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sexta-feira, 5 de março de 2021

Com proposta editorial atualizada, Panini e Mauricio de Sousa Produções apresentam novas revistas da Turma da Mônica


Quadrinhos da MSP chegam às bancas neste mês, com mais páginas, conteúdos diferenciados e novo acabamento

São Paulo, março de 2021 – A partir deste mês, chega às bancas, pela editora Panini, a nova coleção da Turma da Mônica, começando pela número 1. As revistas trazem como principais novidades: mais páginas, mais passatempos, conteúdos extras e design moderno de capa e correios lembrando uma conversa de celular.

Diferenciais importantes para quem já coleciona ou quer acompanhar de perto as histórias que se passam no bairro do Limoeiro

Os títulos Cascão, Magali, Turma da Mônica e Chico Bento passarão a ter 80 páginas (antes tinham 64). Mônica e Cebolinha continuarão com 80 páginas. Todos terão lombada canoa, o que privilegia as artes de capa, que se estenderão para a contracapa, como uma imagem contínua. Além de histórias inéditas, os gibis terão extras como a republicação de tiras clássicas, fichas de personagens do Mauricio e ainda mais passatempos.

O design de todas as edições está muito mais moderno! Houve uma reformulação nos logos das revistas, deixando os títulos totalmente integrados à arte de capa e o layout dos correios agora se parece com uma conversa de celular. Cada edição custará R$ 7,90.

Os tradicionais Almanaques da Mônica, Magali, Cebolinha, Cascão e Chico Bento também passarão por reformulação e serão publicados com 96 páginas e lombada canoa, ao preço de R$ 9,90. Além de novo design de capa, terão mais histórias e também mais passatempos.

Outra novidade será o Almanaque Turma da Mônica que, além de reunir aventuras da Turminha, publicará histórias da Tina, Louco, Bidu & Mingau e muitos outros personagens.

As HQs podem ser adquiridas na Loja Panini, por sistema de assinatura, compra avulsa, além de bancas, livrarias, lojas especializadas e pela Amazon. A assinatura do plano anual com revistas inéditas + almanaques está com 10% de desconto e pode ser feita aqui.

Com as mudanças, os títulos internacionais (Mónica y sus Amigos & Monica and Friends) e Saiba Mais, saíram de linha. 

Sobre a Panini

O Grupo Panini foi criado há 60 anos em Modena, Itália. Possui subsidiárias em toda a Europa, América Latina e Estados Unidos. É a líder mundial no setor de colecionáveis e publicações e a principal editora multinacional de quadrinhos, revistas infantis e mangás na Europa e na América Latina. A empresa possui canais de distribuição em mais de 150 países e conta com uma equipe de mais de 1.200 pessoas. Para mais informações, visite www.paninigroup.com. 

Sobre a Mauricio de Sousa Produções

A Mauricio de Sousa Produções (MSP) é a maior empresa de entretenimento do Brasil, responsável por uma das marcas mais admiradas do país, a Turma da Mônica. A MSP investe em inovação e produz conteúdos em todas as plataformas com a mais alta tecnologia, alinhando educação, cultura e entretenimento. No licenciamento, trabalha com 150 empresas que utilizam seus personagens em mais de 4 mil itens. No universo digital, o canal no YouTube da Turma da Mônica já chegou a 14,5 bilhões de visualizações, sendo a maior audiência para Mônica Toy, conteúdo desenvolvido exclusivamente para esta plataforma; além do engajamento e interações orgânicos com os fãs em mídias sociais. Na área editorial, possui um dos maiores estúdios do setor no mundo e já tem mais de 300 títulos e mais de 1,2 bilhão de revistas em quadrinhos, responsáveis pela alfabetização informal de milhões de brasileiros.

