Jantar dos Deuses - Por Ademir Pascale

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terça-feira, 3 de março de 2020

Feira e-cêntrica de publicações independentes apoia inovação no mercado editorial brasileiro

Crédito foto: Layza Vasconcelos
Editoras, autores independentes, coletivos criativos e artistas gráficos de todo o Brasil expõem livros especiais, HQs, zines e artes gráficas, na Vila Cultural Cora Coralina em Goiânia

Mais de 100 publicadores independentes de seis estados e do Distrito Federal integram a feira e-cêntrica, nos dias 7 e 8 de março, na Vila Cultural Cora Coralina, no Centro de Goiânia. Expositores apresentam, para público de todas as idades, seus livros especiais, histórias em quadrinhos, zines e artes gráficas. A programação gratuita inclui oficinas, minicurso e rodas de conversa com escritores, editores e pesquisadores, exposições de arte, além de lançamentos literários. Apoio: Lei Municipal de Incentivo à Cultura e apresentação do Fundo de Arte e Cultura de Goiás, por meio do edital de fomento à literaura de 2018.

A feira e-cêntrica é uma ação de apoio à inovação do mercado editorial e, em 2020, integra o Projeto Madalena Caramuru. Realizado pela Nega Lilu Editora e pela Casa da Cultura Digital, o trabalho visa impactar a cadeia produtiva do livro de ponta a ponta: estimulando a leitura, formando novos autores, motivando a autopublicação e buscando circulação independente para a produção gráfica e literária. 

“A qualificação de leitoras e leitores, a valorização da autoria, a atualização do papel das editoras, distribuidoras e livrarias e a busca de novos modelos de negócios estão entre os aspectos fundamentais para a inovação no mercado editorial”, defende a coordenadora e curadora da e-cêntrica, a escritora e editora Larissa Mundim. 

De acordo com ela, a estratégia da e-cêntrica passa também pelo combate à invisibilidade da produção gráfica e literária nas regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste do Brasil, pelo fortalecimento e ampliação da atuação de pessoas racialmente e sexualmente sub-representadas desta cadeia produtiva e pela busca de alternativas de difusão e comercialização da produção. Para além da feira de publicações independentes, o trabalho desenvolvido pela e-cêntrica pode ser conhecido em www.e-centrica.org .

Expositores

As editoras, selos literários, coletivos criativos e artistas gráficos que compõem a feira passaram por processo seletivo que considerou esta visão e-cêntrica. Sendo assim, para a curadora, juntamente com a qualidade do trabalho, a representatividade foi critério fundamental na escolha dos expositores. “Gênero, sexualidade e as questões étnico raciais estão contempladas pela curadoria”, ressalta Mundim. Segundo ela, aos poucos a e-cêntrica vem atraindo o interesse de publicadores indígenas, idosos e de pessoas com deficiência, cuja autoria já está representada desde as primeiras edições da feira.

A primeira edição da e-cêntrica teve 64 expositores e a segunda contou com 80. Com o aumento do número de editoras, selos literários, coletivos criativos e artista gráficos, a curadoria garantiu a ampliação de representatividade. Assim, em 2020, cresceu a participação de mulheres, negros, LGBTQIs e autores indígenas estão contemplados por meio de publicações de editoras como a AUA (DF) e a Pólen Livros (SP).

Atividades formativas

Os trabalhos gratuitos de formação se iniciam um dia antes da feira, com a Oficina Peripatética de Escrita Criativa, conduzida pela escritora e jornalista Cássia Fernandes (GO), nas ruas do Centro de Goiânia. Ao todo são mais de 20 oficinas, rodas de conversa e o minicurso com a editora Lizandra Magon (Pólen Livros). As inscrições estiveram abertas até 3 de março e mais de 300 vagas foram disponibilizadas para pessoas interessadas em leitura, escrita, literatura e em estratégias pedagógicas de estímulo à leitura. 

Ainda há vagas para os bate-papos, com destaque para as rodas de conversa conduzidas por escritoras e editores de todo o Brasil. No sábado, “Lesbiandade na obra de Cidinha da Silva”, é destaque na programação, com a presença da autora. Ainda no dia 7, diversidade, inclusão e acessibilidade é tema da conversa com quatro autores goianos: Ademar de Queiroz, Ana Christina da Rocha Lima, Carla Lacerda e Chyntia Barcellos.

No dia 8, a ilustradora Ciça Fittipaldi, indicada pela quinta vez para o Prêmio Hans Christian Andersen, discute aspectos do mercado editorial com os ilustradores Juliana Russo Burgierman (SP), Luana Santa Brígida (GO) e Nestor Junior (SC). O negócio livreiro é destaque na pauta de domingo, por meio do bate-papo “Novas estratégias de distribuição no mercado editorial”, que reúne Larissa Mundim (GO), Lizandra Magon (SP), Rodrigo Acioli (PE) e Wallison Gontijo (MG). Confira abaixo a programação completa da feira e-cêntrica de publicações independentes.

