razão: eu penso isso, sinto aquilo ou ajo daquele modo. Essa bagagem negativa todos nós temos; precisamos ir além dessa nuvem coletiva.

A partir do momento que você percebe que aqueles pensamentos repetitivos, viciantes, intensos e reativos que passam pela sua cabeça e influenciam o seu comportamento e percepção não representam você, e que são apenas sugestões de seu maravilhoso biocomputador (o cérebro) e do ambiente, sua vida começa a mudar. Porque você para de ser um joguete que reage conforme a dobradinha condicionamento cerebral e ambiental, e começa a sua jornada para se tornar uma pessoa desperta, capaz de escolher criativamente como se sente, o que pensa e significa e como agir diante das circunstâncias no cotidiano de sua vida.

O livro “Prazer em ser humano” é um convite para esse processo de cura, conhecimento e libertação que, gradualmente, possibilita o reencontro com o “seu verdadeiro eu” e com o prazer em ser humano. Aceite o processo e venha descobrir que você tem valor! Não um valor comparativo, mas valor original, único e específico do seu ser. Acredite, você traz um propósito que lhe proporciona felicidade e aponta para o ganho coletivo, porque o ser humano é um ser social e a racionalidade sadia busca construir a sociedade da vida em abundância para todos. Seja luz!

 

Sobre a autora: Maria Paz é autora do livro “Prazer em Ser Humano” e há anos vem pesquisando a potencialidade humana para a paz e a felicidade. Sua obra literária se caracteriza pela leveza, fundamentação bibliográfica e qualificação do humano. A autora busca traduzir, de modo acessível e sem deturpação, conhecimentos relevantes, desde Platão até a ciência atual, a fim de resgatar a racionalidade sadia de cada pessoa.  

Por formação é engenheira mecânica, engenheira de segurança do trabalho e mestre em Engenharia de Produção (pela UFPB); especialista em Pedagogia Religiosa – Teologia (pela UNIPÊ); doutora com pós-doutorado em Engenharia Civil (pela UFRGS). Possui capacitação em Carisma Missionário Franciscano (pela USF) e em Ecologia (pela UFCE). Conhece o trabalho dos pioneiros da Física Quântica e a analogia quântica idealista. Atuou por mais de duas décadas no ensino e na pesquisa de melhores condições de trabalho para todos e de desenvolvimento ambientalmente sustentável.  

 

Para acessar o release do livro “Prazer em ser humano”, clique aqui! 

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sexta-feira, 31 de dezembro de 2021

Curta! homenageia escritora Lya Luft com exibição de episódio da série ‘Impressões do Brasil’

 

A escritora Lya Luft na série ‘Impressões do Brasil’ (Divulgação/Curta!)

CURTA!ON E TAMANDUA.TV TAMBÉM DISPONIBILIZAM A PRODUÇÃO

Rio de Janeiro, 30 de dezembro de 2021 - Em homenagem à escritora gaúcha Lya Luft, falecida nesta quinta-feira, 30, aos 83 anos, o canal Curta! reexibe episódio da série "Impressões do Brasil" em que a autora fala sobre a sua obra, seus métodos de trabalho, sua visão sobre a literatura e sua própria vida. A produção da Mercado Cultural, dirigida por Ronaldo Duque, poderá ser vista amanhã, sexta-feira, 31, às 18h; sábado, 1, às 21h10 e domingo, 2, às 12h30.


O Curta!On — streaming do Curta! no NOW da Claro/NET e em www.curtaon.com.br — e a plataforma Tamandua.TV também disponibilizam o episódio. E ainda na degustação do Curta!On outras duas séries trazem entrevistas com a escritora: “Imortais da Academia” e “Esse Negócio de Livro”.


Autora de 31 títulos, entre poesias, contos, crônicas, ensaios e livros infantis, Lya era também tradutora, colunista e foi professora universitária. Entre suas obras estão “O quarto fechado", "As parceiras" e "O rio do meio" e traduções de grandes autores das letras anglo-germânicas, como Virginia Woolf, Rainer Maria Hilke, Hermann Hesse e Doris Lessing.


