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quarta-feira, 25 de março de 2020

Itaú Cultural lança novos podcasts literários com entrevistas de autores e críticos consagrados

Maria Jose Silveira - Foto: Christina Rufatto
A organização está incrementando os seus podcasts subindo no seu site novos assuntos dentro deste segmento e de música. A partir de abril, em parceria com o Jornal Rascunho, de Curitiba, lança o Paiol Literário, série de entrevistas gravadas por esta publicação e agora transformadas para este formato. O público tem acesso a conversas com escritores como Ana Maria Machado, Rubens Figueiredo e Marçal Aquino. Além do Paiol, o Itaú Cultural também disponibiliza em podcast os projetos Escritores-Leitores e Mekukradjá, com novos depoimentos

Para acompanhar as pessoas em suas casas durante este período de recolhimento, o Itaú Cultural, em parceria com o Jornal Rascunho (PR), lança em podcast entrevistas com autores e críticos captadas desde 2006 pelo projeto Paiol Literário. O primeiro episódio sai no dia 22 de abril, com a jornalista, professora, pintora e escritora Ana Maria Machado. Antes disso, outros programas literários da organização, já conhecidos, como Escritores-Leitores e Mekukradjá, são encontrados no seu site neste formato, com novos episódios disponibilizados uma vez por semana. 

O Escritores-Leitores trata da relação de escritores com seus personagens e tem programado novo lançamento para o dia 26 de março, com episódio do médico, escritor e dramaturgo Ronaldo Correia de Brito. Sobre o Mekukrdajá, que aborda temáticas indígenas, o próximo sobe no site no dia 30, com uma conversa com o artista Makuxi Jaider Esbell.

Paiol Literário
Desenvolvido pelo jornalista e escritor Rogério Pereira, criador do Jornal Rascunho, o Paiol Literário levou aos leitores dezenas de nomes da literatura brasileira, que agora em parceria com o Itaú Cultural, são transformados em podcasts. A primeira temporada da série conta com 14 episódios, lançados todas as quartas-feiras e sextas-feiras, a contar de 22 de abril. Os 10 primeiros são com Ana Maria Machado, que inaugura a série; em seguida, no dia 24, a conversa é com Silviano Santiago. Segue com Bernardo Carvalho, no dia 29; Livia Garcia- Roza, no dia 1 de maio; Rubens Figueiredo, no dia 6; Marina Colasanti, dia 8; Luiz Antonio de Assis Brasil, dia 13; Luci Collin, no dia 15; Cristovão Tezza, dia 20; e Marçal Aquino, no dia 22 de maio. Ao todo, serão 49 entrevistas. Algumas farão parte da temporada Homenageados, destinada a autores que foram entrevistados antes de sua morte.

Escritores-Leitores
Podcast que apresenta escritores no papel de leitor, falando sobre seus personagens preferidos, e como autores, contando como criam os personagens de sua literatura. No site do Itaú Cultural (https://www.itaucultural.org.br/escritores-leitores), já estão disponíveis duas temporadas com 10 episódios cada: Conceição Evaristo, Milton Hatoum, Evandro Affonso Ferreira, Luiz Ruffato, Adriana Lunardi, Bernardo Carvalho, Raimundo Carrero, Ricardo Azevedo, Cíntia Moscovich, João Silvério Trevisan, Márcio Souza, Sérgio Sant’Anna, Marçal Aquino, Ivana Arruda Leite, Eva Furnari, Índigo, Paloma Vidal, João Gilberto Noll, Ana Maria Gonçalves e Cristovão Tezza.

O próximo a entrar no ar é do médico, escritor e dramaturgo Ronaldo Correia Brito, no dia 26 de março. Neste depoimento, gravado em setembro de 2011, ele fala da autonomia que alguns personagens podem adquirir durante o processo de criação e lê trechos de seu romance Galiléia, vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura. Os episódios são postados todas às quartas-feiras. Os seguintes são dos autores Maria José Silveira, no dia 2 de abril; Ignácio de Loyola Brandão, no dia 9; Ivan Angelo, no dia 16; Eliane Brum, no dia 23; e Carola Saavedra, no dia 30.

