Entrevista com Georgina Célia Maksoud, autora do livro "Sem medo de viver"

Georgina Célia Maksoud - Foto divulgação Georgina Célia Maksoud nasceu no início dos anos 50 no Guarujá, onde cresceu acalentando o sonho d...

Mostrando postagens com marcador Katzen Editora. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Katzen Editora. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 28 de abril de 2020

Conheça "O funeral da prostituta", do autor Evandro Nunes (Katzen Editora)


MARIA É UMA MOÇA MORENA E BONITA, QUE NASCEU E CRESCEU NA ROÇA. Naquela manhã ao passar pela cova de Maria, o coveiro percebeu que havia uma coroa de flores colocada sobre a cruz que ele colocara na véspera. Deu pouca importância a esse detalhe e passou direto. Só que ao entardecer, já saindo do cemitério e dirigindo-se para casa, passou de novo pela cova de Maria e, para sua surpresa, deparou-se com várias flores ainda frescas sobre a cova. Também muitas fitinhas personalizadas com mensagens apócrifas e vários santinhos jogados sobre a terra. Abaixando-se, apanhou uma daquelas fitinhas e lendo-a, apavorou-se: — "Meu Deus”! Ainda incrédulo com a frase escrita na fitinha, jogou-a de volta sobre a cova e saiu caminhando apressado em direção ao portão. ESTE ROMANCE CONTEMPORÂNEO NARRA A HISTÓRIA DE MARIA, PERSONAGEM PRINCIPAL DO LIVRO. AS EXPERIÊNCIAS DE VIDA DE UMA PROSTITUTA, CONTADAS NESSA NARRATIVA LITERÁRIA, TEM SEU INÍCIO NA CIDADE DE ITAÍBA, ESTADO DE PERNAMBUCO, NORDESTE DO BRASIL. A HISTÓRIA CATIVANTE PASSA POR DIVERSOS TEMAS, COMO CARÊNCIA AFETIVA, POBREZA, LUTA E FÉ, COM UMA ENVOLVENTE TRAMA E UM FINAL SURPREENDENTE.

Confira entrevista com o autor: clique aqui.

O livro poderá ser adquirido nas lojas parceiras da Editora Katzen:

Compartilhe:

segunda-feira, 27 de abril de 2020

Evandro Nunes e o livro "O Funeral da Prostituta" (Katzen Editora)

Evandro Nunes - Foto divulgação
EVANDRO NUNES, nasceu em Caruaru, PE. Formou-se em Administração pela Faculdade Estácio de Sá. Foi professor na cidade de Itaíba, PE, em seguida ingressou no Banco do Brasil, aposentando-se após 35 anos dedicados à carreira bancária. Cordelista, poeta, contista e romancista. Suas conquistas literárias são poesias e contos publicados em várias antologias, blogs e revistas literárias. Atualmente vive em São Luís, MA.
Contato com o autor: evandronunesbb@gmail.com

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Evandro Nunes: Escrever é minha maneira de interpretar a visão que tenho do mundo. Sempre fui um ávido leitor e entrei na literatura pela porta da poesia de cordel. Publiquei vários cordéis. Essa experiência me estimulou a escrever. Diria que escrever está sendo algo que alegra, a cada dia, o meu viver.

Conexão Literatura: Você é autor do livro “O Funeral da Prostituta”. Poderia comentar? 

Evandro Nunes: “O Funeral da prostituta” é um romance contemporâneo que narra a história de Maria, uma menina pobre que nasceu e cresceu na roça, personagem principal do livro.
Essa narrativa literária passa por diversos temas, como carência afetiva, pobreza, luta e fé, com uma envolvente trama e um final surpreendente.

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir sua trilogia? 

Evandro Nunes: Muita leitura, entrevistas e a experiência de um passado boêmio ajudou muito na construção de “O FUNERAL DA PROSTITUTA”, que consumiu quase uma década de minha vida.

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho que você acha especial em seu livro?  