"Tudo que eu aprendi sobre teoria literária nos meus mestrados, eu tratei de esquecer bem ligeiro quando eu comecei a escrever", disse Lya na série “Impressões do Brasil”.



Produzida em 2011, a série "Impressões do Brasil" traz entrevistas com 30 escritores contemporâneos – selecionados à época – entre eles, Luis Fernando Verissimo, Affonso Romano de Sant'Anna, Carlos Heitor Cony, Nélida Piñon, Luiz Rufatto, Thiago de Mello e Ziraldo - formando um painel representativo da produção contemporânea brasileira e da diversidade de origens, gêneros e estilos dos principais criadores. Eles abordam seus trabalhos em gêneros como romance, poesia, conto, crônica e memória.


“Impressões do Brasil - Episódio Lya Luft” (série) - Sexta, 31, às 18h

Escritora, tradutora, colunista e professora universitária aposentada, Lya Luft lançou livros de poesias, contos, crônicas, ensaios e livros infantis. Traduziu mais de 100 livros, muitos deles, obras-primas de grandes autores das letras anglo-germânicas, como Virginia Woolf, Rainer Maria Hilke, Hermann Hesse, Doris Lessing, Günther. Direção: Ronaldo Duque Duração: 26 min. Classificação: Livre. Horários alternativos: 1 de janeiro, sábado, às 21h10; 2 de janeiro, domingo, às 12h30


PROMO: https://youtu.be/gmhYBoRzWRo


Sobre o Grupo Curta!

 O Grupo Curta! tem como missão a difusão de conteúdos audiovisuais relevantes nas áreas de artes e humanidades, sejam brasileiros ou estrangeiros, através da TV linear (canal CURTA!), de plataformas de streaming de operadoras de telecom e da internet. A curadoria de conteúdos é, portanto, o motor central do grupo e foi uma das que mais aprovaram projetos originais para financiamento da produção pelo Fundo Setorial do Audiovisual: já foram mais de 120 longas documentais e 800 episódios de 60 séries que chegam ao público em primeira mão através de suas janelas de exibição:

 

O canal Curta!, linear, está presente nas residências de mais de 10 milhões de assinantes de TV paga e pode ser visto nos canais 556 da NET / Claro TV, 75 da Oi TV e 664 da Vivo Fibra, além de em operadoras associadas à NeoTV; 

 

Curta!On, o novo clube de documentários do NOW da Claro, conta com mais de 450 filmes e episódios de séries documentais, organizadas por temas de interesse como Música, Artes, MetaCinema, Meio Ambiente e Sustentabilidade, Mitologia e Religião, Sociedade e Pensamento. Há também pastas especiais com novidades – que estreiam a cada mês –, conteúdos originais exclusivos, biografias, além de uma degustação para quem ainda não é assinante do serviço.

 

Tamanduá TV, plataforma marketplace aberta para qualquer internauta, já reúne mais de quatro mil conteúdos. O usuário pode alugar filmes e séries específicos ou assinar de forma econômica um dos pacotes que contêm conteúdos segmentados por área de interesse: CineBR, CineDocs, CineEuro, CurtaEducação (para professores e estudantes do Ensino Médio e Enem), MetaCinema (para aficcionados e estudantes de Cinema), entre outros. Os pacotes CineBR, CineDocs e CineEuro são disponibilizados desde 2018 como serviço de valor agregado (SVA) para perto de oito milhões de assinantes de banda larga fixa (ISP) da operadora CLARO, sem custo adicional. 

 

As atividades do Grupo Curta! também promovem a geração de royalties para produtores audiovisuais independentes, com a exploração de seus direitos audiovisuais nas diferentes janelas de streaming. O pacotes Cines da Tamandua TV e do Curta!ON estão repassando anualmente mais de R$ 1,5 milhão de reais em royalties para os produtores dos conteúdos que difunde.

