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terça-feira, 15 de outubro de 2019

Buraco d’Oráculo participa do Biblioteca Viva com espetáculo Pelas Ordens do Rei que Pede Socorro!

Pelas Ordens do Rei - Foto de Marcus Badoo
O grupo paulistano O Buraco d’Oráculo apresenta, em outubro, seu mais recente espetáculo Pelas Ordens do Rei Que Pede Socorro!, no circuito Biblioteca Viva da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo. A montagem - que estreou em 2018, comemorando os 20 anos da companhia - circula pelas bibliotecas públicas, em outubro, com entrada franca.

O espetáculo, dirigido por Elizete Gomes, é uma intervenção urbana, um mosaico de poemas extraídos da obra de Ray Lima que foram costurados dramaturgicamente a partir do conceito da cenopoesia: expressão artística que mistura imagens, gestos, canções e palavras na composição de uma mesma expressão artística. Os fragmentos poéticos que permeiam a encenação convergem para um tema central: a séria questão político-social da disputa de poder.

Em cena, os atores Edson Paulo Souza, Lu Coelho, Luiza Galavotti, Mizael Alves e Nataly Oliveira interpretam poemas em formato de cenas, de poesia teatralizada que transita com leveza entre o cômico e o dramático, provocando o espectador, seja pela sutileza poética ou pela contundência dos temas sociais. Desta forma, O Buraco d’Oráculo ultrapassa os limites do teatro prosaico e do recital de poesias. As cantigas originais, executadas ao vivo, foram criadas por Júnior Santos e Ray Lima.

Pelas Ordens do Rei Que Pede Socorro - é uma aposta do Buraco d’Oráculo no tênue limite entre a realidade e a representação artística, onde a mediação entre esses dois pontos é feita pelo espectador que ora atua, ora contempla, inserido em um espaço cênico profanado, que se move apenas pela força lírico-dramática-épica da cenopoesia.

Ficha técnica - Textos e dramaturgia: Ray Lima. Direção: Elizete Gomes. Elenco: Edson Paulo Souza, Lu Coelho, Luiza Galavotti, Mizael Alves e Nataly Oliveira. Concepção de figurinos e adereços: Luciano Wieser com colaboração de Raquel Durigon. Músicas: Júnior Santos e Ray Lima. Preparação vocal: Cadu Wintter. Colaboração dramatúrgica: Luciano Carvalho

Serviço / programação

Circuito: Biblioteca Viva
Espetáculo: Pelas Ordens do Rei Que Pede Socorro!
Com: O Buraco D’oráculo
Grátis. Duração: 50 min. Classificação: Livre.

15 de outubro (terça, às 10h)
Biblioteca Alceu Amoroso Lima - Rua Henrique Schaumann, 777.

16 de outubro (quarta, às 10h)
Biblioteca Gilberto Freyre - Rua José Joaquim, 290 – Sapopemba.

17 de outubro (quinta, às 14h)
Biblioteca Mario Schenberg - Rua Catão, 611 - Vila Romana.

19 de outubro (sábado, às 14h)
Biblioteca Adelpha Figueredo - Praça Ilo Ottani, 146 – Pari.

24 de outubro (quinta, às 9h)
Biblioteca Marcos Rey - Av. Anacé, 92 - Jardim Umarizal.

25 de outubro (sexta)
10h - Biblioteca Cassiano Ricardo - Av. Celso Garcia, 4200 – Tatuapé.
19h - Biblioteca Monteiro Lobato - Rua Gen. Jardim, 485 - Vila Buarque.

29 de outubro (terça, às 14h)
Biblioteca Malba Tahan - Rua Brás Píres Meira, 100 - Jardim Susana.
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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Espetáculo: O Homem que queria ser livro, com Darson Ribeiro

O Homem Que Queria Ser Livro -Darson Ribeiro -foto de Eliana Souza
Darson Ribeiro apresenta, em março, seu espetáculo solo no circuito Biblioteca Viva, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, passando por Itaquera, Ermelino Matarazzo, Vila Prudente, Santana, Aricanduva, São Miguel Paulista, Pinheiros, Tatuapé, Perus e Vila Carrão.