Lançamentos literários

A feira também dedica espaço para a aproximação entre leitores e autores, nos encontros programados para 19h30, no sábado, e 18h30, no domingo. Este ano os lançamentos literários coletivos trazem a Goiânia Cidinha da Silva (Parem de nos matar, Pólen Livros), Eliete Della Violla (Sim, autopublicação), Juliana Russo Burgierman (Pequenos acasos cotidianos, Sala Aberta), Ricardo Rodrigues (Nosso amor não é bom pra ninguém – breve catálogo de desamores, da Experimentos impressos) e Tatiana Nascimento (Leve sua culpa branca pra terapia, padê editorial). 

A literatura goiana estará representada por Gustavo Neiva Coelho, que lança Dias de chuva, publicado pela Trilhas Urbanas. O livro artesanal Peri patê, antologia poética resultante da Oficina Peripatética de Escrita Criativa também virá a publico na noite de domingo, com costura manual, tiragem limitada, especial para colecionadores.

Exposição

O produto das oficinas de carimbos artesanais, linogravura e as três oficinas de desenho ganha espaço para exposição nesta edição da feira. A galeria Antonio Poteiro da Vila Cultural Cora Coralina foi incorporada ao espaço da feira e-cêntrica e vai receber uma exposição individual de Sophia Pinheiro: Tekoypy ‒ a origem do mundo Mbyá-Guarani. A artista também traz a público os originais do retrato de Madalena Caramuru, arte que norteou a criação de identidade visual da feira e-cêntrica. 

Madalena Caramuru

A feira e-cêntrica integra o projeto Madalena Caramuru que, além desta ação de difusão da produção gráfica-literária independente, promove um programa de capacitação para gestores de bibliotecas públicas em Goiânia e Região Metropolitana. Entre abril e novembro de 2020, com apoio do Fundo de Arte e Cultura de Goiás, a NegaLilu Editora e a Casa da Cultura Digital irão realizar seminários mensais para discussões ancoradas em dois marcos legais: Política Nacional de Leitura e Escrita (PNLE) e sobre o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL).

Este programa de capacitação foi idealizado para fortalecer as bibliotecas públicas, mas está aberto a toda a comunidade interessada na cadeia produtiva do livro, no mercado editorial, em estratégias pedagógicas de qualificação da leitura e estímulo à escrita. Entre os profissionais convidados para a condução dos debates e dos grupos de trabalho formados pelos gestores de bibliotecas públicas estão: Alessandra Roscoe (DF), Aline Rochedo Pachamama-Churiah Puri (RJ), Claudine Duarte (DF), José Castilho Marques Filho (SP), Larissa Mundim (GO), Maria das Graças Monteiro (GO), Veridiana Negrini (SP) e Volnei Canônica (RS).

SERVIÇO

Feira e-cêntrica: 

7/3 – 11h às 20h

8/3 – 13h às 20h30

Vila Cultural Cora Coralina, atrás do Teatro Goiânia, em Goiânia

ENTRADA FRANCA

PROGRAMAÇÃO

6/3 sexta

9h  ̶  Oficina Peripatética de Escrita Criativa, com Cássia Fernandes  – parte 1

Local: Vila Cultural Cora Coralina (ponto de saída)

14h – Publique-se! Oficina de zine para professores, com Rico Lopes e Delza Eloy. Local: Centro Cultural UFG

17h30– Que negócio é esse?

Local: O Jardim/Evoé Café 

Convidados: Larissa Mundim (NegaLilu),  Lizandra Magon (Pólen Livros), Rodrigo Acioli (Titivillus), Wallison Gontijo (Impressões de Minas) e Wilson Rocha (Livraria Palavrear)

20h30 – Sarau #maisumsemdor e festinha de abertura da feira e-cêntrica

Local: Evoé Café

7/3 sábado – Vila Cultural Cora Coralina

9h  ̶  Oficina Peripatética de Escrita Criativa, com Cássia Fernandes – parte 2  

9h às 12h– Oficina de narração de histórias, com Juliana Mado 

9h – SINGULARIDADES: desenho e transgressão, com Ana Paula Francotti. Presença de modelo vivo

14h– Oficina de poesia, com Lucão

14h – Oficina de carimbos artesanais, com Rebellium Coletiva

14h – Oficina de livro cartonero, com Tatiana Nascimento 

14h – Minicurso: Edição de texto e representatividade, com Lizandra Magon 

13h – Faço seu retrato (cego), se você fizer o meu: Intervenção artística com Ana Francotti   

17h15 – Bate-papo: Diversidade, inclusão e acessibilidade

com Ademar de Queiroz, Ana Christina da Rocha Lima, Carla Lacerda e Chyntia Barcellos 

19h30 - Lançamento literário coletivo

Parem de nos matar, de Cidinha da Silva (Pólen Livros)

Sim, de Eliete Della Violla (autopublicação)

Pequenos acasos cotidianos, de Juliana Russo Burgierman (Sala Aberta)

Nosso amor não é bom pra ninguém – breve catálogo de desamores, de Ricardo Rodrigues (Experimentos impressos)