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quinta-feira, 1 de outubro de 2020

Quino Vive

"O amigo Quino está agora desenhando pelo universo com aqueles traços lindos e com um humor certeiro como sempre fez. Criou sua Mafalda, hoje de todos nós, no mesmo ano em que eu criei a Mônica, em 1963 - mas ela só estrearia nas tiras no ano seguinte. Por isso, nos tornamos irmãos latino-americanos para desbravar o mundo dos quadrinhos. Estive com ele em 2015, em Buenos Aires, no Centro Cultural Brasil-Argentina, onde o presenteei com uma Mônica ao lado da Mafalda na comemoração dos 50 anos das duas personagens. Uma pessoa dócil e um dos maiores desenhistas de humor de todos os tempos. Quino vive agora mais forte dentro de nós".

 

Mauricio de Sousa

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segunda-feira, 9 de março de 2020

Livro ilustrado Turma da Mônica - Lendas Japonesas


André Kondo e Mauricio de Sousa recontam as mais famosas histórias infantis japonesas

São Paulo, 9 de março de 2020 – Em uma parceria inédita, a Editora JBC e a Mauricio de Sousa Produções lançam o livro ilustrado Turma da Mônica - Lendas Japonesas. Com versões das lendas recontadas pelo premiado escritor e poeta André Kondo e ilustrações dos estúdios Mauricio de Sousa, esta é a primeira publicação do JBStudios, novo selo da JBC destinado à produção de obras inéditas de autores brasileiros.

Turma da Mônica - Lendas Japonesas é uma verdadeira viagem pelas tradições do Japão. O livro reúne 12 famosos contos infantis do folclore japonês que ensinam os valores da cultura oriental por meio dos personagens icônicos da Turminha do Bairro do Limoeiro.

Além dos personagens clássicos como Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali e Chico Bento, a dupla Tikara e Keika, personagens criados pelo estúdio MSP em comemoração ao Centenário da Imigração Japonesa em 2008, “interpretam” personagens dessas lendas. Até o próprio Mauricio de Sousa aparece em dois dos contos escolhidos desta edição.

Urashima Taro, Momotaro, Tokoyo, Issunboshi, Teru Teru Bozu e O Coelho da Lua são algumas das histórias selecionadas e escritas de maneira lúdica e sublime por André Kondo.

Turma da Mônica - Lendas Japonesas é um produto exclusivo da Saraiva e já está com pré-venda, e as entregas estão disponíveis para todo o Brasil. O lançamento está previsto para 10 de março de 2020.

Sobre os autores:
André Kondo é autor de dez livros, sendo nove premiados, incluindo “O Pequeno Samurai”, finalista do Prêmio Jabuti e M. H. no Prêmio João-de-Barro. Recebeu mais de 300 prêmios literários, com textos publicados no Brasil, Portugal e no Japão. Filho de imigrantes japoneses, morou no Japão e na Austrália. Viajou por mais de 60 países em busca de inspiração. Foi vice-presidente da Academia Nipo-Brasileira de Escritores e é atualmente vice-presidente da Associação Cultural e Literária Nikkei Bungaku do Brasil e da ANBLA, sendo também membro correspondente da Academia Taubateana de Letras, da Academia Metropolitana de Letras, Artes e Ciências e da ASES - Bragança. Entre suas obras publicadas estão: Cem Pequenas Poesias do Dia a Dia, Contos do Sol Renascente, A Peregrinação das Folhas Caídas e Além do Horizonte.

Mauricio de Sousa é desenhista, empresário, o mais premiado autor brasileiro de quadrinhos e membro da Academia Paulista de Letras. Nasceu em 27 de outubro de 1935, numa família de poetas e contadores de histórias em Santa Isabel, no interior de São Paulo. Ainda criança, mudou-se para Mogi das Cruzes, onde descobriu sua paixão pelo desenho e começou a criar os primeiros personagens. Com 19 anos, foi para São Paulo tentar trabalhar como ilustrador na Folha da Manhã (hoje Folha de S.Paulo). No entanto, conseguiu apenas uma vaga de repórter policial.