O Homem que Queria Ser Livro é um título criado por Darson Ribeiro diante de um misto de história pessoal da infância e o seu atual momento, sempre tendo o teatro como meio de vida e expressão. Convidou Flavio de Souza para desenvolvê-lo, diante do que o próprio autor chama de “ótima embocadura para o ator”. Flávio é autor premiado com Fica Comigo Essa Noite e Castelo Ra Tim Bum. “Flavio consegue tratar de assuntos atuais e atemporais com dramaticidade e bom humor”, explica Darson.

Foi diante dessa contemporaneidade de pensamentos, mesclada a ensinamentos milenares e, ao mesmo tempo, extratemporais, que surgiu o convite para que Rubens Rusche assumisse a direção. “Rubens é um tipo de diretor que já quase não há. Ele pensa primeiro na lógica da escrita e vai, aos poucos, criando e demarcando laços de vogais a sentenças, dando volume, peso e dramaticidade ao que se lê, com o foco sempre no corpo do ator. O que se fala deve ser sentido primeiramente no corpo, só assim a voz se torna crível para contagiar as pessoas e, consequentemente, a emoção”, diz Darson. “E para fechar essa produção com chave de ouro, convidei Ney Matogrosso para gravar a canção ‘Coração de Luto’, do Teixeirinha, que abre a peça”, finaliza.
Ney Matogrosso e Darson Ribeiro -foto divulgação
Sobre o espetáculo
O título O Homem que Queria Ser Livro é quase um trocadilho entre “li-vro” e “li-vre”. Segundo Darson Ribeiro, é o teatro em busca de algo que a maioria das pessoas, muitas vezes, esquece ou mesmo ignora: a retomada da criança interior, no sentido humanista da ação.  Com esta montagem, Darson não teve como objetivo realizar uma “ode” ao livro, mas utilizar-se desse instrumento milenar para, por meio do teatro, reforçar ao to de “pensar em si”. Para ele, “a sugestão fica: tudo está em nós mesmos”.

Em 45 minutos, em um tom confessional, o ator apresenta de forma crua e sutil, em tons variantes entre drama, humor e poesia, um reverso desse mundo caótico, justamente pela falta de humanidade, e, consequentemente, por falta da leitura, o homem consigo mesmo. E ele cita Jorge Luis Borges: “Sempre imaginei que o paraíso fosse uma espécie de livraria. ”

Esse ‘homem-livro’ do espetáculo se pendurou aos livros e ficou suspenso no ar – também no sentido metafórico do não alcance terreno, como se as palavras tivessem o poder de suspender, elevar, prum céu sonhado. “As pessoas já não sonham mais, sequer imaginam”, reflete o artista.

Ao contrário de um ‘anjo caído’, o ‘homem-livro’ desobedeceu aos homens, não ao Divino, e flutuou nas letras usando as capas dos livros como alicerce. E, diante de tamanho embrenhamento nas histórias, vê-se como Dom Quixote. Mas, afinal, os livros são aquilo que também o faz sair da fantasia e entender a realidade. E aí, ele vence.

Sobre a participação de Ney Matogrosso - A ideia de Darson Ribeiro em convidar Ney Matogrosso foi pela neutralidade do que ele consegue fazer com a voz e, ao mesmo tempo, o tamanho de dramaticidade que ele impõe quando canta.  “Coração de Luto” nunca teve uma versão a capella. A primeira aparição de Darson no palco interpretando uma adaptação desta canção, feita pela sua mãe, aos cinco anos.

O texto, pelo autor Flavio de Souza - “O H. Q. Q. S. L. conta a trajetória de um homem que demorou para descobrir qual era sua missão na vida: fazer parte do grupo que mantém acesa a chama da sabedoria no mundo, neste momento histórico em que a falta de valores da maior parte da humanidade leva cada vez mais à desvalorização de virtudes e humanismo. A partir do título-ponto de partida criado pelo Darson, um ator-realizador, fiz um roteiro-enredo começando pelo amor de ambos pelos livros; e aí escrevi, usando quase que só a parte da minha mente-cérebro, onde atua a intuição, com a firme intenção de tornar divertida uma história um tanto pesada, com o maior número possível de brincadeiras com palavras.