8/3 domingo - Vila Cultural Cora Coralina

10h – Oficina de Colagem, com Wolney Fernandes

10h – Oficina de Modelagem em Massinha como estratégia de mediação de leitura, com Larissa Toschi

10h – Oficina de zine, com Adriana Mendonça e Ilda Santa Fé 

14h – Oficina de Encadernação artesanal, com Telma Camargo 

14h – Oficina de Linogravura, com Luiz Antena

14h às 17h – Oficina de Desenho contemporâneo, com Patrícia Ferreira

14h – Roda de conversa: Desafios contemporâneos da ilustração no mercado editorial, com Ciça Fitipaldi (GO) e convidados: Juliana Russo Burgierman (SP), Luana Santa Brígida (GO), Lucas Gehre (DF) e Nestor Júnior (SC)

15h – Bate-papo: Lesbiandade na obra de Cidinha da Silva, com a presença da autora

16h – Roda de conversa: Novas estratégias de distribuição no mercado editorial, com Larissa Mundim (GO), Lizandra Magon (SP), Rodrigo Acioli (PE) e Wallison Gontijo (MG)

18h30 - Lançamento literário coletivo

Dias de chuva, de Gustavo Neiva Coelho (Trilhas Urbanas)

Leve sua culpa branca pra terapia, de Tatiana Nascimento (padê editorial)

Peri patê, vários autores (autopublicação resultante da Oficina Peripatética de Escrita Criativa)

Expositores da feira e-cêntrica 2020:

Alegrias Ilustradas (DF), Âmbar (GO), Ana Francotti (SP), Ana Póvoas (GO), Andorinea (DF), André Giusti (DF), Artera Galeria (GO), Arthur Moura Campos (SP), Ateliê ReTina (RS), Ateliê Tipográfico UFG (GO), AUA Coletivo (DF), Bibliofuscoteca (GO), Borogodó Editora (SP), Capitonê (GO), Carlos Edu Bernardes (GO), Cátia Ana (GO), Célia Gondo (GO), Cida Carneiro (GO), Cristiane Sobral (DF), Coletivo Bichofeo (SP), Coletivo e/ou (GO), Coletivo Fiasco (GO), David Mendoza (GO), Decimal (RS), Diogo Rustoff  (GO), Dita Livros (SP), Êbe Jaque e autores do Coletivo AVÁ (DF), Edições Barbatana (SP), Edições Kisimbi (DF), Editora Aleph (SP), Editora Nautilus (DF), Editora Trilhas Urbanas (GO), Eduardo Calazans (DF), Efêmera Azul (GO), Eliete Della Violla (SP), Experimentos Impressos (RS), Fanzinaço-Fanzinação (GO), Flor Absurda (SP), Flor de Saturno (GO), Front’Ana (GO), Gazy Andraus (GO), gomes e maia (SP), Hidrolands Grafish Atelier (GO), I botons e adesivos (GO), Impressões de Minas (MG), Isdrúxula (DF), João Guedes (SP), Juliana Minelli (RJ), Juliana Russo – Sala Aberta (SP), Jurupiá (GO), Kelly Alonso Braga (SP), Kuanza Produções (SP), Livraria Leodegária (GO), Livraria Palavrear (GO), Lote 42 (SP), LTG (DF), Lucão (GO), Mandrake Comic Shop (GO), Marilda Jorge Restaurações (GO), martelo casa editorial (GO), Marú (GO), Max Andrade (DF), MMarte (GO), MOP ‒ Mostra de Publicações Independentes (PE), Nanda Fer Pimenta (DF), NegaLilu (GO), Negócios Manuais (DF), Nestor Junior (SC), O Jardim (Vários), O sexo da palavra (MG), Outubro Edições (DF), padê editorial (DF), Patuá (SP),  Patworkpat (GO), Pedro Tostes (SP), Pedro Gabriel Campos Brasil (GO), Pio! Zines (GO), Pólen Livros (SP), Polim (GO), Rafaela Jemmene (SP), Rebellium Coletiva (GO), Rocinante Antiquário (GO), Ruptura Espaço Cultural (GO), Santa Brígida (GO), Selo Tinta de Raposa (DF), Sophia Pinheiro (RJ), Susano Correia (SP), Suzy Livros (GO), TC Objetos Com Arte (GO), Tiago Holsi (GO), Titivillus Editora (PE), Thiago Dornelas (GO), Velame Branco (GO), Wagner Mello (RS), Zé Ninguém (GO), Zonzo Escapes (DF).

Mesa coletiva de autores:

Day Fernandes (GO), Dill Ferreira (GO), Eddy Samadhi (DF), Gustavo Mendes (GO), Hulda Rode (GO), Larissa Brasil (GO) e Wélcio de Toledo (DF)

Ficha técnica | Projeto Madalena Caramuru – Etapa 1

Curadoria: Larissa Mundim
Arte: Sophia Pinheiro
Design Gráfico: Bia Menezes
Produção: Ademar de Queiroz e Natalliê Mundim 
Assistência de produção: Ana Caroline Silva Santos
Coordenação geral: Larissa Mundim
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segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Burburinho Literário - Feira de livros, tradução e muito mais!