Em 1959, publicou sua primeira tira diária, com as aventuras do garoto Franjinha e do seu cãozinho Bidu. As tiras de Mauricio de Sousa espalharam-se pelos jornais de todo o país, levando-o a montar um estúdio que hoje dá vida a mais de 400 personagens.

Em 1970, lançou a revista Mônica e, em 1971, recebeu o mais importante prêmio do mundo dos quadrinhos, o troféu Yellow Kid, em Lucca, na Itália. Seguindo o sucesso de Mônica, outros personagens também ganharam suas próprias revistas, que já passaram pelas editoras Abril e Globo e atualmente estão na Panini.

Dos quadrinhos, eles foram para o teatro, o cinema, a televisão, a internet, parques temáticos e até para exposições de arte. 

Dados da Edição
Número de páginas: 64 páginas (todas as páginas coloridas)
Autores: André Kondo (Escritor) e Mauricio de Sousa (Ilustrador)
Classificação etária: Livre
Editora JBC - Selo JBStudios
Edição Impressa
Formato: 20,5 x 27,5 cm
Preço de capa: R$ 49,90
ISBN: 978-85-457-1458-3
Previsão de lançamento: 10 de março de 2020

Sobre a Editora JBC
A Editora JBC é uma das principais referências no mercado de mangás no Brasil, desde 2001. Fundada em 1992, a JBC dedica-se à difusão da cultura japonesa através de seus produtos, entre livros e quadrinhos. Os produtos são distribuídos nas principais livrarias e lojas especializadas do Brasil. O selo JBStudios é destinado ao desenvolvimento de conteúdo próprio e/ou inéditos com autores nacionais e podem contemplar personagens com conteúdos originais ou personagens novos com desenvolvimentos de propriedades intelectuais desde o início. Os primeiros projetos do selo são o livro ilustrado “Turma da Mônica - Lendas Japonesas” e o mangá “O Regresso de Jaspion”. 

Sobre a Mauricio de Sousa Produções
A Mauricio de Sousa Produções é a maior empresa de entretenimento do Brasil, responsável por uma das marcas mais admiradas do país, a Turma da Mônica. A MSP investe em inovação e produz conteúdos em todas as plataformas com a mais alta tecnologia, alinhando educação, cultura e entretenimento. No licenciamento, trabalha com 150 empresas que utilizam seus personagens em mais de 4 mil itens. No universo digital, o canal no YouTube da Turma da Mônica já chegou a 9,2 bilhões de visualizações, sendo a maior audiência para Mônica Toy, conteúdo desenvolvido exclusivamente para esta plataforma; além do engajamento e interações orgânicos com os fãs em mídias sociais. Na área editorial, possui um dos maiores estúdios do setor no mundo e já passou dos 300 títulos, com venda de mais de um bilhão de revistas, responsáveis pela alfabetização informal de milhões de brasileiros
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quinta-feira, 2 de maio de 2019

Fundação Dorina Nowill para Cegos e Instituto Mauricio de Sousa promovem inclusão de crianças com deficiência visual nas escolas com lançamento do livro Como Dorinha vê o mundo

Imagem divulgação
Nesta sexta-feira, 3 de maio, às 14h, as personagens Dorinha e Mônica estarão na Fundação Dorina Nowill para Cegos, apresentando a publicação que terá distribuição gratuita para 500 escolas municipais de São Paulo

“É através do tato, usando os dedos e as mãos, que os cegos começam a perceber o mundo...”, explica Dorinha, personagem inspirada em Dorina de Gouvêa Nowill, à Mônica e Cebolinha – também criações clássicas de Mauricio de Sousa. A mais famosa turma brasileira das HQs invade a inédita publicação Como Dorinha vê o mundo, que será distribuída gratuitamente para 500 escolas da rede municipal de ensino, de São Paulo. A iniciativa da Fundação Dorina Nowill para Cegos conta com a importante parceria do Instituto Mauricio de Sousa, na criação conjunta da obra, e do Fundo Municipal da Criança e do Adolescente (FUMCAD), que viabiliza a produção dos 3 mil exemplares da primeira edição do livro impresso em braille e fonte ampliada. Em suas 24 páginas, até os clássicos traços e ilustrações de Mauricio de Sousa são acessíveis, claro. 