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quinta-feira, 7 de outubro de 2021

7 citações impactantes da escritora Carolina Maria de Jesus

Carolina Maria de Jesus - Foto divulgação

Por Ademir Pascale

Carolina de Jesus (Carolina Maria de Jesus, 1914-1977), está entre as primeiras e mais importantes escritoras negras do Brasil. Com problemas familiares desde a infância, era filha ilegítima e foi maltratada. Com muito sacrifício e apoio da mãe, frequentou a escola até o  segundo ano, aprendeu a ler e a escrever e foi justamente nessa época que começou a ter gosto pela leitura e escrita. Em seus manuscritos é fácil notar referências religiosas, mas Carolina foi expulsa da Igreja Católica, pois sua mãe tinha dois filhos ilegítimos. Já em sua fase adulta, também não foi readmitida na congregação, mesmo sendo católica devota. Com pouco estudo, foi uma mulher brilhante, sábia e visionária.

Sem dinheiro, Carolina só conseguia ler algo novo quando encontrava um livro ou revista que já tinham sido descartados por outras pessoas. Apaixonada pela leitura passou a escrever sobre o dia-a-dia na favela onde morava. Desempregada e grávida, isso em 1947, morando na favela do Canindé, em São Paulo, conseguiu emprego na casa de um famoso médico que liberou a leitura de seus livros de sua biblioteca particular, já que notou a paixão da empregada. Depois de ter mais dois filhos, passou a ser catadora de lixo, época em que voltou a registrar o seu cotidiano, somando vinte cadernos, sendo que um deles virou livro, intitulado “Quarto de Despejo – Diário de uma Favelada”, publicado em 1960. O livro foi um sucesso, tendo rapidamente três edições que somaram 100 mil exemplares vendidos e tradução para 13 idiomas, sendo vendido em mais de 40 países.

7 citações da escritora Carolina Maria de Jesus:

1 - Em 1948, quando começaram a demolir as casas térreas para construir os edifícios, nós, os pobres que residíamos nas habitações coletivas, fomos despejados e ficamos residindo debaixo das pontes. É por isso que eu denomino que a favela é o quarto de despejo de uma cidade. Nós, os pobres, somos os trastes velhos.
Carolina Maria de Jesus

2 - Escrevo a miséria e a vida infausta dos favelados. Eu era revoltada, não acreditava em ninguém. Odiava os políticos e os patrões, porque o meu sonho era escrever e o pobre não pode ter ideal nobre. Eu sabia que ia angariar inimigos, porque ninguém está habituado a esse tipo de literatura. Seja o que Deus quiser. Eu escrevi a realidade.
Carolina Maria de Jesus

3 - As crianças ricas brincam nos jardins com seus brinquedos prediletos. E as crianças pobres acompanham as mães a pedirem esmolas pelas ruas. Que desigualdades trágicas e que brincadeira do destino.
Carolina Maria de Jesus

4 - Antigamente o que oprimia o homem era a palavra calvário; hoje é salário.
Carolina Maria de Jesus

5 - Eu cato papel, mas não gosto. Então eu penso: faz de conta que eu estou sonhando.
Carolina Maria de Jesus

6 - Tem pessoas que, aos sábados, vão dançar. Eu não danço. Acho bobagem ficar rodando pra aqui, pra ali. Eu já rodo tanto para arranjar dinheiro para comer.
Carolina Maria de Jesus

7 - A tontura da fome é pior do que a do álcool. A tontura do álcool nos impele a cantar. Mas a da fome nos faz tremer. Percebi que é horrível ter só ar dentro do estômago.
Carolina Maria de Jesus

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quarta-feira, 21 de julho de 2021

Entrevista com a escritora e tradutora Amanda Magri

Amanda Magri - Foto divulgação

Amanda Magri de Abreu é uma artista, escritora e tradutora de 26 anos, formada em letras com especialização em tradução e interpretação, pós-graduada em Psicanálise e Arte, que atualmente cursa pós-graduação em História da Arte, tendo já realizado diversos cursos voltados para a área das artes no geral, como desenho, pintura, fotografia e moda. Encontra-se atuando na área da tradução literária há quatro anos, e possui onze livros traduzidos publicados até o momento. Entre seus trabalhos estão grandes obras como “Orgulho e Preconceito”, de Jane Austen, “A Mulher de Branco”, de Wilkie Collins e “Noite e Dia”, de Virginia Woolf.