Evandro Nunes: Depois de deixar a igreja, o cortejo fúnebre seguia lentamente pelas ruas de Águas Belas, subindo a ladeira. Nesse trajeto, alguns curiosos estavam parados ao longo da calçada, outros estavam debruçados no parapeito da janela apenas para vê-lo passar, enquanto se contava pelos dedos das mãos às pessoas que seguiam ou precediam o esquife que subia a rua em direção ao campo santo. Não era um funeral concorrido, mas aos poucos, à medida que o caixão passava pela rua, quem estava à toa ia juntando-se ao cortejo e o calçamento pouco a pouco era tomado de gente. Essas pessoas indiferentes queriam apenas fugir da monotonia daquele lugar. Era o que se lia nesses rostos que iam acompanhando a morta.

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Evandro Nunes: O livro poderá ser adquirido nas lojas parceiras da Editora Katzen:

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

Evandro Nunes: Temos um romance concluído: OS CASTIGADOS, e um livro de contos em produção. Este deverá ser intitulado de “O ÉBRIO DOIDO NA CASA DAS PUTAS E OUTRAS HISTÓRIAS”.

Perguntas rápidas:

Um livro: A Bíblia
Um (a) autor (a):  Graciliano Ramos
Um ator ou atriz: Fernanda Montenegro
Um filme: Cinema, Aspirinas e Urubus
Um dia especial: 02 de dezembro (dia do meu aniversário)

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Evandro Nunes: Leiam o livro “O FUNERAL DA PROSTITUTA”. 
O livro muda as pessoas. Leia mais para ser mais! (Editora Martin Claret). 
Compartilhe:

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Vinte e poucos anos: um sonho antigo que virou realidade

Michel Borges - Foto divulgação
Autor iniciante de Cuiabá, em Mato Grosso, Michel Borges sempre teve como hobby o ato de escrever. Já teve blogs, onde escrevia resenhas de filmes, livros e pequenas crônicas, mas o sonho de escrever um livro ficou como algo distante por muito tempo. Até agora.

“Há quase dez anos, ouvi de uma amiga que eu deveria escrever um livro. Na época, não levei muito a sério a sugestão dela. Até então, eu considerava escrever apenas uma distração para os fins de semana. Uma forma de dizer o que eu não conseguia de forma oral.”

“Conforme o tempo foi passando, passei a sentir vontade de contar uma história. Um romance de formação, por algum motivo, veio de forma natural nos meus primeiros contos e rascunhos. As coisas que eu escrevia no passado não pareciam mais suficientes para eu liberar minha veia criativa, e concluí que contar uma história, para surpreender e emocionar as pessoas, era algo que eu queria fazer.”

“Eu havia tentado escrever literatura antes, mas acabava sempre me frustrando. Parecia sempre faltar algo. Foi quando o tempo me fez perceber que tudo na vida possui técnica, até a criação. Nosso país tem uma cultura que vê a obra artística como fruto de dádiva, sem nenhuma especialização por parte do autor. Agora eu estava mais experiente, e com algo valioso que o tempo traz: paciência.”

“E foi assim que decidi começar a escrever um livro. É difícil definir uma data precisa, mas entre 2014 e 2016, eu sabia que eu queria trazer às pessoas a mesma magia e imersão que meus livros favoritos me traziam. Aquela forma diferente de ver o mundo, de te fazer torcer por um personagem, de te fazer perguntar se você concorda ou não com as escolhas daquele personagem”

“Em boa parte desse período, fiquei mais tempo estudando do que escrevendo. E não poderia ser um tempo mais bem empregado: passei a entender como o mercado editorial funciona, como uma história é organizada, o que o leitor gosta ou não de ver em uma história… e a lição mais valiosa que aprendi, com grandes mestres como Tchekhov, Capote e outros, foi: menos é mais.”

“Enquanto eu escrevia meu primeiro livro, várias coisas pareciam fora do lugar e eu me perguntava toda hora se o que eu escrevia soaria sincero a meus leitores. Escrever é um ato solitário, mas quanto mais eu estudava sobre escrever ficção, mais eu percebia que não precisava ser assim. Descobri grandes amigos do escritor, como profissionais que fazem leitura crítica, revisão, e as editoras pequenas.”

“Após escrever meu manuscrito e começar a apresentá-lo às editoras, começou a parte, para mim, mais frustrante de ser escritor: encontrar uma editora interessada em apostar em você e seu trabalho. Infelizmente, o mercado editorial brasileiro nem sempre abre portas para novos escritores, a exemplo de outros ramos artísticos, e em pouco tempo me desanimei. A maioria de meus e-mails não era respondido, e muitas editoras pediam contrapartidas fora da minha realidade.”

