Jane Austen: Livros e Filmes

Jane Austen, Thibaudet e um retrato da burguesia do séc. 18 Nascida em 16 de dezembro de 1775, a britânica Jane Austen foi uma das...

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quarta-feira, 21 de julho de 2021

Entrevista com a escritora e tradutora Amanda Magri

Amanda Magri - Foto divulgação

Amanda Magri de Abreu é uma artista, escritora e tradutora de 26 anos, formada em letras com especialização em tradução e interpretação, pós-graduada em Psicanálise e Arte, que atualmente cursa pós-graduação em História da Arte, tendo já realizado diversos cursos voltados para a área das artes no geral, como desenho, pintura, fotografia e moda. Encontra-se atuando na área da tradução literária há quatro anos, e possui onze livros traduzidos publicados até o momento. Entre seus trabalhos estão grandes obras como “Orgulho e Preconceito”, de Jane Austen, “A Mulher de Branco”, de Wilkie Collins e “Noite e Dia”, de Virginia Woolf.

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Amanda Magri: Assim como muitos escritores, comecei a ler desde criança e não parei mais. Também escrevo histórias desde os treze anos de idade e sempre soube que gostaria de trabalhar com o mundo dos livros, não somente graças ao meu amor pela literatura, mas também meu amor pela arte. Sendo assim, resolvi cursar a faculdade de letras, já com foco em tradução literária, para que pudesse “vestir a pele” de meus autores favoritos. E, enquanto estava na faculdade, logo fui em busca do meu sonho de trabalhar em editoras.

Conexão Literatura: Você é tradutora e já traduziu excelentes e importantes obras, como Orgulho & Preconceito, de Jane Austen (Editora Pedrazul). Poderia comentar? 

Amanda Magri: Eu acabei caindo no mundo dos clássicos logo na adolescência, e a Era Vitoriana sempre me chamou muito a atenção, por conta disso, quase que naturalmente Jane Austen se tornou uma de minhas autoras prediletas desde essa época, tendo pesquisado incansavelmente sobre sua vida, e escrito diversos ensaios a respeito de sua obra durante a faculdade, foi um verdadeiro sonho poder traduzir Austen. Bem, não somente Austen, mas também Virginia Woolf, Lucy Maud Montgomery e tantos outros.

Conexão Literatura: Você participou recentemente da antologia Bruxas II, organizada pela Revista Conexão Literatura. Poderia comentar sobre o seu conto e sobre a importância em participar de uma antologia? 

Amanda Magri: Bom, como tudo o que escrevo, é um processo extremamente orgânico e também repentino, a inspiração recai sobre mim de maneiras inesperadas, e sou obrigada a atender a esse chamado, sempre foi assim. 

Eu me deparei com a publicação sobre a antologia Bruxas II em um momento em que estava bastante reflexiva, graças também ao contexto pandêmico, sendo forçada a olhar para o meu eu interior, senti algo forte que me impelia a lançar produções autorais, um sonho que eu tinha tanto receio em realizar, e essa é a importância da antologia para mim. 

Conexão Literatura: Logo você irá publicar um livro infantil. Você já pode mencionar o título e mais detalhes sobre o lançamento?  

Amanda Magri: Talvez inspirada pela temática da antologia, produzi um livro infantil com a temática de bruxinhas, a fim de promover novas heroínas, a quebra de esteriótipos e a diversidade de maneira simples, leve e divertida. Será uma obra lançada pela editora Palavra e Verso, mas infelizmente ainda não posso revelar mais detalhes.

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para saber mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Amanda Magri: Confesso que não sou uma pessoa tão focada nas redes sociais, mas sempre busco atualizar o meu Instagram (@amandamagrideabreu), falando principalmente sobre a minha vida profissional e meus projetos no geral.

Conexão Literatura: Além do livro infantil, existem outros projetos em pauta? 

Amanda Magri: Sim, além de um material extenso produzido ao longo dos anos, e que recentemente venho os observando com uma nova visão e possibilidades, estou também escrevendo algo totalmente novo e do zero, assim como estou envolvida em um projeto em parceria com meu grande amigo e ilustrador Carlos Eduardo Dardis. E espero que minhas produções possam vir a público em breve.