O Goethe-Institut de São Paulo e as Edições Jabuticaba celebrarão (com uma semana de antecedência) o Dia Internacional do Tradutor e da Tradutora.
Antecipamos a festa e a nossa 1ª Burburinho Literário: feira de livros e tradução será no dia 22 de setembro das 10 às 19 horas, no Goethe-Institut (rua Lisboa 974 - Pinheiros).
A Burburinho Literário é uma proposta para quem gosta de conhecer pessoas e livros de uma maneira muito despojada, além de ser um espaço ideal para quem quiser articular trabalhos futuros. Tudo isso regado com comida e cerveja tipicamente alemãs.
Em nossa programação, além da exposição de livros das editoras participantes, haverá muitas atividades. Teremos oficina de tradução literária, encontro de tradutores organizado pela Barcamp-SP, oficina de Ex-Libris ministrada pela artista plástica Bruna Kim e o ateliê HF-gravuras, bate-papo sobre o mercado de tradução no Brasil e na Alemanha, roda de conversa para iniciantes sobre o mercado de tradução, Urban Scketchers-SP, leitura de poesia e mostra sonora de poesia falada (com curadoria de Reuben da Rocha).

Editoras participantes:

Edições Jabuticaba
Banca Tatui
Dublinense
Estação Liberdade
Editora 34
Mundaréu
Carambaia
Nós
Balão Editorial
Hedra ( + Demonio Negro e Kalinka)
Todavia
Lunaparque
Relicário
Corsário Satã
Urutau
Chão de Feira
7 letras

Programação

10h às 19h: Feira de livros com a participação de editoras

10h às 12h: Encontro de Barcamp de tradutores: Tradução: indo além da literária. Uma visão geral e bate-papo sobre algumas das outras áreas da tradução, como tradução técnica, tradução audiovisual, tradução juramentada e interpretação.

12h às 13h: Leitura de poesia pelo grupo “Quem tem medo de Literatura Alemã?”

12h às 14h: Oficina de Ex-Libris ministrada pela artista visual Bruna Kim + HF atelier de gravura

13h às 15h: Workshop de tradução (alemão e inglês) com ponto virgulina blog de tradução com Tomaz Amorim Izabe, Mariana Ruggieri e Marcelo Lotufo. Pré-inscrições pelo e-mail: livrosjabuticaba@gmail.com

15h - 16h Oficina com a booktuberin Isabella Lubrano do canal Ler antes de morrer

15h às 15h30: Performance e leitura por Aurélie Maurin do Fundo Alemão do Tradutor - Berlim

15h30 às 16h: Microfone aberto para quem quiser falar sobre literatura e poesia

16h às 17h: "Toledo on Tour 2018": Conversa sobre tradução no Brasil e na Alemanha
com Aurélie Maurin  (Fundo Alemão para Tradutor - Berlim)  Simone Homem de Melo (Tradutora e coordenadora da Casa Guilherme de Almeida) e Pete Rissatti (tradutor e diretor da Abrates - Associação Brasileira de Tradutores.

16h às 18h: Oficina de Ex-Libris ministrada pela artista visual Bruna Kim + HF atelier de gravura

17h às 18h: Conversa entre o editor Cide Piquet da Ed. 34 e o tradutor  Matheus Guménin  sobre editar e iniciar uma tradução. Com mediação de Marcelo Lotufo da Ed. Jabuticaba

18h às 19h: Sarau mostra sonora de poesia falada com curadoria de Reuben da Rocha e participação  de Natalia Barros, Júlia de Carvalho Hansen,  Clarisse Lyra e Leo Gonçalves.

Sáb, 22.09.2018
10:00 - 19:00
Goethe-Institut

Auditório
Rua Lisboa, 974
05413-001 São Paulo

No Facebook: clique aqui.
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segunda-feira, 21 de maio de 2018

Congresso Nacional de Meio Ambiente abre inscrições e prazo para submissão de trabalho

Foto divulgação
O 15º Congresso Nacional de Meio Ambiente, que acontecerá nos dias 25 a 28 de setembro de 2018, no Espaço Cultural da Urca, em Poços de Caldas, está com suas inscrições e também com o prazo de submissão de trabalho científico abertos.

As normas para submissão estão disponíveis no site do evento bem como o formulário de inscrição. Os eixos temáticos de pesquisa são: Recursos Naturais; Valoração e Economia Ambiental; Saúde, Segurança e Meio Ambiente; Educação Ambiental; Agroecologia e Produção Agrícola Sustentável; Energias Renováveis; TI Verde; Gerenciamento de Resíduos Sólidos e Líquidos; Legislação e Direito Ambiental; Conservação e Educação de Recursos Hídricos; Conservação dos Solos; Saúde Ambiental; Promoção da Saúde; Jornalismo Ambiental; Apicultural e Meliponicultura Sustentável e Química Ambiental.

