O melhor conto: "Bliss", da escritora neozelandesa Katherine Mansfield - Por Ademir Pascale

Katherine Mansfield - Foto divulgação Por Ademir Pascale O conto "Bliss" da escritora neozelandesa Katherine Mansfield ...

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segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

Dia do compositor: 4 livros sobre nomes marcantes da música

 Campanha da Disal traz histórias, curiosidades e relatos de grandes artistas nacionais e estrangeiros

Por trás de grandes composições, estão grandes profissionais. Guitarras, baterias, piano e outros instrumentos são responsáveis pelo tom e melodia marcantes dentro das músicas, com as letras vêm as emoções e identificações pessoais, mas é no encontro de tudo isso que muitos momentos se tornam únicos. Além disso, a música é reconhecida por muitos pesquisadores como uma das melhores maneiras para desenvolver a mente humana, porque promove o equilíbrio, o bem-estar, facilita a concentração e o desenvolvimento do raciocínio.

Dia 15 de janeiro é celebrado o Dia Mundial do Compositor. A data surgiu no México por conta da comemoração à fundação da Sociedade de Autores e Compositores Mexicanos, em 1945, mas somente a partir de 1983 foi oficialmente celebrada em outros países. O objetivo desse dia é homenagear todos os compositores do mundo, especialmente reconhecer a importância do seu trabalho e esforço para compor, escrever e criar músicas.

Seja qual for o estilo musical, cada criação tem sua importância e alguém muito importante por trás dela. Por isso, a Disal, referência no mercado editorial, selecionou obras que trazem algumas das melhores histórias deste universo musical. 

Você conhece os Beatles? – Geoff Edgers

Você conhece uma banda tão criativa, diferente e única que, mesmo tendo deixado de existir há 40 anos, continua fazendo sucesso? Você pode até achar que não, mas com certeza já cantarolou alguma canção dos Beatles. John, Paul, Ringo e George conquistaram o mundo com suas músicas e seu estilo. Eles ficaram tão famosos que uma apresentação deles na TV chegou a ser assistida por metade da população dos Estados Unidos naquela época. As fãs desmaiavam quando viam os quatro ao vivo, e todos os rapazes queriam ser como “Os Beatles”. Um dia o sonho acabou.

Saiba mais:  https://cutt.ly/VIoENZs

Belchior - Apenas um rapaz latino-americano – Jotabe Medeiros

A morte de Belchior, em abril de 2017, foi uma comoção nacional. Dez anos antes, o artista desaparecera. Foi quando Jotabê Medeiros iniciou a pesquisa para um livro sobre o autor de clássicos como “Velha Roupa Colorida”, “Alucinação” e “Como nossos pais”. Foram dezenas de entrevistas com parceiros musicais, amigos de infância, familiares e produtores de seus discos.

Saiba mais: https://cutt.ly/DIoRcBR

 

Rita Lee - Uma autobiografia – Rita Lee

Do primeiro disco voador ao último porre, Rita é consistente. Corajosa. Sem culpa nenhuma. Tanto que, ao ler o livro, várias vezes temos a sensação de estar diante de uma BIO não autorizada, tamanha a honestidade nas histórias. A infância e os primeiros passos na vida artística; sua prisão em 1976; o encontro de almas com Roberto de Carvalho; o nascimento dos filhos, das músicas e dos discos clássicos; os tropeços e as glórias. Está tudo lá. E você pode ter certeza: essa é a obra mais pessoal que ela poderia entregar de presente para nós.

Saiba mais: https://cutt.ly/oIoRX7g 

Quando as cortinas se fecham - Minha vida além do palco – Paul Stanley

Dando sequência a seu best-seller do New York Times, Uma Vida sem Máscaras, o icônico vocalista e guitarrista do Kiss dá um passe livre de acesso completo à sua vida pessoal, com a experiência, alcançada a duras penas, de uma lenda da música. Paul Stanley não é um rockstar típico. Sua abordagem particular da arte e da música como negócio — uma visão criativa combinada a uma ética sólida — resultou em uma longevidade inédita em uma indústria caótica.

Saiba mais em: https://cutt.ly/7IoTlsW

 

 

Sobre a Disal Distribuidora: Há mais de meio século em operação, é considerada a mais importante distribuidora de livros e materiais didáticos do Brasil para o ensino de idiomas, e, também, técnicos e científicos, de ciências humanas e sociais, literatura, autoajuda e conhecimentos gerais. Possui um catálogo com 420 editoras e mais de 500 mil títulos comercializados. Tem 18 filiais distribuídas nas principais cidades do país e um portal em que é possível encontrar todos os serviços e produtos oferecidos. Saiba mais em www.disal.com.br

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quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Fundação - por Gian Danton



Isaac Asimov era um mestre absoluto da narrativa. Mais do que isso, um grande criador de tramas, em que a história toda gira a partir de uma determinada lógica, que é seguida do início até o fim. Um dos melhores exemplos é a trilogia Fundação.
Escrita entre 1942 e 1953, a história mostra um futuro longínquo em que a humanidade  dominou a Via Lactea, espalhando-se por milhares de mundo em um poderoso império. Mas um cientista especializado na Psico-história (um ramo da ciência que lida com a humanidade a partir de uma análise matemática, só possível em população imensas, como os bilhões de habitantes do império) percebe que este império ira decair, o que dará origem a uma era de trevas e barbarismo – e concebe um plano para diminuir esse período bárbaro, fazendo com que um segundo império se erga em mil anos. Para isso foram criadas duas fundações, em pontos opostos da galáxia, destinadas a garantir o chamado plano Seldon (batizado em homenagem ao seu criador).
A trilogia, focada principalmente na primeira fundação, mostra como o plano vai sendo preservado, apesar dos perigos e dificuldades – na verdade, são justamente esses perigos, chamados de crises Seldon, que farão com que a Fundação se torne forte. A cada crise ela vai evoluindo e é interessante observar como Asimov maneja a trama de modo a que tudo se encaixe nos planos de Seldon. Há uma lógica interna irrefutável por trás dos acontecimentos. O tipo de coisa que você lê e pensa: mas é claro, essa é a consequência lógica disso!
Asimov, provavelmente prevendo críticas à estrutura rígida e à visão positivista e matematizadora, inclui até mesmo um elemento inesperado à equação, um verdadeiro efeito borboleta, ou atrator estranho, como diriam os teóricos do caos, que não havia sido previsto por Seldon, e que gera uma séria crise, que acaba sendo solucionada, também de maneira lógica.
Essa estrutura cria um elemento de suspense verdadeiramente viciante: sabemos que a Fundação irá enfrentar crise e sabemos que ela irá superá-las. A questão é como isso irá ocorrer de maneira lógica, que não pareça um simples Deus Ex-Machina (recurso em que o escritor simplesmente arranja uma solução artificial para o conflito).
Ajuda muito o fato do texto de Asimov ser sintético, focado principalmente em diálogos e descrições breves, um quase roteiro de cinema (é surpreendente que ainda não se tenha pensando em transformar a trilogia em filme ou seriado).
O sucesso foi tão grande que foram escritos mais quatro livros: Limites da Fundação, Fundação e a Terra, Prelúdio à Fundação e Limites da Fundação. Aliás, esse é o problema da trilogia. É tão viciante que você termina de ler e já quer comprar os livros complementares.

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