Perguntas rápidas:

Um livro: Emily de Lua Nova

Um (a) autor (a): Arthur Conan Doyle

Um ator ou atriz: Marilyn Monroe

Um filme: Clube dos Cinco

Um dia especial: 20 de Novembro

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Amanda Magri: Gostaria de deixar uma mensagem para que sempre valorizemos a leitura, mesmo quando não é erudita. A leitura também é prazer, sonhos e arte; e nós podemos apreciá-la de diversas formas.

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sábado, 4 de abril de 2020

7 frases inspiradoras de Jane Austen

Jane Austen
*Por Ademir Pascale

Nascida em 16 de dezembro de 1775, a britânica Jane Austen foi uma das figuras mais importantes da literatura inglesa, juntamente de William Shakespeare. Filha de um sacerdote, teve sete irmãos, destacando sua irmã mais velha Cassandra, que foi a autora do único retrato conhecido de Jane (o quadro se encontra na galeria nacional de arte de Londres).

7 frases inspiradoras de Jane Austen:

1 - Muitas vezes perdemos a possibilidade de felicidade de tanto nos prepararmos para recebê-la. Por que então não agarrá-la toda de uma vez?
- Jane Austen

2 - Não quero que as pessoas sejam muito gentis; pois tal poupa-me o trabalho de gostar muito delas.
- Jane Austen

3 - Devo ater-me a meu próprio estilo e seguir meu próprio caminho. E apesar de eu poder nunca mais ter sucesso deste modo, estou convencida de que falharia totalmente de qualquer outro.
- Jane Austen

4 - Tempo ou oportunidade não determinam a intimidade, apenas a disposição.
- Jane Austen

5 - Ela queria saber o que naquele momento estava passando em sua mente, de que maneira ele pensava nela. e se, ao arrepio de tudo, ela ainda era querida por ele.
- Jane Austen

6 - Nós somos nossos melhores guias.
- Jane Austen

7 - Um temperamento maleável podia às vezes favorecer tanto a felicidade quanto um caráter muito decidido.
- Jane Austen

OBS.: aproveite e leia a edição especial da Revista Conexão Literatura dedicada a Jane Austen: clique aqui.

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sexta-feira, 3 de abril de 2020

Jane Austen é destaque da nova edição da Revista Conexão Literatura


EDITORIAL

Num período difícil de nossas vidas, temos que ter em mente que não devemos parar. Mesmo em nossas residências, temos que exercitar o nosso corpo e nossa mente. E como todo início de mês, chega mais uma edição fresquinha de uma das maiores revistas de literatura do país: Revista Conexão Literatura. Esperamos continuar com esse trabalho de levar informação, cultura e lazer por muito tempo e temos certeza que dias melhores virão.

“Muitas vezes perdemos a possibilidade de felicidade de tanto nos prepararmos para recebê-la. Por que então não agarrá-la toda de uma vez?” - Jane Austen

Participe da nossa edição de Maio. Saiba como, acesse:
www.revistaconexaoliteratura.com.br/p/midia-kit.html

Acesse e curta:
Para baixar a edição da Revista Conexão Literatura nº 58: CLIQUE AQUI.

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terça-feira, 31 de março de 2020

Jane Austen é destaque da nova edição da Revista Conexão Literatura (nº 58/Abril)


EDITORIAL

Num período difícil de nossas vidas, temos que ter em mente que não devemos parar. Mesmo em nossas residências, temos que exercitar o nosso corpo e nossa mente. E como todo início de mês, chega mais uma edição fresquinha de uma das maiores revistas de literatura do país: Revista Conexão Literatura. Esperamos continuar com esse trabalho de levar informação, cultura e lazer por muito tempo e temos certeza que dias melhores virão.

“Muitas vezes perdemos a possibilidade de felicidade de tanto nos prepararmos para recebê-la. Por que então não agarrá-la toda de uma vez?” - Jane Austen

Participe da nossa edição de Maio. Saiba como, acesse:
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segunda-feira, 23 de março de 2020

Autor/Editora: participe da próxima edição da Revista Conexão Literatura


Autor/Editora, participe da próxima edição da revista Conexão Literatura. Jane Austen será o destaque do mês. Entre as revistas literárias do país, as nossas são as mais divulgadas nas redes sociais. A nossa próxima publicação será no dia 1º de abril. Publicamos contos, crônicas, poemas e fazemos entrevistas com autores. Aproveite e divulgue o seu livro. Veja os detalhes de como participar na página: http://www.revistaconexaoliteratura.com.br/p/midia-kit.html

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segunda-feira, 8 de julho de 2019