“No final de 2017, ainda não familiarizado com os altos e baixos da motivação de escritor, decidi engavetar meu manuscrito. Até que, lendo alguns grupos em redes sociais, tive contato com a Editora Katzen pela primeira vez. Prometiam algo tão atraente que achei ser conversa mole, na época. As postagens deles diziam: ‘Chega de ficar esperando resposta. Damos resposta a seu manuscrito em até dez dias!’ Enviei meu manuscrito a eles e fui curtir o Natal e o Réveillon. Já no Ano-Novo, abri meu e-mail… e lá estava a resposta da Katzen, interessada em meu trabalho. Fiquei sem chão, feliz e agradecido demais com a novidade. O que posso dizer? O ano de 2018 não poderia ter começado melhor para mim.”

“Desde então, todo o processo até meu livro chegar às mãos das pessoas tem sido um aprendizado muito gratificante para mim. E acha que a história parou após o livro chegar impresso em casa e mandar pros amigos? Nem pensar. Agora era hora de divulgar meu trabalho e ser conhecido. Em pouco tempo, com apoio da editora, articulei uma parceria com a secretaria estadual de cultura, e desde então venho participando de eventos, visitas a escolas e discussões sobre o plano estadual de educação. Ocasiões em que conheci muita gente bacana, como Renata Costa, secretária-executiva do Plano Nacional do Livro, e Marília Beatriz de Figueiredo Leite, membro da Academia Mato-Grossense de Letras. Além, é claro, de outros autores regionais como eu, dividindo experiências.”

Michel Borges nasceu em 1984 em Cuiabá e é casado.

Instagram do autor: @mpin84

Página da Katzen Editora: www.katzeneditora.com.br
Compartilhe:

terça-feira, 19 de junho de 2018

Fabiana Esteves e o livro “Maiúscula: poemas de corpos ovulantes” (Katzen Editora)

Fabiana Esteves - Foto divulgação
Fabiana Esteves, 42 anos, decidiu aos oito que seria escritora. Desde então não parou mais de escrever. Desde cedo foi incentivada pela mãe que, todas as noites, lia antes de dormir. E pelo exemplo do avô paterno, que possuía uma biblioteca onde a estante ia até o teto. Não tardou a imitar. Ler era o que mais gostava de fazer. No entanto, o exercício da escrita propriamente dito começou com o caderno de criatividade, uma estratégia que sua mãe, e também sua professora na época, utilizava para incentivar seus alunos a produzirem textos. Funcionou. Os elogios fizeram Fabiana acreditar que poderia passar a vida lendo e escrevendo, o que sempre gostou muito.
Na pré-adolescência, era uma leitora voraz. Por conta da sua extrema timidez, via nos livros uma grande possibilidade de viver outras vidas. Chegava a ler até dois livros em um único dia. Alguns anos mais tarde, ganhou o livro Nariz de vidro, de Mário Quintana, e se apaixonou perdidamente pela poesia. Passou a escrever poemas de amor que considerava muito piegas. Descobriu que, em algum momento da vida,  todos escrevem poesia romântica, mas nem sempre com qualidade literária.
Com o apoio da mãe, investiu em cursos de teatro e escrita.  Procurava escrever poemas mais fortes e tristes, a maioria sobre morte. Percebeu que assim poderia fugir dos estereótipos. Deu certo.  No Espaço Cultural Crismaran, onde tinha aulas de  teatro com a sua mestra Juracy Alarcon, conheceu o grupo Poexistência, que reunia-se exclusivamente para ler poesia. Aos poucos foi superando a timidez e entrando em concursos literários. Ao ganhar o primeiro lugar em um Festival de Poesia promovido pela Biblioteca do Sesc, animou-se a participar de outros concursos e publicou diversos poemas em antologias organizadas pela Editora Litteris. Em 1994 ingressou na Faculdade de Pedagogia na Universidade Federal e apaixonou-se também pela alfabetização, seu objeto de estudo por muitos anos. Tornou -se professora da rede pública de ensino  e alguns anos depois, orientadora pedagógica da Prefeitura de Duque de Caxias, onde trabalha até hoje. Seu primeiro livro publicado veio como  uma surpresa. 
O marido trabalhava em uma empresa que fazia serviços de design gráfico para algumas editoras. Ele, sem que Fabiana soubesse, reuniu os poemas, digitou, mandou fazer a capa e a presenteou com uma pequena tiragem no seu aniversário. Era a primeira edição do Livro In-verso, em 2007, que alguns anos mais tarde foi relançado na Festa Literária de Duque de Caxias. Em 2008 nasceram as gêmeas Laís e Ísis, fato que mudou completamente a produção literária da autora. Fabiana Esteves já não escrevia mais sobre a morte e sim retratava as dores e delícias da maternidade. A delicadeza adentrou sua obra e ela passou a escrever um diário na internet que tinha um público fiel e procurava revelar um lado mais realista e bem-humorado, mas ao mesmo tempo singelo, da criação dos filhos. Um dos textos chegou a ser publicado no site bebe.com . A maternidade também trouxe inspiração para escrever livros infantis, que ainda aguardam publicação. 
Em 2015 coordenou a Divisão de Leitura da Secretaria de Educação de Duque de Caxias, quando criou o projeto “Junto e misturado: autores e leitores em um abraço literário”, que consistia em levar escritores da cidade às escolas públicas. Desse encontro com outros autores da Baixada Fluminense nasceu o Coletivo Encantadores de Letras, que reúne escritores, ilustradores, professores e dirigentes de bibliotecas comunitárias em torno de um mesmo objetivo: cultivar o amor pela literatura e contribuir para a  formação de leitores. Em 2015 Fabiana também lançou, de forma independente, o  livro “Pó de saudade”, reunião de crônicas e poemas escritos em homenagem à sua avó Maria, falecida um ano antes. Agora, em 2018, Fabiana Esteves lançará seu primeiro livro por uma editora, a  Katzen, que aposta no talento de novos autores e de autores independentes.  “Maiúscula: poemas de corpos ovulantes”  é um livro dedicado à mulher em todas as suas múltiplas facetas: a mulher que luta por espaço e voz, a mulher que ama, a mulher-mãe...