O que diz o diretor Rubens Rusche - Após a perda de um ente querido, diante do enigma da morte e do nada, um homem sai em busca do sentido da vida, buscando nos livros seu alicerce. Nessa solidão, tornando-se um solitário e voraz leitor de livros para se defender da confusão mental que o invade, passa a encarnar, física e psicologicamente, diversos personagens de ficção, entre os quais, o cavaleiro da triste figura, Dom Quixote. No entanto, sofrerá um profundo e devastador abalo: a morte inesperada de sua mãe. Não reunindo mais forças para recorrer à imaginação e fugir assim da realidade, é por fim tragado por um escuro e profundo abismo, um poço sem fundo, que, milagrosamente, consegue superar e retornar à luz, transformado, renascido. O Homem que Queria Ser Livro fala sobre vida e morte, bem como da necessidade que temos de atar essas duas pontas de nossa existência, de modo a formar um eterno círculo, um eterno retorno. Fala da autossuperação através do amor, de como devemos deixar de ser demasiadamente humanos e tornarmo-nos verdadeiramente humanos. O teatro, para nós, não pode ser apenas um meio de expressão estética, um veículo de uma mensagem qualquer ou um local de mero entretenimento. Precisa ser, sobretudo, uma espécie de ferramenta cirúrgica para uma operação transcerebral, para uma descida até o âmago do Ser, até esse ponto imóvel onde jaz a verdadeira criação. Essa perfuração, essa imersão, essa descida até as profundezas do espírito, é o que deve constituir a única pesquisa fecunda do artista.

Ficah técnica: Idealização, título e interpretação: Darson Ribeiro. Texto: Flavio de Souza. Direção: Rubens Rusche. Participação especial: Ney Matogrosso (na canção “Coração de Luto”, de Teixeirinha. Assistentência de Direção: Arnaldo D’Avila. Cenário e figurino: Darson Ribeiro. Fotografia: Eliana Souza. Design gráfico: Iago Sartini. Diagramação: Torino Comunicação. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Visagismo: Claudio Germano. Design de luz: Rodrigo Souza. Iluminotécnica: Ednei Valdoski LPL Lighting Productions. Operação de luz e som: João Marcos Barbosa. Edição de som: Lalá Moreira DJ. Gravação: Estúdio Alma Sintética (RJ). Trilha sonora: Rubens Rusche. Vozes em off: Arnaldo D’Ávila, Juju Bac, João Marcos Costa, Rodrigo Souza e Cris Broilo. Armazenamento e logística: Personnalite Transportes & Mudanças. Produção: Dr Produções. Realização: Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.

Serviço / BIBLIOTECA VIVA
Espetáculo: O Homem que Queria Ser Livro
Idealização, título e interpretação: Darson Ribeiro
Texto: Flavio de Souza. Direção: Rubens Rusche. Participação especial: Ney Matogrosso.
Duração: 45 minutos. Gênero: Drama. Classificação: Livre
Programa: Biblioteca Viva
Temporada: de 7 a 31 de março/2019
Local: Bibliotecas Municipais da Secretaria Municipal de Cultura
Ingressos: Grátis

Cronograma de apresentações:

7 de março (quinta, às 14h30) - Biblioteca Vinicius de Moraes
Av. Jd Tamoio, 1119, Cj. José Bonifácio, Itaquera. Tel: (11) 2521-6914

9 de março (sábado, às 14h) - Biblioteca Rubens Borba
Rua Sampei Sato, 440, Ermelino Matarazzo. Tel: (11) 2943-5255

10 de março (domingo, às 11h) - Biblioteca Ricardo Ramos
Pça. Centenário de Vila Prudente, 25, Vila Prudente. Tel: (11) 2273-4860

