JÁ DISPONÍVEL: Jornal em São Camilo da Maré, novo livro de Ademir Pascale (Mafra Editions)

  Três jovens interligados vivenciam as feridas que a nossa sociedade perpetua: violência, injustiça e bullying, numa comunidade carente do ...

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quarta-feira, 23 de março de 2022

Companhia de Teatro Heliópolis lança livro sobre a sua trajetória de duas décadas com debate e cena do novo espetáculo no Itaú Cultural

 
Dalma Régia - Foto de Weslei Barba 

Há 20 anos, o grupo coloca nos palcos teatrais os anseios e vivências da realidade do bairro de Heliópolis, na zona Sul de São Paulo. Registrada em livro, esta trajetória dá o tom a encontro de artistas e gestores para debater sobre a importância da documentação de experiências teatrais. A conversa é mediada por Alexandre Mate, autor do livro sobre a trupe a ser lançado na ocasião. Antes disso, a noite abre com trecho de CÁRCERE ou Porque as Mulheres Viram Búfalos, peça recém-estreada pela cia, que aborda a forte presença feminina no contexto do encarceramento. 

Acompanhando as comemorações dos 20 anos de fundação da Companhia de Teatro Heliópolis, o Itaú Cultural realiza no dia 30 de março (quarta-feira), às 20h, programação para celebrar tanto a trajetória quanto o momento atual do grupo. Além de marcar o lançamento do livro Giras Épico-Poéticas nas Obras-Quilombola, em Processos de Empoderamento – e não apenas – Negro, da Companhia de Teatro Heliópolis: 20 Anos de Belezas e/em Lutas, promove debate e apresentação de cena teatral.

 

Além de uma mesa com artistas e gestores para falarem sobre a necessidade de registro dessa memória teatral, o público é brindado com uma cena de CÁRCERE ou Porque as Mulheres Viram Búfalos. Trata-se de uma pílula do espetáculo que acaba de estrear na sede da companhia, no bairro Ipiranga, onde ficará em cartaz até 5 de junho. O grupo completou duas décadas de existência em 2020, mas, devido à pandemia, comemora neste ano junto ao público (mais abaixo, o serviço completo das atividades).

 

A programação será realizada na Sala Itaú Cultural, que volta a operar presencialmente com total capacidade. Como todas as atividades e ações da instituição, a entrada é gratuita. Os ingressos devem ser reservados pela plataforma Inti, com acesso pelo site da instituição - itaucultural.org.br.

 

Força feminina

A noite abre tendo no palco da Sala Itaú Cultural a atriz Dalma Régia, atriz e fundadora da Companhia de Teatro Heliópolis, apresentando um trecho de CÁRCERE ou Porque as Mulheres Viram Búfalos. Com encenação de Miguel Rocha e texto de Dione Carlos, a trama parte da história das irmãs gêmeas Maria dos Prazeres e Maria das Dores. Ela trata das estratégias de sobrevivência de mulheres – em especial em suas comunidades – que, como elas, têm suas vidas marcadas pelo encarceramento de um integrante da família.

 

Trazendo no título uma referência à força feminina, que transmuta as energias de violência e morte para reinventar a realidade, o espetáculo coloca no centro dessa abordagem mães, esposas, companheiras e irmãs. Todas carregam o peso e os desdobramentos do encarceramento, emocionais, físicos ou financeiros. A montagem acaba por refletir o isolamento social desde o início da pandemia em 2020 e suas consequências. 

 

Livro e debate

Após a apresentação da cena, o público é convidado a acompanhar a mesa de lançamento do livro. Com mediação de Alexandre Mate, autor da publicação, mestre em teatro e doutor em história social, o encontro reúne Galiana Brasil, gerente do Núcleo de Artes Cênicas do Itaú Cultural, a atriz e diretora Simone Carleto e o ator e doutor em ciências sociais Judson Cabral. A partir do livro, os convidados tratam da importância da documentação de experiências teatrais como a da Companhia de Teatro Heliópolis.

 

"Por um lado, o livro trata de uma narrativa que, por diversas abordagens, apresenta a história de sujeitos que montaram obras tão essenciais", observa Mate. "Por outro, traz as singularidades de pessoas e artistas excepcionais, gente-ícone e alegorias das ancestralidades que enfrentam tudo", completa.

 

Para ele, acompanhar a obra e percebê-la em suas minúcias significa ir ao encontro dos antepassados, que lutaram todo o tempo e de modos tão diversos, para ser e existir em plenitude. "Adoro e admiro muito essa gente artista da Companhia de Teatro Heliópolis."

 

Sobre os participantes

A Companhia de Teatro Heliópolis foi criada no ano 2000, com o objetivo de ampliar o universo cultural e artístico da comunidade. Desde então, pesquisa a violência e suas reverberações, tema que afeta os membros do coletivo que moram na favela homônima e que, em alguma medida, tem relação intrínseca com este território. Esse levantamento tem sido realizado de forma colaborativa, permeado por múltiplas vozes e fundamentado em diversos expedientes do teatro experimental e igualmente do épico, tomado basicamente como chão histórico, a fim de incluir as mentalidades e os modos de vida de homens e mulheres que ainda não figuram na história, tanto social como esteticamente.

 

Alexandre Mate é autor do livro Giras Épico-Poéticas nas Obras-Quilombola, em Processos de Empoderamento – e não apenas – Negro, da Companhia de Teatro Heliópolis: 20 Anos de Belezas e/em Lutas. Ele tem mestrado em teatro e doutorado em história social, ambos pela Universidade de São Paulo/USP. Professor aposentado pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual de São Paulo/Unesp e professor da pós-graduação da mesma instituição, também é autor de livros e ensaios sobre a produção teatral, com ênfase às formas populares, de rua, épico e paulistano.  

 

Dalma Régia é atriz e sócia-fundadora da Companhia de Teatro Heliópolis, ao lado de Miguel Rocha. Entre seus principais trabalhos, destaca-se o espetáculo (IN)JUSTIÇA (2019), que foi indicado ao Prêmio SHELL 2019 na categoria Música e ao Prêmio Aplauso Brasil 2019 na categoria Melhor Espetáculo de Grupo. O espetáculo rendeu a Dalma o prêmio de Melhor Atriz no 4º FESTKAOS – Festival nacional de Teatro do Kaos e no 41º FESTE – Festival Nacional de Teatro Pindamonhangaba. Por Um Lugar ao Sol, de 2013, ela recebeu no mesmo ano o prêmio de Melhor Atriz no IX Festival Nacional de Limeira.

 

Galiana Brasil é gestora do Núcleo de Artes Cênicas do Itaú Cultural. É atriz, cursando mestrado profissional em Artes da Cena na Escola Superior de Artes Célia Helena (SP). Possui produção teórica com perspectiva decolonial nos campos da gestão cultural e pedagogia das artes cênicas, com foco em mediação cultural, formação e curadoria. Durante 15 anos atuou na coordenação das artes cênicas do Sesc Pernambuco, sendo gestora do Festival Palco Giratório-Recife e curadora do projeto em âmbito nacional.

 

Judson Cabral nasceu em Ipanguaçu, no Rio Grande do Norte. É ator formado pela Escola Livre de Teatro de Santo André/ELT, bacharel em Sociologia e Política, sendo Mestre e doutor em Ciências Sociais. É pesquisador do Núcleo de Estudo em Arte, Mídia e Política/NEAMP. Faz parte da equipe de coordenação da Escola Livre de Teatro de Santo André, sendo também professor da Escola de Arte Cênicas Wilson Geraldo de Santos e professor convidado da pós-graduação da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo/FESP-SP. Desenvolve pesquisa nas áreas de sociologia da cultura, política cultural, arte e política e história do teatro.