Mekukradjá
Apresentado por Daniel Munduruku, Mekukradjá, enfoca as vivências e as preocupações sociais, culturais, políticas e artísticas dos vários povos indígenas do Brasil. "Não há como falar em arte indígena contemporânea sem falar dos indígenas, sem falar do direito à vida e à terra", é o que afirma o artista, escritor e produtor cultural do povo Makuxi do estado de Roraima, Jaider Esbell, participante do próximo podcast lançado no dia 30 de março. Na entrevista, fala de sua origem familiar e de como trilhou seu lugar no percurso artístico. Ainda, analisa a importância da representatividade indígena e a relação estabelecida com a produção de arte contemporânea.

Depois dele, no dia 6 de abril, o episódio é com o escritor Luciano Ariabo Kezo, da etnia Umutina. No site do Itaú Cultural (https://www.itaucultural.org.br/mekukradja), é possível acessar três temporadas, as duas primeiras com 10 áudios, e a terceira com sete.

Itaú Cultural digital
Neste período de suspensão de atividades presenciais em sua sede, o Itaú Cultural está ampliando a produção de conteúdo para diversos públicos, como podcasts, cursos de EAD e vídeos, no site e redes sociais da instituição e na Enciclopédia Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. Para acessar: www.itaucultural.org.br.

SERVIÇO:
Lançamento Paiol Literário
Temporada 1 (14 episódios) - 10 primeiros:
Abril
Dia 22: Ana Maria Machado
Dia 24: Silviano Santiago
Dia 29: Bernardo Carvalho
Maio
Dia 1: Livia Garcia- Roza
Dia 6: Rubens Figueiredo
Dia 8: Marina Colasanti 
Dia 13: Luiz Antonio de Assis Brasil 
Dia 15: Luci Collin 
Dia 20: Cristovão Tezza
Dia 22: Marçal Aquino 
Disponível em: www.itaucultural.org.br

Escritores-Leitores
Março
Dia 26: Ronaldo Correia de Brito
Abril
Dia 2: Maria José Silveira 
Dia 9: Ignácio de Loyola Brandão 
Dia 16: Ivan Angelo 
Dia 23: Eliane Brum 
Dia 30: Carola Saavedra


Mekukradjá
Dia 30 de março: Jaider Esbell 
Dia 6 de abril: Luciano Ariabo Kezo 
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terça-feira, 27 de março de 2018

Instituto Sergio Rodrigues lança livro que reúne artigos e crônicas do mestre em revistas dos anos 50 e 60

Foto divulgação
A publicação revela uma faceta pouco conhecida de Sergio Rodrigues, a de escritor, abordando também suas criações como arquiteto

O Instituto Sergio Rodrigues lança, no início de abril, o livro bilíngue Fortuna Crítica | Sergio Rodrigues. A obra, a primeira publicação independente do Instituto, é fruto de uma vasta pesquisa em seu acervo, com foco na produção intelectual produzida pelo próprio Sergio, que revela uma faceta pouco conhecida da sua personalidade: a de pensador e cronista. Com número limitado de edições impressas, a versão digital do livro será disponibilizada gratuitamente para download no site da instituição a partir do dia 31 de março.

A coletânea reúne textos selecionados, publicados nas revistas Módulo e Senhor nas décadas de 50 e 60, em que Sergio se expressa com descontração e informalidade. Ele começou a escrever para a Módulo em 1958 – especializada em arquitetura e artes plásticas, a revista contava com ninguém menos que Oscar Niemeyer como diretor-responsável. Nela, Sergio traça alguns caminhos que marcaram o surgimento de uma reflexão conceitual inovadora na junção de arquitetura e de design. Alguns anos mais tarde, o designer e arquiteto foi convidado a contribuir regularmente para a Senhor, periódico que reunia os maiores nomes da cena cultural daquela época, onde teve o desafio de atrair o interesse do público masculino, através de crônicas bem-humoradas, para a arquitetura de interiores – expressão que Sérgio preferia, por considerar mais abrangente que o termo decoração.