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Amanda Magri: Assim como muitos escritores, comecei a ler desde criança e não parei mais. Também escrevo histórias desde os treze anos de idade e sempre soube que gostaria de trabalhar com o mundo dos livros, não somente graças ao meu amor pela literatura, mas também meu amor pela arte. Sendo assim, resolvi cursar a faculdade de letras, já com foco em tradução literária, para que pudesse “vestir a pele” de meus autores favoritos. E, enquanto estava na faculdade, logo fui em busca do meu sonho de trabalhar em editoras.

Conexão Literatura: Você é tradutora e já traduziu excelentes e importantes obras, como Orgulho & Preconceito, de Jane Austen (Editora Pedrazul). Poderia comentar? 

Amanda Magri: Eu acabei caindo no mundo dos clássicos logo na adolescência, e a Era Vitoriana sempre me chamou muito a atenção, por conta disso, quase que naturalmente Jane Austen se tornou uma de minhas autoras prediletas desde essa época, tendo pesquisado incansavelmente sobre sua vida, e escrito diversos ensaios a respeito de sua obra durante a faculdade, foi um verdadeiro sonho poder traduzir Austen. Bem, não somente Austen, mas também Virginia Woolf, Lucy Maud Montgomery e tantos outros.

Conexão Literatura: Você participou recentemente da antologia Bruxas II, organizada pela Revista Conexão Literatura. Poderia comentar sobre o seu conto e sobre a importância em participar de uma antologia? 

Amanda Magri: Bom, como tudo o que escrevo, é um processo extremamente orgânico e também repentino, a inspiração recai sobre mim de maneiras inesperadas, e sou obrigada a atender a esse chamado, sempre foi assim. 

Eu me deparei com a publicação sobre a antologia Bruxas II em um momento em que estava bastante reflexiva, graças também ao contexto pandêmico, sendo forçada a olhar para o meu eu interior, senti algo forte que me impelia a lançar produções autorais, um sonho que eu tinha tanto receio em realizar, e essa é a importância da antologia para mim. 

Conexão Literatura: Logo você irá publicar um livro infantil. Você já pode mencionar o título e mais detalhes sobre o lançamento?  

Amanda Magri: Talvez inspirada pela temática da antologia, produzi um livro infantil com a temática de bruxinhas, a fim de promover novas heroínas, a quebra de esteriótipos e a diversidade de maneira simples, leve e divertida. Será uma obra lançada pela editora Palavra e Verso, mas infelizmente ainda não posso revelar mais detalhes.

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para saber mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Amanda Magri: Confesso que não sou uma pessoa tão focada nas redes sociais, mas sempre busco atualizar o meu Instagram (@amandamagrideabreu), falando principalmente sobre a minha vida profissional e meus projetos no geral.

Conexão Literatura: Além do livro infantil, existem outros projetos em pauta? 

Amanda Magri: Sim, além de um material extenso produzido ao longo dos anos, e que recentemente venho os observando com uma nova visão e possibilidades, estou também escrevendo algo totalmente novo e do zero, assim como estou envolvida em um projeto em parceria com meu grande amigo e ilustrador Carlos Eduardo Dardis. E espero que minhas produções possam vir a público em breve.

Perguntas rápidas:

Um livro: Emily de Lua Nova

Um (a) autor (a): Arthur Conan Doyle

Um ator ou atriz: Marilyn Monroe

Um filme: Clube dos Cinco

Um dia especial: 20 de Novembro

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Amanda Magri: Gostaria de deixar uma mensagem para que sempre valorizemos a leitura, mesmo quando não é erudita. A leitura também é prazer, sonhos e arte; e nós podemos apreciá-la de diversas formas.

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