Mashup: quanto mais misturado, melhor - por Gian Danton



O termo remix surgiu em 1972, quando o DJ Tom Moulton lançou seu primeiro disco. Posteriormente, com o surgimento das tecnologias das multi-tracks e do sampling, a prática se popularizou. Essas tecnologias, somadas ao computador, permitiram separar partes de uma música, incluindo separando vocal de instrumentos e, ao mesmo tempo manipulá-los, alternado timbres, tempos e volumes. A partir do ano 2000, o termo “remix” passou a ser usado de maneira mais comum fora da área da música, uma vez que as artes visuais e a literatura começaram a adotar a reconfiguração como elementos de criação.
Entre os elementos do remix encontra-se o mashup. O termo pode ser traduzido como mistura. Neles, o artista une partes de vídeos e músicas pré-existentes, somando-os a composições novas e, muitas vezes, reconfigurando seus significados.
Mashup é misturar elementos de outras obras, criando uma obra original a partir dessa mistura.
A estética do mashup não se limita apenas à música. Há na internet vários vídeos que usam a técnica. Em um dos mais famosos, o então presidente norte-americano George Bush “canta” a música “Imagine”, de John Lennon (http://www.youtube.com/watch?v=n41bRHlr76Y). A música é retirada de falas reais do presidente norte-americano, editadas com um fundo musical eletrônico. Há aí um sentido irônico, uma vez que a música fala de paz e o presidente estava envolvido à época com a Guerra contra Iraque.
Esse mesmo sentido irônico pode ser encontrado no documentário Surplus (http://www.youtube.com/watch?v=YbpmWeymWWw), em que líderes mundiais de países capitalistas fazem um discurso contra o consumismo e o capitalismo num vídeo que apresenta técnicas de propaganda. O vídeo é a mistura de vários outros vídeos, pegando partes de falas dos presidentes e dando-lhes outro significado.
Na literatura, os mashups se caracterizam, principalmente, por releituras de obras clássicas da literatura acrescidas a gêneros pop. Exemplo disso é o romance Orgulho e Preconceito, de Jane Austen, que se transformou em Orgulho e Preconceito e Zumbis nas mãos de Seth Grahame-Smith.
Na internet, fãs fazem mashups visuais de suas séries favoritas. Um dos mais comuns é a tira Peanuts, que foi misturada, por exemplo, com o filme Alien, Watchmen ou Jornada nas Estrelas. Super-heróis são incluídos em quadros famosos, o vilão de Harry Potter é introduzido na capa de um disco dos Ramones... Quanto mais inusitada a mistura, mais interessante o mashup.  

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segunda-feira, 4 de março de 2019

Fotos extraordinárias da família de Jane Austen são descobertas em um antigo álbum de fotos comprado no eBay - e suas vidas eram tão dramáticas quanto alguns dos personagens mais famosos da romancista

Karen Ievers, 51 anos, comprou o álbum online esperando que ele fosse repleto de fotos de pessoas comuns, aristocratas do século 19 em suas mansões e propriedades.
Uma extraordinária coleção de fotos da família de Jane Austen foi descoberta em um antigo álbum de fotos comprado no eBay por uma aficionada por história

Austen, cujos trabalhos incluem Orgulho e Preconceito, Razão e Sensibilidade e Emma, são regularmente citados como um dos maiores romances já escritos. A notável descoberta dá aos historiadores uma visão sem precedentes sobre as inspirações de seus personagens mais famosos.

Karen Ievers, 51 anos, comprou o álbum online esperando que ele fosse repleto de fotos de pessoas comuns, aristocratas do século 19 em suas mansões e propriedades.
 

Acima, uma das fotos mais fascinantes do álbum de fotos da família de Jane Austen. Adela apresenta as fotos de sua filha Elizabeth Knight - a sobrinha de Jane em 1865 - na Chawton House, a mansão da família elisabetana em Alton. O noivo barbudo, capitão Edward Bradford, (de pé à direita) pode ser visto com uma manga vazia, tendo perdido o braço em um ataque de tigre enquanto caçava um javali na Índia. Alguns soldados diziam que ele continuou caçando em seu cavalo mesmo depois do ataque - mas com as rédeas entre os dentes.
 
Especialistas disseram que o valor do álbum "não pode ser subestimado" e que ele mostra que sua família viveu, sem querer, os enredos de seus romances. As fotos apresentam membros da família com histórias que poderiam ter saído diretamente das páginas de seus romances.