A obra tem curadoria de Afonso Luz, membro do Conselho-Curador do Instituto, filósofo e crítico de arte, que também assumiu a tarefa de contextualizar o recorte de tempo para a composição do livro, apresentando referências, notas e ensaios críticos, que acrescentam uma visão atualizada sobre o alcance das crônicas de Sérgio Rodrigues e o apresenta como uma figura que vai além do modernismo, sendo de grande importância no cenário cultural do Brasil. Já a apresentação ficou a cargo de Fernando Mendes, designer e presidente da instituição.

O volume traz ainda fotografias históricas e reproduções de croquis de mobiliário e arquitetura de interiores de Sergio Rodrigues, publicados nas respectivas revistas, que são sinalizados com a localização dos arquivos originais dentro do Instituto Sergio Rodrigues e abertos para consulta pública. A expressão “Fortuna Crítica”, aliás, foi escolhida por fazer jus ao livro: é um termo acadêmico para a compilação de textos críticos de terceiros ou do próprio autor sobre sua obra.

Além dos textos, o livro apresenta encartado um fac-símile do catálogo da exposição que Sergio Rodrigues fez no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro em 1960, chamada "Casa individual pré-fabricada", em que apresentou um dispositivo habitacional flexível e de livre composição espacial - uma ideia revolucionária para a época -, que deveria ser customizado pelo morador. Com texto crítico do jornalista e crítico de arte Mario Pedrosa e projeto gráfico do designer Goebel Weyne, figuras expoentes à época, o formato quadrado do catálogo histórico serviu de base para a versão impressa do livro Fortuna Crítica | Sergio Rodrigues.

Segundo Fernando Mendes, o propósito da publicação é estimular diversas ações institucionais ligadas à difusão e à compreensão da obra de Sergio: “trata-se de alguém que nos deixa um legado muito maior que o do designer elogiado e premiado como criador da poltrona Mole”.

SERVIÇO:
Fortuna Crítica | Sergio Rodrigues
Realização: Ministério da Cultura
Patrocínio: Itaú
Apoio: Itaú Cultural
Organização: Instituto Sergio Rodrigues
Curadoria: Afonso Luz
Design visual: Sonia Barreto
Bilíngue – português/inglês
341 páginas
Preço: R$100 – disponível na sede do Instituto Sergio Rodrigues e nas livrarias Blooks, do Rio de Janeiro e São Paulo.

Download gratuito do livro em PDF no site: www.institutosergiorodrigues.com.br

Sobre o Instituto Sergio Rodrigues:
Fundado em outubro de 2012 no Rio de Janeiro, sediado no estúdio onde Sergio trabalhou entre 1972 e 2014, o Instituto Sergio Rodrigues é uma associação sem fins lucrativos que tem por objetivo preservar o acervo do arquiteto-designer e disponibilizar o conjunto de sua obra para o público em geral e para estudantes e profissionais dessas áreas, bem como promover e incentivar o conhecimento e o diálogo sobre a arquitetura e o design brasileiros.

Com o patrocínio do Itaú e realização do Ministério da Cultura inúmeros desenhos, projetos e documentos relativos à vida e obra de Sergio Rodrigues foram tratados, catalogados e digitalizados. Até o fim de 2017 foram inventariados cerca de 30 mil itens, um acervo que inclui ainda obras inéditas, croquis pouco conhecidos e referências que revelam e explicam a dimensão de seu trabalho. Todo esse tesouro, tirado de gavetas e desenrolado dos canudos, está disponível gratuitamente através do site do Instituto Sergio Rodrigues e de um banco de dados para pesquisadores: www.institutosergiorodrigues.com.br
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