De forma lúdica e criativa, Como Dorinha vê o mundo faz parte da “Série Dorina” e apresenta a realidade das pessoas com deficiência visual, o sistema braille e outros instrumentos que possibilitam a democratização da cultura e da brincadeira. O formato da versão impressa também promove a literatura inclusiva entre crianças e jovens cegos, com baixa visão e videntes. “Todos os alunos podem ler o livro. E os professores e educadores também. Isso é inclusão. Esse é o legado de Dorina de Gouvêa Nowill, nossa fundadora que, neste mês de maio, completaria 100 anos e há mais de 70 anos foi pioneira na luta por um mundo mais acessível e uma sociedade mais inclusiva”, comemora Alexandre Munck, superintendente da Fundação Dorina Nowill para Cegos.

Sobre a Fundação Dorina Nowill para Cegos

Há mais de 70 anos, A Fundação Dorina Nowill para Cegos trabalha para que crianças, jovens, adultos e idosos cegos e com baixa visão sejam incluídos em diferentes cenários sociais. A instituição oferece serviços gratuitos e especializados de habilitação e reabilitação, dentre eles orientação e mobilidade e clínica de visão subnormal, além de programas de inclusão educacional e profissional. Responsável por um dos maiores parques gráficos de braille no mundo com capacidade de impressão de até 450 mil páginas no sistema por dia, a Fundação Dorina Nowill para Cegos é referência na produção e distribuição de materiais nos formatos acessíveis braille, áudio, impressão em fonte ampliada e digital acessível, incluindo o envio gratuito de livros para milhares de escolas, bibliotecas e organizações de todo o Brasil. A instituição também oferece uma gama de serviços em acessibilidade, como cursos, capacitações customizadas, sites acessíveis, audiodescrição e consultorias especializadas. Contando com o apoio fundamental de colaboradores, conselheiros, parceiros, patrocinadores e voluntários, a Fundação Dorina Nowill para Cegos é reconhecida e respeitada pela seriedade de um trabalho que atravessa décadas e busca conferir independência, autonomia e dignidade às pessoas com deficiência visual. Mais detalhes: www.fundacaodorina.org.br.

Centenário de Dorina Nowill

Nascida em maio de 1919, na capital paulista, Dorina de Gouvêa Nowill ficou cega repentinamente, aos 17 anos, em consequência de uma doença não diagnosticada. A partir da perda completa da visão, ela começava a fazer história e a construir os pilares da instituição que, no futuro, levaria seu nome e sua causa. Dorina Nowill foi a primeira aluna cega a frequentar um curso regular no Brasil. Posteriormente, viajou para os Estados Unidos, onde fez cursos de especialização na Michigan State Normal School e no Teacher's College. De volta ao país, percebendo a carência de livros em braille, criou a então Fundação para o Livro do Cego no Brasil, atual Fundação Dorina Nowill para Cegos, que iniciou suas atividades em 1946 com a produção e distribuição de publicações acessíveis por este sistema, dando início ao que hoje é uma das maiores imprensas braille do mundo em capacidade de produção. À frente do seu tempo, Dorina Nowill também foi responsável pela articulação e implementação de importantes políticas públicas nacionais, amplo espaço de fala e representatividade internacional, como sua participação na Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em 1981. Dorina Nowill faleceu em agosto de 2010, aos 91 anos, deixando um legado que permanece e segue adiante por meio dos colaboradores, conselheiros, parceiros, patrocinadores e voluntários da instituição. Em 2019, celebramos o centenário dessa mulher, que desempenhou um importante papel na luta pela inclusão de pessoas com deficiência visual. 