O prazo de encerramento da submissão de trabalhos é dia 20 de julho e a divulgação do resultado está prevista para dia 30 de agosto e estará disponível no site para consulta. Todos os artigos aprovados serão apresentados em banner durante a programação do Congresso.

O Congresso que neste ano completa quinze anos de realização terá muitas atrações interessantes, com palestras, debates, lançamentos de livros, exposições, minicursos, feira do meio ambiente e festa de confraternização. Serão três dias dedicados ao estudo do meio ambiente e as necessidades especiais na preservação e conservação do meio onde vivemos. O quarto e último dia de evento será destinado ao Simpósio de Apicultura, onde serão debatidos a produção sustentável do mel e criação das abelhas.

O evento é uma realização da GSC Eventos em parceria com IFSULDEMINAS campus Muzambinho, conta com o essencial apoio do DME, Ong Brasil Verde, IMS, Zoo das Aves, Jardim Botânico. As inscrições podem ser feitas no site do evento: www.meioambientepocos.com.br e as normas para consulta também estão disponíveis. Mais informações (35) 3697-1551, GSC Eventos Especiais.
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terça-feira, 6 de março de 2018

Oficinas de Formação de Contadores de Histórias

Estão abertas as inscrições para as Oficinas de Formação de Contadores de Histórias com Ilana Pogrebinschi, no Espaço Cultural Lago de Histórias (R. Marechal Cantuária, 18,Urca).

O primeiro módulo, A preparação do contador, acontece nos dias 24 e 25 de março, sendo seguido por outros quatro: A Voz da Palavra (05 e 06/05); Ferramentas Lúdicas do Contador de História (23 e 24/6), Contar com Objetos (18 e 19/08), e Sonoridades (15 e 16/9).

A conclusão do curso acontece no dia 11/11.

Informações e inscrições pelo ilanacontadora@gmail.com
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segunda-feira, 27 de março de 2017

Projeto Autores & Livros - Parque Mall

Feira Literária do Projeto Autores & Livros no Shopping Parque Mall Indaiatuba em Abril.

Nos próximos dias 7 e 8 de Abril  das 10.00 às 16.00 horas, estará acontecendo o Encontro Literário do Projeto Autores & Livros no Shopping Parque Mall Indaiatuba.

O evento contará com a presença de dezenas de escritores de Indaiatuba.

PROGRAMAÇÃO:

Dia 07 – Sexta
10.00 horas – Abertura.
15.00 horas – Contação de Histórias com Maria do Céu Aruângua.
16.00 horas – Encerramento.

Dia 08 – Sábado

10 horas – Abertura.
11.00 horas – Roda de Debate com os Escritores: Antonio Penna, Cybele Meyer e Wladimir Soares.
11.40 horas – Como Escrever um Livro com Marcos Otero.
13.00 horas - Encerramento

Os autores estarão vendendo e autografando suas obras, bem como, batendo um papo com os leitores e visitantes.

Alguns dos escritores que estarão presentes no evento:

Antonio da Cunha Penna, Maria do Céu Aruângua, Adelisa Silva, Airton Sobreira, Bruno Peron, Claudia Rato, Dárcio Romanelli, Luiza Salla, Moacir Torres, Marcos Otero, Otanir Vaz Pinto, Renata Pilger, Rodrigo Otaguro, Cybele Meyer, Jeferson Luiz Cabeça, Vera Ivanov, Wladimir Soares, muitos outros. Participação da TemDesenhos (caricaturas).

O evento é realizado pelo Estúdio EMT, Projeto Autores & Livros e Shopping Parque Mall Indaiatuba.

SERVIÇO:
Feira Literária do projeto Autores & Livros
Dia 07 de Abril das 10.00 às 16.00 horas

Dia 08 das 10.00 às 13.00 horas.
Local: Shopping Parque Mall Indaiatuba

Rua das Primaveras, 1050 - Jardim Pau Preto, Indaiatuba – SP.

Telefone: (19) 3115-3400 - Entrada Franca



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quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Conexões Itaú Cultural - De 9 a 11 de novembro

José Luiz Passos - Foto Divulgação
Programação, perfil dos participantes e sobre o Conexões Itaú Cultural – Mapeamento internacional da Literatura Brasileira

O Conexões Itaú Cultural – Mapeamento internacional da Literatura Brasileira é um programa de literatura original e inédito que completa nove anos de atividades em 2016. Neste período foram realizados eventos anuais no Brasil, além de encontros nos EUA, Espanha, Itália, França e Alemanha.

O mapeamento apresenta um banco de dados online com cerca de 350 mapeados que trabalham com literatura brasileira em 34 países e 164 instituições de pesquisa ou ensino. Como memória audiovisual da presença da literatura brasileira no exterior, o programa produziu até hoje cerca de 170 vídeos com depoimentos de tradutores, pesquisadores, agentes literários, escritores e editores, configurando um importante e original material de pesquisa sobre o tema. Conexões Itaú Cultural também lançou A Primeira Aula, livro de ensaios que parte de uma pergunta básica aos profissionais que difundem a literatura brasileira no exterior: O que um professor – brasileiro ou não – pensa e faz quando se vê pela primeira vez à frente de um grupo de estudantes “estrangeiros” para falar de literatura brasileira? A Primeira Aula tem versão digital em português, inglês e espanhol.

