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quarta-feira, 24 de abril de 2019

Inspirados na obra literária “Grande Sertão: Veredas”, de Guimarães Rosa, grupo de amigos abrem bar em São Paulo

Antônio Silva, sócio do Riobaldo Bar - Foto divulgação
Apaixonados por literatura e inspirados na grande obra “Grande Sertão: Veredas”, de Guimarães Rosa, Antônio Silva e seus sócios resolveram materializar esse sonho num bar que leva o nome do protagonista Riobaldo. O local é bem aconchegante e possui até uma árvore batizada de Diadorim, que belamente enfeita o salão. O bar fica localizado no bairro de Pinheiros, em São Paulo.

Confira a entrevista que fizemos com Antônio Silva, sócio do Riobaldo Bar:

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como e quando surgiu a ideia do Riobaldo Bar, que leva o nome de personagem de “Grande Sertão: Veredas”, de Guimarães Rosa?

Antônio Silva: Um dos sócios é fã do Guimarães Rosa. Ele teve a ideia e amadurecemos em uma reunião. 
Antônio Silva e os sócios do Riobaldo Bar - Foto divulgação
Conexão Literatura: É verdade que o bar possui uma árvore que enfeita o salão batizada de Diadorim?

Antônio Silva: Sim, era para ser um Buriti, porém decidimos por uma Jabuticabeira.

Conexão Literatura: No cardápio, poderemos encontrar a caipirinha Jorge Amado, com pinga de cravo e canela. O que mais o bar possui em seu cardápio que foi inspirado em obras literárias? 

Antônio Silva: Sim, temos a salada Manoel Bandeira, o lanche Riobaldo, que é uma  homenagem ao personagem principal e estamos em reunião para introduzir mais alguns produtos inspirados na literatura.
Salão do Riobaldo Bar - Foto divulgação
Conexão Literatura: Parece que o Riobaldo Bar possui interesse em abrir espaço para lançamentos de livros. Poderia comentar?

Antônio Silva: Sim, gostaríamos de oferecer nosso espaço em parceria com escritores e editoras para possíveis lançamentos de livros, autógrafos, etc.

Conexão Literatura: Como os interessados poderão saber mais sobre o Riobaldo Bar?

Antônio Silva: No site http://www.restauranteriobaldo.com.br e no Instagram @riobaldobar

Perguntas rápidas:

Um livro: Vida Secas
Um (a) autor (a): Graciliano Ramos
Um ator ou atriz: Mazzaropi
Um filme: Auto da compadecida
Um dia especial: 25/05/2018

Local:

Riobaldo Bar
Rua Inácio Pereira da Rocha, nº 422, Pinheiros, São Paulo
Telefone: (11) 3476-4712
Atendimento de Terça à quinta, das 17h à 1h.  Sexta e sábado, das 12h às 2h. Domingo, das 12h às 21h. 
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quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Diadorim, do romance de João Guimarães Rosa, inspira Memórias do Rio, do Rei e do Dia

Memórias do Rio, do Rei e do Dia - Foto de Taetê Benedicto
A atriz Carla Lopes refez a pé, por mais de 170km, trechos no norte de Minas Gerais que o bando do Jagunço Riobaldo percorreu no livro Grande Sertão: Veredas. Em cena, histórias reais da expedição feita pela artista em 2016.

Com três versões cênicas de narrativas diferentes, o público escolhe no início da apresentação qual versão vai assistir

O espetáculo Memórias do Rio, do Rei e do Dia estreia dia 27 de outubro de 2017, às 21h no Teatro Municipal da Mooca Arthur Azevedo – Sala Experimental (Av. Paes de Barros, 955, Mooca, SP) inspirado no personagem Diadorim do romance Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa. A encenação é assinada por Diego José Villar e tem atuação da atriz Carla Lopes, ambos do núcleo artístico UNA Teatro.

A peça Memórias do Rio, do Rei e do Dia aborda um tema profundo e invade uma das mais importantes obras de Guimarães Rosa, além de contar histórias reais da expedição vivida pela dramaturga e atriz Carla Lopes em 2016 - que seguiu pelo norte de Minas Gerais a pé por mais de 170km, refazendo trechos do bando do Jagunço Riobaldo - no Caminho do Sertão.

A encenação é dividida em três caminhos narrativos diferentes e independentes (do Rio, do Rei e do Dia), e a escolha de qual será narrado é definida somente no início de cada apresentação. Dessa maneira o público poderá conhecer outros caminhos e encontrar novas histórias cada vez que entrar neste Sertão construído pela narradora.

Diadorim é o jagunço Reinaldo, e com Riobaldo Tatarana integra o bando de Joca Ramiro no sertão de Minas Gerais. Ela esconde sua identidade real - Maria Deodorina - travestindo-se de homem, e seu segredo só é descoberto por Riobaldo com sua morte no fim.