Sobre o Instituto Mauricio de Sousa (IMS)

Fundado em 1997, o IMS realiza projetos, campanhas e ações sociais focados na construção de conteúdos, que através de uma linguagem clara e lúdica, estimulam o desenvolvimento humano, a inclusão social, o incentivo à leitura, o respeito entre as diferenças, a formação de cidadãos conscientes e conhecedores de seus deveres e direitos.
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terça-feira, 18 de setembro de 2018

Exclusivo: Manuel Filho e o livro O menino que queria ser prefeito, por Sérgio Simka e Cida Simka

Manuel Filho - Foto: Deivid Almeida (Cidade da Criança)
Nesta entrevista exclusiva, o renomado escritor Manuel Filho fala sobre seu livro recém-lançado: “O menino que queria ser prefeito”.
Manuel filho, agraciado com o prêmio JABUTI 2008, possui mais de 40 livros publicados por editoras como Melhoramentos, Ática, Saraiva, Editora do Brasil, Panda Books, Mundo Mirim, Prumo, Paulus, BesouroBox, Escala Educacional, entre outras.
Escreveu o livro MMMMM, MÔNICA E O MENINO MALUQUINHO NA MONTANHA MÁGICA, que foi ilustrado por Ziraldo e Maurício de Sousa. Trata-se do primeiro livro que uniu as turmas da Mônica e do Menino Maluquinho.
Para mais informações, acesse o site do escritor: http://manuelfilho.wixsite.com/manuel-filho

Você acaba de publicar o livro “O menino que queria ser prefeito”. Como foi o processo de elaboração até o produto final?

O processo de criação de O MENINO QUE QUERIA SER PREFEITO, Editora do Brasil, foi bastante intenso. Trata-se do primeiro livro de ficção que escrevi que se passa na minha cidade natal, São Bernardo do Campo (SP). Isso se reveste de tremenda importância, pois precisei lidar com antigas memórias, da infância.
Há muito de biográfico na obra, mas a maior parte foi realmente inspirada nos múltiplos acontecimentos da época. Eu situei a história no ano de 1979, que foi impactante na cultura nacional. Foi o ano do início da “abertura política” e o Ano Internacional da Criança.
Eu inscrevi o projeto do livro no Proac-SP de 2016 e, felizmente, fui contemplado. O prêmio me permitiu intensificar minha pesquisa, que durou cerca de dez meses. Na verdade, foi muito mais do que isso, eu diria que se trata de uma pesquisa de uma vida inteira.
Na sequência, eu decidi que gostaria de entrevistar as crianças que exerceram o cargo de prefeito mirim na Cidade da Criança. Com o apoio do excelente Centro de Memória de São Bernardo do Campo, eu consegui efetivar um vasto levantamento do histórico do parque, que é o primeiro temático da América Latina, e os nomes dos prefeitinhos.
De posse desses dados, comecei a fazer uma longa busca atrás das então “crianças”. Foram 17 crianças eleitas. Eu localizei 13, um já falecido, e entrevistei todos eles. Trata-se de material extremamente valioso, que tem sido disponibilizado no Youtube, que conta a história dos anos de chumbo a partir do olhar de crianças, que recebiam votos por um cargo executivo, algo praticamente inviável durante a ditadura.
E, assim, nasceu o livro no qual misturo fatos reais, biográficos e ficcionais. Permite, igualmente, que os jovens leitores possam refletir sobre o processo eleitoral e sua importância ao longo dos tempos.
          
Como analisa o trabalho de escritor em um país que dá pouca importância à leitura?