 

Simone Carleto é atriz, diretora e artista-pedagoga de teatro. Mestre, doutora e pós-doutoranda em Artes Cênicas pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista/Unesp. Coordenou a Escola Viva de Artes Cênicas de Guarulhos e o Programa Municipal de Fomento ao Teatro e à Dança da mesma cidade. É pesquisadora de teatro épico, teatro latino-americano, cultura e teatro popular e pedagogia teatral, e dá aula no Curso Profissionalizante em Teatro do Centro de Artes Cênicas (CAC) Walmor Chagas, em São José dos Campos. Assessora de diversos grupos teatrais, e também é autora de ensaios e artigos nas áreas de pedagogia, crítica e interpretação teatral. 

 

SERVIÇO

Lançamento/livro: Giras Épico-Poéticas nas Obras-Quilombola, em Processos de Empoderamento – e não apenas – Negro, da Companhia de Teatro Heliópolis: 20 Anos de Belezas e/em Lutas

Mesa com Galiana Brasil, Simone Carleto e Judson Cabral. Mediação de Alexandre Mate

Apresentação de cena do espetáculo Cárcere ou Porque as Mulheres Viram Búfalos

 

Dia 30 de março (quarta-feira), às 20h 

Duração: 120 minutos. Classificação indicativa:  não recomendado para menores de 12 anos (apresenta consumo de droga lícita) 

Sala Itaú Cultural (Piso Térreo) - Capacidade: 272 lugares

Entrada gratuita - Reservas de ingressos a partir de 23 de março (quarta-feira), pela plataforma Inti – acesso pelo site do Itaú Cultural www.itaucultural.org.br.

 

Custo/livro: R$ 55,00 (livro físico, diretamente com a CTH); Grátis (PDF liberado para download no site da CTH).

 

Protocolos:

- É necessário apresentar o QR Code do ingresso na entrada da atividade até 10 minutos antes do seu início. Após este horário, o ingresso não será mais válido.

- Para ingressar na sede do Itaú Cultural, é obrigatória a apresentação do comprovante de vacinação. Serão válidos o comprovante físico ou o digital (disponível nos aplicativos fornecidos pelos governos federal, estadual e/ou municipal).

Maiores de 12 anos devem apresentar o comprovante contendo duas doses da vacina. Quem tiver abaixo desta idade, não precisa comprová-lo.

- Continua obrigatório o uso da máscara cobrindo boca e nariz durante toda a permanência nos ambientes internos do Itaú Cultural.

 

Cancelamentos:

- Em virtude dos protocolos sanitários adotados para conter o avanço da transmissão do coronavírus e, assim, manter-se a segurança e a saúde de artistas, produção e público, o Itaú Cultural informa que sua programação, virtual ou presencial, poderá ser cancelada em caso de contaminação por covid-19 de qualquer artista envolvido.

- Em caso de cancelamento, os ingressos adquiridos perdem sua validade. O público que reservou o ingresso antecipadamente será notificado por e-mail.

- Um eventual reagendamento da programação, em data futura, ficará a exclusivo critério do Itaú Cultural de acordo com a disponibilidade de agenda, sem preferência a quem adquiriu os ingressos anteriormente.

 

Espetáculo CÁRCERE ou Porque as Mulheres Viram Búfalos

Com a Companhia de Teatro Heliópolis

Em cartaz até 5 de junho de 2022

Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho, sede da companhia (Rua Silva Bueno, 1533, Ipiranga)

Ingressos: pague quanto puder (público em geral) e grátis para estudantes e professores de escolas públicas.

Reserva online: https://www.sympla.com.br/produtor/companhiadeteatroheliopolis

Informações: http://ciadeteatroheliopolis.com/

 

Itaú Cultural

Avenida Paulista, 149, próximo à estação Brigadeiro do metrô

Tel.: 11. 2168-1777 

Acesso para pessoas com deficiência física 

Estacionamento: entrada pela Rua Leôncio de Carvalho, 108. 

Com manobrista e seguro, gratuito para bicicletas. 

www.itaucultural.org.br | Nas redes: @itaucultural

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quarta-feira, 26 de agosto de 2020

Itaú Cultural e Oceanos divulgam semifinalistas do prêmio de literatura em língua portuguesa e anunciam premiação 100% virtual


Nesta edição, entre 1.872 obras concorrentes, classificaram-se 22 romances, 22 livros de poesia, cinco livros de contos e cinco de crônicas, em um total de 54 obras de três continentes, publicadas por 34 editoras. Devido à pandemia e em respeito à saúde dos jurados, nessa edição, as análises e votações do Oceanos são realizadas virtualmente, com o apoio dos profissionais da área de tecnologia da informação do Itaú Cultural, parceiro do projeto

O anúncio dos semifinalistas para o Oceanos – Prêmio de Literatura em Língua Portuguesa 2020, foi feito nesta terça-feira, 25 de agosto, simultaneamente no Brasil e em Portugal, às 16h e 20h, de acordo com os fusos horários de cada país, em live com os curadores Adelaide Monteiro, de Cabo Verde, Isabel Lucas, de Portugal, e Manuel da Costa Pinto e Selma Caetano, do Brasil. Com 1.649 livros,  o Brasil classificou 2,2% do total: 15 romances, 17 livros de poesia, quatro de contos e um de crônicas. Portugal, com 187 obras, classificou 8% do total: sete romances, quatro livros de poesia, três de crônicas e um de contos. Os países de língua portuguesa do continente africano, Angola, Cabo Verde e Moçambique, com 17 livros concorrentes, elegeram dois livros, um de poemas – cabo-verdiano – e um de crônicas – moçambicano.

Ainda que a cooperação e o intercâmbio literário em língua portuguesa se mostrem incipientes, vêm ganhando gradativamente espaço na preocupação dos nove países de quatro continentes que têm o idioma como língua materna e/ou oficial. Esta é a edição que apresenta maior número de livros publicados em mais de um país de língua portuguesa – cinco títulos:

– A ocupação, do brasileiro Julián Fuks, editado pela Companhia das Letras Brasil e Portugal;
– Autobiografia, do português José Luís Peixoto, publicado pela Quetzal, em Portugal, e pela TAG, no Brasil;
– Essa gente, do brasileiro Chico Buarque, pela Companhia das Letras Brasil e Portugal;
– Marrom e amarelo, do brasileiro Paulo Scott, editado pela Companhia das Letras, no Brasil, e pela Tinta-da-China, em Portugal;
– Torto arado, do brasileiro Itamar Vieira Junior, editado pela Todavia, no Brasil, e pela LeYa, em Portugal.

Com a ação do Oceanos frente aos editores, outros livros participantes desta edição terão em breve uma segunda edição em língua portuguesa.

Oceanos virtual
Em virtude da pandemia e em respeito à saúde dos jurados, nessa edição, as análises e votações do Oceanos são realizadas virtualmente, com tecnologia elaborada pelos profissionais da área de tecnologia da informação do Itaú Cultural, parceiro do projeto. A decisão de operar todas as etapas do prêmio por meios digitais já vinha sendo discutida para possibilitar o envolvimento de países dos quatro continentes cujo idioma oficial é o português.

Além disso, a iniciativa pode expandir a presença no prêmio de livros escritos em português e publicados em outros países, de língua oficial não portuguesa. Por exemplo, neste ano, o Oceanos também recebeu obras publicadas em português, em primeira edição, no Canadá, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos e Letônia.