A verdadeira identidade das sobrinhas e sobrinhos de Jane só foi descoberta nos últimos anos.
 

O álbum é um insight interessante porque a família de Jane era muito importante para ela. O álbum nos permite aprender mais sobre ela através da vida de sua família.

A sra. Ievers se interessou pela história da família enquanto pesquisava a ascendência de seu marido e a história de sua casa, Mount Ievers Court, e comprou o álbum do eBay em novembro.

O álbum de fotos de capa dura estava sendo anunciado como pertencente ao Lord George Hill do Castelo de Hillsborough, por $ 2.800, mas a Sra. Ievers o recebeu com uma oferta de $ 1.000.

A fotografia foi inventada na década de 1830, décadas após a morte de Jane, mas o álbum de fotos mostra a família e os lugares que dizem ter influenciado sua escrita.
 
Depois de comprar, a Sra. Ievers começou a pesquisar os nomes e disse: “As fotos que o vendedor americano postou eram tão bonitas. Eu estava ficando sem coisas da família e da casa para olhar e eu não queria ficar entediada, então comecei a procurar online por coisas novas para pesquisar. Eu estava procurando no eBay para encontrar antigos álbuns de fotos vitorianas. Eu comprei pensando que seria algo apenas interessante porque era antigo e relacionado à Irlanda e foi apenas isso. Foi só quando comecei a procurar pelos nomes das pessoas da foto que percebi quem realmente eram. Eu não pude acreditar."

Isso a levou a uma caça ao tesouro de cinco anos através de documentos históricos, e foram apenas os artigos online subsequentes sobre o livro que permitiram que a Sra. Ievers trabalhasse com seu álbum pertencente à família.

Os historiadores estão apaixonados com a descoberta do álbum e os especialistas estão aguardando para iniciar uma exposição das fotos no futuro.

Suas sobrinhas foram muito importantes para Jane Austen, o que dá a este álbum um significado especial. Muitas vezes ela supervisionava as meninas em seus afazeres.
 

Jane Austen já estava morta quando as meninas cresceram, mas viviam, sem querer, os enredos de seus romances.

Nos romances, as heroínas muitas vezes perderam um pai em uma idade jovem - e nós vemos isso de novo e de novo nesse álbum. Cassandra morreu no parto assim como sua mãe. Os paralelos estão aí.

Fonte: Daily Mail

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terça-feira, 23 de outubro de 2018

Jane Austen: Livros e Filmes


Jane Austen, Thibaudet e um retrato da burguesia do séc. 18

Nascida em 16 de dezembro de 1775, a britânica Jane Austen foi uma das figuras mais importantes da literatura inglesa, juntamente de William Shakespeare. Filha de um sacerdote, teve sete irmãos, destacando sua irmã mais velha Cassandra, que foi a autora do único retrato conhecido de Jane (o quadro se encontra na galeria nacional de arte de Londres).

Jane foi autora de celebres romances, dentre os quais “Razão e Sensibilidade” (1811); “Orgulho e Preconceito” (1813); “Emma” (1815) e “Persuasão” (1818). Não precisamos ter olhos atentos para identificarmos uma obra de Jane Austen, pois todas carregam incrível sensibilidade, além do retrato detalhado da burguesia da época.

Hoje discutiremos mais sobre as obras "Orgulho e Preconceito" e "Razão e Sensibilidade", que foram adaptadas para o cinema. Estes dois longas são incrivelmente semelhantes, retratando a vida de meros camponeses e burgueses da época. A simplicidade é o destaque dos enredos, e as narrativas são absolutamente admiráveis.

Em "Orgulho e Preconceito", foi criada uma atmosfera para que o espectador fosse levado ao mundo da protagonista Elizabeth Bennet (Keira Knightley). O ambiente do longa é indescritível, minuciosamente trabalhado e rico em detalhes.

O filme inicia-se com a bagunça de uma casa com cinco garotas virgens não muito prendadas, algo para repulsa de qualquer família nobre, principalmente para os pretendentes. Naquela época, era imprescindível uma mulher saber bordar, tocar piano, cantar e pintar, além de outras tarefas do cotidiano, como escrever poesias e ler contos, algo que a protagonista não dominava. Elizabeth Bennet era uma terrível pianista. E como toquei no assunto, a trilha sonora do enredo é interpretada por um dos grandes pianistas do mundo, Jean-Yves Thibaudet. Ouça: clique aqui.