Mais do que nunca, trata-se de trabalho fundamental. As pessoas atualmente têm pouca percepção da dimensão das histórias, mas estamos cercados por elas diariamente.
Desde a Antiguidade temos sido encantados pelos contos de tradição oral e foi assim que diversos deles chegaram até nós.
Nosso imaginário, realidade e cultura são povoados pelas narrativas que escutamos em cada dia seja pelo rádio, TV ou internet. No fundo, somos todos contadores de histórias.
Diante desse quadro, torna-se necessário despertar a consciência de que nossos caminhos pela vida são guiados pelas histórias que conhecemos, portanto, é importante selecioná-las com cuidado, buscar fontes variadas e conhecer outros pontos de vista.
O escritor sempre será relevante por apresentar as histórias como arte. Há aqueles que transcendem, que se tornam permanentes como Shakespeare, Guimarães Rosa, Julio Verne, Machado de Assis e Clarice Lispector. Suas obras, por tratarem intensamente do lado humano, nos deixaram um legado que, permanentemente, poderá ser revisitado e inserido em nossa vida cotidiana.
Pobre do país que dá pouca importância à leitura. Esse é melhor o caminho, por muitas vezes objetivado, de manter o povo na ignorância e como massa de manobra para os mais nefastos projetos.

*Sérgio Simka é professor universitário desde 1999. Autor de cinco dezenas de livros publicados nas áreas de gramática, literatura, produção textual, literatura infantil e infantojuvenil. Idealizou, com Cida Simka, a coleção Mistério, publicada pela Editora Uirapuru. Membro do Conselho Editorial da Editora Pumpkin e integrante do Núcleo de Escritores do Grande ABC.

Cida Simka é licenciada em Letras pelas Faculdades Integradas de Ribeirão Pires (FIRP). Coautora do livro Ética como substantivo concreto (Wak, 2014) e autora dos livros O acordo ortográfico da língua portuguesa na prática (Wak, 2016), O enigma da velha casa (Uirapuru, 2016) e “Nóis sabe português” (Wak, 2017). Integrante do Núcleo de Escritores do Grande ABC.
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quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Mauricio de Sousa e sua Turma chegam às livrarias em uma edição do clássico “Alice no país das maravilhas”

Com o texto original de um dos maiores clássicos da literatura infantil, a Turma da Mônica mergulha na toca do coelho e leva a turminha do Limoeiro para o mundo mágico de Alice

“Um coelho apressado, de colete, olhando as horas no relógio de bolso? Aquilo, sim, era bem esquisito. Ela ficou olhando e viu quando ele entrou numa toca logo mais à frente. Levantou-se depressa e saiu correndo atrás dele. Alice pulou e, já dentro da toca, percebeu que caía numa espécie de poço.”

Uma história que conquistou e conquista gerações de leitores de todas as idades, que inspirou centenas de livros, filmes e animações ganha uma nova edição reinterpretada pela dentucinha mais amada do Brasil e seus amigos. Sim, a Turma da Mônica caiu na toca do coelho e chega às livrarias em setembro, pela Girassol Brasil, com lançamento especial durante a Bienal do Livro do Rio de Janeiro.

Com o texto original da obra de Lewis Carroll, numa versão assinada pela ensaísta e tradutora Márcia Lígia Guidin, Mauricio de Sousa escalou a turminha para reviver Alice no país das Maravilhas.

Mônica se transforma em Alice, uma menina com uma imaginação enorme, uma curiosidade que a mete em muitos problemas e uma inocência que enche os nossos corações. Depois de perseguir um coelho, nesse caso o Cebolinha, Alice acaba num mundo novo e completamente maluco, onde vai aprender sobre amizade, respeito, humildade, justiça, família e sonhos.

Nesta edição especial, capa dura, com ilustrações em cores e movimentos que dão mais “realidade” as cenas icônicas de Alice e seus personagens, Mauricio e sua equipe conseguiram dar uma nova vida ao clássico, escalando um “elenco” de diversas histórias do universo Turma da Mônica. Rolo, Pipa, Louco, Magali e até o Mingau mergulharam nessa história e vão conquistar os leitores.