Júri e seleção
Os livros inscritos foram lidos e analisados por um corpo de 88 profissionais das Letras – professores de literatura, escritores, poetas e jornalistas – de seis países de língua portuguesa. Entre os jurados, foram eleitos os 14 mais votados, que compõem os dois júris subsequentes. O Júri Intermediário, que entre agosto e novembro de 2020 analisa os 54 semifinalistas  para eleger os 10 finalistas, é composto pelos portugueses Clara Rowland, escritora e professora, Gustavo Rubim, professor e crítico literário, e Isabel Pires de Lima, professora e crítica literária; pelo moçambicano Nataniel Ngomane, professor e crítico literário, e pelos brasileiros Ana Paula Maia, escritora, Edimilson Pereira de Almeida, poeta e professor, e José Castello, escritor e crítico literário.

O Júri Final analisa os 10 finalistas, entre novembro e o início de dezembro, para eleger os três vencedores. Este é composto pelos portugueses Joana Matos Frias, professora, escritora e tradutora, e Carlos Mendes de Sousa, professor; pelo angolano Ondjaki, escritor; pela santomense Inocência Mata, professora e crítica literária, e pelos brasileiros Angélica Freitas, poeta, João Cezar de Castro Rocha, professor, e Viviana Bosi, professora.

Jurados desta etapa

Ana Paula Maia é escritora e roteirista, autora de sete romances, entre os quais Enterre seus mortos e Assim na Terra como embaixo da Terra, ambos eleitos Melhor romance do ano, em 2018 e 2019, pelo Prêmio São Paulo de Literatura. Vive no Rio de Janeiro, Brasil.

Clara Rowland é ensaísta e professora na Universidade Nova de Lisboa. Desenvolve seus trabalhos nas áreas de literatura brasileira, literatura comparada e estudos interartes, tendo publicado livros no Brasil e em Portugal. Vive em Lisboa, Portugal.

Edimilson Pereira de Almeida é poeta, ensaísta e professor de Literatura Portuguesa e Literaturas Africanas de Língua Portuguesa na Faculdade de Letras da Universidade Federal de Juiz de Fora. Tem mais de 20 livros publicados entre poesia, ensaio e literatura infanto-juvenil. Vive em Juiz de Fora, Minas Gerais, Brasil.

Gustavo Rubim é crítico literário e professor na Universidade Nova de Lisboa. Desenvolve seus trabalhos na área de Literatura e Antropologia, tendo publicado livros de ensaios e crítica literária. Vive em Lisboa, Portugal.

Isabel Pires de Lima é crítica literária e professora na Universidade do Porto. Exerceu o cargo de Ministra da Cultura e desenvolve seus trabalhos na área de Literatura Portuguesa, sendo especialista na obra de Eça de Queiroz. Vive no Porto, Portugal.

José Castello é escritor, jornalista e crítico literário. Publicou livros de biografia, crônicas, crítica literária e romance, tendo vencido o Prêmio Jabuti, em 2011, por Ribamar, que mistura diferentes estilos narrativos. Vive em Curitiba, Paraná, Brasil.

Nataniel Ngomane é crítico literário e professor da Universidade Eduardo Mondlane (UEM), em Maputo, Moçambique. Foi diretor da Escola de Comunicação e Artes da UEM, e é presidente do Fundo Bibliográfico de Língua Portuguesa, organismo dos PALOP tutelado pelo Governo de Moçambique. Vive em Maputo, Moçambique.

OBRAS SEMIFINALISTAS DO OCEANOS 2020

1. A casa das aranhas, de Márcia Barbieri – Reformatório, romance brasileiro
2. A cidade inexistente, de José Rezende Jr. – 7Letras, romance brasileiro
3. A imortal da Graça, de Filipe Homem da Fonseca – Quetzal, romance português
4. A morte e o meteoro, de Joca Reiners Terron – Todavia, romance brasileiro
5. A ocupação, de Julián Fuks – Companhia das Letras e Companhia das Letras Portugal, romance brasileiro
6. A visão das plantas, de Djaimilia Pereira de Almeida – Relógio D’Água, romance português
7. Abliterações, de Paulo Dutra – Malê, poesia brasileira
8. Agora serve o coração, de Nei Lopes – Record, romance brasileiro
9. As durações da casa, de Julia de Souza – 7Letras, poesia brasileira
10. As solas dos pés de meu avô, de Tiago D. Oliveira – Patuá, poesia brasileira
11. Autobiografia, de José Luís Peixoto – Quetzal e TAG, romance português
12. Baal: um romance da imigração, de Betty Milan – Record, romance brasileiro
13. Cárcere privado, de Margarida Patriota – 7Letras, romance brasileiro
14. Carta à rainha louca, de Maria Valéria Rezende – Alfaguara, romance brasileiro
15. Casa de boneca para elefantes, de Patrícia Porto – Penalux, poesia brasileira
16. Cerração, de Alexei Bueno – Patuá, poesia brasileira
17. Contos de antes, de Ana Vargas – Patuá, contos brasileiros
18. Deriva, de Adriana Lisboa – Relicário, poesia brasileira
19. Essa gente, de Chico Buarque – Companhia das Letras e Companhia das Letras Portugal, romance brasileiro
20. Esta solidão aberta que trago no punho, de Dércio Braúna – Deleatur, poesia brasileira
21. Estreitas amplidões, de Rejane Gonçalves – Confraria do Vento, contos brasileiros
22. Fósforo e metal sobre imitação do ser humano, de Filipa Leal – Assírio & Alvim, poesia portuguesa
23. Frentes de fogo, de A. M. Pires Cabral – Tinta-da-China, poesia portuguesa
24. Giz preto, de Gonçalo Fernandes – Assírio & Alvim, poesia portuguesa
25. Imagens imaginadas, de Pedro Mexia – Tinta-da-China, crônicas portuguesas
26. Instruções para uso posterior ao naufrágio, de José Luiz Tavares – Imprensa Nacional-Casa da Moeda, poesia cabo-verdiana
27. Isto não é um documentário, de Marcos Siscar – 7Letras, poesia brasileira
28. Janelas abertas nº 3, de Liv Lagerblad – Garupa / Kza1, poesia brasileira
29. Marrom e amarelo, de Paulo Scott – Companhia das Letras e Tinta-da-China, romance brasileiro
30. Monstruário de fomes, de Ruy Proença – Patuá, poesia brasileira
31. O beco da liberdade, de Álvaro Laborinho Lúcio – Quetzal, romance português
32. O gesto que fazemos para proteger a cabeça, de Ana Margarida de Carvalho – Relógio D’Água, romance português
33. O homem ridículo, de Marcelo Rubens Paiva – Tordesilhas, contos brasileiros
34. O melindre nos dentes da besta, de Carol Rodrigues – 7Letras, romance brasileiro
35. O processo violeta, de Inês Pedrosa – Porto, romance português
36. O quarto rosa, de Francisca Camelo – Editora Exclamação, poesia portuguesa
37. O que resta está por vir, de Maria Carpi – AGE, poesia brasileira
38. O universo num grão de areia, de Mia Couto – Fundação Fernando Leite Couto e Caminho, romance moçambicano
39. O verão tardio, de Luiz Ruffato – Companhia das Letras, romance brasileiro
40. Obnóxio, de Abel Barros Baptista – Tinta-da-China, crônicas portuguesas
41. Pontos de fuga, de Milton Hatoum – Companhia das Letras, romance brasileiro
42. Quotidiano instável, de Maria Teresa Horta – Dom Quixote, crônicas portuguesas
43. Retratos com erro, de Eucanaã Ferraz – Companhia das Letras, poesia brasileira
44. Rosa que está, de Luci Collin – Iluminuras, poesia brasileira
45. Sombrio ermo turvo, de Veronica Stigger – Todavia, contos brasileiros
46. Squirt, de Telma Scherer – Terra Redonda, poesia brasileira
47. Talvez eu tenha morrido, de Juba Maria – Feminas, poesia brasileira
48. Torto arado, de Itamar Vieira Junior – Todavia e LeYa, romance brasileiro
49. Todos nós temos medo do vermelho, amarelo e azul, de Alexandre Andrade – Relógio D’Água, contos portugueses
50. Tudo pronto para o fim do mundo, de Bruno Brum – Editora 34, romance brasileiro
51. Ulpiana, de Bernadette Lyra – Editora a lápis, romance brasileiro
52. Um passo para o Sul, de Judite Canha Fernandes – Gradiva, romance português
53. Uma furtiva lágrima, de Nélida Piñon – Record, crônicas brasileiras
54. Véspera: debris, de Pedro Mohallen – Patuá, poesia brasileira