Para saber mais sobre a obra desta mulher-poeta visite a página:  www.katzeneditora.com.br
Saiba mais sobre a autora em:  https://fabianaesteves.blogspot.com.br
Compartilhe:

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Katzen Editora - Nunca desperdice uma boa ideia

Patrícia Morais - Foto divulgação
Responsável por abrir uma editora com a doce e feliz missão de estimular novos e pequenos escritores como ela, escritora da Baixada Fluminense, do Rio de Janeiro, afirma já ter nascido com um espírito empreendedor forte e segue determinada a garantir um espaço para os novos escritores de todo o Brasil na literatura.

“Por sorte, não demorei a perceber que as grandes editoras não estavam olhando na direção dos novos escritores. Assim, passei a desbravar da forma que podia este universo ainda totalmente desconhecido, mas cheio de possibilidades para quem busca.”

“Um escritor que não teve sua obra aprovada por uma editora grande, não pode viver cheio de receios por causa disso. Ele precisa ter coragem e, principalmente, iniciativa para começar por outros meios. Nem só das grandes editoras se abastece o mercado literário.”

“Na Katzen faço pelos autores tudo o que gostaria que tivessem feito por mim quando comecei. Não foi fácil, além de pagar pela impressão dos exemplares, ainda tive que bancar sozinha pela capa, editoração, ficha catalográfica, registro ISBN e código de barras. Então, tenho como missão dar esse empurrãozinho valioso aos nossos novos autores, que só irão arcar com as impressões dos livros para o lançamento.” 