Memórias do Rio, do Rei e do Dia - Foto de Taetê Benedicto
Sinopse
Espetáculo livremente inspirado em Diadorim, de Grande Sertão: Veredas, que narra as histórias de sua primeira caminhada pelo Sertão ao mesmo tempo em que relembra e percorre momentos importantes de sua jornada, passando pela infância até chegar à jagunçagem e encontrar o amor e a morte como guias da travessia. A peça é dividida em três caminhos narrativos diferentes e independentes: do Rio, do Rei e do Dia, a escolha de qual será narrado é definida somente no início de cada apresentação. Desta maneira o público poderá conhecer outros caminhos e encontrar novas histórias cada vez que entrar neste Sertão construído pela narradora.

Una Teatro
Desde 2009, o núcleo artístico UNA Teatro - formado pela atriz Carla Lopes e o encenador Diego José Villar - desenvolve um teatro de pesquisa que recolhe, investiga e recria histórias para transformá-las através de um fazer artístico contemporâneo, crítico, propositivo e provocador. Os processos criativos são imersivos e intensos, com base em treinamentos do teatro psicofísico.

Em seu repertório estão os espetáculos autorais Nós (narrando histórias de trajetórias femininas das mães, putas e virgens na sociedade), SagaS (inspirado no cinema mudo e nos contos A hora e a vez de Augusto Matraga e Primeiras Estórias, de Guimarães Rosa) e Memórias do Rio, do Rei e do Dia, além do espetáculo Henrique V, de Shakespeare (em um formato contemporâneo de Teatro de imersão).

Já foram contemplados com o Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo – PROAC – de Primeira Montagem de artes cênicas; Programa VAI da Prefeitura do Município de São Paulo; Festival Nacional de Teatro de Guaçuí, no Espirito Santo, com indicação ao prêmio de melhor atriz e PROART da Secretaria Municipal de Educação para realização de circulação nos CEUs.

Minibios
Carla Lopes é atriz, pós-graduada em Corpo: teatro, dança e performance pela Escola Superior de Artes Célia Helena. Bacharel em Comunicação Social pela Universidade de Santo Amaro de São Paulo com formação técnica em Artes Dramáticas pelo SENAC-SP.  Participou de grupos de teatro amador na periferia de São Paulo e foi aluna de Augusto Boal no curso de formação de Curingas para Teatro Fórum.  No UNA Teatro desde 2009, produziu e integrou o elenco dos espetáculos Nós, SagaS e Henrique V. Em 2016 sua pesquisa de pós graduação Corpo Fechado – Caminhos do Signo para a Cena serviu de base para a montagem de seu espetáculo solo Memórias do Rio, do Rei e do Dia, livremente inspirado em Diadorim do romance Grande Sertão: Veredas e na expedição O Caminho do Sertão, que percorreu à pé cerca de 170km pelo cerrado e chapadas do Norte de Minas Gerais, colhendo historias e depoimentos. 

Diego José Villar é diretor, Bacharel em Artes Cênicas, com habilitação em Direção Teatral na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo e professor de interpretação dramática, montagem teatral e história do teatro dos cursos técnicos de artes dramáticas do SENAC São Paulo. Em 2016 participou da residência Artística Como pensar através de ações IX – com Eugênio Barba e Julia Valey do Odin Teatret, realizada em Brasília. É coordenador de cursos livres e workshops de ação arquetípica no processo de criação, direção teatral, dramaturgia shakespeariana e interpretação para crianças e adolescentes. Dirige o UNA teatro desde 2009, onde desenvolve pesquisas de cunho prático-teórico, com os atores do elenco fixo e convidados. Nesse período produziu os espetáculos autorais Nós, SagaS e Henrique V, de William Shakespeare. É responsável pela encenação e dramaturgia do solo Memórias do Rio, do Rei e do Dia.

Ficha Técnica
Elenco, textos e dramaturgia: Carla Lopes
Encenação, dramaturgia e iluminação: Diego José Villar
Trilha Sonora: Ricardo Luccas e Paulo Henrique Custódio “Kizumba”
Produção e Operação de luz: Aline Baba

Serviço
Memórias do Rio, do Rei e do Dia
De 27 de outubro a 26 de novembro de 2017
Sextas e sábados, às 21h e domingos, às 19h
Teatro Municipal da Mooca Arthur Azevedo - Sala Experimental
Av. Paes de Barros, 995 - Mooca - São Paulo - SP
Tel: (11) 2605-8007
Duração: 60 min/ Classificação: 12 anos/ Capacidade: 50 lugares
Ingresso: R$20,00 e R$10,00 (estudantes, idosos e classe artística). A bilheteria abre 1h antes dos espetáculos e só aceita dinheiro
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