Parcerias
O Oceanos tem patrocínio do Banco Itaú e da DGLAB – Direção-Geral dos Livros, dos Arquivos e das Bibliotecas, da República de Portugal; o apoio do Itaú Cultural – responsável pela governança do prêmio –, do Ministério da Cultura e das Indústrias Criativas de Cabo Verde, além do apoio institucional da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).
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quinta-feira, 13 de agosto de 2020

Na nova edição de Um Certo Alguém, a escritora Jarid Arraes alerta que viver pensando no amanhã pode causar dores

Jarid Arraes - Foto Divulgação
“Viver com a cabeça esticada para o amanhã pode causar uma dor danada”, diz a ganhadora do prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), de Literatura, na categoria de Melhor Livro de Contos, em 2019. Cheia de saudade do Cariri, sua terra natal, ela é a convidada da vez para responder as quatro já tradicionais perguntas dessa série de entrevistas 

A escritora, cordelista, nascida e criada em Juazeiro do Norte, região do Cariri cearense, Jarid Arraes, é a nova entrevistada  da série Um Certo Alguém, disponível semanalmente, toda quinta-feira, às 13h, no site www.itaucultural.org.br. No dia 13, ela conta a história de sua maior saudade, revela o que mais quer agora, como imagina o amanhã e quem é, se situando no passado, presente e futuro. Na próxima semana é a vez da artista plástica e ativista Micaela Cyrino responder a estas perguntas. 

Aos 28 anos, Jarid já publicou As Lendas de Dandara, Um buraco com meu nome e, o mais recente, Redemoinho em dia quente, ganhador do prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), de Literatura, em 2019, na categoria Melhor Livro de Contos. Além destes, ela compôs mais de 60 títulos em literatura de cordel, incluindo a coleção Heroínas Negras na História do Brasil, de 2017. Atualmente, vive em São Paulo, onde criou o Clube da Escrita Para Mulheres, em que reúne interessadas em torno dessa prática, congregando diversos temas e estilos. 

Como ela diz, a maior saudade que tem é de sua terra natal, no Ceará. “Quando eu era criança, no Cariri, brincar na rua era coisa de todo dia. Era especialmente feliz quando chovia e a gente saía para escorregar nos montes de terra que ficavam em frente a casas em construção”, conta ela.

Ao trazer para o presente a sua narrativa pessoal, a escritora parte de uma infinitude de desejos, que trafegam entre morar no mato e conhecer Lady Gaga. “Quero passar a fase difícil do jogo de videogame. Quero morar no mato com pelo menos cinco cachorros e um monte de frutas que eu mesma plantei. Quero não sentir os fatos ocos dentro da barriga sempre que invento de ler as notícias. Quero conhecer a Lady Gaga pessoalmente,” diz Jarid entre uma embolada de coisas. 

Sobre o futuro, Jarid pontua preferir permanecer no aqui e agora, diante dessa profusão de vontades. “Viver com a cabeça esticada para o amanhã pode causar uma dor danada. Prefiro moer meu juízo com o presente,” conclui a escritora, nascida no sertão do Cariri em 12 de fevereiro de 1991.

IC virtual
Com a programação suspensa desde o dia 17 de março em razão da pandemia do novo coronavírus, a organização tem intensificado a produção de materiais e conteúdos pensados para toda a família, ampliando a produção de conteúdo para diversos públicos, como podcasts, cursos de EAD e vídeos, no site e redes sociais da instituição e na Enciclopédia Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. Para acessar: www.itaucultural.org.br

Para acessar as edições anteriores de Um Certo Alguém:

Itaú Cultural 
Avenida Paulista, 149, Estação Brigadeiro do Metrô 
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sábado, 18 de julho de 2020

A escritora Natalia Borges Polesso fala de suas inquietações emocionais, políticas e criativas na coluna online do Itaú Cultural Um Certo Alguém

Natalia Borges Polesso - Foto: Lívia Pasqual
Na segunda mini entrevista da coluna, que, semanalmente convida uma personalidade do meio artístico e cultural para responder quatro perguntas de cunho pessoal, a convidada, ganhadora do Prêmio Jabuti, coloca em perspectiva questões e pensamentos de seu passado, presente e futuro

No dia 25 (quinta-feira), às 13h, vai ao ar a segunda entrevista de Um Certo Alguém, a nova coluna do site do Itaú Cultural (www.itaucultural.org.br). Nela, são apresentadas semanalmente as perspectivas sobre passado presente e futuro de um novo entrevistado, que, em quatro perguntas diz qual é sua maior saudade, o que mais quer nesse momento, como imagina o amanhã e quem é. O estreante da coluna, Tom Zé, dá vez para a pesquisadora e tradutora Natalia Borges Polesso. Depois dela, chegam ao endereço eletrônico da organização as fabulações da cantora Elza Soares e na sequência, de Letrux, sua colega de ofício. 
Natalia é autora de Recortes para álbum de fotografia sem gente, Coração à corda, Pé atrás, Amora, livro com o qual venceu o Prêmio Jabuti, em 2016, Controle e o mais recente, Corpos Secos, uma ficção científica escrita com Luisa Geisler, Marcelo Ferroni e Samir Machado de Machado. Lançada em março deste ano, a obra versa sobre a luta por sobrevivência em um Brasil pós-apocalíptico, repleto de zumbis e assolado por uma doença fatal. A narrativa distópica tem como pano de fundo uma pandemia e em muito conversa com o momento atual do país. Contudo, antes de chegar às narrativas de mortos-vivos, ela relembra na coluna Um Certo Alguém a avó, sua maior influência na literatura e maior saudade. “Comecei a sentir o encantamento da literatura com ela. Não vim de uma família de leitores; meu avô não sabia ler,” conta Natália. 
Apesar dos capítulos violentos de sua última publicação, a escritora quer, neste momento, é a paz mundial, mas não de maneira geral. “Eu quero que as pessoas se eduquem sobre racismo e colonialidade, leiam cada vez mais autoras negras e indígenas. Quero que as lutas sejam intimamente compreendidas e se tornem um compromisso diário,” enfatiza, imaginando o porvir com a mesma potência coletiva. “Estamos em um presente de negligências genocidas, de violências reais e simbólicas muito evidenciadas e legitimadas por vozes políticas. Não há novidade da institucionalização da necropolítica, mas o levante tem tomado força”, diz.
Ao se definir, ela coaduna com as próprias declarações ao descrever-se como uma pessoa inquieta, inclusive fisicamente. “Uma escritora obstinada, que se dedica a esse ofício com muito carinho e violência,” finaliza Natalia.
Com a programação suspensa desde o dia 17 de março em razão da pandemia do novo coronavírus, a organização tem intensificado a produção de materiais e conteúdos pensados para toda a família, ampliando a produção de conteúdo para diversos públicos, como podcasts, cursos de EAD e vídeos, no site e redes sociais da instituição e na Enciclopédia Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. Para acessar: www.itaucultural.org.br