Em 2017, Conexões Itaú Cultural completa 10 anos e, no início do ano, vai apresentar aos pesquisadores brasileiros e estrangeiros, escritores, jornalistas, tradutores e interessados em geral um novo banco de dados, com mais indicadores e informações.

PROGRAMAÇÃO

9 de novembro
Sala Vermelha
16h
Mesa 1: A Tradução de Grande Serão: Veredas
O tradutor pode ser considerado um leitor muito privilegiado. Cada tradução é uma nova leitura, que enriquece e lança luzes sobre a obra traduzida. Em alguns casos, a complexidade de um livro impõe uma reflexão sobre a própria tradução. É o caso de Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa.
Com Alison Entrekin, Berthold Zilly e Sandra Vasconcellos.
Mediação: Felipe Lindoso

10 de novembro
Mesa 2: A literatura de Luiz Ruffato no exterior
Sala Vermelha
16h
Luiz Ruffato é um dos escritores brasileiros com mais espaço no cenário internacional.  Traduções de seus livros em vários países e sua agenda em feiras e universidades atestam a sua contribuição para a circulação da literatura brasileira fora do país. Mas como se dá a leitura e o ensino de sua obra no exterior?
Com Luiz Ruffato, Michael Kegler e Nelson Vieira
Mediação: Rita Palmeira

11 de novembro
Mesa 3: O impacto da história recentíssima do Brasil nas aulas de cultura e literatura brasileiras
Sala Vermelha
16h
As manifestações de junho de 2013 em todo o Brasil representaram um autêntico divisor de águas, muito embora as interpretações sobre seu significado são divergentes. Desde então, o político, em sua acepção ampla, ganhou uma nova dimensão não apenas no cotidiano brasileiro, mas também nas artes e na literatura. Qual o impacto desse presente imediato nas salas de aulas no exterior? 
Com Lucia Tennina e Nelson Vieira
Mediação: João Cezar de Castro Rocha
PERFIS DOS PARTICIPANTES
Alison Entrekin é tradutora literária australiana. Traduziu diversos autores brasileiros para o inglês, entre os quais Chico Buarque, Clarice Lispector, Daniel Galera, Adriana Lisboa, Paulo Lins, Eva Furnari, Cristovão Tezza, Tatiana Salem Levy e Raphael Montes.Budapest foi considerado pelo jornal The Independent um dos 10 melhores livros publicados no Reino Unido em 2004, The Eternal Sonfoi finalista no prêmio IMPAC Dublin de 2012, e Near to the Wild Heart foi finalista no prêmio PEN America de 2013. Atualmente está traduzindo Meu pé de laranja lima, do José Mauro de Vasconcelos. Alison escreve uma coluna sobre tradução na revista Pessoa.

Berthold Zilly
Nascido em 1945 na Alemanha; estudos de filologia românica e germânica nas universidades de Bonn, Caen, São Paulo, Berlin (FU). Doutorado sobre o teatro de Molière, na Freie Universität Berlin (FU); 1974-2010 professor de literatura latino-americana e de língua portuguesa na mesma Universidade, 2004-2010 professor de literaturas ibero-americanas na Universidade de Bremen. Atualmente, professor visitante na Pós-Graduação em Estudos da Tradução, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Florianópolis. Ensaios sobre literatura brasileira e argentina. Tradução de clássicos latino-americanos e portugueses para o alemão, p.e. Civilización y barbarie de Domingo F. Sarmiento, Os Sertões de Euclides da Cunha, Memorial de Aires de Machado de Assis, Lavoura arcaica de Raduan Nassar. Prêmios: Wieland-Übersetzerpreis (Prêmio de Tradução Wieland, Alemanha); Prêmio Martius-Staden, de cooperação Brasil-Alemanha (Brasil).

Felipe Lindoso é antropólogo, jornalista e editor. Foi consultor do Cerlalc (Centro Regional de Fomento ao Livro na América Latina e no Caribe) e atualmente se dedica ao desenvolvimento de projetos culturais, especialmente na área de literatura. É autor do livro O Brasil pode ser um país de leitores? e consultor do Conexões Itaú Cultural. Mantém ainda o blog www.oxisdoproblema.com.br, no qual comenta a atualidade do mercado editorial.

João Cezar de Castro Rocha é professor de literatura comparada na UERJ, autor de 8 livros, entre eles: Machado de Assis: por uma poética da emulação (2013, Prêmio de Ensaio da Academia Brasileira de Letras, 2014; edição para o inglês pela Michigan State University Press, 2015); ¿Culturas shakespearianas? Teoria Mimética y América Latina (2014); Cultures latino-américaines et poétique de l' émulation. Littérature des faubourgs du monde? (2015); Literatura e cordialidade (1998, Prêmio Mário de Andrade, Biblioteca Nacional, 1999). Organizador de mais de 20 títulos, no momento é Presidente da Associação Brasileira de Literatura Comparada (ABRALIC, 2016-2017), e consultor do Conexões Itaú Cultural. Mora atualmente na capital do Rio de Janeiro, mesma cidade onde nasceu.