O lançamento oficial do livro vai acontecer durante a 18ª Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, com a presença de Mauricio de Sousa e a Turma da Mônica, nos dias 3 e 9 de setembro, no estande da Livraria Saraiva.

E como diria o Rei de Copas, comece pelo começo, vá lendo e, quando chegar ao fim... fique maravilhado!!!

“Para mim e para toda a turminha do bairro do Limoeiro, foi uma honra oferecer uma nova roupagem (bem ao nosso estilo) para uma obra tão clássica. Fizemos tudo com aquele carinho que nossos leitores conhecem há tanto tempo, para que a sua experiência seja, literalmente, uma maravilha”  - Mauricio de Sousa

Ficha Técnica:
Título: Alice no país das Maravilhas
Formato: 23,5 x 30,5 cm
Nº de págs: 80 (Capa dura e miolo colorido)
Preço: R$69,90

Sobre os autores:
Mauricio de Sousa iniciou sua carreira como ilustrador na região de Mogi das Cruzes, próximo de Santa Isabel, onde nasceu. Aos 19 anos, mudou-se para São Paulo e, durante cinco anos, trabalhou no Jornal Folha da Manhã (atual Folha de São Paulo), escrevendo reportagens policiais. Em 1959 criou seu primeiro personagem, o cãozinho Bidu. A partir daí vieram, Cebolinha, Cascão, Mônica, e tantos outros. Em 1970, lançou a revista Mônica. Depois de passar pela Editora Abril e Editora Globo, assinou contrato com a multinacional italiana Panini. Cerca de 150 empresas nacionais e internacionais são licenciadas para produzir mais de três mil itens, com os personagens de Mauricio de Sousa; suas criações chegam a cerca de 30 países

Lewis Carrol, o autor, chamava-se de fato Charles Lutwidge Dodgson. Ele nasceu em 1832 em Cheshire, na Inglaterra. Estudou em casa até os 12 anos e então foi para a Rugby School, em Warwickshire, e a seguir para o Christ Church College, em Oxford, onde cursou matemática. Quando se formou, passou a lecionar essa matéria na Universidade de Oxford. Lewis Carroll não teve filhos, mas contava histórias para os filhos de seus amigos, e as crianças adoravam ouvir os acontecimentos estranhos de Alice em um mundo mágico. A história original de Alice no País das Maravilhas foi publicada em 1865. O autor continuou a contar histórias até o fim da vida. Ele morreu em 1898, na casa da irmã, em Surrey, na Inglaterra.

Márcia Lígia Guidin, a tradutora, nasceu em São Paulo em 1950. É mestre e doutora em Letras pela USP, ensaísta e tradutora. É professora titular aposentada de Literatura Brasileira, Teoria Literária e Edição de Texto. Membro titular da Academia Paulista de Educação (cadeira 6), exerce na APE o cargo de Diretora de Comunicação. É autora de obras críticas de literatura, palestrante para as áreas de Educação e Literatura, e resenhista do Jornal Rascunho. Foi responsável pelo programa “Que tal seu português?” da Rádio USP, onde gravou mais de 100 miniaulas. Foi membro do Conselho Curador do Prêmio Jabuti da Câmara Brasileira do Livro por dez anos. Faz parte da Associação de Amigos e Patronos da Biblioteca Mário de Andrade. Atualmente dirige a Miró Editorial, que oferece assessoria e coaching para editores e escritores. Mas um de seus trabalhos favoritos é traduzir e adaptar obras infantis e juvenis.

Sobre a editora:
Fundada no ano 2000, a Girassol Brasil nasceu com o objetivo de levar a crianças e jovens leitores livros com altíssima qualidade editorial e gráfica, que pudessem despertar o interesse pela leitura, além de também proporcionar momentos de diversão. A cada página, uma viagem inesquecível ao mundo da imaginação, um desafio a ser resolvido, um desenho para pintar, uma emoção a ser vivida.  Referência no mercado editorial nos dias atuais, tem mais de três mil livros publicados ao longo de sua história.

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