Itaú Cultural 
Avenida Paulista, 149, Estação Brigadeiro do Metrô 

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quinta-feira, 28 de maio de 2020

Itaú Cultural anuncia os selecionados no edital Poesia Surda, mais um chamamento do Arte como respiro: múltiplos editais de emergência


Nesta sexta-feira, a instituição publica em seu site os nomes dos contemplados no edital de Poesia Surda, dentro da série dedicada a apoiar artistas durante o período de suspensão social. Ao todo, foram selecionados 100 trabalhos em Libras, a Língua Brasileira de Sinais, e em Visual Vernacular, considerada universal, de todas as regiões do país. Destaca-se a pluralidade temática com poesias que abordam do mundo tomado pelo Coronavirus ao empoderamento dos surdos nos mais diferentes aspectos e gêneros

O site do Itaú Cultural (www.itaucultural.org.br) anuncia nesta sexta-feira, dia 29, os selecionados para o edital Poesia Surda, quarto da série Arte como respiro: múltiplos editais de emergência, voltado exclusivamente para poetas surdos ou com deficiência auditiva. Foram contemplados 100 trabalhos de todos as regiões do Brasil – 77 deles na Língua Brasileira de Sinais (Libras) e 23 em Visual Vernacular (VV), recurso artístico e poético próprio das línguas de sinais, também conhecido no Brasil como Libras 3D.

“Acredito que este seja o primeiro edital neste modelo, voltado para a produção poética de pessoas surdas ou com deficiência auditiva e ficamos muito satisfeitos com o resultado”, observa Eduardo Saron, diretor do Itaú Cultural. “Este chamamento é mais um passo em nossa política de acessibilidade, que iniciamos há oito anos tendo como foco o protagonismo das pessoas com algum tipo de deficiência”, completa. 

O processo foi iniciado em 2012 com a contratação de um educador surdo e a oferta de videoguias nas exposições. Até antes da pandemia, além dos espetáculos, palestras e debates – presenciais e transmitidos pela internet – contarem com interpretação em Libras, todas as exposições apresentavam mecanismos de inclusão, como audiodescrição, audiovisuais em Libras, piso e objetos táteis. Neste período de suspensão social, os instrumentos acessíveis acompanham a organização em sua programação e conteúdos 100% digitais. Do mesmo modo, já estão sendo repensados os protocolos e meios para retomar as medidas adotadas nas atividades presenciais. 
Seleção
Sobre o processo de seleção dos trabalhos recebidos no edital Poesia Surda, Valéria Toloi, gerente do Núcleo de Educação e Relacionamento do Itaú Cultural, destaca a diversidade de temas dos poemas recebidos e sua origem. “Recebemos poesias potentes de todo o Brasil, e pudemos contemplar nessa seleção todas as regiões do país”, comemora ela. Tais resultados também possibilitam ao Itaú Cultural efetuar um mapeamento desta produção cultural e de quem e o que está sendo produzindo no universo desta linguagem literária.

De norte a sul e leste a oeste do país, as 100 poesias selecionadas vem de 16 estados: Amapá,  Bahia, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí,  Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina e São Paulo. Os temas são variados abordando a atualidade vivida pela ação do Coronavirus, o empoderamento feminino, empoderamento surdo, identidade, liberdade de expressão, diversidade de corpos, entre outros.

Os autores contemplados receberão, cada um, o valor bruto de R$ 2,5 mil. Fica a cargo do Itaú Cultural a sua forma de exibição, podendo chegar ao público por meio da grade de programação virtual da organização, por suas redes sociais ou, ainda, pelos canais e mídias dos próprios artistas. 

Arte como respiro
Em conexão com o amplo movimento espontâneo de criação online no meio artístico, neste momento, Arte como respiro: múltiplos editais de emergência tem a proposta de acolher e apoiar os artistas sujeitos a atuar isoladamente durante o período de suspensão social em decorrência da pandemia do COVID-19. Foi iniciado nos primeiros dias de abril com o fomento para artes cênicas, seguido de música, artes visuais, literatura e poesia surda.  A organização prevê, ainda, contemplar outras áreas de expressão artística, que estão sendo definidas.