Lucía Tennina é Professora de Literatura Brasileira na Universidad de Buenos Aires. Possui graduação em Letras - Universidad de Buenos Aires (2006), mestrado em Antropologia Social - Universidad Nacional de San Martin (2011) e doutorado em Letras - Universidad de Buenos Aires (2015). Pesquisadora das produções literárias do Brasil, com foco nas periferias de São Paulo. É autora de diversos livros e artigos sobre o tema e curadora de varios eventos e mostras dessa temática. É tradutora literária e da área das ciências humanas (traduziu, entre outros autores, Ferréz, Marcelino Freire, Lourenço Mutarelli, Eduardo Viveiros de Castro e Marilena Chauí)

Luiz Ruffato - Autor de Eles eram muitos cavalos, Estive em Lisboa e lembrei de você, Flores artificiais, De mim já nem se lembra e Inferno provisório, todos romances, além de Minha primeira vez, crônicas, recebeu vários prêmios nacionais APCA, Jabuti, Machado de Assis, e internacionais, Casa de las Américas (CUba)  e Hermann Hesse (Alemanha). Seus livros estão publicados em Portugal, Itália, França, Alemanha, Finlãndia, Macedônia, Argentina, Colômbia, Cuba, México e Estados Unidos. É colunista do jornal El Pais - Brasil.

Michael Kegler, nascido em 1967 em Gießen, Alemanha, é tradutor de literatura em língua portuguesa. Verteu diversos escritores angolanos, portugueses, moçambicanos e brasileiros para o Alemão, entre eles: José Eduardo Agualusa, Paulina Chiziane, Ondjaki, João Paulo Cuenca, Michel Laub, Manuel Jorge Marmelo e Luiz Ruffato, com o qual ganhou o Prêmio Internacional Hermann Hesse em 2016. Em 2014 a sua tradução do romance Eles eram muitos cavalos, de Luiz Ruffato foi distinguido com o Prêmio Straelen de Tradução.

Nelson H. Vieira é University Professor de Estudos Portugueses & Brasileiros e Estudos Judaicos na Brown University. Diretor do Departamento de Estudos Portugueses e Brasileiros, ele é co-editor da revista literária, Brasil/Brazil. Algumas das suas publicações são: Brasil e Portugal: a imagem recíproca; Jewish Voices in Brazilian Literature: a Prophetic Discourse of Alterity; Contemporary Jewish Writing in Brazil; e Anonymous Celebrity (trad.), romance de Ignácio de Loyola Brandão.

Rita Palmeira é doutora em literatura brasileira pela USP e mestre em Teoria Literária pela Unicamp. Foi professora da Facamp (2001-2011) e professora temporária na USP (2012). É editora-assistente da Três Estrelas, selo de não ficção da Folha de S.Paulo e, desde 2008, pesquisadora do projeto "Conexões Itaú Cultural: mapeamento da literatura brasileira no exterior".

Sandra Guardini Teixeira Vasconcelos é professora titular de Literatura Inglesa e Comparada na Universidade de São Paulo Nos últimos anos, desenvolve pesquisa sobre as relações entre o romance inglês dos séculos XVIII e XIX e o romance brasileiro do século XIX. Além de traduções e da organização de vários livros, tem artigos e capítulos de livros publicados no Brasil e no exterior e é autora de Puras Misturas. Estórias em Guimarães Rosa(Hucitec/FAPESP, 1997), Dez Lições sobre o Romance Inglês do Século XVIII (Boitempo, 2002) e A Formação do Romance Inglês: Ensaios Teóricos (Hucitec/FAPESP, 2007) – Prêmio Jabuti de Teoria/Crítica Literária de 2008. Desde 2006, é curadora do Arquivo João Guimarães Rosa do Instituto de Estudos Brasileiros (USP).

PARA SABER MAIS SOBRE O CONEXÕES

Blog do programa, onde hoje está o banco de dados do mapeamento
http://conexoesitaucultural.org.br/

Vídeos da playlist Conexões Itaú Cultural
https://www.youtube.com/watch?v=AjHiO5gopPQ&list=PL8226722CB78691E4

A Primeira Aula
http://conexoesitaucultural.org.br/encontros-de-interrogacao/a-primeira-aula-disponivel-online/

SERVIÇO
De 9 a 11 de novembro (quarta-feira a sexta-feira)
Conexões Itaú Cultural
16h
Sala Vermelha (80 lugares)
Distribuição de ingressos:
Público preferencial: 2 horas antes do espetáculo
Público não preferencial: 1 hora antes do espetáculo
Classificação indicativa: 14 anos
Entrada gratuita
Intepretação em Libras