“Pretendo que a Katzen seja o primeiro passo para muitos novos autores, mas não o último. Um novo autor precisa ser talentoso, mas também ambicioso e continuar batalhando por um contrato com uma editora de grande porte. Mas como essa possibilidade é muito incerta, vale muito a pena ele ir lutando pelo seu sonho e buscando o seu público com uma editora menor. O importante é estar em movimento, fazendo o seu nome no mercado literário e produzindo.” - Patrícia Morais

Saiba tudo sobre Patrícia Morais em: http://katzeneditora.com.br/patriciamorais
Contatos com a autora: katzen@katzeneditora.com.br

CONHEÇA PATRICIA MORAIS, AUTORA DA BAIXADA FLUMINENSE DO RIO DE JANEIRO, QUE LANÇOU TRÊS LIVROS EM APENAS ONZE MESES

Patrícia Morais é uma autora que lançou três livros, pasme, em apenas onze meses! Mas não pense que foi assim num estalar de dedos que tudo aconteceu, pois Patrícia passou mais de dois anos correndo atrás de contratos com editoras até que uma porta se abriu e, logo depois, outra, o que acabou contribuindo para este número expressivo de livros lançados em tão curto tempo. 
Após conseguir seu segundo contrato, Patrícia decidiu largar o emprego para se dedicar exclusivamente aos seus livros e de lá pra cá não parou mais. Já visitou dezenas de escolas, várias livrarias, festas literárias. Participou do Programa Sem Censura, com Leda Nagle, na TV Brasil, teve um vídeo gravado na Feira do Livro Cinelândia com a #AltasHoras, veiculado no Programa de Serginho Groisman, na Rede Globo, deu inúmeras entrevistas para blogs, Globo News e jornal e teve seu livro Após uma tragédia um recomeço adotado em 2016 pelo tradicional e conceituado Colégio Hélio Alonso. Além disso, teve dois dos seus atuais quatro títulos selecionados pela APPAI, para participar da Bienal do Rio, divulgou seus livros, que por sinal já foram divulgados em inúmeros perfis nas redes sociais, também na Feira Hippie de Ipanema e, atualmente, em parceria com a A.B.L. (Associação Brasileira do Livro) tem percorrido Feiras de Livros por diversos bairros do Rio de Janeiro, tais como: Largo do Machado, Saenz Peña, Duque de Caxias, Cinelândia, Copacabana, Nilópolis, Méier e outras.
Recentemente, Patrícia criou o Projeto “Vem ver meus livros” e, com sua camisa customizada e sua mesa, que considera, por seu forte impacto visual, a mesa mais alegre do planeta, vem atraindo a atenção de leitores por onde passa.

Seu primeiro livro, chamado Após uma tragédia, um recomeço, fatos reais que conta sobre a perda de um cachorro e que está comovendo muitos leitores, foi lançado no dia 13/12/2014.
O segundo, A vida que eu quero, foi lançado no dia 21/01/2015, na Biblioteca Leonel de Moura Brizola, é um livro especialmente voltado para as mulheres e que foi selecionado pela APPAI – Associação dos Professores Públicos Ativos e Inativos do Estado do Rio de Janeiro para participar no stand deles, na Bienal do Rio.
O terceiro,  foi a biografia da também escritora e queridinha dos jovens leitores do Brasil, Thalita Rebouças, autora que já vendeu mais de 1.500.000 cópias, chamado “Thalita Rebouças: Uma Biografia (Ou duas?!)” foi publicado em 12/11/2015 e o lançamento aconteceu no Café e Pauta Bistrô, do Botafogo Praia Shopping e contou também com a presença marcante e surpreendente do querido cantor Sam Alves.
O quarto, Deu sono, foi lançado em 06/2017 e é o primeiro livro infantil lançado pela autora.
Em 06 de novembro de 2017, Patrícia fundou a Katzen Editora, que é uma editora pequena no tamanho, mas grande no engajamento e no incentivo aos novos e pequenos escritores.

Patrícia Morais nasceu em 1974, no Rio de Janeiro, é casada e tem uma filha.

Instagram da autora: @patriciamorais.eu
Compartilhe:

Baixe a Revista (Clique Sobre a Capa)

baixar

E-mail: ademirpascale@gmail.com

>> Para Divulgação Literária: Clique aqui

Curta Nossa Fanpage

Siga Conexão Literatura Nas Redes Sociais:

Posts mais acessados da semana

ANTOLOGIAS LITERÁRIAS

POEME-SE

CONHEÇA A REVISTA PROJETO AUTOESTIMA

LIVRO: O CLUBE DE LEITURA DE EDGAR ALLAN POE

LIVRO DESTAQUE

CEDRIK - ROBERTO FIORI

Leitores que passaram por aqui

Labels