SELECIONADOS

Nome Estado  
Adriana Marcondes Marques Distrito Federal (DF)  
Alan Henrique Godinho Durand Pernambuco (PE)  
Aline Gomes da Silva Rio de Janeiro (RJ)  
Ana Clara Feitosa Palhares Distrito Federal (DF)  
Andrei Rodrigo Cássia São Paulo (SP)  
Andréia Cristina de Lima Goiás (GO)  
Angela Eiko Okumura Santa Catarina (SC)  
Anna Luiza Valente Arruda Lisboa Guimarães Maciel Nardes Santa Catarina (SC)  
Brenda de Oliveira Artigas Santa Catarina (SC)  
Bruna da Silva Branco Rio Grande do Sul (RS)  
Bruno Ferreira Abrahão Rio de Janeiro (RJ)  
Bruno Ramos Rio de Janeiro (RJ)  
Bruno Ramos da Silva São Paulo (SP)  
Bruno Vital Alcantara dos Santos São Paulo (SP)  
Cássio Freitas Silveira Silva Rio Grande do Sul (RS)  
Cinthia de Oliveira Ramos Kazan Rio de Janeiro (RJ)  
Cíntia Santos de Oliveira Ceará (CE)  
Cláudio Aparecido do Rosário Rio Grande do Sul (RS)  
Cláudio Henrique Nunes Mourão Rio Grande do Sul (RS)  
Cristiane Esteves de Andrade São Paulo (SP)  
Cristiano José Monteiro Pernambuco (PE)  
Daniel Almeida de Lima Ceará (CE)  
Daniel Oliveira da Silva Rio Grande do Sul (RS)  
Darlene Seabra de Lira Pernambuco (PE)  
Davi Pereira da Silva Júnior Distrito Federal (DF)  
Diegho da Silva Lima Paraná (PR)  
Edmeia Miriam Cupertino Minas Gerais (MG)  
Eduardo Pereira Rocha São Paulo (SP)  
Elias Paulino da Cunha Junior Cunha Junior São Paulo (SP)  
Elinilson do Espírito Santo Soares Bahia (BA)  
Elivelton Everton da Silva São Paulo (SP)  
Fábio de Sá e Silva São Paulo (SP)  
Felipe Nicastro Correia da Silva São Paulo (SP)  
Fernanda de Araujo Machado Santa Catarina (SC)  
Flávia Sousa Holanda Ceará (CE)  
Flávia Zaira Santino Lima Paraíba (PB)  
Francinei Rocha Costa Rio Grande do Sul (RS)  
Gabriel Isaac Lima de Sousa São Paulo (SP)  
Gabriel Otávio Rocha Benfica Minas Gerais (MG)  
Germano Carlos Dutra Junior Santa Catarina (SC)  
Giuliano Robert Paraná (PR)  
Gleice do Nascimento Genaro São Paulo (SP)  
Graciete Soares Azevedo de Oliveira Santa Catarina (SC)  
Helio Alves de Melo Neto Minas Gerais (MG)  
Isaack Saymon Alves Feitoza Silva Rio Grande do Norte (RN)  
Italo Ian Garrett Lira de Lemos Distrito Federal (DF)  
Jaqueline Freitas de Miranda Amapá (AP)  
João Batista Alves de Oliveira Filho Ceará (CE)  
João Pedro Acciari da Silva Franco São Paulo (SP)  
Jonathan Alves de Oliveira Pernambuco (PE)  
Karen Marques Calasancio Distrito Federal (DF)  
Kauana Cristina Vieira Santa Catarina (SC)  
Keli Teixeira da Silva Rio Grande do Sul (RS)  
Klícia de Araújo Campos Paraná (PR)  
Lara Gomes Silva São Paulo (SP)  
Leandro Ferreira Morais Minas Gerais (MG)  
Leonardo Barbosa Castilho São Paulo (SP)  
Leonardo Braconnot Freitas Rio de Janeiro (RJ)  
Leoncio de Albuquerque Oliveira Pernambuco (PE)  
Letícia Lima do Nascimento Pernambuco (PE)  
Lilian Thais Ribeiro São Paulo (SP)  
Luana Albuquerque Corrêa dos Santos Pernambuco (PE)  
Lucas Sacramento Resende Bahia (BA)  
Lucas Sousa da Cruz Pernambuco (PE)  
Luiz Gabriel Pereira Garcia Paraná (PR)  
Lygia Portilho Neves Rio de Janeiro (RJ)  
Magda Regina Velcic Rio Grande do Norte (RN)  
Marcelo Lorensi Bertoluci Santa Catarina (SC)  
Marcos Nascimento de Santana São Paulo (SP)  
Marcos Patrício de Araújo e Silva Piauí (PI)  
Maria Júlia Fernandes de Souza Pernambuco (PE)  
Mariana Ayelen Gomes Soares de Lima São Paulo (SP)  
Marina Figueiredo de Souza Ceará (CE)  
Michel Freire Marques Rio Grande do Norte (RN)  
Natália Carvalho Lóssio de Alencar Distrito Federal (DF)  
Paola Ingles Gomes São Paulo (SP)  
Pedro Luiz Serafim Sobrinho Bahia (BA)  
Priscilla Leonnor Alencar Ferreira Bahia (BA)  
Rafael Caldeira dos Santos Distrito Federal (DF)  
Rafael Cavichoolli Teixeira São Paulo (SP)  
Rafaela Piekarski Hoebel Lopes dos Santos Paraná (PR)  
Rebbekka Santos de Souza Pernambuco (PE)  
Renata Cristina Fonseca de Rezende Distrito Federal (DF)  
Renata Rocha de Freitas Ceará (CE)  
Rennally Barbosa Antunes de Melo Paraíba (PB)  
Rimar Ramalho Segala São Paulo (SP)  
Roberto Silvestre Castejon Goiás (GO)  
Sabrina Denise Ribeiro São Paulo (SP)  
Sabrina Svetlana Alencar Panzenhagen Rio Grande do Sul (RS)  
Sandyla Stocler Zonta Minas Gerais (MG)  
Silas Alves de Queiroz Rio de Janeiro (RJ)  
Suellen de Magalhães Gomes Ceará (CE)  
Talita Nabas Tavares São Paulo (SP)  
Tamara Pereira da Silva Machado Paraíba (PB)  
Thais de Freitas Martins Santos São Paulo (SP)  
Thaís Regina Moreira Lobeu Distrito Federal (DF)  
Victoria Hidalgo Pedroni Santa Catarina (SC)  
Wendel de Oliveira Rondônia (RO)  
Wilson da Silva de Souza São Paulo (SP)  
Yanna Bárbara de Souza Porcino Pernambuco (PE)  


SERVIÇO:
Selecionados no edital Poesia Surda
Arte como respiro: múltiplos editais de emergência
29 de maio
Em www.itaucultural.org.br
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quarta-feira, 27 de maio de 2020

Eduardo Saron estreia Diálogos Itaú Cultural em série de conversas com gestores culturais, pesquisadores e artistas de todo o país

Eduardo Saron - Diretor Itaú Cultural - Foto Denise Andrade
Começando com uma live com o diretor do Sesc São Paulo, Danilo Miranda, o dirigente da instituição estreia série em que, semanalmente, conversa com personalidades do setor nas mais diferentes áreas de expressão e regiões do Brasil. O objetivo é debater os desafios do segmento no atual cenário de suspensão social. Mas não só. Saron também passeia pela vida de seus convidados para que o público os conheça um pouco além de suas atividades profissionais  

Diálogos Itaú Cultural estreia às 17h da quarta-feira, 27 de maio, com uma live entre dois dos mais importantes gestores culturais do país: Danilo Miranda e Eduardo Saron. O primeiro, diretor do Sesc São Paulo, é o convidado. O segundo, dirigente do Itaú Cultural, é o anfitrião. Em conversas semanais de 45 minutos – transmitidas pelo site, na página do FaceBook e no YouTube da instituição—, todas as quartas-feiras ele escuta cada interlocutor sobre as suas perspectivas para o futuro sob o ponto de vista da gestão cultural, economia da cultura e política para as artes. Os demais bate-papos, cerca de 15, são gravados, seguindo até o dia 19 de agosto, quando a série encerra com mais uma live de Saron com a historiadora, antropóloga, pesquisadora e escritora Lilia Schwarcz. Todos os programas permanecerão disponíveis no site da organização.

Com os seus convidados, Saron debaterá os mais diversos assuntos da atualidade cultural, como politicas públicas para as artes, economia criativa e o mundo da cultura. “Vamos falar sobre estes temas, que são os mais urgentes no atual cenário em que vivemos, o qual nos conduz para uma realidade inédita, mas também quero conversar com eles sobre as instituições, grupos, coletivos e projetos de que fazem parte e sobre as suas vidas e trajetórias”, diz Saron. Assim, ele imprime leveza  e amplitude a temas que hoje ensombrecem o mundo em todos os aspectos e, em particular, o meio cultural, criando uma linha de respiro, trocas de experiências, análises e afeto com o público.

Nascido em Campos de Goytacazes, Rio de Janeiro, Danilo dos Santos Miranda é diretor do Serviço Social do Comércio (Sesc) no estado de São Paulo desde 1984. Um dos nomes de maior destaque no mundo cultural brasileiro, ele estudou filosofia, ciências sociais e complementou seu conhecimento em gestão empresarial no International Institute for Management Development (IMD), na Suíça. Organizador de livros como Ética e Cultura, é, ainda, membro de diversas entidades nacionais do setor e entende a cultura de forma ampliada, tendo forte sentido educativo.

A partir da segunda conversa de Diálogos Itaú Cultural, marcada para 3 de junho, os convidados passam a ser duplas e o programa gravado. Neste dia, falam Fernanda Feitosa, da SP-ARTE e Adriana Barbosa, organizadora da Feira Preta. Na semana seguinte, a conversa é com o diretor, produtor e dramaturgo Jô Santana e Monique Cardoso, que dirige o Festival de Artes Cênicas do Ceará. O seguinte bate-papo com Saron é com Ricardo Piquet, do Museu de Língua Portuguesa, de São Paulo, e do Paço do Frevo, em Recife, mais Antonio Grassi, dirigente do Instituto Inhotim. Encerrando as lives de junho, seus interlocutores são Eliana Sousa, fundadora e diretora da Redes da Maré e Sergio Vaz, criador da Cooperifa.
Itaú Cultural digital
Neste período de suspensão de atividades presenciais em sua sede, o Itaú Cultural está ampliando a produção de conteúdo para diversos públicos, como cursos de EAD e vídeos, programação para crianças, podcast de literatura e de música no site e redes sociais da instituição e na Enciclopédia Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. Para acessar: www.itaucultural.org.br.