No longa-metragem "Orgulho e Preconceito", encontramos vários planos através de janelas, significando os véus da percepção, uma espécie de mensagem subliminar (notamos as personagens através das janelas da sua própria percepção).
"A energia que você sente como diretor, filmando uma cena como essa, é a melhor sensação do mundo. A adrenalina é incrível.", disse o diretor Joe Wright ao filmar uma dança envolvendo quase todos os atores e dezenas de figurantes, sendo que a maioria eram realmente habitantes do local, sem nenhuma experiência em frente as câmeras.
INTERESSANTE
Tanto os livros como os filmes baseados nas obras de Jane Austen, são indicados nas universidades, principalmente nos cursos de Letras e História.

Conforme dito anteriormente, a autora também teve adaptado para as telas seu romance "Razão e Sensibilidade", num longa-metragem que carrega praticamente as mesmas características de "Orgulho e Preconceito". Ambos têm finais felizes, bem diferente da vida da autora, que morreu solitária em 28 de Julho de 1817. Acredito que um grande amor e uma vida feliz era tudo com que Jane Austen sonhava, deixando transparecer nitidamente em suas obras seu simples desejo.

Se um dia você for à Inglaterra, não se esqueça de visitar a casa-museu de Jane Austen, a qual foi sua última morada, tendo vivido no local entre 1809 e 1817 com sua irmã Cassandra e sua mãe.

Além de alguns contos, Jane deixou dois romances incompletos: "The Watsons” e “Sanditon".

Filme: Becoming Jane (2007)
(Becoming Jane, EUA/ Reino Unido, 2007)
Sinopse: Cinebiografia da escritora Jane Austen (Anne Hathaway) e seu romance com um jovem advogado irlandês Tom Lefroy, antes da fama. Seu relacionamento com ele a inspira na criação de personagens para seu mais famoso romance, Orgulho e Preconceito.
Gênero: Drama
Direção: Julian Jarrold
Elenco: Joe Anderson, Jessica Ashworth, Maggie Smith, Julie Walters, Anne Hathaway, James Cromwell, Laurence Fox, Anna Maxwell Martin, James McAvoy, Chris McHallem, Lucy McKenna, Donald O'Farrell
Site Oficial: becomingjane-themovie.com

Livro: Orgulho e Preconceito
Um retrato fiel, divertido e inteligente da sociedade inglesa do início do séc. XIX. Os costumes, o amor, a condição da mulher, os preconceitos e o casamento são abordados de maneira simples e engenhosa neste livro, considerado uma das primeiras comédias românticas da história e uma obra-prima da literatura universal. Tradução de Paulo Mendes Campos.
Editora: Ediouro
Ano: 2007
Edição: 1
Número de páginas: 156

Livro: Razão e Sensibilidade
Depois da morte do pai, as irmãs Marianne e Elinor Dashwood perdem toda a herança para um meio-irmão. Sem dote, têm poucas chances de fazer um bom casamento. Marianne (a sensibilidade) apaixona-se à primeira vista por um homem que não é tão leal quanto imagina. Elinor (a razão) gosta de alguém com quem não pode se casar.
Editora: Best Seller
Ano: 1997
Edição: 1
Número de páginas: 304

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terça-feira, 16 de maio de 2017

Rio de Janeiro: Confeitaria Colombo faz Chá da Tarde em homenagem a Jane Austen

Confeitaria Colombo, no centro do Rio de Janeiro. Foto: Wagner Pinheiro
Para homenagear a escritora inglesa Jane Austen, cujo aniversário de morte completa 200 anos em 2017, a Confeitaria Colombo, no Rio de Janeiro, entrou na lista de lugares que terão eventos especiais para lembrar a data. O local fará um chá da tarde em sua tradicional unidade do centro da cidade.

Além de bufê com comidas de época, o chá terá atrações musicais como o duo musical The Biedermeiers, que apresenta música clássica utilizando instrumentos históricos.

O chá será no dia 18 de maio, das 17h às 20h. O ingresso custa R$ 98 por pessoa e é necessário reservar com antecedência – as reservas abrem no dia 15 de maio pelo telefone 2505-1500 ou pelo e-mail contato@confeitariacolombo.com.br. Fique atento ao site e no evento do Facebook para saber mais novidades.

SERVIÇO:
Confeitaria Colombo
Endereço: Rua Gonçalves Dias, 32 – Centro. Telefone: 2505-1500

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