Estacionamento: Entrada pela Rua Leôncio de Carvalho
R$ 10 pelo período de 12 horas
Se o visitante carimbar o tíquete na recepção do Itaú Cultural: 3 horas: R$ 7;
4 horas: R$ 9; 5 a 12 horas: R$ 10
Com manobrista e seguro, gratuito para bicicletas
Acesso para deficientes físicos
Ar condicionado
Itaú Cultural
Avenida Paulista, 149, Estação Brigadeiro do Metrô
Fones: 11. 2168-1776/1777
www.itaucultural.org.br
www.twitter.com/itaucultural
www.facebook.com/itaucultural
www.youtube.com/itaucultural
www.flickr.com/itaucultural

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terça-feira, 7 de junho de 2016

Tarde de Fãs de Quadrinhos

Imagina uma tarde com diversos autores de quadrinhos, um bate papo, aprender, conhecer e curtir!! Então não imagine mais... venha passar uma tarde com os quadrinistas abaixo e ainda ter a sua HQ autografada.

L.M.Melite - Desistência do Azul (2012) e Dupin (2015)
Aluir Amancio - Perigo no Circo Sombrio (2015)
Hector Lima - A Ameaça do Barão Macaco (2015) e Sabor Brasilis (2012)
Marco Oliveira - Mute (2015) e Aos Cuidados de Rafaela (2014)
Camila Torrano e Germana Viana - Spam (2105)

Local: Livraria Leitura Campinas - Shopping Parque D.Pedro
Av. Guilherme Campos, 500, Campinas
Horário: Sábado, das 15:00 às 18:00

Para saber mais: Clique aqui.

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segunda-feira, 6 de junho de 2016

Festival Afreaka traz obras, artistas e intelectuais de 10 países para São Paulo

A cultura africana contemporânea será apresentada em diversas expressões no 2º Festival Afreaka, que ocorre até o dia 25 de junho, na capital paulistaViviane Laprovita/Festival Afreaka
A cultura africana contemporânea será apresentada em diversas expressões no 2º Festival Afreaka, que ocorre até o dia 25 de junho, na capital paulista. Estarão presentes artistas afro-brasileiros e de dez países, como Nigéria, África do Sul, Uganda e Egito. Constam da programação uma mostra de cinema, seis exposições, palestras, debates e apresentações de dança, música e grafite.

“A ideia é que a gente estabeleça uma relação sul-sul, entre o Brasil e os países do Continente Africano, para que haja uma proximidade maior”, diz Kauê Vieira, um dos cinco membros do coletivo Afreaka, que surgiu como uma página na internet para divulgar informações sobre a cultura africana contemporânea. O trabalho, que envolveu historiadores e jornalistas, foi viabilizado por financiamento coletivo arrecadado pela internet que possibilitou ao grupo visitar 15 países.

O trabalho, feito em duas etapas, é o cerne do festival. Foram nessas derivas que os organizadores conheceram importantes nomes da expressão artística e intelectual daqueles países. “A curadoria é isso: são as duas visitas ao Continente Africano e as conexões que agente fez e faz no Brasil, com outros personagens da cultura afro-brasileira”, disse Kauê.

Além do centro

As atividades estão espalhadas pela cidade em cinco espaços: Galeria Olido (centro), Centro Cultural de Formação Cidade Tiradentes (zona leste), Centro Cultural da Penha (zona leste), Centro Cultural da Juventude (zona norte) e Centro de Pesquisa e Formação do SESC-SP (centro). Essa descentralização é uma das novidades desta segunda edição da mostra, que na primeira vez que foi feita ficou restrita ao centro.

“A gente parte do princípio que todos esses bairros, seja na periferia ou mais perto do centro, produzem cultura. A ideia foi de somar com a cultura produzida em Cidade Tiradentes e trazer mais uma opção para dialogar com o que eles já produzem lá”, afirmou Kauê sobre a proposta de levar a programação para outras partes da cidade.

Entre as exposições artísticas, está a Áfrikabytes, que traz obras em múltiplas mídias explorando linguagens ligadas ao espaço virtual. São obras de artistas consolidados, com videoartes, GIFs e desenhos gráficos. Os brasileiros Bianca Leite e Moisés Patrício fazem uma mostra conjunta com fotografias e instalações. São discutidos temas como racismo, feminismo e a formação do povo brasileiro.

O feminismo e o empoderamento das mulheres serão temas das palestras da filósofa Djamila Ribeiro, que recentemente assumiu como secretária municipal adjunta de Direitos Humanos, e da escritora ugandense Edna Namara. As mulheres também têm destaque na programação de cinema, com sessões dedicadas a diretoras negras. São curtas como Qual é a Cor da Minha Pele, de Maria Gal, e A Boneca e o Silêncio, de Carol Rodrigues, que abordam a gravidez na adolescência e o aborto.

Em outras sessões serão apresentados novos diretores africanos, com produções do Quênia, da Nigéria e de Gana. Dentro da proposta principal do festival, de mostrar a cultura da África fora dos estereótipos.

A programação completa está disponível na página http://www.festivalafreaka.com

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br

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