16 de março (sábado, às 11h) - Biblioteca Narbal Fontes
Rua Cons. Moreira de Barros, 170, Santana. Tel: (11) 2973-4461

17 de março (domingo, às 11h) - Biblioteca Milton Santos
Av. Aricanduva, 5777, Jd. Aricanduva. Tel: (11) 2726-4882

20 de março (quarta, às 14h30) - Biblioteca Raimundo de Menezes
Av. Nordestina, 780, São Miguel Paulista. Tel: (11) 2297-4053

23 de março (sábado, às 14h) - Biblioteca Álvaro Guerra
Av. Pedroso de Moraes, 1919, Pinheiros. Tel: (11) 3031-7784

29 de março (sexta, às 14h) - Biblioteca Prof. Arnaldo Giácomo Magalhães
Rua Restinga, 136, Tatuapé. Tel: (11) 2295-0785

30 de março (sábado, às 14h) - Biblioteca Padre José de Anchieta
Rua Antonio Maia, 651, Perus. Tel: (11) 3917-0751

31 de março (domingo, às 11h) - Biblioteca Lenyra Fraccarolli
Pça. Haroldo Daltro, 451, Vila Nova Manchester, Carrão. Tel: (11) 2295-2295
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quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Diadorim, do romance de João Guimarães Rosa, inspira Memórias do Rio, do Rei e do Dia

Memórias do Rio, do Rei e do Dia - Foto de Taetê Benedicto
A atriz Carla Lopes refez a pé, por mais de 170km, trechos no norte de Minas Gerais que o bando do Jagunço Riobaldo percorreu no livro Grande Sertão: Veredas. Em cena, histórias reais da expedição feita pela artista em 2016.

Com três versões cênicas de narrativas diferentes, o público escolhe no início da apresentação qual versão vai assistir

O espetáculo Memórias do Rio, do Rei e do Dia estreia dia 27 de outubro de 2017, às 21h no Teatro Municipal da Mooca Arthur Azevedo – Sala Experimental (Av. Paes de Barros, 955, Mooca, SP) inspirado no personagem Diadorim do romance Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa. A encenação é assinada por Diego José Villar e tem atuação da atriz Carla Lopes, ambos do núcleo artístico UNA Teatro.

A peça Memórias do Rio, do Rei e do Dia aborda um tema profundo e invade uma das mais importantes obras de Guimarães Rosa, além de contar histórias reais da expedição vivida pela dramaturga e atriz Carla Lopes em 2016 - que seguiu pelo norte de Minas Gerais a pé por mais de 170km, refazendo trechos do bando do Jagunço Riobaldo - no Caminho do Sertão.

A encenação é dividida em três caminhos narrativos diferentes e independentes (do Rio, do Rei e do Dia), e a escolha de qual será narrado é definida somente no início de cada apresentação. Dessa maneira o público poderá conhecer outros caminhos e encontrar novas histórias cada vez que entrar neste Sertão construído pela narradora.

Diadorim é o jagunço Reinaldo, e com Riobaldo Tatarana integra o bando de Joca Ramiro no sertão de Minas Gerais. Ela esconde sua identidade real - Maria Deodorina - travestindo-se de homem, e seu segredo só é descoberto por Riobaldo com sua morte no fim.

Memórias do Rio, do Rei e do Dia - Foto de Taetê Benedicto
Sinopse
Espetáculo livremente inspirado em Diadorim, de Grande Sertão: Veredas, que narra as histórias de sua primeira caminhada pelo Sertão ao mesmo tempo em que relembra e percorre momentos importantes de sua jornada, passando pela infância até chegar à jagunçagem e encontrar o amor e a morte como guias da travessia. A peça é dividida em três caminhos narrativos diferentes e independentes: do Rio, do Rei e do Dia, a escolha de qual será narrado é definida somente no início de cada apresentação. Desta maneira o público poderá conhecer outros caminhos e encontrar novas histórias cada vez que entrar neste Sertão construído pela narradora.