SERVIÇO
Diálogos Itaú Cultural
Estreia com live de Eduardo Saron e Danilo Miranda
Todas as quarta-feiras, a partir de 27 de maio, às 17h

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quarta-feira, 22 de abril de 2020

Na semana em comemoração aos 90 anos de Hilda Hilst, site do Itaú Cultural reforça seu conteúdo sobre a vida e obra da poeta

Hilda Hilst
A escritora, homenageada na 22ª mostra da série Ocupação, realizada em 2015 na instituição, pode ser revisitada em seu site. Ali, os novos e antigos leitores da autora de A Obscena Senhora D e O Caderno Rosa de Lori Lamby encontram audiovisuais, textos, documentos originais digitalizados, entrevistas que remetem à trajetória de uma das mais importantes literatas brasileiras. Ainda, na Enciclopédia Itaú Cultural acessam referências bibliográficas e de seus contemporâneos, em cruzamentos com peças derivadas de sua obra e outros poetas influenciado por ela

Todas as mostras da série Ocupação, realizadas pelo Itaú Cultural, além de envolver o visitante em um ambiente projetado para o aproximar da vida e obra da personalidade homenageada, deixam um rastro digital. Nele, hoje, segue sendo possível conferir fotos, documentos, manuscritos, obras originais, audiovisuais, entrevistas e uma série de outros registros levantados durante as pesquisas feita para a elaboração de cada exposição. Desta vez, o site do instituto destaca a Ocupação Hilda Hilst, realizada em 2015, convidando o visitante online a mergulhar no universo da poeta, na semana em que ela completaria 90 anos. Ela nasceu no dia 21 de abril de 1930, em Jaú, e morreu em Campinas em 4 de fevereiro de 2004.
Em www.itaucultural.org.br/ocupacao/hilda-hilst/ é possível ver originais de suas obras fundamentais, textos manuscritos, anotações sobre o seu cotidiano e processo de criação, o áudio de uma entrevista concedida por ela à jornalista e também poeta Luiza Mendes Furia, fotos pessoais e alguns de seus admiradores, como a cartunista Laerte Coutinho, declamando alguns de seus poemas preferidos, entre outros.
Hilda é autora de obras como Kadosh, Júbilo, memória, noviciado da paixão, Com meus olhos de cão, além de A obscena senhora D. e O caderno rosa de Lori Lamby. Os últimos dois títulos mencionados também podem ser apreciados, em audiovisuais no site da organização. Em um deles, a atriz Iara Jamra fala sobre o processo de encenação de O Caderno Rosa de Lori Lamby, adaptado para o teatro, com direção de Bete Coelho. Em outro, é possível assistir à atriz Suzan Damasceno em um trecho do monólogo A Obscena Senhora D, adaptado em 2013, com direção de Donizeti Mazonas e Rosi Campos. 
Na Enciclopédia Itaú Cultural (https://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa3170/hilda-hilst) é possível encontrar também sua biografia completa, com links para os espetáculos derivados de suas obras e para outros artistas que a influenciaram como Gregório de Matos, Bernardo Guimarães, Lygia Fagundes Telles e Caio Fernando Abreu, possibilitando uma pesquisa ampla sobre seu universo.  
Com a programação suspensa desde o dia 17 de março em razão da pandemia do Covid19, a organização tem intensificado a produção de materiais e conteúdos pensados para toda a família, ampliando a produção de conteúdo para diversos públicos, como podcasts, cursos de EAD e vídeos, no site e redes sociais da instituição e na Enciclopédia Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. Para acessar: www.itaucultural.org.br

Itaú Cultural 
Avenida Paulista, 149, Estação Brigadeiro do Metrô 
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sábado, 28 de março de 2020

Oceanos – Prêmio de Literatura em Língua Portuguesa prorroga inscrições para edição de 2020

Eduardo (diretor do Itaú Cultural)
O Oceanos – Prêmio de Literatura em Língua Portuguesa decidiu prolongar as inscrições para a edição de 2020 até as 23h59 de 5 de abril (domingo) – horário de Brasília. A decisão deve-se à pandemia do Covid-19 que afeta todo o mundo.  

Podem ser inscritos romances, livros de poesia, conto, crônica e dramaturgia publicados entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2019. Concorrem obras editadas em qualquer lugar do mundo, desde que escritas originalmente em língua portuguesa.  

As inscrições podem ser feitas pela editora e/ou pelo autor, com o preenchimento da ficha de inscrição, a validação dos Termos de Responsabilidade e a inclusão da obra inscrita em formato PDF no site https://www.itaucultural.org.br/oceanos/, mesmo que tenha sido publicada apenas em versão impressa. 

Todos os livros inscritos concorrem entre si, independentemente do gênero literário, pelas três premiações, com valor total de R$ 250 mil – R$ 120 mil para o primeiro colocado; R$ 80 mil para o segundo e R$ 50 mil para o terceiro. 
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quarta-feira, 25 de março de 2020

Itaú Cultural lança novos podcasts literários com entrevistas de autores e críticos consagrados

Maria Jose Silveira - Foto: Christina Rufatto
A organização está incrementando os seus podcasts subindo no seu site novos assuntos dentro deste segmento e de música. A partir de abril, em parceria com o Jornal Rascunho, de Curitiba, lança o Paiol Literário, série de entrevistas gravadas por esta publicação e agora transformadas para este formato. O público tem acesso a conversas com escritores como Ana Maria Machado, Rubens Figueiredo e Marçal Aquino. Além do Paiol, o Itaú Cultural também disponibiliza em podcast os projetos Escritores-Leitores e Mekukradjá, com novos depoimentos

Para acompanhar as pessoas em suas casas durante este período de recolhimento, o Itaú Cultural, em parceria com o Jornal Rascunho (PR), lança em podcast entrevistas com autores e críticos captadas desde 2006 pelo projeto Paiol Literário. O primeiro episódio sai no dia 22 de abril, com a jornalista, professora, pintora e escritora Ana Maria Machado. Antes disso, outros programas literários da organização, já conhecidos, como Escritores-Leitores e Mekukradjá, são encontrados no seu site neste formato, com novos episódios disponibilizados uma vez por semana. 

O Escritores-Leitores trata da relação de escritores com seus personagens e tem programado novo lançamento para o dia 26 de março, com episódio do médico, escritor e dramaturgo Ronaldo Correia de Brito. Sobre o Mekukrdajá, que aborda temáticas indígenas, o próximo sobe no site no dia 30, com uma conversa com o artista Makuxi Jaider Esbell.

Paiol Literário
Desenvolvido pelo jornalista e escritor Rogério Pereira, criador do Jornal Rascunho, o Paiol Literário levou aos leitores dezenas de nomes da literatura brasileira, que agora em parceria com o Itaú Cultural, são transformados em podcasts. A primeira temporada da série conta com 14 episódios, lançados todas as quartas-feiras e sextas-feiras, a contar de 22 de abril. Os 10 primeiros são com Ana Maria Machado, que inaugura a série; em seguida, no dia 24, a conversa é com Silviano Santiago. Segue com Bernardo Carvalho, no dia 29; Livia Garcia- Roza, no dia 1 de maio; Rubens Figueiredo, no dia 6; Marina Colasanti, dia 8; Luiz Antonio de Assis Brasil, dia 13; Luci Collin, no dia 15; Cristovão Tezza, dia 20; e Marçal Aquino, no dia 22 de maio. Ao todo, serão 49 entrevistas. Algumas farão parte da temporada Homenageados, destinada a autores que foram entrevistados antes de sua morte.