Una Teatro
Desde 2009, o núcleo artístico UNA Teatro - formado pela atriz Carla Lopes e o encenador Diego José Villar - desenvolve um teatro de pesquisa que recolhe, investiga e recria histórias para transformá-las através de um fazer artístico contemporâneo, crítico, propositivo e provocador. Os processos criativos são imersivos e intensos, com base em treinamentos do teatro psicofísico.

Em seu repertório estão os espetáculos autorais Nós (narrando histórias de trajetórias femininas das mães, putas e virgens na sociedade), SagaS (inspirado no cinema mudo e nos contos A hora e a vez de Augusto Matraga e Primeiras Estórias, de Guimarães Rosa) e Memórias do Rio, do Rei e do Dia, além do espetáculo Henrique V, de Shakespeare (em um formato contemporâneo de Teatro de imersão).

Já foram contemplados com o Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo – PROAC – de Primeira Montagem de artes cênicas; Programa VAI da Prefeitura do Município de São Paulo; Festival Nacional de Teatro de Guaçuí, no Espirito Santo, com indicação ao prêmio de melhor atriz e PROART da Secretaria Municipal de Educação para realização de circulação nos CEUs.

Minibios
Carla Lopes é atriz, pós-graduada em Corpo: teatro, dança e performance pela Escola Superior de Artes Célia Helena. Bacharel em Comunicação Social pela Universidade de Santo Amaro de São Paulo com formação técnica em Artes Dramáticas pelo SENAC-SP.  Participou de grupos de teatro amador na periferia de São Paulo e foi aluna de Augusto Boal no curso de formação de Curingas para Teatro Fórum.  No UNA Teatro desde 2009, produziu e integrou o elenco dos espetáculos Nós, SagaS e Henrique V. Em 2016 sua pesquisa de pós graduação Corpo Fechado – Caminhos do Signo para a Cena serviu de base para a montagem de seu espetáculo solo Memórias do Rio, do Rei e do Dia, livremente inspirado em Diadorim do romance Grande Sertão: Veredas e na expedição O Caminho do Sertão, que percorreu à pé cerca de 170km pelo cerrado e chapadas do Norte de Minas Gerais, colhendo historias e depoimentos. 

Diego José Villar é diretor, Bacharel em Artes Cênicas, com habilitação em Direção Teatral na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo e professor de interpretação dramática, montagem teatral e história do teatro dos cursos técnicos de artes dramáticas do SENAC São Paulo. Em 2016 participou da residência Artística Como pensar através de ações IX – com Eugênio Barba e Julia Valey do Odin Teatret, realizada em Brasília. É coordenador de cursos livres e workshops de ação arquetípica no processo de criação, direção teatral, dramaturgia shakespeariana e interpretação para crianças e adolescentes. Dirige o UNA teatro desde 2009, onde desenvolve pesquisas de cunho prático-teórico, com os atores do elenco fixo e convidados. Nesse período produziu os espetáculos autorais Nós, SagaS e Henrique V, de William Shakespeare. É responsável pela encenação e dramaturgia do solo Memórias do Rio, do Rei e do Dia.

Ficha Técnica
Elenco, textos e dramaturgia: Carla Lopes
Encenação, dramaturgia e iluminação: Diego José Villar
Trilha Sonora: Ricardo Luccas e Paulo Henrique Custódio “Kizumba”
Produção e Operação de luz: Aline Baba

Serviço
Memórias do Rio, do Rei e do Dia
De 27 de outubro a 26 de novembro de 2017
Sextas e sábados, às 21h e domingos, às 19h
Teatro Municipal da Mooca Arthur Azevedo - Sala Experimental
Av. Paes de Barros, 995 - Mooca - São Paulo - SP
Tel: (11) 2605-8007
Duração: 60 min/ Classificação: 12 anos/ Capacidade: 50 lugares
Ingresso: R$20,00 e R$10,00 (estudantes, idosos e classe artística). A bilheteria abre 1h antes dos espetáculos e só aceita dinheiro
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