Escritores-Leitores
Podcast que apresenta escritores no papel de leitor, falando sobre seus personagens preferidos, e como autores, contando como criam os personagens de sua literatura. No site do Itaú Cultural (https://www.itaucultural.org.br/escritores-leitores), já estão disponíveis duas temporadas com 10 episódios cada: Conceição Evaristo, Milton Hatoum, Evandro Affonso Ferreira, Luiz Ruffato, Adriana Lunardi, Bernardo Carvalho, Raimundo Carrero, Ricardo Azevedo, Cíntia Moscovich, João Silvério Trevisan, Márcio Souza, Sérgio Sant’Anna, Marçal Aquino, Ivana Arruda Leite, Eva Furnari, Índigo, Paloma Vidal, João Gilberto Noll, Ana Maria Gonçalves e Cristovão Tezza.

O próximo a entrar no ar é do médico, escritor e dramaturgo Ronaldo Correia Brito, no dia 26 de março. Neste depoimento, gravado em setembro de 2011, ele fala da autonomia que alguns personagens podem adquirir durante o processo de criação e lê trechos de seu romance Galiléia, vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura. Os episódios são postados todas às quartas-feiras. Os seguintes são dos autores Maria José Silveira, no dia 2 de abril; Ignácio de Loyola Brandão, no dia 9; Ivan Angelo, no dia 16; Eliane Brum, no dia 23; e Carola Saavedra, no dia 30.

Mekukradjá
Apresentado por Daniel Munduruku, Mekukradjá, enfoca as vivências e as preocupações sociais, culturais, políticas e artísticas dos vários povos indígenas do Brasil. "Não há como falar em arte indígena contemporânea sem falar dos indígenas, sem falar do direito à vida e à terra", é o que afirma o artista, escritor e produtor cultural do povo Makuxi do estado de Roraima, Jaider Esbell, participante do próximo podcast lançado no dia 30 de março. Na entrevista, fala de sua origem familiar e de como trilhou seu lugar no percurso artístico. Ainda, analisa a importância da representatividade indígena e a relação estabelecida com a produção de arte contemporânea.

Depois dele, no dia 6 de abril, o episódio é com o escritor Luciano Ariabo Kezo, da etnia Umutina. No site do Itaú Cultural (https://www.itaucultural.org.br/mekukradja), é possível acessar três temporadas, as duas primeiras com 10 áudios, e a terceira com sete.

Itaú Cultural digital
Neste período de suspensão de atividades presenciais em sua sede, o Itaú Cultural está ampliando a produção de conteúdo para diversos públicos, como podcasts, cursos de EAD e vídeos, no site e redes sociais da instituição e na Enciclopédia Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. Para acessar: www.itaucultural.org.br.

SERVIÇO:
Lançamento Paiol Literário
Temporada 1 (14 episódios) - 10 primeiros:
Abril
Dia 22: Ana Maria Machado
Dia 24: Silviano Santiago
Dia 29: Bernardo Carvalho
Maio
Dia 1: Livia Garcia- Roza
Dia 6: Rubens Figueiredo
Dia 8: Marina Colasanti 
Dia 13: Luiz Antonio de Assis Brasil 
Dia 15: Luci Collin 
Dia 20: Cristovão Tezza
Dia 22: Marçal Aquino 
Disponível em: www.itaucultural.org.br

Escritores-Leitores
Março
Dia 26: Ronaldo Correia de Brito
Abril
Dia 2: Maria José Silveira 
Dia 9: Ignácio de Loyola Brandão 
Dia 16: Ivan Angelo 
Dia 23: Eliane Brum 
Dia 30: Carola Saavedra


Mekukradjá
Dia 30 de março: Jaider Esbell 
Dia 6 de abril: Luciano Ariabo Kezo 
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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

Itaú Cultural e Oceanos – Prêmio de Literatura em Língua Portuguesa abrem as inscrições para edição de 2020

Foto da premiação de 2019: Selma Caetano, curadora e idealizadora do prêmio Oceanos
A nova edição desta premiação tem abertura de inscrições de 2 a 29 de março. As obras inscritas podem ter sido publicadas em qualquer país, em 2019, desde que escritas em língua portuguesa. Elas passarão por um processo de avaliação realizado em três etapas até chegar a três vencedores.

As inscrições para a edição de 2020 do Oceanos – Prêmio de Literatura em Língua Portuguesa abrem a partir das 12h da segunda-feira, dia 2 de março, e encerram às 23h59 de 29 de março (domingo). O horário é sempre de acordo com o de Brasília. Podem ser inscritos romances, livros de poesia, conto, crônica e dramaturgia publicados entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2019. Concorrem obras editadas em qualquer lugar do mundo, desde que escritas originalmente em língua portuguesa.

As inscrições podem ser feitas pela editora e/ou pelo autor, com o preenchimento da ficha de inscrição, a assinatura digital do Termo de Responsabilidade e a inclusão da obra inscrita em formato PDF no site https://www.itaucultural.org.br/oceanos/, mesmo que tenha sido publicada apenas em versão impressa.

A tecnologia desenvolvida pelo Núcleo de Inovação do Itaú Cultural permite que todos os concorrentes sejam avaliados em uma plataforma digital por júris internacionais, compostos por escritores, poetas, professores e críticos literários dos países membros da Comunidade do Países de Língua Portuguesa (CPLP), de três continentes.

As inscrições ao prêmio vêm aumentando exponencialmente a cada edição, resultado dos esforços do Oceanos para alcançar editoras com publicações em língua portuguesa ao redor do mundo.

Processo
O processo de avaliação do Oceanos é realizado em três etapas. Na primeira, o Júri de Avaliação elege as 50 obras semifinalistas entre os concorrentes e escolhe, por votação, os membros dos júris subsequentes (Intermediário e Final). Na segunda etapa, o Júri Intermediário seleciona 10 finalistas entre os 50 semifinalistas eleitos pelo júri anterior. Por fim, na terceira etapa, o Júri Final escolhe os três vencedores entre os 10 finalistas.

Todos os livros inscritos concorrem entre si, independentemente do gênero literário, pelas três premiações, com valor total de R$ 250 mil – R$ 120 mil para o primeiro colocado; R$ 80 mil para o segundo e R$ 50 mil para o terceiro.

A curadoria desta edição do prêmio é formada pela linguista Adelaide Monteiro, de Cabo Verde, a escritora e jornalista Isabel Lucas, de Portugal, e o jornalista Manuel da Costa Pinto, do Brasil, com coordenação da gestora cultural Selma Caetano.

Parceiros
Neste ano, o Oceanos celebra novo parceiro: a Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB), de Portugal. Em 2020, o prêmio segue com os patrocínios do Banco Itaú, da República de Portugal e da CPFL Energia; os apoios do Itaú Cultural – responsável também pela governança do prêmio –, do Instituto CPFL e do Ministério da Cultura e das Indústrias Criativas de Cabo Verde, além do apoio institucional da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

SERVIÇO
Inscrições Oceanos – Prêmio de Literatura em Língua Portuguesa 2020
Das 12h (horário de Brasília) de 2 de março, às 23h59 de 29 de março.
Pelo site https://www.itaucultural.org.br/oceanos/
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